<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
	<channel>
		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos  - Mudanças recentes [pt]</title>
		<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Especial:Mudan%C3%A7as_recentes</link>
		<description>Acompanhe as Mudanças recentes deste wiki por este feed.</description>
		<language>pt</language>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>
		<lastBuildDate>Thu, 17 Sep 2026 11:33:51 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>Perdurar</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Perdurar</link>
			<description>&lt;p&gt;moveu [[&lt;a href=&quot;/w/index.php?title=Perdurar&amp;amp;redirect=no&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Perdurar&quot;&gt;Perdurar&lt;/a&gt;]] para [[&lt;a href=&quot;/wiki/Espere_em_Deus_Enquanto_a_Escurid%C3%A3o_Perdurar&quot; title=&quot;Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar&quot;&gt;Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar&lt;/a&gt;]]&lt;/p&gt;
</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:10:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Perdurar</comments>		</item>
		<item>
			<title>Perdurar</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Perdurar&amp;diff=4933&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Wait on God While the Darkness Lasts}}&amp;lt;br&amp;gt;  O panorama do ministério universitário mudou drasticamente nos últimos 25 anos. Mas aqui, em 2025, continuo a receber c...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Wait on God While the Darkness Lasts}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O panorama do ministério universitário mudou drasticamente nos últimos 25 anos. Mas aqui, em 2025, continuo a receber constantemente a mesma pergunta que eu próprio fazia quando era estudante: Porque é que não estou a sentir nada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque é que não estou mais entusiasmado com Jesus? Porque é que o evangelho não me parece mais doce? Porque é que as minhas emoções não estão a reagir à melhor notícia do mundo? Tenho uma grande variedade de recursos cristãos, mas continuo a procurar desesperadamente a alegria. Por que é que ela permanece tentadoramente fora do meu alcance?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Dois Diagnósticos Comuns====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de prosseguirmos, é preciso dizer que a maioria das pessoas que experimenta este tipo de entorpecimento indesejado não está totalmente entorpecida. Elas sentem entusiasmo de forma seletiva. Continuam a sentir-se eufóricas com os jogos, entusiasmadas com o fim de semana ou cativadas por uma paixão. É a busca espiritual, ou talvez a própria natureza de Deus, que apaga a chama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns anos, eu liderava um estudo bíblico semanal com rapazes do segundo ano da faculdade. No início de cada reunião, um desses rapazes era brincalhão, enérgico e até mesmo irrequieto. Mas, quase sem exceção, os seus olhos começavam a fechar-se quando abríamos a Bíblia, como se alguma forma de narcolepsia ainda não diagnosticada, induzida pelas Escrituras, o tivesse dominado. (Os meus filhos são frequentemente afetados pela mesma condição estranha.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora este fosse um caso embaraçosamente evidente, histórias semelhantes de entusiasmo seletivo continuam a ser comuns, e geralmente há apenas dois diagnósticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Espiritualmente Morto====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, a pessoa ainda não desenvolveu qualquer apreço por Deus. As Escrituras afirmam claramente que Deus acende a luz do afeto por Cristo nos nossos corações (2 Coríntios 4:6), mas antes desse maravilhoso despertar, tendemos a ficar entediados com tudo o que não nos exalta direta ou indiretamente. Assim, a Bíblia, que nos humilha em cada página, situa-se algures entre o repulsivo e o enfadonho, e falar de Deus evoca uma reação semelhante à de Edmund na primeira menção ao nome de Aslan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estás a ler isto e estás profundamente preocupado por fazeres parte desse grupo, estou menos preocupado do que tu, precisamente porque estás inquieto. É muito mais provável que te enquadres numa segunda categoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Espiritualmente Distraído====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso, a pessoa não está a sentir nada porque tem-se satisfeito com alegrias menores, como uma criança que não tem apetite para um jantar de bife porque tem uma dúzia de embalagens de doces no bolso. Confesso que muitas vezes me encontro nesta situação, surpreendido com a minha falta de fome pelo Deus vivo, mas lento a considerar como me tenho entregue às distrações aparentemente inocentes de pequenos jogos no telemóvel ou da ESPN ao longo do dia (ou ao longo da época). Como diz C.S. Lewis: Tendo-nos permitido à deriva, sem resistência, sem oração, aceitando cada solicitação semiconsciente dos nossos desejos, ficamos então chocados com a nossa falta de fervor espiritual (O