Perguntas Raios-X: Descobrindo as Causas e Razões do Comportamento Humano

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English: X-ray Questions: Drawing Out the Whys and Wherefores of Human Behavior

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Por David Powlison Sobre Aconselhamento Bíblico
Uma Parte da série Journal of Biblical Counseling

Tradução por Gertrudes Mendonca


“Porque eu fiz isso?” Porque você reage desta forma? Porque usar essas palavras nesse tom de voz? Porque pensar nessas coisas? Porque sentir desse modo? Porque recordar essa faceta de algo já acontecido? Porque optar desse modo nesta situação? Antecipar esses possíveis resultados?

A pergunta “POR QUÊ?” dá início a milhares de teorias sobre a natureza humana. Porque é que as pessoas fazem o que fazem? Uma “resposta” a esta pergunta ancora cada análise da personalidade humana e cada esforço para resolver aquilo que aflige a raça humana. Uma visão sobre da motivação, coloca em perspectiva e realça cada detalhe da teoria e da prática.

Você ficou preso em algum ponto na hierarquia da necessidade? Você é geneticamente ligado à agressão? Será que as terríveis hormonas são as culpadas? Será que os seus impulsos psíquicos instintivos estão em conflito com as regras da sociedade? Será que os seus impulsos foram reforçados por estímulos de compensação? Será que você é um Áries com um Júpiter em crescimento? Será que você é um Adulto Criança com uma experiência infeliz e de determinativa traumática ? Será que você está buscando compensar-se por causa de inferioridades que você mesmo tem percebido em si, e está procurando, por esta razão, adquirir uma melhor auto-estima? Será que o demónio chamado de Dependência Química infiltrou-se em seu ser por uma brecha encontrada em sua personalidade? Você teve uma falha de força de vontade? Você desconhece a boa doutrina? Você é temperamentalmente melancólico ou sanguíneo, pessimista ou optimista, introvertido ou extrovertido? Você está mergulhado numa falsa consciência ideológica que caracteriza a sua classe social? Seu diálogo consigo próprio deturpa as bases da sua identidade e auto-estima? “Eu fiz isso, pensei naquilo, senti aquilo porque...” Aquilo que agrada, tem razões.

As teorias sobre aquilo que influencia as pessoas encarnam-se em modelos de aconselhamento. As explicações dos problemas são os sinais para as soluções dos mesmos: tomar medicamentos, experimentar uma nova criação paternal, expulsar um demónio, satisfazer as suas necessidades, não tomar grandes decisões em dias de má estrela, reprogramar o seu monólogo interior, explorar a sua dor. Razões presumidas e respostas supostamente apropriadas são arduamente discutidas. Em qualquer biblioteca universitária, centenas de metros de prateleiras com publicações colecionam e comparam os debates. Deus, o Senhor, tem porém, muito para dizer sobre o assunto, equilibrando-o com o Seu próprio ponto de vista, e vigorosamente refutando aqueles que são falsos e que se opõem, demonstrando que toda motivação humana tem a ver especificamente em sua relação com Ele. O aconselhamento que visa originar-se na Escritura, deve fazer justiça àquilo que Deus afirma sobre as causas e as razões do coração humano. A Escritura declara-se “apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” de acordo com os critérios específicos pelos quais aquele, que é o Perscrutador dos corações, avalia tudo aquilo que Ele vê em nós (Hebreus 4:12ss).

A lista que de “perguntas Raios-X” apresentadas aqui, provê ajuda no discernimento de padrões encontrados nas motivações dos indivíduos. As perguntas intencionam ajudar as pessoas a identificar, e a revelar, os principais mestres maus que ocupam as posições de autoridade nos corações. Estas perguntas revelam “deuses funcionais”, isto é, aquilo, ou quem controla, na verdade, certas ações, pensamentos, emoções, atitudes, memórias e expectativas. Note-se que “deuses funcionais” numa situação particular, muitas vezes estão diametralmente opostos ao “Deus professado.”

Pense numa situação em que você se sente ansioso, preocupado, nervoso, agitado. Algo aconteceu e você não consegue tirar isso da sua mente. Algo está acontecendo agora – você está atormentado. Algo vai acontecer amanhã – a sua mente considera isso repetidamente, ruminando todas as contingências possíveis. À medida que o pecado da preocupação aumenta, o seu efeito desagradável na sua alma, talvez faça com que você pule para alguma solução de fuga instantânea: abre e invade o congelador, assiste TV, masturba-se, lê um romance, vai às compras, toma uma cerveja, distrai-se com algum jogo. Ou talvez você se mobiliza tentando assumir o controle: faz uma série de chamadas telefónicas, trabalha toda a noite, forma um partido de incentivadores, limpa a sua casa, se embravece. Porque tudo isto está acontecendo?

