Perguntas Raios-X: Descobrindo as Causas e Razões do Comportamento Humano

De Livros e Sermões Bíblicos

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Sobre esta tradução
English: X-ray Questions: Drawing Out the Whys and Wherefores of Human Behavior
Tópicos: Aconselhamento Bíblico

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Por David Powlison. Tradução por Gertrudes Mendonca.
Uma Parte da série Journal of Biblical Counseling
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“Porque fiz isso?”

Porque você reage desta forma? Porque usar essas palavras e esse tom de voz? Porque pensar nisso? Porque sentir desse modo? Porque recordar esse ponto particular do que aconteceu? Porque optar desse modo nesta situação? Antecipar esses resultados possíveis?

A pergunta PORQUÊ? avança milhares de teorias sobre a natureza humana. Porque é que as pessoas fazem o que fazem? Uma “resposta” a esta pergunta relaciona-se com a análise da personalidade humana e com cada tentativa de resolver aquilo que aflige a raça humana. Uma explicação da motivação apoia e realça cada detalhe de teoria e prática.

Você ficou obcecado em algum ponto da hierarquia da necessidade? Você é geneticamente ligado à agressão? Será que hormonas violentas são as culpadas? Será que os seus impulsos psíquicos instintivos estão em conflito com as regras da sociedade? Será que as suas necessidades foram reforçadas por estímulos compensadores? Será que você é um Áries com Júpiter em crescimento? Será que você é um Adulto Criança com experiência infeliz e traumática determinativa? Será que você está a compensar-se por inferioridades perceptíveis, procurando adquirir uma melhor auto-estima?

Será que um demónio chamado Dependência infiltrou uma fenda na sua personalidade? Será que você tem pouca força de vontade? Você desconhece a boa doutrina? Você é de temperamento melancólico ou sanguíneo, pessimista ou optimista, introvertido ou extrovertido? Você está mergulhado na consciência ideológica falsa que caracteriza a sua classe social? O diálogo consigo próprio desvirtua a base necessária à identidade e auto-estima?

“Eu fiz isso, pensei naquilo, senti aquilo porque...” Aquilo que os olhos captam tem razões.

Teorias sobre aquilo que influencia as pessoas encarnam-se em modelos de aconselhamento. Explicações orientam para soluções: tomar medicamentos, experiências de recuperação, expulsar um demónio, satisfazer as suas necessidades, não tomar grandes decisões em dias de má estrela, reprogramar o seu monólogo interior, explorar a sua dor.

Razões presumidas e respostas apropriadas são furiosamente discutidas. Em qualquer biblioteca universitária, centenas de metros de prateleiras com publicações recolhem e comparam as discussões. O Senhor Deus tem muito para dizer sobre a questão, intervindo com o Seu próprio ponto de vista. Ele refuta vigorosamente os adversários e dissimulados, demonstrando que a motivação humana tem a ver com Ele.

O aconselhamento que surge das Escrituras deve fazer justiça àquilo que Deus afirma sobre as causas e razões do coração humano. As Escrituras proclamam a procura dos “pensamentos e intenções do coração” de acordo com os critérios específicos pelos quais o Pesquisador de corações avalia aquilo que Ele vê em nós (Heb. 4:12f). A lista que se segue de “perguntas Raios-X” fornece ajuda na explicação do comportamento da motivação de uma pessoa.

As perguntas pretendem ajudar as pessoas a identificar e a revelar os patrões pecaminosos que ocupam posições de autoridade nos seus corações. Estas perguntas revelam “deuses funcionais”, aquilo ou quem controla na verdade certas acções, pensamentos, emoções, atitudes, memórias e expectativas. Repare bem, “deuses funcionais” numa situação particular muitas vezes estão diametralmente opostos ao “Deus professado”.

Pense numa situação em que você se sente ansioso, preocupado e cheio de ansiedade inquieta. Algo aconteceu – você não consegue tirar isso da sua mente. Algo está a acontecer agora – você está a sofrer com isso. Algo vai acontecer amanhã – a sua mente considera isso repetidamente, ruminando todas as contingências possíveis.

À medida que o pecado da preocupação ocupa o seu lugar desagradável na sua alma, talvez você salte para alguma solução de fuga: abrir o congelador, ver TV, masturbar-se, ler um romance, ir às compras, tomar uma cerveja, jogar um jogo. Ou talvez você tente assumir controlo: fazer uma série de chamadas telefónicas, trabalhar toda a noite, formar um partido de apoiadores, limpar a sua casa, enlouquecer. Porque é que tudo isto acontece?

Como um Cristão, você professa que Deus controla todas as coisas e trabalha para a Sua glória e bem-estar definitivo. Você professa que Deus é o seu amparo e refúgio, uma ajuda sempre presente em qualquer problema que você enfrenta. Você professa que O adora, confia n’Ele, O ama, Lhe obedece. Mas nesse momento – hora, dia, estação – de ansiedade, fuga ou movimento, você vive como se você precisasse de controlar todas as coisas.