Grande Divórcio, 38). Ridicularizamos o objetivo singular de Davi de contemplar Deus no Salmo 27:4, traindo a nossa verdadeira prática nesta paráfrase ímpia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vinte e seis coisas pedi ao Senhor, e essas é que procurarei... contemplar a sua beleza é, de certa forma, uma delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, se os teus afetos por Deus não estão a refletir com precisão a bondade de quem Ele é, começa por fazer um balanço honesto da tua vida de oração, dos teus pensamentos, da tua alimentação e (talvez especialmente) do tempo que passas em frente ao ecrã. Talvez descubras que és um cidadão comum e hiperestimulado do século XXI, cedendo a liturgias seculares em cada momento livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Quando a Aridez Persiste====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quando esse balanço for feito, as liturgias concorrentes forem eliminadas (ou, pelo menos, levadas cativas à obediência a Cristo) e essa aridez espiritual persistir, o que fazer então? E quanto às épocas em que coloco a minha cabeça sob a habitual cascata de graça e ainda assim me sinto com sede? Ou pior ainda, quando a minha sede é tão fraca como o fio de água que escorre da esperada fonte? E se, tal como Hemã, o ezraíta, no Salmo 88, Todos os dias te invoco, ó Senhor; estendo as minhas mãos para ti, mas sofrei os teus terrores; estou desamparado (Salmo 88:9, 15)?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos já passaram por desertos mais vastos e áridos do que o meu, mas posso oferecer algumas ajudas a partir da minha mistura de fidelidade e falhanço nesta área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Segue os raios de sol até ao Sol.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, consultei um conselheiro cristão depois de me fartar da minha mente hiperativa, das minhas perguntas sobre Deus e da consequente distância que sentia em relação a Ele. Esse conselheiro deu-me um conselho simples que tenho seguido desde então: usa a criação para saborear a bondade do Senhor. Ele disse-me para reservar momentos para ser mais tátil e menos cerebral, tocando numa folha para recordar o brilho e a vitalidade de Deus, sentindo uma brisa para recordar a Sua gentileza. Hoje em dia, os jogadores aconselham-se uns aos outros a tocar na relva, e se estivermos a usar esse ato de tocar na relva para seguir os raios de sol até ao Sol, não é um mau conselho (Tiago 1:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Deixa que a arte te desperte.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não é enfadonho. Na Sua presença há plenitude de alegria (Salmo 16:11). Mas a minha própria monotonia turva a minha visão de O ver, por isso recorro frequentemente à ajuda de músicos e cineastas para transformar a minha prosa experiencial em poesia. Deus dotou alguns com a capacidade de sentir profundamente e, melhor ainda, de retratar as suas emoções de forma vívida. Inspira-te neles. Os meus canais lacrimais secam-se regularmente até que Deus os abra através dos sons celestiais e inesquecíveis dos Sigur Rós ou da representação da busca paterna em ''À Procura de Nemo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Envolve-te com os pobres e os marginalizados.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Presumo que a maior parte do mundo, durante a maior parte da história, tenha lutado menos com o anseio por Deus do que nós, no Ocidente próspero e pacífico. Atualmente, vivo numa cidade chamada Mount Pleasant, e a segunda parte do nome faz sentido (já a primeira nem tanto: o nosso ponto mais alto acima do nível do mar é de sete pés). Assim, numa reunião de pastores na segunda-feira de manhã, o nosso pastor principal perguntou: Como é que mantemos aqui o anseio pelo céu? Ele estava a dar ouvidos à advertência de Oséias 13:5–6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Fui eu quem vos conheci no deserto,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na terra da seca;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas, depois de terem pastado, ficaram saciados,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficaram fartos, e o seu coração envaideceu-se;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por isso, esqueceram-me.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, temos os sinais universais de alerta que são o pecado, o envelhecimento, a doença e a morte para manter os nossos anseios voltados para a eternidade, mas o contraste entre Mount Pleasant e o céu nem sempre parece tão acentuado. Procurar construir o céu na terra é uma receita para o entorpecimento. Quando ligamos a nossa vida à dos pobres, dos órfãos, das viúvas ou dos refugiados, não só atendemos ao coração de Deus, como também nos lembramos com mais frequência da fragilidade da nossa era atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Fixa o olhar em Jesus, não nos teus sentimentos.