Como um Cristão, você professa que Deus controla e obra todas as coisas para a Sua glória e para o seu maior bem. Você professa que Deus é sua rocha e refúgio, uma ajuda sempre presente em qualquer problema que você enfrente. Professa adora-Lo, confia n’Ele, O ama e obedece. Mas naquele momento – hora, dia, época – de ansiedade, de escape ou de ação, você vive como se precisasse controlar todas as coisas. Vive como se o dinheiro, ou a aprovação de alguém, ou um sermão “bem-sucedido”, ou a sua graduação num exame, ou boa saúde, ou evitar um conflito, ou fazer as coisas à sua maneira, ou... é mais importante do que confiar e amar a Deus. Você vive como que sentir-se bem temporariamente, pudesse agraciar-lhe algum refúgio ou como se a sua ação pudesse endireitar o mundo. O seu deus funcional compete com o seu Deus professado. Os incrédulos são completamente possuídos por motivos ímpios. Os verdadeiros crentes estão muitas vezes gravemente comprometidos, distraídos e divididos. Mas a graça reorienta-nos, purifica-nos, e faz-nos regressar ao nosso Senhor.

A obra transformante de Cristo nas nossas vidas opera simultaneamente em duas dimensões, a saber, “vertical” e “horizontal”, o Porquê e o Como. Deus está sempre a reorientar o nosso culto e o nosso caminhar, os nossos motivos e o nosso viver. Paulo resume o propósito do seu ministério da forma seguinte: “Ora, o fim do mandamento, é a caridade de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida” (1 Timóteo1:5). O amor resume a renovação de relacionamentos horizontais. Coração puro, boa consciência e fé sincera, capturam a reconfiguração do relacionamento vertical. Um coração impuro ou dúbio serve múltiplos senhores. Uma consciência má ou distorcida interpreta mal, conduz mal e avalia mal fracassando em promover a vida segundo Deus. Uma fé professa e hipócrita canta e ora de uma forma, mas, no final das contas, confia em algo diferente; apostasia de coração, consciência e fé produzem pecados particulares. A restauração do coração, consciência e fé produz obediências particulares. Este artigo irá investigar a dimensão vertical que orienta e anima – a causa – a dimensão horizontal.

Observe que cada pergunta rodeia a mesma questão básica: Quem, ou quê, é o seu Deus ou o seu deus funcional? Muitas das perguntas derivam simplesmente dos verbos que relacionam você com Deus: amar, confiar, temer, esperar, buscar, obedecer, refugiar-se e outros parecidos. Cada palavra segura uma luz que nos conduz Àquele que é caminho, verdade e vida. Mas cada verbo poderá tornar-se também numa pergunta, como um espelho, para nos mostrar onde estamos extraviados. Cada pergunta volta à mesma pergunta geral. Em situações individuais – diferentes momentos, locais, pessoas – uma, ou outra pergunta, pode ser mais apropriada e útil. Diferentes maneiras de formular a pergunta motivadora soarão de diferentes modos para diferentes pessoas. As perguntas que se seguem são perguntas de estilo “Porquê?”, concretamente formuladas como perguntas “O quê?”. Estas perguntas podem ajudá-lo a perceber o que poderá vir a proporcionar uma direcção específica à vida de uma pessoa.

Você não pode enxergar o interior do coração de outro, mas você pode fazer um inquérito inteligente perguntando, “Porque você está irado? Porque você o manipula? Porque você está ansioso com essa situação? Porque é que, naquele momento em particular, você teve um problema de lascívia? Porque é que você bebe em excesso?” A Bíblia – a palavra penetrante e luminosa do Pesquisador de corações – está preocupada em penetrar por baixo dos comportamentos e emoções a fim de expor os motivos, para que as pessoas fiquem a descoberto diante d’Aquele com quem nós temos que tratar. A reorientação dos motivos, através da graça do evangelho, pode resultar quando existe a convicção de particulares formas de desorientação.

Estas perguntas podem ser usadas de várias maneiras diferentes concentrando-se, cada uma, de uma “forma microscópica”, para dissecar os detalhes de um particular incidente na vida de uma pessoa. Ou cada pergunta pode, ainda, ser focada para proporcionar uma visão panorâmica “ampliada”, para esclarecer padrões recorrentes e típicos que caracterizam toda a vida de uma pessoa. Você vai descobrir no decurso do aconselhamento – e no seu próprio crescimento em graça – que os detalhes e o panorama se complementam mutuamente. O panorama sozinho é muito genérico; a mudança acontece especificamente. Os detalhes, só por si, parecem triviais; o panorama dá significado amplo a esses detalhes mais minúsculos.

As referências bíblicas têm o propósito de movê-lo a pensar. Estas, apenas “arranham” a superfície do tratamento bíblico sobre o que motiva as pessoas. Tenha a certeza de fazer as perguntas, antes de mais nada, de uma “forma existencial”. O que é que o motiva a si ou a outro? Não corra para a “resposta Cristã correta” sem trabalhar - e muito - de uma forma honesta, para analisar os “deuses funcionais” pervertidos. O arrependimento inteligente produzirá as respostas realmente correctas e fará, do amor de Jesus, a sua alegria e esperança.

