O amor é uma escolha?
De Livros e Sermões BÃblicos
Por John Piper Sobre Santificação e Crescimento
Tradução por HM
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Quando falo sobre comunhão cristã como um meio de perseverança, a comunhão que tenho em mente se refere a um vínculo mútuo. E acredito que a palavra mútuo poderia ser um equivalente na língua portuguesa se koinonia pudesse ser um adjetivo. O vínculo mútuo que os cristãos têm com Cristo nos envolve - envolve cada uma das pessoas nesse lugar, se você se considera cristão, unida a Jesus pela fé - em um relacionamento de amor profundo (eu gostaria de ter uma palavra melhor), intenso e eterno uns com os outros e com todos os outros cristãos. Profundo, intenso, eterno.
Quando penso em vocês, agora mesmo, esta centena de pessoas neste local - pense nisto: para sempre, você e eu. E todo o resto de nós neste lugar. Se pertencemos a Jesus para sempre, é bom vocês superarem alguns problemas entre vocês. É eterno, profundo e glorioso. Não existe nenhum caminho adiante a não ser este vínculo mútuo que temos em Cristo.
E ele se expressa, portanto, em afeto jubiloso - esquece essa coisa de “o amor é uma escolha”. A Bíblia é abundante em palavras acerca do relacionamento entre os crentes que vão muito além de “eu escolho gostar de você, idiota”. É afeto. É algo que realmente foi transformado no que diz respeito a como você se sente em relação aos outros crentes - e se não fomos transformados, temos um problemão com o qual lidar.
Este vínculo mútuo que temos juntos nele nos une num relacionamento de amor profundo e eterno, que se expressa através do humilde serviço prestado uns aos outros. E esta é a essência da comunhão que se torna um meio de perseverança.