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passei demasiados anos a verificar a minha pressão arterial espiritual e a desanimar-me imediatamente com o fosso entre as maravilhas de Deus e do Evangelho, por um lado, e os meus sentimentos insignificantes, por outro. Tornou-se uma batalha em que rangia os dentes (e perdia), que acabou por ser resolvida (e continua a ser) ao reconhecer a total suficiência do meu Substituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me de conduzir pelas redondezas da Universidade do Minnesota na minha carrinha Nissan Quest branca, num debate acalorado com o Senhor, enquanto as minhas perguntas e dúvidas me deixavam em apuros. Pela graça de Deus, finalmente percebi: os sentimentos de Jesus pelo seu Pai estavam perfeitamente alinhados com a magnitude da beleza divina. A força da sua fé era de cem por cento. Por que razão tinha eu assumido que as minhas ações pecaminosas exigiam uma crucificação, mas que o meu amor e a minha fé recaíam sobre os meus ombros? Pedi a Jesus que tomasse o peso total da minha fraqueza, incluindo a minha insignificante ânsia por Ele, e que a cobrisse com o seu sangue. Embora menos dramática, a minha experiência não foi muito diferente da de Martinho Lutero: As portas do paraíso abriram-se para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu olhar desviou-se. E aconteceu a coisa mais estranha: quando os meus afetos subjetivos deixaram de ser a base da minha confiança, começaram a crescer. A graciosa suficiência de Jesus para me cobrir e me carregar fez com que Ele parecesse tão maravilhoso como realmente é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====5. Esperar.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes engoli o mantra micro-ondas da nossa sociedade de gratificação instantânea. Não vou ao Wendy’s se a fila do drive-through for muito longa. Sinto o impulso de pegar no meu telemóvel se houver duas pessoas à minha frente no supermercado. Esta doença faz-me sentir como se um dia, uma semana ou um mês de aridez espiritual fosse anormal, até mesmo injusto. A espera, embora seja um tema proeminente ao longo das páginas das Escrituras, não tem grande apelo popular. No entanto, Jeremias elogia-a:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O Senhor é bom para com aqueles que nele esperam,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para com a alma que o busca.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
É bom que se espere em silêncio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pela salvação do Senhor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
É bom para o homem que suporte&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O jugo na sua juventude.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que se sente sozinho em silêncio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando este lhe for imposto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que ponha a boca no pó —&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Talvez ainda haja esperança. (Lamentações 3:25–29)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom esperar? Porquê? Pode haver aqui alguma especulação, mas penso que o nosso desejo pelo Deus invisível é melhor cultivado quando estamos conscientes da terra árida e deserta que é este mundo caído, sem a presença visível e tangível de Deus. Toda a vida de um crente pode ser corretamente descrita como um jejum, atormentada por dores de fome até ao regresso de Jesus (Mateus 9:15). A fome insaciável de Deus é a experiência adequada do crente antes da glória. Sentir que isto não é como deveria ser é, na verdade, como deve ser — por enquanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o agora é tão breve no grande esquema das coisas. Para citar Gandalf, em breve a cortina cinzenta de chuva deste mundo se retrairá, e tudo se transformará em vidro prateado, e então verás... praias brancas e, além delas, uma terra verdejante ao longe, sob um rápido nascer do sol (O Senhor dos Anéis, 1030). Nesse instante, veremos e assim nos tornaremos semelhantes a Jesus (1 João 3:2), e toda a nossa entorpecimento persistente e as nossas dúvidas deprimentes serão eliminados. Anima-te, crente de fé fraca; Ele levar-te-á até lá.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:09:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Perdurar</comments>		</item>
		<item>
			<title>Walk</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Walk</link>
			<description>&lt;p&gt;moveu [[&lt;a href=&quot;/w/index.php?title=Walk&amp;amp;redirect=no&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Walk&quot;&gt;Walk&lt;/a&gt;]] para [[&lt;a href=&quot;/wiki/Caminhe_em_Sua_Provid%C3%AAncia&quot; title=&quot;Caminhe em Sua Providência&quot;&gt;Caminhe em Sua Providência&lt;/a&gt;]]&lt;/p&gt;
</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:54:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Walk</comments>		</item>
		<item>