1. O que é que você ama? Odeia? [1]

Esta pergunta sobre o “primeiro grande mandamento” pesquisa o seu coração, alma, mente e poder. Não existe pergunta mais profunda que se possa fazer a qualquer pessoa, em qualquer dado momento. Não existe explicação mais profunda para o motivo pelo qual você faz o que faz. Amores desordenados roubam os nossos corações de nosso Senhor e Pai verdadeiro.

2. O que é que você quer, deseja, anseia, cobiça, e espera? Quais os desejos a que você serve e obedece? [2]

Isto resume as operações internas dos impulsos da “carne” como encontramos nas epístolas do Novo Testamento. “Seja feita a minha vontade” e “Eu quero _____” são impulsos muitas vezes bem acessíveis de se verificar. Vários desejos governam as pessoas, portanto persiga os detalhes daqueles que governam esta pessoa, agora, nesta situação. Note que, por vezes, a vontade de outra pessoa é que nos governa (pressão de colegas, pressão por agradar a outras pessoas, um caráter servil, ou um comportamento “camaleão”). Nesses casos, a carência do coração de uma pessoa consiste em obter qualquer bem que outros prometam, e evitar seja qual for o mau com que outros lhe possam ameaçar: “Eu desejo ser incluído, apreciado, aceito, admirado por você”.

3. O que é que você busca, almeja, persegue para adquirir? Quais são as suas metas e expectativas? [3]

Estas perguntas, particularmente, capitam o fato de que a sua vida é ativa e que se move numa direção específica. Somos indivíduos cheios de propósitos. A motivação humana não é passiva, mas somos como que fortemente levados por necessidades, instintos ou impulsos controlados fora de nós mesmos, por sermos “não realizados”, “frustrados” ou “condicionados”. Somos verbos ativos.

4. Onde é que você deposita as suas esperanças? [4]

A dimensão do futuro é proeminente na interpretação Divina dos motivos humanos. As pessoas energicamente sacrificam-se para atingirem as suas aspirações. Quais são essas aspirações? Muitas pessoas desesperadas tiveram as suas esperanças destroçadas. Quais foram essas esperanças que foram assim destruídas?

5. O que é que você teme? O que é que você não quer? Com o que você tende a preocuparse? [5]

Temores pecaminosos invertem os desejos. Se eu quero evitar algo a qualquer custo – perda de reputação, perda de controle, pobreza, doença, rejeição, etc. – sou, então, dirigido por um temor luxuriante.

6. O que é que você sente o desejo de fazer? [6]

Este é uma maneira vulgar de fazer a pergunta 2, “o que é que você deseja?” Ser “governado pelos sentidos” significa fazer, das suas vontades, o seu guia: “Tenho vontade de lhe xingar”. “Não tenho vontade de fazer a minha tarefa”.

7. O que é que você acha que precisa? Quais são as suas “necessidades sentidas”? [7]

As perguntas 2 e 3 expõem os seus objectivos em termos de actividade e busca. Esta pergunta expõe os seus objectivos em termos daquilo que você espera receber, obter e manter. Necessidades sentidas são frequentemente tomadas como necessidades evidentes em si mesmas, como para serem adquiridas, não como disfarçados mestres de escravos. A nossa “cultura de necessidade” reforça os instintos e os hábitos da carne. Na maioria dos casos, as necessidades sentidas de uma pessoa são expressões ambíguas de reivindicações idólatras por amor, compreensão, sentimento de estar no controle, afirmação e realização.

8. Quais são os seus planos, suas agendas, estratégias e intenções concebidos, a serem ainda conquistados? [8]

Esta é uma outra forma de medir aquilo que você está procurando. O egocentrismo, escondido, ainda mesmo dentro dos planos mais nobres, poderá ser chocante. Ninguém jamais afirma, “A expansão da nossa igreja numa mega igreja irá dar-me fama, riqueza e poder”, mas esses motivos são parte da diversidade de plantas encontradas no jardim da natureza humana e sua presença, mesmo encoberta, poderá, em um grau maior ou menor, perverter e manchar as ações de uma pessoa.

