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		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
		<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Pcain</link>
		<description>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</description>
		<language>pt</language>
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		<lastBuildDate>Fri, 01 May 2026 18:49:53 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>Mim</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Mim</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Mim para “Não me escolhestes vós a mim”&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[“Não me escolhestes vós a mim”]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:15:21 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Mim</comments>		</item>
		<item>
			<title>“Não me escolhestes vós a mim”</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/%E2%80%9CN%C3%A3o_me_escolhestes_v%C3%B3s_a_mim%E2%80%9D</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Mim para “Não me escolhestes vós a mim”&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|‘You Did Not Choose Me’}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Jesus me fez perceber a Sua soberania====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem-nos que “a palavra de Deus é viva, e eficaz”, que ela pode penetrar nas complexidades do nosso ser interior e revelar “os pensamentos e as intenções do coração” (Hebreus 4:12). Isso faz da Bíblia, o repositório autoritário das palavras de Deus, inspirado pelo Espírito Santo, um lugar de encontro com o Deus vivo. Na maioria das vezes, a leitura da Bíblia não é uma experiência dramática. Mas há momentos em que a Palavra se revela na palavra de uma forma tão extraordinária que, conscientemente, nunca mais somos os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixem-me compartilhar um encontro poderoso com Jesus que tive numa manhã de verão em Manila, pouco antes do meu vigésimo aniversário. Eu estava fazendo minha devoção matinal quando Ele me despertou para a doutrina da eleição, embora eu ainda não tivesse a menor ideia do que era o calvinismo. Ele também me chamou para uma vida de busca da minha maior alegria nele, embora eu não tivesse a menor ideia do que era o hedonismo cristão. O que aconteceu naquela manhã, há 36 anos, alterou o curso da minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Encontro com Jesus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava nas Filipinas participando de uma Escola de Treinamento de Discipulado de seis meses organizada pela Jovem com uma Missão (JOCUM). Durante uma sessão de ensino na noite anterior, um professor convidado havia afirmado com veemência que todos os cristãos que desejassem ser frutíferos e eficazes em seu serviço a Cristo precisavam adquirir e exercer um determinado dom espiritual. Caso contrário, suas vidas e ministérios seriam prejudicados por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso me perturbou profundamente, em parte porque eu não havia adquirido esse dom e em parte porque não havia visto essa ênfase nas Escrituras. Eu também conhecia cristãos que tanto exerciam quanto não exerciam esse dom, e não observei nenhuma correlação desse tipo em sua fecundidade. Mas e se eu estivesse errado? E se minhas dúvidas fossem sinais de resistência ao Espírito Santo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, naquela manhã, comecei minha devoção orando fervorosamente para que Deus me desse entendimento. Abri minha Bíblia na leitura do dia, que por acaso era o capítulo 15 do Evangelho de João.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De repente, quando comecei a ler, parecia que Jesus estava bem ali. Os primeiros 17 versículos saltaram da página. As palavras do Senhor tornaram-se intensamente vivas e ativas à medida que o Espírito Santo as iluminava para mim. E ouvi o próprio Jesus afirmar com veemência o que todos os cristãos mais precisam para serem frutíferos e eficazes: “Quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto; porque sem mim nada podereis fazer” (João 15:5). Sua mensagem para mim naquela manhã foi clara: uma vida frutífera não exigia um determinado dom espiritual; exigia confiar em Jesus. A paz tomou conta de mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele escolheu primeiro====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando cheguei ao versículo 16, o que Jesus disse me deixou sem fôlego. Isso, ainda mais do que o versículo 5, transformou minha compreensão do que torna um cristão frutífero e eficaz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda (João 15:16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não fui criado em uma igreja que ensinava teologia reformada. Até aquele momento, eu havia pensado pouco sobre a doutrina da eleição, então não a compreendia de verdade. Minha impressão imatura e arrogante era de que se tratava de uma daquelas doutrinas periféricas e controversas que pessoas com tempo demais e pouca preocupação com almas perdidas e feridas gostavam de debater.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso mudou quando me sentei, maravilhado, contemplando aquelas palavras: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós”. Não eram as palavras de algum professor com uma convicção teológica equivocada e exagerada. Nem de João Calvino. Nem mesmo dos argumentos sofisticados, autoritários, mas frequentemente debatidos, do apóstolo Paulo. Eram as palavras cristalinas, simples, diretas e compreensíveis do próprio Jesus: ''Eu vos escolhi.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que elas penetravam em mim, a renovação da minha mente deu início a uma transformação em mim (Romanos 12:2). Minha vida foi reestruturada. Quando, aos 11 anos, respondi a um convite do evangelho no Acampamento Shamineau, não fui eu quem escolheu Jesus; foi Jesus quem me escolheu. A imensa implicação começou a se revelar: se isso fosse verdade, então Deus havia estado muito mais providencialmente envolvido do que eu havia compreendido até aquele momento em Manila, enquanto refletia sobre João 15. Foi devastador, foi humilhante, e foi precioso e glorioso além das palavras. Jesus havia me escolhido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso me encheu de esperança ao olhar para o futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele nomeou fruto====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha esperança veio do que Jesus disse em seguida: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades...”. Percebi que, quando Jesus escolhe seus discípulos, Ele os designa para “boas obras, as quais Deus preparou” (Efésios 2:10). Eu ainda não sabia quais tarefas futuras o Senhor havia designado para mim, mas me encheu de esperança perceber que não carregava o peso principal de ter que descobrir tudo sozinho. O Senhor que me escolheu era plenamente capaz de me guiar para o que havia designado para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não era tudo. Jesus foi além: “eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que ''vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça''”. Meu espanto e minha esperança aumentaram ao perceber que minha fecundidade dependia, em ''última'' instância, não de nenhum dom espiritual específico, nem mesmo da minha fé em Cristo, mas do próprio Jesus. O Deus que me escolheu para ser seu discípulo e me designou para minhas tarefas atuais e futuras no reino também me tornaria frutífero nessas tarefas, incluindo as tarefas das minhas orações: “...a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o tempo, João 15:16 tornou-se uma espécie de lente através da qual eu via o que Jesus havia dito anteriormente no capítulo sobre a Videira e as varas (João 15:1–8). Ele descreveu a misteriosa interação entre a soberania divina e a responsabilidade humana em ação. O poder para que eu (uma vara) dê fruto vem exclusivamente de permanecer em Jesus (a Videira). Portanto, devo assumir minha responsabilidade de fazer o trabalho de permanecer (exercer confiança em Jesus em tudo). E, no entanto, em última análise, o próprio poder para cumprir minha responsabilidade vem da videira soberana, que me escolheu como vara e designou meu lugar na videira para que eu permanecesse e fosse frutífero. Pois a fé necessária para permanecer não é obra minha; é, em si mesma, um dom de Deus (Efésios 2:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para que a vossa alegria seja completa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um versículo iluminou toda a passagem que li naquela manhã, como se fosse uma luz acolhedora. Jesus disse: “Tenho-vos dito isso para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa” (João 15:11). Jesus queria que eu estivesse cheio de alegria. Mais do que isso, ele queria que eu estivesse cheio da alegria dele! Mais do que isso, ele estava, na verdade, ''buscando'' que eu experimentasse a alegria dele em mim ao dizer as coisas que estava dizendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a experiência daquela manhã foi avassaladora, e eu não consegui assimilar tudo. Estou relatando aqui com palavras mais claras do que eu poderia ter articulado naquele momento. Jesus estava me ''despertando'' para essas coisas naquela manhã, e minha compreensão aumentou com o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, só comecei a refletir profundamente sobre o que Jesus quis dizer com ''sua alegria tornando a minha alegria completa'' três anos depois, quando fui apresentado ao ensino de John Piper sobre o hedonismo cristão. Então, a promessa de Jesus de que aqueles que confiam nele em tudo conhecerão o maior amor (João 15:9–14), a alegria mais plena (João 15:11) e o fruto mais abundante (João 15:1–8) começou a se revelar para mim de maneiras mais profundas. E quanto mais eu entendia, mais eu desejava essa vida. Porque ''aquela'' vida era, em essência, ''a'' vida (João 14:6). E eu o queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquela manhã quente de verão em Manila, o que eu queria de Jesus era clareza sobre um ensinamento perturbador. Mas o que ele queria me dar era uma revelação de si mesmo por meio de suas palavras que me despertasse para sua soberania sobre minha salvação, plantasse as sementes do hedonismo cristão e traçasse meu caminho para um compromisso futuro. E ele fez isso em menos de uma hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria que todas as minhas devoções fossem assim. Muito poucas foram. A maioria tem sido bastante comum. Jesus parece preferir nos dar o que precisamos principalmente por meio do efeito cumulativo de nossa busca diária e fiel por Ele nas Escrituras. Mas aqueles poucos momentos extraordinários em que encontrei a Palavra viva e ativa de Deus na palavra escrita transformaram minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compartilho essa história para encorajar a todos nós a continuarmos buscando a Palavra na palavra. Jesus sabe do que precisamos e quando precisamos. E quando a necessidade for a certa e o tempo estiver maduro, aquele que nos escolheu, nos designou e nos torna frutíferos virá e fará mais do que poderíamos pedir ou imaginar. E a vida nunca mais será a mesma.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:15:21 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:%E2%80%9CN%C3%A3o_me_escolhestes_v%C3%B3s_a_mim%E2%80%9D</comments>		</item>
		<item>
			<title>“Não me escolhestes vós a mim”</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/%E2%80%9CN%C3%A3o_me_escolhestes_v%C3%B3s_a_mim%E2%80%9D</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|‘You Did Not Choose Me’}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Como Jesus me fez perceber a Sua soberania====  Dizem-nos que “a palavra de Deus é viva, e eficaz”, que ela pode penetrar ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|‘You Did Not Choose Me’}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como Jesus me fez perceber a Sua soberania====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem-nos que “a palavra de Deus é viva, e eficaz”, que ela pode penetrar nas complexidades do nosso ser interior e revelar “os pensamentos e as intenções do coração” (Hebreus 4:12). Isso faz da Bíblia, o repositório autoritário das palavras de Deus, inspirado pelo Espírito Santo, um lugar de encontro com o Deus vivo. Na maioria das vezes, a leitura da Bíblia não é uma experiência dramática. Mas há momentos em que a Palavra se revela na palavra de uma forma tão extraordinária que, conscientemente, nunca mais somos os mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixem-me compartilhar um encontro poderoso com Jesus que tive numa manhã de verão em Manila, pouco antes do meu vigésimo aniversário. Eu estava fazendo minha devoção matinal quando Ele me despertou para a doutrina da eleição, embora eu ainda não tivesse a menor ideia do que era o calvinismo. Ele também me chamou para uma vida de busca da minha maior alegria nele, embora eu não tivesse a menor ideia do que era o hedonismo cristão. O que aconteceu naquela manhã, há 36 anos, alterou o curso da minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Encontro com Jesus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava nas Filipinas participando de uma Escola de Treinamento de Discipulado de seis meses organizada pela Jovem com uma Missão (JOCUM). Durante uma sessão de ensino na noite anterior, um professor convidado havia afirmado com veemência que todos os cristãos que desejassem ser frutíferos e eficazes em seu serviço a Cristo precisavam adquirir e exercer um determinado dom espiritual. Caso contrário, suas vidas e ministérios seriam prejudicados por isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso me perturbou profundamente, em parte porque eu não havia adquirido esse dom e em parte porque não havia visto essa ênfase nas Escrituras. Eu também conhecia cristãos que tanto exerciam quanto não exerciam esse dom, e não observei nenhuma correlação desse tipo em sua fecundidade. Mas e se eu estivesse errado? E se minhas dúvidas fossem sinais de resistência ao Espírito Santo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, naquela manhã, comecei minha devoção orando fervorosamente para que Deus me desse entendimento. Abri minha Bíblia na leitura do dia, que por acaso era o capítulo 15 do Evangelho de João.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De repente, quando comecei a ler, parecia que Jesus estava bem ali. Os primeiros 17 versículos saltaram da página. As palavras do Senhor tornaram-se intensamente vivas e ativas à medida que o Espírito Santo as iluminava para mim. E ouvi o próprio Jesus afirmar com veemência o que todos os cristãos mais precisam para serem frutíferos e eficazes: “Quem está em mim, e eu nele, este dá muito fruto; porque sem mim nada podereis fazer” (João 15:5). Sua mensagem para mim naquela manhã foi clara: uma vida frutífera não exigia um determinado dom espiritual; exigia confiar em Jesus. A paz tomou conta de mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele escolheu primeiro====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando cheguei ao versículo 16, o que Jesus disse me deixou sem fôlego. Isso, ainda mais do que o versículo 5, transformou minha compreensão do que torna um cristão frutífero e eficaz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda (João 15:16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não fui criado em uma igreja que ensinava teologia reformada. Até aquele momento, eu havia pensado pouco sobre a doutrina da eleição, então não a compreendia de verdade. Minha impressão imatura e arrogante era de que se tratava de uma daquelas doutrinas periféricas e controversas que pessoas com tempo demais e pouca preocupação com almas perdidas e feridas gostavam de debater.