			<title>Walk</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Walk&amp;diff=4930&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Walk in His Providence}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Como Deus Abre Portas para Você====  Quando o senhor da parábola de Jesus deu talentos aos seus servos e se retirou, dois deles se...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Walk in His Providence}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Deus Abre Portas para Você====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o senhor da parábola de Jesus deu talentos aos seus servos e se retirou, dois deles se ocuparam em multiplicar o dinheiro de seu senhor, enquanto um deles escondeu o talento na terra. Algo semelhante pode acontecer quando pessoas como nós ouvem falar sobre a providência divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, poucas doutrinas inflamaram tanto a ambição santa nos corações do povo de Deus. Quando alguns ouvem que Deus governa sobre galáxias e governos, sobre os ventos e as ondas, e sobre cada detalhe de nossas pequenas vidas (Efésios 1:11), eles se dedicam a fazer o bem. Cristãos tocados pela providência construíram hospitais, puseram fim ao tráfico de escravos, fundaram orfanatos, iniciaram reformas e penetraram as trevas dos povos não alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, poucas doutrinas foram tão frequentemente usadas para justificar a passividade, a preguiça e a soberania do status quo. Quando alguns ouvem que Deus reina sobre tudo, eles pegam o controle remoto, relaxam, levam o pecado um pouco menos a sério e enterram seus talentos a sete palmos do chão. Eles podem fazer o bem quando a oportunidade surge, quando a agenda permite, mas raramente procuram o bem para fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como pode a onipresente providência de Deus energizar alguns e paralisar outros? Como pode levar alguns a se lançarem destemidamente no desconhecido, enquanto outros permanecem nos mesmos caminhos desgastados, raramente sonhando, nunca arriscando?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Esperando por Uma Porta Aberta====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando William Carey, o missionário pioneiro na Índia, propôs pela primeira vez a ideia de enviar cristãos para lugares não alcançados, um pastor mais velho teria protestado, &amp;quot;Sente-se, rapaz, sente-se e fique quieto. Quando Deus quiser converter os pagãos, Ele o fará sem consultar a mim ou a você.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa aplicação da providência divina é simplista, antibíblica, irresponsável — e, ainda, compreensível. Embora muitos de nós jamais faríamos tal afirmação, temos nossas próprias maneiras de permitir que a providência nos induza à passividade. Considere a linguagem comum de esperar ou orar por &amp;quot;uma porta aberta&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expressão &amp;quot;porta aberta&amp;quot; vem do apóstolo Paulo (Colossenses 4:3-4), mas muitos de nós a usamos de maneiras diferentes daquelas que o apóstolo usava. Paulo orava por portas abertas, sim, mas girava as maçanetas com vigor (compare 1 Coríntios 16:8-9 com Atos 19:1-10). Muitos de nós, por outro lado, ficamos sentados no corredor da vida, esperando que uma mão divina abra uma porta e nos empurre para dentro dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes, ao dizermos, &amp;quot;Não havia uma porta aberta&amp;quot;, queremos dizer que não houve uma orquestração divina óbvia de eventos que tornasse nosso caminho inconfundível. &amp;quot;Eu não compartilhei o evangelho porque ninguém parecia interessado&amp;quot;. &amp;quot;Não tive aquela conversa difícil porque simplesmente nunca nos encontramos&amp;quot;. &amp;quot;Eu não confessei aquele pecado porque não parecia ser um bom momento&amp;quot;. A providência, se distorcida, pode nos isentar de todo tipo de dever desconfortável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando William Carey olhou para a Índia, ele não viu o que poderíamos chamar de porta aberta: cinquenta milhões de muçulmanos e hindus vivendo a meio mundo e dois oceanos de distância. Daí a reação do pastor. Mesmo assim, Carey foi, acreditando que Deus, em sua providência, poderia abrir um caminho onde parecia não haver nenhum. E a Índia continua a dar frutos da fé dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para um Tempo Como Este====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carey encontrou sua inspiração, naturalmente, em dezenas de homens e mulheres das Escrituras que se aventuraram no desconforto e no perigo pelo poder da providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde Jônatas tirou a coragem para atacar um exército tendo apenas seu escudeiro ao lado? Providência: &amp;quot;Vamos... Talvez o Senhor aja em nosso favor, pois nada pode impedir o Senhor de nos salvar, seja com muitos ou com poucos&amp;quot; (1 Samuel 14:6). Como Ester reuniu coragem para arriscar a fúria do rei? Providência: &amp;quot;Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?&amp;quot; (Ester 4:14). Por que Davi avançou contra Golias com apenas uma funda e cinco pedras? Providência: &amp;quot;O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos desse filisteu&amp;quot; (1 Samuel 17:37).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns ouvem &amp;quot;Deus reina sobre tudo&amp;quot; e pensam: &amp;quot;Então que diferença faria o meu esforço?