9. O que é que o motiva? Em volta de que sol o seu planeta se move? Onde é que você encontra o seu jardim de delícias? O que é que ilumina o seu mundo? De que fonte de vida, esperança e delícia você bebe? Que alimento sustenta a sua vida? O que é que realmente é importante para si? Que castelo de fadas você constrói nas nuvens? Que sonhos fantásticos o entusiasmam ou o aterrorizam? Em torno de que coisas você organiza a sua vida? Qual o norte que orienta o seu mundo? [9]

Muitas metáforas verdadeiramente emocionantes, podem exprimir a pergunta, “Com que propósito você, em verdade, vive?” Repare que ser governado, diga-se, por exemplo, por profundos desejos de intimidade, realização, respeito, saúde ou riqueza, não define tais desejos como sendo legitimados e não problemáticos. Esses desejos funcionam pervertidamente por colocar-nos no centro do universo. Fomos criados para desejar de forma suprema ao próprio Senhor, o Doador, e não as Suas dádivas. A ausência das dádivas – como sofrer rejeição, vaidade, injúria, doença, pobreza – muitas vezes é o cadinho no qual aprendemos a amar a Deus por quem Ele é. Em nossa idolatria, fazemos das dádivas nossos bens supremos e transformamos o Doador, naquele menino de recados que atende aos nossos desejos mais oscilantes.

10. Onde você encontra refúgio, segurança, conforto, escape, prazer, afirmação? [10]

Esta é a pergunta que os Salmos fazem e que podem, também, exumar as confianças em coisas falsas e os escapismos que substituem ao Senhor em sua vida. Muitos dos “comportamentos de dependência” são tratados de forma proveitosa por esta pergunta. Esses comportamentos frequentemente surgem dos problemas e das pressões da vida e servem como falsos refúgios.

11. O que, ou em quem, você põe sua confiança? [11]

Confiar é um dos verbos mais importantes no relacionamento entre você e Deus – ou entre você e as mentiras e falsos deuses. Os Salmos, com uma vital importância, inspiram confiança no nosso Pai e Pastor. Onde é que você coloca a confiança que direciona e que ancora a sua vida? Em Deus? Ou em outras pessoas? Nas suas capacidades e realizações? Na sua igreja ou tradição teológica? Em possessões? Em dietas e regime alimentar, exercícios e cuidados médicos?

12. Que performance realmente importa? Em que ombros descansa o bem-estar do seu mundo? Quem pode fazê-lo melhor, fazê-lo funcional, torna-lo seguro ou fazê-lo bemsucedido? [12]

Isto traz à tona a sua justiça própria, ou o seu “viver através da vida de seus filhos”, ou a fixação em esperanças de obter o tipo certo de marido, ou de esposa etc.

13. A quem você se sente obrigado a agradar? De quem é a opinião que você valoriza? De quem você deseja aprovação ou teme a rejeição? A quem pertence o sistema de valores com os quais você se compara? Aos olhos de quem você vive? De quem você sente precisar amor e aprovação? [13]

Quando você perde a Deus, você entra numa selva de sentimentos distorcidos. A sua tendência, então, é viver perante os seus próprios olhos ou perante os olhos de outros – ou ambas as situações. Os “ídolos sociais” assumem numerosas formas particulares: aceitação ou rejeição, ser incluído ou excluído, aprovação ou criticismo, afeição ou hostilidade, adoração ou depreciação, intimidade ou alienação, ser compreendido ou caricaturado.

14. Quem é o seu modelo? Que tipo de pessoa pensa você que devia, ou queria, ser? [14]

O seu “ídolo” ou “herói” revela sua personalidade. Essas pessoas incorporam a “imagem” à qual você aspira ser.

15. No seu leito de morte, como você resumiria o valor de sua vida? O que é que dá sentido à sua vida? [15]

Esta é a pergunta de Eclesiastes. Esse livro analisa dezenas de opções – e descobre, entre todas, apenas uma opção que não é fútil. Algum dia, tente traduzir o capítulo 2 de Eclesiastes nos seus equivalentes modernos!

16. Como é que você define e quantifica sucesso ou fracasso, certo ou errado, desejável ou indesejável, em uma qualquer situação em particular? [16]

Os padrões dos quais você se serve e emprega em sua vida, podem estar imoderadamente distorcidos. Deus quer renovar a sua “consciência” pelas medidas com as quais você se avalia e avalia aos outros. Se você aborda a vida “segundo o seu próprio entendimento” ou “segundo os seus próprios olhos”, você estará vivendo como um néscio.

17. O que o faria sentir-se rico, seguro, próspero? O que é você acha que deve obter a fim de que a sua vida se torne uma vida risonha? [17]

A Bíblia muitas vezes utiliza metáforas de tesouro, ou de herança, para falar de motivação.

18. O que é que lhe daria o maior prazer, felicidade e deleite? Maior dor e miséria? [18]

Bem-aventurança e maldição consistem na forma em que a Bíblia discute felicidade e angústia. Que cálculo você faz sobre onde e como encontrar bênçãos? O seu cálculo revela o seu objectivo na vida.

19. Quem poderia vir a assumir o poder político e tornar tudo para melhor? <ref< Mateus 6:10.</ref>

Isto costumava ser menos verdadeiro para o povo americano do que para muitas outras nações onde a política é o principal foco de esperanças idólatras. Mas, à medida que o consenso cultural americano decai, vemos que, cada vez mais, muitos estão investindo suas esperanças no poder político.