Você vive como se o dinheiro, ou a aprovação de alguém, ou um sermão com “sucesso”, ou a sua graduação num exame, ou boa saúde, ou evitar um conflito, ou seguir o seu caminho, ou... importasse mais do que confiar e amar a Deus. Você vive como se algum bom sentimento temporário pudesse dar-lhe refúgio, como se a sua acção pudesse endireitar o mundo.

O seu deus funcional compete com o seu Deus professado. Os descrentes são completamente possuídos por motivos ímpios. Os verdadeiros crentes estão muitas vezes gravemente comprometidos, distraídos e divididos. Mas a graça reorienta-nos, purifica-nos, e faz-nos regressar ao nosso Senhor.

O trabalho de transformação de Cristo nas nossas vidas opera simultaneamente em duas dimensões, a “vertical” e a “horizontal”, o Porquê e o Como. Deus está sempre a reorientar a nossa veneração e o nosso caminho, os nossos motivos e o nosso estilo de vida. Paulo resume o propósito do seu ministério da forma seguinte: “A meta da nossa instrução consiste no amor de um coração puro e uma boa consciência e uma fé sincera” (1 Tim 1:5).

O amor resume a renovação de relacionamentos horizontais. Coração puro, boa consciência e fé sincera capturam a reconfiguração do relacionamento vertical.

Um coração impuro ou dúbio serve múltiplos patrões. Uma consciência má ou distorcida interpreta mal, conduz mal e avalia mal, fracassando em viver a vida segundo a forma de Deus. Uma fé hipócrita professa, canta e reza de uma forma, mas confia em algo diferente quando leva um empurrão. Apostasias de coração, consciência e fé produzem pecados particulares.

A recuperação de coração, consciência e fé produz obediências particulares. Este artigo irá analisar a dimensão vertical que orienta e anima – provoca – a dimensão horizontal.

Repare que cada pergunta rodeia a mesma questão básica: Quem ou qual é o seu Deus/deus funcional? Muitas das perguntas derivam simplesmente dos verbos (palavras) que relacionam você com Deus: amor, confiança, medo, esperança, busca, obediência, obter refúgio e outros parecidos. Cada palavra segura uma luz que nos conduz a Ele que é caminho, verdade e vida. Mas cada palavra também pode ser transformada numa pergunta, como um espelho para nos mostrar onde estamos extraviados.

Cada pergunta vem na mesma pergunta geral. Em situações individuais – diferentes momentos, locais, pessoas – um ou outro podem ser mais apropriados e úteis. Diferentes formas de formular a pergunta motivadora irão fazer soar as campainhas de diferentes pessoas.

As perguntas que se seguem são perguntas “Porquê?” enquadradas concretamente como perguntas “O quê?”. Estas perguntas podem ajudá-lo a perceber o que proporciona uma direcção específica à vida de uma pessoa.

Você não vê o interior do coração de outra pessoa, mas você pode fazer um inquérito inteligente perguntando “Porque você está zangado? Porque é que você o manipula? Porque é que você está ansioso com essa situação? Porque é que você tem um problema de luxúria neste momento particular? Porque é que você bebe em excesso?”

A Bíblia – a palavra penetrante e luminosa do Pesquisador de corações – está preocupada em penetrar por baixo dos comportamentos e emoções a fim de expor motivos, para que as pessoas fiquem a descoberto perante Ele com quem nós temos que lidar. Motivos de reorientação através da graça do evangelho podem ocorrer quando existe uma convicção de certas formas de desorientação.

Estas perguntas podem ser usadas de várias formas diferentes. Cada uma pode-se concentrar de “forma microscópica”, para dissecar os pormenores de um particular incidente na vida de uma pessoa. Ou cada uma pode ser concentrada para proporcionar uma visão panorâmica “alargada”, para esclarecer padrões recorrentes e típicos que caracterizam toda a vida de uma pessoa.

Você vai descobrir no decurso de aconselhamento – e no seu próprio crescimento em graça – que os detalhes e o panorama se complementam mutuamente. O panorama sozinho é muito genérico; a mudança acontece especificamente. Os detalhes só por si parecem triviais; o panorama dá um grande significado a esses detalhes minúsculos.

As referências da Bíblia pretendem ser compêndios para que você medite. Elas apenas arranham a superfície do tratamento da Bíblia daquilo que motiva as pessoas. Tenha a certeza de fazer as perguntas primeiro de “forma existencial”. O que é que o motiva a si ou a outro? Não corra para a “resposta certa Cristã” sem trabalhar e muito e de forma honesta para analisar “deuses funcionais” pervertidos. O arrependimento inteligente produzirá as respostas realmente correctas e fará do amor de Jesus a sua alegria e esperança.

1. O que é que você ama? Odeia? [1]

Esta pergunta sobre o “primeiro grande mandamento” pesquisa o seu coração, alma, mente e poder. Não existe pergunta mais profunda para fazer a qualquer pessoa em qualquer momento. Não existe explicação mais profunda para o motivo pelo qual você faz o que faz. Amores desordenados raptam os nossos corações do nosso Senhor e Pai verdadeiro.