&amp;quot;. Outros, como Jônatas, Ester e Davi, ouviram &amp;quot;Deus reina sobre tudo&amp;quot; e pensaram: &amp;quot;Então Deus pode usar até mesmo o meu esforço, por menor que seja&amp;quot;. E assim, depois de pensar, ponderar e orar, eles partiram — nem sempre certos de que Deus prosperaria seus planos, mas profundamente confiantes de que, se Ele quisesse, nenhuma força nos céus ou na terra poderia impedi-Lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, eles sabiam que seu Deus reinava nos céus. Eles perceberam uma necessidade na Terra. E com a frase &amp;quot;venha o teu reino&amp;quot; ardendo no profundo de seus corações (Mateus 6:10), eles idealizaram algo novo em nome Dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Aja Conforme a Providência de Deus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez, para alguns de nós, a dificuldade resida aqui: esperamos reagir à providência de Deus, mas não agir de acordo com a providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns de nós vivem como se a providência fosse algo a que apenas devemos reagir. Aguardamos uma porta aberta, clara e providencial e, então, reagimos a essa providência atravessando a porta. Mas, como vimos, Deus planejou que algumas portas só se abram quando as empurramos. Ele planejou que nós coloquemos a sua providência em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo nos apresenta a expressão bíblica mais clara dessa dinâmica em Filipenses 2:12-13: &amp;quot;Ponham em prática a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem produz em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele&amp;quot;. Observe: O nosso trabalho não sucede a obra de Deus. Pelo contrário, o nosso trabalho é o efeito simultâneo da obra de Deus. Ou, como John Piper escreve, &amp;quot;O que Paulo deixa claro aqui é como o nosso próprio esforço é totalmente chamado à ação. Nós não esperamos pelo milagre; nós atuamos o milagre&amp;quot; (''Providência'', 652).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas vezes, é verdade, Deus se agrada em colocar uma boa obra bem diante de nós. Talvez alguém realmente pergunte sobre a esperança que há em nós, ou aquela conversa difícil que precisamos ter flua de forma fácil e natural. Em momentos assim, de fato reagimos à providência divina. Mas, Deus pode agir em nós com a mesma intensidade quando nosso esforço está plenamente envolvido: quando convidamos um vizinho para estudar a Bíblia conosco, ou quando arrumamos tempo e lugar para aquela conversa difícil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não precisamos esperar por algo inequivocamente divino, algo inquestionavelmente providencial, antes de operarmos a nossa salvação em todo tipo de obediência. Em vez disso, basta-nos ver uma boa obra a realizar, confiar-nos a Deus através da oração sincera, trabalhar arduamente na dependência consciente d'Ele, e então, uma vez concluída a tarefa, voltar-nos e dizer com Paulo &amp;quot;não eu, mas a graça de Deus comigo&amp;quot; (1 Coríntios 15:10). E, assim, agimos como instrumentos da providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Imagine o Bem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua providência, Deus preparou boas obras para que nelas caminhemos (Efésios 2:10). No entanto, muitas delas não surgirão enquanto flutuamos passivamente sob a providência de Deus. Antes, elas virão à medida que exercitamos nossas mentes renovadas, direcionamos nossa imaginação regenerada e moldamos possibilidades da fábrica de nossos novos corações — sabendo que todo bom propósito é uma centelha de sua providência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, olhe ao seu redor. Nada na sua vida é por acaso. Você é quem é, o que é e está onde está devido a providência de Deus, que a tudo permeia. Em Sua sabedoria, Ele lhe concedeu os talentos que você tem para tempos como esses — para que você acrescente uma pincelada à tela diante de si, cinzele a estátua que vê, fale e aja no drama em que se encontra, fazendo com que este mundo se pareça um pouco mais com a obra de arte que Deus está redimindo para que ele seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há vizinhos com quem fazer amizade, crianças para discipular, igrejas para fundar, centros de apoio à gravidez em crise para servir e mil tarefas em nossos empregos para realizar com excelência e amor. E como saberemos se Deus, em sua providência, abriu uma porta para qualquer dessas oportunidades? Nós oraremos e giraremos a maçaneta.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:53:47 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Walk</comments>		</item>
		<item>
			<title>Monótono</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Mon%C3%B3tono</link>
			<description>&lt;p&gt;moveu [[&lt;a href=&quot;/w/index.php?title=Mon%C3%B3tono&amp;amp;redirect=no&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Monótono&quot;&gt;Monótono&lt;/a&gt;]] para [[&lt;a href=&quot;/wiki/Gra%C3%A7a_no_trabalho_mon%C3%B3tono&quot; title=&quot;Graça no trabalho monótono&quot;&gt;Graça no trabalho monótono&lt;/a&gt;]]&lt;/p&gt;
</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:35:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Mon%C3%B3tono</comments>		</item>
		<item>