20. De quem seria a vitória ou sucesso que o faria feliz? Como é que você define vitória e sucesso? [19]

Como os seus interesses inertes se revelam? Algumas pessoas “vivem e morrem” baseadas no desempenho de uma equipe local de desporto, ou da linha financeira básica da sua empresa, ou na sua Graduação Média de notas na Universidade, ou na sua aparência física.

21. O que é que você considera como seus direitos? A que é que você se considera com direitos? [20]

Esta pergunta ilumina muitas vezes e muito bem, o padrão motivacional das pessoas que sentem ira, ressentimento, justiça própria, auto-piedade. A nossa cultura de direitos reforça os instintos e hábitos da carne. “Eu mereço... ”?

22. Em que situações você se sente pressionado ou tenso? Confiante ou relaxado? Quando você é pressionado, para onde se volta? Sobre o que é que você pensa? Quais são os seus escapismos? Do que é que você escapa? [21]

Esta pergunta vem ao assunto desde uma direcção ligeiramente diferente. Muitas vezes certos padrões de pecado são dependentes de situações. Desvendar os aspectos significativos da situação, pode revelar, como um espelho, os motivos do coração. Quando falar em público “o torna tenso”, talvez o seu coração esteja sendo regulamentado pela preocupação de seu desempenho aos olhos de outros (temor do homem e orgulho). Quando pagar contas gera ansiedade, talvez um fio de adoração ao deus da riqueza ainda opere dentro de si.

23. O que é que você quer extrair da vida? Que recompensa você busca das coisas que faz? “O que é que você ganha em fazer o que você está fazendo?” [22]

Esta é uma forma concreta de reafirmar as perguntas 3 e 8 descobrindo as suas metas operativas. Ídolos, mentiras e desejos de “promessas de guloseimas”. “Sirva Baal e ele lhe dará fecundidade”. Faça com que aquele rapaz bonitinho goste de você, e você irá sentir-se bem consigo mesmo. Ganhe 100.000 dólares e você poderá mostrar do que é capaz, àquelas pessoas que achavam que você jamais conseguiria algo na vida.

24. O que você pede em oração? [23]

As suas orações revelam muitas vezes o padrão do seu desequilíbrio e auto-centrismo. Das muitas coisas possíveis para pedir, em quais você se concentra? Orar, diz respeito a desejo; nós pedimos aquilo que queremos. As suas orações reflectem os desejos de Deus ou os da carne?

25. Em que é que você pensa com mais frequência? O que é que o preocupa, ou qual é sua obsessão? Pela manhã, para onde a sua mente instintivamente se dirige? Qual é a sua “mentalidade”? [24]

Coloque um espelho diante de suas tendências, para que você possa redirecionar o seu curso!

26. Sobre o que é que você fala? O quê é importante para você? Quais são as atitudes que você comunica? [25]

Esta pergunta, e a que segue, presumem a ligação mais próxima possível entre motivos e comportamento. Repare nos assuntos de que as pessoas preferem falar e a forma como falam. As nossas palavras proclamam o que os nossos corações adoram.

27. Como é que você passa o tempo? Quais são as suas prioridades? [26]

Repare naquilo que você e os outros escolhem fazer. Isso é um indicador para as lealdades operativas do coração.

28. Quais são as suas fantasias características, quer agradáveis ou assustadoras? Seus devaneios? De que tratam os seus sonhos nocturnos? [27]

Nós ainda somos seres humanos responsáveis, mesmo quando estamos mais ou menos desligados da nossa consciência. Os seus padrões de preocupação ou desejo se revelam nos seus devaneios.

29. Quais são as crenças funcionais que controlam a forma como você interpreta a sua vida e determinam sua forma de agir? [28]

Hebreus 4:12, nos fala dos “pensamentos e intenções” do coração. Talvez pudéssemos traduzir como “o que cremos, e desejos”. Tanto as mentiras em que você crê, como a cobiça que você persegue, sustêm pecados visíveis. As crenças, ou profissões de fé operativas em uma pessoa, controlam as respostas a esta pergunta. Como você compreende Deus, a você mesmo, aos outros, ao diabo, ao que é certo ou errado, verdadeiro ou falso, passado, presente futuro... têm efeitos penetrantes em sua vida.

30. Quais são os seus ídolos ou falsos deuses? Onde é que você coloca a sua confiança ou assenta as suas esperanças? A que é que você se dedica ou procura? Onde tem o seu refúgio? Quem é o salvador, juiz, controlador, provedor, protector no seu mundo? A quem você serve? Que “voz” o controla? [29]

Toda esta lista de 35 perguntas, busca encontrar as coisas que usurpam o lugar de Deus. Cada uma delas pode, metaforicamente, ser vista como um “ídolo” ao qual você presta lealdade. As vozes que você ouve mascaram-se em características específicas de Deus. Comece a investigar isso nos detalhes da vida que você tem vivido e na sua habilidade de considerar a dimensão vertical de sua vida, ela irá amadurecer relevante e especificamente.