2. O que é que você quer, deseja, implora, anseia e pretende? Quais os desejos a que você serve e obedece? [2]

Isto resume as operações internas da “carne” dirigidas pelo desejo nas epístolas do Novo Testamento.

“O meu será feito” e “Eu quero _____” são muitas vezes acessíveis. Vários desejos governam pessoas, por isso procure os detalhes desta pessoa, agora, nesta situação. Repare que por vezes a vontade de outra pessoa governa-o (pressão de dominantes, agradar a pessoas, tipo escravo ou comportamento de camaleão). Nesses casos a carência do seu coração consiste em obter qualquer bem que seja prometido e evitar seja o que for de mau que seja ameaçado: “Eu desejo ser incluído, apreciado, aceite, admirado por você”.

3. O que é que você procura, pretende, busca? Quais são as suas metas e expectativas? [3] Isto revela particularmente que a sua vida é activa e se move numa direcção. Nós estamos cheios de propósitos. A motivação humana não é passiva, como se necessidades, instintos ou motivos fossem controlados fora de nós por serem “não realizados”, “frustrados” ou “condicionados”. As pessoas são verbos activos.

4. Onde é que você deposita as suas esperanças? [4]

A dimensão futura é importante na interpretação de Deus dos motivos humanos, As pessoas sacrificam-se com energia para atingirem as suas aspirações. O que é isso? Pessoas desesperadas tiveram as suas esperanças destruídas. Quais foram essas esperanças despedaçadas?

5. O que é que você teme? O que é que você não quere? Você costuma preocupar-se com quê? [5]

Medos pecaminosos invertem desejos. Se eu quero evitar algo a qualquer custo – perda de reputação, perda de controlo, pobreza, doença, rejeição, etc. – sou dirigido por um medo sensual.

6. O que é que lhe apetece fazer? [6]

Esta é conversa de rua para a pergunta 2, o que é que você quer? Ser “governado pelos sentidos” significa fazer das suas vontades o seu condutor: “Eu tenho vontade de o maldizer. Eu não tenho vontade de fazer o meu trabalho”.

7. O que é que você acha que você precisa? Quais são as suas “necessidades sentidas”? [7]

As perguntas 2 e 3 expuseram os seus objectivos em termos de actividade e busca. Esta pergunta expõe os seus objectivos em termos daquilo que você espera receber, obter e manter. Necessidades sentidas são frequentemente tomadas como necessidades auto-evidentes a serem adquiridas, não como ilusórios donos de escravos. A nossa cultura de necessidade reforça os instintos e hábitos da carne. Na maior parte dos casos, as necessidades sentidas de uma pessoa são conversa de rua para exigências idólatras por amor, compreensão, um sentimento de estar no controlo, afirmação e realização.

8. Quais são os seus planos, agendas, estratégias e intenções concebidos para serem cumpridos? [8]

Esta é uma outra forma de avaliar aquilo que você procura. O egocentrismo escondido dentro até dos planos mais nobres pode ser chocante. Ninguém jamais afirma, “A expansão da nossa igreja numa mega-igreja irá dar-me fama, riqueza e poder”, mas esses motivos são de natureza humana variada. A sua presença, mesmo encoberta, irá perverter e manchar as acções de uma pessoa com um grau maior ou menor.

9. O que é que mexe consigo? Em volta de que sol o seu planeta se move? Onde é que você encontra o seu jardim de delícias? O que é que ilumina o seu mundo? De que fonte de vida, esperança e delícia você bebe? Que alimento sustenta a sua vida? O que é que realmente é importante para si? Que castelo de fadas você constrói nas nuvens? Que sonhos fantásticos o entusiasmam ou o aterrorizam? Em torno de que coisas você organiza a sua vida? Qual o norte magnético que orienta o seu mundo? [9]

Muitas metáforas interessantes podem exprimir a pergunta, “Qual é realmente o motivo da sua vida?” Repare que ser dirigido, por exemplo, por desejos profundos de intimidade, realização, respeito, saúde ou riqueza não os define como desejos legitimados ou não problemáticos. Eles funcionam de forma perversa, colocando-nos a nós próprios no centro do universo. Nós estamos destinados a desejar de forma suprema o Próprio Senhor, O que dá e não as Suas dádivas. A ausência de bênçãos – rejeição, vaidade, injúria, doença, pobreza – muitas vezes é a prova através da qual aprendemos a amar a Deus por Deus. Na nossa idolatria nós integramos dádivas como bens supremos e transformamos aquele que dá no menino errante de desejos flutuantes.

10. Onde é que você encontra refúgio, segurança, conforto, escape, prazer, segurança? [10]

Esta é a pergunta dos Salmos, aprofundando as suas confianças falsas, os seus escapismos que substituem o Senhor. Muitos dos “comportamentos viciosos” são resolvidos de forma proveitosa por esta pergunta. Eles surgem muitas vezes de problemas e pressões da vida e funcionam como falsos refúgios.