			<title>Monótono</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Mon%C3%B3tono&amp;diff=4927&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Grace for Monotonous Work}}&amp;lt;br&amp;gt;  Eu amo trabalhos criativos e, no meu mundo, isso se traduz em planejamento estratégico, criação e lançamento de produtos novos e ...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Grace for Monotonous Work}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu amo trabalhos criativos e, no meu mundo, isso se traduz em planejamento estratégico, criação e lançamento de produtos novos e empolgantes. Considero que esse trabalho me dá energia e é intelectualmente estimulante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o trabalho monótono, nem tanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, para mim, nem todo trabalho que realizo diariamente é criativo. Na verdade, a maior parte do nosso trabalho é do tipo repetitivo e monótono - intercalado com oportunidades ocasionais de criatividade. Isso é verdade para a maioria do trabalho que realizamos todos os dias, seja no trabalho ou em casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Glorificando a Deus na repetição====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As tarefas domésticas são feitas apenas para serem desfeitas em questão de dias (talvez horas?). Limpar a neve e cortar a grama poderiam ser divertidos, se não fosse preciso fazer tudo de novo, e de novo, e de novo, e de novo. Lavar a roupa, limpar a casa, lavar a louça: tudo isso tem um certo caráter repetitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não é nada diferente no mundo corporativo. Redigir relatórios de acompanhamento, participar de reuniões, organizar sistemas de arquivamento; grande parte do nosso trabalho de escritório é igualmente monótona. E aqui está o desafio que enfrentamos: como podemos encarar a monotonia de nossa vida profissional com uma perspectiva que glorifique a Deus e seja gratificante para nossas almas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De alguma forma, parece mais fácil ver o nosso trabalho criativo como um reflexo da glória de Deus como Criador. A criatividade é um reflexo do nosso Criador. Mas como podemos glorificar a Deus quando nos envolvemos com o trabalho repetitivo que parece ser completamente desprovido de criatividade? Como glorificar a Deus quando estamos limpando nossa caixa de entrada de e-mails ou preenchendo planilhas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mundo nos oferece pouca ajuda nesse aspecto. O tipo de trabalho que é repetitivo e monótono não é bem conceituado em nossa cultura atual. As recompensas são abundantes para a “classe criativa”, mas não para a “classe repetitiva”. No entanto, essa divisão não reflete as prioridades de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====“De novo!”====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente, me deparei com as palavras de G. K. Chesterton no livro de John Piper, “''Quando eu não desejo Deus: o que fazer quando não nos alegramos Nele''”. Isso nos dá uma pista sobre uma maneira diferente de encarar a monotonia com que nos deparamos no nosso trabalho diário:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“As crianças sempre dizem: “de novo”; e o adulto faz de novo até quase morrer. Os adultos não têm forças suficientes para se alegrar com a monotonia. Mas talvez Deus tenha forças suficientes para se alegrar com a monotonia. É possível que Deus diga: “de novo” todas as manhãs ao sol e todas as noites à lua. Talvez não seja uma necessidade automática que torne todas as margaridas iguais; talvez Deus crie cada margarida separadamente, mas nunca tenha se cansado de criá-las. Pode ser que Ele tenha o apetite eterno da infância; já nós, pecamos e envelhecemos, e nosso Pai é mais jovem do que nós.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pare e reflita sobre o que isso diz sobre a visão elevada de Deus diante a repetição. Ele se deleita com a repetição monótona do universo em que vivemos. O sol nasce na mesma direção todos os dias e, a cada vez que isso acontece, Deus se alegra. E o sol continuará nascendo repetitivamente, todos os dias, como reflexo do governo fiel de Deus até o dia em Ele disser: “pare!”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lua e as estrelas percorrem uma órbita determinada pelo ritmo repetitivo escolhido por Deus. E Ele se deleita nessa repetição. Isso é, em grande parte, o que diz o Salmo 19:1-2 (NAA):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Os céus proclamam a glória de Deus,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Um dia discursa a outro dia,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e uma noite revela conhecimento a outra noite.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem força suficiente para se alegrar com a monotonia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Dos céus para a nossa caixa de entrada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dia após dia os céus testemunham sobre o poder criativo, a fidelidade e a sabedoria de Deus. No entanto, a maioria de nós não percebe esse testemunho diário. Talvez Chesterton está certo: nossa inabilidade de ver Deus em nossa monotonia diária tem menos a ver com a natureza de nossas tarefas e esteja mais relacionada aos efeitos do pecado em nossa alegria pura, a alegria de criança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que isso tem a ver com o nosso trabalho diário?