31. Como é que você vive para si mesmo? [30]

Esta é uma forma geral de fazer qualquer uma destas perguntas. Nosso “ego” toma para si mesmo milhares de formas diferentes e se reveste de milhares de disfarces.

32. Como é que você vive como um escravo do diabo? [31]

A motivação humana não é puramente “psicológica”, “psicossocial” ou “psicosocialsomática”. Quando você serve a lascívias e mentiras, você serve um inimigo pessoal que lhe deseja iludir, escravizar e assassinar. A motivação humana é determinantemente “pactual”. Você serve ao diabo ou você pode servir Deus, mas você vai ter que servir alguém, como Bob Dylan o disse.

33. Como é que você afirma implicitamente, “Se eu tão somente…” (obter aquilo que você quer, evitar aquilo que você não quer, manter aquilo que você tem)? [32]

Os “tão-somentes” são expressões populares que podem revelar muitos temas motivacionais, no interesse de criar, para si próprio, entendimento e arrependimento bíblicos.

34. O que é que instintivamente lhe parece certo e correcto? Quais são as suas opiniões, e quais as coisas que, a seu sentir, são verdadeiras? [33]

Você não somente “sente” que deve fazer algumas coisas” (pergunta 6 acima), você também “sente” que certas coisas são verdadeiras. Mas, ao contrário, a sabedoria é corrigível à medida que ouve e aprende.

35. Onde você encontra sua própria identidade? Como é que você define a si mesmo? [34]

A Bíblia afirma coisas radicais sobre auto-conhecimento, identidade, e as categorias da auto-avaliação (“consciência”). Os lugares onde as pessoas geralmente buscam identidade, são cisternas vazias.

Esta amostragem de perguntas irá fazer com que você pense produtivamente sobre a forma como a vida humana está exaustivamente relacionada com Deus. Deixe-me reforçar três pontos que achei particularmente úteis para manter a minha bússola ajustada, tanto em aconselhamento, como em buscar arrepender-me dos meus próprios pecados. Primeiramente, o meu método prático consiste numa pergunta de duas fases: Que mentiras e lascívias estão sendo expressas através deste padrão pecaminoso de vida?

Busque por baixo da irritabilidade, do egoísmo, da falta de esperança, do escapismo, da auto-justificação, auto-piedade, medos incapacitantes, queixas – seja o que for – e você vai encontrar um mosaico de mentiras específicas cridas, e procuradas, com desejos incontroláveis. A Escritura lhe proporciona meios para encontr¬a-las a fim de trazê-las à luz.

Segundo, os verbos que relacionam as pessoas com Deus, devem tornar-se parte ativa do seu pensamento. As pessoas estão sempre fazendo algo com Deus. Os seres humanos, inevitavelmente, amam a Deus – ou amam alguma outra coisa. Nós nos refugiamos em Deus – ou em qualquer outra coisa. Colocamos as nossas esperanças em Deus – ou em qualquer outra coisa. Tememos Deus – ou qualquer outra coisa. A Escritura tomará nova vida, à medida que você desenvolve um estado de alerta, em como os verbos do “homem-diante-de-Deus” se definem na vida real. Essa perspectiva outorga discernimentos poderosos, quer para aconselhamento evangelístico, quer para ajudar os santos a crescerem.

Terceiro, ao ver o relacionamento de Deus em toda motivação, você percebe que aquilo que está errado conosco, exige uma solução que se relaciona com Deus: a graça, a paz, o poder e a presença de Jesus Cristo.

A motivação humana tem a ver com a dimensão vertical. As boas novas de Cristo não consistem em decalcomanias ou tonalidades religiosas com vistas a atenderem desejos e necessidades já existentes. Uma fé viva em Cristo é a única motivação sensata, e a alternativa radical, para atender a milhares de perversões.

A santificação pretende purificar tanto o coração como os membros para mudar motivos e comportamento. Ambos são importantes. Imagine-se sentado numa colina olhando para um lago. Você vê um barco a motor atravessando velozmente as águas. Você vê e ouve o seu “comportamento”: ele acelera desde o cais, faz uma curva alargada, salta sobre as águas a grande velocidade, e, de repente, desliga o motor, imobiliza-se nas águas rasas perto de uma ilhota e atira uma âncora. Porque é que se comportou desse modo? Se lhe fosse possível ver de perto, você iria descobrir os seus “motivos”. Você iria descobrir o que deu energia e o que dirigiu o barco: um motor interior V-8 de 200 cavalos, um leme e uma roda de direcção, os pensamentos e intenções do piloto. Porque o barco foi para a ilha? Para encontrar um tesouro escondido? Para fugir da polícia? Para levar a família a um piquenique? Experimentar o barco para uma possível compra? Fazer sinal a alguém que passa porque ficou sem combustível? Para poder entender completamente, e para “ajudar” o barco a motor, você terá que conversar sobre o que é visível e o que é invisível, sobre comportamento e sobre o motivo. A Bíblia contempla resultados e motivos. Para avaliar e “aconselhar” o barco a motor, você precisa procurar saber tudo o que pode ser conhecido a respeito do acontecimento.