11. O que é ou em quem é que você confia? [11]

Confiança é uma das palavras mais importantes que relacionam você e Deus – ou a falsos deuses e mentiras. Salmos cruciais respiram confiança no nosso Pai e Pastor. Onde é que você coloca a confiança que dirige a vida que ancora a vida? Em outras pessoas? Nas suas capacidades e realizações? Na sua igreja ou tradição teológica? Em possessões? Em dieta, exercício e cuidados médicos?

12. De quem são os desempenhos que lhe interessam? Em que ombros descansa o bem estar do seu mundo? Quem pode melhorar, fazer com que funcione, tornar seguro, conseguir sucesso? [12]

Isto remove a arrogância, ou a vida através dos seus filhos, ou a fixação de esperanças em obter o tipo certo de marido ou esposa, etc.

13. A quem você deve agradar? Qual a opinião sobre si que é importante? De quem você deseja aprovação ou teme rejeição? A quem pertence o sistema de valores com os quais você se compara? Nos olhos de quem você está a viver? De quem você precisa de aprovação? [13]

Quando você perde Deus, você entra numa selva de distorção. Você tem tendência a viver perante os seus próprios olhos ou perante os olhos de outros – ou ambas as situações. Os “ídolos sociais” assumem numerosas formas particulares: aceitação ou rejeição, ser incluído ou excluído, aprovação ou criticismo, afeição ou hostilidade, adoração ou rebaixamento, intimidade ou alienação, ser compreendido ou caricaturado.

14. Quem é o seu modelo? Que tipo de pessoa você pensa que devia ou queria ser? [14]

O seu “ídolo” ou “herói” revela-o. Essas pessoas incorporam a “imagem” à qual você aspira.

15. No seu leito de morte, o que é resumiria a sua vida como tendo valido a pena? O que é que deu significado à sua vida? [15]

Esta é a pergunta de Eclesiastes. Esse livro analisa pontuações de opções – e descobre apenas uma opção principal fútil. Em algum ponto, traduz Eclesiastes 2 nos seus equivalentes modernos!

16. Como é que você define e quantifica sucesso ou fracasso, certo ou errado, desejável ou indesejável, em qualquer situação particular? [16]

Os padrões que você serve e emprega podem estar imoderadamente distorcidos. Deus pretende renovar a sua “consciência”, pela qual você se avalia e aos outros. Se você abordar a vida “na sua própria compreensão” ou “nos seus próprios olhos”, você viverá como um louco.

17. O que é que o faria sentir-se rico, seguro, próspero? O que é você deve obter para que a vida se torne risonha? [17]

A Bíblia muitas vezes utiliza a metáfora do tesouro ou da herança para falar de motivação.

18. O que é que lhe daria o maior prazer, felicidade e alegria? Maior dor e miséria? [18]

Bem-aventurança e maldição consistem na forma da Bíblia discutir felicidade e angústia. Que cálculo você faz sobre onde e como encontrar a graça divina? O seu cálculo revela o seu objectivo na vida.

19. A quem pertence o acontecimento do poder político que iria melhorar tudo? [19]

Isto costumava ser menos verdadeiro para os americanos do que para muitas outras nações onde a política é o principal local de esperanças para ídolos. Mas à medida que o consenso cultural cai, muitas pessoas investem cada vez mais em poder político.

20. A quem pertence a vitória ou sucesso que o faria feliz? Como é que você define vitória e sucesso? [20]

Como se revela o auto-interesse inactivo? Algumas pessoas “vivem e morrem” baseadas no desempenho de uma equipa local de desporto, da linha financeira de base da sua empresa, da sua Média de Pontos na Graduação, ou da sua aparência física.

21. O que é que você considera como seus direitos? A que é que você se considera com direito? [21]

Esta pergunta ilumina muitas vezes muito bem o padrão motivacional das pessoas que sentem raiva, ressentimento, arrogância, auto-piedade. A nossa cultura de direitos reforça os instintos e hábitos da carne. “Eu mereço___________?”

22. Em que situações você se sente pressionado ou tenso? Confiante e relaxado? Quando você é pressionado, para onde se vira? O que é que você pensa? Quais são as suas fugas? De que é que você foge? [22]

Esta pergunta provém de temas de uma direcção ligeiramente diferente. Muitas vezes certos padrões de pecado dependem da situação. Desenredar os aspectos significativos da situação pode revelar um espelho dos motivos do coração. Quando falar em público “o torna” tenso, talvez o seu coração seja guiado pelo seu próprio desempenho aos olhos de outros (medo de homem e orgulho). Quando pagar contas gera ansiedade, talvez opere dentro de si um resto de adoração a mamona.

23. O que é que você quer extrair da vida? Que pagamento você busca das coisas que faz? “O que é que você obtém por fazer isso?” [23]

Esta é uma forma concreta de reafirmar as perguntas 3 e 8, aprofundando as suas metas operativas. Ídolos, mentiras e desejos prometem coisas boas. Sirva Baal e ele lhe dará fecundidade. Faça com que aquele rapaz simpático goste de você e você irá sentir-se bem consigo mesmo. Ganhe USD 100.000 e você mostrará isso às pessoas que pensavam que você jamais conseguiria isso na vida.

