<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
	<channel>
		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
		<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Pcain</link>
		<description>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</description>
		<language>pt</language>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>
		<lastBuildDate>Sat, 17 Oct 2026 22:22:52 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>Majestade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Majestade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Majestade para O temor perdido pela Majestade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[O temor perdido pela Majestade]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:52:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Majestade</comments>		</item>
		<item>
			<title>O temor perdido pela Majestade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_temor_perdido_pela_Majestade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Majestade para O temor perdido pela Majestade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Lost Awe of Majesty}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que eu adoro uma característica subestimada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1977, o pastor californiano Jack Hayford e sua esposa visitaram a Inglaterra durante o Jubileu de Prata (25º aniversário) da ascensão da Rainha Elizabeth ao trono (1952). Eles ficaram impressionados com a grandiosidade da celebração e com a alegria manifesta do povo em relação à sua monarca. Enquanto estavam lá, visitaram o Palácio de Blenheim, local de nascimento de Winston Churchill e famoso pela magnitude e imponência que alguns americanos hoje conhecem apenas por assistir à série “Downton Abbey”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se afastar de carro do palácio, tomado por um sentimento de admiração, Hayford percebeu que procurava palavras; uma linguagem que transpusesse o peso da experiência terrena para a dimensão celestial. Enquanto refletia, a palavra que parecia mais adequada, tanto para descrever a deslumbrante magnificência do palácio quanto para indicar a superioridade do Cristo reinante, era “majestade”. De acordo com o relato de um jornal da Califórnia sobre a história,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Enquanto os Hayfords se afastavam daquele palácio real e partiam de carro, o Dr. Hayford pediu à esposa que pegasse um caderno e anotasse alguns pensamentos que lhe vinham à mente. Ele então começou a ditar a letra, a tonalidade e o ritmo de uma canção que hoje é cantada por cristãos em todo o mundo. (“A história por trás da canção: ‘Majesty’”, St. Augustine Record, 13 de agosto de 2015)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impulso de Hayford de recorrer à palavra “majestade”, por mais que ele a conhecesse naquele momento, foi profundamente bíblico. “Majestade” é, de fato, um atributo frequente e cuidadosamente escolhido nas Escrituras para designar o Deus vivo; uma característica frequentemente negligenciada nos estudos sobre os atributos divinos, mas um importante testemunho tanto dos profetas quanto dos apóstolos, que lança uma luz brilhante sobre outros atributos bem conhecidos e que é verdadeira, profunda e maravilhosamente adequada para a adoração, como Hayford intuiu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Majestade! Adore Sua majestade!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
A Jesus, toda glória, poder e louvor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Majestade! Autoridade do Reino,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Flui de seu trono, para os Seus;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Levante Seu hino!&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Majestade das Montanhas Roxas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que, como Hayford, recorrem à palavra “majestade”, frequentemente se veem diante de — ou relembrando — alguma maravilha natural ou criada pelo homem que é ao mesmo tempo imponente e atraente. Em nossa língua, assim como nos termos bíblicos, a palavra captura não apenas ''grandeza'', mas também ''bondade;'' tanto a grandiosidade quanto a beleza; poder impressionante aliado à admiração agradável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As montanhas talvez sejam a característica natural por excelência da majestade. O Salmo 76:4 declara em louvor a Deus: “Glorioso eres tu”, e em seguida acrescenta: “es mais majestoso do que os montes cheios de despojos”. Ao lado da ilustre planície de Sarom, que possuía sua própria glória peculiar, a profecia cheia de esperança de Isaías sobre o futuro florescimento do povo de Deus exalta “a majestade do [Monte] Carmelo” (Isaías 35:2). No entanto, além das montanhas, também podemos atribuir majestade ao ouro, ou a algum material precioso ou gema, digno de um rei, que deslumbra os olhos com sua beleza, assim como Jó 37:22 associa a “majestade imponente” de Deus ao “esplendor dourado”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas os fenômenos naturais, mas também a obra das mãos humanas, quando em grande escala, podem nos levar a buscar o que é majestoso. Lamentações 1:6 lamenta a perda dessa majestade cívica após a destruição de Jerusalém pela Babilônia e, pouco tempo depois, Nabucodonosor, rei da Babilônia, afirma ter construído sua cidade “pelo [seu] grande poder, como residência real e para a glória da [sua] majestade” (Daniel 4:30);  isso, pouco antes de sua grande humilhação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como, então, o uso comum do termo “majestade” para montanhas e mansões, ouro e cidades se relaciona com a atribuição de majestade a Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que é a majestade divina?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao reunir grandeza e bondade, força e beleza (Salmo 96:6), “majestade” não é apenas um termo adequado para as grandiosidades das montanhas, mas uma descrição particularmente apropriada de Deus, que é, acima de tudo, “o Majestoso” (Isaías 10:34).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um momento crítico da história do povo da primeira aliança de Deus, enquanto se reuniam sob a liderança de Salomão para dedicar o templo, o rei orou, em sua grande sabedoria: “Tua é, ó Senhor, ''a grandeza, o poder, a glória'', a vitória e a majestade”. Considere esses três primeiros — grandeza, poder e glória —, frequentemente associados à majestade em outros contextos, como ângulos reveladores do atributo da majestade divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A grandeza é Dele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, está a ''grandeza.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo inicial do Salmo 104 declara: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó Senhor, meu Deus, tu és grandíssimo! Tu estás revestido de esplendor e majestade.” Da mesma forma, após seu dramático êxodo do Egito, operado por Deus, o povo de Deus canta: “Na grandeza da tua majestade, tu derrubas os teus adversários” (Êxodo 15:7). Mais tarde, na Babilônia, quando Nabucodonosor relata sua grande humilhação e restauração, ele fala de sua “majestade” retornando a ele “e ainda mais grandeza me foi acrescentada” (Daniel 4:36; veja também 5:18). A famosa profecia de Miquéias sobre Belém fala de uma ''majestade'' que é ''grandeza'' naquele que virá e que “pastoreará seu rebanho com a força do Senhor, na majestade do nome do Senhor, seu Deus. E habitarão em segurança, pois agora ele será grande até os confins da terra” (Miquéias 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''majestade'' frequentemente conota alguma grandeza em tamanho, como no caso das montanhas e mansões: Ezequiel fala de “nações majestosas”, outrora numerosas e poderosas, mas agora humilhadas por Deus (Ezequiel 32:18). Mas essa grandeza também pode incluir o direito e a ''prerrogativa'' divinos de Deus, como Deus, de governar e fazer o que Lhe apraz. Como Salomão orou: “Tua é, ó Senhor, a grandeza, o poder, a glória, a vitória e a majestade, ''pois tudo o que há nos céus e na terra é teu''” (1 Crônicas 29:11). Deus não tem apenas o poder para governar, mas também o direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder é dele A majestade também está ligada ao poder e à força de Deus. “Tua é, ó Senhor, [...] o poder.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas Miquéias 5:4 conecta a majestade de Deus com a força divina ao pastorear seu povo, mas o Salmo 68:34 fortalece ainda mais esse vínculo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Atribuam poder a Deus,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
cuja majestade está sobre Israel,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e cujo poder está nos céus.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Impressionante”, diz Davi, “é Deus em seu santuário”. Ele é majestoso não apenas no poder que possui, mas também no poder que generosamente concede: “É ele quem dá poder e força ao seu povo” (Salmo 68:35). Assim também no Salmo 29:4, ouvimos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A voz do Senhor é poderosa;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
a voz do Senhor é cheia de majestade.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora sua voz poderosa e majestosa se refira ao audível, o apóstolo Pedro testifica que ela se tornou visível no Filho encarnado de Deus: “Não seguimos mitos inventados com astúcia quando lhes anunciamos o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas fomos testemunhas oculares de sua majestade” (2 Pedro 1:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Ele pertence a glória====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, como orou Salomão: “Tua é, ó Senhor, [...] a glória”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre grandeza, poder e glória, os laços mais profundos estão com a terceira. O Salmo 8, a celebração por excelência das Escrituras da majestade de Deus, canta manifestamente a glória — a glória de Deus, elevada acima dos céus (versículo 1), e a glória do homem, proveniente de Deus, como alguém a quem Ele “coroou... com glória e honra” (versículo 5). E assim, aquela memorável frase inicial, repetida como nota final, exalta ''a majestade do nome de Deus'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ó Senhor, nosso Senhor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
quão majestoso é o teu nome em toda a terra! (Salmo 8:1, 9)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como vimos no Salmo 76:4 (“Glorioso és tu, mais majestoso...”), a majestade divina está tão intimamente ligada à glória divina que podemos até considerar a palavra ''majestade'' como uma forma adicional de o povo de Deus expressar, louvar e se maravilhar com a glória e a beleza de Deus. Juntamente com esplendor (frequentemente associado à majestade), o termo amplia nosso vocabulário para a glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso Deus é tão grande, tão admirável, tão maravilhoso, tão impressionante aos olhos de seu povo e tão temível para seus inimigos, que o hebraico ''kavod'', o grego ''doxa'' e a palavra inglesa “''glory''” não são suficientes. Ou seja, não para seus adoradores. Precisamos de mais termos. Colocamos mais palavras em uso. À medida que buscamos continuar falando dele em sua beleza, seu poder, sua grandeza, sua glória, procuramos a linguagem certa: ''domínio, autoridade, esplendor, majestade''. Às vezes, chegamos até a acumular palavras sobre palavras, como faz o Salmo 145:5 com “o esplendor glorioso da tua majestade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Majestade”, em particular, é emotiva, ou afetiva. Ela indica ''grandeza'' na visão ou no som que também é ''maravilhosa''. Grandeza que é bela. Tamanho imponente que é contemplado com deleite, poder imponente recebido como atraente. Embora tenha uma sobreposição significativa com o domínio ou a soberania divinos, a majestade vai além. ''Domínio'' e ''soberania'' são termos mais técnicos e prosaicos; majestade soa mais poética, com o temor reverente da adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Medite sobre Sua Majestade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim das contas, talvez seja o tom poético da majestade que a torna uma palavra tão preciosa e adequada para a adoração. Enquanto Jack Hayford buscava palavras para expressar a maravilha que brotava em sua alma, muito além do legado da tradição inglesa e da grandiosidade de seus palácios — ou seja, a reverência pelo Deus vivo —, a majestade não surgiu como um termo técnico, funcional ou denotativo. Ela tinha uma essência. Ela comunicava um temor reverente que expandia a alma. Era uma expressão de adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha da palavra “majestade”, então, diz algo sobre quem a pronuncia. “Majestade” não apenas atribui grandeza, poder e glória a algum objeto, mas sinaliza temor reverente e admiração naquele que escolhe a palavra. Os amigos de Deus, e não seus inimigos, proclamam sua majestade. Aos olhos dos egípcios, Deus não era majestoso no Mar Vermelho, mas aterrorizante. Seu tamanho e força impressionantes não eram a favor deles, mas contra eles. Mas aos olhos de Israel, na visão de seu povo, seu Deus era de fato majestoso em sua grandeza e poder, e digno de louvor por aterrorizar e aniquilar seus inimigos (Êxodo 15:7, 11).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez você sinta necessidade de uma linguagem renovada para atribuir grandeza, poder e glória ao Deus a quem você adora em Cristo. Ele não é apenas grande, mas bom — bom em sua grandeza e grande em sua bondade. Ele não é apenas grande, forte, imponente, indomável, onipotente; ele é belo, atraente, deslumbrante, cativante, glorioso. Ele é o Majestoso, que libertou Israel no mar e sua igreja na cruz. E assim, dizemos com o salmista: “Meditarei no esplendor glorioso da tua majestade e nas tuas obras maravilhosas” (Salmo 145:5).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E adoramos a sua majestade.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:52:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_temor_perdido_pela_Majestade</comments>		</item>
		<item>
			<title>O temor perdido pela Majestade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_temor_perdido_pela_Majestade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|The Lost Awe of Majesty}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Por que eu adoro uma característica subestimada====  Em 1977, o pastor californiano Jack Hayford e sua esposa visitaram a Inglater...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Lost Awe of Majesty}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que eu adoro uma característica subestimada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1977, o pastor californiano Jack Hayford e sua esposa visitaram a Inglaterra durante o Jubileu de Prata (25º aniversário) da ascensão da Rainha Elizabeth ao trono (1952). Eles ficaram impressionados com a grandiosidade da celebração e com a alegria manifesta do povo em relação à sua monarca. Enquanto estavam lá, visitaram o Palácio de Blenheim, local de nascimento de Winston Churchill e famoso pela magnitude e imponência que alguns americanos hoje conhecem apenas por assistir à série “Downton Abbey”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se afastar de carro do palácio, tomado por um sentimento de admiração, Hayford percebeu que procurava palavras; uma linguagem que transpusesse o peso da experiência terrena para a dimensão celestial. Enquanto refletia, a palavra que parecia mais adequada, tanto para descrever a deslumbrante magnificência do palácio quanto para indicar a superioridade do Cristo reinante, era “majestade”. De acordo com o relato de um jornal da Califórnia sobre a história,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Enquanto os Hayfords se afastavam daquele palácio real e partiam de carro, o Dr. Hayford pediu à esposa que pegasse um caderno e anotasse alguns pensamentos que lhe vinham à mente. Ele então começou a ditar a letra, a tonalidade e o ritmo de uma canção que hoje é cantada por cristãos em todo o mundo. (“A história por trás da canção: ‘Majesty’”, St. Augustine Record, 13 de agosto de 2015)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impulso de Hayford de recorrer à palavra “majestade”, por mais que ele a conhecesse naquele momento, foi profundamente bíblico. “Majestade” é, de fato, um atributo frequente e cuidadosamente escolhido nas Escrituras para designar o Deus vivo; uma característica frequentemente negligenciada nos estudos sobre os atributos divinos, mas um importante testemunho tanto dos profetas quanto dos apóstolos, que lança uma luz brilhante sobre outros atributos bem conhecidos e que é verdadeira, profunda e maravilhosamente adequada para a adoração, como Hayford intuiu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Majestade! Adore Sua majestade!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
A Jesus, toda glória, poder e louvor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Majestade! Autoridade do Reino,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Flui de seu trono, para os Seus;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Levante Seu hino!&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Majestade das Montanhas Roxas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que, como Hayford, recorrem à palavra “majestade”, frequentemente se veem diante de — ou relembrando — alguma maravilha natural ou criada pelo homem que é ao mesmo tempo imponente e atraente. Em nossa língua, assim como nos termos bíblicos, a palavra captura não apenas ''grandeza'', mas também ''bondade;'' tanto a grandiosidade quanto a beleza; poder impressionante aliado à admiração agradável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As montanhas talvez sejam a característica natural por excelência da majestade. O Salmo 76:4 declara em louvor a Deus: “Glorioso eres tu”, e em seguida acrescenta: “es mais majestoso do que os montes cheios de despojos”. Ao lado da ilustre planície de Sarom, que possuía sua própria glória peculiar, a profecia cheia de esperança de Isaías sobre o futuro florescimento do povo de Deus exalta “a majestade do [Monte] Carmelo” (Isaías 35:2). No entanto, além das montanhas, também podemos atribuir majestade ao ouro, ou a algum material precioso ou gema, digno de um rei, que deslumbra os olhos com sua beleza, assim como Jó 37:22 associa a “majestade imponente” de Deus ao “esplendor dourado”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas os fenômenos naturais, mas também a obra das mãos humanas, quando em grande escala, podem nos levar a buscar o que é majestoso. Lamentações 1:6 lamenta a perda dessa majestade cívica após a destruição de Jerusalém pela Babilônia e, pouco tempo depois, Nabucodonosor, rei da Babilônia, afirma ter construído sua cidade “pelo [seu] grande poder, como residência real e para a glória da [sua] majestade” (Daniel 4:30);  isso, pouco antes de sua grande humilhação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como, então, o uso comum do termo “majestade” para montanhas e mansões, ouro e cidades se relaciona com a atribuição de majestade a Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que é a majestade divina?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao reunir grandeza e bondade, força e beleza (Salmo 96:6), “majestade” não é apenas um termo adequado para as grandiosidades das montanhas, mas uma descrição particularmente apropriada de Deus, que é, acima de tudo, “o Majestoso” (Isaías 10:34).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um momento crítico da história do povo da primeira aliança de Deus, enquanto se reuniam sob a liderança de Salomão para dedicar o templo, o rei orou, em sua grande sabedoria: “Tua é, ó Senhor, ''a grandeza, o poder, a glória'', a vitória e a majestade”. Considere esses três primeiros — grandeza, poder e glória —, frequentemente associados à majestade em outros contextos, como ângulos reveladores do atributo da majestade divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A grandeza é Dele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, está a ''grandeza.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo inicial do Salmo 104 declara: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó Senhor, meu Deus, tu és grandíssimo! Tu estás revestido de esplendor e majestade.” Da mesma forma, após seu dramático êxodo do Egito, operado por Deus, o povo de Deus canta: “Na grandeza da tua majestade, tu derrubas os teus adversários” (Êxodo 15:7). Mais tarde, na Babilônia, quando Nabucodonosor relata sua grande humilhação e restauração, ele fala de sua “majestade” retornando a ele “e ainda mais grandeza me foi acrescentada” (Daniel 4:36; veja também 5:18). A famosa profecia de Miquéias sobre Belém fala de uma ''majestade'' que é ''grandeza'' naquele que virá e que “pastoreará seu rebanho com a força do Senhor, na majestade do nome do Senhor, seu Deus. E habitarão em segurança, pois agora ele será grande até os confins da terra” (Miquéias 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''majestade'' frequentemente conota alguma grandeza em tamanho, como no caso das montanhas e mansões: Ezequiel fala de “nações majestosas”, outrora numerosas e poderosas, mas agora humilhadas por Deus (Ezequiel 32:18). Mas essa grandeza também pode incluir o direito e a ''prerrogativa'' divinos de Deus, como Deus, de governar e fazer o que Lhe apraz. Como Salomão orou: “Tua é, ó Senhor, a grandeza, o poder, a glória, a vitória e a majestade, ''pois tudo o que há nos céus e na terra é teu''” (1 Crônicas 29:11). Deus não tem apenas o poder para governar, mas também o direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder é dele A majestade também está ligada ao poder e à força de Deus. “Tua é, ó Senhor, [...] o poder.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas Miquéias 5:4 conecta a majestade de Deus com a força divina ao pastorear seu povo, mas o Salmo 68:34 fortalece ainda mais esse vínculo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Atribuam poder a Deus,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
cuja majestade está sobre Israel,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e cujo poder está nos céus.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Impressionante”, diz Davi, “é Deus em seu santuário”. Ele é majestoso não apenas no poder que possui, mas também no poder que generosamente concede: “É ele quem dá poder e força ao seu povo” (Salmo 68:35). Assim também no Salmo 29:4, ouvimos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A voz do Senhor é poderosa;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
a voz do Senhor é cheia de majestade.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora sua voz poderosa e majestosa se refira ao audível, o apóstolo Pedro testifica que ela se tornou visível no Filho encarnado de Deus: “Não seguimos mitos inventados com astúcia quando lhes anunciamos o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas fomos testemunhas oculares de sua majestade” (2 Pedro 1:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Ele pertence a glória====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, como orou Salomão: “Tua é, ó Senhor, [...] a glória”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre grandeza, poder e glória, os laços mais profundos estão com a terceira. O Salmo 8, a celebração por excelência das Escrituras da majestade de Deus, canta manifestamente a glória — a glória de Deus, elevada acima dos céus (versículo 1), e a glória do homem, proveniente de Deus, como alguém a quem Ele “coroou... com glória e honra” (versículo 5). E assim, aquela memorável frase inicial, repetida como nota final, exalta ''a majestade do nome de Deus'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ó Senhor, nosso Senhor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
quão majestoso é o teu nome em toda a terra! (Salmo 8:1, 9)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como vimos no Salmo 76:4 (“Glorioso és tu, mais majestoso...”), a majestade divina está tão intimamente ligada à glória divina que podemos até considerar a palavra ''majestade'' como uma forma adicional de o povo de Deus expressar, louvar e se maravilhar com a glória e a beleza de Deus. Juntamente com esplendor (frequentemente associado à majestade), o termo amplia nosso vocabulário para a glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso Deus é tão grande, tão admirável, tão maravilhoso, tão impressionante aos olhos de seu povo e tão temível para seus inimigos, que o hebraico ''kavod'', o grego ''doxa'' e a palavra inglesa “''glory''” não são suficientes. Ou seja, não para seus adoradores. Precisamos de mais termos. Colocamos mais palavras em uso. À medida que buscamos continuar falando dele em sua beleza, seu poder, sua grandeza, sua glória, procuramos a linguagem certa: ''domínio, autoridade, esplendor, majestade''. Às vezes, chegamos até a acumular palavras sobre palavras, como faz o Salmo 145:5 com “o esplendor glorioso da tua majestade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Majestade”, em particular, é emotiva, ou afetiva. Ela indica ''grandeza'' na visão ou no som que também é ''maravilhosa''. Grandeza que é bela. Tamanho imponente que é contemplado com deleite, poder imponente recebido como atraente. Embora tenha uma sobreposição significativa com o domínio ou a soberania divinos, a majestade vai além. ''Domínio'' e ''soberania'' são termos mais técnicos e prosaicos; majestade soa mais poética, com o temor reverente da adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Medite sobre Sua Majestade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim das contas, talvez seja o tom poético da majestade que a torna uma palavra tão preciosa e adequada para a adoração. Enquanto Jack Hayford buscava palavras para expressar a maravilha que brotava em sua alma, muito além do legado da tradição inglesa e da grandiosidade de seus palácios — ou seja, a reverência pelo Deus vivo —, a majestade não surgiu como um termo técnico, funcional ou denotativo. Ela tinha uma essência. Ela comunicava um temor reverente que expandia a alma. Era uma expressão de adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha da palavra “majestade”, então, diz algo sobre quem a pronuncia. “Majestade” não apenas atribui grandeza, poder e glória a algum objeto, mas sinaliza temor reverente e admiração naquele que escolhe a palavra. Os amigos de Deus, e não seus inimigos, proclamam sua majestade. Aos olhos dos egípcios, Deus não era majestoso no Mar Vermelho, mas aterrorizante. Seu tamanho e força impressionantes não eram a favor deles, mas contra eles. Mas aos olhos de Israel, na visão de seu povo, seu Deus era de fato majestoso em sua grandeza e poder, e digno de louvor por aterrorizar e aniquilar seus inimigos (Êxodo 15:7, 11).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez você sinta necessidade de uma linguagem renovada para atribuir grandeza, poder e glória ao Deus a quem você adora em Cristo. Ele não é apenas grande, mas bom — bom em sua grandeza e grande em sua bondade. Ele não é apenas grande, forte, imponente, indomável, onipotente; ele é belo, atraente, deslumbrante, cativante, glorioso. Ele é o Majestoso, que libertou Israel no mar e sua igreja na cruz. E assim, dizemos com o salmista: “Meditarei no esplendor glorioso da tua majestade e nas tuas obras maravilhosas” (Salmo 145:5).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E adoramos a sua majestade.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:52:19 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_temor_perdido_pela_Majestade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Sermões</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Serm%C3%B5es</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Sermões para Os Sermões Mudam Vidas&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Os Sermões Mudam Vidas]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:27:16 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Serm%C3%B5es</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Sermões Mudam Vidas</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_Serm%C3%B5es_Mudam_Vidas</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Sermões para Os Sermões Mudam Vidas&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Sermons Change Lives}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor, eu sei que isso pode ser fácil de esquecer com a pressão e o estresse do ministério. Eu sei que, em um domingo qualquer, uma dúzia de pensamentos pode dominar sua cabeça antes deste. Sei que pode parecer mentira em épocas em que os frutos parecem pequenos e as ervas daninhas, enormes. Então, deixa eu te lembrar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Os sermões mudam vidas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os milagres de nosso Senhor Jesus curaram corpos, mas foram Seus sermões que curaram almas. Por meio de um sermão, Deus feriu e depois curou três mil corações, trazendo o despertar com uma palavra. Por meio de sermões, Paulo chamou judeus e gregos, escravos e livres, para o Reino de Deus. E, por meio de sermões, Timóteo, Tito e outros mil pastores preservaram o evangelho para a geração seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos séculos que se seguiram, Deus usou sermões para salvar e santificar, para chamar e comissionar — resgatando pecadores de caminhos perigosos, enviando santos comuns por oceanos afora, arrancando os fracos das mãos de Satanás e criando comunhões tão improváveis que só podem se gloriar Nele. Domingo após domingo, sermão após sermão, às vezes silenciosamente e às vezes de forma culminante, Deus realiza Seus propósitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, os sermões não podem substituir o cuidado pastoral individual, o discipulado de proximidade ou os vários mandamentos de uns aos outros que Deus dá. Eles não são a única fortaleza do cristão. Mas têm um poder capaz de transformar vidas, modelar a eternidade e humilhar o diabo, mesmo em um domingo aparentemente comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, conheço duas famílias que rumam para o campo missionário graças aos sermões. Vejo dezenas de cristãos sendo encorajados, preservados e chamados a mais por meio de sermões. E eu consigo traçar a linha da minha própria história espiritual de volta a um sermão comum, simples e fiel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um Domingo Comum====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 13 de abril de 2008, entrei na Igreja Comunitária de Mountain View por acaso. Alguém havia recomendado uma igreja diferente com &amp;quot;montanha&amp;quot; no nome (uma mania séria do Colorado), e eu confundi as duas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independentemente desse acidente, entrei no prédio um pouco perdido. Eu tinha acabado de começar a levar Jesus a sério, motivado pelas palavras de um evangelista do campus universitário, e minha cabeça estava cheia de noções teológicas confusas. Alguém me disse que eu deveria esperar falar em línguas. Outros descreveram a verdadeira conversão como um acontecimento externo dramático e arrebatador. Eu não sabia o que pensar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro foi normal, pelo que me lembro. A igreja pode ter cantado um ou dois hinos que eu não conhecia, mas, fora isso, eu já estava familiarizado com cultos desse tipo. O pastor pregou de forma simples, sem nenhum toque especial. Não me lembro de nada do sermão dele, exceto que era do Evangelho de João.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas naquela tarde, enquanto estava sozinho no meu quarto no dormitório da faculdade, percebi que minha confusão havia se acalmado, e minhas hesitações, deixadas de lado. E eu disse a Jesus que queria segui-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sermões que Salvam====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao refletir sobre aquele domingo, dezessete anos depois, me impressiona o padrão comum que ele revela. Deus adora pegar pessoas inquietas, levá-las a um encontro por caminhos estranhos e salvá-las por meio das palavras de homens simples.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere primeiro os caminhos incomuns que levam as pessoas às nossas igrejas. “Nunca sabemos o caminho traiçoeiro que os outros percorrem para chegar ao banco que compartilhamos domingo após domingo”, escreve Rosaria Butterfield (Openness Unhindered, 22). E muitas vezes também não conhecemos os caminhos estranhos, tortuosos, sinuosos e aparentemente acidentais que os outros percorrem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as semanas alguém entra em um prédio de igreja porque o viu da rua, porque um dos membros disse algo três meses atrás, porque os algoritmos da internet sugeriram o nome, ou porque a súplica de um ente querido finalmente prevaleceu. Alguns vêm em busca, outros vêm céticos, outros vêm confusos — mas todos vêm ao alcance da palavra salvadora de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere também os homens comuns que Deus frequentemente usa. O pregador que ouvi — e a quem ouviria muitas vezes mais — não era nada de mais. Ninguém reuniu seus sermões em um podcast. Mas ele era fiel, claro, sério e sincero, e Deus achou adequado usar essa combinação para o bem da minha alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você? Você provavelmente não é um super-pregador histórico mundialmente famoso, nem chega perto disso. Mas o Deus que salva compara Sua palavra à chuva ou à neve, que desce e não volta vazia (Isaías 55:10–11). Até mesmo o pregador mais comum pode ser uma nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, consideremos o tipo de pessoas que podem estar entre nós em um domingo qualquer. Quando entrei na congregação em abril de 2008, alguém já havia plantado, outro já havia regado e Deus, com apenas mais algumas gotas, estava pronto para fazer crescer (1 Coríntios 3:6). Quantas vezes essas pessoas se sentaram para ouvir nossa pregação? Quantas vezes mais elas vão fazer isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor, alguns dos rostos que você vê no domingo já ouviram o evangelho, já estão considerando a Cristo e agora precisam de só mais uma palavra sincera antes de virem a Ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Pregue com Expectativa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu apelo aos irmãos é o seguinte: preguem com grande expectativa. Pregue como se as pessoas diante de você não estivessem ali por acaso. Pregue como se uma semente estivesse prestes a germinar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Paulo viajava pelo mundo dos gentios, ele carregava consigo essa certeza inabalável:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito. (Romanos 15:21)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles verão. Eles o compreenderão. Sim, eles vão, pois Deus prometeu isso por meio de Seus profetas (Isaías 52:15), e Suas promessas não voltam vazias. Paulo sabia que Jesus morreu para fazer com que não apenas alguns, mas “muitos fossem considerados justos”; ele sabia que seu Senhor havia carregado “o pecado de muitos” (Isaías 53:10–12). E por isso ele pregava como se o seu ministério fosse um dos meios de Deus para trazer os muitos de volta ao lar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O coração de Deus não mudou dois mil anos depois. Seu Espírito não se afastou. Sua palavra não é menos como o martelo que já foi, nem menos ardente do que o fogo de outrora (Jeremias 23:29). Vocês pregam o mesmo evangelho salvador a serviço do mesmo Deus gracioso pelo mesmo Espírito poderoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, quem sabe o que vai acontecer neste domingo? Uma ovelha perdida pode ouvir a voz do Pastor na sua. Um coração endurecido pode ser amolecido. Uma alma desesperada pode voltar a acreditar que há perdão com Deus. Uma família pode dar seus primeiros passos em direção ao campo missionário. Ou uma semente, já plantada e talvez regada há muito tempo, pode finalmente germinar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois sermões mudam vidas.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:27:16 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_Serm%C3%B5es_Mudam_Vidas</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Sermões Mudam Vidas</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_Serm%C3%B5es_Mudam_Vidas</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Sermons Change Lives}}&amp;lt;br&amp;gt;  Pastor, eu sei que isso pode ser fácil de esquecer com a pressão e o estresse do ministério. Eu sei que, em um domingo qualquer, uma d...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Sermons Change Lives}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor, eu sei que isso pode ser fácil de esquecer com a pressão e o estresse do ministério. Eu sei que, em um domingo qualquer, uma dúzia de pensamentos pode dominar sua cabeça antes deste. Sei que pode parecer mentira em épocas em que os frutos parecem pequenos e as ervas daninhas, enormes. Então, deixa eu te lembrar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Os sermões mudam vidas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os milagres de nosso Senhor Jesus curaram corpos, mas foram Seus sermões que curaram almas. Por meio de um sermão, Deus feriu e depois curou três mil corações, trazendo o despertar com uma palavra. Por meio de sermões, Paulo chamou judeus e gregos, escravos e livres, para o Reino de Deus. E, por meio de sermões, Timóteo, Tito e outros mil pastores preservaram o evangelho para a geração seguinte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos séculos que se seguiram, Deus usou sermões para salvar e santificar, para chamar e comissionar — resgatando pecadores de caminhos perigosos, enviando santos comuns por oceanos afora, arrancando os fracos das mãos de Satanás e criando comunhões tão improváveis que só podem se gloriar Nele. Domingo após domingo, sermão após sermão, às vezes silenciosamente e às vezes de forma culminante, Deus realiza Seus propósitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, os sermões não podem substituir o cuidado pastoral individual, o discipulado de proximidade ou os vários mandamentos de uns aos outros que Deus dá. Eles não são a única fortaleza do cristão. Mas têm um poder capaz de transformar vidas, modelar a eternidade e humilhar o diabo, mesmo em um domingo aparentemente comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, conheço duas famílias que rumam para o campo missionário graças aos sermões. Vejo dezenas de cristãos sendo encorajados, preservados e chamados a mais por meio de sermões. E eu consigo traçar a linha da minha própria história espiritual de volta a um sermão comum, simples e fiel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um Domingo Comum====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No dia 13 de abril de 2008, entrei na Igreja Comunitária de Mountain View por acaso. Alguém havia recomendado uma igreja diferente com &amp;quot;montanha&amp;quot; no nome (uma mania séria do Colorado), e eu confundi as duas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independentemente desse acidente, entrei no prédio um pouco perdido. Eu tinha acabado de começar a levar Jesus a sério, motivado pelas palavras de um evangelista do campus universitário, e minha cabeça estava cheia de noções teológicas confusas. Alguém me disse que eu deveria esperar falar em línguas. Outros descreveram a verdadeira conversão como um acontecimento externo dramático e arrebatador. Eu não sabia o que pensar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro foi normal, pelo que me lembro. A igreja pode ter cantado um ou dois hinos que eu não conhecia, mas, fora isso, eu já estava familiarizado com cultos desse tipo. O pastor pregou de forma simples, sem nenhum toque especial. Não me lembro de nada do sermão dele, exceto que era do Evangelho de João.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas naquela tarde, enquanto estava sozinho no meu quarto no dormitório da faculdade, percebi que minha confusão havia se acalmado, e minhas hesitações, deixadas de lado. E eu disse a Jesus que queria segui-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sermões que Salvam====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao refletir sobre aquele domingo, dezessete anos depois, me impressiona o padrão comum que ele revela. Deus adora pegar pessoas inquietas, levá-las a um encontro por caminhos estranhos e salvá-las por meio das palavras de homens simples.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere primeiro os caminhos incomuns que levam as pessoas às nossas igrejas. “Nunca sabemos o caminho traiçoeiro que os outros percorrem para chegar ao banco que compartilhamos domingo após domingo”, escreve Rosaria Butterfield (Openness Unhindered, 22). E muitas vezes também não conhecemos os caminhos estranhos, tortuosos, sinuosos e aparentemente acidentais que os outros percorrem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as semanas alguém entra em um prédio de igreja porque o viu da rua, porque um dos membros disse algo três meses atrás, porque os algoritmos da internet sugeriram o nome, ou porque a súplica de um ente querido finalmente prevaleceu. Alguns vêm em busca, outros vêm céticos, outros vêm confusos — mas todos vêm ao alcance da palavra salvadora de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere também os homens comuns que Deus frequentemente usa. O pregador que ouvi — e a quem ouviria muitas vezes mais — não era nada de mais. Ninguém reuniu seus sermões em um podcast. Mas ele era fiel, claro, sério e sincero, e Deus achou adequado usar essa combinação para o bem da minha alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você? Você provavelmente não é um super-pregador histórico mundialmente famoso, nem chega perto disso. Mas o Deus que salva compara Sua palavra à chuva ou à neve, que desce e não volta vazia (Isaías 55:10–11). Até mesmo o pregador mais comum pode ser uma nuvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, consideremos o tipo de pessoas que podem estar entre nós em um domingo qualquer. Quando entrei na congregação em abril de 2008, alguém já havia plantado, outro já havia regado e Deus, com apenas mais algumas gotas, estava pronto para fazer crescer (1 Coríntios 3:6). Quantas vezes essas pessoas se sentaram para ouvir nossa pregação? Quantas vezes mais elas vão fazer isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor, alguns dos rostos que você vê no domingo já ouviram o evangelho, já estão considerando a Cristo e agora precisam de só mais uma palavra sincera antes de virem a Ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Pregue com Expectativa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu apelo aos irmãos é o seguinte: preguem com grande expectativa. Pregue como se as pessoas diante de você não estivessem ali por acaso. Pregue como se uma semente estivesse prestes a germinar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Paulo viajava pelo mundo dos gentios, ele carregava consigo essa certeza inabalável:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Hão de vê-lo aqueles que não tiveram notícia dele,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e compreendê-lo os que nada tinham ouvido a seu respeito. (Romanos 15:21)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles verão. Eles o compreenderão. Sim, eles vão, pois Deus prometeu isso por meio de Seus profetas (Isaías 52:15), e Suas promessas não voltam vazias. Paulo sabia que Jesus morreu para fazer com que não apenas alguns, mas “muitos fossem considerados justos”; ele sabia que seu Senhor havia carregado “o pecado de muitos” (Isaías 53:10–12). E por isso ele pregava como se o seu ministério fosse um dos meios de Deus para trazer os muitos de volta ao lar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O coração de Deus não mudou dois mil anos depois. Seu Espírito não se afastou. Sua palavra não é menos como o martelo que já foi, nem menos ardente do que o fogo de outrora (Jeremias 23:29). Vocês pregam o mesmo evangelho salvador a serviço do mesmo Deus gracioso pelo mesmo Espírito poderoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, quem sabe o que vai acontecer neste domingo? Uma ovelha perdida pode ouvir a voz do Pastor na sua. Um coração endurecido pode ser amolecido. Uma alma desesperada pode voltar a acreditar que há perdão com Deus. Uma família pode dar seus primeiros passos em direção ao campo missionário. Ou uma semente, já plantada e talvez regada há muito tempo, pode finalmente germinar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois sermões mudam vidas.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:26:45 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_Serm%C3%B5es_Mudam_Vidas</comments>		</item>