O Conhecedor de corações irá recompensar cada pessoa de acordo com as suas ações (Jeremias 17:10). A Escritura nunca divide motivo e comportamento. O espelho da Escritura exibe a ambos. A luz da Escritura conduz a ambos. A graça e poder de Jesus Cristo mudam tanto a raiz como o fruto. O “primeiro grande mandamento” contempla as raízes motivacionais: Você ama a Deus com todo o seu coração, alma, mente e força? Ou existe outra coisa que divide e usurpa os seus afectos? O “segundo grande mandamento” contempla frutos comportamentais: Você ama o próximo como a si mesmo? Ou você maltrata, ameaça, teme, evita, odeia, ignora o seu próximo? O evangelho de Jesus Cristo faz uma ponte da escuridão para a luz. A graça tira-nos o coração de pedra, ensinando-nos como conhecer Deus; a graça vem substituir as mãos e a língua que obram o mal, ensinando-nos a vivermos vidas mais belas.

Qualquer destas 35 perguntas pode ser feita directamente a uma pessoa neste formato, ou de forma adequadamente alterada. Mas elas nem sempre são perguntas para se fazerem diretamente. Por vezes é melhor simplesmente ouvir e observar, vasculhando através dos frutos na vida de uma pessoa, buscando os padrões que possam indicar as disposições ou interesses funcionais do coração. Lembro-me haver notado a forma como um homem que aconselhei se desculpava profusamente com evidente agitação e angústia, cada vez que chegava alguns minutos atrasado. Estes pequenos aspectos “encaixavam-se” em outras peças do puzzle que ainda não tinha tomado forma precisa em nossa conversa de aconselhamento. Mais tarde, descobri que ele se atrasava porque não conseguia interromper outras pessoas, que lhe telefonavam ou o visitavam, com receio de que elas viessem a não aprecia-lo. E se desculpava profusamente comigo, porque tinha medo que eu não gostasse dele. Ele tinha muito poucos amigos verdadeiros, mas, ou idealizava as pessoas supostamente superiores, ou desprezava as criaturas inferiores. Esses pequenos pedaços de fruto – os motivos para o atraso, agitação momentânea, desculpas desordenadas, opinião polarizada de outros – levaram-nos ao padrão que dominava a sua vida: as pessoas eram muito importantes, e Deus muito insignificante (Provérbios 29:25). Esse entrelaçamento de orgulho e medo do homem é um desequilíbrio primário nos nossos corações desordenados. E isso dirigiu-nos diretamente para o confiável Jesus Cristo. Explicações são indicadoras de soluções. Este homem encontrou perdão e o poder para confiar num novo Mestre. Aprendeu a realizar mudanças práticas. Em vez de se depreciar ou de se elevar, ele começou a amar as pessoas com ternura e realismo crescente, à medida que se desenvolvia no sentido de ver os outros como não sendo essencialmente diferentes dele próprio.

Vou terminar contando um outro caso de estudo. Uma vez aconselhei um homem que habitualmente encontrava escapismos das pressões da vida através de TV, comida, vídeo games, álcool, pornografia, colecções de antiguidades, histórias de ficção científica, exercício físico na academia. Negligenciava o amor devido a sua esposa e filhos; era indolente no seu emprego; era evasivo e falso na sua comunicação com outros; frequentava a igreja desinteressado de tudo. Por onde começar? Havia tantos problemas, tantos pecados, quer de comissão, quer de omissão. Como eu poderia concentrar-me nos seus problemas? Não tinha exatamente a certeza do ponto por onde devia começar. Então, ocorreu-me: Tentar os Salmos – como um todo! Quase cada um dos Salmos, de uma forma ou de outra, retrata o Senhor como nosso refúgio nas tribulações, como o centro das nossas esperanças. Os Salmos implicitamente e explicitamente censuram a busca de refúgio em quaisquer outras coisas; os Salmos oferecem amor e piedade estáveis; os Salmos estimulam-nos a conhecer e a obedecer a Deus nas trincheiras da vida. Este homem sentia-se vagamente culpado pelo seu mau comportamento. Mas não podia ver o padrão nem a gravidade daquilo que era o objectivo da sua vida. Ele ambicionava tranquilidade, controle, conforto – e exprimia a sua ambição de várias formas. Os seus esforços para mudar-se eram preguiçosos e sem sucesso. A convicção do pecado específico do seu coração – desviando-se do Deus vivo a fim de buscar refúgios idólatras – despertou-o e fez com que ele visse seu comportamento pecaminoso de forma nova. A sua necessidade daquilo que Deus oferecia – graça sobre graça para uma vida de fé que obra através do amor – começou a queimar dentro do seu ser. À medida que a luz brilhava sobre seus padrões de vida, ele até começou a identificar pequenos hábitos de escapismos que nunca antes havia considerado e que nunca havia relacionado com os pecados mais “coloridos”, como, por exemplo: como ele usava o humor indevidamente, ou forjava desculpas subtis para si próprio, ou era auto-compassivo. No princípio do processo, quando sua mente ainda estava envolta em um nevoeiro, Deus “parecia estar distante”; Mas, à medida que o processo se esclarecia, Deus parecia muito, muito perto, relevante e desejável. A graça de Cristo tornou-se muito real e necessária. Ficou, assim, motivado para a mudança prática – para enfrentar pressões e responsabilidades, para aprender a amar os outros, para a glória de Deus.