24. O que você pede quando reza? [24]

As suas preces revelam muitas vezes o padrão do seu desequilíbrio e auto-centrismo. Das muitas coisas possíveis para pedir em que é que você se concentra? Rezar trata de desejo; nós pedimos aquilo que queremos. As suas preces reflectem os desejos de Deus ou da carne?

25. Em que é que você pensa com mais frequência? O que é que o preocupa ou o persegue? De manhã, para onde se dirige a sua mente instintivamente? Qual é a sua “forma de pensar”?[25]

Observe o seu impulso ao espelho e você irá mudar o seu percurso”

26. De que é que você fala? O que é que é importante para você? Quais são as atitudes que você comunica? [26]

Esta pergunta e a seguinte presumem a ligação possível mais próxima entre motivos e comportamento. Repare nos assuntos de que as pessoas preferem falar e a forma como falam. As nossas palavras proclamam o que os nossos corações veneram.

27. Como é que você passa o tempo? Quais são as suas prioridades? [27]

Repare naquilo que você e os outros decidem fazer. Isso é um indicador para as lealdades operativas do coração.

28. Quais são as suas fantasias características, quer agradáveis ou assustadoras? Sonhos de dia? De que tratam os seus sonhos nocturnos? [28]

Nós ainda somos seres humanos responsáveis mesmo quando estamos mais ou menos desligados da consciência. Os seus padrões de preocupação ou desejo são revelados nos sonhos.

29. Quais são as crenças funcionais que controlam a forma como você interpreta a sua vida e determinam a forma como você age? [29]

Hebreus 4:12 fala dos “pensamentos e intenções” do coração. Talvez pudéssemos traduzir estas “crenças e desejos”. Tanto as mentiras em que você acredita como o luxo que você procura revelam pecados visíveis. As crenças funcionais e operativas de uma pessoa controlam as respostas. As formas como você compreende Deus, você mesmo, os outros, o demónio, certo e errado, verdadeiro e falso, passado, presente futuro ... têm efeitos penetrantes.

30. Quais são os seus ídolos ou falsos deuses? Onde é que você coloca a sua confiança ou as suas esperanças? A que é que você se dedica ou procura? Onde tem refúgio? Quem é o salvador, juiz, controlador, provedor, protector no seu mundo? A quem você serve? Que “voz” o controla?[30]

Esta lista inteira de 35 perguntas procura coisas que usurpam Deus. Cada uma delas pode metaforicamente ser designada por um “ídolo” ao qual você presta lealdade. As vozes que você ouve mascaram-se com características específicas de Deus. Comece a investigar isso nos detalhes da vida vivida e a sua capacidade de se dirigir à dimensão vertical irá amadurecer de forma relevante e específica.

31. Como é que você vive para você mesmo? [31]

Esta é uma forma geral de fazer qualquer destas perguntas. “Para você mesmo” assume mil formatos e utiliza mil disfarces.

32. Como é que você vive como um escravo do demónio?[32]

A motivação humana não é puramente “psicológica”, “psicossocial” ou “psicossocial-somática”. Quando você serve a luxúria e mentiras, você serve um inimigo pessoal que deseja iludir, escravizar e assassinar você. A motivação humana é detalhadamente “contratual”. Você pode servir o demónio ou você pode servir Deus, mas você vai ter que servir alguém, conforme Bob Dylan declarou.

33. Como é que você afirma implicitamente, “Se eu apenas…” (obter aquilo que você quer, evitar aquilo que você não quer, manter aquilo que você tem)? [33]

Os “Se apenas” são conversa de rua que podem descobrir muitos temas motivacionais no interesse de criar auto-entendimento e arrependimento bíblico.

34. O que é que instintivamente lhe parece certo e está correcto para você? Quais são as suas opiniões, coisas que sente que são verdadeiras? [34]

Você não se sente “disposto” a fazer algumas coisas (pergunta 6 acima), você também “sente que” certas coisas são verdadeiras. Ao contrário, o saber é corrigível, pois que ouve e aprende.

35. Onde é que você encontra a sua identidade? Como é que você define quem é você? [35]

A Bíblia afirma coisas radicais sobre auto-conhecimento, identidade e as categorias da auto-avaliação (“consciência”). Os locais onde as pessoas geralmente buscam pela identidade são poços vazios.

Esta amostragem de perguntas irá fazer com que você pense de forma produtiva sobre a forma como a vida humana está exaustivamente relacionada com Deus. Deixe-me reforçar três pontos que achei particularmente úteis para manter os meus comportamentos equilibrados, tanto em aconselhamento como na busca do arrependimento dos meus próprios pecados. Primeiro, o meu método prático consiste numa pergunta de duas fases: Que mentiras e luxúrias estão a ser expressas através deste padrão de vida pecadora? Analise a irritabilidade, egoísmo, falta de esperança, fuga, arrogância, auto-piedade, medos incapacitantes, queixas – seja o que for – e você vai encontrar um mosaico de mentiras específicas em que as pessoas acreditam, bem como desejos procurados. As Escrituras equipam-nos para as encontrarmos, a fim de as trazermos para a luz.