		<item>
			<title>Você se Sente Amado por Deus?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Voc%C3%AA_se_Sente_Amado_por_Deus%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Do You Feel Loved by God?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; (João 3:16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns de vocês que estão lendo isto precisam se sentir amados por Deus novamente. Você não se sente amado(a) agora, pelo menos não nos seus piores momentos. Você pode saber que é amado por Deus, mas tem dificuldade em realmente saber disso (e ainda mais em sentir isso). Algo está obscurecendo o amor de Deus por você — nuvens diferentes em estórias diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero que você sinta o quanto é amado em Cristo. Então, deixe-me levar vocês ao versículo mais conhecido do mundo e mostrar quatro tipos de amor em João 3:16.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Deus Ama os que Não São Amados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro amor é o amor de Deus pelos que não são amados. “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito...&amp;quot; Quando você ouve Jesus dizer a palavra &amp;quot;mundo&amp;quot;, o que você ouve? Você ouve a palavra &amp;quot;mundo&amp;quot; e pensa em lugares como o Quênia, o Japão e o Brasil? Ou você ouve &amp;quot;mundo&amp;quot; e pensa em escuridão, maldade? “Porque Deus amou tanto os pecadores, que deu o seu Filho Unigênito...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira afirmação é certamente e belamente verdadeira — Deus ama e redime homens e mulheres de todas as tribos, línguas, povos e nações (Apocalipse 5:9–10). Mas o ponto principal de João 3:16 é que Deus ama os que não são amados. Ele ama os pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tipo de mundo ele ama? Ele ama o mundo que O desprezou e rejeitou. “E este é o julgamento: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (João 3:19). Não apenas fazíamos coisas ruins, mas também amávamos coisas ruins. Esse é o mundo que Jesus buscava. Esse é o mundo que Deus amou. Éramos pessoas más — conspirando o mal, praticando o mal, saboreando o mal — e, mesmo assim, Deus nos amava, mesmo quando nos escondíamos na escuridão. Deus ama os que não são amados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Deus Ama os Seus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Deus ama os crentes. Ele ama os seus. &amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; Deus ama os crentes, poupando-nos da morte — a pior morte — e nos dando a melhor vida que se possa imaginar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como Deus passa a amar os crentes? Ele envia seu Filho ao mundo e depois espera que alguém creia e, portanto, ame? Não, há mais nesse amor. Alguns versículos antes, Jesus diz a Nicodemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: &amp;quot;É necessário que nasçais de novo&amp;quot;. (João 3:3, 6–7)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode se surpreender com um homem que cura a cegueira, transforma água em vinho ou lê a mente das pessoas. Algo profundo, algo espiritual, tem que acontecer para que alguém veja esses mesmos sinais e adore — ou, nas palavras de João 3:16, veja o que Jesus fez e disse e creia. Devemos nascer de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como isso acontece? Jesus disse: &amp;quot;O vento sopra onde quer, você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito” (João 3:8). Você não pode prever, muito menos controlar, o Espírito. É como tentar controlar o vento. Não, Deus dá vida a quem Ele escolhe; esse é o ponto. Esse amor não espera por uma resposta. Esse amor entra na escuridão e traz os mortos à vida por meio de um novo e maior nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando digo: &amp;quot;Deus ama os crentes&amp;quot;, não quero dizer apenas que Ele ama aqueles que O amam. Quero dizer, ele realmente nos dá todo o amor que temos por ele. Deus ama aqueles que creem — todos os que creem — com um amor que ressuscita a vida, restaura a visão e desperta o amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;3. Deus Ama Seu Filho&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Esse terceiro amor é o amor do qual os outros dependem. &amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; A frase não faz sentido, a menos que o Pai realmente, realmente, realmente ame seu Filho.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Esse amor da eternidade passada era tão doce, tão intenso, tão puro, que transbordou em um universo. Deus criou o mundo para compartilhar o amor que Ele desfruta dentro da Divindade — Pai, Filho e Espírito. É assim que Jesus ora:&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Pai, desejo que também aqueles que me deste estejam comigo onde eu estiver, para verem a minha glória que me deste, porque me amaste antes da fundação do mundo. Eu lhes dei a conhecer o seu nome, e continuarei a fazê-lo, para que o amor com que o Senhor me amou esteja neles, e eu esteja neles. (João 17:24, 26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Deus sempre amou Seu Filho e sempre O amará.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;E, ainda assim, para realmente mostrar a altura, a largura, a profundidade e a glória desse amor, o Filho teve que morrer. Se os pecadores não fossem perecer, mas ter a vida eterna, se fôssemos conhecer esse amor e desfrutar desse Deus, alguém teria que morrer por nosso pecado. Esse alguém era o Filho de Deus, o Filho que encontramos em Jesus — totalmente Deus (Deus o suficiente para criar galáxias e mover montanhas) e totalmente homem (homem o suficiente para suar, sangrar e morrer).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Deus ama tanto o Seu Filho. E, ainda assim, por mais que O amasse — infinita e imensuravelmente — Ele entregou esse Filho, esse Tesouro, Seu próprio Coração, para que você pudesse ser Dele para sempre.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Deus Te Ama====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus ama os que não são amados. Deus ama os fiéis. Deus ama o Seu Filho. E, por fim, Deus ama você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto João revive a conversa entre Jesus e Nicodemos, e enquanto ouve Jesus dizer a este fariseu confuso e curioso: &amp;quot;É necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crer tenha a vida eterna&amp;quot; (João 3:14–15), João não consegue evitar intervir e dizer: &amp;quot;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; Você quase pode vê-lo se virando de Jesus e Nicodemos para nós e perguntando: “Então, você acredita? Está vendo? Você vai se afastar do seu pecado e se colocar sob a cachoeira desse amor?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você acreditar, todos esses quatro amores são seus. Deus entregou Seu precioso Filho por você na cruz. O corpo de Jesus foi partido por você. Seu sangue foi derramado por você. A ira que era destinada a você recaiu sobre ele. O que mais Deus precisa fazer para provar Seu amor por você?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele precisa curar essa doença? Ele precisa enviar um marido, uma esposa ou um filho? Ele precisa te dar esse trabalho? Ouça isto: Deus não precisa responder a essa oração para provar que Ele ama você. Ele não faz isso. Em Jesus, Ele já provou isso. Por trás de todas as nuvens que impedem você de se sentir amado por Deus, há um amor ardente, irresistível e imparável — maior e mais quente do que o Sol. Ele ama você. Ele ama você. Ele realmente ama você.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 18:14:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Voc%C3%AA_se_Sente_Amado_por_Deus%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Suffering Revealed How Weak I Was</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Suffering_Revealed_How_Weak_I_Was</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Suffering Revealed How Weak I Was para O Sofrimento Revelou Como Eu Era Fraco&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[O Sofrimento Revelou Como Eu Era Fraco]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:12:40 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Suffering_Revealed_How_Weak_I_Was</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Sofrimento Revelou Como Eu Era Fraco</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sofrimento_Revelou_Como_Eu_Era_Fraco</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Suffering Revealed How Weak I Was para O Sofrimento Revelou Como Eu Era Fraco&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Suffering Revealed How Weak I Was}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que aprendi com a insuficiência renal====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19 de outubro de 2014, é um dia que eu nunca esquecerei. É o dia em que minha vida mudou para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui para o hospital com sintomas que pareciam leves e, num piscar de olhos, fui internado por uma estadia de dez dias extremamente dolorosa. Nunca serei capaz de descrever adequadamente a dor que senti. Isso era uma dor como eu nunca soube que existia, e depois de um espasmo particularmente horrível e mais longo do que o habitual, olhei para minha esposa, Luella, e disse-lhe que queria morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava com insuficiência renal aguda, e se eu tivesse esperado mais sete a dez dias para ir ao hospital, eu não estaria escrevendo este post. Quatro anos e seis cirurgias depois, meus sintomas estão tão controlados quanto possível, mas eu fiquei com sequelas físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Corações sob ataque====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha experiência traumática, assim como as consequências que mudaram minha vida e que a acompanham, foram e continuam sendo de natureza física. Mas a minha experiência de sofrimento e a sua experiência de sofrimento nunca serão limitadas simplesmente ao reino físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sofrimento é emocionalmente exaustivo e espiritualmente pesado; é uma guerra espiritual. O sofrimento nunca é apenas uma questão do corpo, mas é sempre também uma questão do coração. Quando você sofre, seu coração está sob ataque. O sofrimento leva-nos às fronteiras da nossa fé. Isso nos leva a pensar em coisas que nunca pensamos antes e talvez até questionar coisas que pensávamos que estavam assentadas em nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você ainda não percebeu, você não é uma máquina. Se algo não funciona em uma máquina, a máquina não sente tristeza, não é tentada a se preocupar, não questiona crenças antigas, não deseja a vida de outra máquina e não se preocupa com o que o futuro reserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo glorioso desígnio de Deus, vivemos guiados por nossos corações (Provérbios 4:23; Marcos 7:14-23; Lucas 6:43-45). Mas muitos de nós, enquanto lutamos contra a causa isolada de nosso sofrimento, esquecemos de lutar por nossos corações. E assim, nos deixamos abertos a sofrimentos espirituais e emocionais mais complicados, duradouros e cada vez mais dolorosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Exposto pela dor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é humilhante admitir, mas minha experiência física fez duas coisas para mim. Primeiro, expôs um ídolo do próprio eu que eu nem sabia que estava lá. Três anos antes de ficar doente, perdi quarenta quilos, mudei toda a minha relação com a comida e comecei a me exercitar de forma mais agressiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funcionou. Consegui manter o peso e me senti mais jovem e com mais energia, como nunca havia me sentido em anos. Eu viajava todos os fins de semana para conferências ao redor do mundo e escrevia livro após livro no meio disso. Olho para trás e agora vejo que vivi com impressões de invencibilidade. Eu não era um homem jovem, mas eu senti como se estivesse no topo do meu jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando percebi que estava muito doente e que a fraqueza e o cansaço ficariam comigo pelo resto da minha vida, o golpe não foi apenas físico, mas emocional e espiritual também. Não sofri apenas dor física, mas também a dor ainda mais profunda da morte da minha ilusão de invencibilidade e do orgulho da produtividade. São questões de identidade sutis, mas profundamente arraigadas. Eu teria dito a vocês que minha identidade estava firmemente enraizada em Cristo, e havia aspectos importantes em que isso realmente era verdade. Mas, por trás disso, havia vestígios de autossuficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda coisa valiosa (e dolorosa) que minha experiência expôs foi a minha dificuldade em confiar plenamente em Deus e depender inteiramente Dele. A fraqueza simplesmente demonstra o que tem sido verdade o tempo todo: somos completamente dependentes de Deus para a vida, respiração e tudo o mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo diz em 2 Coríntios 12:9 que ele se vangloriará em sua fraqueza. Ele veio a saber que o poder de Deus é aperfeiçoado em sua fraqueza. Você vê, você e eu não devemos temer a fraqueza. Devemos temer nossa ilusão de força. Pessoas fortes tendem a não procurar ajuda, porque acham que não precisam dela. Quando você percebe que é fraco, passa a recorrer aos recursos infinitos do poder divino que lhe pertencem em Cristo. Na minha fraqueza conheci forças que nunca conheci antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nenhum vale é profundo demais====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está sofrendo agora? Se não, você vai algum dia. E enquanto isso, olhe em volta, porque alguém perto de você está sofrendo. No meio da sua dor ou da dor de outra pessoa, não negligencie o coração e as batalhas espirituais e emocionais que se travam dentro de nós pelo controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se de que as coisas dolorosas com as quais lidamos não são um acidente ruim, sorte horrível ou indicação de um fracasso maciço do plano de Deus. Observe como a Bíblia fala sobre nossa experiência no aqui e agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que o poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.  De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo.” (2 Coríntios 4:7-10)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus nos deixa neste mundo caído porque o que ele produz em nós é muito melhor do que a vida confortável que todos queremos. Eu nem sempre me senti assim, mas a verdade é que em nosso sofrimento Deus não está nos impondo menos, mas em sua graça, nos dando mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tenha esperança. As Escrituras nunca menosprezam o sofredor, nunca zombam da nossa dor, nunca fazem ouvidos surdos aos nossos clamores, e nunca nos condenam por nossa luta. A Bíblia apresenta ao sofredor um Deus que entende, que se importa, que nos convida a vir a Ele em busca de ajuda, e que promete um dia acabar com todo sofrimento de qualquer tipo para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu Senhor está em você, Ele está com você, e Ele está ao seu lado aqui, agora mesmo. Então, com a coragem do evangelho, continue caminhando em frente na fé, sabendo que não há um vale de sofrimento tão profundo que a graça de Deus em Jesus não seja mais profunda.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:12:40 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Sofrimento_Revelou_Como_Eu_Era_Fraco</comments>		</item>
		<item>
			<title>Revelou</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Revelou</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Revelou para Suffering Revealed How Weak I Was&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Suffering Revealed How Weak I Was]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:12:10 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Revelou</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Sofrimento Revelou Como Eu Era Fraco</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sofrimento_Revelou_Como_Eu_Era_Fraco</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Revelou para Suffering Revealed How Weak I Was&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Suffering Revealed How Weak I Was}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que aprendi com a insuficiência renal====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19 de outubro de 2014, é um dia que eu nunca esquecerei. É o dia em que minha vida mudou para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui para o hospital com sintomas que pareciam leves e, num piscar de olhos, fui internado por uma estadia de dez dias extremamente dolorosa. Nunca serei capaz de descrever adequadamente a dor que senti. Isso era uma dor como eu nunca soube que existia, e depois de um espasmo particularmente horrível e mais longo do que o habitual, olhei para minha esposa, Luella, e disse-lhe que queria morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava com insuficiência renal aguda, e se eu tivesse esperado mais sete a dez dias para ir ao hospital, eu não estaria escrevendo este post. Quatro anos e seis cirurgias depois, meus sintomas estão tão controlados quanto possível, mas eu fiquei com sequelas físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Corações sob ataque====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha experiência traumática, assim como as consequências que mudaram minha vida e que a acompanham, foram e continuam sendo de natureza física. Mas a minha experiência de sofrimento e a sua experiência de sofrimento nunca serão limitadas simplesmente ao reino físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sofrimento é emocionalmente exaustivo e espiritualmente pesado; é uma guerra espiritual. O sofrimento nunca é apenas uma questão do corpo, mas é sempre também uma questão do coração. Quando você sofre, seu coração está sob ataque. O sofrimento leva-nos às fronteiras da nossa fé. Isso nos leva a pensar em coisas que nunca pensamos antes e talvez até questionar coisas que pensávamos que estavam assentadas em nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você ainda não percebeu, você não é uma máquina. Se algo não funciona em uma máquina, a máquina não sente tristeza, não é tentada a se preocupar, não questiona crenças antigas, não deseja a vida de outra máquina e não se preocupa com o que o futuro reserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo glorioso desígnio de Deus, vivemos guiados por nossos corações (Provérbios 4:23; Marcos 7:14-23; Lucas 6:43-45). Mas muitos de nós, enquanto lutamos contra a causa isolada de nosso sofrimento, esquecemos de lutar por nossos corações. E assim, nos deixamos abertos a sofrimentos espirituais e emocionais mais complicados, duradouros e cada vez mais dolorosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Exposto pela dor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é humilhante admitir, mas minha experiência física fez duas coisas para mim. Primeiro, expôs um ídolo do próprio eu que eu nem sabia que estava lá. Três anos antes de ficar doente, perdi quarenta quilos, mudei toda a minha relação com a comida e comecei a me exercitar de forma mais agressiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funcionou. Consegui manter o peso e me senti mais jovem e com mais energia, como nunca havia me sentido em anos. Eu viajava todos os fins de semana para conferências ao redor do mundo e escrevia livro após livro no meio disso. Olho para trás e agora vejo que vivi com impressões de invencibilidade. Eu não era um homem jovem, mas eu senti como se estivesse no topo do meu jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando percebi que estava muito doente e que a fraqueza e o cansaço ficariam comigo pelo resto da minha vida, o golpe não foi apenas físico, mas emocional e espiritual também. Não sofri apenas dor física, mas também a dor ainda mais profunda da morte da minha ilusão de invencibilidade e do orgulho da produtividade. São questões de identidade sutis, mas profundamente arraigadas. Eu teria dito a vocês que minha identidade estava firmemente enraizada em Cristo, e havia aspectos importantes em que isso realmente era verdade. Mas, por trás disso, havia vestígios de autossuficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda coisa valiosa (e dolorosa) que minha experiência expôs foi a minha dificuldade em confiar plenamente em Deus e depender inteiramente Dele. A fraqueza simplesmente demonstra o que tem sido verdade o tempo todo: somos completamente dependentes de Deus para a vida, respiração e tudo o mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo diz em 2 Coríntios 12:9 que ele se vangloriará em sua fraqueza. Ele veio a saber que o poder de Deus é aperfeiçoado em sua fraqueza. Você vê, você e eu não devemos temer a fraqueza. Devemos temer nossa ilusão de força. Pessoas fortes tendem a não procurar ajuda, porque acham que não precisam dela. Quando você percebe que é fraco, passa a recorrer aos recursos infinitos do poder divino que lhe pertencem em Cristo. Na minha fraqueza conheci forças que nunca conheci antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nenhum vale é profundo demais====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está sofrendo agora? Se não, você vai algum dia. E enquanto isso, olhe em volta, porque alguém perto de você está sofrendo. No meio da sua dor ou da dor de outra pessoa, não negligencie o coração e as batalhas espirituais e emocionais que se travam dentro de nós pelo controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se de que as coisas dolorosas com as quais lidamos não são um acidente ruim, sorte horrível ou indicação de um fracasso maciço do plano de Deus. Observe como a Bíblia fala sobre nossa experiência no aqui e agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que o poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.  De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo.” (2 Coríntios 4:7-10)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus nos deixa neste mundo caído porque o que ele produz em nós é muito melhor do que a vida confortável que todos queremos. Eu nem sempre me senti assim, mas a verdade é que em nosso sofrimento Deus não está nos impondo menos, mas em sua graça, nos dando mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tenha esperança. As Escrituras nunca menosprezam o sofredor, nunca zombam da nossa dor, nunca fazem ouvidos surdos aos nossos clamores, e nunca nos condenam por nossa luta. A Bíblia apresenta ao sofredor um Deus que entende, que se importa, que nos convida a vir a Ele em busca de ajuda, e que promete um dia acabar com todo sofrimento de qualquer tipo para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu Senhor está em você, Ele está com você, e Ele está ao seu lado aqui, agora mesmo. Então, com a coragem do evangelho, continue caminhando em frente na fé, sabendo que não há um vale de sofrimento tão profundo que a graça de Deus em Jesus não seja mais profunda.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:12:10 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Sofrimento_Revelou_Como_Eu_Era_Fraco</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Sofrimento Revelou Como Eu Era Fraco</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sofrimento_Revelou_Como_Eu_Era_Fraco</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Suffering Revealed How Weak I Was}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====O que aprendi com a insuficiência renal====  19 de outubro de 2014, é um dia que eu nunca esquecerei. É o dia em que m...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Suffering Revealed How Weak I Was}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que aprendi com a insuficiência renal====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19 de outubro de 2014, é um dia que eu nunca esquecerei. É o dia em que minha vida mudou para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui para o hospital com sintomas que pareciam leves e, num piscar de olhos, fui internado por uma estadia de dez dias extremamente dolorosa. Nunca serei capaz de descrever adequadamente a dor que senti. Isso era uma dor como eu nunca soube que existia, e depois de um espasmo particularmente horrível e mais longo do que o habitual, olhei para minha esposa, Luella, e disse-lhe que queria morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava com insuficiência renal aguda, e se eu tivesse esperado mais sete a dez dias para ir ao hospital, eu não estaria escrevendo este post. Quatro anos e seis cirurgias depois, meus sintomas estão tão controlados quanto possível, mas eu fiquei com sequelas físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Corações sob ataque====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha experiência traumática, assim como as consequências que mudaram minha vida e que a acompanham, foram e continuam sendo de natureza física. Mas a minha experiência de sofrimento e a sua experiência de sofrimento nunca serão limitadas simplesmente ao reino físico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sofrimento é emocionalmente exaustivo e espiritualmente pesado; é uma guerra espiritual. O sofrimento nunca é apenas uma questão do corpo, mas é sempre também uma questão do coração. Quando você sofre, seu coração está sob ataque. O sofrimento leva-nos às fronteiras da nossa fé. Isso nos leva a pensar em coisas que nunca pensamos antes e talvez até questionar coisas que pensávamos que estavam assentadas em nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você ainda não percebeu, você não é uma máquina. Se algo não funciona em uma máquina, a máquina não sente tristeza, não é tentada a se preocupar, não questiona crenças antigas, não deseja a vida de outra máquina e não se preocupa com o que o futuro reserva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo glorioso desígnio de Deus, vivemos guiados por nossos corações (Provérbios 4:23; Marcos 7:14-23; Lucas 6:43-45). Mas muitos de nós, enquanto lutamos contra a causa isolada de nosso sofrimento, esquecemos de lutar por nossos corações. E assim, nos deixamos abertos a sofrimentos espirituais e emocionais mais complicados, duradouros e cada vez mais dolorosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Exposto pela dor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é humilhante admitir, mas minha experiência física fez duas coisas para mim. Primeiro, expôs um ídolo do próprio eu que eu nem sabia que estava lá. Três anos antes de ficar doente, perdi quarenta quilos, mudei toda a minha relação com a comida e comecei a me exercitar de forma mais agressiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funcionou. Consegui manter o peso e me senti mais jovem e com mais energia, como nunca havia me sentido em anos. Eu viajava todos os fins de semana para conferências ao redor do mundo e escrevia livro após livro no meio disso. Olho para trás e agora vejo que vivi com impressões de invencibilidade. Eu não era um homem jovem, mas eu senti como se estivesse no topo do meu jogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando percebi que estava muito doente e que a fraqueza e o cansaço ficariam comigo pelo resto da minha vida, o golpe não foi apenas físico, mas emocional e espiritual também. Não sofri apenas dor física, mas também a dor ainda mais profunda da morte da minha ilusão de invencibilidade e do orgulho da produtividade. São questões de identidade sutis, mas profundamente arraigadas. Eu teria dito a vocês que minha identidade estava firmemente enraizada em Cristo, e havia aspectos importantes em que isso realmente era verdade. Mas, por trás disso, havia vestígios de autossuficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda coisa valiosa (e dolorosa) que minha experiência expôs foi a minha dificuldade em confiar plenamente em Deus e depender inteiramente Dele. A fraqueza simplesmente demonstra o que tem sido verdade o tempo todo: somos completamente dependentes de Deus para a vida, respiração e tudo o mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo diz em 2 Coríntios 12:9 que ele se vangloriará em sua fraqueza. Ele veio a saber que o poder de Deus é aperfeiçoado em sua fraqueza. Você vê, você e eu não devemos temer a fraqueza. Devemos temer nossa ilusão de força. Pessoas fortes tendem a não procurar ajuda, porque acham que não precisam dela. Quando você percebe que é fraco, passa a recorrer aos recursos infinitos do poder divino que lhe pertencem em Cristo. Na minha fraqueza conheci forças que nunca conheci antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nenhum vale é profundo demais====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está sofrendo agora? Se não, você vai algum dia. E enquanto isso, olhe em volta, porque alguém perto de você está sofrendo. No meio da sua dor ou da dor de outra pessoa, não negligencie o coração e as batalhas espirituais e emocionais que se travam dentro de nós pelo controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se de que as coisas dolorosas com as quais lidamos não são um acidente ruim, sorte horrível ou indicação de um fracasso maciço do plano de Deus. Observe como a Bíblia fala sobre nossa experiência no aqui e agora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que o poder que a tudo excede provém de Deus, e não de nós.  De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo.” (2 Coríntios 4:7-10)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus nos deixa neste mundo caído porque o que ele produz em nós é muito melhor do que a vida confortável que todos queremos. Eu nem sempre me senti assim, mas a verdade é que em nosso sofrimento Deus não está nos impondo menos, mas em sua graça, nos dando mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E tenha esperança. As Escrituras nunca menosprezam o sofredor, nunca zombam da nossa dor, nunca fazem ouvidos surdos aos nossos clamores, e nunca nos condenam por nossa luta. A Bíblia apresenta ao sofredor um Deus que entende, que se importa, que nos convida a vir a Ele em busca de ajuda, e que promete um dia acabar com todo sofrimento de qualquer tipo para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu Senhor está em você, Ele está com você, e Ele está ao seu lado aqui, agora mesmo. Então, com a coragem do evangelho, continue caminhando em frente na fé, sabendo que não há um vale de sofrimento tão profundo que a graça de Deus em Jesus não seja mais profunda.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 19:11:39 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Sofrimento_Revelou_Como_Eu_Era_Fraco</comments>		</item>
		<item>
			<title>Amado</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amado</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Amado para Você se Sente Amado por Deus?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Você se Sente Amado por Deus?]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 18:34:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Amado</comments>		</item>
		<item>