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isso mudou quando me sentei, maravilhado, contemplando aquelas palavras: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós”. Não eram as palavras de algum professor com uma convicção teológica equivocada e exagerada. Nem de João Calvino. Nem mesmo dos argumentos sofisticados, autoritários, mas frequentemente debatidos, do apóstolo Paulo. Eram as palavras cristalinas, simples, diretas e compreensíveis do próprio Jesus: ''Eu vos escolhi.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que elas penetravam em mim, a renovação da minha mente deu início a uma transformação em mim (Romanos 12:2). Minha vida foi reestruturada. Quando, aos 11 anos, respondi a um convite do evangelho no Acampamento Shamineau, não fui eu quem escolheu Jesus; foi Jesus quem me escolheu. A imensa implicação começou a se revelar: se isso fosse verdade, então Deus havia estado muito mais providencialmente envolvido do que eu havia compreendido até aquele momento em Manila, enquanto refletia sobre João 15. Foi devastador, foi humilhante, e foi precioso e glorioso além das palavras. Jesus havia me escolhido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso me encheu de esperança ao olhar para o futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele nomeou fruto====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha esperança veio do que Jesus disse em seguida: “Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades...”. Percebi que, quando Jesus escolhe seus discípulos, Ele os designa para “boas obras, as quais Deus preparou” (Efésios 2:10). Eu ainda não sabia quais tarefas futuras o Senhor havia designado para mim, mas me encheu de esperança perceber que não carregava o peso principal de ter que descobrir tudo sozinho. O Senhor que me escolheu era plenamente capaz de me guiar para o que havia designado para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não era tudo. Jesus foi além: “eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que ''vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça''”. Meu espanto e minha esperança aumentaram ao perceber que minha fecundidade dependia, em ''última'' instância, não de nenhum dom espiritual específico, nem mesmo da minha fé em Cristo, mas do próprio Jesus. O Deus que me escolheu para ser seu discípulo e me designou para minhas tarefas atuais e futuras no reino também me tornaria frutífero nessas tarefas, incluindo as tarefas das minhas orações: “...a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vos conceda”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o tempo, João 15:16 tornou-se uma espécie de lente através da qual eu via o que Jesus havia dito anteriormente no capítulo sobre a Videira e as varas (João 15:1–8). Ele descreveu a misteriosa interação entre a soberania divina e a responsabilidade humana em ação. O poder para que eu (uma vara) dê fruto vem exclusivamente de permanecer em Jesus (a Videira). Portanto, devo assumir minha responsabilidade de fazer o trabalho de permanecer (exercer confiança em Jesus em tudo). E, no entanto, em última análise, o próprio poder para cumprir minha responsabilidade vem da videira soberana, que me escolheu como vara e designou meu lugar na videira para que eu permanecesse e fosse frutífero. Pois a fé necessária para permanecer não é obra minha; é, em si mesma, um dom de Deus (Efésios 2:8).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Para que a vossa alegria seja completa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais um versículo iluminou toda a passagem que li naquela manhã, como se fosse uma luz acolhedora. Jesus disse: “Tenho-vos dito isso para que a minha alegria permaneça em vós, e a vossa alegria seja completa” (João 15:11). Jesus queria que eu estivesse cheio de alegria. Mais do que isso, ele queria que eu estivesse cheio da alegria dele! Mais do que isso, ele estava, na verdade, ''buscando'' que eu experimentasse a alegria dele em mim ao dizer as coisas que estava dizendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda a experiência daquela manhã foi avassaladora, e eu não consegui assimilar tudo. Estou relatando aqui com palavras mais claras do que eu poderia ter articulado naquele momento. Jesus estava me ''despertando'' para essas coisas naquela manhã, e minha compreensão aumentou com o tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, só comecei a refletir profundamente sobre o que Jesus quis dizer com ''sua alegria tornando a minha alegria completa'' três anos depois, quando fui apresentado ao ensino de John Piper sobre o hedonismo cristão. Então, a promessa de Jesus de que aqueles que confiam nele em tudo conhecerão o maior amor (João 15:9–14), a alegria mais plena (João 15:11) e o fruto mais abundante (João 15:1–8) começou a se revelar para mim de maneiras mais profundas. E quanto mais eu entendia, mais eu desejava essa vida. Porque ''aquela'' vida era, em essência, ''a'' vida (João 14:6). E eu o queria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquela manhã quente de verão em Manila, o que eu queria de Jesus era clareza sobre um ensinamento perturbador. Mas o que ele queria me dar era uma revelação de si mesmo por meio de suas palavras que me despertasse para sua soberania sobre minha salvação, plantasse as sementes do hedonismo cristão e traçasse meu caminho para um compromisso futuro. E ele fez isso em menos de uma hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria que todas as minhas devoções fossem assim. Muito poucas foram. A maioria tem sido bastante comum. Jesus parece preferir nos dar o que precisamos principalmente por meio do efeito cumulativo de nossa busca diária e fiel por Ele nas Escrituras. Mas aqueles poucos momentos extraordinários em que encontrei a Palavra viva e ativa de Deus na palavra escrita transformaram minha vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compartilho essa história para encorajar a todos nós a continuarmos buscando a Palavra na palavra. Jesus sabe do que precisamos e quando precisamos. E quando a necessidade for a certa e o tempo estiver maduro, aquele que nos escolheu, nos designou e nos torna frutíferos virá e fará mais do que poderíamos pedir ou imaginar. E a vida nunca mais será a mesma.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:12:08 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:%E2%80%9CN%C3%A3o_me_escolhestes_v%C3%B3s_a_mim%E2%80%9D</comments>		</item>
		<item>
			<title>Fruitful</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Fruitful</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Fruitful para O ninho vazio e fértil&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[O ninho vazio e fértil]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:44:36 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Fruitful</comments>		</item>
		<item>
			<title>O ninho vazio e fértil</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_ninho_vazio_e_f%C3%A9rtil</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Fruitful para O ninho vazio e fértil&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;{{info|The Fruitful Empty Nest}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Lições para quando os filhos saírem de casa&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Nos abraçamos, nos despedimos e dissemos &amp;quot;Eu te amo&amp;quot;. Ele caminhou conosco até o carro, virou-se e foi embora. E enquanto estávamos sentados ali olhando para as costas dele, eu chorei muito. Nosso primogênito partiu, e eu senti como se minhas entranhas estivessem sendo arrancadas.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Dois anos depois, aconteceu a mesma coisa. Mais uma vez, depois das despedidas, dos &amp;quot;Nós te amamos&amp;quot; e dos abraços, outro filho nos acompanhou até o carro. Ao vê-lo se virar e ir embora, aqueles mesmos profundos gritos de angústia surgiram em mim.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma última vez, alguns anos depois, houve despedidas, declarações de amor e abraços. Fomos até o carro e vimos nosso filho caçula se virar e seguir em direção à sua nova vida. E sim, ficamos sentados lá olhando para as costas dele e eu chorei muito.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Não que eu nunca mais fosse ver nossos filhos, é claro. Mas quando nossos filhos saíram de casa, eu tive plena consciência de que minha vida mudaria drasticamente. Durante anos, esperei por este dia e muitas vezes pensei que não conseguiria suportar toda a emoção, mas consegui. Já se passaram muitos anos desde aquelas despedidas. E hoje sou muito grata a Deus por sua graça sustentadora e pelas alegrias surpreendentemente doces que Ele me deu em cada fase da vida desde então.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Nova força depois dos filhos&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Eu era mãe em tempo integral, então, obviamente, quando nossos filhos saíram de casa, toda a estrutura da minha vida mudou. Não havia mais cafés da manhã apressados ​​para sair correndo de casa pela manhã. Não havia mais jogos para assistir no final do dia. Não há grandes refeições para preparar que satisfaçam rapazes adolescentes. Não há crianças por perto em casa nem planos para eventos com outros pais. Ah, sim, a vida ia ser diferente, e eu não tinha a mínima certeza se iria gostar disso!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Logo depois que as crianças saíram de casa, me vi de joelhos diante de Deus com uma sensação de vazio e indiferença, quando encontrei estas palavras:&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Por essa razão, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toda família nos céus e na terra recebe o nome, para que, segundo as riquezas da sua glória, ele vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito, no homem interior. (Efésios 3:14-16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Essa palavra de conforto me assegurou que Deus me daria forças para a nova fase que se iniciava.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Seis lições para ninhos vazios&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Nós, mamães, queremos ser boas mães e damos tudo o que temos aos nossos filhos. Como mães cristãs, sentimos um chamado especial para criar nossos filhos para amar a Jesus e segui-lo, o que pode parecer especialmente difícil. E, além de tudo isso, nossa identidade pode ficar tão ligada aos nossos filhos que nos esquecemos de quem somos. Então, quando chega a hora de os filhos saírem de casa, é difícil! E é triste. Mas não precisamos ficar presos à tristeza. Podemos avançar para relacionamentos adultos com nossos filhos, que têm uma doçura toda própria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Se você está passando por essa fase de transição, antecipando o dia em que seus filhos sairão de casa, ou já está se adaptando à síndrome do ninho vazio, aqui estão algumas dicas práticas que me ajudaram bastante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;1. Ore fervorosamente.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Sem dúvida, você tem orado por seus filhos desde antes de eles nascerem. Continue orando! Ao orar por seu filho que não está mais sob seus cuidados diários, você descobrirá que suas orações se tornarão mais profundas e seu relacionamento com Deus e com seu filho será enriquecido. Lembre-se, você pode entregar suas ansiedades a Deus, porque Ele se importa com você — e com seu filho (1 Pedro 5:7).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;2. Ponha seu filho nos braços de Deus.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Eu nunca entendi o que significava &amp;quot;deixar ir&amp;quot; meus filhos. Então alguém sugeriu que, em vez de deixar meus filhos à deriva em algum tipo de terra do nunca, eu poderia colocá-los deliberadamente nos braços fortes e amorosos de Deus, onde seriam protegidos e cuidados. “O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo estão os braços eternos” (Deuteronômio 33:27). Isso tem sido um grande conforto.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;3. Ter perspectiva ajuda.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;O objetivo da parentalidade é criar filhos que se tornem adultos produtivos. Ao longo dos anos de criação dos filhos, queremos criar um ambiente acolhedor para que eles se desenvolvam e amadureçam. Queremos que nossos filhos se tornem adultos. De certa forma, nós os criamos para que partam.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;4. Priorize seu marido.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Embora nossos filhos estejam em casa, eles geralmente exigem a maior parte do nosso tempo e energia, mas a prioridade ainda deve ser o nosso marido. Reserve um tempo para ele quando as crianças estiverem em casa, para que vocês já se conheçam quando elas forem embora. Divirtam-se juntos agora, para que possam desfrutar da companhia um do outro mais tarde.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;5. Desenvolvimento pessoal é essencial.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Cuide de si mesmo — fisicamente, emocionalmente, intelectualmente e espiritualmente. Desenvolva um interesse ou uma atividade enquanto seus filhos estiverem em casa que possa perdurar até a fase em que o ninho estiver vazio. Uma maneira de fazer isso é cultivar amizades e comunhão com outras mulheres da sua igreja.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;6. Instale-se em ribeiros de água.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;“A árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão&amp;quot; Salmos 1:3” (Salmo 1:3). Enraízem-se e permaneçam enraizados na palavra de Deus, deleitem-se no Filho de Deus, mantenham comunhão com o povo de Deus. Ao fazer isso ao longo dos anos, você será frutífero em todas as fases da sua vida.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Aproveite para ser criança novamente&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;A maioria das mães cristãs, como eu, concentra-se no amor de Deus por nossos filhos. Nós nos lembramos de que Deus ama nossos filhos mais do que nós — e Ele ama mesmo. Ajudamos nossos filhos a compreender e aceitar o amor de Deus por eles. Mas descobri, quando meus filhos saíram de casa, que quase havia me esquecido de que Deus também me ama. Ele se importa comigo. Ele conhece as minhas necessidades. Ele quer me abençoar porque sou seu filho.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mãe, se seus filhos acabaram de sair de casa — ou estão a ponto de sair — você está prestes a entrar em uma nova fase com grande potencial de frutificação. Como mulheres jovens, geramos o fruto do ventre. Os anos de criação dos filhos foram repletos de grandes bênçãos, energia e vitalidade. Esses anos foram tempos de esperança, de primavera e do calor do sol de verão. Mas, surpreendentemente, os anos em que os filhos saem de casa também podem ser uma época muito produtiva e repleta de frutos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Quando os filhos saem de casa, a parentalidade assume novas e gratificantes dimensões. O dia a dia é diferente, com certeza, mas você continua sendo, e sempre será, a mãe dos seus filhos. Na verdade, você certamente descobrirá, assim como eu, que com o passar dos anos e à medida que você e seus filhos crescem, seus relacionamentos se aprofundarão e se enriquecerão em muitos níveis. Ao mesmo tempo, os frutos que você colher nesta nova fase da vida podem ter um impacto ainda maior agora que você permanece conectado à sua igreja local. Procure maneiras de se envolver com as mulheres mais jovens da sua igreja. Você é uma mulher experiente que pode nutrir a próxima geração de mulheres.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Anime-se, querida mãe. Deus está com você e a ama em todas as fases da vida. Ele não te abandonará. Ele quer te abençoar e fazer de você uma bênção!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ó Deus, desde a minha juventude tu me ensinaste, e eu ainda proclamo as tuas maravilhas. Assim, mesmo na velhice e nos cabelos brancos, ó Deus, não me abandones, até que eu anuncie a tua força à geração vindoura e o teu poder a todos os que hão de vir. (Salmo 71:17-18)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:44:36 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_ninho_vazio_e_f%C3%A9rtil</comments>		</item>