Segundo, as palavras que relacionam pessoas com Deus devem tornar-se parte activa do nosso pensamento. As pessoas estão sempre a fazer algo com Deus. Os seres humanos não podem deixar de Amar a Deus – ou amar alguma outra coisa. Nós obtemos refúgio em Deus – ou em qualquer outra coisa. Nós colocamos as nossas esperanças em Deus – ou em qualquer outra coisa. Nós tememos Deus – ou qualquer outra coisa. As Escrituras virão para viver de novas formas à medida que você desenvolve um estado de alerta sobre a forma como as palavras do homem perante Deus se libertam na vida real. Essa perspectiva outorga opiniões poderosas, quer para aconselhamento evangelista quer para ajudar os santos a crescerem.

Terceiro, ao vermos a relação de Deus com toda a motivação, você percebe que aquilo que está errado irá exigir uma solução relacionada com Deus: a graça, paz, poder e a presença de Jesus Cristo. A motivação humana trata da dimensão vertical. A boa nova de Cristo não consiste em nenhum acrescentamento de tom religioso para preencher desejos e necessidades pré-existentes. Viver a fé em Jesus Cristo é a única mesma motivação, a alternativa radical para milhares de formas de desvios.

A santificação pretende purificar tanto o coração como os membros, para mudar motivos e comportamento. Ambos são importantes. Imagine-se sentado numa colina olhando para um lago. Você vê um barco a motor atravessar a água. Você vê e ouve o seu “comportamento”: ele acelera a partir do cais, faz uma curva larga, salta sobre outra onda a grande velocidade, de repente desliga o motor, imobiliza-se nas águas rasas perto de uma ilhota, atira uma âncora para fora da borda. Porque é que se comportou desse modo? Se você pudesse ver de perto, você iria descobrir os seus “motivos”. Você iria descobrir o que conferiu energia e dirigiu o barco: um motor interior V-8 de 200 cavalos, uma roda de leme e direcção, os pensamentos e intenções do piloto. Porque é que o barco foi para a ilha? Para encontrar um tesouro escondido? Para fugir da polícia? Para levar a família a um piquenique? Nós obtemos refúgio em Deus – ou em qualquer outra coisa. Experimentar o barco para uma possível compra? Fazer sinal a alguém que passa porque ficou sem combustível? Pare entender completamente e “ajudar” o barco a motor, você deve conversar sobre o visível e o invisível, comportamento e motivo. A Bíblia contempla resultados e motivos. Para avaliar e “aconselhar” o barco a motor, você precisa de procurar tudo o que pode ser conhecido.

O Conhecedor de corações irá recompensar cada pessoa de acordo com as suas acções (Jeremias 17:10). As Escrituras nunca dividem motivo e comportamento. O espelho das Escrituras expõe ambos. A luz das Escrituras conduz ambos. A graça e poder de Jesus Cristo mudam, quer a raiz, quer o fruto. O “primeiro grande mandamento” contempla raízes motivacionais: Você ama Deus com todo o seu coração, alma, mente força? Ou existe outra coisa que divide e usurpa os seus afectos? O “segundo grande mandamento” contempla frutos comportamentais: Você ama o próximo como a si mesmo? Ou você maltrata, ameaça, teme, evita, odeia ignora o seu próximo? O evangelho de Jesus Cristo faz uma ponte da escuridão para a luz. A graça tira-nos o coração de pedra, ensinando-nos como conhecer Deus; a graça substitui as mãos e língua que fabricam demónios, ensinando-nos a vivermos vidas mais belas.

Qualquer destas 35 perguntas pode ser feita directamente a uma pessoa nesta forma ou de forma adequadamente alterada. Mas elas nem sempre são perguntas para se fazerem directamente. Por vezes é melhor simplesmente ouvir e observar, analisando através do fruto a vida de uma pessoa, buscando os padrões que possam indicar os empenhos funcionais do coração. Lembro-me de reparar a forma como um homem que aconselhei se desculpava de forma exagerada, com evidente agitação e angústia, de cada vez que chegava um pouco atrasado. Estes pequenos aspectos “encaixam-se” em outras peças do puzzle que ainda não tinham formatado a nossa conversa de aconselhamento. Mais tarde, descobri que ele se atrasava porque não conseguia interromper outras pessoas, que lhe telefonavam ou o visitavam, com receio de ser desagradável. Ele pedia-me desculpas de forma exagerada porque tinha medo que eu não gostasse dele. Ele tinha muito poucos amigos verdadeiros mas, ou idealizava seres superiores ou desprezava criaturas inferiores. Esses pequenos pedaços de fruta – os motivos para o atraso, agitação momentânea, desculpas desordenadas, opinião polarizada de outros – levaram-nos ao padrão que dominava a sua vida: pessoas muito importantes e Deus muito insignificante (Prov 20:25). Esse entrelaçamento de orgulho e medo do homem é um desequilíbrio primário nos nossos corações desordenados. E isso dirigiu-nos em linha recta para o confiável Jesus Cristo. Explicações são indicadoras de soluções. Este homem encontrou perdão e o poder de confiar num novo Mestre. Ele aprendeu a realizar mudanças práticas. Em vez de se baixar ou de se elevar, ele começou a amar as pessoas com realismo crescente e ternura à medida que se desenvolvia no sentido de ver os outros como não sendo essencialmente diferentes dele próprio.