			<title>Você se Sente Amado por Deus?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Voc%C3%AA_se_Sente_Amado_por_Deus%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Amado para Você se Sente Amado por Deus?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Do You Feel Loved by God?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; (João 3:16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns de vocês que estão lendo isto precisam se sentir amados por Deus novamente. Você não se sente amado(a) agora, pelo menos não nos seus piores momentos. Você pode saber que é amado por Deus, mas tem dificuldade em realmente saber disso (e ainda mais em sentir isso). Algo está obscurecendo o amor de Deus por você — nuvens diferentes em estórias diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero que você sinta o quanto é amado em Cristo. Então, deixe-me levar vocês ao versículo mais conhecido do mundo e mostrar quatro tipos de amor em João 3:16.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Deus Ama os que Não São Amados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro amor é o amor de Deus pelos que não são amados. “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito...&amp;quot; Quando você ouve Jesus dizer a palavra &amp;quot;mundo&amp;quot;, o que você ouve? Você ouve a palavra &amp;quot;mundo&amp;quot; e pensa em lugares como o Quênia, o Japão e o Brasil? Ou você ouve &amp;quot;mundo&amp;quot; e pensa em escuridão, maldade? “Porque Deus amou tanto os pecadores, que deu o seu Filho Unigênito...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira afirmação é certamente e belamente verdadeira — Deus ama e redime homens e mulheres de todas as tribos, línguas, povos e nações (Apocalipse 5:9–10). Mas o ponto principal de João 3:16 é que Deus ama os que não são amados. Ele ama os pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tipo de mundo ele ama? Ele ama o mundo que O desprezou e rejeitou. “E este é o julgamento: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (João 3:19). Não apenas fazíamos coisas ruins, mas também amávamos coisas ruins. Esse é o mundo que Jesus buscava. Esse é o mundo que Deus amou. Éramos pessoas más — conspirando o mal, praticando o mal, saboreando o mal — e, mesmo assim, Deus nos amava, mesmo quando nos escondíamos na escuridão. Deus ama os que não são amados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Deus Ama os Seus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Deus ama os crentes. Ele ama os seus. &amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; Deus ama os crentes, poupando-nos da morte — a pior morte — e nos dando a melhor vida que se possa imaginar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como Deus passa a amar os crentes? Ele envia seu Filho ao mundo e depois espera que alguém creia e, portanto, ame? Não, há mais nesse amor. Alguns versículos antes, Jesus diz a Nicodemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: &amp;quot;É necessário que nasçais de novo&amp;quot;. (João 3:3, 6–7)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode se surpreender com um homem que cura a cegueira, transforma água em vinho ou lê a mente das pessoas. Algo profundo, algo espiritual, tem que acontecer para que alguém veja esses mesmos sinais e adore — ou, nas palavras de João 3:16, veja o que Jesus fez e disse e creia. Devemos nascer de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como isso acontece? Jesus disse: &amp;quot;O vento sopra onde quer, você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito” (João 3:8). Você não pode prever, muito menos controlar, o Espírito. É como tentar controlar o vento. Não, Deus dá vida a quem Ele escolhe; esse é o ponto. Esse amor não espera por uma resposta. Esse amor entra na escuridão e traz os mortos à vida por meio de um novo e maior nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando digo: &amp;quot;Deus ama os crentes&amp;quot;, não quero dizer apenas que Ele ama aqueles que O amam. Quero dizer, ele realmente nos dá todo o amor que temos por ele. Deus ama aqueles que creem — todos os que creem — com um amor que ressuscita a vida, restaura a visão e desperta o amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus Ama Seu Filho====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse terceiro amor é o amor do qual os outros dependem. &amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; A frase não faz sentido, a menos que o Pai realmente, realmente, realmente ame seu Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse amor da eternidade passada era tão doce, tão intenso, tão puro, que transbordou em um universo. Deus criou o mundo para compartilhar o amor que Ele desfruta dentro da Divindade — Pai, Filho e Espírito. É assim que Jesus ora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Pai, desejo que também aqueles que me deste estejam comigo onde eu estiver, para verem a minha glória que me deste, porque me amaste antes da fundação do mundo. Eu lhes dei a conhecer o seu nome, e continuarei a fazê-lo, para que o amor com que o Senhor me amou esteja neles, e eu esteja neles. (João 17:24, 26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus sempre amou Seu Filho e sempre O amará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, ainda assim, para realmente mostrar a altura, a largura, a profundidade e a glória desse amor, o Filho teve que morrer. Se os pecadores não fossem perecer, mas ter a vida eterna, se fôssemos conhecer esse amor e desfrutar desse Deus, alguém teria que morrer por nosso pecado. Esse alguém era o Filho de Deus, o Filho que encontramos em Jesus — totalmente Deus (Deus o suficiente para criar galáxias e mover montanhas) e totalmente homem (homem o suficiente para suar, sangrar e morrer).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus ama tanto o Seu Filho. E, ainda assim, por mais que O amasse — infinita e imensuravelmente — Ele entregou esse Filho, esse Tesouro, Seu próprio Coração, para que você pudesse ser Dele para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Deus Te Ama====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus ama os que não são amados. Deus ama os fiéis. Deus ama o Seu Filho. E, por fim, Deus ama você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto João revive a conversa entre Jesus e Nicodemos, e enquanto ouve Jesus dizer a este fariseu confuso e curioso: &amp;quot;É necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crer tenha a vida eterna&amp;quot; (João 3:14–15), João não consegue evitar intervir e dizer: &amp;quot;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; Você quase pode vê-lo se virando de Jesus e Nicodemos para nós e perguntando: “Então, você acredita? Está vendo? Você vai se afastar do seu pecado e se colocar sob a cachoeira desse amor?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você acreditar, todos esses quatro amores são seus. Deus entregou Seu precioso Filho por você na cruz. O corpo de Jesus foi partido por você. Seu sangue foi derramado por você. A ira que era destinada a você recaiu sobre ele. O que mais Deus precisa fazer para provar Seu amor por você?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele precisa curar essa doença? Ele precisa enviar um marido, uma esposa ou um filho? Ele precisa te dar esse trabalho? Ouça isto: Deus não precisa responder a essa oração para provar que Ele ama você. Ele não faz isso. Em Jesus, Ele já provou isso. Por trás de todas as nuvens que impedem você de se sentir amado por Deus, há um amor ardente, irresistível e imparável — maior e mais quente do que o Sol. Ele ama você. Ele ama você. Ele realmente ama você.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 18:34:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Voc%C3%AA_se_Sente_Amado_por_Deus%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Você se Sente Amado por Deus?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Voc%C3%AA_se_Sente_Amado_por_Deus%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Do You Feel Loved by God?}}&amp;lt;br&amp;gt;  &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo que nele crer não pereça, mas tenha a vid...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Do You Feel Loved by God?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; (João 3:16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns de vocês que estão lendo isto precisam se sentir amados por Deus novamente. Você não se sente amado(a) agora, pelo menos não nos seus piores momentos. Você pode saber que é amado por Deus, mas tem dificuldade em realmente saber disso (e ainda mais em sentir isso). Algo está obscurecendo o amor de Deus por você — nuvens diferentes em estórias diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero que você sinta o quanto é amado em Cristo. Então, deixe-me levar vocês ao versículo mais conhecido do mundo e mostrar quatro tipos de amor em João 3:16.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Deus Ama os que Não São Amados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro amor é o amor de Deus pelos que não são amados. “Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito...&amp;quot; Quando você ouve Jesus dizer a palavra &amp;quot;mundo&amp;quot;, o que você ouve? Você ouve a palavra &amp;quot;mundo&amp;quot; e pensa em lugares como o Quênia, o Japão e o Brasil? Ou você ouve &amp;quot;mundo&amp;quot; e pensa em escuridão, maldade? “Porque Deus amou tanto os pecadores, que deu o seu Filho Unigênito...”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira afirmação é certamente e belamente verdadeira — Deus ama e redime homens e mulheres de todas as tribos, línguas, povos e nações (Apocalipse 5:9–10). Mas o ponto principal de João 3:16 é que Deus ama os que não são amados. Ele ama os pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tipo de mundo ele ama? Ele ama o mundo que O desprezou e rejeitou. “E este é o julgamento: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (João 3:19). Não apenas fazíamos coisas ruins, mas também amávamos coisas ruins. Esse é o mundo que Jesus buscava. Esse é o mundo que Deus amou. Éramos pessoas más — conspirando o mal, praticando o mal, saboreando o mal — e, mesmo assim, Deus nos amava, mesmo quando nos escondíamos na escuridão. Deus ama os que não são amados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Deus Ama os Seus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Deus ama os crentes. Ele ama os seus. &amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; Deus ama os crentes, poupando-nos da morte — a pior morte — e nos dando a melhor vida que se possa imaginar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como Deus passa a amar os crentes? Ele envia seu Filho ao mundo e depois espera que alguém creia e, portanto, ame? Não, há mais nesse amor. Alguns versículos antes, Jesus diz a Nicodemos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: &amp;quot;É necessário que nasçais de novo&amp;quot;. (João 3:3, 6–7)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um pode se surpreender com um homem que cura a cegueira, transforma água em vinho ou lê a mente das pessoas. Algo profundo, algo espiritual, tem que acontecer para que alguém veja esses mesmos sinais e adore — ou, nas palavras de João 3:16, veja o que Jesus fez e disse e creia. Devemos nascer de novo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como isso acontece? Jesus disse: &amp;quot;O vento sopra onde quer, você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito” (João 3:8). Você não pode prever, muito menos controlar, o Espírito. É como tentar controlar o vento. Não, Deus dá vida a quem Ele escolhe; esse é o ponto. Esse amor não espera por uma resposta. Esse amor entra na escuridão e traz os mortos à vida por meio de um novo e maior nascimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando digo: &amp;quot;Deus ama os crentes&amp;quot;, não quero dizer apenas que Ele ama aqueles que O amam. Quero dizer, ele realmente nos dá todo o amor que temos por ele. Deus ama aqueles que creem — todos os que creem — com um amor que ressuscita a vida, restaura a visão e desperta o amor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus Ama Seu Filho====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse terceiro amor é o amor do qual os outros dependem. &amp;quot;Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; A frase não faz sentido, a menos que o Pai realmente, realmente, realmente ame seu Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse amor da eternidade passada era tão doce, tão intenso, tão puro, que transbordou em um universo. Deus criou o mundo para compartilhar o amor que Ele desfruta dentro da Divindade — Pai, Filho e Espírito. É assim que Jesus ora:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Pai, desejo que também aqueles que me deste estejam comigo onde eu estiver, para verem a minha glória que me deste, porque me amaste antes da fundação do mundo. Eu lhes dei a conhecer o seu nome, e continuarei a fazê-lo, para que o amor com que o Senhor me amou esteja neles, e eu esteja neles. (João 17:24, 26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus sempre amou Seu Filho e sempre O amará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, ainda assim, para realmente mostrar a altura, a largura, a profundidade e a glória desse amor, o Filho teve que morrer. Se os pecadores não fossem perecer, mas ter a vida eterna, se fôssemos conhecer esse amor e desfrutar desse Deus, alguém teria que morrer por nosso pecado. Esse alguém era o Filho de Deus, o Filho que encontramos em Jesus — totalmente Deus (Deus o suficiente para criar galáxias e mover montanhas) e totalmente homem (homem o suficiente para suar, sangrar e morrer).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus ama tanto o Seu Filho. E, ainda assim, por mais que O amasse — infinita e imensuravelmente — Ele entregou esse Filho, esse Tesouro, Seu próprio Coração, para que você pudesse ser Dele para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Deus Te Ama====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus ama os que não são amados. Deus ama os fiéis. Deus ama o Seu Filho. E, por fim, Deus ama você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto João revive a conversa entre Jesus e Nicodemos, e enquanto ouve Jesus dizer a este fariseu confuso e curioso: &amp;quot;É necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crer tenha a vida eterna&amp;quot; (João 3:14–15), João não consegue evitar intervir e dizer: &amp;quot;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.&amp;quot; Você quase pode vê-lo se virando de Jesus e Nicodemos para nós e perguntando: “Então, você acredita? Está vendo? Você vai se afastar do seu pecado e se colocar sob a cachoeira desse amor?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você acreditar, todos esses quatro amores são seus. Deus entregou Seu precioso Filho por você na cruz. O corpo de Jesus foi partido por você. Seu sangue foi derramado por você. A ira que era destinada a você recaiu sobre ele. O que mais Deus precisa fazer para provar Seu amor por você?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele precisa curar essa doença? Ele precisa enviar um marido, uma esposa ou um filho? Ele precisa te dar esse trabalho? Ouça isto: Deus não precisa responder a essa oração para provar que Ele ama você. Ele não faz isso. Em Jesus, Ele já provou isso. Por trás de todas as nuvens que impedem você de se sentir amado por Deus, há um amor ardente, irresistível e imparável — maior e mais quente do que o Sol. Ele ama você. Ele ama você. Ele realmente ama você.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 18:32:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Voc%C3%AA_se_Sente_Amado_por_Deus%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Temos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Temos</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Temos para Tudo o que Temos é Cristo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Tudo o que Temos é Cristo]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:57:43 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Temos</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tudo o que Temos é Cristo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tudo_o_que_Temos_%C3%A9_Cristo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Temos para Tudo o que Temos é Cristo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All We Have Is Christ}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Qualquer ganho que eu tinha, eu o contabilizava como perda por causa de Cristo. Na verdade, eu contabilizo tudo como perda devido ao valor supremo de conhecer Cristo Jesus, meu Senhor.&amp;lt;/i&amp;gt; (Filipenses 3:7-8)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cantarmos &amp;quot;tudo o que tenho é Cristo&amp;quot;, com o coração cheio, temos que acreditar que Cristo é melhor do que tudo o que já tivemos ou conhecemos além dele. &amp;quot;Tudo o que tenho&amp;quot; significa que todo o resto desapareceu, pelo menos em comparação. Nada mais pode resistir à luz da alegria que ele traz. Mesmo os melhores presentes que Deus nos deu não passam de sugestões do que ele representa para nós — sugestões belas, misericordiosas e agradáveis, mas, ainda assim, apenas sugestões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No íntimo do seu coração, como Jesus se compara aos seus outros amores? Todos os outros bens, todos os outros talentos, todos os outros relacionamentos se curvam diante dele? Ou ele costuma se perder nos detalhes de outros prazeres? Você ficaria feliz em ter Cristo se não pudesse ter nada além dele? Você pode dizer com o Salmo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Quem tenho eu no céu senão você?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E não há nada na terra que eu deseje além de você.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Minha carne e meu coração podem falhar,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
(Salmos 73:25-26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Valor Extraordinário de Conhecê-Lo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O apóstolo Paulo soube o que era ter tudo aqui na terra — sucesso, poder, riqueza, estima. E soube o que foi ter tudo arrancado — expulso das cidades, afastado daqueles que amava, jogado na prisão, espancado e apedrejado quase até a morte — e, ainda assim, ganhar tudo. Ele teria adorado cantar,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Aleluia! Tudo o que tenho é Cristo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aleluia! Jesus é minha vida&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de tudo o que ele costumava ter, e tudo o que ele agora tinha perdido enquanto seguia Jesus, Paulo podia dizer: &amp;quot;Qualquer ganho que eu tivesse, eu contabilizava como perda por causa de Cristo. Na verdade, eu contabilizo tudo como perda devido ao valor supremo de conhecer Cristo Jesus, meu Senhor&amp;quot; (Filipenses 3:7-8). Conhecer Cristo não podia ser medido ou ofuscado. Muitas das coisas de que ele desfrutava antes de conhecer Jesus ainda eram boas, mas a alegria de conhecer Jesus não podia ser medida nem ofuscada (Filipenses 3:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, no entanto, houve um dia, para cada um de nós, em que conhecê-lo não parecia extremamente valioso, ou mesmo necessário. Vivíamos nas trevas e amávamos as trevas (João 3:19).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Tudo O Que Pensávamos Que Tínhamos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que os pobres e desprezados na época de Jesus eram os mais propensos a recebê-lo? O próprio Jesus explicou o porquê: &amp;quot;Os que estão bem não precisam de médico, mas os doentes sim. Não vim chamar os justos, mas os pecadores&amp;quot; (Marcos 2:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantos de nós, no fundo, nos considerávamos bem — seguros, amados, felizes, bons — e, por isso, achávamos que não tínhamos necessidade de Jesus? Talvez tenhamos seguido as formalidades do Cristianismo, mas a cruz era, na verdade, apenas nossa apólice de seguro contra o inferno, e não a nova âncora e fonte de nossa vida. Cristo era o nosso perdão, mas não a nossa vida, porque ainda amávamos as trevas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estávamos perdidos na noite mais escura. Quando se tratava dos aspectos mais essenciais da vida, não conseguíamos enxergar a mão que segurávamos na frente do nosso rosto. E ainda assim achávamos que conhecíamos o caminho. Mesmo quando éramos cegos e surdos à realidade — o quanto éramos realmente pecadores, o quanto Jesus é realmente gratificante, o quanto desesperadamente precisávamos de graça e misericórdia — confiávamos em nossos sentidos mesmo assim. Seguimos correndo, em todas as direções, menos na de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nos achávamos ricos. Provavelmente nunca pensamos nesses termos, mas o pecado nos prometeu alegria e vida. E nós acreditamos. O diabo &amp;quot;é mentiroso e pai da mentira&amp;quot; (João 8:44), transformando a iniquidade em beleza, a escravidão em liberdade, a fumaça do inferno em névoa inofensiva. Satanás se aproveita da apatia de nossos corações e da vibração de nossos pensamentos para fazer a vida nas trevas parecer encantadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Tudo o Que Encontramos Nele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Deus nos tivesse deixado por nossa própria conta, ainda e sempre o recusaríamos. Mas Deus alcançou a morte e arrancou todas as nossas recusas a Ele. Olhamos para tudo o que pensávamos ter e sabíamos que precisávamos de muito mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus conta a história, a nossa história: &amp;quot;O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo, que um homem encontrou e escondeu. Então, na sua alegria, ele vai e vende tudo o que tem e compra aquele campo&amp;quot; (Mateus 13:44). Nós tínhamos corrido e fugido do único campo que poderia nos satisfazer, e então o campo correu para nos encontrar. Agora tudo o que conhecemos é graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, porque Jesus é nossa vida, nossa vida é para Jesus. Queremos que essa vida resgatada seja uma vida ''frutífera'', levando as outras pessoas para dentro de tudo o que temos em Cristo. Queremos que outra pessoa finalmente deixe a escuridão porque viu a luz em nós. Mais uma vez, Jesus diz: &amp;quot;Quem pratica a verdade vem para a luz, para que fique claro que suas obras foram realizadas em Deus&amp;quot; (João 3:21). Queremos que os outros vejam que a força, a sabedoria e a alegria de que precisamos para obedecer a Deus nunca poderiam vir de dentro de nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós devemos ser carregados por Deus para Deus, dia a dia, até que a morte finalmente nos traga à Vida.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:57:43 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tudo_o_que_Temos_%C3%A9_Cristo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tudo o que Temos é Cristo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tudo_o_que_Temos_%C3%A9_Cristo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|All We Have Is Christ}}&amp;lt;br&amp;gt;  &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Qualquer ganho que eu tinha, eu o contabilizava como perda por causa de Cristo. Na verdade, eu contabilizo tudo como perda...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All We Have Is Christ}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Qualquer ganho que eu tinha, eu o contabilizava como perda por causa de Cristo. Na verdade, eu contabilizo tudo como perda devido ao valor supremo de conhecer Cristo Jesus, meu Senhor.&amp;lt;/i&amp;gt; (Filipenses 3:7-8)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cantarmos &amp;quot;tudo o que tenho é Cristo&amp;quot;, com o coração cheio, temos que acreditar que Cristo é melhor do que tudo o que já tivemos ou conhecemos além dele. &amp;quot;Tudo o que tenho&amp;quot; significa que todo o resto desapareceu, pelo menos em comparação. Nada mais pode resistir à luz da alegria que ele traz. Mesmo os melhores presentes que Deus nos deu não passam de sugestões do que ele representa para nós — sugestões belas, misericordiosas e agradáveis, mas, ainda assim, apenas sugestões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No íntimo do seu coração, como Jesus se compara aos seus outros amores? Todos os outros bens, todos os outros talentos, todos os outros relacionamentos se curvam diante dele? Ou ele costuma se perder nos detalhes de outros prazeres? Você ficaria feliz em ter Cristo se não pudesse ter nada além dele? Você pode dizer com o Salmo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Quem tenho eu no céu senão você?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E não há nada na terra que eu deseje além de você.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Minha carne e meu coração podem falhar,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
(Salmos 73:25-26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Valor Extraordinário de Conhecê-Lo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O apóstolo Paulo soube o que era ter tudo aqui na terra — sucesso, poder, riqueza, estima. E soube o que foi ter tudo arrancado — expulso das cidades, afastado daqueles que amava, jogado na prisão, espancado e apedrejado quase até a morte — e, ainda assim, ganhar tudo. Ele teria adorado cantar,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Aleluia! Tudo o que tenho é Cristo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aleluia! Jesus é minha vida&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de tudo o que ele costumava ter, e tudo o que ele agora tinha perdido enquanto seguia Jesus, Paulo podia dizer: &amp;quot;Qualquer ganho que eu tivesse, eu contabilizava como perda por causa de Cristo. Na verdade, eu contabilizo tudo como perda devido ao valor supremo de conhecer Cristo Jesus, meu Senhor&amp;quot; (Filipenses 3:7-8). Conhecer Cristo não podia ser medido ou ofuscado. Muitas das coisas de que ele desfrutava antes de conhecer Jesus ainda eram boas, mas a alegria de conhecer Jesus não podia ser medida nem ofuscada (Filipenses 3:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, no entanto, houve um dia, para cada um de nós, em que conhecê-lo não parecia extremamente valioso, ou mesmo necessário. Vivíamos nas trevas e amávamos as trevas (João 3:19).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Tudo O Que Pensávamos Que Tínhamos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que os pobres e desprezados na época de Jesus eram os mais propensos a recebê-lo? O próprio Jesus explicou o porquê: &amp;quot;Os que estão bem não precisam de médico, mas os doentes sim. Não vim chamar os justos, mas os pecadores&amp;quot; (Marcos 2:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantos de nós, no fundo, nos considerávamos bem — seguros, amados, felizes, bons — e, por isso, achávamos que não tínhamos necessidade de Jesus? Talvez tenhamos seguido as formalidades do Cristianismo, mas a cruz era, na verdade, apenas nossa apólice de seguro contra o inferno, e não a nova âncora e fonte de nossa vida. Cristo era o nosso perdão, mas não a nossa vida, porque ainda amávamos as trevas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estávamos perdidos na noite mais escura. Quando se tratava dos aspectos mais essenciais da vida, não conseguíamos enxergar a mão que segurávamos na frente do nosso rosto. E ainda assim achávamos que conhecíamos o caminho. Mesmo quando éramos cegos e surdos à realidade — o quanto éramos realmente pecadores, o quanto Jesus é realmente gratificante, o quanto desesperadamente precisávamos de graça e misericórdia — confiávamos em nossos sentidos mesmo assim. Seguimos correndo, em todas as direções, menos na de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nos achávamos ricos. Provavelmente nunca pensamos nesses termos, mas o pecado nos prometeu alegria e vida. E nós acreditamos. O diabo &amp;quot;é mentiroso e pai da mentira&amp;quot; (João 8:44), transformando a iniquidade em beleza, a escravidão em liberdade, a fumaça do inferno em névoa inofensiva. Satanás se aproveita da apatia de nossos corações e da vibração de nossos pensamentos para fazer a vida nas trevas parecer encantadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Tudo o Que Encontramos Nele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Deus nos tivesse deixado por nossa própria conta, ainda e sempre o recusaríamos. Mas Deus alcançou a morte e arrancou todas as nossas recusas a Ele. Olhamos para tudo o que pensávamos ter e sabíamos que precisávamos de muito mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus conta a história, a nossa história: &amp;quot;O Reino dos céus é como um tesouro escondido num campo, que um homem encontrou e escondeu. Então, na sua alegria, ele vai e vende tudo o que tem e compra aquele campo&amp;quot; (Mateus 13:44). Nós tínhamos corrido e fugido do único campo que poderia nos satisfazer, e então o campo correu para nos encontrar. Agora tudo o que conhecemos é graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, porque Jesus é nossa vida, nossa vida é para Jesus. Queremos que essa vida resgatada seja uma vida ''frutífera'', levando as outras pessoas para dentro de tudo o que temos em Cristo. Queremos que outra pessoa finalmente deixe a escuridão porque viu a luz em nós. Mais uma vez, Jesus diz: &amp;quot;Quem pratica a verdade vem para a luz, para que fique claro que suas obras foram realizadas em Deus&amp;quot; (João 3:21). Queremos que os outros vejam que a força, a sabedoria e a alegria de que precisamos para obedecer a Deus nunca poderiam vir de dentro de nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós devemos ser carregados por Deus para Deus, dia a dia, até que a morte finalmente nos traga à Vida.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:56:52 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tudo_o_que_Temos_%C3%A9_Cristo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Nosso</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Nosso</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Nosso para Nosso Deus nos ouve&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Nosso Deus nos ouve]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:15:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Nosso</comments>		</item>
		<item>
			<title>Nosso Deus nos ouve</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Nosso_Deus_nos_ouve</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Nosso para Nosso Deus nos ouve&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Our God Listens}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você foi convidado a falar com o Deus do universo, o Todo-Poderoso. Não apenas o mais poderoso, mas o ''todo-poderoso''. Todo o poder é dele e está sob seu controle. E é ele quem o criou e o mantém vivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse Deus, o único Deus — todo-poderoso, criador, salvador — ''fala conosco'' para se revelar, para que possamos conhecê-lo de verdade, mas ele não se ''limita'' a falar. Em uma das maiores maravilhas de todo o mundo e da história, esse Deus escuta. Primeiro, Ele fala e nos convida a responder. Depois, Ele faz uma pausa. Ele se inclina. Ele inclina o ouvido para o seu povo. E Ele ''nos ouve'' nessa maravilha que tantas vezes consideramos natural e que, de forma tão leviana, chamamos de oração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que vem antes da oração====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maravilha da oração pode nos levar a ignorar uma realidade fundamental antes de começarmos a “entrar em contato” com o Deus do céu. Há uma ordem em como Ele fala e escuta, e também em como nós fazemos isso. Ele é Deus; nós não somos. Tenha isso bem presente todos os dias e para sempre. Ele fala primeiro, depois escuta. Nós, primeiro, escutamos, depois falamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oração não é uma conversa que iniciamos. Pelo contrário, é Deus quem toma a iniciativa. Primeiro, Ele falou. Ele se revelou a nós em seu mundo, em sua palavra e no Verbo. E, por meio de sua palavra, iluminada por seu Espírito, Ele continua a falar. “Vede que não rejeiteis ao que fala” (Hebreus 12:25). Sua palavra não está morta nem desapareceu, mas é “viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma, e do espírito, das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em sua palavra, e por meio de seu Verbo, ele nos faz esta oferta impressionante: ''ter sua atenção.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cetro de Ouro====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Ester tomou conhecimento da conspiração de Hamã para destruir os judeus, um grande obstáculo se ergueu diante dela. Mardoqueu a instruiu a “ter com o rei, e lhe pedisse, e suplicasse na sua presença pelo seu povo” (Ester 4:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais fácil falar do que fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ester sabia que estava em jogo uma questão de vida ou morte, não apenas para os judeus, mas também para ela: “Todo homem ou mulher que entrar ao rei, no pátio interior, sem ser chamado, ''não há senão'' uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro, para que viva”. E ela sabia da ameaça que se apresentava diante dela: “E eu, nestes trinta dias, não sou chamada para entrar ao rei” (Ester 4:11). No entanto, no fim, com fé e coragem, ela decidiu: “Irei ter com o rei, ainda que não e segundo a lei; e, perecendo, pereço” (Ester 4:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se entra simplesmente na presença de um grande rei “sem ser chamado”. E ainda mais com Deus Todo-Poderoso. Não apenas porque é um grande risco, como no caso de um rei terreno, mas, com Deus, isso nem mesmo é fisicamente possível. Ele não é um homem na terra, de modo que alguém pudesse passar despercebido pelos guardas do palácio e se aproximar dele. Ele é totalmente inacessível; “sem ser chamado”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em Cristo, o trono do céu tomou a iniciativa e agora estende o cetro de ouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que podemos nos aproximar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As duas grandes passagens que marcam o início e o fim (4:14–16; 10:19–25) do cerne da Epístola aos Hebreus (capítulos 5–10) deixam claro por que podemos nos aproximar e como fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Carta aos Hebreus tem como pano de fundo a primeira aliança de Deus com seu povo, por meio de Moisés. O que Êxodo, Levítico e Números dizem sobre “aproximar-se” ou “chegar perto” de Deus é algo que nos leva à reflexão. Por um lado, o tabernáculo e todo o sistema de adoração estabelecido no Monte Sinai ensinavam ao povo sobre sua distância de Deus, com barreiras entre eles, por causa de seu pecado. O povo deve permanecer afastado, para que a ira justa de Deus não se manifeste contra o pecado deles (Êxodo 19:22, 24).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, somente Moisés tem permissão para se aproximar (Êxodo 24:2); depois, o irmão de Moisés, Arão, e seus filhos, que serviam como sacerdotes, podem “aproximar-se” (Êxodo 28:43; 30:20). Nenhum estranho pode se aproximar (Números 1:51; 3:10), nem qualquer sacerdote com defeito físico (Levítico 21:18, 21). Somente os sacerdotes ordenados podem “aproximar-se do altar” para fazer expiação por si mesmos e pelo povo (Levítico 9:7) — e somente da maneira que Deus instruiu, conforme ensinado de forma memorável nos horrores de Nadabe e Abiú (Levítico 10) e na rebelião de Corá (Números 16; também 17:13; 18:3–4, 7, 22).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora, em Cristo, “temos um grande sumo sacerdote que atravessou os céus, Jesus, o Filho de Deus” (Hebreus 4:14). Nele, “temos um grande sacerdote sobre a casa de Deus”, um sacerdote que é nosso pela fé; e assim “entramos nos lugares santos pelo sangue de Jesus, pelo caminho novo e vivo que ele nos abriu através do véu, isto é, através de sua carne” (Hebreus 10:19–21). Cristo não apenas entra na presença de Deus em nosso favor, mas também nos acolhe em seu rastro. Ele é nosso pioneiro, que abre nosso caminho. Agora podemos “aproximar-nos” de Deus, “chegar perto” do trono da graça nos céus, por causa das conquistas de Cristo por nós, em sua vida, morte e ressurreição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Podemos Nos Aproximar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, para acrescentar maravilha à maravilha, não apenas nos aproximamos do próprio Deus em Cristo, mas somos convidados — e, na verdade, espera-se que o façamos — com confiança — com ousadia e plena certeza. Visto que temos um sumo sacerdote como Cristo, “cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nele, temos “ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus” (Hebreus 10:19). Não por nosso próprio valor, status ou realizações, mas pelos dele. Nós nos aproximamos “com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé” (Hebreus 10:22), uma fé que olha para além de nós mesmos para perguntar não “Sou digno?” de me aproximar do trono de Deus, mas “Jesus é digno?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Não espere mais====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É quase bom demais para ser verdade — quase — que tenhamos acesso a Deus (Efésios 2:18) e, além disso, “acesso com confiança” (Efésios 3:12). Em Cristo, o Rei do universo estende o cetro de ouro. A questão não é mais se podemos nos aproximar, mas se o faremos e com que frequência?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos acesso. Deus espera que nos apeguemos ao seu Filho pela fé e nos aproximemos do seu trono com confiança. ''Nosso Deus nos ouve''. Ele escuta nossas orações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que você está esperando?&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:15:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Nosso_Deus_nos_ouve</comments>		</item>
		<item>