		<item>
			<title>O ninho vazio e fértil</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_ninho_vazio_e_f%C3%A9rtil</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;{{info|The Fruitful Empty Nest}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Lições para quando os filhos saírem de casa&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Nos abraçamos, nos despedimos e dissemos &amp;quot;Eu te amo&amp;quot;. Ele caminhou conosco até o carro, virou-se e foi embora. E enquanto estávamos sentados ali olhando para as costas dele, eu chorei muito. Nosso primogênito partiu, e eu senti como se minhas entranhas estivessem sendo arrancadas.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Dois anos depois, aconteceu a mesma coisa. Mais uma vez, depois das despedidas, dos &amp;quot;Nós te amamos&amp;quot; e dos abraços, outro filho nos acompanhou até o carro. Ao vê-lo se virar e ir embora, aqueles mesmos profundos gritos de angústia surgiram em mim.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma última vez, alguns anos depois, houve despedidas, declarações de amor e abraços. Fomos até o carro e vimos nosso filho caçula se virar e seguir em direção à sua nova vida. E sim, ficamos sentados lá olhando para as costas dele e eu chorei muito.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Não que eu nunca mais fosse ver nossos filhos, é claro. Mas quando nossos filhos saíram de casa, eu tive plena consciência de que minha vida mudaria drasticamente. Durante anos, esperei por este dia e muitas vezes pensei que não conseguiria suportar toda a emoção, mas consegui. Já se passaram muitos anos desde aquelas despedidas. E hoje sou muito grata a Deus por sua graça sustentadora e pelas alegrias surpreendentemente doces que Ele me deu em cada fase da vida desde então.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Nova força depois dos filhos&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Eu era mãe em tempo integral, então, obviamente, quando nossos filhos saíram de casa, toda a estrutura da minha vida mudou. Não havia mais cafés da manhã apressados ​​para sair correndo de casa pela manhã. Não havia mais jogos para assistir no final do dia. Não há grandes refeições para preparar que satisfaçam rapazes adolescentes. Não há crianças por perto em casa nem planos para eventos com outros pais. Ah, sim, a vida ia ser diferente, e eu não tinha a mínima certeza se iria gostar disso!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Logo depois que as crianças saíram de casa, me vi de joelhos diante de Deus com uma sensação de vazio e indiferença, quando encontrei estas palavras:&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Por essa razão, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toda família nos céus e na terra recebe o nome, para que, segundo as riquezas da sua glória, ele vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito, no homem interior. (Efésios 3:14-16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Essa palavra de conforto me assegurou que Deus me daria forças para a nova fase que se iniciava.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Seis lições para ninhos vazios&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Nós, mamães, queremos ser boas mães e damos tudo o que temos aos nossos filhos. Como mães cristãs, sentimos um chamado especial para criar nossos filhos para amar a Jesus e segui-lo, o que pode parecer especialmente difícil. E, além de tudo isso, nossa identidade pode ficar tão ligada aos nossos filhos que nos esquecemos de quem somos. Então, quando chega a hora de os filhos saírem de casa, é difícil! E é triste. Mas não precisamos ficar presos à tristeza. Podemos avançar para relacionamentos adultos com nossos filhos, que têm uma doçura toda própria.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Se você está passando por essa fase de transição, antecipando o dia em que seus filhos sairão de casa, ou já está se adaptando à síndrome do ninho vazio, aqui estão algumas dicas práticas que me ajudaram bastante.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;1. Ore fervorosamente.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Sem dúvida, você tem orado por seus filhos desde antes de eles nascerem. Continue orando! Ao orar por seu filho que não está mais sob seus cuidados diários, você descobrirá que suas orações se tornarão mais profundas e seu relacionamento com Deus e com seu filho será enriquecido. Lembre-se, você pode entregar suas ansiedades a Deus, porque Ele se importa com você — e com seu filho (1 Pedro 5:7).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;2. Ponha seu filho nos braços de Deus.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Eu nunca entendi o que significava &amp;quot;deixar ir&amp;quot; meus filhos. Então alguém sugeriu que, em vez de deixar meus filhos à deriva em algum tipo de terra do nunca, eu poderia colocá-los deliberadamente nos braços fortes e amorosos de Deus, onde seriam protegidos e cuidados. “O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo estão os braços eternos” (Deuteronômio 33:27). Isso tem sido um grande conforto.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;3. Ter perspectiva ajuda.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;O objetivo da parentalidade é criar filhos que se tornem adultos produtivos. Ao longo dos anos de criação dos filhos, queremos criar um ambiente acolhedor para que eles se desenvolvam e amadureçam. Queremos que nossos filhos se tornem adultos. De certa forma, nós os criamos para que partam.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;4. Priorize seu marido.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Embora nossos filhos estejam em casa, eles geralmente exigem a maior parte do nosso tempo e energia, mas a prioridade ainda deve ser o nosso marido. Reserve um tempo para ele quando as crianças estiverem em casa, para que vocês já se conheçam quando elas forem embora. Divirtam-se juntos agora, para que possam desfrutar da companhia um do outro mais tarde.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;5. Desenvolvimento pessoal é essencial.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Cuide de si mesmo — fisicamente, emocionalmente, intelectualmente e espiritualmente. Desenvolva um interesse ou uma atividade enquanto seus filhos estiverem em casa que possa perdurar até a fase em que o ninho estiver vazio. Uma maneira de fazer isso é cultivar amizades e comunhão com outras mulheres da sua igreja.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;6. Instale-se em ribeiros de água.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;“A árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão&amp;quot; Salmos 1:3” (Salmo 1:3). Enraízem-se e permaneçam enraizados na palavra de Deus, deleitem-se no Filho de Deus, mantenham comunhão com o povo de Deus. Ao fazer isso ao longo dos anos, você será frutífero em todas as fases da sua vida.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Aproveite para ser criança novamente&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;A maioria das mães cristãs, como eu, concentra-se no amor de Deus por nossos filhos. Nós nos lembramos de que Deus ama nossos filhos mais do que nós — e Ele ama mesmo. Ajudamos nossos filhos a compreender e aceitar o amor de Deus por eles. Mas descobri, quando meus filhos saíram de casa, que quase havia me esquecido de que Deus também me ama. Ele se importa comigo. Ele conhece as minhas necessidades. Ele quer me abençoar porque sou seu filho.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mãe, se seus filhos acabaram de sair de casa — ou estão a ponto de sair — você está prestes a entrar em uma nova fase com grande potencial de frutificação. Como mulheres jovens, geramos o fruto do ventre. Os anos de criação dos filhos foram repletos de grandes bênçãos, energia e vitalidade. Esses anos foram tempos de esperança, de primavera e do calor do sol de verão. Mas, surpreendentemente, os anos em que os filhos saem de casa também podem ser uma época muito produtiva e repleta de frutos.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Quando os filhos saem de casa, a parentalidade assume novas e gratificantes dimensões. O dia a dia é diferente, com certeza, mas você continua sendo, e sempre será, a mãe dos seus filhos. Na verdade, você certamente descobrirá, assim como eu, que com o passar dos anos e à medida que você e seus filhos crescem, seus relacionamentos se aprofundarão e se enriquecerão em muitos níveis. Ao mesmo tempo, os frutos que você colher nesta nova fase da vida podem ter um impacto ainda maior agora que você permanece conectado à sua igreja local. Procure maneiras de se envolver com as mulheres mais jovens da sua igreja. Você é uma mulher experiente que pode nutrir a próxima geração de mulheres.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Anime-se, querida mãe. Deus está com você e a ama em todas as fases da vida. Ele não te abandonará. Ele quer te abençoar e fazer de você uma bênção!&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ó Deus, desde a minha juventude tu me ensinaste, e eu ainda proclamo as tuas maravilhas. Assim, mesmo na velhice e nos cabelos brancos, ó Deus, não me abandones, até que eu anuncie a tua força à geração vindoura e o teu poder a todos os que hão de vir. (Salmo 71:17-18)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:41:02 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_ninho_vazio_e_f%C3%A9rtil</comments>		</item>
		<item>
			<title>O ninho vazio e fértil</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_ninho_vazio_e_f%C3%A9rtil</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|  ====Lições para quando os filhos saírem de casa====  Nos abraçamos, nos despedimos e dissemos &amp;quot;Eu te amo&amp;quot;. Ele caminhou conosco até o carro, virou-se e foi emb...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Lições para quando os filhos saírem de casa====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos abraçamos, nos despedimos e dissemos &amp;quot;Eu te amo&amp;quot;. Ele caminhou conosco até o carro, virou-se e foi embora. E enquanto estávamos sentados ali olhando para as costas dele, eu chorei muito. Nosso primogênito partiu, e eu senti como se minhas entranhas estivessem sendo arrancadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois anos depois, aconteceu a mesma coisa. Mais uma vez, depois das despedidas, dos &amp;quot;Nós te amamos&amp;quot; e dos abraços, outro filho nos acompanhou até o carro. Ao vê-lo se virar e ir embora, aqueles mesmos profundos gritos de angústia surgiram em mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma última vez, alguns anos depois, houve despedidas, declarações de amor e abraços. Fomos até o carro e vimos nosso filho caçula se virar e seguir em direção à sua nova vida. E sim, ficamos sentados lá olhando para as costas dele e eu chorei muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que eu nunca mais fosse ver nossos filhos, é claro. Mas quando nossos filhos saíram de casa, eu tive plena consciência de que minha vida mudaria drasticamente. Durante anos, esperei por este dia e muitas vezes pensei que não conseguiria suportar toda a emoção, mas consegui. Já se passaram muitos anos desde aquelas despedidas. E hoje sou muito grata a Deus por sua graça sustentadora e pelas alegrias surpreendentemente doces que Ele me deu em cada fase da vida desde então.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nova força depois dos filhos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu era mãe em tempo integral, então, obviamente, quando nossos filhos saíram de casa, toda a estrutura da minha vida mudou. Não havia mais cafés da manhã apressados ​​para sair correndo de casa pela manhã. Não havia mais jogos para assistir no final do dia. Não há grandes refeições para preparar que satisfaçam rapazes adolescentes. Não há crianças por perto em casa nem planos para eventos com outros pais. Ah, sim, a vida ia ser diferente, e eu não tinha a mínima certeza se iria gostar disso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo depois que as crianças saíram de casa, me vi de joelhos diante de Deus com uma sensação de vazio e indiferença, quando encontrei estas palavras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Por essa razão, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toda família nos céus e na terra recebe o nome, para que, segundo as riquezas da sua glória, ele vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito, no homem interior. (Efésios 3:14-16)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa palavra de conforto me assegurou que Deus me daria forças para a nova fase que se iniciava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Seis lições para ninhos vazios====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós, mamães, queremos ser boas mães e damos tudo o que temos aos nossos filhos. Como mães cristãs, sentimos um chamado especial para criar nossos filhos para amar a Jesus e segui-lo, o que pode parecer especialmente difícil. E, além de tudo isso, nossa identidade pode ficar tão ligada aos nossos filhos que nos esquecemos de quem somos. Então, quando chega a hora de os filhos saírem de casa, é difícil! E é triste. Mas não precisamos ficar presos à tristeza. Podemos avançar para relacionamentos adultos com nossos filhos, que têm uma doçura toda própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você está passando por essa fase de transição, antecipando o dia em que seus filhos sairão de casa, ou já está se adaptando à síndrome do ninho vazio, aqui estão algumas dicas práticas que me ajudaram bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Ore fervorosamente.