Vou terminar com um estudo de caso. Uma vez aconselhei um homem que habitualmente fugia das pressões da vida através de TV, comida, vídeo games, álcool, pornografia, colecções de antiguidades, histórias de ficção científica, exercício físico no ginásio. Ele esquecia-se de amar a sua esposa e filhos; era indolente no seu emprego; era evasivo e traiçoeiro na sua comunicação com outros; fazia sacrifício em frequentar a igreja.

Por onde começar? Havia tantos problemas, tantos pecados, quer de comissão quer de omissão. Como é que eu podia concentrar-me nos seus problemas? Não tinha a certeza do ponto por onde devia começar.

Então ocorreu-me uma ideia: Tentar os Salmos – como um todo! Quase cada um dos Salmos, de uma forma ou de outra, retrata o Senhor como nosso refúgio nos problemas, como centro das nossas esperanças. Os Salmos implicitamente e explicitamente criticam a busca de refúgio em outras coisas; os Salmos oferecem constantemente amor e piedade; os Salmos estimulam-nos a conhecer e a obedecer a Deus nas trincheiras da vida. Este homem sentia-se vagamente culpado pelo seu comportamento errado. Mas ele não via o padrão nem a gravidade daquilo que era o objectivo da sua vida. Ele precisava de tranquilidade, controlo, conforto – e exprimia a sua necessidade de várias formas. Os seus esforços na mudança eram incompletos e sem sucesso. A convicção do pecado específico do seu coração – desviando-se do Deus vivo a fim de buscar refúgio na idolatria – acordou-o e fez com que ele visse estes pecados de comportamento de forma nova. A sua necessidade daquilo que Deus oferecia – graça após graça, por uma vida de fé trabalhando através do amor – começou a queimar dentro dele. À medida que a luz chegava aos seus padrões, ele até começou a identificar pequenas artimanhas em que nunca tinha pensado e que nunca se tinham relacionado com os pecados mais coloridos: por exemplo, formas como ele fazia mau uso do humor ou forjava desculpas subtis para ele próprio ou se sentia triste consigo mesmo. Deus “parecia estar muito longe” no princípio do processo, quando ele estava envolto em nevoeiro; Deus parecia muito perto, relevante e desejável à medida que o processo se desenvolvia. A graça de Cristo tornou-se muito real e necessária. Ele ficou motivado para a mudança prática – para enfrentar pressões e responsabilidades, para aprender a amar os outros, para a glória de Deus.



Esta edição de JBC contém uma mescla de ideias e AJUDAS que eu acho que serão estimulantes e encorajadoras para você, tanto para o seu pensamento como para o seu ministério para os outros. Os nossos primeiros dois artigos consideram a forma como o amor concreto se exprime em ministério aconselhador. A palavra e a acção cooperam.

Em “Aconselhamento de Crianças,” Earl Cook (com prefácio de Paul Tripp) discute e ilustra a forma como ministrar o amor e verdade de Cristo à mais pequena ovelha. Você verá nos seus comentários um empenho profundo e prático para entrar no mundo da criança. As suas acções e atitudes incorporam o verdadeiro amor e verdade de que as suas palavras falam.

“Ministério de Aconselhamento Dentro de Ministério Alargado” apresenta uma entrevista com John Babler e mostra uma série diferente de ministério de encarnação. Babler descreve a forma como o amor pelas pessoas as encontra em momentos de necessidade física, material e social e, por isso, cria contextos poderosos para evangelismo personalizado e discipulado.

Os nossos dois próximos artigos fornecem estudos de caso em apologética, interagindo com várias ideias dominantes da cultura psicológica que predomina no Ocidente. John Babler avalia as categorias e estratégias de DSM-IV, a “bíblia” do diagnóstico psiquiátrico.

O seu trabalho “Uma Crítica Bíblica de DSM-IV” mostra a forma como sintomas que supostamente atribuem a alguém um rótulo psiquiátrico podem ser entendidos de forma simples através da lente da Palavra do nosso Redentor.

O trabalho “Aceitando o Desafio” de Alfred Poirier responde à afirmação frequentemente reiterada de que um modelo válido de aconselhamento que honra a Deus pode (e deve) ser edificado a partir dos materiais da pesquisa de ciências sociais. Poirier mostra que a forma como os melhores exemplares de “integracionistas” pensaram e praticaram está sistematicamente perto da sólida teologia pastoral.

Em Deixe-me Desenhar um Quadro, Dana Stoddard retrata a dinâmica central da vida Cristã, o ciclo de arrependimento “de-para”, fé e a nova obediência. Muitos daqueles que você aconselha aderem a alguma forma de perfeccionismo ou alguma idealização da fala e experiência Cristã. Stoddard realisticamente capta o processo de crescimento.