			<title>Nosso Deus nos ouve</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Nosso_Deus_nos_ouve</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Our God Listens}}&amp;lt;br&amp;gt;  Você foi convidado a falar com o Deus do universo, o Todo-Poderoso. Não apenas o mais poderoso, mas o ''todo-poderoso''. Todo o poder é dele...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Our God Listens}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você foi convidado a falar com o Deus do universo, o Todo-Poderoso. Não apenas o mais poderoso, mas o ''todo-poderoso''. Todo o poder é dele e está sob seu controle. E é ele quem o criou e o mantém vivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse Deus, o único Deus — todo-poderoso, criador, salvador — ''fala conosco'' para se revelar, para que possamos conhecê-lo de verdade, mas ele não se ''limita'' a falar. Em uma das maiores maravilhas de todo o mundo e da história, esse Deus escuta. Primeiro, Ele fala e nos convida a responder. Depois, Ele faz uma pausa. Ele se inclina. Ele inclina o ouvido para o seu povo. E Ele ''nos ouve'' nessa maravilha que tantas vezes consideramos natural e que, de forma tão leviana, chamamos de oração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que vem antes da oração====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maravilha da oração pode nos levar a ignorar uma realidade fundamental antes de começarmos a “entrar em contato” com o Deus do céu. Há uma ordem em como Ele fala e escuta, e também em como nós fazemos isso. Ele é Deus; nós não somos. Tenha isso bem presente todos os dias e para sempre. Ele fala primeiro, depois escuta. Nós, primeiro, escutamos, depois falamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oração não é uma conversa que iniciamos. Pelo contrário, é Deus quem toma a iniciativa. Primeiro, Ele falou. Ele se revelou a nós em seu mundo, em sua palavra e no Verbo. E, por meio de sua palavra, iluminada por seu Espírito, Ele continua a falar. “Vede que não rejeiteis ao que fala” (Hebreus 12:25). Sua palavra não está morta nem desapareceu, mas é “viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão da alma, e do espírito, das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em sua palavra, e por meio de seu Verbo, ele nos faz esta oferta impressionante: ''ter sua atenção.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cetro de Ouro====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Ester tomou conhecimento da conspiração de Hamã para destruir os judeus, um grande obstáculo se ergueu diante dela. Mardoqueu a instruiu a “ter com o rei, e lhe pedisse, e suplicasse na sua presença pelo seu povo” (Ester 4:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais fácil falar do que fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ester sabia que estava em jogo uma questão de vida ou morte, não apenas para os judeus, mas também para ela: “Todo homem ou mulher que entrar ao rei, no pátio interior, sem ser chamado, ''não há senão'' uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro, para que viva”. E ela sabia da ameaça que se apresentava diante dela: “E eu, nestes trinta dias, não sou chamada para entrar ao rei” (Ester 4:11). No entanto, no fim, com fé e coragem, ela decidiu: “Irei ter com o rei, ainda que não e segundo a lei; e, perecendo, pereço” (Ester 4:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se entra simplesmente na presença de um grande rei “sem ser chamado”. E ainda mais com Deus Todo-Poderoso. Não apenas porque é um grande risco, como no caso de um rei terreno, mas, com Deus, isso nem mesmo é fisicamente possível. Ele não é um homem na terra, de modo que alguém pudesse passar despercebido pelos guardas do palácio e se aproximar dele. Ele é totalmente inacessível; “sem ser chamado”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em Cristo, o trono do céu tomou a iniciativa e agora estende o cetro de ouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que podemos nos aproximar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As duas grandes passagens que marcam o início e o fim (4:14–16; 10:19–25) do cerne da Epístola aos Hebreus (capítulos 5–10) deixam claro por que podemos nos aproximar e como fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Carta aos Hebreus tem como pano de fundo a primeira aliança de Deus com seu povo, por meio de Moisés. O que Êxodo, Levítico e Números dizem sobre “aproximar-se” ou “chegar perto” de Deus é algo que nos leva à reflexão. Por um lado, o tabernáculo e todo o sistema de adoração estabelecido no Monte Sinai ensinavam ao povo sobre sua distância de Deus, com barreiras entre eles, por causa de seu pecado. O povo deve permanecer afastado, para que a ira justa de Deus não se manifeste contra o pecado deles (Êxodo 19:22, 24).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, somente Moisés tem permissão para se aproximar (Êxodo 24:2); depois, o irmão de Moisés, Arão, e seus filhos, que serviam como sacerdotes, podem “aproximar-se” (Êxodo 28:43; 30:20). Nenhum estranho pode se aproximar (Números 1:51; 3:10), nem qualquer sacerdote com defeito físico (Levítico 21:18, 21). Somente os sacerdotes ordenados podem “aproximar-se do altar” para fazer expiação por si mesmos e pelo povo (Levítico 9:7) — e somente da maneira que Deus instruiu, conforme ensinado de forma memorável nos horrores de Nadabe e Abiú (Levítico 10) e na rebelião de Corá (Números 16; também 17:13; 18:3–4, 7, 22).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora, em Cristo, “temos um grande sumo sacerdote que atravessou os céus, Jesus, o Filho de Deus” (Hebreus 4:14). Nele, “temos um grande sacerdote sobre a casa de Deus”, um sacerdote que é nosso pela fé; e assim “entramos nos lugares santos pelo sangue de Jesus, pelo caminho novo e vivo que ele nos abriu através do véu, isto é, através de sua carne” (Hebreus 10:19–21). Cristo não apenas entra na presença de Deus em nosso favor, mas também nos acolhe em seu rastro. Ele é nosso pioneiro, que abre nosso caminho. Agora podemos “aproximar-nos” de Deus, “chegar perto” do trono da graça nos céus, por causa das conquistas de Cristo por nós, em sua vida, morte e ressurreição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Podemos Nos Aproximar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, para acrescentar maravilha à maravilha, não apenas nos aproximamos do próprio Deus em Cristo, mas somos convidados — e, na verdade, espera-se que o façamos — com confiança — com ousadia e plena certeza. Visto que temos um sumo sacerdote como Cristo, “cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nele, temos “ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus” (Hebreus 10:19). Não por nosso próprio valor, status ou realizações, mas pelos dele. Nós nos aproximamos “com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé” (Hebreus 10:22), uma fé que olha para além de nós mesmos para perguntar não “Sou digno?” de me aproximar do trono de Deus, mas “Jesus é digno?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Não espere mais====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É quase bom demais para ser verdade — quase — que tenhamos acesso a Deus (Efésios 2:18) e, além disso, “acesso com confiança” (Efésios 3:12). Em Cristo, o Rei do universo estende o cetro de ouro. A questão não é mais se podemos nos aproximar, mas se o faremos e com que frequência?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos acesso. Deus espera que nos apeguemos ao seu Filho pela fé e nos aproximemos do seu trono com confiança. ''Nosso Deus nos ouve''. Ele escuta nossas orações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que você está esperando?&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:15:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Nosso_Deus_nos_ouve</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Ajuda de Deus em Cada Passo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;span class=&amp;quot;fck_mw_template&amp;quot;&amp;gt;{{info|The Help of God in Every Step}}&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Sombras escuras pairam sobre as páginas finais do Evangelho de João. Para o nosso Senhor, há a sombra da cruz; para os discípulos, a sombra de sua partida iminente.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Ele está deixando-os para voltar ao Pai, e eles estão totalmente transtornados. É a essa angústia que Jesus se dirige com as palavras de João 16:7: “É para o vosso bem que eu vou; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for, eu o enviarei a vocês.”&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;As palavras destacam dois pontos notáveis. Primeiro, a menos que ele se vá, “o Consolador” não virá. Há uma ordem divina na obra da redenção, e em termos dessa ordem, não pode haver Pentecostes antes do Calvário. Não é simplesmente que, sem a cruz, nem os discípulos nem o Consolador teriam qualquer testemunho a dar. Há uma razão mais profunda: somente quando Cristo nos redimiu da maldição da lei é que podemos receber o Espírito prometido (Gálatas 3:14).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Antes que possa haver comunhão, deve haver reconciliação. O contrário também é verdadeiro. Onde quer que Cristo redima, o Espírito ministra. É por isso que a salvação nunca pode ser meramente uma imputação externa da justiça de Cristo. Também é profundamente interior. Onde quer que o sangue seja aspergido, o Espírito transforma.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;A Teu Favor&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Mas então Jesus acrescenta uma segunda palavra notável: “É para o bem de vocês que eu vou embora”. Essa era a última coisa que os discípulos queriam ouvir. O que ele quis dizer?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Todos nós conhecemos o sentimento: “Se ao menos pudéssemos ter estado com Ele quando caminhava pelas colinas da Galileia e andava pelas ruas de Jerusalém!” Mas e se, quando ele caminhou por aquelas colinas, estivéssemos em Jericó ou no Brasil? O Senhor encarnado não podia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas é exatamente isso que a vinda do Consolador torna possível. Onde quer que estejamos, Ele está conosco.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;A palavra “Consolador” (do grego &amp;lt;b&amp;gt;'parakletos'&amp;lt;/b&amp;gt;, no português &amp;lt;b&amp;gt;'paráclito&amp;lt;/b&amp;gt;) significa, literalmente, alguém chamado para estar ao nosso lado, mas Jesus também falou dele como estando conosco e até mesmo como estando dentro de nós. Essas palavras evidenciam uma intimidade notável entre os fiéis e o Espírito Santo. É verdade, não vemos mais Jesus. Mas, no lugar dessa presença externa, agora temos uma presença interna. Nunca caminhamos sozinhos. Seja em grandes jornadas missionárias, definhando em celas de prisão ou lutando em nossas próprias batalhas pessoais, o Consolador está sempre ao nosso lado, sempre conosco e sempre em nós.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mas não como um substituto de Cristo, como se Ele tivesse ido embora quando o Espírito veio. Lembre-se das palavras de João 14:18: &amp;quot;Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.&amp;quot; Isso não pode significar apenas que os discípulos o veriam novamente em suas aparições após a ressurreição. Se fosse só isso, então os cristãos seriam de fato “órfãos” durante todo o período entre a ascensão de Jesus e seu retorno. A verdade, certamente, é que, no Consolador, o próprio Jesus vem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Ele Está Sempre com Você&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Foi isso que a Igreja expressou mais tarde na doutrina chamada 'perichōrēsis': as três pessoas da Trindade habitam e se abraçam tão intimamente que, onde está Uma, estão as Três (uma doutrina baseada nas próprias palavras de Jesus em João 14:10: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”). O Espírito é o Espírito de seu Filho; onde está o seu Espírito, Ele está; e é assim que Jesus cumpre sua promessa de estar presente com sua Igreja todos os dias até o fim dos tempos (Mateus 28:20).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Isso também não é tudo. O Pai também está conosco. Aqui, novamente, a intimidade é notável: “Se alguém me ama”, declarou Jesus, “meu Pai o amará, e nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada” (João 14:23). O nosso &amp;quot;nós&amp;quot; é de tirar o fôlego. O Pai, o Filho e o Espírito agora vivem no coração de cada crente. Cristo não está mais visivelmente presente conosco, mas por meio do Espírito que habita em nós, o Deus Trino está conosco a cada passo do caminho.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Ele É Uma Pessoa &amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;E quanto ao próprio Consolador? Ele é claramente distinto de Jesus, ainda assim sua obra é uma continuação da obra de Jesus. É por isso que o Senhor o chama de “outro Consolador”, e por que João pode mais tarde chamar o próprio Jesus de Consolador (1 João 2:1). Isso ressalta o fato de que o Espírito, não menos do que Jesus, é uma pessoa, não uma força abstrata ou mero combustível espiritual; e por ser uma pessoa, nosso relacionamento com Ele também deve ser pessoal.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Ele não nos possui, como os demônios possuíam os endemoninhados, nem nos subjuga, privando-nos do uso de nossas próprias mentes e vontades. Nem somos absorvidos por Ele, como em algum grande oceano místico. Nem é uma substância intoxicante (Efésios 5:18), que destrói nosso autocontrole e nos dá sensações de euforia semelhantes às das drogas. Ele guia, ensina, testifica, defende, ajuda, incentiva, fortalece, intercede e assegura. E Ele espera que ouçamos, obedeçamos, sigamos e, acima de tudo, mantenhamos o ritmo (Gálatas 5:25).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Ele É Teu Defensor&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;A palavra &amp;lt;b&amp;gt;parakletos&amp;lt;/b&amp;gt; geralmente significava um defensor, e isso se aplica ao Espírito Santo de duas maneiras distintas.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Primeiro, ele é o defensor de Cristo no mundo (João 16:8–11). Os discípulos (e a Igreja) receberam uma missão intimidante: a evangelização do mundo. Mas como podemos convencer o mundo de sua necessidade de salvação? Como podemos convencê-lo de que aquele que morreu de forma ignominiosa é o seu Salvador designado? E como podemos convencê-lo de que todo homem um dia estará diante do Seu trono de juízo?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;A resposta curta é que não podemos. O alívio é que o Espírito Santo pode. Ele pode convencer o mundo. Ele pode defender Cristo e Seus testemunhos, e então nossas pobres línguas, que ceceiam e gaguejam, se tornam palavras de vida e poder.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Em segundo lugar, Ele é o defensor de Cristo em nossos corações. Ele me glorificará, diz Jesus (João 16:14), compartilhando conosco sua própria visão da beleza do Salvador. O Espírito vê a Cristo pelos olhos do Pai (João 16:13). Um crente o vê pelos olhos do Espírito.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Ele É Teu Consolador&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Ainda assim, há um calor na promessa de Jesus que a palavra “defensor” não consegue transmitir. Lembre-se de que suas palavras foram dirigidas ao medo dos discípulos de ficarem sem amigos e desamparados. O consolo é que, quando Ele for embora, enviará outro que ficará ao lado deles e os defenderá, assim como Ele fez. Longe de serem órfãos, eles têm um Pai no céu e, por meio de Seu Espírito, Ele cuidará deles como somente um Pai celestial pode fazer.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;No entanto, a missão do Consolador não significa que não haja mais espaço para a esperança, como se já desfrutássemos de tudo o que Deus deseja para Seus filhos. Ainda ansiamos por vê-lo (1 João 3:2). E a plenitude não vem com o Pentecostes, nem com o batismo no Espírito, mas apenas na glória da ressurreição.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:12:34 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Ajuda de Deus em Cada Passo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Help of God in Every Step}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sombras escuras pairam sobre as páginas finais do Evangelho de João. Para o nosso Senhor, há a sombra da cruz; para os discípulos, a sombra de sua partida iminente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele está deixando-os para voltar ao Pai, e eles estão totalmente transtornados. É a essa angústia que Jesus se dirige com as palavras de João 16:7: “É para o vosso bem que eu vou; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for, eu o enviarei a vocês.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras destacam dois pontos notáveis. Primeiro, a menos que ele se vá, “o Consolador” não virá. Há uma ordem divina na obra da redenção, e em termos dessa ordem, não pode haver Pentecostes antes do Calvário. Não é simplesmente que, sem a cruz, nem os discípulos nem o Consolador teriam qualquer testemunho a dar. Há uma razão mais profunda: somente quando Cristo nos redimiu da maldição da lei é que podemos receber o Espírito prometido (Gálatas 3:14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes que possa haver comunhão, deve haver reconciliação. O contrário também é verdadeiro. Onde quer que Cristo redima, o Espírito ministra. É por isso que a salvação nunca pode ser meramente uma imputação externa da justiça de Cristo. Também é profundamente interior. Onde quer que o sangue seja aspergido, o Espírito transforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;A Teu Favor&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Mas então Jesus acrescenta uma segunda palavra notável: “É para o bem de vocês que eu vou embora”. Essa era a última coisa que os discípulos queriam ouvir. O que ele quis dizer?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Todos nós conhecemos o sentimento: “Se ao menos pudéssemos ter estado com Ele quando caminhava pelas colinas da Galileia e andava pelas ruas de Jerusalém!” Mas e se, quando ele caminhou por aquelas colinas, estivéssemos em Jericó ou no Brasil? O Senhor encarnado não podia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas é exatamente isso que a vinda do Consolador torna possível. Onde quer que estejamos, Ele está conosco.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;A palavra “Consolador” (do grego &amp;lt;b&amp;gt;‘parakletos'&amp;lt;/b&amp;gt;, no português &amp;lt;b&amp;gt;'paráclito&amp;lt;/b&amp;gt;) significa, literalmente, alguém chamado para estar ao nosso lado, mas Jesus também falou dele como estando conosco e até mesmo como estando dentro de nós. Essas palavras evidenciam uma intimidade notável entre os fiéis e o Espírito Santo. É verdade, não vemos mais Jesus. Mas, no lugar dessa presença externa, agora temos uma presença interna. Nunca caminhamos sozinhos. Seja em grandes jornadas missionárias, definhando em celas de prisão ou lutando em nossas próprias batalhas pessoais, o Consolador está sempre ao nosso lado, sempre conosco e sempre em nós.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mas não como um substituto de Cristo, como se Ele tivesse ido embora quando o Espírito veio. Lembre-se das palavras de João 14:18: &amp;quot;Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.&amp;quot; Isso não pode significar apenas que os discípulos o veriam novamente em suas aparições após a ressurreição. Se fosse só isso, então os cristãos seriam de fato “órfãos” durante todo o período entre a ascensão de Jesus e seu retorno. A verdade, certamente, é que, no Consolador, o próprio Jesus vem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele Está Sempre com Você====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi isso que a Igreja expressou mais tarde na doutrina chamada 'perichōrēsis': as três pessoas da Trindade habitam e se abraçam tão intimamente que, onde está Uma, estão as Três (uma doutrina baseada nas próprias palavras de Jesus em João 14:10: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”). O Espírito é o Espírito de seu Filho; onde está o seu Espírito, Ele está; e é assim que Jesus cumpre sua promessa de estar presente com sua Igreja todos os dias até o fim dos tempos (Mateus 28:20).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também não é tudo. O Pai também está conosco. Aqui, novamente, a intimidade é notável: “Se alguém me ama”, declarou Jesus, “meu Pai o amará, e nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada” (João 14:23). O nosso &amp;quot;nós&amp;quot; é de tirar o fôlego. O Pai, o Filho e o Espírito agora vivem no coração de cada crente. Cristo não está mais visivelmente presente conosco, mas por meio do Espírito que habita em nós, o Deus Trino está conosco a cada passo do caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Uma Pessoa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quanto ao próprio Consolador? Ele é claramente distinto de Jesus, ainda assim sua obra é uma continuação da obra de Jesus. É por isso que o Senhor o chama de “outro Consolador”, e por que João pode mais tarde chamar o próprio Jesus de Consolador (1 João 2:1). Isso ressalta o fato de que o Espírito, não menos do que Jesus, é uma pessoa, não uma força abstrata ou mero combustível espiritual; e por ser uma pessoa, nosso relacionamento com Ele também deve ser pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não nos possui, como os demônios possuíam os endemoninhados, nem nos subjuga, privando-nos do uso de nossas próprias mentes e vontades. Nem somos absorvidos por Ele, como em algum grande oceano místico. Nem é uma substância intoxicante (Efésios 5:18), que destrói nosso autocontrole e nos dá sensações de euforia semelhantes às das drogas. Ele guia, ensina, testifica, defende, ajuda, incentiva, fortalece, intercede e assegura. E Ele espera que ouçamos, obedeçamos, sigamos e, acima de tudo, mantenhamos o ritmo (Gálatas 5:25).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Defensor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra '''parakletos''' geralmente significava um defensor, e isso se aplica ao Espírito Santo de duas maneiras distintas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, ele é o defensor de Cristo no mundo (João 16:8–11). Os discípulos (e a Igreja) receberam uma missão intimidante: a evangelização do mundo. Mas como podemos convencer o mundo de sua necessidade de salvação? Como podemos convencê-lo de que aquele que morreu de forma ignominiosa é o seu Salvador designado? E como podemos convencê-lo de que todo homem um dia estará diante do Seu trono de juízo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta curta é que não podemos. O alívio é que o Espírito Santo pode. Ele pode convencer o mundo. Ele pode defender Cristo e Seus testemunhos, e então nossas pobres línguas, que ceceiam e gaguejam, se tornam palavras de vida e poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Ele é o defensor de Cristo em nossos corações. Ele me glorificará, diz Jesus (João 16:14), compartilhando conosco sua própria visão da beleza do Salvador. O Espírito vê a Cristo pelos olhos do Pai (João 16:13). Um crente o vê pelos olhos do Espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Ele É Teu Consolador&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Ainda assim, há um calor na promessa de Jesus que a palavra “defensor” não consegue transmitir. Lembre-se de que suas palavras foram dirigidas ao medo dos discípulos de ficarem sem amigos e desamparados. O consolo é que, quando Ele for embora, enviará outro que ficará ao lado deles e os defenderá, assim como Ele fez. Longe de serem órfãos, eles têm um Pai no céu e, por meio de Seu Espírito, Ele cuidará deles como somente um Pai celestial pode fazer.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;No entanto, a missão do Consolador não significa que não haja mais espaço para a esperança, como se já desfrutássemos de tudo o que Deus deseja para Seus filhos. Ainda ansiamos por vê-lo (1 João 3:2). E a plenitude não vem com o Pentecostes, nem com o batismo no Espírito, mas apenas na glória da ressurreição.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:11:55 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Ajuda de Deus em Cada Passo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Help of God in Every Step}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sombras escuras pairam sobre as páginas finais do Evangelho de João. Para o nosso Senhor, há a sombra da cruz; para os discípulos, a sombra de sua partida iminente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele está deixando-os para voltar ao Pai, e eles estão totalmente transtornados. É a essa angústia que Jesus se dirige com as palavras de João 16:7: “É para o vosso bem que eu vou; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for, eu o enviarei a vocês.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras destacam dois pontos notáveis. Primeiro, a menos que ele se vá, “o Consolador” não virá. Há uma ordem divina na obra da redenção, e em termos dessa ordem, não pode haver Pentecostes antes do Calvário. Não é simplesmente que, sem a cruz, nem os discípulos nem o Consolador teriam qualquer testemunho a dar. Há uma razão mais profunda: somente quando Cristo nos redimiu da maldição da lei é que podemos receber o Espírito prometido (Gálatas 3:14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes que possa haver comunhão, deve haver reconciliação. O contrário também é verdadeiro. Onde quer que Cristo redima, o Espírito ministra. É por isso que a salvação nunca pode ser meramente uma imputação externa da justiça de Cristo. Também é profundamente interior. Onde quer que o sangue seja aspergido, o Espírito transforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;A Teu Favor&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Mas então Jesus acrescenta uma segunda palavra notável: “É para o bem de vocês que eu vou embora”. Essa era a última coisa que os discípulos queriam ouvir. O que ele quis dizer?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Todos nós conhecemos o sentimento: “Se ao menos pudéssemos ter estado com Ele quando caminhava pelas colinas da Galileia e andava pelas ruas de Jerusalém!” Mas e se, quando ele caminhou por aquelas colinas, estivéssemos em Jericó ou no Brasil? O Senhor encarnado não podia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas é exatamente isso que a vinda do Consolador torna possível. Onde quer que estejamos, Ele está conosco.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;A palavra “Consolador” (do grego &amp;lt;b&amp;gt;‘parakletos'&amp;lt;/b&amp;gt;, no português &amp;lt;b&amp;gt;'paráclito&amp;lt;/b&amp;gt;) significa, literalmente, alguém chamado para estar ao nosso lado, mas Jesus também falou dele como estando conosco e até mesmo como estando dentro de nós. Essas palavras evidenciam uma intimidade notável entre os fiéis e o Espírito Santo. É verdade, não vemos mais Jesus. Mas, no lugar dessa presença externa, agora temos uma presença interna. Nunca caminhamos sozinhos. Seja em grandes jornadas missionárias, definhando em celas de prisão ou lutando em nossas próprias batalhas pessoais, o Consolador está sempre ao nosso lado, sempre conosco e sempre em nós.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mas não como um substituto de Cristo, como se Ele tivesse ido embora quando o Espírito veio. Lembre-se das palavras de João 14:18: &amp;quot;Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.&amp;quot; Isso não pode significar apenas que os discípulos o veriam novamente em suas aparições após a ressurreição. Se fosse só isso, então os cristãos seriam de fato “órfãos” durante todo o período entre a ascensão de Jesus e seu retorno. A verdade, certamente, é que, no Consolador, o próprio Jesus vem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele Está Sempre com Você====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi isso que a Igreja expressou mais tarde na doutrina chamada 'perichōrēsis': as três pessoas da Trindade habitam e se abraçam tão intimamente que, onde está Uma, estão as Três (uma doutrina baseada nas próprias palavras de Jesus em João 14:10: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”). O Espírito é o Espírito de seu Filho; onde está o seu Espírito, Ele está; e é assim que Jesus cumpre sua promessa de estar presente com sua Igreja todos os dias até o fim dos tempos (Mateus 28:20).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também não é tudo. O Pai também está conosco. Aqui, novamente, a intimidade é notável: “Se alguém me ama”, declarou Jesus, “meu Pai o amará, e nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada” (João 14:23). O nosso &amp;quot;nós&amp;quot; é de tirar o fôlego. O Pai, o Filho e o Espírito agora vivem no coração de cada crente. Cristo não está mais visivelmente presente conosco, mas por meio do Espírito que habita em nós, o Deus Trino está conosco a cada passo do caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Uma Pessoa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quanto ao próprio Consolador? Ele é claramente distinto de Jesus, ainda assim sua obra é uma continuação da obra de Jesus. É por isso que o Senhor o chama de “outro Consolador”, e por que João pode mais tarde chamar o próprio Jesus de Consolador (1 João 2:1). Isso ressalta o fato de que o Espírito, não menos do que Jesus, é uma pessoa, não uma força abstrata ou mero combustível espiritual; e por ser uma pessoa, nosso relacionamento com Ele também deve ser pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não nos possui, como os demônios possuíam os endemoninhados, nem nos subjuga, privando-nos do uso de nossas próprias mentes e vontades. Nem somos absorvidos por Ele, como em algum grande oceano místico. Nem é uma substância intoxicante (Efésios 5:18), que destrói nosso autocontrole e nos dá sensações de euforia semelhantes às das drogas. Ele guia, ensina, testifica, defende, ajuda, incentiva, fortalece, intercede e assegura. E Ele espera que ouçamos, obedeçamos, sigamos e, acima de tudo, mantenhamos o ritmo (Gálatas 5:25).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Defensor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra '''parakletos''' geralmente significava um defensor, e isso se aplica ao Espírito Santo de duas maneiras distintas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, ele é o defensor de Cristo no mundo (João 16:8–11). Os discípulos (e a Igreja) receberam uma missão intimidante: a evangelização do mundo. Mas como podemos convencer o mundo de sua necessidade de salvação? Como podemos convencê-lo de que aquele que morreu de forma ignominiosa é o seu Salvador designado? E como podemos convencê-lo de que todo homem um dia estará diante do Seu trono de juízo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta curta é que não podemos. O alívio é que o Espírito Santo pode. Ele pode convencer o mundo. Ele pode defender Cristo e Seus testemunhos, e então nossas pobres línguas, que ceceiam e gaguejam, se tornam palavras de vida e poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Ele é o defensor de Cristo em nossos corações. Ele me glorificará, diz Jesus (João 16:14), compartilhando conosco sua própria visão da beleza do Salvador. O Espírito vê a Cristo pelos olhos do Pai (João 16:13). Um crente o vê pelos olhos do Espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Consolador====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda assim, há um calor na promessa de Jesus que a palavra “defensor” não consegue transmitir. Lembre-se de que suas palavras foram dirigidas ao medo dos discípulos de ficarem sem amigos e desamparados. O consolo é que, quando Ele for embora, enviará outro que ficará ao lado deles e os defenderá, assim como Ele fez. Longe de serem órfãos, eles têm um Pai no céu e, por meio de Seu Espírito, Ele cuidará deles como somente um Pai celestial pode fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a missão do Auxiliador não significa que não haja mais espaço para a esperança, como se já desfrutássemos de tudo o que Deus deseja para Seus filhos. Ainda ansiamos por vê-lo (1 João 3:2). E a plenitude não vem com o Pentecostes, nem com o batismo no Espírito, mas apenas na glória da ressurreição.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:11:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Dolorosa</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Dolorosa</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Dolorosa para A Paciência Será Dolorosa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[A Paciência Será Dolorosa]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:59:55 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Dolorosa</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Paciência Será Dolorosa</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Paci%C3%AAncia_Ser%C3%A1_Dolorosa</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Dolorosa para A Paciência Será Dolorosa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Patience Will Be Painful}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Amar o Difícil de Amar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paciência é uma virtude que admiramos, e até desejamos, mas de longe. No entanto, quanto mais perto ela chega de nós – quanto mais invade nossa programação, nossos planos, nosso conforto – mais desconfortável se torna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paciência só existe em um mundo de interrupções, atrasos e decepções. Cresce apenas no campo de batalha. Não podemos praticar a paciência a menos que nossas circunstâncias exijam isso – e as circunstâncias que exigem isso são os tipos de circunstâncias que não escolheríamos para nós mesmos. Nós escolheríamos conveniência, velocidade, eficiência, satisfação. Deus muitas vezes escolhe circunstâncias que exigem paciência. E ele nunca escolhe errado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A impaciência nasce da relutância em confiar e nos submeter ao tempo de Deus para nossas vidas. A impaciência é uma guerra pelo controle. A paciência, por outro lado, brota de um solo diferente – de uma humilde aceitação daquilo que não conhecemos e não podemos controlar, de uma confiança profunda e constante de que Deus cumprirá todas as suas promessas, de um coração profundamente feliz por tê-Lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a paciência mais profunda vem de uma alegria humilde e esperançosa em Deus acima de tudo. Isso significa que a paciência real não é apenas inconveniente, difícil e desgastante, mas, humanamente falando, impossível. O tipo de paciência que honra a Deus é tão difícil que não podemos praticá-la sem a ajuda de Deus. Ela cresce somente onde o Espírito vive (Gálatas 5:22-23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Muitos Tons de Paciência====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos dizer, então, praticamente falando, sobre a verdadeira paciência na vida real? Onde poderíamos olhar nas Escrituras para ver algumas das cores e textura da paciência em ação? Um versículo, em particular, me humilha e explode com lições para a paciência diária:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exortamos vocês, irmãos, a que advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os fracos, ''sejam pacientes para com todos''. (1 Tessalonicenses 5:14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As formas como abordamos cada grupo – os ociosos, os desanimados, os fracos – são diferentes, mas somos chamados à paciência com todos eles. O que significa que provavelmente vamos experimentar a tentação de ser ''impacientes'' com todos eles (e muitos mais além deles). Então, como pode ser a paciência em cada caso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Auxilie os Fracos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fracos testam a nossa paciência porque precisam de mais de nós do que a maioria. Muitos de nós têm um impulso, pelo menos no momento, de intervir quando vemos uma pessoa fraca em necessidade, seja ela jovem, idosa, doente, emocional ou espiritualmente vulnerável. Mas a fraqueza, todos nós sabemos por experiência pessoal, raramente permanece contida dentro de um momento, o que significa que os fracos precisam mais do que de ajuda no momento; eles precisam de ajuda de longo prazo – e ajuda de longo prazo requer ''paciência.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo não orienta a igreja a ''admoestar'' os fracos, mas para ''ajudá-los'', e a palavra ajuda aqui também pode significar ''segurar firme'' ou ser ''dedicado''. Há uma perseverança nessa ajuda, um apego aos fracos, mesmo depois de meses ou anos de inconveniência e sacrifício. De onde vem esse tipo de paciência? Sabendo que &amp;quot;De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios&amp;quot; (Romanos 5:6) - em outras palavras, Ele morreu por ''nós.'' E que &amp;quot;Deus escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte&amp;quot; (1 Coríntios 1:27) - em outras palavras, Ele nos escolheu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que sabem o quanto são dolorosamente fracos e incapazes sem Deus estão mais dispostos para suportar as fraquezas dos outros. Eles não se ressentem de ajudar pela centésima vez, porque confiam e se submetem aos planos de Deus, incluindo as fraquezas que Ele colocou ao seu redor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Incentive os Desanimados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desanimados testam a nossa paciência porque ficam mais facilmente desencorajados do que a maioria. Entre os Tessalonicenses, alguns estavam começando a murchar enquanto se entristeciam a perda de entes queridos (1 Tessalonicenses 4:13-5:11). O desânimo estava secando sua força espiritual e determinação – e assim eles precisavam mais dos outros (que provavelmente também estavam sofrendo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desanimados não têm a mesma força ou resistência que os outros demonstram nos relacionamentos e no ministério. Trazem fardos que não podem carregar sozinhos. Muitas vezes se desesperam por causa de seus fardos, lutando para ver como a vida algum dia poderá se tornar mais suportável. E todos nós já temos nossos próprios fardos para carregar, então falar regularmente sobre a graça nas necessidades emocionais e espirituais de outra pessoa pode se tornar especialmente desgastante com o tempo. O ministério de encorajamento muitas vezes requer resistência incomum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que continuam caminhando com os desanimados, mesmo quando o caminho é lento e sinuoso, demonstram a força de uma paciência sobrenatural. Eles descobriram, primeiro em sua própria experiência, e depois por meio dela em favor dos outros, que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;[Deus] dá força ao cansado, e aumenta o vigor daquele que não tem forças. Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam. (Isaías 40:29-31)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um que tenha experimentado o dom da força e da renovação anseia que outras pessoas desanimadas experimentem o mesmo. E quanto mais doce quando Deus fortalece e renova alguém através de nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo cristão experimenta desânimo, o que significa que todo cristão precisa de uma corrente constante de coragem para suportar o sofrimento, rejeitar a tentação, sacrificar-se no amor, abraçar a disciplina, perseverar no ministério, confiar e obedecer a Deus. E essas correntes caem ou até secam nas igrejas quando nos falta a paciência necessária para perseverar em encorajar uns aos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Repreenda os Ociosos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é difícil ver como os ociosos testam nossa paciência. No caso dos Tessalonicenses, parece que alguns pensaram que Jesus estava voltando iminentemente, e então eles começaram a fugir de seu trabalho e deixá-lo para outros (2 Tessalonicenses 2:1-2; 3:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ociosos testam a nossa paciência porque se recusam a assumir responsabilidade e iniciativa. Eles ''poderiam'' fazer mais, ajudar mais, carregar mais, contribuir de maneiras mais significativas, mas eles se contentam em fazer apenas o suficiente (ou menos), o que significa que outra pessoa tem que fazer mais. E quando somos essa pessoa, compreensivelmente ficamos impacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Paulo não isenta o impaciente se sua responsabilidade, mesmo quando se trata dos ociosos. Ele diz para ''admoestá-los'' – adverti-los, exortá-los, despertá-los – mesmo que você tenha que privá-los de alimento por um tempo (2 Tessalonicenses 3:10-11) ou afastá-los da comunhão (2 Tessalonicenses 3:6). No entanto, ele diz para fazê-lo com paciência. ''Seja paciente com todos eles''. O que isso pode significar? Geralmente, não associamos palavras duras ou consequências dolorosas com paciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====POR QUE TER PACIÊNCIA====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, podemos perguntar: ''Por que'' somos pacientes, mesmo quando admoestamos os ociosos? Somos pacientes com pecadores, em parte, porque ainda somos um. A ociosidade dos outros – ou a ganância de outros, ou a luxúria de outros, ou a ira de outros, ou a vaidade de outros – nunca é tão má que não possamos ver algo de seu pecado em nós mesmos. É preciso muito pouca imaginação para vermos que, se não fosse um milagre imerecido, seríamos como eles – e talvez muito pior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A impaciência com os pecadores revela uma pequena visão da misericórdia de Deus para conosco. O mesmo apóstolo que diz que devemos repreender o ocioso também diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior.  Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna. (1 Timóteo 1:15–16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo nossas repreensões devem ser temperadas com uma humilde consciência de nossa própria pecaminosidade – de quão maus seríamos sem a graça de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====COMO TER PACIÊNCIA====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabendo ''por que'' somos pacientes, mesmo com aqueles que precisamos repreender, como podemos repreender com paciência? Primeiro, provavelmente precisa ser dito que ''a boa repreensão em si é uma evidência de paciência.'' É fácil desistir dos pecadores. É fácil atacar e derrubar alguém que pecou contra nós. Aqueles que repreendem bem – que visam restaurar alguém através de confronto e correção honesta e gentil – demonstram que não desistiram, e que ainda têm esperança de que Deus concederá convicção, perdão, reconciliação e transformação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paciência na repreensão, no entanto, também significará ''disposição para esperar por mudanças.'' A santificação pode ser dolorosamente lenta, às vezes excruciantemente lenta. Não devemos esperar que o preguiçoso se torne imediatamente diligente – ou, da mesma forma, que o orgulhoso se torne imediatamente humilde, que o irritado se torne imediatamente gentil, ou que o lascivo se torne imediatamente puro. Nós não negligenciamos os padrões de pecado naqueles que amamos, ou damos desculpas para o pecado deles. Nós vamos até eles, os advertimos, os exortamos, até repreendemos severamente, se necessário – e continuamos fazendo isso – mas fazemos isso sabendo, mais uma vez por experiência própria, que a mudança muitas vezes vem devagar. Nós plantamos sementes sabendo que elas podem precisar de tempo para criar raízes, amadurecer e finalmente florescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um Deus Paciente para Pessoas Impacientes====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos até acolher a oportunidade de repreender os preguiçosos e negligentes, mas podemos fazer isso com paciência? Se não pudermos, é provável que não tenhamos meditado o suficiente sobre a paciência de Deus para com pecadores como nós – pecadores como eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Moisés implorou para ver a glória de Deus, o que Deus revelou sobre Si mesmo? &amp;quot;O Senhor passou adiante dele e proclamou: “Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, ''paciente'', cheio de amor e de fidelidade,&amp;quot; (Êxodo 34:6). Ele tem toda razão e direito para se irritar conosco, e ainda assim é lento para se irar. Ele é paciente conosco, 2 Pedro 3:9 diz: &amp;quot;Não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.” Deus nunca pede a qualquer um que seja paciente sem que esta pessoa ainda não tenha recebido as riquezas infinitas de sua paciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa que paciência não seja difícil. Na verdade é. Seja no trânsito a caminho do trabalho, ou em uma época de transição ou incerteza significativa, ou ao lado de um leito de hospital de alguém que amamos, a paciência pode exigir sacrifícios e rendição desconfortáveis. Na paciência do Pai, afinal, Ele não poupou o Seu próprio Filho, mas entregou-O por nós. Como foi na cruz, assim é conosco. A dor da nossa paciência cumpre o seu propósito oculto, mas belo: chamar a atenção para a beleza e o poder do amor de Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:59:55 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Paci%C3%AAncia_Ser%C3%A1_Dolorosa</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Paciência Será Dolorosa</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Paci%C3%AAncia_Ser%C3%A1_Dolorosa</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Patience Will Be Painful}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Como Amar o Difícil de Amar====  A paciência é uma virtude que admiramos, e até desejamos, mas de longe. No entanto, quanto ma...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Patience Will Be Painful}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Amar o Difícil de Amar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paciência é uma virtude que admiramos, e até desejamos, mas de longe. No entanto, quanto mais perto ela chega de nós – quanto mais invade nossa programação, nossos planos, nosso conforto – mais desconfortável se torna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A paciência só existe em um mundo de interrupções, atrasos e decepções. Cresce apenas no campo de batalha. Não podemos praticar a paciência a menos que nossas circunstâncias exijam isso – e as circunstâncias que exigem isso são os tipos de circunstâncias que não escolheríamos para nós mesmos. Nós escolheríamos conveniência, velocidade, eficiência, satisfação. Deus muitas vezes escolhe circunstâncias que exigem paciência. E ele nunca escolhe errado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A impaciência nasce da relutância em confiar e nos submeter ao tempo de Deus para nossas vidas. A impaciência é uma guerra pelo controle. A paciência, por outro lado, brota de um solo diferente – de uma humilde aceitação daquilo que não conhecemos e não podemos controlar, de uma confiança profunda e constante de que Deus cumprirá todas as suas promessas, de um coração profundamente feliz por tê-Lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a paciência mais profunda vem de uma alegria humilde e esperançosa em Deus acima de tudo. Isso significa que a paciência real não é apenas inconveniente, difícil e desgastante, mas, humanamente falando, impossível. O tipo de paciência que honra a Deus é tão difícil que não podemos praticá-la sem a ajuda de Deus. Ela cresce somente onde o Espírito vive (Gálatas 5:22-23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Muitos Tons de Paciência====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos dizer, então, praticamente falando, sobre a verdadeira paciência na vida real? Onde poderíamos olhar nas Escrituras para ver algumas das cores e textura da paciência em ação? Um versículo, em particular, me humilha e explode com lições para a paciência diária:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Exortamos vocês, irmãos, a que advirtam os ociosos, confortem os desanimados, auxiliem os fracos, ''sejam pacientes para com todos''. (1 Tessalonicenses 5:14)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As formas como abordamos cada grupo – os ociosos, os desanimados, os fracos – são diferentes, mas somos chamados à paciência com todos eles. O que significa que provavelmente vamos experimentar a tentação de ser ''impacientes'' com todos eles (e muitos mais além deles). Então, como pode ser a paciência em cada caso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Auxilie os Fracos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os fracos testam a nossa paciência porque precisam de mais de nós do que a maioria. Muitos de nós têm um impulso, pelo menos no momento, de intervir quando vemos uma pessoa fraca em necessidade, seja ela jovem, idosa, doente, emocional ou espiritualmente vulnerável. Mas a fraqueza, todos nós sabemos por experiência pessoal, raramente permanece contida dentro de um momento, o que significa que os fracos precisam mais do que de ajuda no momento; eles precisam de ajuda de longo prazo – e ajuda de longo prazo requer ''paciência.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo não orienta a igreja a ''admoestar'' os fracos, mas para ''ajudá-los'', e a palavra ajuda aqui também pode significar ''segurar firme'' ou ser ''dedicado''. Há uma perseverança nessa ajuda, um apego aos fracos, mesmo depois de meses ou anos de inconveniência e sacrifício. De onde vem esse tipo de paciência? Sabendo que &amp;quot;De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios&amp;quot; (Romanos 5:6) - em outras palavras, Ele morreu por ''nós.'' E que &amp;quot;Deus escolheu o que para o mundo é fraqueza para envergonhar o que é forte&amp;quot; (1 Coríntios 1:27) - em outras palavras, Ele nos escolheu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que sabem o quanto são dolorosamente fracos e incapazes sem Deus estão mais dispostos para suportar as fraquezas dos outros. Eles não se ressentem de ajudar pela centésima vez, porque confiam e se submetem aos planos de Deus, incluindo as fraquezas que Ele colocou ao seu redor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Incentive os Desanimados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desanimados testam a nossa paciência porque ficam mais facilmente desencorajados do que a maioria. Entre os Tessalonicenses, alguns estavam começando a murchar enquanto se entristeciam a perda de entes queridos (1 Tessalonicenses 4:13-5:11). O desânimo estava secando sua força espiritual e determinação – e assim eles precisavam mais dos outros (que provavelmente também estavam sofrendo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desanimados não têm a mesma força ou resistência que os outros demonstram nos relacionamentos e no ministério. Trazem fardos que não podem carregar sozinhos. Muitas vezes se desesperam por causa de seus fardos, lutando para ver como a vida algum dia poderá se tornar mais suportável. E todos nós já temos nossos próprios fardos para carregar, então falar regularmente sobre a graça nas necessidades emocionais e espirituais de outra pessoa pode se tornar especialmente desgastante com o tempo. O ministério de encorajamento muitas vezes requer resistência incomum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que continuam caminhando com os desanimados, mesmo quando o caminho é lento e sinuoso, demonstram a força de uma paciência sobrenatural. Eles descobriram, primeiro em sua própria experiência, e depois por meio dela em favor dos outros, que&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;[Deus] dá força ao cansado, e aumenta o vigor daquele que não tem forças. Ele fortalece o cansado e dá grande vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam. (Isaías 40:29-31)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qualquer um que tenha experimentado o dom da força e da renovação anseia que outras pessoas desanimadas experimentem o mesmo. E quanto mais doce quando Deus fortalece e renova alguém através de nós?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo cristão experimenta desânimo, o que significa que todo cristão precisa de uma corrente constante de coragem para suportar o sofrimento, rejeitar a tentação, sacrificar-se no amor, abraçar a disciplina, perseverar no ministério, confiar e obedecer a Deus. E essas correntes caem ou até secam nas igrejas quando nos falta a paciência necessária para perseverar em encorajar uns aos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Repreenda os Ociosos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é difícil ver como os ociosos testam nossa paciência. No caso dos Tessalonicenses, parece que alguns pensaram que Jesus estava voltando iminentemente, e então eles começaram a fugir de seu trabalho e deixá-lo para outros (2 Tessalonicenses 2:1-2; 3:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ociosos testam a nossa paciência porque se recusam a assumir responsabilidade e iniciativa. Eles ''poderiam'' fazer mais, ajudar mais, carregar mais, contribuir de maneiras mais significativas, mas eles se contentam em fazer apenas o suficiente (ou menos), o que significa que outra pessoa tem que fazer mais. E quando somos essa pessoa, compreensivelmente ficamos impacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Paulo não isenta o impaciente se sua responsabilidade, mesmo quando se trata dos ociosos. Ele diz para ''admoestá-los'' – adverti-los, exortá-los, despertá-los – mesmo que você tenha que privá-los de alimento por um tempo (2 Tessalonicenses 3:10-11) ou afastá-los da comunhão (2 Tessalonicenses 3:6). No entanto, ele diz para fazê-lo com paciência. ''Seja paciente com todos eles''. O que isso pode significar? Geralmente, não associamos palavras duras ou consequências dolorosas com paciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====POR QUE TER PACIÊNCIA====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, podemos perguntar: ''Por que'' somos pacientes, mesmo quando admoestamos os ociosos? Somos pacientes com pecadores, em parte, porque ainda somos um. A ociosidade dos outros – ou a ganância de outros, ou a luxúria de outros, ou a ira de outros, ou a vaidade de outros – nunca é tão má que não possamos ver algo de seu pecado em nós mesmos. É preciso muito pouca imaginação para vermos que, se não fosse um milagre imerecido, seríamos como eles – e talvez muito pior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A impaciência com os pecadores revela uma pequena visão da misericórdia de Deus para conosco. O mesmo apóstolo que diz que devemos repreender o ocioso também diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior.  Mas por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna. (1 Timóteo 1:15–16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo nossas repreensões devem ser temperadas com uma humilde consciência de nossa própria pecaminosidade – de quão maus seríamos sem a graça de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====COMO TER PACIÊNCIA====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabendo ''por que'' somos pacientes, mesmo com aqueles que precisamos repreender, como podemos repreender com paciência? Primeiro, provavelmente precisa ser dito que ''a boa repreensão em si é uma evidência de paciência.'' É fácil desistir dos pecadores. É fácil atacar e derrubar alguém que pecou contra nós. Aqueles que repreendem bem – que visam restaurar alguém através de confronto e correção honesta e gentil – demonstram que não desistiram, e que ainda têm esperança de que Deus concederá convicção, perdão, reconciliação e transformação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paciência na repreensão, no entanto, também significará ''disposição para esperar por mudanças.'' A santificação pode ser dolorosamente lenta, às vezes excruciantemente lenta. Não devemos esperar que o preguiçoso se torne imediatamente diligente – ou, da mesma forma, que o orgulhoso se torne imediatamente humilde, que o irritado se torne imediatamente gentil, ou que o lascivo se torne imediatamente puro. Nós não negligenciamos os padrões de pecado naqueles que amamos, ou damos desculpas para o pecado deles. Nós vamos até eles, os advertimos, os exortamos, até repreendemos severamente, se necessário – e continuamos fazendo isso – mas fazemos isso sabendo, mais uma vez por experiência própria, que a mudança muitas vezes vem devagar. Nós plantamos sementes sabendo que elas podem precisar de tempo para criar raízes, amadurecer e finalmente florescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um Deus Paciente para Pessoas Impacientes====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos até acolher a oportunidade de repreender os preguiçosos e negligentes, mas podemos fazer isso com paciência? Se não pudermos, é provável que não tenhamos meditado o suficiente sobre a paciência de Deus para com pecadores como nós – pecadores como eu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Moisés implorou para ver a glória de Deus, o que Deus revelou sobre Si mesmo? &amp;quot;O Senhor passou adiante dele e proclamou: “Senhor, Senhor, Deus compassivo e misericordioso, ''paciente'', cheio de amor e de fidelidade,&amp;quot; (Êxodo 34:6). Ele tem toda razão e direito para se irritar conosco, e ainda assim é lento para se irar. Ele é paciente conosco, 2 Pedro 3:9 diz: &amp;quot;Não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.” Deus nunca pede a qualquer um que seja paciente sem que esta pessoa ainda não tenha recebido as riquezas infinitas de sua paciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa que paciência não seja difícil. Na verdade é. Seja no trânsito a caminho do trabalho, ou em uma época de transição ou incerteza significativa, ou ao lado de um leito de hospital de alguém que amamos, a paciência pode exigir sacrifícios e rendição desconfortáveis. Na paciência do Pai, afinal, Ele não poupou o Seu próprio Filho, mas entregou-O por nós. Como foi na cruz, assim é conosco. A dor da nossa paciência cumpre o seu propósito oculto, mas belo: chamar a atenção para a beleza e o poder do amor de Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 17:59:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Paci%C3%AAncia_Ser%C3%A1_Dolorosa</comments>		</item>
		<item>
			<title>Decida</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Decida</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Decida para Deixe que Deus Decida o Valor da Maternidade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Deixe que Deus Decida o Valor da Maternidade]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 18:55:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Decida</comments>		</item>
		<item>
			<title>Deixe que Deus Decida o Valor da Maternidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Deixe_que_Deus_Decida_o_Valor_da_Maternidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Decida para Deixe que Deus Decida o Valor da Maternidade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Let God Decide What Mothering Is Worth}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu era uma mãe jovem com um carrinho de bebê lotado ao ponto de estranhos contarem meus filhos, eu já sabia muito bem que esse tipo de fecundidade não era muito bem vista no mundo. Eu recebi muito encorajamento divino do meu marido, da Palavra e da igreja — mas também era claro por que eu precisava desse tipo de encorajamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditar que o que Deus diz sobre os filhos é verdade não é o mesmo que viver como se fosse verdade. No fim das contas, essa tremenda bênção dos filhos que Deus enviou à minha vida foi como aprendi a gloriosa verdade de que cestas cheias de frutas são pesadas. Uma vida gloriosa, abundante, frutífera e fiel não tem nada de fácil, despreocupada, relaxante, simples ou descomplicada. A vida de uma mãe fiel, ao que parece, tem mesmo de ser repleta de fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Derrotando Dragões e Trocando Fraldas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós mães precisamos acreditar que o trabalho que estamos fazendo importa, que honra a Deus e que precisamos fazê-lo bem. E precisamos nos lembrar dessas coisas quando estamos fisicamente exaustas, emocionalmente esgotadas e espiritualmente enfraquecidas. No meio da loucura de um dia cuidando de crianças pequenas dentro de casa, pode ser difícil acreditar que o que você está fazendo é como construir um reino, derrotar dragões, proclamar o evangelho. É um trabalho glorioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A carne quer ver os Cheetos, os copos com bico e os pisos pegajosos, e se afundar em sentimentos de não ser vista ou compreendida. A carne quer acreditar que o que pode ser visto facilmente por olhos cansados é tudo o que há e só. Você, a mãe desgrenhada de todas essas crianças sujas, está desperdiçando sua vida. Você se acomodou. Você foi enganada e agora viu como tem agido como uma tola sem ambição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a carne, como sempre, não está do nosso lado. Ela deve ser superada pela fé. Não se deve dar ouvidos a ela, colocá-la em uma posição de autoridade ou acreditar nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Jogos que Jogamos com Crianças====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que as mães ao longo de toda a história lutaram contra o desânimo, mas nosso tempo é, na verdade, único no impulso que vai contra a fecundidade básica e fiel do casamento cristão. Houve outras épocas em que a fecundidade e a fertilidade ainda eram vistas com bons olhos. Nesse contexto, a carne nem teria tido que aguentar tanta pressão, e o diabo teria dado um jeito de desviar as mulheres do caminho de outras formas. Mas agora, na nossa era, estamos cercados por um mundo que pensa que inventa a si próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jovem casal cristão pode se casar hoje e anunciar, sem resistência, quais são seus objetivos e sonhos. Basicamente, este é o nosso jogo da vida, e estas são as regras com as quais estamos jogando. Nossos objetivos são financeiros — veremos a posse de nossa própria casa como uma recompensa. Queremos plantar para ter uma vida de lazer e colher a bênção de férias relaxantes. Neste mundo que achamos que estamos construindo, os filhos não seriam uma bênção. Elas não seriam uma recompensa. Eles não seriam nossa herança. Em algum momento, provavelmente vamos escolher um cachorro. O sucesso será medido pelos nossos desejos, e teremos nos saído bem quando os tivermos cumprido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós, cristãos, não podemos imaginar que estamos realmente construindo este mundo ou as regras. Não estamos planejando o propósito de nossa própria vida — Deus, o Criador, fez isso e nos deu Sua Palavra. Esta é a verdade sobre o mundo real, sobre o que realmente importa, sobre o que devemos valorizar, buscar, acreditar e viver. Deus já decidiu essas coisas, e elas não estão em aberto para nós decidirmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que Deus Chama de Filhos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você recorrer às Escrituras para saber o que pensar sobre as crianças, encontrará um contraste chocante com os pensamentos mundanos em que todos nós temos estado imersos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo aqueles de nós que sempre foram pró-vida adotaram a ideia de que os filhos são objetivamente uma interrupção, um fardo, uma dificuldade — a menos que você tenha decidido que quer um como se quer um animal de estimação. Ainda nos parece um tanto vulgar a imagem da mulher grávida e descalça na cozinha. Acabamos permitindo que o mundo moldasse nossa compreensão sobre as coisas mais fundamentais da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais precisamos é nos aprofundar na verdade da palavra de Deus, para que esses pensamentos incrédulos sejam expulsos pela realidade. Porque o que Deus diz é a realidade, e não podemos nem devemos querer negá-la. Deus disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava. Não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta. (Salmo 127:3–5) &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal cristão moderno evita quase tudo nesta passagem. Não quero essa recompensa, obrigado. Não tenho interesse em brigar com ninguém, então essa linguagem militar não mexe comigo. Na verdade, prefiro não ter um aljava de nenhum tipo, muito menos uma que esteja cheia de vida. Não acho que isso soe como uma bênção que eu queira . . .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você sentir que está se esquivando da linguagem que as Escrituras usam a respeito das crianças, saiba que o que você está evitando é uma bênção — a bênção de Deus. Não há nada no mundo tão pesado, tão glorioso, tão desejável quanto as bênçãos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Outra Bênção Inesperada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus quatro primeiros filhos, que costumavam chocar a todos, agora são adolescentes mais altos do que eu. Agora é fácil para mim ver a glória. Provérbios 17:6 diz que os netos são a coroa dos idosos — e já temos experiência o suficiente na vida de pais para saber que as coroas são feitas de coisas que exigem muito esforço. O ouro deve ser extraído e refinado no fogo, pedras preciosas são encontradas nas profundezas da terra e lapidadas, polidas e trabalhadas até que possam ser cravadas. A glória é pesada, como o ouro — mas, também como o ouro, é real e preciosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus nos abençoou com uma gravidez inesperada este ano, nosso oitavo bebê. E, embora engravidar aos 41 anos nunca tenha feito parte dos meus planos ou ideias, eu sou profundamente grata. Sei, de cabo a rabo, que o que Deus diz sobre os filhos é verdadeiro e real. E quando vejo as pessoas olhando para a minha barriga de grávida como se eu fosse uma espécie de exclamação viva, eu simplesmente concordo. Este ponto de exclamação é necessário, porque vem após um testemunho de que Deus é fiel. Ele é misericordioso. Ele faz coisas incríveis por nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso Deus é o Deus vivo, aquele que convocou à existência tudo o que há por meio da sua palavra. O que Ele diz sobre o mundo é a realidade, e o que o mundo diz sobre Ele não passa de névoa.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 18:55:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Deixe_que_Deus_Decida_o_Valor_da_Maternidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Deixe que Deus Decida o Valor da Maternidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Deixe_que_Deus_Decida_o_Valor_da_Maternidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Let God Decide What Mothering Is Worth}}&amp;lt;br&amp;gt;  Quando eu era uma mãe jovem com um carrinho de bebê lotado ao ponto de estranhos contarem meus filhos, eu já sabia mu...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Let God Decide What Mothering Is Worth}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu era uma mãe jovem com um carrinho de bebê lotado ao ponto de estranhos contarem meus filhos, eu já sabia muito bem que esse tipo de fecundidade não era muito bem vista no mundo. Eu recebi muito encorajamento divino do meu marido, da Palavra e da igreja — mas também era claro por que eu precisava desse tipo de encorajamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acreditar que o que Deus diz sobre os filhos é verdade não é o mesmo que viver como se fosse verdade. No fim das contas, essa tremenda bênção dos filhos que Deus enviou à minha vida foi como aprendi a gloriosa verdade de que cestas cheias de frutas são pesadas. Uma vida gloriosa, abundante, frutífera e fiel não tem nada de fácil, despreocupada, relaxante, simples ou descomplicada. A vida de uma mãe fiel, ao que parece, tem mesmo de ser repleta de fé.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Derrotando Dragões e Trocando Fraldas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós mães precisamos acreditar que o trabalho que estamos fazendo importa, que honra a Deus e que precisamos fazê-lo bem. E precisamos nos lembrar dessas coisas quando estamos fisicamente exaustas, emocionalmente esgotadas e espiritualmente enfraquecidas. No meio da loucura de um dia cuidando de crianças pequenas dentro de casa, pode ser difícil acreditar que o que você está fazendo é como construir um reino, derrotar dragões, proclamar o evangelho. É um trabalho glorioso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A carne quer ver os Cheetos, os copos com bico e os pisos pegajosos, e se afundar em sentimentos de não ser vista ou compreendida. A carne quer acreditar que o que pode ser visto facilmente por olhos cansados é tudo o que há e só. Você, a mãe desgrenhada de todas essas crianças sujas, está desperdiçando sua vida. Você se acomodou. Você foi enganada e agora viu como tem agido como uma tola sem ambição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a carne, como sempre, não está do nosso lado. Ela deve ser superada pela fé. Não se deve dar ouvidos a ela, colocá-la em uma posição de autoridade ou acreditar nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Jogos que Jogamos com Crianças====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que as mães ao longo de toda a história lutaram contra o desânimo, mas nosso tempo é, na verdade, único no impulso que vai contra a fecundidade básica e fiel do casamento cristão. Houve outras épocas em que a fecundidade e a fertilidade ainda eram vistas com bons olhos. Nesse contexto, a carne nem teria tido que aguentar tanta pressão, e o diabo teria dado um jeito de desviar as mulheres do caminho de outras formas. Mas agora, na nossa era, estamos cercados por um mundo que pensa que inventa a si próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um jovem casal cristão pode se casar hoje e anunciar, sem resistência, quais são seus objetivos e sonhos. Basicamente, este é o nosso jogo da vida, e estas são as regras com as quais estamos jogando. Nossos objetivos são financeiros — veremos a posse de nossa própria casa como uma recompensa. Queremos plantar para ter uma vida de lazer e colher a bênção de férias relaxantes. Neste mundo que achamos que estamos construindo, os filhos não seriam uma bênção. Elas não seriam uma recompensa. Eles não seriam nossa herança. Em algum momento, provavelmente vamos escolher um cachorro. O sucesso será medido pelos nossos desejos, e teremos nos saído bem quando os tivermos cumprido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós, cristãos, não podemos imaginar que estamos realmente construindo este mundo ou as regras. Não estamos planejando o propósito de nossa própria vida — Deus, o Criador, fez isso e nos deu Sua Palavra. Esta é a verdade sobre o mundo real, sobre o que realmente importa, sobre o que devemos valorizar, buscar, acreditar e viver. Deus já decidiu essas coisas, e elas não estão em aberto para nós decidirmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que Deus Chama de Filhos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você recorrer às Escrituras para saber o que pensar sobre as crianças, encontrará um contraste chocante com os pensamentos mundanos em que todos nós temos estado imersos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo aqueles de nós que sempre foram pró-vida adotaram a ideia de que os filhos são objetivamente uma interrupção, um fardo, uma dificuldade — a menos que você tenha decidido que quer um como se quer um animal de estimação. Ainda nos parece um tanto vulgar a imagem da mulher grávida e descalça na cozinha. Acabamos permitindo que o mundo moldasse nossa compreensão sobre as coisas mais fundamentais da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que mais precisamos é nos aprofundar na verdade da palavra de Deus, para que esses pensamentos incrédulos sejam expulsos pela realidade. Porque o que Deus diz é a realidade, e não podemos nem devemos querer negá-la. Deus disse:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão. Como flechas na mão do guerreiro, assim são os filhos da mocidade. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava. Não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta. (Salmo 127:3–5) &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal cristão moderno evita quase tudo nesta passagem. Não quero essa recompensa, obrigado. Não tenho interesse em brigar com ninguém, então essa linguagem militar não mexe comigo. Na verdade, prefiro não ter um aljava de nenhum tipo, muito menos uma que esteja cheia de vida. Não acho que isso soe como uma bênção que eu queira . . .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você sentir que está se esquivando da linguagem que as Escrituras usam a respeito das crianças, saiba que o que você está evitando é uma bênção — a bênção de Deus. Não há nada no mundo tão pesado, tão glorioso, tão desejável quanto as bênçãos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Outra Bênção Inesperada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus quatro primeiros filhos, que costumavam chocar a todos, agora são adolescentes mais altos do que eu. Agora é fácil para mim ver a glória. Provérbios 17:6 diz que os netos são a coroa dos idosos — e já temos experiência o suficiente na vida de pais para saber que as coroas são feitas de coisas que exigem muito esforço. O ouro deve ser extraído e refinado no fogo, pedras preciosas são encontradas nas profundezas da terra e lapidadas, polidas e trabalhadas até que possam ser cravadas. A glória é pesada, como o ouro — mas, também como o ouro, é real e preciosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus nos abençoou com uma gravidez inesperada este ano, nosso oitavo bebê. E, embora engravidar aos 41 anos nunca tenha feito parte dos meus planos ou ideias, eu sou profundamente grata. Sei, de cabo a rabo, que o que Deus diz sobre os filhos é verdadeiro e real. E quando vejo as pessoas olhando para a minha barriga de grávida como se eu fosse uma espécie de exclamação viva, eu simplesmente concordo. Este ponto de exclamação é necessário, porque vem após um testemunho de que Deus é fiel. Ele é misericordioso. Ele faz coisas incríveis por nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso Deus é o Deus vivo, aquele que convocou à existência tudo o que há por meio da sua palavra. O que Ele diz sobre o mundo é a realidade, e o que o mundo diz sobre Ele não passa de névoa.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 18:55:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Deixe_que_Deus_Decida_o_Valor_da_Maternidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Passo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Passo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Passo para A Ajuda de Deus em Cada Passo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[A Ajuda de Deus em Cada Passo]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:56:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Passo</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Ajuda de Deus em Cada Passo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Passo para A Ajuda de Deus em Cada Passo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Help of God in Every Step}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sombras escuras pairam sobre as páginas finais do Evangelho de João. Para o nosso Senhor, há a sombra da cruz; para os discípulos, a sombra de sua partida iminente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele está deixando-os para voltar ao Pai, e eles estão totalmente transtornados. É a essa angústia que Jesus se dirige com as palavras de João 16:7: “É para o vosso bem que eu vou; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for, eu o enviarei a vocês.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras destacam dois pontos notáveis. Primeiro, a menos que ele se vá, “o Consolador” não virá. Há uma ordem divina na obra da redenção, e em termos dessa ordem, não pode haver Pentecostes antes do Calvário. Não é simplesmente que, sem a cruz, nem os discípulos nem o Consolador teriam qualquer testemunho a dar. Há uma razão mais profunda: somente quando Cristo nos redimiu da maldição da lei é que podemos receber o Espírito prometido (Gálatas 3:14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes que possa haver comunhão, deve haver reconciliação. O contrário também é verdadeiro. Onde quer que Cristo redima, o Espírito ministra. É por isso que a salvação nunca pode ser meramente uma imputação externa da justiça de Cristo. Também é profundamente interior. Onde quer que o sangue seja aspergido, o Espírito transforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Teu Favor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então Jesus acrescenta uma segunda palavra notável: “É para o bem de vocês que eu vou embora”. Essa era a última coisa que os discípulos queriam ouvir. O que ele quis dizer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós conhecemos o sentimento: “Se ao menos pudéssemos ter estado com Ele quando caminhava pelas colinas da Galileia e andava pelas ruas de Jerusalém!” Mas e se, quando ele caminhou por aquelas colinas, estivéssemos em Jericó ou no Brasil? O Senhor encarnado não podia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas é exatamente isso que a vinda do Consolador torna possível. Onde quer que estejamos, Ele está conosco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra “Consolador” (do grego '''parakletos', no português 'paráclito''') significa, literalmente, alguém chamado para estar ao nosso lado, mas Jesus também falou dele como estando conosco e até mesmo como estando dentro de nós. Essas palavras evidenciam uma intimidade notável entre os fiéis e o Espírito Santo. É verdade, não vemos mais Jesus. Mas, no lugar dessa presença externa, agora temos uma presença interna. Nunca caminhamos sozinhos. Seja em grandes jornadas missionárias, definhando em celas de prisão ou lutando em nossas próprias batalhas pessoais, o Consolador está sempre ao nosso lado, sempre conosco e sempre em nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não como um substituto de Cristo, como se Ele tivesse ido embora quando o Espírito veio. Lembre-se das palavras de João 14:18: &amp;quot;Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.&amp;quot; Isso não pode significar apenas que os discípulos o veriam novamente em suas aparições após a ressurreição. Se fosse só isso, então os cristãos seriam de fato “órfãos” durante todo o período entre a ascensão de Jesus e seu retorno. A verdade, certamente, é que, no Consolador, o próprio Jesus vem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele Está Sempre com Você====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi isso que a Igreja expressou mais tarde na doutrina chamada 'perichōrēsis': as três pessoas da Trindade habitam e se abraçam tão intimamente que, onde está Uma, estão as Três (uma doutrina baseada nas próprias palavras de Jesus em João 14:10: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”). O Espírito é o Espírito de seu Filho; onde está o seu Espírito, Ele está; e é assim que Jesus cumpre sua promessa de estar presente com sua Igreja todos os dias até o fim dos tempos (Mateus 28:20).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também não é tudo. O Pai também está conosco. Aqui, novamente, a intimidade é notável: “Se alguém me ama”, declarou Jesus, “meu Pai o amará, e nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada” (João 14:23). O nosso &amp;quot;nós&amp;quot; é de tirar o fôlego. O Pai, o Filho e o Espírito agora vivem no coração de cada crente. Cristo não está mais visivelmente presente conosco, mas por meio do Espírito que habita em nós, o Deus Trino está conosco a cada passo do caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Uma Pessoa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quanto ao próprio Consolador? Ele é claramente distinto de Jesus, ainda assim sua obra é uma continuação da obra de Jesus. É por isso que o Senhor o chama de “outro Consolador”, e por que João pode mais tarde chamar o próprio Jesus de Consolador (1 João 2:1). Isso ressalta o fato de que o Espírito, não menos do que Jesus, é uma pessoa, não uma força abstrata ou mero combustível espiritual; e por ser uma pessoa, nosso relacionamento com Ele também deve ser pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não nos possui, como os demônios possuíam os endemoninhados, nem nos subjuga, privando-nos do uso de nossas próprias mentes e vontades. Nem somos absorvidos por Ele, como em algum grande oceano místico. Nem é uma substância intoxicante (Efésios 5:18), que destrói nosso autocontrole e nos dá sensações de euforia semelhantes às das drogas. Ele guia, ensina, testifica, defende, ajuda, incentiva, fortalece, intercede e assegura. E Ele espera que ouçamos, obedeçamos, sigamos e, acima de tudo, mantenhamos o ritmo (Gálatas 5:25).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Defensor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra '''parakletos''' geralmente significava um defensor, e isso se aplica ao Espírito Santo de duas maneiras distintas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, ele é o defensor de Cristo no mundo (João 16:8–11). Os discípulos (e a Igreja) receberam uma missão intimidante: a evangelização do mundo. Mas como podemos convencer o mundo de sua necessidade de salvação? Como podemos convencê-lo de que aquele que morreu de forma ignominiosa é o seu Salvador designado? E como podemos convencê-lo de que todo homem um dia estará diante do Seu trono de juízo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta curta é que não podemos. O alívio é que o Espírito Santo pode. Ele pode convencer o mundo. Ele pode defender Cristo e Seus testemunhos, e então nossas pobres línguas, que ceceiam e gaguejam, se tornam palavras de vida e poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Ele é o defensor de Cristo em nossos corações. Ele me glorificará, diz Jesus (João 16:14), compartilhando conosco sua própria visão da beleza do Salvador. O Espírito vê a Cristo pelos olhos do Pai (João 16:13). Um crente o vê pelos olhos do Espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Consolador====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda assim, há um calor na promessa de Jesus que a palavra “defensor” não consegue transmitir. Lembre-se de que suas palavras foram dirigidas ao medo dos discípulos de ficarem sem amigos e desamparados. O consolo é que, quando Ele for embora, enviará outro que ficará ao lado deles e os defenderá, assim como Ele fez. Longe de serem órfãos, eles têm um Pai no céu e, por meio de Seu Espírito, Ele cuidará deles como somente um Pai celestial pode fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a missão do Auxiliador não significa que não haja mais espaço para a esperança, como se já desfrutássemos de tudo o que Deus deseja para Seus filhos. Ainda ansiamos por vê-lo (1 João 3:2). E a plenitude não vem com o Pentecostes, nem com o batismo no Espírito, mas apenas na glória da ressurreição.