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem dúvida, você tem orado por seus filhos desde antes de eles nascerem. Continue orando! Ao orar por seu filho que não está mais sob seus cuidados diários, você descobrirá que suas orações se tornarão mais profundas e seu relacionamento com Deus e com seu filho será enriquecido. Lembre-se, você pode entregar suas ansiedades a Deus, porque Ele se importa com você — e com seu filho (1 Pedro 5:7).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Ponha seu filho nos braços de Deus.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu nunca entendi o que significava &amp;quot;deixar ir&amp;quot; meus filhos. Então alguém sugeriu que, em vez de deixar meus filhos à deriva em algum tipo de terra do nunca, eu poderia colocá-los deliberadamente nos braços fortes e amorosos de Deus, onde seriam protegidos e cuidados. “O Deus eterno é a tua habitação, e por baixo estão os braços eternos” (Deuteronômio 33:27). Isso tem sido um grande conforto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Ter perspectiva ajuda.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo da parentalidade é criar filhos que se tornem adultos produtivos. Ao longo dos anos de criação dos filhos, queremos criar um ambiente acolhedor para que eles se desenvolvam e amadureçam. Queremos que nossos filhos se tornem adultos. De certa forma, nós os criamos para que partam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Priorize seu marido.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora nossos filhos estejam em casa, eles geralmente exigem a maior parte do nosso tempo e energia, mas a prioridade ainda deve ser o nosso marido. Reserve um tempo para ele quando as crianças estiverem em casa, para que vocês já se conheçam quando elas forem embora. Divirtam-se juntos agora, para que possam desfrutar da companhia um do outro mais tarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====5. Desenvolvimento pessoal é essencial.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuide de si mesmo — fisicamente, emocionalmente, intelectualmente e espiritualmente. Desenvolva um interesse ou uma atividade enquanto seus filhos estiverem em casa que possa perdurar até a fase em que o ninho estiver vazio. Uma maneira de fazer isso é cultivar amizades e comunhão com outras mulheres da sua igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====6. Instale-se em ribeiros de água.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão&amp;quot; Salmos 1:3” (Salmo 1:3). Enraízem-se e permaneçam enraizados na palavra de Deus, deleitem-se no Filho de Deus, mantenham comunhão com o povo de Deus. Ao fazer isso ao longo dos anos, você será frutífero em todas as fases da sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Aproveite para ser criança novamente====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria das mães cristãs, como eu, concentra-se no amor de Deus por nossos filhos. Nós nos lembramos de que Deus ama nossos filhos mais do que nós — e Ele ama mesmo. Ajudamos nossos filhos a compreender e aceitar o amor de Deus por eles. Mas descobri, quando meus filhos saíram de casa, que quase havia me esquecido de que Deus também me ama. Ele se importa comigo. Ele conhece as minhas necessidades. Ele quer me abençoar porque sou seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mãe, se seus filhos acabaram de sair de casa — ou estão a ponto de sair — você está prestes a entrar em uma nova fase com grande potencial de frutificação. Como mulheres jovens, geramos o fruto do ventre. Os anos de criação dos filhos foram repletos de grandes bênçãos, energia e vitalidade. Esses anos foram tempos de esperança, de primavera e do calor do sol de verão. Mas, surpreendentemente, os anos em que os filhos saem de casa também podem ser uma época muito produtiva e repleta de frutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os filhos saem de casa, a parentalidade assume novas e gratificantes dimensões. O dia a dia é diferente, com certeza, mas você continua sendo, e sempre será, a mãe dos seus filhos. Na verdade, você certamente descobrirá, assim como eu, que com o passar dos anos e à medida que você e seus filhos crescem, seus relacionamentos se aprofundarão e se enriquecerão em muitos níveis. Ao mesmo tempo, os frutos que você colher nesta nova fase da vida podem ter um impacto ainda maior agora que você permanece conectado à sua igreja local. Procure maneiras de se envolver com as mulheres mais jovens da sua igreja. Você é uma mulher experiente que pode nutrir a próxima geração de mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anime-se, querida mãe. Deus está com você e a ama em todas as fases da vida. Ele não te abandonará. Ele quer te abençoar e fazer de você uma bênção!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ó Deus, desde a minha juventude tu me ensinaste, e eu ainda proclamo as tuas maravilhas. Assim, mesmo na velhice e nos cabelos brancos, ó Deus, não me abandones, até que eu anuncie a tua força à geração vindoura e o teu poder a todos os que hão de vir. (Salmo 71:17-18)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:39:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_ninho_vazio_e_f%C3%A9rtil</comments>		</item>
		<item>
			<title>Páscoa</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/P%C3%A1scoa</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Páscoa para A abundância da Páscoa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[A abundância da Páscoa]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:18:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:P%C3%A1scoa</comments>		</item>
		<item>
			<title>A abundância da Páscoa</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_abund%C3%A2ncia_da_P%C3%A1scoa</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Páscoa para A abundância da Páscoa&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Overflow of Easter}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Uma Teologia Completa da Ressurreição em Um Capítulo''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;1 Coríntios 15&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Cristo morreu por nós e ressuscitou.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e... Ele foi enterrado, e... Ele ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. (3-4)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Ele confirmou sua ressurreição por meio de grandes aparições públicas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso, Ele apareceu para mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais permanece até hoje, mas alguns já adormeceram. (6)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Porque Cristo ressuscitou, não estamos mais em nossos pecados.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Cristo não ressuscitou, a fé que vocês têm é inútil; vocês ainda estão em seus pecados. (17)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Porque Cristo ressuscitou, nossas vidas aflitas não são dignas de pena.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se depositamos nossa esperança em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis ​​de todos os homens. (19)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Nós, que cremos em Cristo, ressuscitaremos dos mortos na segunda vinda de Cristo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois assim como em Adão todos [os seus descendentes] morrem, assim também em Cristo todos [os seus descendentes] serão vivificados. Mas cada um por sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. (22-23)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6. Cristo agora reina invencivelmente sobre o universo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois Ele deve reinar até que tenha posto todos os Seus inimigos debaixo dos Seus pés. O último inimigo a ser abolido é a morte. (25-26)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7. Nosso corpo ressurreto será imperecível, glorioso, poderoso e espiritual.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nosso corpo ressurreto] é semeado corpo perecível e ressuscita corpo imperecível; é semeado em desonra e ressuscita em glória; é semeado em fraqueza e ressuscita em poder; é semeado corpo natural e ressuscita corpo espiritual. (42-44)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8. Vivos ou mortos, receberemos novos corpos num instante na vinda de Cristo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. (51-52)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9. A morte agora não tem mais poder e será absorvida pela vitória.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, quando este corpo corruptível se revestir da incorruptibilidade, e este corpo mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: &amp;quot;A morte foi tragada pela vitória. Morte, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? (54-55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10. Cristo sofreu pelos pecados e satisfez a lei por nós.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei; mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (56-57)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11. Portanto, dediquem-se intensamente a obras que exaltem a Cristo, pois nada disso é em vão.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, meus amados irmãos, sejam firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (58)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amando viver na esperança de ser criada com ele,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:18:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_abund%C3%A2ncia_da_P%C3%A1scoa</comments>		</item>
		<item>
			<title>A abundância da Páscoa</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_abund%C3%A2ncia_da_P%C3%A1scoa</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|The Overflow of Easter}}&amp;lt;br&amp;gt;  ''Uma Teologia Completa da Ressurreição em Um Capítulo''  &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;1 Coríntios 15&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;  '''1. Cristo morreu por n...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Overflow of Easter}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Uma Teologia Completa da Ressurreição em Um Capítulo''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;1 Coríntios 15&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Cristo morreu por nós e ressuscitou.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e... Ele foi enterrado, e... Ele ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. (3-4)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Ele confirmou sua ressurreição por meio de grandes aparições públicas.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois disso, Ele apareceu para mais de quinhentos irmãos de uma só vez, a maioria dos quais permanece até hoje, mas alguns já adormeceram. (6)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Porque Cristo ressuscitou, não estamos mais em nossos pecados.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Cristo não ressuscitou, a fé que vocês têm é inútil; vocês ainda estão em seus pecados. (17)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Porque Cristo ressuscitou, nossas vidas aflitas não são dignas de pena.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se depositamos nossa esperança em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis ​​de todos os homens. (19)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Nós, que cremos em Cristo, ressuscitaremos dos mortos na segunda vinda de Cristo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois assim como em Adão todos [os seus descendentes] morrem, assim também em Cristo todos [os seus descendentes] serão vivificados. Mas cada um por sua ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. (22-23)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6. Cristo agora reina invencivelmente sobre o universo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois Ele deve reinar até que tenha posto todos os Seus inimigos debaixo dos Seus pés. O último inimigo a ser abolido é a morte. (25-26)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''7. Nosso corpo ressurreto será imperecível, glorioso, poderoso e espiritual.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nosso corpo ressurreto] é semeado corpo perecível e ressuscita corpo imperecível; é semeado em desonra e ressuscita em glória; é semeado em fraqueza e ressuscita em poder; é semeado corpo natural e ressuscita corpo espiritual. (42-44)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''8. Vivos ou mortos, receberemos novos corpos num instante na vinda de Cristo.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados num instante, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. (51-52)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''9. A morte agora não tem mais poder e será absorvida pela vitória.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, quando este corpo corruptível se revestir da incorruptibilidade, e este corpo mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: &amp;quot;A morte foi tragada pela vitória. Morte, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? (54-55)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''10. Cristo sofreu pelos pecados e satisfez a lei por nós.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei; mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. (56-57)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''11. Portanto, dediquem-se intensamente a obras que exaltem a Cristo, pois nada disso é em vão.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, meus amados irmãos, sejam firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (58)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amando viver na esperança de ser criada com ele,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:17:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_abund%C3%A2ncia_da_P%C3%A1scoa</comments>		</item>
		<item>
			<title>Indespensable</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Indespensable</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Indespensable para As vidas indispensáveis dos cristãos comuns&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[As vidas indispensáveis dos cristãos comuns]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:58:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Indespensable</comments>		</item>
		<item>