References

  1. Mateus 22:37-39; 2 Timóteo 3:2-4; Lucas 16:13-14.
  2. Gálatas 5:16-25; Efésios 2:3, 4:22; 2 Timóteo 2:22; Tito 3:3; 1 Pedro 1:14, 2:11, 4:2; 2 Pedro 1:4, 2:10; Tiago 1:14-15, 4:1-3; Provérbios 10:3, 10:28, 11:6-7; Salmos 17:14-15, 73:23-28.
  3. Mateus 6:32-33; 2 Timóteo 2:22.
  4. 1 Pedro 1:13; 1 Timóteo 6:17.
  5. Mateus 6:25-32, 13:22.
  6. Ver nota de rodapé 2.
  7. Mateus 6:8-15, 6:25-32; 1 Reis 3:5-14; todas as orações na Bíblia exprimem necessidades sentidas reorientadas.
  8. Ver nota de rodapé 3.
  9. Isaías 1:29-30; 50:10-11; Jeremías 2:13, 17:13; Mateus 4:4, 5:6; João 4:32-34, 6:25-69.
  10. Salmos 23, 27, 31, 46, e cerca de dois terços do resto dos Salmos.
  11. Provérbios 3:5, 11:28, 12:15; Salmos 23, 103, 131.
  12. Filipenses 1:6, 2:13, 3:3-11, 4:13; Salmo 49:13; Jeremías 17:1- 14.
  13. Provérbios 1:7, 9:10, 29:25; João 12:43; 1 Coríntios 4:3-5; 2 Coríntios 10:18.
  14. Romanos 8:29; Efésios 4:24; Colossenses 3:10.
  15. Eclesiastes
  16. 1 Coríntios 10:24-27; Provérbios 3:5; Juízes 21:25.
  17. Provérbios 3:13-18, 8:10ss, 8:17-21; Mateus 6:19-21, 13:45-46; Lucas 16:10-15; 1 Pedro 1:2-7.
  18. Mateus 5:3-11; Salmos 1, 35; Jeremías 17:7-8; Lucas 6:27-42.
  19. Romanos 8:37-39; Apocalípse 2:7, etc.; Salmos 96-99.
  20. 1 Coríntios 9; Romanos 5:6-10; Salmo 103:10.
  21. Veja as dúzias de Salmos de refúgio.
  22. Provérbios 3:13-18; Mateus 6:1-5, 16-18.
  23. Tiago 4:3; Mateus 6:5-15; Lucas 18:9-14.
  24. Colossenses 3:1-5; Filipenses 3:19; Romanos 8:5-16.
  25. Lucas 6:45; Provérbios 10:19; Efésios 4:29.
  26. Provérbios 1:16, 10:4, 23:19-21, 24:33.
  27. Eclesiastes 5:3-7; veja notas de rodapé 2 e 5.
  28. Veja toda a Bíblia, como Deus procura renovar mentes obscuras da falsidade.
  29. Veja toda a Bíblia, a forma como Deus procura libertar as pessoas de ídolos, para servirem o Deus vivo e verdadeiro; Ezequiel 14:1-8; Actos 26:18; Colossenses 3:5; Efésios 5:5; 1 Tessalonicenses 1:9f; 1 João 5:21; Jeremías 17:5; Tiago 4:11-12.
  30. Lucas 9:23-25; 2 Coríntios 5:14ss.
  31. João 8:44; Atos 26:18; Efésios 2:2-3; 2 Timóteo 2:26; Tiago 3:14-16.
  32. 1 Reis 21:1-7; Hebreus 11:25; Filipenses 3:4-11.
  33. Juízes 21:25; Provérbios 3:5, 3:7, 12:15, 14:12, 18:2; Isaías 53:6; Filipenses 3:19; Romanos 16:18.
  34. Por exemplo, leia o livro de Efésios e repare que cada palavra ou frase que descreve “identidade”, quer sobre o próprio Paulo, ou sobre quem costumávamos ser, ou sobre quem somos agora. Você vai descobrir mais de 30 afirmações diferentes neste curta carta.