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:56:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Ajuda de Deus em Cada Passo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|The Help of God in Every Step}}&amp;lt;br&amp;gt;  Sombras escuras pairam sobre as páginas finais do Evangelho de João. Para o nosso Senhor, há a sombra da cruz; para os discíp...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Help of God in Every Step}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sombras escuras pairam sobre as páginas finais do Evangelho de João. Para o nosso Senhor, há a sombra da cruz; para os discípulos, a sombra de sua partida iminente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele está deixando-os para voltar ao Pai, e eles estão totalmente transtornados. É a essa angústia que Jesus se dirige com as palavras de João 16:7: “É para o vosso bem que eu vou; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for, eu o enviarei a vocês.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras destacam dois pontos notáveis. Primeiro, a menos que ele se vá, “o Consolador” não virá. Há uma ordem divina na obra da redenção, e em termos dessa ordem, não pode haver Pentecostes antes do Calvário. Não é simplesmente que, sem a cruz, nem os discípulos nem o Consolador teriam qualquer testemunho a dar. Há uma razão mais profunda: somente quando Cristo nos redimiu da maldição da lei é que podemos receber o Espírito prometido (Gálatas 3:14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes que possa haver comunhão, deve haver reconciliação. O contrário também é verdadeiro. Onde quer que Cristo redima, o Espírito ministra. É por isso que a salvação nunca pode ser meramente uma imputação externa da justiça de Cristo. Também é profundamente interior. Onde quer que o sangue seja aspergido, o Espírito transforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Teu Favor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então Jesus acrescenta uma segunda palavra notável: “É para o bem de vocês que eu vou embora”. Essa era a última coisa que os discípulos queriam ouvir. O que ele quis dizer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós conhecemos o sentimento: “Se ao menos pudéssemos ter estado com Ele quando caminhava pelas colinas da Galileia e andava pelas ruas de Jerusalém!” Mas e se, quando ele caminhou por aquelas colinas, estivéssemos em Jericó ou no Brasil? O Senhor encarnado não podia estar em dois lugares ao mesmo tempo. Mas é exatamente isso que a vinda do Consolador torna possível. Onde quer que estejamos, Ele está conosco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra “Consolador” (do grego '''parakletos', no português 'paráclito''') significa, literalmente, alguém chamado para estar ao nosso lado, mas Jesus também falou dele como estando conosco e até mesmo como estando dentro de nós. Essas palavras evidenciam uma intimidade notável entre os fiéis e o Espírito Santo. É verdade, não vemos mais Jesus. Mas, no lugar dessa presença externa, agora temos uma presença interna. Nunca caminhamos sozinhos. Seja em grandes jornadas missionárias, definhando em celas de prisão ou lutando em nossas próprias batalhas pessoais, o Consolador está sempre ao nosso lado, sempre conosco e sempre em nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não como um substituto de Cristo, como se Ele tivesse ido embora quando o Espírito veio. Lembre-se das palavras de João 14:18: &amp;quot;Não os deixarei órfãos; voltarei para vocês.&amp;quot; Isso não pode significar apenas que os discípulos o veriam novamente em suas aparições após a ressurreição. Se fosse só isso, então os cristãos seriam de fato “órfãos” durante todo o período entre a ascensão de Jesus e seu retorno. A verdade, certamente, é que, no Consolador, o próprio Jesus vem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele Está Sempre com Você====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi isso que a Igreja expressou mais tarde na doutrina chamada 'perichōrēsis': as três pessoas da Trindade habitam e se abraçam tão intimamente que, onde está Uma, estão as Três (uma doutrina baseada nas próprias palavras de Jesus em João 14:10: “Eu estou no Pai e o Pai está em mim”). O Espírito é o Espírito de seu Filho; onde está o seu Espírito, Ele está; e é assim que Jesus cumpre sua promessa de estar presente com sua Igreja todos os dias até o fim dos tempos (Mateus 28:20).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso também não é tudo. O Pai também está conosco. Aqui, novamente, a intimidade é notável: “Se alguém me ama”, declarou Jesus, “meu Pai o amará, e nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada” (João 14:23). O nosso &amp;quot;nós&amp;quot; é de tirar o fôlego. O Pai, o Filho e o Espírito agora vivem no coração de cada crente. Cristo não está mais visivelmente presente conosco, mas por meio do Espírito que habita em nós, o Deus Trino está conosco a cada passo do caminho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Uma Pessoa ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quanto ao próprio Consolador? Ele é claramente distinto de Jesus, ainda assim sua obra é uma continuação da obra de Jesus. É por isso que o Senhor o chama de “outro Consolador”, e por que João pode mais tarde chamar o próprio Jesus de Consolador (1 João 2:1). Isso ressalta o fato de que o Espírito, não menos do que Jesus, é uma pessoa, não uma força abstrata ou mero combustível espiritual; e por ser uma pessoa, nosso relacionamento com Ele também deve ser pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não nos possui, como os demônios possuíam os endemoninhados, nem nos subjuga, privando-nos do uso de nossas próprias mentes e vontades. Nem somos absorvidos por Ele, como em algum grande oceano místico. Nem é uma substância intoxicante (Efésios 5:18), que destrói nosso autocontrole e nos dá sensações de euforia semelhantes às das drogas. Ele guia, ensina, testifica, defende, ajuda, incentiva, fortalece, intercede e assegura. E Ele espera que ouçamos, obedeçamos, sigamos e, acima de tudo, mantenhamos o ritmo (Gálatas 5:25).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Defensor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra '''parakletos''' geralmente significava um defensor, e isso se aplica ao Espírito Santo de duas maneiras distintas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, ele é o defensor de Cristo no mundo (João 16:8–11). Os discípulos (e a Igreja) receberam uma missão intimidante: a evangelização do mundo. Mas como podemos convencer o mundo de sua necessidade de salvação? Como podemos convencê-lo de que aquele que morreu de forma ignominiosa é o seu Salvador designado? E como podemos convencê-lo de que todo homem um dia estará diante do Seu trono de juízo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta curta é que não podemos. O alívio é que o Espírito Santo pode. Ele pode convencer o mundo. Ele pode defender Cristo e Seus testemunhos, e então nossas pobres línguas, que ceceiam e gaguejam, se tornam palavras de vida e poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Ele é o defensor de Cristo em nossos corações. Ele me glorificará, diz Jesus (João 16:14), compartilhando conosco sua própria visão da beleza do Salvador. O Espírito vê a Cristo pelos olhos do Pai (João 16:13). Um crente o vê pelos olhos do Espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele É Teu Consolador====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda assim, há um calor na promessa de Jesus que a palavra “defensor” não consegue transmitir. Lembre-se de que suas palavras foram dirigidas ao medo dos discípulos de ficarem sem amigos e desamparados. O consolo é que, quando Ele for embora, enviará outro que ficará ao lado deles e os defenderá, assim como Ele fez. Longe de serem órfãos, eles têm um Pai no céu e, por meio de Seu Espírito, Ele cuidará deles como somente um Pai celestial pode fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a missão do Auxiliador não significa que não haja mais espaço para a esperança, como se já desfrutássemos de tudo o que Deus deseja para Seus filhos. Ainda ansiamos por vê-lo (1 João 3:2). E a plenitude não vem com o Pentecostes, nem com o batismo no Espírito, mas apenas na glória da ressurreição.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 17:56:29 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Ajuda_de_Deus_em_Cada_Passo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Meu Sofrimento Não Me Definiu</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Meu_Sofrimento_N%C3%A3o_Me_Definiu</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;span class=&amp;quot;fck_mw_template&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span class=&amp;quot;fck_mw_template&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;span class=&amp;quot;fck_mw_template&amp;quot;&amp;gt;{{info|My Suffering Has Not Defined Me}}&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma coisa estranha aconteceu quando a primeira notícia se espalhou de que eu tinha câncer de mama em estágio III: comecei a receber todas as coisas cor-de-rosa. Colchas cor-de-rosa, ursinhos de pelúcia e camisetas cobertas com símbolos de câncer de mama. Até cartas escritas com tinta rosa em papel rosado. Cada presente me acolheu em um clube especial. A irmandade dos guerreiros do câncer.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Muito tempo depois da minha cirurgia e tratamento, sempre que encontrava outros cristãos na irmandade, eles imediatamente se conectavam comigo como sua companheira sobreviventee de câncer. Se outras mulheres estivessem entre nós, eu sentia que elas tinham que ficar fora do nosso círculo íntimo de sofrimento compartilhado. Eu parabenizei esses sobreviventes por estarem livres do câncer, mas eu olhava para seus broches de câncer de mama e pensava: &amp;quot;&amp;lt;i&amp;gt;Você vai seguir em frente?&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;quot; Não há melhor tópico de discussão do que: &amp;quot;Você já fez seu exame anual de mama?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Ouça-me: minha intenção não é menosprezar ninguém que tenha sobrevivido aos duros rigores do câncer de mama. Mas eu me pergunto se algumas dessas mulheres cristãs estão ansiando por segurança e significado que seja mais palpável do que uma fé cuja substância é meramente esperada e frustrantemente invisível — ansiando por fazer parte de algo que atualize a identidade de alguém. Embora ela&amp;quot;s nunca descartassem seu Salvador, eles querem algo mais tangível do que seu nome escrito em um livro invisível da vida: &amp;lt;i&amp;gt;&amp;quot;Quem sou eu?&amp;quot; Meu pano de fundo é cristão, mas sou uma guerreira, uma sobrevivente do câncer. Me conheça e me respeite por isso.&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Somente em Cristo&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;De certa forma, eu entendo a luta. Minha tetraplegia clama constantemente por minha atenção total: esvaziar a bolsa para as pernas, lidar com a dor, providenciar ajuda, ajustar o espartilho, carregar a cadeira de rodas, procurar acesso e pegar aquele lugar de estacionamento para deficientes antes que outra pessoa o faça. É o meu mundo. Então, novamente, definitivamente não é.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Meu mundo, minha respiração e meu próprio ser — minha identidade — estão em Cristo e somente em Cristo. Eu não pertenço a mim mesmo; fui comprada com o preço do sangue de Deus (1 Coríntios 6:19–20). Satanás odeia isso. Ele fará tudo o que puder — usar minha cadeira de rodas, minha notoriedade, ministério, o que for — para me focar e afastar de Cristo.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Então, prestei atenção à advertência de Deuteronômio 11:16: “Cuide para que seu coração não seja enganado, e você se desvie e sirva a outros deuses e os adore.” Estou dizendo que meu ministério para pessoas com deficiência ou seu precioso Shih Tzu com seu pequeno arco é um ídolo? Se eles competem por nossa devoção singular a Cristo, então sim.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Colocando as Coisas em Seu Devido Lugar&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;É preciso a luta e o fogo do Espírito de Deus para não ser seduzido por essas coisas. O apóstolo Pedro diz para não fazer provisão para a carne, pois essas coisas “guerreiam contra a vossa alma” (1 Pedro 2:11). Encontrar sua identidade e valor em qualquer coisa que não seja Jesus Cristo é acreditar que sua distinta carreira, seu animal de estimação, suas habilidades parentais, sua valente vitória sobre o câncer e a tetraplegia ou seu próprio pecado tornam a vida mais significativa, rica ou gratificante. Mas cristão, sua identidade nunca deve estar em coisas que competem por espaço em seu coração. Não diminua o preço pago por você ou minimize a adoção de Deus por você.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Somente em Cristo encontramos alegria, paz e significado gratificantes. Quando vivemos como se tivéssemos morrido em Cristo, nossa carreira encontra seu equilíbrio, nosso animal de estimação encontra seu lugar, nossos filhos se beneficiam incrivelmente e nossas vitórias sobre as provações se tornam razões para tornar Deus famoso e louvá-lo alegremente diante dos outros.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma vez que Cristo é a fonte de paz, alegria, força e descanso, e nele vivemos, nos movemos e temos nosso próprio ser, podemos estar seguros e nos sentirmos significativos quando nos vemos “em Cristo”. Jesus é um êxtase incomparável. Por que o suplantaríamos com algo menor?&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Quem É Você?&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Você quer saber quem você é? “Sua vida está escondida com Cristo em Deus” (Colossenses 3:3). É como aquelas bonecas russas pintadas à mão que se abrem para revelar — surpresa! — outra boneca lá dentro. Pegue aquela, abra, e tem outra. Isso é divertido, você descobre. Toda vez que você alcança e tira uma nova, tem certeza de que será a última. Mas não de longe — a alegria continua enquanto você saboreia um deleite após o outro por tudo o que está escondido dentro.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;É uma imagem vívida de se desdobrar e se deliciar com sua identidade. Quem é você? Você está em Jesus e ele está no Pai. Então, comece a se abrir para Cristo e — voilà — lá você se encontrará. Ao entrar nas camadas de Jesus, você vê mais de si mesmo, transformado pela própria disciplina de conhecê-lo melhor. “A Bíblia nos diz quem somos e o que devemos fazer, mas o faz através das lentes de quem Deus é. O conhecimento de Deus e o conhecimento de si sempre andam de mãos dadas ”, diz Jen Wilkin.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Siga o mandamento de Colossenses 3:2–3: “Pensem nas coisas que estão no alto, não nas que estão na terra. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus.&amp;quot; Todos os dias, envolva-se ativamente com o Espírito Santo para conhecer melhor a Cristo, para descobrir &amp;quot;o que está dentro&amp;quot;. Quanto mais você olhar, mais ficará encantado com sua beleza, cativado por seu amor e dominado pelas excelências de sua misericórdia e graça.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Vanglorie-se de sua identidade em Jesus e leve outra pessoa ao Calvário, como ele faria. Dê sua vida pelos outros como ele fez. Aprecie a palavra de Deus como ele. Carregue sua cruz diariamente da maneira que ele faria. Ore do jeito que ele faz. Adore o Pai como ele adora. Acima de tudo, peça ao Espírito que exponha seus pecados que o mataram. Ele perdeu a vida para que você possa encontrar a sua, então comece cada dia pedindo a Deus que lhe mostre o “você” que ele projetou para ser. Pois você é um tesouro escondido nele.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 19:03:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Meu_Sofrimento_N%C3%A3o_Me_Definiu</comments>		</item>
		<item>
			<title>Egocentrismo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Egocentrismo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Egocentrismo para Deixe de Lado o Peso do Egocentrismo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Deixe de Lado o Peso do Egocentrismo]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:55:18 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Egocentrismo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Deixe de Lado o Peso do Egocentrismo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Deixe_de_Lado_o_Peso_do_Egocentrismo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Egocentrismo para Deixe de Lado o Peso do Egocentrismo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Lay Aside the Weight of Self-Preoccupation}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Enfim, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é belo, tudo o que é louvável, se há alguma excelência, se há alguma coisa digna de louvor, pensai nestas coisas. (Filipenses 4:8)&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer renovar sua alma? Quer prosseguir com mais persistência hoje? Deixe de ser o foco de sua atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado de sua alma depende do que ocupa sua mente. Se o seu eu está ocupando sua mente, esqueça a paz e a satisfação. Você não os encontra em um vazio de necessidades e desejos pecaminosos. E esqueça o amor ao próximo. Uma alma preocupada consigo mesma pode gostar da ideia de ser vista pelos outros como amorosa, mas acaba encontrando outros obstáculos que preenchem esse vazio de desejo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E esqueça a alegria. A alma não encontra satisfação em si mesma. Não foi projetada para isso. Ela foi projetada para encontrar satisfação suprema em Outra pessoa (Salmo 107:9) e, em seguida, desfrutar de todo o resto por causa dessa Outra pessoa (1 Timóteo 6:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Ego Nunca Satisfará a Alma====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alma foi concebida para adorar, mas não para adorar a si mesma. O ego não é glorioso o suficiente para cativar a alma. Sabemos disso. No entanto, nossa natureza pecadora não quer acreditar nisso. Somos arrastados continuamente para o labirinto sem esperança do engano que é a auto-adoração. Sabemos que não somos dignos de adoração—não importa quantos mantras de psicologia pop autoafirmativos cantemos. E, no entanto, tentamos repetidamente satisfazer nossas almas com o louvor de outras pessoas—e, se possível, com a adoração—de nosso eu. Nossas naturezas pecadoras parecem acreditar que, se um número suficiente de pessoas nos admira, podemos acreditar que somos admiráveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo é ''desorientador'', porque quando estamos olhando para nós mesmos não olhamos para Jesus (Hebreus 12:2) e não olhamos para a estrada a qual estamos seguindo (Hebreus 12:1). É ''decepcionante'' porque nunca encontramos em nós mesmos o que procuramos. Portanto, isso frequentemente leva ao ''desânimo e desespero''. Ironicamente, muitas vezes somos atraídos para a introspecção egocêntrica, o que nos leva a um ciclo vicioso de esforços de autoaperfeiçoamento, autoindulgência, autodesilusão, novas autorresoluções, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Deixar de Lado o Velho Eu em Nome da Alegria====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo é realmente um pecado que &amp;quot;se apega com força&amp;quot; (Hebreus 12:1). É difícil deixar isso de lado. Isso faz parte de nós a tal ponto que podemos perder a esperança de que algum dia possamos realmente mudar. &amp;quot;Para o homem isso é impossível, mas para Deus tudo é possível&amp;quot; (Mateus 19:26). A Bíblia nos diz como fazer isso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''Negue a si mesmo''' tirando os olhos de si. Mas lembre-se, a abnegação cristã é hedonista, pois você está se privando do que rouba a vida para ganhar a vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Se alguém quiser me seguir, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida irá perdê-la, mas quem perder a sua vida por minha causa a encontrará.&amp;quot; (Mateus 16:24–25)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''Olhe para Jesus''' (Hebreus 12:2) e tudo o que Deus promete ser e fazer por você através dele. Só ele satisfará a sua alma (Salmo 63:1-3) e só ele tem as palavras da vida eterna (João 6:68).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Concentrem-se nas coisas do alto, não nas coisas que estão na terra. (Colossenses 3:2)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (Mateus 6:33)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Enfim, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é belo, tudo o que é louvável, se há alguma excelência, se há alguma coisa digna de louvor, pensai nestas coisas. (Filipenses 4:8)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''Sirva aos outros.''' Combata o egocentrismo concentrando-se nas necessidades e preocupações dos outros. Os mandamentos de Nosso Senhor de amar uns aos outros (João 13:34) e servir uns aos outros (João 13:14) trazem um benefício duplo para nós: nos dão a bênção de dar e nos libertam da tirania do ego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;É mais abençoado dar do que receber.&amp;quot; (Atos 20:35)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não faça nada por ambição egoísta ou por vaidade, mas, com humildade, considere os outros mais importantes do que você mesmo. Que cada um de vocês olhe não apenas para seus próprios interesses, mas também para os interesses dos outros. (Filipenses 2:3-4)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os hedonistas mundanos acreditam que o narcisismo é o caminho para a alegria. Isso é uma mentira horrível. Os Hedonistas Cristãos sabem que o narcisismo é a morte da alegria, pois só Deus é a nossa &amp;quot;alegria plena&amp;quot; (Salmos 43:4, Salmos 16:11).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, junte-se a mim hoje, pela alegria de Deus, pela nossa alegria e pela alegria dos outros, deixando de lado o peso do egocentrismo, negando-nos a falta de vida, olhando para Jesus que é a nossa vida (João 14:6) e dando vida aos outros, servindo-os.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:55:18 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Deixe_de_Lado_o_Peso_do_Egocentrismo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Deixe de Lado o Peso do Egocentrismo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Deixe_de_Lado_o_Peso_do_Egocentrismo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Lay Aside the Weight of Self-Preoccupation}}&amp;lt;br&amp;gt;  &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Enfim, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Lay Aside the Weight of Self-Preoccupation}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Enfim, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é belo, tudo o que é louvável, se há alguma excelência, se há alguma coisa digna de louvor, pensai nestas coisas. (Filipenses 4:8)&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer renovar sua alma? Quer prosseguir com mais persistência hoje? Deixe de ser o foco de sua atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado de sua alma depende do que ocupa sua mente. Se o seu eu está ocupando sua mente, esqueça a paz e a satisfação. Você não os encontra em um vazio de necessidades e desejos pecaminosos. E esqueça o amor ao próximo. Uma alma preocupada consigo mesma pode gostar da ideia de ser vista pelos outros como amorosa, mas acaba encontrando outros obstáculos que preenchem esse vazio de desejo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E esqueça a alegria. A alma não encontra satisfação em si mesma. Não foi projetada para isso. Ela foi projetada para encontrar satisfação suprema em Outra pessoa (Salmo 107:9) e, em seguida, desfrutar de todo o resto por causa dessa Outra pessoa (1 Timóteo 6:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Ego Nunca Satisfará a Alma====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alma foi concebida para adorar, mas não para adorar a si mesma. O ego não é glorioso o suficiente para cativar a alma. Sabemos disso. No entanto, nossa natureza pecadora não quer acreditar nisso. Somos arrastados continuamente para o labirinto sem esperança do engano que é a auto-adoração. Sabemos que não somos dignos de adoração—não importa quantos mantras de psicologia pop autoafirmativos cantemos. E, no entanto, tentamos repetidamente satisfazer nossas almas com o louvor de outras pessoas—e, se possível, com a adoração—de nosso eu. Nossas naturezas pecadoras parecem acreditar que, se um número suficiente de pessoas nos admira, podemos acreditar que somos admiráveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo é ''desorientador'', porque quando estamos olhando para nós mesmos não olhamos para Jesus (Hebreus 12:2) e não olhamos para a estrada a qual estamos seguindo (Hebreus 12:1). É ''decepcionante'' porque nunca encontramos em nós mesmos o que procuramos. Portanto, isso frequentemente leva ao ''desânimo e desespero''. Ironicamente, muitas vezes somos atraídos para a introspecção egocêntrica, o que nos leva a um ciclo vicioso de esforços de autoaperfeiçoamento, autoindulgência, autodesilusão, novas autorresoluções, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Deixar de Lado o Velho Eu em Nome da Alegria====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo é realmente um pecado que &amp;quot;se apega com força&amp;quot; (Hebreus 12:1). É difícil deixar isso de lado. Isso faz parte de nós a tal ponto que podemos perder a esperança de que algum dia possamos realmente mudar. &amp;quot;Para o homem isso é impossível, mas para Deus tudo é possível&amp;quot; (Mateus 19:26). A Bíblia nos diz como fazer isso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''Negue a si mesmo''' tirando os olhos de si. Mas lembre-se, a abnegação cristã é hedonista, pois você está se privando do que rouba a vida para ganhar a vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Se alguém quiser me seguir, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida irá perdê-la, mas quem perder a sua vida por minha causa a encontrará.&amp;quot; (Mateus 16:24–25)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''Olhe para Jesus''' (Hebreus 12:2) e tudo o que Deus promete ser e fazer por você através dele. Só ele satisfará a sua alma (Salmo 63:1-3) e só ele tem as palavras da vida eterna (João 6:68).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Concentrem-se nas coisas do alto, não nas coisas que estão na terra. (Colossenses 3:2)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (Mateus 6:33)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Enfim, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é belo, tudo o que é louvável, se há alguma excelência, se há alguma coisa digna de louvor, pensai nestas coisas. (Filipenses 4:8)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''Sirva aos outros.''' Combata o egocentrismo concentrando-se nas necessidades e preocupações dos outros. Os mandamentos de Nosso Senhor de amar uns aos outros (João 13:34) e servir uns aos outros (João 13:14) trazem um benefício duplo para nós: nos dão a bênção de dar e nos libertam da tirania do ego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;É mais abençoado dar do que receber.&amp;quot; (Atos 20:35)&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Não faça nada por ambição egoísta ou por vaidade, mas, com humildade, considere os outros mais importantes do que você mesmo. Que cada um de vocês olhe não apenas para seus próprios interesses, mas também para os interesses dos outros. (Filipenses 2:3-4)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os hedonistas mundanos acreditam que o narcisismo é o caminho para a alegria. Isso é uma mentira horrível. Os Hedonistas Cristãos sabem que o narcisismo é a morte da alegria, pois só Deus é a nossa &amp;quot;alegria plena&amp;quot; (Salmos 43:4, Salmos 16:11).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, junte-se a mim hoje, pela alegria de Deus, pela nossa alegria e pela alegria dos outros, deixando de lado o peso do egocentrismo, negando-nos a falta de vida, olhando para Jesus que é a nossa vida (João 14:6) e dando vida aos outros, servindo-os.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:54:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Deixe_de_Lado_o_Peso_do_Egocentrismo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Vence</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Vence</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Vence para A Glória de Deus Vence&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[A Glória de Deus Vence]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:44:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Vence</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Glória de Deus Vence</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Gl%C3%B3ria_de_Deus_Vence</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Vence para A Glória de Deus Vence&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|God’s Glory Wins}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem todos crerão no evangelho. Por quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Deus deseja que todos os homens sejam salvos&amp;quot;, nos diz 1 Timóteo 2:4. &amp;quot;Pois não me agrada a morte de ninguém&amp;quot;, em Ezequiel 18:32. Então, por que há alguns que se recusam a confiar em Jesus e, portanto, morrem perdidos em seus pecados?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há duas respostas diferentes para esta pergunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas devemos entender que essas duas respostas vão além de dar sentido à vontade de decreto e vontade de comando de Deus. Essas &amp;quot;duas vontades&amp;quot; em Deus descrevem uma distinção bíblica que foi expressa de várias maneiras nas Escrituras e ao longo dos séculos. John Piper escreve: “Os ‘dois modos de Deus querer’ implicam que Deus decreta um determinado estado de coisas, ao mesmo tempo em que quer e ensina que outro estado de coisas deveria acontecer” (''Does God Desire All to Be Saved?'' 16). Isto significa que, embora Deus deseje que todas as pessoas sejam salvas (Sua &amp;quot;vontade de mandamento&amp;quot;), somente aqueles escolhidos em Cristo crerão no evangelho e serão salvos (Sua &amp;quot;vontade de decreto&amp;quot;). Mas é verdade que essa explicação ainda não chega ao porquê. Por que é assim? Por que Deus não decreta tudo o que Ele prescreve?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é aqui que enfrentamos essas duas respostas diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma resposta é que há algo mais poderoso do que Deus que é capaz de frustrar Sua vontade. Isso implica dizer que Deus é bondoso por desejar que todas as pessoas sejam salvas, mas “não tem poder” para fazer com que isso aconteça. A segunda resposta diz, nas palavras de Piper: “Deus não quer salvar a todos, embora ‘deseje’ que todos sejam salvos, ''porque há algo mais que ele quer ou deseja mais intensamente'', o que se perderia se ele exercesse seu poder soberano para salvar a todos” (ênfase acrescentada, 39).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda resposta é aquela que tanto calvinistas quanto arminianos podem afirmar. Ambos dizem que Deus não salva a todos porque Ele está comprometido com algo mais do que salvar a todos. A ''diferença'' entre calvinistas e arminianos é vista no ''que é esse compromisso maior.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Piper explica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A resposta que os arminianos dão é que a autodeterminação humana e a possível relação de amor resultante com Deus são mais valiosas do que salvar todas as pessoas pela graça soberana e eficaz. A resposta que os Reformados dão é que o maior valor é a manifestação de toda a plenitude da glória de Deus, tanto na ira quanto na misericórdia (Romanos 9:22-23) e no humilhar do homem, de modo que o homem tenha prazer em atribuir todo o crédito pela sua salvação a Deus (1 Coríntios 1:29. 39)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, uma explicação diz que o compromisso maior é Deus deixando o destino de nossas almas eternas para nossa própria tomada de decisão. O compromisso maior é Deus garantir o nosso direito de deixar que nossas escolhas sejam o fator decisivo em onde passamos a eternidade. A outra explicação – a resposta calvinista – diz que o compromisso maior de Deus é a demonstração completa de Sua glória. A glória de Deus vence, o que significa que Sua ira justa é derramada sobre toda injustiça, e Sua misericórdia é derramada sobre todos os que Ele ama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior compromisso de Deus – além de Sua vontade moral de que todas as pessoas em todos os lugares se arrependam – é que o panorama completo de Sua glória brilhe. Essa glória é a Sua misericórdia, graça, amor inabalável e fidelidade, ''e Sua recusa em, de forma alguma, deixar o culpado sem punição'' . . . para que os vasos da Sua misericórdia conheçam as riquezas da Sua glória (Ex 34:6-7; Romanos 9:23).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:44:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Gl%C3%B3ria_de_Deus_Vence</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Glória de Deus Vence</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Gl%C3%B3ria_de_Deus_Vence</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|God’s Glory Wins}}&amp;lt;br&amp;gt;  Nem todos crerão no evangelho. Por quê?  &amp;quot;Deus deseja que todos os homens sejam salvos&amp;quot;, nos diz 1 Timóteo 2:4. &amp;quot;Pois não me agrada a mo...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|God’s Glory Wins}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem todos crerão no evangelho. Por quê?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Deus deseja que todos os homens sejam salvos&amp;quot;, nos diz 1 Timóteo 2:4. &amp;quot;Pois não me agrada a morte de ninguém&amp;quot;, em Ezequiel 18:32. Então, por que há alguns que se recusam a confiar em Jesus e, portanto, morrem perdidos em seus pecados?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há duas respostas diferentes para esta pergunta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas devemos entender que essas duas respostas vão além de dar sentido à vontade de decreto e vontade de comando de Deus. Essas &amp;quot;duas vontades&amp;quot; em Deus descrevem uma distinção bíblica que foi expressa de várias maneiras nas Escrituras e ao longo dos séculos. John Piper escreve: “Os ‘dois modos de Deus querer’ implicam que Deus decreta um determinado estado de coisas, ao mesmo tempo em que quer e ensina que outro estado de coisas deveria acontecer” (''Does God Desire All to Be Saved?'' 16). Isto significa que, embora Deus deseje que todas as pessoas sejam salvas (Sua &amp;quot;vontade de mandamento&amp;quot;), somente aqueles escolhidos em Cristo crerão no evangelho e serão salvos (Sua &amp;quot;vontade de decreto&amp;quot;). Mas é verdade que essa explicação ainda não chega ao porquê. Por que é assim? Por que Deus não decreta tudo o que Ele prescreve?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é aqui que enfrentamos essas duas respostas diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma resposta é que há algo mais poderoso do que Deus que é capaz de frustrar Sua vontade. Isso implica dizer que Deus é bondoso por desejar que todas as pessoas sejam salvas, mas “não tem poder” para fazer com que isso aconteça. A segunda resposta diz, nas palavras de Piper: “Deus não quer salvar a todos, embora ‘deseje’ que todos sejam salvos, ''porque há algo mais que ele quer ou deseja mais intensamente'', o que se perderia se ele exercesse seu poder soberano para salvar a todos” (ênfase acrescentada, 39).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda resposta é aquela que tanto calvinistas quanto arminianos podem afirmar. Ambos dizem que Deus não salva a todos porque Ele está comprometido com algo mais do que salvar a todos. A ''diferença'' entre calvinistas e arminianos é vista no ''que é esse compromisso maior.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Piper explica:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A resposta que os arminianos dão é que a autodeterminação humana e a possível relação de amor resultante com Deus são mais valiosas do que salvar todas as pessoas pela graça soberana e eficaz. A resposta que os Reformados dão é que o maior valor é a manifestação de toda a plenitude da glória de Deus, tanto na ira quanto na misericórdia (Romanos 9:22-23) e no humilhar do homem, de modo que o homem tenha prazer em atribuir todo o crédito pela sua salvação a Deus (1 Coríntios 1:29. 39)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, uma explicação diz que o compromisso maior é Deus deixando o destino de nossas almas eternas para nossa própria tomada de decisão. O compromisso maior é Deus garantir o nosso direito de deixar que nossas escolhas sejam o fator decisivo em onde passamos a eternidade. A outra explicação – a resposta calvinista – diz que o compromisso maior de Deus é a demonstração completa de Sua glória. A glória de Deus vence, o que significa que Sua ira justa é derramada sobre toda injustiça, e Sua misericórdia é derramada sobre todos os que Ele ama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior compromisso de Deus – além de Sua vontade moral de que todas as pessoas em todos os lugares se arrependam – é que o panorama completo de Sua glória brilhe. Essa glória é a Sua misericórdia, graça, amor inabalável e fidelidade, ''e Sua recusa em, de forma alguma, deixar o culpado sem punição'' . . . para que os vasos da Sua misericórdia conheçam as riquezas da Sua glória (Ex 34:6-7; Romanos 9:23).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:43:45 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Gl%C3%B3ria_de_Deus_Vence</comments>		</item>
		<item>
			<title>Hoje</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Hoje</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Hoje para O que os anjos estão fazendo hoje?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[O que os anjos estão fazendo hoje?]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:26:58 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Hoje</comments>		</item>
		<item>