			<title>As vidas indispensáveis dos cristãos comuns</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/As_vidas_indispens%C3%A1veis_dos_crist%C3%A3os_comuns</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Indespensable para As vidas indispensáveis dos cristãos comuns&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Indispensable Lives of Ordinary Christians}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a sua situação fosse traduzida para o mundo real, você poderia descrevê-la assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está sentado na sala de espera do hospital, ciente de que o seu caso não é urgente. Não se trata de uma doença com risco de vida, nem de uma dor lancinante ou de um osso quebrado, nem de sangramento. As pessoas entram apressadas com necessidades mais urgentes do que as suas; você cede de bom grado o seu lugar e vai ficando cada vez mais para o fim da fila. Você fica sentado — um dia, uma semana, uma estação — sem que um único momento de tranquilidade lhe conceda a admissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, chamam seu nome. Você caminha até a recepção, e a enfermeira pergunta por que você veio. É então que você percebe que não tem certeza absoluta. “Alguma dificuldade para respirar?” ''Não''. “Alguma dor de cabeça persistente ou dor de garganta?” ''Não''. “Alguma febre ou dificuldade para dormir?” ''Não''. “Então, o que o traz aqui hoje?” Bem, algo como uma lenta desorientação, uma fadiga inescapável, sintomas de viver como uma meia solitária deixada no fundo da gaveta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se sente inútil, sem dons, desnecessário, na vida e até mesmo na igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você ouve o pregador todos os domingos e sabe que ele está sendo usado por Deus. Você vê os casais jovens criando filhos na sua igreja local; ora para que haja mais da marca de Deus em suas vidas. Intercede pelos missionários que arriscam vida e saúde em terras estrangeiras, perdidos na luz ofuscante da Grande Comissão. Percebe que nunca morou a mais de trinta quilômetros de sua cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você serve ao Senhor Jesus, mas não consegue escapar da sensação de ser um personagem coadjuvante — escalado como “padeiro nº 3” — na história que se desenrola ao seu redor. Atores mais proeminentes vivem. Comparado a eles, você simplesmente existe. Talvez você sinta isso mais intensamente perto de um amigo ou membro da família que o ofusca em Cristo. “André, ''irmão de Simão Pedro''”, você continua sendo. Todas as outras peças do quebra-cabeça parecem se encaixar. Se você desaparecesse da congregação, alguém notaria? Você é apenas o “fiel nº 13 que canta e ora”?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Pouco impressionante====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você não duvida de que Cristo o aceitou puramente por graça, independentemente das obras, independentemente do que você fez no passado, no presente ou no futuro. Mas, quando o cinismo se instala, você ainda se pergunta como a igreja fica melhor com a sua inclusão. Você não é ''nada de especial'', tudo bem, sem problema. Você sabe que Paulo lembra à igreja de Corinto que a maioria não era sábia aos olhos do mundo, nem poderosa, nem nobre. Pelo contrário, havia neles uma certa ''tolice'', uma fraqueza e humildade que lhes valiam o escárnio do mundo. Uma igreja cheia de crianças escolhidas por último no recreio, para envergonhar os fortes e silenciar os que se vangloriam (1 Coríntios 1:26–29).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas você ainda se pergunta por que não se sente mais vivo e útil. Você não é o preguiçoso nem seu irmão sofisticado, que se desculpa de uma vida comprometida. Talvez o Mestre o tenha dado o papel do santo de um talento, com menor habilidade, mas você ainda quer investir o melhor que puder, ao contrário do servo que enterrou seu único talento e, no fim, o perdeu (Mateus 25:15–30). Você quer investir tudo de si, seja lá o que isso signifique, mesmo que não venha a ser Adoniram Judson, George Whitefield ou Elisabeth Elliot. Mas, nos dias monótonos, você secretamente teme que sua vida comum seja uma vida desperdiçada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então você se senta na sala de espera. Com grandes pecados e situações desesperadoras, você não quer tomar o tempo do pastor ou do grupo pequeno tagarelando sobre a sensação inarticulada de falta de propósito. Felizmente, a inveja não engoliu sua alegria em relação às Hermione Grangers do reino de Cristo quando você admite ser mais parecido com Neville Longbottom. Mas você se pergunta: Qual é o sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Indispensável====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caro cristão, mesmo o tímido, apático e pouco impressionante Neville desempenha seu papel, um papel vital, no final. E se você passa os dias suspirando e com a suspeita de que, mesmo em Cristo, você não tem grande importância, console-se com uma palavra: indispensável. “O olho não pode dizer à mão: ‘Não preciso de você’, nem a cabeça aos pés: ‘Não preciso de vocês’”, escreve Paulo à igreja em Corinto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Pelo contrário, as partes do corpo que parecem mais fracas são indispensáveis, e às partes do corpo que consideramos menos honrosas concedemos maior honra; e as nossas partes menos apresentáveis são tratadas com maior recato, o que as nossas partes mais apresentáveis não exigem. Mas Deus compôs assim o corpo, dando maior honra à parte que dela carecia, para que não haja divisão no corpo, mas que os membros tenham o mesmo cuidado uns pelos outros. Se um membro sofre, todos sofrem juntos; se um membro é honrado, todos se alegram juntos. (1 Coríntios 12:21–26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles, assim como nós, foram tentados a valorizar algumas habilidades espirituais e serviços como vitais para a igreja e outros como insignificantes. Aprenderam isso do reino dos homens. A maioria dos reinos exalta os governantes, os ricos, os nobres cavaleiros e os sábios como os indispensáveis. Os fortes e os habilidosos movem-se pelo tabuleiro como bispos, torres e cavalos, enquanto o resto de nós avança como peões. ''Descartáveis''. Mas os peões, na economia e no reino de Cristo, são ''essenciais''. Ele os transforma, pela graça, em reis e rainhas, e ensina os demais a ver com os seus olhos, para que todos os membros possam cuidar igualmente uns dos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Empoderados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, irmão ou irmã em Cristo, talvez você não consiga ensinar como ele, nem compartilhar sua fé como ela, nem demonstrar hospitalidade exatamente como eles, nem orar daquela maneira, nem brilhar com a mesma intensidade por meio de boas obras. Você pode se sentir como o dedo mindinho do pé da congregação reunida. O olho do corpo contempla glórias ocultas, a boca proclama Jesus com ousadia, os dedos realizam grandes atos de serviço, você se sente como se estivesse preso em seu sapato e na escuridão. Você se sente suado, abafado, sem ventilação. No entanto, se o Espírito de Cristo habita em você, ouça-o proclamar sobre seus dons, seu serviço, sua participação no corpo, ''indispensável''. Alguém de quem simplesmente não podemos prescindir. A igreja de Cristo precisa de você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E embora existam inúmeras maneiras de você caminhar mais fielmente ao seu chamado e viver com mais ousadia pelo bem comum da igreja, lembre-se de que Cristo não o salvou com o objetivo de obter algo de você. O bom pastor não precisa de nada de seu rebanho. Ele não perscrutou o futuro para decidir se você valia o trabalho da cruz. Ele não olha agora para você com indiferença nem espera que você mereça seu lugar. Santo precioso, antes de agir em você e por meio de você para o seu próprio prazer, ele o perdoa, o reveste e o chama de indispensável, um membro de si mesmo já. Revestimo-nos de nossas novas vidas e novas obras de serviço “como escolhidos de Deus, santos e amados” (Colossenses 3:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém que o Pai tenha escolhido antes da fundação do mundo, ninguém por quem Cristo tenha derramado seu precioso sangue, ninguém cheio do Espírito Santo de Deus é dispensável ou desnecessário para o corpo. Como o Senhor dá vida, cada um é necessário, cada um é indispensável. Portanto, deixe que essa palavra “''indispensável''” lave suas inseguranças e o leve em suas ondas para um amor e obras maiores, até que estejamos diante de nosso Rei de ouro para ouvir: “Bem feito, meu servo bom e fiel”.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:58:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:As_vidas_indispens%C3%A1veis_dos_crist%C3%A3os_comuns</comments>		</item>
		<item>
			<title>As vidas indispensáveis dos cristãos comuns</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/As_vidas_indispens%C3%A1veis_dos_crist%C3%A3os_comuns</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|The Indispensable Lives of Ordinary Christians}}&amp;lt;br&amp;gt;  Se a sua situação fosse traduzida para o mundo real, você poderia descrevê-la assim.  Você está sentado na...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Indispensable Lives of Ordinary Christians}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a sua situação fosse traduzida para o mundo real, você poderia descrevê-la assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está sentado na sala de espera do hospital, ciente de que o seu caso não é urgente. Não se trata de uma doença com risco de vida, nem de uma dor lancinante ou de um osso quebrado, nem de sangramento. As pessoas entram apressadas com necessidades mais urgentes do que as suas; você cede de bom grado o seu lugar e vai ficando cada vez mais para o fim da fila. Você fica sentado — um dia, uma semana, uma estação — sem que um único momento de tranquilidade lhe conceda a admissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, chamam seu nome. Você caminha até a recepção, e a enfermeira pergunta por que você veio. É então que você percebe que não tem certeza absoluta. “Alguma dificuldade para respirar?” ''Não''. “Alguma dor de cabeça persistente ou dor de garganta?” ''Não''. “Alguma febre ou dificuldade para dormir?” ''Não''. “Então, o que o traz aqui hoje?” Bem, algo como uma lenta desorientação, uma fadiga inescapável, sintomas de viver como uma meia solitária deixada no fundo da gaveta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se sente inútil, sem dons, desnecessário, na vida e até mesmo na igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você ouve o pregador todos os domingos e sabe que ele está sendo usado por Deus. Você vê os casais jovens criando filhos na sua igreja local; ora para que haja mais da marca de Deus em suas vidas. Intercede pelos missionários que arriscam vida e saúde em terras estrangeiras, perdidos na luz ofuscante da Grande Comissão. Percebe que nunca morou a mais de trinta quilômetros de sua cidade natal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você serve ao Senhor Jesus, mas não consegue escapar da sensação de ser um personagem coadjuvante — escalado como “padeiro nº 3” — na história que se desenrola ao seu redor. Atores mais proeminentes vivem. Comparado a eles, você simplesmente existe. Talvez você sinta isso mais intensamente perto de um amigo ou membro da família que o ofusca em Cristo. “André, ''irmão de Simão Pedro''”, você continua sendo. Todas as outras peças do quebra-cabeça parecem se encaixar. Se você desaparecesse da congregação, alguém notaria? Você é apenas o “fiel nº 13 que canta e ora”?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Pouco impressionante====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você não duvida de que Cristo o aceitou puramente por graça, independentemente das obras, independentemente do que você fez no passado, no presente ou no futuro. Mas, quando o cinismo se instala, você ainda se pergunta como a igreja fica melhor com a sua inclusão. Você não é ''nada de especial'', tudo bem, sem problema. Você sabe que Paulo lembra à igreja de Corinto que a maioria não era sábia aos olhos do mundo, nem poderosa, nem nobre. Pelo contrário, havia neles uma certa ''tolice'', uma fraqueza e humildade que lhes valiam o escárnio do mundo. Uma igreja cheia de crianças escolhidas por último no recreio, para envergonhar os fortes e silenciar os que se vangloriam (1 Coríntios 1:26–29).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas você ainda se pergunta por que não se sente mais vivo e útil. Você não é o preguiçoso nem seu irmão sofisticado, que se desculpa de uma vida comprometida. Talvez o Mestre o tenha dado o papel do santo de um talento, com menor habilidade, mas você ainda quer investir o melhor que puder, ao contrário do servo que enterrou seu único talento e, no fim, o perdeu (Mateus 25:15–30). Você quer investir tudo de si, seja lá o que isso signifique, mesmo que não venha a ser Adoniram Judson, George Whitefield ou Elisabeth Elliot. Mas, nos dias monótonos, você secretamente teme que sua vida comum seja uma vida desperdiçada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então você se senta na sala de espera. Com grandes pecados e situações desesperadoras, você não quer tomar o tempo do pastor ou do grupo pequeno tagarelando sobre a sensação inarticulada de falta de propósito. Felizmente, a inveja não engoliu sua alegria em relação às Hermione Grangers do reino de Cristo quando você admite ser mais parecido com Neville Longbottom. Mas você se pergunta: Qual é o sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Indispensável====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caro cristão, mesmo o tímido, apático e pouco impressionante Neville desempenha seu papel, um papel vital, no final. E se você passa os dias suspirando e com a suspeita de que, mesmo em Cristo, você não tem grande importância, console-se com uma palavra: indispensável. “O olho não pode dizer à mão: ‘Não preciso de você’, nem a cabeça aos pés: ‘Não preciso de vocês’”, escreve Paulo à igreja em Corinto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Pelo contrário, as partes do corpo que parecem mais fracas são indispensáveis, e às partes do corpo que consideramos menos honrosas concedemos maior honra; e as nossas partes menos apresentáveis são tratadas com maior recato, o que as nossas partes mais apresentáveis não exigem. Mas Deus compôs assim o corpo, dando maior honra à parte que dela carecia, para que não haja divisão no corpo, mas que os membros tenham o mesmo cuidado uns pelos outros. Se um membro sofre, todos sofrem juntos; se um membro é honrado, todos se alegram juntos. (1 Coríntios 12:21–26)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles, assim como nós, foram tentados a valorizar algumas habilidades espirituais e serviços como vitais para a igreja e outros como insignificantes. Aprenderam isso do reino dos homens. A maioria dos reinos exalta os governantes, os ricos, os nobres cavaleiros e os sábios como os indispensáveis. Os fortes e os habilidosos movem-se pelo tabuleiro como bispos, torres e cavalos, enquanto o resto de nós avança como peões. ''Descartáveis''. Mas os peões, na economia e no reino de Cristo, são ''essenciais''. Ele os transforma, pela graça, em reis e rainhas, e ensina os demais a ver com os seus olhos, para que todos os membros possam cuidar igualmente uns dos outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Empoderados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, irmão ou irmã em Cristo, talvez você não consiga ensinar como ele, nem compartilhar sua fé como ela, nem demonstrar hospitalidade exatamente como eles, nem orar daquela maneira, nem brilhar com a mesma intensidade por meio de boas obras. Você pode se sentir como o dedo mindinho do pé da congregação reunida. O olho do corpo contempla glórias ocultas, a boca proclama Jesus com ousadia, os dedos realizam grandes atos de serviço, você se sente como se estivesse preso em seu sapato e na escuridão. Você se sente suado, abafado, sem ventilação. No entanto, se o Espírito de Cristo habita em você, ouça-o proclamar sobre seus dons, seu serviço, sua participação no corpo, ''indispensável''. Alguém de quem simplesmente não podemos prescindir. A igreja de Cristo precisa de você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E embora existam inúmeras maneiras de você caminhar mais fielmente ao seu chamado e viver com mais ousadia pelo bem comum da igreja, lembre-se de que Cristo não o salvou com o objetivo de obter algo de você. O bom pastor não precisa de nada de seu rebanho. Ele não perscrutou o futuro para decidir se você valia o trabalho da cruz. Ele não olha agora para você com indiferença nem espera que você mereça seu lugar. Santo precioso, antes de agir em você e por meio de você para o seu próprio prazer, ele o perdoa, o reveste e o chama de indispensável, um membro de si mesmo já. Revestimo-nos de nossas novas vidas e novas obras de serviço “como escolhidos de Deus, santos e amados” (Colossenses 3:12).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém que o Pai tenha escolhido antes da fundação do mundo, ninguém por quem Cristo tenha derramado seu precioso sangue, ninguém cheio do Espírito Santo de Deus é dispensável ou desnecessário para o corpo. Como o Senhor dá vida, cada um é necessário, cada um é indispensável. Portanto, deixe que essa palavra “''indispensável''” lave suas inseguranças e o leve em suas ondas para um amor e obras maiores, até que estejamos diante de nosso Rei de ouro para ouvir: “Bem feito, meu servo bom e fiel”.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:56:16 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:As_vidas_indispens%C3%A1veis_dos_crist%C3%A3os_comuns</comments>		</item>