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos desesperadamente de um novo olhar e de um novo coração para lidar com os aspectos monótonos do nosso trabalho diário. Precisamos de um novo olhar para ver nosso trabalho à luz da missão que Deus deu a Adão e Eva: “encham a terra e sujeitem-na” (Gênesis 1:28). Martinho Lutero percebeu isso. Ele escreveu: “quando uma empregada ordenha as vacas (monotonia repetitiva) ou um trabalhador contratado capina o campo (monotonia repetitiva), desde que sejam crentes, ou seja, que acreditem que esse tipo de vida agrada a Deus e foi instituído por Ele, eles servem a Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se reflete no ambiente de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos chamados a moldar o mundo em que vivemos, a trazer ordem a ele. E, no mundo moderno, isso pode se traduzir em organizar documentos, arquivar relatórios e arrumar nossas mesas. Quando cuidamos dessas tarefas monótonas com alegria, trazemos ordem em um mundo levado à desordem pelo pecado e refletimos a fidelidade do nosso Pai. Somos os agentes de Deus no cuidado deste mundo em que vivemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Graça no tédio====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos confiar em Deus para obter a alegria e a força necessárias para realizar bem esse trabalho. Alguns trabalhos são simplesmente enfadonhos e, por isso, é difícil lidar com eles todos os dias. Por isso, precisamos de força - eu diria que precisamos de mais força para as tarefas monótonas do que para o trabalho criativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas aqui está a boa notícia: “a alegria do Senhor é a nossa força” (Neemias 8:10). Deus pode nos dar - e nos dará - alegria e força para a obra à qual nos chamou. Inclusive nas tarefas que não envolvem criatividade.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:34:33 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Mon%C3%B3tono</comments>		</item>
		<item>
			<title>Definiu</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Definiu</link>
			<description>&lt;p&gt;moveu [[&lt;a href=&quot;/w/index.php?title=Definiu&amp;amp;redirect=no&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Definiu&quot;&gt;Definiu&lt;/a&gt;]] para [[&lt;a href=&quot;/wiki/Meu_Sofrimento_N%C3%A3o_Me_Definiu&quot; title=&quot;Meu Sofrimento Não Me Definiu&quot;&gt;Meu Sofrimento Não Me Definiu&lt;/a&gt;]]&lt;/p&gt;
</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:48:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Definiu</comments>		</item>
		<item>
			<title>Definiu</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Definiu&amp;diff=4924&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;span class=&amp;quot;fck_mw_template&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span class=&amp;quot;fck_mw_template&amp;quot;&amp;gt;{{info|My Suffering Has Not Defined Me}}&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma coisa estranha aconteceu quando a primeira notícia se espalhou de que eu tinha câncer de mama em estágio III: comecei a receber todas as coisas cor-de-rosa. Colchas cor-de-rosa, ursinhos de pelúcia e camisetas cobertas com símbolos de câncer de mama. Até cartas escritas com tinta rosa em papel rosado. Cada presente me acolheu em um clube especial. A irmandade dos guerreiros do câncer.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Muito tempo depois da minha cirurgia e tratamento, sempre que encontrava outros cristãos na irmandade, eles imediatamente se conectavam comigo como sua companheira sobreviventee de câncer. Se outras mulheres estivessem entre nós, eu sentia que elas tinham que ficar fora do nosso círculo íntimo de sofrimento compartilhado. Eu parabenizei esses sobreviventes por estarem livres do câncer, mas eu olhava para seus broches de câncer de mama e pensava: &amp;quot;&amp;lt;i&amp;gt;Você vai seguir em frente?&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;quot; Não há melhor tópico de discussão do que: &amp;quot;Você já fez seu exame anual de mama?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Ouça-me: minha intenção não é menosprezar ninguém que tenha sobrevivido aos duros rigores do câncer de mama. Mas eu me pergunto se algumas dessas mulheres cristãs estão ansiando por segurança e significado que seja mais palpável do que uma fé cuja substância é meramente esperada e frustrantemente invisível — ansiando por fazer parte de algo que atualize a identidade de alguém. Embora ela&amp;quot;s nunca descartassem seu Salvador, eles querem algo mais tangível do que seu nome escrito em um livro invisível da vida: &amp;lt;i&amp;gt;°Quem sou eu?&amp;quot; Meu pano de fundo é cristão, mas sou uma guerreira, uma sobrevivente do câncer. Me conheça e me respeite por isso.