			<title>O que os anjos estão fazendo hoje?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_que_os_anjos_est%C3%A3o_fazendo_hoje%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Hoje para O que os anjos estão fazendo hoje?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|What Are Angels Doing Today?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Transcrição do áudio'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O que os anjos estão fazendo hoje? É uma ótima pergunta, enviada hoje por um ouvinte anônimo do podcast. “Pastor John, olá e obrigado por este podcast. Você poderia me dizer qual é o papel dos anjos neste momento? O que eles estão fazendo? E, como cristãos, que papel ativo eles desempenham em nossas vidas hoje? Agradeço qualquer ajuda que você puder oferecer.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que é útil formular a pergunta desta forma: por que os anjos existem? Isso inclui: o que eles fazem? Como eles se relacionam conosco? E podemos responder a essas perguntas, pelo menos em parte, observando o que eles fazem na Bíblia, que é o ponto de partida mais seguro, na minha opinião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso também nos leva a perguntar: o que Deus está fazendo ao criar agentes para sua atividade, quando ele mesmo poderia fazer exatamente o que eles fazem muito bem sozinho? Todas as coisas que a Bíblia diz que os anjos fazem, Deus poderia, por assim dizer, estalar os dedos e elas estariam feitas. Deus não precisa de anjos para realizar coisas; por isso pergunto: por que eles existem, afinal? E por que há tantos deles (como veremos)?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Anjos por toda parte====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar pelo ponto mais seguro; ou seja, pela Bíblia, em vez de nossas próprias especulações. E aqui estão algumas das coisas que a Bíblia diz que os anjos estão fazendo. Os termos “anjo” ou “anjos” aparecem na Bíblia cerca de trezentas vezes, portanto, essa não é uma realidade secundária nas Escrituras. Aqui está um exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Os anjos anunciaram o nascimento de Jesus a Maria (Lucas 1:26–38), a Zacarias e Isabel (Lucas 1:11–23), a José (Mateus 1:20–21) e aos pastores (Lucas 2:8–14)).&lt;br /&gt;
*Eles cuidaram de Jesus no deserto após seu jejum de quarenta dias (Marcos 1:13).&lt;br /&gt;
*Eles retiraram a pedra do túmulo de Jesus (Mateus 28:2).&lt;br /&gt;
*Eles abriram as portas da prisão para os apóstolos (Atos 5:19–20).&lt;br /&gt;
*Eles indicavam aos evangelistas para onde ir, como Filipe (Atos 8:26).&lt;br /&gt;
*Eles conversaram com não crentes, como Cornélio, sobre o que deveriam fazer para conhecer o evangelho (Atos 10:3–8).&lt;br /&gt;
*Eles virão com Jesus, diz a Bíblia, na sua segunda vinda (2 Tessalonicenses 1:7).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é apenas uma amostra de sua atuação na Bíblia, especialmente no Novo Testamento. E, a propósito, eles são mencionados no Antigo Testamento mais de cem vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Quatro maneiras pelas quais os anjos servem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos nos aprofundar com quatro passagens que nos dão uma ideia do que os anjos fazem e por que existem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Os anjos ministram aos santos.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o primeiro: um dos textos mais básicos que existem sobre anjos e cristãos é Hebreus 1:13–14. Quase todo o primeiro capítulo de Hebreus é dedicado a mostrar a superioridade de Jesus sobre os anjos. O capítulo termina assim: “Não são todos eles [ou seja, os anjos] espíritos ministradores, enviados para servir em benefício daqueles que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1:14). Várias coisas são notáveis nessa afirmação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ela diz que os anjos existem em benefício dos cristãos: “aqueles que hão de herdar a salvação”.&lt;br /&gt;
*Ela diz que eles estão nos servindo como “espíritos ministradores”.&lt;br /&gt;
*E talvez o mais surpreendente seja que diz que todos eles — não apenas alguns, mas todos — “servem” aos cristãos para nos ajudar a chegar ao lar e “herdar [nossa] salvação”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, todos os anjos servem ao bem de todos os cristãos o tempo todo. Eles são, por assim dizer, agentes de Romanos 8:28, fazendo com que todas as coisas contribuam para o bem sob a providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Os anjos cumprem a vontade de Deus.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o segundo texto abrangente sobre os anjos, Salmo 103:20–21:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Bendizei ao Senhor, ó vós, seus anjos,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
vós, os poderosos que cumpris a sua palavra,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
obedecendo à voz da sua palavra!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bendizei ao Senhor, todos os seus exércitos,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
seus ministros, que cumprem a sua vontade!&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz que os anjos são “poderosos”. Eles não são querubins gordinhos, parecidos com bebês, com asas. São colossais e de poder tremendo. E então o salmista os chama de “exércitos”. A palavra em inglês “hosts” traduz uma palavra hebraica que significa “exércitos”, “tropas” ou “forças militares”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quer você os chame de anjos, quer os chame de exércitos ou forças, a ênfase em ambos os casos no Salmo 103 recai sobre isto: eles cumprem a vontade de Deus — “Vós, poderosos que cumpreis a sua palavra, obedecendo à voz da sua palavra!” “Seus exércitos, seus ministros, que cumprem a sua vontade!” Em outras palavras, eles são ativos; são agentes que fazem tudo o que Deus ordena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, parece-me que podemos inferir disso que Deus ama criar uma abundância de executores de sua vontade em vários níveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Objetos inanimados cumprem sua vontade: ele ordena ao mar, e este lhe obedece.&lt;br /&gt;
*Animais cumprem sua vontade: ele ordena a uma baleia que engula Jonas.&lt;br /&gt;
*Os seres humanos cumprem sua vontade.&lt;br /&gt;
*Os anjos cumprem sua vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando Deus decidiu criar, Ele considerou sensato criar hierarquias de seres, desde a pedra inanimada menos significativa, passando pelo verme, pela baleia, pelo ser humano e, então, por múltiplas classes de anjos. Pois alguns são chamados de arcanjos (1 Tessalonicenses 4:16). Assim, Deus criou não apenas anjos, mas hierarquias de anjos. E quando eles se tornam demoníacos por causa da rebelião, há hierarquias de principados e potestades nas hordas do diabo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Os anjos exaltam a grandeza de Deus.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis aqui um terceiro texto que destaca a exuberância de Deus ao criar os anjos. Daniel 7:10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Um rio de fogo jorrou&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e saiu da presença [do Senhor];&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mil milhares o serviam,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e dez mil vezes dez mil estavam diante dele;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
o tribunal se reuniu para julgar,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e os livros foram abertos.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma imagem de Deus no céu com cem milhões de anjos em pé diante dele. Isso é de tirar o fôlego. Esse é o ponto. Deus criou milhões e milhões de anjos como uma assembleia digna, majestosa e real para sua magnificência. A vastidão de tal multidão de seres colossais, todos reunidos diante de um grande Rei, fala de maneira única sobre a glória e a majestade imperial do Rei dos reis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, os anjos existem em sua grandeza, em sua obediência e em seu grande número para chamar a atenção para a grandeza do Deus a quem servem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Os anjos chamam a atenção para o valor de cada crente.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, eis um último texto que talvez seja o mais incomum de todos. Jesus diz em Mateus 18:10: “Cuidem para não desprezar nenhum desses pequeninos. Pois eu lhes digo que, no céu, os anjos deles sempre contemplam a face de meu Pai que está nos céus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que, afinal, Jesus quis dizer com isso? Bem, os “pequeninos” referem-se aos crentes, aos cristãos — cristãos com coração de criança, cristãos verdadeiros — que são facilmente desprezados e ridicularizados neste mundo. E acho que o que ele está dizendo é o seguinte: todo cristão — mesmo o crente mais simples e humilde — tem uma comitiva de titãs, anjos — seres colossais e gloriosos que ocupam a posição mais privilegiada do universo diante da face de Deus — sempre prontos para cumprir a vontade de Deus a qualquer momento em favor desses pequenos cristãos desprezados. Portanto, tome cuidado para não desprezar nenhum seguidor de Jesus que seja simples e pouco impressionante. Os titãs celestiais estão a serviço de Deus em favor deles, exatamente naquele lugar privilegiado diante da face de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevi um artigo no site ''Desiring God'' chamado “O Papel Surpreendente dos Anjos da Guarda”, no qual apresento todos os argumentos para o que acabei de dizer. Se isso soa como uma interpretação nova e incomum desse texto ou sobre os anjos da guarda, espero que você leia esse artigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixe-me resumir novamente assim: Jesus diz: “Cuidem para não desprezar um desses pequeninos [um dos meus crentes]. Pois [porque — eis a razão pela qual vocês não devem desprezar nenhum cristão] eu lhes digo que, no céu, os anjos deles [no plural — não se trata de um anjo para cada pessoa; não há nada no texto que sugira isso] sempre contemplam a face do meu Pai.” Não despreze esse discípulo simples e discreto de Jesus. Deixe que sua comitiva angelical lhe lembre de quem ele é filho. Deixe que essa comitiva angelical de titãs lhe lembre de quem é o Senhor dele. Coloque a mão sobre sua boca crítica e desdenhosa e demonstre grande estima por todos os discípulos comuns e infantis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o fato de Deus ser o Pai deles e Jesus ser o Senhor deles não o impede de desprezar e maltratar os seguidores de Jesus, então deixe que essa defesa aterrorizante e a fileira de seus magníficos anjos o despertem de seu torpor. Essa é a ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, no céu e na terra, os anjos, em sua magnificência, servem para chamar a atenção para a grandeza de Deus e, surpreendentemente, servem para chamar a atenção para a grandeza menor, mas de tirar o fôlego, do crente mais simples. Deus pretende que o papel dos anjos nos emocione com sua graça, poder e sabedoria na maneira como Ele criou, na maneira como Ele governa e na maneira como Ele está salvando seu povo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:26:58 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_que_os_anjos_est%C3%A3o_fazendo_hoje%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>O que os anjos estão fazendo hoje?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_que_os_anjos_est%C3%A3o_fazendo_hoje%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|What Are Angels Doing Today?}}&amp;lt;br&amp;gt;  '''Transcrição do áudio'''  ''O que os anjos estão fazendo hoje? É uma ótima pergunta, enviada hoje por um ouvinte anônimo ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|What Are Angels Doing Today?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Transcrição do áudio'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''O que os anjos estão fazendo hoje? É uma ótima pergunta, enviada hoje por um ouvinte anônimo do podcast. “Pastor John, olá e obrigado por este podcast. Você poderia me dizer qual é o papel dos anjos neste momento? O que eles estão fazendo? E, como cristãos, que papel ativo eles desempenham em nossas vidas hoje? Agradeço qualquer ajuda que você puder oferecer.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que é útil formular a pergunta desta forma: por que os anjos existem? Isso inclui: o que eles fazem? Como eles se relacionam conosco? E podemos responder a essas perguntas, pelo menos em parte, observando o que eles fazem na Bíblia, que é o ponto de partida mais seguro, na minha opinião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso também nos leva a perguntar: o que Deus está fazendo ao criar agentes para sua atividade, quando ele mesmo poderia fazer exatamente o que eles fazem muito bem sozinho? Todas as coisas que a Bíblia diz que os anjos fazem, Deus poderia, por assim dizer, estalar os dedos e elas estariam feitas. Deus não precisa de anjos para realizar coisas; por isso pergunto: por que eles existem, afinal? E por que há tantos deles (como veremos)?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Anjos por toda parte====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar pelo ponto mais seguro; ou seja, pela Bíblia, em vez de nossas próprias especulações. E aqui estão algumas das coisas que a Bíblia diz que os anjos estão fazendo. Os termos “anjo” ou “anjos” aparecem na Bíblia cerca de trezentas vezes, portanto, essa não é uma realidade secundária nas Escrituras. Aqui está um exemplo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Os anjos anunciaram o nascimento de Jesus a Maria (Lucas 1:26–38), a Zacarias e Isabel (Lucas 1:11–23), a José (Mateus 1:20–21) e aos pastores (Lucas 2:8–14)).&lt;br /&gt;
*Eles cuidaram de Jesus no deserto após seu jejum de quarenta dias (Marcos 1:13).&lt;br /&gt;
*Eles retiraram a pedra do túmulo de Jesus (Mateus 28:2).&lt;br /&gt;
*Eles abriram as portas da prisão para os apóstolos (Atos 5:19–20).&lt;br /&gt;
*Eles indicavam aos evangelistas para onde ir, como Filipe (Atos 8:26).&lt;br /&gt;
*Eles conversaram com não crentes, como Cornélio, sobre o que deveriam fazer para conhecer o evangelho (Atos 10:3–8).&lt;br /&gt;
*Eles virão com Jesus, diz a Bíblia, na sua segunda vinda (2 Tessalonicenses 1:7).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é apenas uma amostra de sua atuação na Bíblia, especialmente no Novo Testamento. E, a propósito, eles são mencionados no Antigo Testamento mais de cem vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Quatro maneiras pelas quais os anjos servem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vamos nos aprofundar com quatro passagens que nos dão uma ideia do que os anjos fazem e por que existem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Os anjos ministram aos santos.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o primeiro: um dos textos mais básicos que existem sobre anjos e cristãos é Hebreus 1:13–14. Quase todo o primeiro capítulo de Hebreus é dedicado a mostrar a superioridade de Jesus sobre os anjos. O capítulo termina assim: “Não são todos eles [ou seja, os anjos] espíritos ministradores, enviados para servir em benefício daqueles que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1:14). Várias coisas são notáveis nessa afirmação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ela diz que os anjos existem em benefício dos cristãos: “aqueles que hão de herdar a salvação”.&lt;br /&gt;
*Ela diz que eles estão nos servindo como “espíritos ministradores”.&lt;br /&gt;
*E talvez o mais surpreendente seja que diz que todos eles — não apenas alguns, mas todos — “servem” aos cristãos para nos ajudar a chegar ao lar e “herdar [nossa] salvação”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, todos os anjos servem ao bem de todos os cristãos o tempo todo. Eles são, por assim dizer, agentes de Romanos 8:28, fazendo com que todas as coisas contribuam para o bem sob a providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Os anjos cumprem a vontade de Deus.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o segundo texto abrangente sobre os anjos, Salmo 103:20–21:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Bendizei ao Senhor, ó vós, seus anjos,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
vós, os poderosos que cumpris a sua palavra,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
obedecendo à voz da sua palavra!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bendizei ao Senhor, todos os seus exércitos,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
seus ministros, que cumprem a sua vontade!&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diz que os anjos são “poderosos”. Eles não são querubins gordinhos, parecidos com bebês, com asas. São colossais e de poder tremendo. E então o salmista os chama de “exércitos”. A palavra em inglês “hosts” traduz uma palavra hebraica que significa “exércitos”, “tropas” ou “forças militares”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quer você os chame de anjos, quer os chame de exércitos ou forças, a ênfase em ambos os casos no Salmo 103 recai sobre isto: eles cumprem a vontade de Deus — “Vós, poderosos que cumpreis a sua palavra, obedecendo à voz da sua palavra!” “Seus exércitos, seus ministros, que cumprem a sua vontade!” Em outras palavras, eles são ativos; são agentes que fazem tudo o que Deus ordena.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, parece-me que podemos inferir disso que Deus ama criar uma abundância de executores de sua vontade em vários níveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Objetos inanimados cumprem sua vontade: ele ordena ao mar, e este lhe obedece.&lt;br /&gt;
*Animais cumprem sua vontade: ele ordena a uma baleia que engula Jonas.&lt;br /&gt;
*Os seres humanos cumprem sua vontade.&lt;br /&gt;
*Os anjos cumprem sua vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando Deus decidiu criar, Ele considerou sensato criar hierarquias de seres, desde a pedra inanimada menos significativa, passando pelo verme, pela baleia, pelo ser humano e, então, por múltiplas classes de anjos. Pois alguns são chamados de arcanjos (1 Tessalonicenses 4:16). Assim, Deus criou não apenas anjos, mas hierarquias de anjos. E quando eles se tornam demoníacos por causa da rebelião, há hierarquias de principados e potestades nas hordas do diabo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Os anjos exaltam a grandeza de Deus.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis aqui um terceiro texto que destaca a exuberância de Deus ao criar os anjos. Daniel 7:10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Um rio de fogo jorrou&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e saiu da presença [do Senhor];&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mil milhares o serviam,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e dez mil vezes dez mil estavam diante dele;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
o tribunal se reuniu para julgar,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e os livros foram abertos.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há uma imagem de Deus no céu com cem milhões de anjos em pé diante dele. Isso é de tirar o fôlego. Esse é o ponto. Deus criou milhões e milhões de anjos como uma assembleia digna, majestosa e real para sua magnificência. A vastidão de tal multidão de seres colossais, todos reunidos diante de um grande Rei, fala de maneira única sobre a glória e a majestade imperial do Rei dos reis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, os anjos existem em sua grandeza, em sua obediência e em seu grande número para chamar a atenção para a grandeza do Deus a quem servem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Os anjos chamam a atenção para o valor de cada crente.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, eis um último texto que talvez seja o mais incomum de todos. Jesus diz em Mateus 18:10: “Cuidem para não desprezar nenhum desses pequeninos. Pois eu lhes digo que, no céu, os anjos deles sempre contemplam a face de meu Pai que está nos céus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que, afinal, Jesus quis dizer com isso? Bem, os “pequeninos” referem-se aos crentes, aos cristãos — cristãos com coração de criança, cristãos verdadeiros — que são facilmente desprezados e ridicularizados neste mundo. E acho que o que ele está dizendo é o seguinte: todo cristão — mesmo o crente mais simples e humilde — tem uma comitiva de titãs, anjos — seres colossais e gloriosos que ocupam a posição mais privilegiada do universo diante da face de Deus — sempre prontos para cumprir a vontade de Deus a qualquer momento em favor desses pequenos cristãos desprezados. Portanto, tome cuidado para não desprezar nenhum seguidor de Jesus que seja simples e pouco impressionante. Os titãs celestiais estão a serviço de Deus em favor deles, exatamente naquele lugar privilegiado diante da face de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevi um artigo no site ''Desiring God'' chamado “O Papel Surpreendente dos Anjos da Guarda”, no qual apresento todos os argumentos para o que acabei de dizer. Se isso soa como uma interpretação nova e incomum desse texto ou sobre os anjos da guarda, espero que você leia esse artigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixe-me resumir novamente assim: Jesus diz: “Cuidem para não desprezar um desses pequeninos [um dos meus crentes]. Pois [porque — eis a razão pela qual vocês não devem desprezar nenhum cristão] eu lhes digo que, no céu, os anjos deles [no plural — não se trata de um anjo para cada pessoa; não há nada no texto que sugira isso] sempre contemplam a face do meu Pai.” Não despreze esse discípulo simples e discreto de Jesus. Deixe que sua comitiva angelical lhe lembre de quem ele é filho. Deixe que essa comitiva angelical de titãs lhe lembre de quem é o Senhor dele. Coloque a mão sobre sua boca crítica e desdenhosa e demonstre grande estima por todos os discípulos comuns e infantis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o fato de Deus ser o Pai deles e Jesus ser o Senhor deles não o impede de desprezar e maltratar os seguidores de Jesus, então deixe que essa defesa aterrorizante e a fileira de seus magníficos anjos o despertem de seu torpor. Essa é a ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, no céu e na terra, os anjos, em sua magnificência, servem para chamar a atenção para a grandeza de Deus e, surpreendentemente, servem para chamar a atenção para a grandeza menor, mas de tirar o fôlego, do crente mais simples. Deus pretende que o papel dos anjos nos emocione com sua graça, poder e sabedoria na maneira como Ele criou, na maneira como Ele governa e na maneira como Ele está salvando seu povo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:26:19 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_que_os_anjos_est%C3%A3o_fazendo_hoje%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tetraplegia</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tetraplegia</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Tetraplegia para Quando Eu me Libertar da Tetraplegia&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Quando Eu me Libertar da Tetraplegia]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:43:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tetraplegia</comments>		</item>
		<item>
			<title>Quando Eu me Libertar da Tetraplegia</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Quando_Eu_me_Libertar_da_Tetraplegia</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Tetraplegia para Quando Eu me Libertar da Tetraplegia&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|When My Quadriplegia Ends}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que me Faz Ansiar pelo Céu====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã do meu casamento, meus ajudantes me deitaram em um sofá no salão de noivas da igreja para me vestir com o vestido. Com esforço, eles deslocaram meu corpo paralisado para os lados, tentando fazê-lo caber, mas assim que voltei para a cadeira de rodas, soltei um gemido. No espelho, eu parecia um carro alegórico floral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo antes de eu subir o corredor, meu buquê caiu do meu colo. Foi aí que notei uma marca gordurosa de um pneu na minha bainha. Minha cadeira estava toda enfeitada, mas a marca grande e detalhada da roda ainda era bem visível. Eu não era exatamente a imagem perfeita de uma noiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu tive um vislumbre do Ken na minha frente. Ele olhava para os lados, procurando onde eu estava. Meu rosto ficou quente e meu coração disparava. De repente, minha cadeira de rodas e meu vestido grudento com as manchas sumiram. Eu vi o meu amado e isso fez com que eu não importasse mais. Eu mal podia esperar para chegar lá na frente e estar com ele. Posso ter me sentido desagradável, mas o amor no rosto do Ken fez isso sumir. Eu era a noiva mais pura e perfeita. Foi o que ele viu e foi o que me mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um Vislumbre Dele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso primeiro vislumbre de nosso Salvador pode muito bem ser como este momento. Apenas um olhar de Jesus nos transformará completamente (1 João 3:2). E é por isso que tudo em mim clama: &amp;quot;Vem, Senhor Jesus.” Eu anseio estar livre da mancha do pecado. E por que não o faria? Jesus se entregou por mim &amp;quot;para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.&amp;quot; (Efésios 5:27).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele me deu uma vantagem. Pois embora meu sofrimento muitas vezes tenha sido avassalador — como quando me vi naquele espelho — ele tem sido a ferramenta mais escolhida de Deus para me santificar. Minha dor continua expelindo o pecado e o egoísmo do meu coração, me transformando na noiva perfeita. O céu é a santa morada onde serei apresentada a Jesus, imaculada e irrepreensível. E meu sofrimento me ajuda nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns não acreditam quando falo isso. Eles acham que eu quero que Jesus volte para que eu possa pular da minha cadeira de rodas e andar novamente. Embora em algum momento isso tenha sido verdade, décadas sentindo o amor de Jesus enquanto eu sofria fortificaram mais ainda meus anseios pelo céu. Um corpo glorificado seria bom, mas o que eu quero é um coração puro. Eu quero a santificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim, como acontece com qualquer noiva esperançosa, estou me preparando, confiando que &amp;quot;todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro&amp;quot; (1 João 3:3). Como posso me apegar justamente aos pecados que colocaram o meu Amado contra a cruz? Por que eu permitiria que a serpente se enrolasse em meu coração quando Jesus deu tudo para esmagar sua cabeça?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu Salvador é o mais belo dos dez mil e seu amor é mais doce que o vinho, por isso me esforço para viver uma &amp;quot;[vida] autocontrolada, reta e piedosa na era atual, esperando nossa bendita esperança, o aparecimento da glória de nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo, que se entregou a fim de . . . purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras&amp;quot; (Tito 2:12-14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Coro de Suspiros====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sou a única que anseia pela volta de Cristo. João, em Apocalipse 22:17, nos diz que &amp;quot;o Espírito e a noiva dizem: 'Vem!'&amp;quot; Eu sei bem o porquê. Como &amp;quot;a garantia da nossa herança&amp;quot; (Efésios 1:14), o Espírito se entristece quando a noiva de Cristo mancha o nome de seu Senhor com distorções doutrinárias e fracasso moral. Até o mundo zomba e escarnece quando,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;com espanto desdenhoso,&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
os homens a vêem severamente oprimida,&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
fendida por cismas&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
e afligida por heresias. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E enquanto a noiva implora para ser pura, o mesmo acontece com a terra. Pense no horror e nos holocaustos que o pecado trouxe ao mundo. Eu compartilho da dor do Espírito quando vejo crianças com deficiência em países empobrecidos sendo vendidas como escravas ou até mutiladas, tornando-se mendigos miseráveis. Ou quando idosos são abusados. Ou quando crianças são abortadas por causa de uma irregularidade cromossômica. Eu clamo junto com o Espírito para que Jesus venha e &amp;quot;livre o fraco e o necessitado; e os resgate das mãos dos ímpios&amp;quot; (Salmo 82:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso planeta ferido e destruído, e tudo o que nele habita; toda a criação, desde os animais famintos até as florestas devastadas; até mesmo o universo inteiro está na ardente expectativa que Cristo ponha tudo em ordem na revelação da glória de Deus em seus filhos e filhas (Romanos 8:19). Oh, vem logo, Senhor Jesus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, anseio que o meu Salvador apresse a sua vinda, mas tenho plena consciência de que &amp;quot;O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento&amp;quot; (2 Pedro 3:9). Se em todas as minhas dores experimentei a bondade de Deus, como não compartilharia essa mesma bondade com o próximo? É isso que meu noivo iria querer. Então, eu apresso seu retorno, por assim dizer, dando as boas novas para o maior número de pessoas possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Grandioso Momento====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se formos abençoados por estarmos vivendo no tempo da volta de Cristo, literalmente o ouviremos responder ao nosso clamor. Em breve, talvez até mais cedo do que pensamos, &amp;quot;com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus&amp;quot; (1 Tessalonicenses 4:16). O noivo vem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora estamos chegando ao centro do motivo pelo qual ansiamos pelo retorno de Jesus: e será o fim dos tempos. O reino de Cristo estará completo, e seu nome, vindicado. O pecado, a morte, o diabo e seus servos serão julgados e destruídos. A glória de Jesus Cristo preencherá o universo e ele será coroado como o Rei dos Reis. A Terra e o céu serão restaurados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse fato, que nossos rostos aqueçam e nossos corações batam fortemente, pois, num piscar de olhos, seremos glorificados (1 Coríntios 15:51-52). Finalmente compreenderemos que todo o plano de redenção foi a maneira do Pai garantir ao seu Filho um dom maravilhoso: sua noiva Imaculada, sua herança e alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Graça que nos Traz para Casa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então clamamos: &amp;quot;Vem, Senhor Jesus!” Pois pertencemos a ele, e passaremos toda a eternidade louvando a glória de sua graça. A graça que nos salvou do pecado e nos sustentou em nossa fraqueza. A graça que nos trouxe para casa em segurança (Efésios 1:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, imagine comigo grandes multidões de redimidos, vibrando de alegria e cheios de luz. Em meio aos exércitos celestiais, faremos parte da grande procissão dos salvos, cruzando portões de pérola. Uma multidão infindável vinda de todos os cantos da terra e dos confins dos oceanos, reunida em um só desfile de júbilo; gerações incontáveis, todas erguendo suas coroas diante de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então gritaremos &amp;quot;Aleluia!&amp;quot; &amp;quot;Pois reina o Senhor, o nosso Deus, o Todo-poderoso. Regozijemo-nos! Vamos alegrar-nos e dar-lhe glória! Pois chegou a hora do casamento do Cordeiro, e a sua noiva já se aprontou&amp;quot; (Apocalipse 19:6–7).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estou me preparando. ''Então, Maranata, Senhor Jesus!'' Vem logo buscar sua noiva para a tua morada, fazendo novas todas as coisas, ''inclusive a nós.''&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:43:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Quando_Eu_me_Libertar_da_Tetraplegia</comments>		</item>
		<item>
			<title>Quando Eu me Libertar da Tetraplegia</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Quando_Eu_me_Libertar_da_Tetraplegia</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|When My Quadriplegia Ends}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====O que me Faz Ansiar pelo Céu====  Na manhã do meu casamento, meus ajudantes me deitaram em um sofá no salão de noivas da igre...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|When My Quadriplegia Ends}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que me Faz Ansiar pelo Céu====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na manhã do meu casamento, meus ajudantes me deitaram em um sofá no salão de noivas da igreja para me vestir com o vestido. Com esforço, eles deslocaram meu corpo paralisado para os lados, tentando fazê-lo caber, mas assim que voltei para a cadeira de rodas, soltei um gemido. No espelho, eu parecia um carro alegórico floral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo antes de eu subir o corredor, meu buquê caiu do meu colo. Foi aí que notei uma marca gordurosa de um pneu na minha bainha. Minha cadeira estava toda enfeitada, mas a marca grande e detalhada da roda ainda era bem visível. Eu não era exatamente a imagem perfeita de uma noiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu tive um vislumbre do Ken na minha frente. Ele olhava para os lados, procurando onde eu estava. Meu rosto ficou quente e meu coração disparava. De repente, minha cadeira de rodas e meu vestido grudento com as manchas sumiram. Eu vi o meu amado e isso fez com que eu não importasse mais. Eu mal podia esperar para chegar lá na frente e estar com ele. Posso ter me sentido desagradável, mas o amor no rosto do Ken fez isso sumir. Eu era a noiva mais pura e perfeita. Foi o que ele viu e foi o que me mudou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um Vislumbre Dele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso primeiro vislumbre de nosso Salvador pode muito bem ser como este momento. Apenas um olhar de Jesus nos transformará completamente (1 João 3:2). E é por isso que tudo em mim clama: &amp;quot;Vem, Senhor Jesus.” Eu anseio estar livre da mancha do pecado. E por que não o faria? Jesus se entregou por mim &amp;quot;para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável.&amp;quot; (Efésios 5:27).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele me deu uma vantagem. Pois embora meu sofrimento muitas vezes tenha sido avassalador — como quando me vi naquele espelho — ele tem sido a ferramenta mais escolhida de Deus para me santificar. Minha dor continua expelindo o pecado e o egoísmo do meu coração, me transformando na noiva perfeita. O céu é a santa morada onde serei apresentada a Jesus, imaculada e irrepreensível. E meu sofrimento me ajuda nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns não acreditam quando falo isso. Eles acham que eu quero que Jesus volte para que eu possa pular da minha cadeira de rodas e andar novamente. Embora em algum momento isso tenha sido verdade, décadas sentindo o amor de Jesus enquanto eu sofria fortificaram mais ainda meus anseios pelo céu. Um corpo glorificado seria bom, mas o que eu quero é um coração puro. Eu quero a santificação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim, como acontece com qualquer noiva esperançosa, estou me preparando, confiando que &amp;quot;todo aquele que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro&amp;quot; (1 João 3:3). Como posso me apegar justamente aos pecados que colocaram o meu Amado contra a cruz? Por que eu permitiria que a serpente se enrolasse em meu coração quando Jesus deu tudo para esmagar sua cabeça?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu Salvador é o mais belo dos dez mil e seu amor é mais doce que o vinho, por isso me esforço para viver uma &amp;quot;[vida] autocontrolada, reta e piedosa na era atual, esperando nossa bendita esperança, o aparecimento da glória de nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo, que se entregou a fim de . . . purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras&amp;quot; (Tito 2:12-14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Coro de Suspiros====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sou a única que anseia pela volta de Cristo. João, em Apocalipse 22:17, nos diz que &amp;quot;o Espírito e a noiva dizem: 'Vem!'&amp;quot; Eu sei bem o porquê. Como &amp;quot;a garantia da nossa herança&amp;quot; (Efésios 1:14), o Espírito se entristece quando a noiva de Cristo mancha o nome de seu Senhor com distorções doutrinárias e fracasso moral. Até o mundo zomba e escarnece quando,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;com espanto desdenhoso,&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
os homens a vêem severamente oprimida,&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
fendida por cismas&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
e afligida por heresias. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E enquanto a noiva implora para ser pura, o mesmo acontece com a terra. Pense no horror e nos holocaustos que o pecado trouxe ao mundo. Eu compartilho da dor do Espírito quando vejo crianças com deficiência em países empobrecidos sendo vendidas como escravas ou até mutiladas, tornando-se mendigos miseráveis. Ou quando idosos são abusados. Ou quando crianças são abortadas por causa de uma irregularidade cromossômica. Eu clamo junto com o Espírito para que Jesus venha e &amp;quot;livre o fraco e o necessitado; e os resgate das mãos dos ímpios&amp;quot; (Salmo 82:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O nosso planeta ferido e destruído, e tudo o que nele habita; toda a criação, desde os animais famintos até as florestas devastadas; até mesmo o universo inteiro está na ardente expectativa que Cristo ponha tudo em ordem na revelação da glória de Deus em seus filhos e filhas (Romanos 8:19). Oh, vem logo, Senhor Jesus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, anseio que o meu Salvador apresse a sua vinda, mas tenho plena consciência de que &amp;quot;O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento&amp;quot; (2 Pedro 3:9). Se em todas as minhas dores experimentei a bondade de Deus, como não compartilharia essa mesma bondade com o próximo? É isso que meu noivo iria querer. Então, eu apresso seu retorno, por assim dizer, dando as boas novas para o maior número de pessoas possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Grandioso Momento====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se formos abençoados por estarmos vivendo no tempo da volta de Cristo, literalmente o ouviremos responder ao nosso clamor. Em breve, talvez até mais cedo do que pensamos, &amp;quot;com a voz do arcanjo e o ressoar da trombeta de Deus, o próprio Senhor descerá dos céus&amp;quot; (1 Tessalonicenses 4:16). O noivo vem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora estamos chegando ao centro do motivo pelo qual ansiamos pelo retorno de Jesus: e será o fim dos tempos. O reino de Cristo estará completo, e seu nome, vindicado. O pecado, a morte, o diabo e seus servos serão julgados e destruídos. A glória de Jesus Cristo preencherá o universo e ele será coroado como o Rei dos Reis. A Terra e o céu serão restaurados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desse fato, que nossos rostos aqueçam e nossos corações batam fortemente, pois, num piscar de olhos, seremos glorificados (1 Coríntios 15:51-52). Finalmente compreenderemos que todo o plano de redenção foi a maneira do Pai garantir ao seu Filho um dom maravilhoso: sua noiva Imaculada, sua herança e alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Graça que nos Traz para Casa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então clamamos: &amp;quot;Vem, Senhor Jesus!” Pois pertencemos a ele, e passaremos toda a eternidade louvando a glória de sua graça. A graça que nos salvou do pecado e nos sustentou em nossa fraqueza. A graça que nos trouxe para casa em segurança (Efésios 1:6).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, imagine comigo grandes multidões de redimidos, vibrando de alegria e cheios de luz. Em meio aos exércitos celestiais, faremos parte da grande procissão dos salvos, cruzando portões de pérola. Uma multidão infindável vinda de todos os cantos da terra e dos confins dos oceanos, reunida em um só desfile de júbilo; gerações incontáveis, todas erguendo suas coroas diante de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então gritaremos &amp;quot;Aleluia!&amp;quot; &amp;quot;Pois reina o Senhor, o nosso Deus, o Todo-poderoso. Regozijemo-nos! Vamos alegrar-nos e dar-lhe glória! Pois chegou a hora do casamento do Cordeiro, e a sua noiva já se aprontou&amp;quot; (Apocalipse 19:6–7).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estou me preparando. ''Então, Maranata, Senhor Jesus!'' Vem logo buscar sua noiva para a tua morada, fazendo novas todas as coisas, ''inclusive a nós.''&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 17:43:14 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Quando_Eu_me_Libertar_da_Tetraplegia</comments>		</item>