		<item>
			<title>Duro</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Duro</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Duro para Duro e Terno&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Duro e Terno]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:27:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Duro</comments>		</item>
		<item>
			<title>Duro e Terno</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Duro_e_Terno</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Duro para Duro e Terno&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Tough and Tender}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como os Pastores Seguem o Bom Pastor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus, nosso pastor-chefe, é notavelmente duro e notavelmente terno — e frequentemente  de maneiras que não esperamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos essa mistura surpreendente repetidamente nos Evangelhos: ele persegue a mulher samaritana (terna) e confronta sua promiscuidade (dura); ele chama a mulher cananeia de “cachorrinha” (dura) e cura sua filha (terna); ele chama Pedro de “Rocha” (terna) e depois o chama de Satanás (duro); ele aceita as lágrimas da prostituta (terna) e lança um ai sobre o dízimo dos fariseus (duro). Agora, se os pastores devem se parecer com Jesus, se os subpastores devem imitar o grande Pastor, o que devemos fazer com isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos simplesmente notar que os pastores precisam ser flexíveis, capazes de desempenhar papéis diferentes em momentos diferentes. Mas não acho que isso chegue ao cerne da questão. Esta não é realmente uma questão pragmática de como devemos agir em situações específicas. Jesus era muito mais do que um especialista em descobrir como se relacionar com as pessoas em todas as situações. Ele fez o que fez e disse o que ''disse porque era quem era''. Seu exemplo nos leva (nós pastores) a refletir sobre o tipo de homem que somos. Mais do que isso, nos confronta com uma questão básica: buscamos a ''semelhança com Cristo'' no ministério mais do que a competência?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Caráter de Cristo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ministério e na vida em geral, é sempre mais fácil se concentrar na competência do que no caráter. (Como alguém que trabalha em educação teológica, conheço essa tentação muito bem.) Mas competência sem caráter é muito perigoso. Na verdade, a competência sem caráter quase inevitavelmente leva ao tipo de desastres de liderança de alto perfil que salpicaram a paisagem evangélica em todo o mundo de língua inglesa nos últimos anos (e que foram silenciosamente espelhados por exemplos menos conhecidos em igrejas locais em todo o mundo). É por isso que é tão desesperadamente importante que os pastores busquem o caráter de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo o nosso discipulado, treinamento teológico, orientação e coaching devem, em última análise, ter como objetivo nos conformar à imagem de Cristo. A semelhança com Cristo deve estar no topo da lista de todos os comitês de busca e de todas as descrições de cargos no ministério. A semelhança com Cristo deve dominar nossas orações por nossos pastores. Acima de tudo, devemos ansiar por isso, esperá-lo e incentivá-lo naqueles que nos lideram. Sem isso em vigor, não estamos prestando atenção às prioridades das Escrituras; estamos convidando ao desastre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A imagem multifacetada de Jesus que encontramos nos Evangelhos nos dá material mais do que suficiente para identificar as principais maneiras pelas quais os pastores podem andar como ele. Considere apenas cinco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Cristo queria agradar ao Pai.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os relatos da vida e do ministério de Jesus são pontuados por declarações de seu desejo irresistível de cuidar dos negócios de seu Pai ou simplesmente agradar a seu Pai (Lucas 2:49; João 4:34). No final do dia, a maior responsabilidade e privilégio de cada pastor é trazer prazer e glória a Deus. Somente essa ambição pode manter nossos desejos pecaminosos de sucesso, poder e aclamação sob controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Cristo Orou por Força.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Evangelhos, Jesus repetidamente toma tempo para orar pela força que ele precisa para fazer o que seu Pai o chamou para fazer. Essa prioridade é mencionada pela primeira vez no deserto e continua a pontuar a narrativa de seu ministério até o jardim do Getsêmani e a cruz. Pastores semelhantes a Cristo, então, servem em fraqueza, mesmo quando buscam a própria força de Deus, pedindo-lhe para fazer sua obra prometida em nós através do Espírito. (Não é por acaso que os apóstolos são libertados em Atos 6:4 para o ministério da palavra e ''da oração.'')&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Cristo se Importava Profundamente com as Pessoas.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos um Senhor e Mestre que se importava profundamente com as pessoas — sejam aquelas com quem ele passava mais tempo (como seu círculo íntimo de doze ou seu grupo mais amplo de discípulos), indivíduos vulneráveis que ele encontrou brevemente (como a mulher samaritana, Zaqueu ou o jovem rico governante), ou simplesmente “as multidões” de cidades individuais (como Cafarnaum ou Jerusalém). Ele se importava profundamente com quem quer que visse, assim como os pastores cristãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Cristo Conheceu as Pessoas.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa marca do ministério de Cristo é quase redundante, dado o ponto anterior, mas é importante o suficiente para destacar explicitamente. Cuidar é ótimo, mas no caso de Jesus, sempre foi acompanhado por uma visão profunda das características e circunstâncias de cada pessoa. Isso está claro em Mateus 9:4, onde Jesus se dirige aos fariseus na presença do homem paralisado e seus amigos; também está exposto em Lucas 9:47, como Jesus vê através da ambição de seus seguidores mais próximos (ver também João 2:24–25, bem como seus encontros com Nicodemos em João 3 e a mulher samaritana em João 4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora parte desse conhecimento possa ter sido sobrenatural, grande parte parece ter sido produto de uma visão profunda, o que levou a investir nas pessoas e buscar seu bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====5. Cristo Falou pelo Bem de seus Ouvintes e pela Glória de seu Pai.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus fala às pessoas, ele é consistentemente motivado por duas coisas: uma profunda preocupação com seu bem mais profundo e — o que está perfeitamente de acordo com isso — uma preocupação de agradar seu Pai. É por isso que ele é destemido ao expor ''os motivosdas'' pessoas, sejam seus amigos (Lucas 9:47) ou seus inimigos (Mateus 9:4) ou aqueles que acabou de conhecer (como o rico governante de Lucas 18:18). Para ser franco, não é sobre ele; é sobre eles e seu Pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada Impossível====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando vemos essas qualidades de Jesus, fica claro que sua capacidade de ser resistente e terno fluiu de algo muito mais profundo do que a mera sabedoria prática. Ele fez o que fez e disse o que disse ''porque era quem era.'' Também deixa clara a natureza assustadora do ministério para o qual todo pastor é chamado. Pastorear não é simplesmente uma questão de discernimento ou sensibilidade aprendida; os pastores são chamados à semelhança de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse entendimento simples nos faz parar e pensar. Também silencia muitas de nossas desculpas — especialmente aquelas que oferecemos silenciosamente para acalmar nossa própria angústia e culpa internas. Nossa personalidade particular e nossos pontos fortes e fracos únicos não fornecem uma cláusula de escape ou uma maneira alternativa de fazer o ministério. Todos somos chamados a ser como Cristo e seguir seus passos. Perceber isso ajudará a nos inocular contra o vírus do “profissionalismo” no ministério, o que nos encoraja a nos fixarmos nas competências e nos aspectos práticos da boa liderança (por mais importantes que sejam). Os pastores que leem os Evangelhos nunca podem ficar satisfeitos com a pragmática, pois sabem que são chamados ao ''caráter'' — à semelhança de Cristo — acima de tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado à semelhança de Cristo nos deixa de joelhos e nos lembra de que nunca podemos dominar nosso chamado. A grande notícia é que nosso Deus prometeu que Ele é mais do que suficiente para nos ajudar em nossa fraqueza.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:27:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Duro_e_Terno</comments>		</item>
		<item>
			<title>Duro e Terno</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Duro_e_Terno</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Tough and Tender}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Como os Pastores Seguem o Bom Pastor====  Jesus, nosso pastor-chefe, é notavelmente duro e notavelmente terno — e frequentemente  de ma...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Tough and Tender}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Como os Pastores Seguem o Bom Pastor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus, nosso pastor-chefe, é notavelmente duro e notavelmente terno — e frequentemente  de maneiras que não esperamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos essa mistura surpreendente repetidamente nos Evangelhos: ele persegue a mulher samaritana (terna) e confronta sua promiscuidade (dura); ele chama a mulher cananeia de “cachorrinha” (dura) e cura sua filha (terna); ele chama Pedro de “Rocha” (terna) e depois o chama de Satanás (duro); ele aceita as lágrimas da prostituta (terna) e lança um ai sobre o dízimo dos fariseus (duro). Agora, se os pastores devem se parecer com Jesus, se os subpastores devem imitar o grande Pastor, o que devemos fazer com isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos simplesmente notar que os pastores precisam ser flexíveis, capazes de desempenhar papéis diferentes em momentos diferentes. Mas não acho que isso chegue ao cerne da questão. Esta não é realmente uma questão pragmática de como devemos agir em situações específicas. Jesus era muito mais do que um especialista em descobrir como se relacionar com as pessoas em todas as situações. Ele fez o que fez e disse o que ''disse porque era quem era''. Seu exemplo nos leva (nós pastores) a refletir sobre o tipo de homem que somos. Mais do que isso, nos confronta com uma questão básica: buscamos a ''semelhança com Cristo'' no ministério mais do que a competência?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Caráter de Cristo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No ministério e na vida em geral, é sempre mais fácil se concentrar na competência do que no caráter. (Como alguém que trabalha em educação teológica, conheço essa tentação muito bem.) Mas competência sem caráter é muito perigoso. Na verdade, a competência sem caráter quase inevitavelmente leva ao tipo de desastres de liderança de alto perfil que salpicaram a paisagem evangélica em todo o mundo de língua inglesa nos últimos anos (e que foram silenciosamente espelhados por exemplos menos conhecidos em igrejas locais em todo o mundo). É por isso que é tão desesperadamente importante que os pastores busquem o caráter de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo o nosso discipulado, treinamento teológico, orientação e coaching devem, em última análise, ter como objetivo nos conformar à imagem de Cristo. A semelhança com Cristo deve estar no topo da lista de todos os comitês de busca e de todas as descrições de cargos no ministério. A semelhança com Cristo deve dominar nossas orações por nossos pastores. Acima de tudo, devemos ansiar por isso, esperá-lo e incentivá-lo naqueles que nos lideram. Sem isso em vigor, não estamos prestando atenção às prioridades das Escrituras; estamos convidando ao desastre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A imagem multifacetada de Jesus que encontramos nos Evangelhos nos dá material mais do que suficiente para identificar as principais maneiras pelas quais os pastores podem andar como ele. Considere apenas cinco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====1. Cristo queria agradar ao Pai.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os relatos da vida e do ministério de Jesus são pontuados por declarações de seu desejo irresistível de cuidar dos negócios de seu Pai ou simplesmente agradar a seu Pai (Lucas 2:49; João 4:34). No final do dia, a maior responsabilidade e privilégio de cada pastor é trazer prazer e glória a Deus. Somente essa ambição pode manter nossos desejos pecaminosos de sucesso, poder e aclamação sob controle.