&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Somente em Cristo&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;De certa forma, eu entendo a luta. Minha tetraplegia clama constantemente por minha atenção total: esvaziar a bolsa para as pernas, lidar com a dor, providenciar ajuda, ajustar o espartilho, carregar a cadeira de rodas, procurar acesso e pegar aquele lugar de estacionamento para deficientes antes que outra pessoa o faça. É o meu mundo. Então, novamente, definitivamente não é.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Meu mundo, minha respiração e meu próprio ser — minha identidade — estão em Cristo e somente em Cristo. Eu não pertenço a mim mesmo; fui comprada com o preço do sangue de Deus (1 Coríntios 6:19–20). Satanás odeia isso. Ele fará tudo o que puder — usar minha cadeira de rodas, minha notoriedade, ministério, o que for — para me focar e afastar de Cristo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Então, prestei atenção à advertência de Deuteronômio 11:16: “Cuide para que seu coração não seja enganado, e você se desvie e sirva a outros deuses e os adore.” Estou dizendo que meu ministério para pessoas com deficiência ou seu precioso Shih Tzu com seu pequeno arco é um ídolo? Se eles competem por nossa devoção singular a Cristo, então sim.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Colocando as Coisas em Seu Devido Lugar&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;É preciso a luta e o fogo do Espírito de Deus para não ser seduzido por essas coisas. O apóstolo Pedro diz para não fazer provisão para a carne, pois essas coisas “guerreiam contra a vossa alma” (1 Pedro 2:11). Encontrar sua identidade e valor em qualquer coisa que não seja Jesus Cristo é acreditar que sua distinta carreira, seu animal de estimação, suas habilidades parentais, sua valente vitória sobre o câncer e a tetraplegia ou seu próprio pecado tornam a vida mais significativa, rica ou gratificante. Mas cristão, sua identidade nunca deve estar em coisas que competem por espaço em seu coração. Não diminua o preço pago por você ou minimize a adoção de Deus por você.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Somente em Cristo encontramos alegria, paz e significado gratificantes. Quando vivemos como se tivéssemos morrido em Cristo, nossa carreira encontra seu equilíbrio, nosso animal de estimação encontra seu lugar, nossos filhos se beneficiam incrivelmente e nossas vitórias sobre as provações se tornam razões para tornar Deus famoso e louvá-lo alegremente diante dos outros.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma vez que Cristo é a fonte de paz, alegria, força e descanso, e nele vivemos, nos movemos e temos nosso próprio ser, podemos estar seguros e nos sentirmos significativos quando nos vemos “em Cristo”. Jesus é um êxtase incomparável. Por que o suplantaríamos com algo menor?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Quem É Você?&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Você quer saber quem você é? “Sua vida está escondida com Cristo em Deus” (Colossenses 3:3). É como aquelas bonecas russas pintadas à mão que se abrem para revelar — surpresa! — outra boneca lá dentro. Pegue aquela, abra, e tem outra. Isso é divertido, você descobre. Toda vez que você alcança e tira uma nova, tem certeza de que será a última. Mas não de longe — a alegria continua enquanto você saboreia um deleite após o outro por tudo o que está escondido dentro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;É uma imagem vívida de se desdobrar e se deliciar com sua identidade. Quem é você? Você está em Jesus e ele está no Pai. Então, comece a se abrir para Cristo e — voilà — lá você se encontrará. Ao entrar nas camadas de Jesus, você vê mais de si mesmo, transformado pela própria disciplina de conhecê-lo melhor. “A Bíblia nos diz quem somos e o que devemos fazer, mas o faz através das lentes de quem Deus é. O conhecimento de Deus e o conhecimento de si sempre andam de mãos dadas ”, diz Jen Wilkin.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Siga o mandamento de Colossenses 3:2–3: “Pensem nas coisas que estão no alto, não nas que estão na terra. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus.&amp;quot; Todos os dias, envolva-se ativamente com o Espírito Santo para conhecer melhor a Cristo, para descobrir &amp;quot;o que está dentro&amp;quot;. Quanto mais você olhar, mais ficará encantado com sua beleza, cativado por seu amor e dominado pelas excelências de sua misericórdia e graça.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Vanglorie-se de sua identidade em Jesus e leve outra pessoa ao Calvário, como ele faria. Dê sua vida pelos outros como ele fez. Aprecie a palavra de Deus como ele. Carregue sua cruz diariamente da maneira que ele faria. Ore do jeito que ele faz. Adore o Pai como ele adora. Acima de tudo, peça ao Espírito que exponha seus pecados que o mataram. Ele perdeu a vida para que você possa encontrar a sua, então comece cada dia pedindo a Deus que lhe mostre o “você” que ele projetou para ser. Pois você é um tesouro escondido nele.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 18:48:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Definiu</comments>		</item>
	</channel>
</rss>