		<item>
			<title>Perdurar</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Perdurar</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Perdurar para Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:10:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Perdurar</comments>		</item>
		<item>
			<title>Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Espere_em_Deus_Enquanto_a_Escurid%C3%A3o_Perdurar</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Perdurar para Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Wait on God While the Darkness Lasts}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O panorama do ministério universitário mudou drasticamente nos últimos 25 anos. Mas aqui, em 2025, continuo a receber constantemente a mesma pergunta que eu próprio fazia quando era estudante: Porque é que não estou a sentir nada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque é que não estou mais entusiasmado com Jesus? Porque é que o evangelho não me parece mais doce? Porque é que as minhas emoções não estão a reagir à melhor notícia do mundo? Tenho uma grande variedade de recursos cristãos, mas continuo a procurar desesperadamente a alegria. Por que é que ela permanece tentadoramente fora do meu alcance?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Dois Diagnósticos Comuns====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de prosseguirmos, é preciso dizer que a maioria das pessoas que experimenta este tipo de entorpecimento indesejado não está totalmente entorpecida. Elas sentem entusiasmo de forma seletiva. Continuam a sentir-se eufóricas com os jogos, entusiasmadas com o fim de semana ou cativadas por uma paixão. É a busca espiritual, ou talvez a própria natureza de Deus, que apaga a chama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns anos, eu liderava um estudo bíblico semanal com rapazes do segundo ano da faculdade. No início de cada reunião, um desses rapazes era brincalhão, enérgico e até mesmo irrequieto. Mas, quase sem exceção, os seus olhos começavam a fechar-se quando abríamos a Bíblia, como se alguma forma de narcolepsia ainda não diagnosticada, induzida pelas Escrituras, o tivesse dominado. (Os meus filhos são frequentemente afetados pela mesma condição estranha.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora este fosse um caso embaraçosamente evidente, histórias semelhantes de entusiasmo seletivo continuam a ser comuns, e geralmente há apenas dois diagnósticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Espiritualmente Morto====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, a pessoa ainda não desenvolveu qualquer apreço por Deus. As Escrituras afirmam claramente que Deus acende a luz do afeto por Cristo nos nossos corações (2 Coríntios 4:6), mas antes desse maravilhoso despertar, tendemos a ficar entediados com tudo o que não nos exalta direta ou indiretamente. Assim, a Bíblia, que nos humilha em cada página, situa-se algures entre o repulsivo e o enfadonho, e falar de Deus evoca uma reação semelhante à de Edmund na primeira menção ao nome de Aslan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estás a ler isto e estás profundamente preocupado por fazeres parte desse grupo, estou menos preocupado do que tu, precisamente porque estás inquieto. É muito mais provável que te enquadres numa segunda categoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Espiritualmente Distraído====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso, a pessoa não está a sentir nada porque tem-se satisfeito com alegrias menores, como uma criança que não tem apetite para um jantar de bife porque tem uma dúzia de embalagens de doces no bolso. Confesso que muitas vezes me encontro nesta situação, surpreendido com a minha falta de fome pelo Deus vivo, mas lento a considerar como me tenho entregue às distrações aparentemente inocentes de pequenos jogos no telemóvel ou da ESPN ao longo do dia (ou ao longo da época). Como diz C.S. Lewis: Tendo-nos permitido à deriva, sem resistência, sem oração, aceitando cada solicitação semiconsciente dos nossos desejos, ficamos então chocados com a nossa falta de fervor espiritual (O Grande Divórcio, 38). Ridicularizamos o objetivo singular de Davi de contemplar Deus no Salmo 27:4, traindo a nossa verdadeira prática nesta paráfrase ímpia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vinte e seis coisas pedi ao Senhor, e essas é que procurarei... contemplar a sua beleza é, de certa forma, uma delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, se os teus afetos por Deus não estão a refletir com precisão a bondade de quem Ele é, começa por fazer um balanço honesto da tua vida de oração, dos teus pensamentos, da tua alimentação e (talvez especialmente) do tempo que passas em frente ao ecrã. Talvez descubras que és um cidadão comum e hiperestimulado do século XXI, cedendo a liturgias seculares em cada momento livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Quando a Aridez Persiste====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quando esse balanço for feito, as liturgias concorrentes forem eliminadas (ou, pelo menos, levadas cativas à obediência a Cristo) e essa aridez espiritual persistir, o que fazer então? E quanto às épocas em que coloco a minha cabeça sob a habitual cascata de graça e ainda assim me sinto com sede? Ou pior ainda, quando a minha sede é tão fraca como o fio de água que escorre da esperada fonte? E se, tal como Hemã, o ezraíta, no Salmo 88, Todos os dias te invoco, ó Senhor; estendo as minhas mãos para ti, mas sofrei os teus terrores; estou desamparado (Salmo 88:9, 15)?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos já passaram por desertos mais vastos e áridos do que o meu, mas posso oferecer algumas ajudas a partir da minha mistura de fidelidade e falhanço nesta área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Segue os raios de sol até ao Sol.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, consultei um conselheiro cristão depois de me fartar da minha mente hiperativa, das minhas perguntas sobre Deus e da consequente distância que sentia em relação a Ele. Esse conselheiro deu-me um conselho simples que tenho seguido desde então: usa a criação para saborear a bondade do Senhor. Ele disse-me para reservar momentos para ser mais tátil e menos cerebral, tocando numa folha para recordar o brilho e a vitalidade de Deus, sentindo uma brisa para recordar a Sua gentileza. Hoje em dia, os jogadores aconselham-se uns aos outros a tocar na relva, e se estivermos a usar esse ato de tocar na relva para seguir os raios de sol até ao Sol, não é um mau conselho (Tiago 1:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Deixa que a arte te desperte.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não é enfadonho. Na Sua presença há plenitude de alegria (Salmo 16:11). Mas a minha própria monotonia turva a minha visão de O ver, por isso recorro frequentemente à ajuda de músicos e cineastas para transformar a minha prosa experiencial em poesia. Deus dotou alguns com a capacidade de sentir profundamente e, melhor ainda, de retratar as suas emoções de forma vívida. Inspira-te neles. Os meus canais lacrimais secam-se regularmente até que Deus os abra através dos sons celestiais e inesquecíveis dos Sigur Rós ou da representação da busca paterna em ''À Procura de Nemo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Envolve-te com os pobres e os marginalizados.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Presumo que a maior parte do mundo, durante a maior parte da história, tenha lutado menos com o anseio por Deus do que nós, no Ocidente próspero e pacífico. Atualmente, vivo numa cidade chamada Mount Pleasant, e a segunda parte do nome faz sentido (já a primeira nem tanto: o nosso ponto mais alto acima do nível do mar é de sete pés). Assim, numa reunião de pastores na segunda-feira de manhã, o nosso pastor principal perguntou: Como é que mantemos aqui o anseio pelo céu? Ele estava a dar ouvidos à advertência de Oséias 13:5–6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Fui eu quem vos conheci no deserto,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na terra da seca;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas, depois de terem pastado, ficaram saciados,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficaram fartos, e o seu coração envaideceu-se;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por isso, esqueceram-me.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, temos os sinais universais de alerta que são o pecado, o envelhecimento, a doença e a morte para manter os nossos anseios voltados para a eternidade, mas o contraste entre Mount Pleasant e o céu nem sempre parece tão acentuado. Procurar construir o céu na terra é uma receita para o entorpecimento. Quando ligamos a nossa vida à dos pobres, dos órfãos, das viúvas ou dos refugiados, não só atendemos ao coração de Deus, como também nos lembramos com mais frequência da fragilidade da nossa era atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Fixa o olhar em Jesus, não nos teus sentimentos.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passei demasiados anos a verificar a minha pressão arterial espiritual e a desanimar-me imediatamente com o fosso entre as maravilhas de Deus e do Evangelho, por um lado, e os meus sentimentos insignificantes, por outro. Tornou-se uma batalha em que rangia os dentes (e perdia), que acabou por ser resolvida (e continua a ser) ao reconhecer a total suficiência do meu Substituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me de conduzir pelas redondezas da Universidade do Minnesota na minha carrinha Nissan Quest branca, num debate acalorado com o Senhor, enquanto as minhas perguntas e dúvidas me deixavam em apuros. Pela graça de Deus, finalmente percebi: os sentimentos de Jesus pelo seu Pai estavam perfeitamente alinhados com a magnitude da beleza divina. A força da sua fé era de cem por cento. Por que razão tinha eu assumido que as minhas ações pecaminosas exigiam uma crucificação, mas que o meu amor e a minha fé recaíam sobre os meus ombros? Pedi a Jesus que tomasse o peso total da minha fraqueza, incluindo a minha insignificante ânsia por Ele, e que a cobrisse com o seu sangue. Embora menos dramática, a minha experiência não foi muito diferente da de Martinho Lutero: As portas do paraíso abriram-se para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu olhar desviou-se. E aconteceu a coisa mais estranha: quando os meus afetos subjetivos deixaram de ser a base da minha confiança, começaram a crescer. A graciosa suficiência de Jesus para me cobrir e me carregar fez com que Ele parecesse tão maravilhoso como realmente é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====5. Esperar.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes engoli o mantra micro-ondas da nossa sociedade de gratificação instantânea. Não vou ao Wendy’s se a fila do drive-through for muito longa. Sinto o impulso de pegar no meu telemóvel se houver duas pessoas à minha frente no supermercado. Esta doença faz-me sentir como se um dia, uma semana ou um mês de aridez espiritual fosse anormal, até mesmo injusto. A espera, embora seja um tema proeminente ao longo das páginas das Escrituras, não tem grande apelo popular. No entanto, Jeremias elogia-a:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O Senhor é bom para com aqueles que nele esperam,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para com a alma que o busca.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
É bom que se espere em silêncio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pela salvação do Senhor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
É bom para o homem que suporte&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O jugo na sua juventude.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que se sente sozinho em silêncio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando este lhe for imposto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que ponha a boca no pó —&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Talvez ainda haja esperança. (Lamentações 3:25–29)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom esperar? Porquê? Pode haver aqui alguma especulação, mas penso que o nosso desejo pelo Deus invisível é melhor cultivado quando estamos conscientes da terra árida e deserta que é este mundo caído, sem a presença visível e tangível de Deus. Toda a vida de um crente pode ser corretamente descrita como um jejum, atormentada por dores de fome até ao regresso de Jesus (Mateus 9:15). A fome insaciável de Deus é a experiência adequada do crente antes da glória. Sentir que isto não é como deveria ser é, na verdade, como deve ser — por enquanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o agora é tão breve no grande esquema das coisas. Para citar Gandalf, em breve a cortina cinzenta de chuva deste mundo se retrairá, e tudo se transformará em vidro prateado, e então verás... praias brancas e, além delas, uma terra verdejante ao longe, sob um rápido nascer do sol (O Senhor dos Anéis, 1030). Nesse instante, veremos e assim nos tornaremos semelhantes a Jesus (1 João 3:2), e toda a nossa entorpecimento persistente e as nossas dúvidas deprimentes serão eliminados. Anima-te, crente de fé fraca; Ele levar-te-á até lá.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:10:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Espere_em_Deus_Enquanto_a_Escurid%C3%A3o_Perdurar</comments>		</item>
		<item>
			<title>Espere em Deus Enquanto a Escuridão Perdurar</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Espere_em_Deus_Enquanto_a_Escurid%C3%A3o_Perdurar</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Wait on God While the Darkness Lasts}}&amp;lt;br&amp;gt;  O panorama do ministério universitário mudou drasticamente nos últimos 25 anos. Mas aqui, em 2025, continuo a receber c...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Wait on God While the Darkness Lasts}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O panorama do ministério universitário mudou drasticamente nos últimos 25 anos. Mas aqui, em 2025, continuo a receber constantemente a mesma pergunta que eu próprio fazia quando era estudante: Porque é que não estou a sentir nada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque é que não estou mais entusiasmado com Jesus? Porque é que o evangelho não me parece mais doce? Porque é que as minhas emoções não estão a reagir à melhor notícia do mundo? Tenho uma grande variedade de recursos cristãos, mas continuo a procurar desesperadamente a alegria. Por que é que ela permanece tentadoramente fora do meu alcance?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Dois Diagnósticos Comuns====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de prosseguirmos, é preciso dizer que a maioria das pessoas que experimenta este tipo de entorpecimento indesejado não está totalmente entorpecida. Elas sentem entusiasmo de forma seletiva. Continuam a sentir-se eufóricas com os jogos, entusiasmadas com o fim de semana ou cativadas por uma paixão. É a busca espiritual, ou talvez a própria natureza de Deus, que apaga a chama.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns anos, eu liderava um estudo bíblico semanal com rapazes do segundo ano da faculdade. No início de cada reunião, um desses rapazes era brincalhão, enérgico e até mesmo irrequieto. Mas, quase sem exceção, os seus olhos começavam a fechar-se quando abríamos a Bíblia, como se alguma forma de narcolepsia ainda não diagnosticada, induzida pelas Escrituras, o tivesse dominado. (Os meus filhos são frequentemente afetados pela mesma condição estranha.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora este fosse um caso embaraçosamente evidente, histórias semelhantes de entusiasmo seletivo continuam a ser comuns, e geralmente há apenas dois diagnósticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Espiritualmente Morto====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, a pessoa ainda não desenvolveu qualquer apreço por Deus. As Escrituras afirmam claramente que Deus acende a luz do afeto por Cristo nos nossos corações (2 Coríntios 4:6), mas antes desse maravilhoso despertar, tendemos a ficar entediados com tudo o que não nos exalta direta ou indiretamente. Assim, a Bíblia, que nos humilha em cada página, situa-se algures entre o repulsivo e o enfadonho, e falar de Deus evoca uma reação semelhante à de Edmund na primeira menção ao nome de Aslan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estás a ler isto e estás profundamente preocupado por fazeres parte desse grupo, estou menos preocupado do que tu, precisamente porque estás inquieto. É muito mais provável que te enquadres numa segunda categoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Espiritualmente Distraído====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso, a pessoa não está a sentir nada porque tem-se satisfeito com alegrias menores, como uma criança que não tem apetite para um jantar de bife porque tem uma dúzia de embalagens de doces no bolso. Confesso que muitas vezes me encontro nesta situação, surpreendido com a minha falta de fome pelo Deus vivo, mas lento a considerar como me tenho entregue às distrações aparentemente inocentes de pequenos jogos no telemóvel ou da ESPN ao longo do dia (ou ao longo da época). Como diz C.S. Lewis: Tendo-nos permitido à deriva, sem resistência, sem oração, aceitando cada solicitação semiconsciente dos nossos desejos, ficamos então chocados com a nossa falta de fervor espiritual (O Grande Divórcio, 38). Ridicularizamos o objetivo singular de Davi de contemplar Deus no Salmo 27:4, traindo a nossa verdadeira prática nesta paráfrase ímpia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vinte e seis coisas pedi ao Senhor, e essas é que procurarei... contemplar a sua beleza é, de certa forma, uma delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, se os teus afetos por Deus não estão a refletir com precisão a bondade de quem Ele é, começa por fazer um balanço honesto da tua vida de oração, dos teus pensamentos, da tua alimentação e (talvez especialmente) do tempo que passas em frente ao ecrã. Talvez descubras que és um cidadão comum e hiperestimulado do século XXI, cedendo a liturgias seculares em cada momento livre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Quando a Aridez Persiste====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quando esse balanço for feito, as liturgias concorrentes forem eliminadas (ou, pelo menos, levadas cativas à obediência a Cristo) e essa aridez espiritual persistir, o que fazer então? E quanto às épocas em que coloco a minha cabeça sob a habitual cascata de graça e ainda assim me sinto com sede? Ou pior ainda, quando a minha sede é tão fraca como o fio de água que escorre da esperada fonte? E se, tal como Hemã, o ezraíta, no Salmo 88, Todos os dias te invoco, ó Senhor; estendo as minhas mãos para ti, mas sofrei os teus terrores; estou desamparado (Salmo 88:9, 15)?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos já passaram por desertos mais vastos e áridos do que o meu, mas posso oferecer algumas ajudas a partir da minha mistura de fidelidade e falhanço nesta área.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Segue os raios de sol até ao Sol.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, consultei um conselheiro cristão depois de me fartar da minha mente hiperativa, das minhas perguntas sobre Deus e da consequente distância que sentia em relação a Ele. Esse conselheiro deu-me um conselho simples que tenho seguido desde então: usa a criação para saborear a bondade do Senhor. Ele disse-me para reservar momentos para ser mais tátil e menos cerebral, tocando numa folha para recordar o brilho e a vitalidade de Deus, sentindo uma brisa para recordar a Sua gentileza. Hoje em dia, os jogadores aconselham-se uns aos outros a tocar na relva, e se estivermos a usar esse ato de tocar na relva para seguir os raios de sol até ao Sol, não é um mau conselho (Tiago 1:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Deixa que a arte te desperte.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não é enfadonho. Na Sua presença há plenitude de alegria (Salmo 16:11). Mas a minha própria monotonia turva a minha visão de O ver, por isso recorro frequentemente à ajuda de músicos e cineastas para transformar a minha prosa experiencial em poesia. Deus dotou alguns com a capacidade de sentir profundamente e, melhor ainda, de retratar as suas emoções de forma vívida. Inspira-te neles. Os meus canais lacrimais secam-se regularmente até que Deus os abra através dos sons celestiais e inesquecíveis dos Sigur Rós ou da representação da busca paterna em ''À Procura de Nemo''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Envolve-te com os pobres e os marginalizados.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Presumo que a maior parte do mundo, durante a maior parte da história, tenha lutado menos com o anseio por Deus do que nós, no Ocidente próspero e pacífico. Atualmente, vivo numa cidade chamada Mount Pleasant, e a segunda parte do nome faz sentido (já a primeira nem tanto: o nosso ponto mais alto acima do nível do mar é de sete pés). Assim, numa reunião de pastores na segunda-feira de manhã, o nosso pastor principal perguntou: Como é que mantemos aqui o anseio pelo céu? Ele estava a dar ouvidos à advertência de Oséias 13:5–6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Fui eu quem vos conheci no deserto,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na terra da seca;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas, depois de terem pastado, ficaram saciados,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficaram fartos, e o seu coração envaideceu-se;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por isso, esqueceram-me.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, temos os sinais universais de alerta que são o pecado, o envelhecimento, a doença e a morte para manter os nossos anseios voltados para a eternidade, mas o contraste entre Mount Pleasant e o céu nem sempre parece tão acentuado. Procurar construir o céu na terra é uma receita para o entorpecimento. Quando ligamos a nossa vida à dos pobres, dos órfãos, das viúvas ou dos refugiados, não só atendemos ao coração de Deus, como também nos lembramos com mais frequência da fragilidade da nossa era atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Fixa o olhar em Jesus, não nos teus sentimentos.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passei demasiados anos a verificar a minha pressão arterial espiritual e a desanimar-me imediatamente com o fosso entre as maravilhas de Deus e do Evangelho, por um lado, e os meus sentimentos insignificantes, por outro. Tornou-se uma batalha em que rangia os dentes (e perdia), que acabou por ser resolvida (e continua a ser) ao reconhecer a total suficiência do meu Substituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembro-me de conduzir pelas redondezas da Universidade do Minnesota na minha carrinha Nissan Quest branca, num debate acalorado com o Senhor, enquanto as minhas perguntas e dúvidas me deixavam em apuros. Pela graça de Deus, finalmente percebi: os sentimentos de Jesus pelo seu Pai estavam perfeitamente alinhados com a magnitude da beleza divina. A força da sua fé era de cem por cento. Por que razão tinha eu assumido que as minhas ações pecaminosas exigiam uma crucificação, mas que o meu amor e a minha fé recaíam sobre os meus ombros? Pedi a Jesus que tomasse o peso total da minha fraqueza, incluindo a minha insignificante ânsia por Ele, e que a cobrisse com o seu sangue. Embora menos dramática, a minha experiência não foi muito diferente da de Martinho Lutero: As portas do paraíso abriram-se para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu olhar desviou-se. E aconteceu a coisa mais estranha: quando os meus afetos subjetivos deixaram de ser a base da minha confiança, começaram a crescer. A graciosa suficiência de Jesus para me cobrir e me carregar fez com que Ele parecesse tão maravilhoso como realmente é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====5. Esperar.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes engoli o mantra micro-ondas da nossa sociedade de gratificação instantânea. Não vou ao Wendy’s se a fila do drive-through for muito longa. Sinto o impulso de pegar no meu telemóvel se houver duas pessoas à minha frente no supermercado. Esta doença faz-me sentir como se um dia, uma semana ou um mês de aridez espiritual fosse anormal, até mesmo injusto. A espera, embora seja um tema proeminente ao longo das páginas das Escrituras, não tem grande apelo popular. No entanto, Jeremias elogia-a:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O Senhor é bom para com aqueles que nele esperam,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para com a alma que o busca.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
É bom que se espere em silêncio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pela salvação do Senhor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
É bom para o homem que suporte&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O jugo na sua juventude.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que se sente sozinho em silêncio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando este lhe for imposto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que ponha a boca no pó —&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Talvez ainda haja esperança. (Lamentações 3:25–29)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom esperar? Porquê? Pode haver aqui alguma especulação, mas penso que o nosso desejo pelo Deus invisível é melhor cultivado quando estamos conscientes da terra árida e deserta que é este mundo caído, sem a presença visível e tangível de Deus. Toda a vida de um crente pode ser corretamente descrita como um jejum, atormentada por dores de fome até ao regresso de Jesus (Mateus 9:15). A fome insaciável de Deus é a experiência adequada do crente antes da glória. Sentir que isto não é como deveria ser é, na verdade, como deve ser — por enquanto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o agora é tão breve no grande esquema das coisas. Para citar Gandalf, em breve a cortina cinzenta de chuva deste mundo se retrairá, e tudo se transformará em vidro prateado, e então verás... praias brancas e, além delas, uma terra verdejante ao longe, sob um rápido nascer do sol (O Senhor dos Anéis, 1030). Nesse instante, veremos e assim nos tornaremos semelhantes a Jesus (1 João 3:2), e toda a nossa entorpecimento persistente e as nossas dúvidas deprimentes serão eliminados. Anima-te, crente de fé fraca; Ele levar-te-á até lá.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:09:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Espere_em_Deus_Enquanto_a_Escurid%C3%A3o_Perdurar</comments>		</item>
		<item>
			<title>Walk</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Walk</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Walk para Caminhe em Sua Providência&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Caminhe em Sua Providência]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:54:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Walk</comments>		</item>
		<item>
			<title>Caminhe em Sua Providência</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Caminhe_em_Sua_Provid%C3%AAncia</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Walk para Caminhe em Sua Providência&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Walk in His Providence}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Deus Abre Portas para Você====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o senhor da parábola de Jesus deu talentos aos seus servos e se retirou, dois deles se ocuparam em multiplicar o dinheiro de seu senhor, enquanto um deles escondeu o talento na terra. Algo semelhante pode acontecer quando pessoas como nós ouvem falar sobre a providência divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, poucas doutrinas inflamaram tanto a ambição santa nos corações do povo de Deus. Quando alguns ouvem que Deus governa sobre galáxias e governos, sobre os ventos e as ondas, e sobre cada detalhe de nossas pequenas vidas (Efésios 1:11), eles se dedicam a fazer o bem. Cristãos tocados pela providência construíram hospitais, puseram fim ao tráfico de escravos, fundaram orfanatos, iniciaram reformas e penetraram as trevas dos povos não alcançados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, poucas doutrinas foram tão frequentemente usadas para justificar a passividade, a preguiça e a soberania do status quo. Quando alguns ouvem que Deus reina sobre tudo, eles pegam o controle remoto, relaxam, levam o pecado um pouco menos a sério e enterram seus talentos a sete palmos do chão. Eles podem fazer o bem quando a oportunidade surge, quando a agenda permite, mas raramente procuram o bem para fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como pode a onipresente providência de Deus energizar alguns e paralisar outros? Como pode levar alguns a se lançarem destemidamente no desconhecido, enquanto outros permanecem nos mesmos caminhos desgastados, raramente sonhando, nunca arriscando?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Esperando por Uma Porta Aberta====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando William Carey, o missionário pioneiro na Índia, propôs pela primeira vez a ideia de enviar cristãos para lugares não alcançados, um pastor mais velho teria protestado, &amp;quot;Sente-se, rapaz, sente-se e fique quieto. Quando Deus quiser converter os pagãos, Ele o fará sem consultar a mim ou a você.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa aplicação da providência divina é simplista, antibíblica, irresponsável — e, ainda, compreensível. Embora muitos de nós jamais faríamos tal afirmação, temos nossas próprias maneiras de permitir que a providência nos induza à passividade. Considere a linguagem comum de esperar ou orar por &amp;quot;uma porta aberta&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expressão &amp;quot;porta aberta&amp;quot; vem do apóstolo Paulo (Colossenses 4:3-4), mas muitos de nós a usamos de maneiras diferentes daquelas que o apóstolo usava. Paulo orava por portas abertas, sim, mas girava as maçanetas com vigor (compare 1 Coríntios 16:8-9 com Atos 19:1-10). Muitos de nós, por outro lado, ficamos sentados no corredor da vida, esperando que uma mão divina abra uma porta e nos empurre para dentro dela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas vezes, ao dizermos, &amp;quot;Não havia uma porta aberta&amp;quot;, queremos dizer que não houve uma orquestração divina óbvia de eventos que tornasse nosso caminho inconfundível. &amp;quot;Eu não compartilhei o evangelho porque ninguém parecia interessado&amp;quot;. &amp;quot;Não tive aquela conversa difícil porque simplesmente nunca nos encontramos&amp;quot;. &amp;quot;Eu não confessei aquele pecado porque não parecia ser um bom momento&amp;quot;. A providência, se distorcida, pode nos isentar de todo tipo de dever desconfortável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando William Carey olhou para a Índia, ele não viu o que poderíamos chamar de porta aberta: cinquenta milhões de muçulmanos e hindus vivendo a meio mundo e dois oceanos de distância. Daí a reação do pastor. Mesmo assim, Carey foi, acreditando que Deus, em sua providência, poderia abrir um caminho onde parecia não haver nenhum. E a Índia continua a dar frutos da fé dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para um Tempo Como Este====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Carey encontrou sua inspiração, naturalmente, em dezenas de homens e mulheres das Escrituras que se aventuraram no desconforto e no perigo pelo poder da providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde Jônatas tirou a coragem para atacar um exército tendo apenas seu escudeiro ao lado? Providência: &amp;quot;Vamos... Talvez o Senhor aja em nosso favor, pois nada pode impedir o Senhor de nos salvar, seja com muitos ou com poucos&amp;quot; (1 Samuel 14:6). Como Ester reuniu coragem para arriscar a fúria do rei? Providência: &amp;quot;Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?&amp;quot; (Ester 4:14). Por que Davi avançou contra Golias com apenas uma funda e cinco pedras? Providência: &amp;quot;O Senhor que me livrou das garras do leão e das garras do urso me livrará das mãos desse filisteu&amp;quot; (1 Samuel 17:37).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns ouvem &amp;quot;Deus reina sobre tudo&amp;quot; e pensam: &amp;quot;Então que diferença faria o meu esforço?&amp;quot;. Outros, como Jônatas, Ester e Davi, ouviram &amp;quot;Deus reina sobre tudo&amp;quot; e pensaram: &amp;quot;Então Deus pode usar até mesmo o meu esforço, por menor que seja&amp;quot;. E assim, depois de pensar, ponderar e orar, eles partiram — nem sempre certos de que Deus prosperaria seus planos, mas profundamente confiantes de que, se Ele quisesse, nenhuma força nos céus ou na terra poderia impedi-Lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, eles sabiam que seu Deus reinava nos céus. Eles perceberam uma necessidade na Terra. E com a frase &amp;quot;venha o teu reino&amp;quot; ardendo no profundo de seus corações (Mateus 6:10), eles idealizaram algo novo em nome Dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Aja Conforme a Providência de Deus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez, para alguns de nós, a dificuldade resida aqui: esperamos reagir à providência de Deus, mas não agir de acordo com a providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns de nós vivem como se a providência fosse algo a que apenas devemos reagir. Aguardamos uma porta aberta, clara e providencial e, então, reagimos a essa providência atravessando a porta. Mas, como vimos, Deus planejou que algumas portas só se abram quando as empurramos. Ele planejou que nós coloquemos a sua providência em ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo nos apresenta a expressão bíblica mais clara dessa dinâmica em Filipenses 2:12-13: &amp;quot;Ponham em prática a salvação de vocês com temor e tremor, pois é Deus quem produz em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele&amp;quot;. Observe: O nosso trabalho não sucede a obra de Deus. Pelo contrário, o nosso trabalho é o efeito simultâneo da obra de Deus. Ou, como John Piper escreve, &amp;quot;O que Paulo deixa claro aqui é como o nosso próprio esforço é totalmente chamado à ação. Nós não esperamos pelo milagre; nós atuamos o milagre&amp;quot; (''Providência'', 652).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas vezes, é verdade, Deus se agrada em colocar uma boa obra bem diante de nós. Talvez alguém realmente pergunte sobre a esperança que há em nós, ou aquela conversa difícil que precisamos ter flua de forma fácil e natural. Em momentos assim, de fato reagimos à providência divina. Mas, Deus pode agir em nós com a mesma intensidade quando nosso esforço está plenamente envolvido: quando convidamos um vizinho para estudar a Bíblia conosco, ou quando arrumamos tempo e lugar para aquela conversa difícil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não precisamos esperar por algo inequivocamente divino, algo inquestionavelmente providencial, antes de operarmos a nossa salvação em todo tipo de obediência. Em vez disso, basta-nos ver uma boa obra a realizar, confiar-nos a Deus através da oração sincera, trabalhar arduamente na dependência consciente d'Ele, e então, uma vez concluída a tarefa, voltar-nos e dizer com Paulo &amp;quot;não eu, mas a graça de Deus comigo&amp;quot; (1 Coríntios 15:10). E, assim, agimos como instrumentos da providência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Imagine o Bem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua providência, Deus preparou boas obras para que nelas caminhemos (Efésios 2:10). No entanto, muitas delas não surgirão enquanto flutuamos passivamente sob a providência de Deus. Antes, elas virão à medida que exercitamos nossas mentes renovadas, direcionamos nossa imaginação regenerada e moldamos possibilidades da fábrica de nossos novos corações — sabendo que todo bom propósito é uma centelha de sua providência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, olhe ao seu redor. Nada na sua vida é por acaso. Você é quem é, o que é e está onde está devido a providência de Deus, que a tudo permeia. Em Sua sabedoria, Ele lhe concedeu os talentos que você tem para tempos como esses — para que você acrescente uma pincelada à tela diante de si, cinzele a estátua que vê, fale e aja no drama em que se encontra, fazendo com que este mundo se pareça um pouco mais com a obra de arte que Deus está redimindo para que ele seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há vizinhos com quem fazer amizade, crianças para discipular, igrejas para fundar, centros de apoio à gravidez em crise para servir e mil tarefas em nossos empregos para realizar com excelência e amor. E como saberemos se Deus, em sua providência, abriu uma porta para qualquer dessas oportunidades? Nós oraremos e giraremos a maçaneta.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:54:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Caminhe_em_Sua_Provid%C3%AAncia</comments>		</item>
	</channel>
</rss>