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====2. Cristo Orou por Força.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos Evangelhos, Jesus repetidamente toma tempo para orar pela força que ele precisa para fazer o que seu Pai o chamou para fazer. Essa prioridade é mencionada pela primeira vez no deserto e continua a pontuar a narrativa de seu ministério até o jardim do Getsêmani e a cruz. Pastores semelhantes a Cristo, então, servem em fraqueza, mesmo quando buscam a própria força de Deus, pedindo-lhe para fazer sua obra prometida em nós através do Espírito. (Não é por acaso que os apóstolos são libertados em Atos 6:4 para o ministério da palavra e ''da oração.'')&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====3. Cristo se Importava Profundamente com as Pessoas.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos um Senhor e Mestre que se importava profundamente com as pessoas — sejam aquelas com quem ele passava mais tempo (como seu círculo íntimo de doze ou seu grupo mais amplo de discípulos), indivíduos vulneráveis que ele encontrou brevemente (como a mulher samaritana, Zaqueu ou o jovem rico governante), ou simplesmente “as multidões” de cidades individuais (como Cafarnaum ou Jerusalém). Ele se importava profundamente com quem quer que visse, assim como os pastores cristãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====4. Cristo Conheceu as Pessoas.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa marca do ministério de Cristo é quase redundante, dado o ponto anterior, mas é importante o suficiente para destacar explicitamente. Cuidar é ótimo, mas no caso de Jesus, sempre foi acompanhado por uma visão profunda das características e circunstâncias de cada pessoa. Isso está claro em Mateus 9:4, onde Jesus se dirige aos fariseus na presença do homem paralisado e seus amigos; também está exposto em Lucas 9:47, como Jesus vê através da ambição de seus seguidores mais próximos (ver também João 2:24–25, bem como seus encontros com Nicodemos em João 3 e a mulher samaritana em João 4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora parte desse conhecimento possa ter sido sobrenatural, grande parte parece ter sido produto de uma visão profunda, o que levou a investir nas pessoas e buscar seu bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====5. Cristo Falou pelo Bem de seus Ouvintes e pela Glória de seu Pai.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus fala às pessoas, ele é consistentemente motivado por duas coisas: uma profunda preocupação com seu bem mais profundo e — o que está perfeitamente de acordo com isso — uma preocupação de agradar seu Pai. É por isso que ele é destemido ao expor ''os motivosdas'' pessoas, sejam seus amigos (Lucas 9:47) ou seus inimigos (Mateus 9:4) ou aqueles que acabou de conhecer (como o rico governante de Lucas 18:18). Para ser franco, não é sobre ele; é sobre eles e seu Pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Chamada Impossível====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando vemos essas qualidades de Jesus, fica claro que sua capacidade de ser resistente e terno fluiu de algo muito mais profundo do que a mera sabedoria prática. Ele fez o que fez e disse o que disse ''porque era quem era.'' Também deixa clara a natureza assustadora do ministério para o qual todo pastor é chamado. Pastorear não é simplesmente uma questão de discernimento ou sensibilidade aprendida; os pastores são chamados à semelhança de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse entendimento simples nos faz parar e pensar. Também silencia muitas de nossas desculpas — especialmente aquelas que oferecemos silenciosamente para acalmar nossa própria angústia e culpa internas. Nossa personalidade particular e nossos pontos fortes e fracos únicos não fornecem uma cláusula de escape ou uma maneira alternativa de fazer o ministério. Todos somos chamados a ser como Cristo e seguir seus passos. Perceber isso ajudará a nos inocular contra o vírus do “profissionalismo” no ministério, o que nos encoraja a nos fixarmos nas competências e nos aspectos práticos da boa liderança (por mais importantes que sejam). Os pastores que leem os Evangelhos nunca podem ficar satisfeitos com a pragmática, pois sabem que são chamados ao ''caráter'' — à semelhança de Cristo — acima de tudo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado à semelhança de Cristo nos deixa de joelhos e nos lembra de que nunca podemos dominar nosso chamado. A grande notícia é que nosso Deus prometeu que Ele é mais do que suficiente para nos ajudar em nossa fraqueza.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:25:52 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Duro_e_Terno</comments>		</item>
		<item>
			<title>Ficamos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Ficamos</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Ficamos para Ficamos Insatisfeitos com Muita Facilidade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Ficamos Insatisfeitos com Muita Facilidade]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 20:02:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Ficamos</comments>		</item>
		<item>
			<title>Ficamos Insatisfeitos com Muita Facilidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Ficamos_Insatisfeitos_com_Muita_Facilidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Ficamos para Ficamos Insatisfeitos com Muita Facilidade&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|We Are Far Too Easily Displeased}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo. &amp;lt;/i&amp;gt;(Filipenses 2:14-15)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou um murmurador por natureza (caída).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda esta manhã um programa de software com defeito exigiu minha atenção. A experiência me ensinou o provável caminho: pelo menos duas ligações para o suporte ao cliente e pelo menos duas falhas no processo de resolução. Quarenta e cinco minutos no mínimo. Provavelmente mais. (Tudo provou ser verdade, a propósito.) Imediatamente me ressenti dessa inconveniência que rouba o tempo. E quando minha esposa me ligou enquanto eu lidava com tudo isso, minha insatisfação saiu pela minha boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os problemas da vida não ficam muito menores. Qual é o problema comigo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão é que eu ouço facilmente as mentiras da minha natureza patologicamente egoísta do pecado, que assume que toda a realidade deve servir às minhas preferências e murmura contra qualquer coisa que não o faça. A verdade é que, quando murmuro, perdi o contato com a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que murmurar revela====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Murmurar revela o estado da alma humana. Ela mede o nosso olhar na graça. Ela nos diz que não estamos vendo graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A murmuração jorra de nossa alma sempre que sentimos que não estamos recebendo o que merecemos. Às vezes somos até grosseiros o suficiente para pensar, não importa o que merecemos, não estamos recebendo o que queremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Murmurar é um sintoma de uma alma míope. O egoísmo causou uma visão de túnel e se fixou em um desejo. A alma perdeu de vista a glória, a maravilha, o esplendor e a esperança que é a vida renascida e redimida e, portanto, fica facilmente descontente. Murmurar é evidência de uma visão da alma comprometida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que a gratidão revela====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O oposto da murmuração na alma é a gratidão. E a gratidão também mede o nosso olhar na graça. Ela nos diz que estamos vendo a graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gratidão se derrama de nossas almas sempre que estamos recebendo um presente que sabemos que não merecemos e experimentamos uma felicidade humilde. E como pecadores que receberam o evangelho da graça de Deus (Atos 20:24), estamos recebendo esses dons o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gratidão é um sintoma de uma alma saudável e expansiva. O evangelho da graça lhe dá uma visão panorâmica, permitindo que se veja que esta graça será suficiente (2 Coríntios 12:9) para atender a todas as necessidades (Filipenses 4:19) quando inconveniência, crise, fraqueza, aflição, demanda inesperada, sofrimento e perseguição chegarem. De fato, em todas essas coisas esta graça nos tornará &amp;quot;mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.&amp;quot; (Romanos 8:37).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Sotaques do céu e do inferno====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gratidão é o sotaque de linguagem do céu, porque lá tudo é graça imerecida. Nenhuma criatura que se deleita nas alegrias eternas, profundas, poderosas, satisfatórias e transbordantes do céu terá merecido estar lá. Cada um estará lá unicamente pela graça de Deus, e é por isso que todos nós cantaremos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam bênção, e honra, e glória, e poder pelos séculos dos séculos. (Apocalipse 5:13)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas murmurar é o sotaque de linguagem do inferno, porque é como o orgulho de uma criatura responde à decisão do Criador de fazer ou permitir algo que a criatura não deseja. Murmurar despreza a Deus porque eleva nossos desejos e julgamentos acima dos Dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por isso que o mundo está tão cheio de murmurações. Ele é governado pelo príncipe do poder do ar (Efésios 2:2) e seus cidadãos falam a língua oficial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Faça todas as coisas sem murmurar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é por isso que Paulo nos diz para &amp;quot;fazer tudo sem queixas nem discussões&amp;quot; (Filipenses 2:14). Os filhos de Deus não devem falar com o sotaque do inferno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez disso, nosso discurso deve ser sempre gracioso (Colossenses 4:6); deve ter o sotaque do céu. Aqueles que foram tão perdoados (Lucas 7:47) e com tantas promessas (2 Pedro 1:4) devem falar palavras que são sempre temperadas com gratidão (Efésios 5:20). Essa é uma maneira de &amp;quot;brilhar como estrelas no universo&amp;quot; (Filipenses 2:15). A gratidão pelo Evangelho é uma língua estrangeira aqui. Somos cidadãos de um país melhor (Hebreus 11:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer ''todas as coisas'' sem murmurar é humanamente impossível. Mas felizmente não com Deus (Marcos 10:27). O que isso requer é tirar nossos olhos de nós mesmos e fixá-los em Jesus (Hebreus 12:2) e tudo o que Deus promete ser para nós Nele. Requer ''ver'' a graça. ''Ser'' diferente vem de ''ver'' diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está a lógica bíblica que fornece a fuga da tentação de murmurar (1 Coríntios 10:13): &amp;quot;''Todas as coisas'' cooperam para o [meu] bem&amp;quot; (Romanos 8:28), e &amp;quot;Eu posso fazer ''todas as coisas'' naquele que me fortalece&amp;quot; (Filipenses 4:13), portanto, posso &amp;quot;fazer ''todas as coisas'' sem murmurar&amp;quot; (Filipenses 2:14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é difícil. É uma luta. Deus nos disse que seria assim (1 Timóteo 6:12). Mas cresceremos no hábito gracioso de cultivar a gratidão através do exercício rigoroso da prática constante (Hebreus 5:14) de ver a graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Senhor, ajude-nos a falar mais no sotaque do céu!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Propenso a murmurar, Senhor, eu sinto isso,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Propenso a desprezar o Deus que amo;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eis o meu olhar, ó toma-o e limpa-o,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Até que eu veja a graça lá do alto.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então &amp;quot;Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador!&amp;quot; (Salmo 19:14).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 20:02:47 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Ficamos_Insatisfeitos_com_Muita_Facilidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Ficamos Insatisfeitos com Muita Facilidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Ficamos_Insatisfeitos_com_Muita_Facilidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|We Are Far Too Easily Displeased}}&amp;lt;br&amp;gt;  &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus i...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|We Are Far Too Easily Displeased}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no universo. &amp;lt;/i&amp;gt;(Filipenses 2:14-15)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sou um murmurador por natureza (caída).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda esta manhã um programa de software com defeito exigiu minha atenção. A experiência me ensinou o provável caminho: pelo menos duas ligações para o suporte ao cliente e pelo menos duas falhas no processo de resolução. Quarenta e cinco minutos no mínimo. Provavelmente mais. (Tudo provou ser verdade, a propósito.) Imediatamente me ressenti dessa inconveniência que rouba o tempo. E quando minha esposa me ligou enquanto eu lidava com tudo isso, minha insatisfação saiu pela minha boca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os problemas da vida não ficam muito menores. Qual é o problema comigo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão é que eu ouço facilmente as mentiras da minha natureza patologicamente egoísta do pecado, que assume que toda a realidade deve servir às minhas preferências e murmura contra qualquer coisa que não o faça. A verdade é que, quando murmuro, perdi o contato com a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que murmurar revela====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Murmurar revela o estado da alma humana. Ela mede o nosso olhar na graça. Ela nos diz que não estamos vendo graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A murmuração jorra de nossa alma sempre que sentimos que não estamos recebendo o que merecemos. Às vezes somos até grosseiros o suficiente para pensar, não importa o que merecemos, não estamos recebendo o que queremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Murmurar é um sintoma de uma alma míope. O egoísmo causou uma visão de túnel e se fixou em um desejo. A alma perdeu de vista a glória, a maravilha, o esplendor e a esperança que é a vida renascida e redimida e, portanto, fica facilmente descontente. Murmurar é evidência de uma visão da alma comprometida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que a gratidão revela====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O oposto da murmuração na alma é a gratidão. E a gratidão também mede o nosso olhar na graça. Ela nos diz que estamos vendo a graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gratidão se derrama de nossas almas sempre que estamos recebendo um presente que sabemos que não merecemos e experimentamos uma felicidade humilde. E como pecadores que receberam o evangelho da graça de Deus (Atos 20:24), estamos recebendo esses dons o tempo todo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gratidão é um sintoma de uma alma saudável e expansiva. O evangelho da graça lhe dá uma visão panorâmica, permitindo que se veja que esta graça será suficiente (2 Coríntios 12:9) para atender a todas as necessidades (Filipenses 4:19) quando inconveniência, crise, fraqueza, aflição, demanda inesperada, sofrimento e perseguição chegarem. De fato, em todas essas coisas esta graça nos tornará &amp;quot;mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.