A secção do nosso Ministério Público contém um bom sermão de Sexta-Feira feito pelo falecido Ray Dillard. Ele coloca perante os nossos olhos a taça de ira que Jesus bebeu em nosso nome.

Temos duas revisões de livros: Conflitos de Casamento por Worthington e McMurry, da série de David Benner sobre aconselhamento pastoral de curto prazo e um grupo de livros publicados por Plough Publications, que tratam de perdão, pureza sexual e discipulado.

JBC periodicamente fornece uma bibliografia anotada de livros escritos por autores empenhados em desenvolver aconselhamento que glorifica Jesus Cristo, sendo construído a partir da Palavra de Deus, reflexão teológica consistente e prática pastoral competente. Esta é a quarta dessas bibliografias.

Finalmente, em Perguntas e Controvérsias, John Bettler trata da questão do ciúme e sobre a forma como esta emoção, tão facilmente distorcida pelo pecado, se torna uma parte crucial do amor no casamento quando for orientada de forma correcta.

References

  1. Mateus 22:37-39; 2 Timóteo 3:2-4; Lucas 16:13-14.
  2. Galacianos 5:16-25; Efésios 2:3, 4:22; 2 Timóteo 2:22; Tito 3:3; 1 Pedro 1:14, 2:11, 4:2; 2 Pedro 1:4, 2:10; Jaime 1:14-15, 4:1-3; Provérbios 10:3, 10:28, 11:6-7; Salmo 17:14-15, 73:23-28.
  3. Mateus 6:32-33; 2 Timóteo 2:22.
  4. 1 Pedro 1:13; 1 Timóteo 6:17.
  5. Mateus 6:25-32, 13:22.
  6. Ver nota de rodapé 2.
  7. Mateus 6:8-15, 6:25-32; 1 Reis 3:5-14; todos os suplicantes na Bíblia exprimem necessidades sentidas reorientadas.
  8. Ver nota de rodapé 3.
  9. Isaias 1:29-30; 50:10-11; Jeremias 2:13, 17:13; Mateus 4:4, 5:6; João 4:32-34, 6:25-69.
  10. Salmos 23, 27, 31, 46, e cerca de dois terços do resto dos Salmos.
  11. Provérbios 3:5, 11:28, 12:15; Salmos 23, 103, 131.
  12. Filipianos 1:6, 2:13, 3:3-11, 4:13; Salmo 49:13; Jeremias 17:1- 14.
  13. Provérbios 1:7, 9:10, 29:25; João 12:43; 1 Corintianos 4:3-5; 2 Corintianos 10:18.
  14. Romanos 8:29; Efésios 4:24; Colossianos 3:10.
  15. Eclesíastes.
  16. 1 Corintianos 10:24-27; Provérbios 3:5; Juízes 21:25.
  17. Provérbios 3:13-18, 8:10f, 8:17-21; Mateus 6:19-21, 13:45-46; Lucas 16:10-15; 1 Pedro 1:2-7.
  18. Mateus 5:3-11; Salmos 1, 35; Jeremias 17:7-8; Lucas 6:27-42.
  19. Mateus 6:10.
  20. Romanos 8:37-39; Revelação 2:7, etc.; Salmos 96-99.
  21. 1 Corintianos 9; Romanos 5:6-10; Salmo 103:10.
  22. Veja as dúzias de Salmos de refúgio.
  23. Provérbios 3:13-18; Mateus 6:1-5, 16-18.
  24. Jaime 4:3; Mateus 6:5-15; Lucas 18:9-14.
  25. Colossianos 3:1-5; Filipianos 3:19; Romanos 8:5-16.
  26. Lucas 6:45; Provérbios 10:19; Efésios 4:29.
  27. Provérbios 1:16, 10:4, 23:19-21, 24:33.
  28. Eclesíastes 5:3-7; veja notas de rodapé 2 e 5.
  29. Veja toda a Bíblia, como Deus procura renovar mentes obscuras da falsidão.
  30. Veja toda a Bíblia, a forma como Deus procura libertar as pessoas de ídolos, para servirem o Deus vivo e verdadeiro; Ezequiel 14:1-8; Actos 26:18; Colossianos 3:5; Efésios 5:5; 1 Tessalonianos 1:9f; 1 João 5:21; Jeremias 17:5; Jaime 4:11-12.
  31. Lucas 9:23-25; 2 Corintianos 5:14f.
  32. João 8:44; Actos 26:18; Efésios 2:2-3; 2 Timóteo 2:26; Jaime 3:14-16.
  33. 1 Reis 21:1-7; Hebreus 11:25; Filipianos 3:4-11.
  34. Juizes 21:25; Provérbios 3:5, 3:7, 12:15, 14:12, 18:2; Isaias 53:6; Filipianos 3:19; Romanos 16:18.
  35. Por exemplo, leia o livro de Efésios e repare que cada palavra ou frase que descreve “identidade”, quer sobre o próprio Paulo ou sobre quem costumávamos ser, ou sobre quem nós somos agora. Você vai descobrir mais de 30 afirmações diferentes neste curta carta.
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