&amp;quot; (Romanos 8:37).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=====Sotaques do céu e do inferno====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gratidão é o sotaque de linguagem do céu, porque lá tudo é graça imerecida. Nenhuma criatura que se deleita nas alegrias eternas, profundas, poderosas, satisfatórias e transbordantes do céu terá merecido estar lá. Cada um estará lá unicamente pela graça de Deus, e é por isso que todos nós cantaremos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam bênção, e honra, e glória, e poder pelos séculos dos séculos. (Apocalipse 5:13)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas murmurar é o sotaque de linguagem do inferno, porque é como o orgulho de uma criatura responde à decisão do Criador de fazer ou permitir algo que a criatura não deseja. Murmurar despreza a Deus porque eleva nossos desejos e julgamentos acima dos Dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por isso que o mundo está tão cheio de murmurações. Ele é governado pelo príncipe do poder do ar (Efésios 2:2) e seus cidadãos falam a língua oficial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Faça todas as coisas sem murmurar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é por isso que Paulo nos diz para &amp;quot;fazer tudo sem queixas nem discussões&amp;quot; (Filipenses 2:14). Os filhos de Deus não devem falar com o sotaque do inferno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez disso, nosso discurso deve ser sempre gracioso (Colossenses 4:6); deve ter o sotaque do céu. Aqueles que foram tão perdoados (Lucas 7:47) e com tantas promessas (2 Pedro 1:4) devem falar palavras que são sempre temperadas com gratidão (Efésios 5:20). Essa é uma maneira de &amp;quot;brilhar como estrelas no universo&amp;quot; (Filipenses 2:15). A gratidão pelo Evangelho é uma língua estrangeira aqui. Somos cidadãos de um país melhor (Hebreus 11:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer ''todas as coisas'' sem murmurar é humanamente impossível. Mas felizmente não com Deus (Marcos 10:27). O que isso requer é tirar nossos olhos de nós mesmos e fixá-los em Jesus (Hebreus 12:2) e tudo o que Deus promete ser para nós Nele. Requer ''ver'' a graça. ''Ser'' diferente vem de ''ver'' diferente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está a lógica bíblica que fornece a fuga da tentação de murmurar (1 Coríntios 10:13): &amp;quot;''Todas as coisas'' cooperam para o [meu] bem&amp;quot; (Romanos 8:28), e &amp;quot;Eu posso fazer ''todas as coisas'' naquele que me fortalece&amp;quot; (Filipenses 4:13), portanto, posso &amp;quot;fazer ''todas as coisas'' sem murmurar&amp;quot; (Filipenses 2:14).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é difícil. É uma luta. Deus nos disse que seria assim (1 Timóteo 6:12). Mas cresceremos no hábito gracioso de cultivar a gratidão através do exercício rigoroso da prática constante (Hebreus 5:14) de ver a graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Senhor, ajude-nos a falar mais no sotaque do céu!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Propenso a murmurar, Senhor, eu sinto isso,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Propenso a desprezar o Deus que amo;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eis o meu olhar, ó toma-o e limpa-o,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Até que eu veja a graça lá do alto.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então &amp;quot;Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador!&amp;quot; (Salmo 19:14).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:57:32 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Ficamos_Insatisfeitos_com_Muita_Facilidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tudo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tudo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Tudo para Tudo Bem Ter Esperança&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Tudo Bem Ter Esperança]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:12:42 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tudo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tudo Bem Ter Esperança</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tudo_Bem_Ter_Esperan%C3%A7a</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Tudo para Tudo Bem Ter Esperança&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|It’s Okay to Be Hopeful}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa igreja começa cada reunião de domingo com uma estranha palavra de boas-vindas: aos sobrecarregados, aos enlutados, aos fracos. A adoração não é apenas para os otimistas e cheios de esperança, mas também para os abatidos e desanimados. ''Você não foi esquecido'', dizemos com efeito. E acreditamos que a adoração pode ser um meio essencial para a verdadeira cura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, à medida que a pandemia se arrasta, o número de pessoas que se sentem fracas, sobrecarregadas e desanimadas aumentou, e aqueles que se mantêm alegres e cheios de esperança começaram a parecer mais como sendo exceções — especialmente em uma sociedade cada vez mais cínica. Será que talvez agora precisemos de uma palavra especial de boas-vindas para eles também?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;E se você está de bom humor esta manhã, também lhes damos boas-vindas, por mais incomum que seja. Você não precisa fingir desânimo para cantar junto com este grupo de adoradores pobres e oprimidos. Jesus acolhe aqueles repletos de esperança, e nós também. ''Tudo bem ter esperança'' — na verdade, essa é a nossa oração. Nos reunimos aqui para ter nossa esperança renovada e fortalecida em Cristo.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos esperar que o secularismo leve ao cinismo. Tal incredulidade, por mais sofisticada que possa parecer, não pode deixar de gerar ceticismo, crítica, desapontamento e reclamação cada vez mais intensos. Os cristãos, no entanto, têm um chamado contracultural: a esperança. Cristo nos chama a ter esperança, subjetivamente, porque ''temos esperança real'', objetivamente. Em Cristo, temos esperança em nós, porque temos esperança ''nele'' — &amp;quot;Cristo Jesus, a nossa esperança&amp;quot; (1 Timóteo 1:1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sofrendo com esperança====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa que os cristãos fingem ter apenas esperança. Todos nós sabemos que a vida nos dias atuais é complexa. Choramos por nossas próprias vidas e choramos com aqueles que choram. No entanto, também oferecemos a eles o que temos em Cristo (e o que eles desesperadamente desejam): esperança verdadeira. Na esperança que temos em Jesus — uma esperança real, sólida, estável e revigorante — somos capazes de enfrentar o verdadeiro pecado, a dor, o desapontamento e a mágoa profunda que existe em nosso mundo e em nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda sofremos, mas não &amp;quot;como aqueles que não têm esperança&amp;quot; (1 Tessalonicenses 4:13). Nem nos lamentamos, criticamos e nos enfurecemos como os que não têm esperança. Se Cristo é capaz de nos dar esperança mesmo quando contemplamos a lápide de um ente querido, certamente ele pode nos dar esperança, não importa o que possa surgir em nossas vidas ou campo de visão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por enquanto, mesmo quando sofremos, nos agarramos à esperança. ''Entristecidos, mas sempre esperançosos.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Que a Esperança É e Faz====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Cristão, esperança não é um tênue desejo. Muitas vezes usamos a palavra esperança de modo muito mais informal do que no Novo Testamento. Eu espero que amanhã faça calor. Eu espero que nossa equipe vença. Eu espero que a pandemia acabe logo. No dia a dia, costumamos dizer 'espero que' para desejos tênues sobre um futuro incerto, até improvável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo não se aplica aos apóstolos e à igreja primitiva. A ''esperança'' deles não era frágil, passageira ou incerta. Em vez disso, falavam de uma fé bem fundamentada e voltada para o futuro. Sua esperança, enraizada na fé, era o &amp;quot;conhecimento da verdade&amp;quot;, com os olhos voltados para o futuro (Tito 1:1–2). E o que é notável, e talvez normalmente negligenciado, é o quão poderosa, o quão catalisadora, o quão transformadora essa verdadeira esperança se revelará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é por acaso que as duas cartas do Novo Testamento que talvez se preocupem mais ostensivamente em incitar as boas ações Cristãs — 1 Pedro e Tito — também são alimentadas explicitamente pelo poder da esperança. Não simplesmente ''fé'', mas ''esperança'' em especial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repetidamente, 1 Pedro nos exorta a ''fazer o bem'' (2:12, 14, 15, 20; 3:6, 10, 11, 13, 16, 17; 4:19), sustentados pela esperança (1:3, 13, 21; 3:5, 15). A esperança em Deus leva a praticar o bem no mundo (1 Pedro 3:5–6). Os incrédulos veem os Cristãos fazerem o bem e perguntam sobre o quê? &amp;quot;A esperança que há em vocês&amp;quot; (1 Pedro 3:13–17). Você já parou para pensar em como a vida dos outros se beneficia graças à sua esperança? Ou, por outro lado, quanta coisa boa deixa de acontecer no mundo à medida que a esperança se esgota e o cinismo aumenta?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Esperança Abençoada e Energizante====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim também em Tito. O refrão é marcante. Não sejais &amp;quot;inadequado para qualquer boa obra&amp;quot; (Tito 1:16), mas &amp;quot;seja um exemplo de boas obras&amp;quot; (2:7), &amp;quot;entusiasta das boas obras&amp;quot; (2:14), &amp;quot;prontos para toda boa obra&amp;quot; (3,1), dedicando-se às boas obras (3:8.14) — o que não significa expor a própria justiça, mas &amp;quot;socorrer os casos de necessidade urgente e não ser infrutífero&amp;quot; (3:14). Em outras palavras, ações tangíveis motivadas pelo amor. Em Tito, há uma forte ênfase em fazer o bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, no entanto, tão imediatamente quanto a primeira frase da carta, Paulo fala da piedade que nasce &amp;quot;na esperança da vida eterna&amp;quot; (Tito 1:1–2). A primeira é a fé, e esta fé dá origem à &amp;quot;piedade, na esperança da vida eterna.&amp;quot; Em outras palavras, a esperança é o elo crítico entre ''fé'' em Cristo e ''fazer o bem'' aos outros. A fé na pessoa e na obra de Cristo resulta em ''esperança de vida eterna'' que liberta o povo de Deus das barreiras e apegos da época atual para que possa amar e fazer o bem aos outros. E essa esperança é uma ''abençoada'' esperança (Tito 2:13). A esperança na vinda de Cristo e na felicidade que ela trará, nos dá até alegria neste momento, alegria suficiente para nos libertar de buscar nossos próprios interesses, de amar aos outros e buscar atender suas necessidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura de pensamento de Paulo é semelhante em Colossenses 1:4–5: &amp;quot;ouvimos falar da tua fé em Cristo Jesus e do amor que tendes por todos os santos, por causa da ''esperança'' reservada para você no céu.&amp;quot; O povo de ''fé'' praticava o bem para com os outros (''amor'') por causa de sua ''esperança''. A fé em Cristo alimentou a esperança em um certo futuro prometido que libertou o povo de Deus dos medos, dos emaranhados e da preguiça terrena, para sonhar e fazer o bem, fazendo o bem para os outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus Nunca Mente====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que é que a esperança Cristã — e não a esperança em geral — tem um efeito tão catalisador em e através de nossas vidas? Paulo responde a isso nas primeiras linhas da Epístola de Tito. Quando ele menciona &amp;quot;esperança de vida eterna&amp;quot;, ele acrescenta, &amp;quot;que Deus, ''que nunca mente'', prometeu antes do início dos tempos&amp;quot; (Tito 1:2). Por que ele diria isso aqui? Claro que Deus nunca mente, mas por que dizer isso agora?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque as promessas de Deus sobre o futuro, que são verdadeiras e infalíveis, têm tudo a ver com a nossa esperança. Nossa esperança, que transforma a fé em Cristo em ações de amor para o bem dos outros, baseia-se nas palavras do Deus &amp;quot;que nunca mente.&amp;quot; A sinceridade de Deus é completamente crítica para a nossa esperança. E nossa esperança, em Cristo, é tão boa quanto a palavra de Deus. Nossa esperança não é o que desejamos ou sonhamos; nossa esperança é o que Deus prometeu — e ''ele nunca mente''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Homem de Esperança====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta dinâmica — a fé que produz esperança, que inspira a amar o risco e se sacrificar pelos outros — também aparece repetidas vezes em Hebreus e, particularmente, no próprio Cristo. Como foi que o homem de fé consumada, o próprio Deus em carne humana, o fundador e aperfeiçoador de nossa fé, realizou a maior obra de bondade que já se viu? O que o impulsionou, contra o maior dos obstáculos, a ir até a cruz? Em uma palavra, ''esperança''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus &amp;quot;''pela alegria que lhe foi proposta'' suportou a cruz&amp;quot; (Hebreus 12:2). Pela fé, ele olhou para as promessas de Deus e viu sua recompensa. Isso não era uma ilusão sobre o futuro, mas os olhos da fé olhando para o futuro e percebendo, e provando, que esse resultado é tão certo quanto as promessas de Deus. A fé alimentou a esperança. E a esperança produziu a maior obra de amor que o mundo já conheceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Cristo, não deixamos que o crescente desânimo ao nosso redor diminua nossa esperança. E nele, não pedimos desculpas por termos esperança real e sermos esperançosos; não cedemos à pressão de nos rebaixarmos e sermos tão cínicos quanto o ambiente que nos rodeia. Em vez disso, acreditamos na palavra de Deus. Ele nunca mente. E ele nos promete uma esperança impressionante em Cristo, uma esperança que nos liberta, com alegria, para fazer o bem.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:12:42 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tudo_Bem_Ter_Esperan%C3%A7a</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tudo Bem Ter Esperança</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tudo_Bem_Ter_Esperan%C3%A7a</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|It’s Okay to Be Hopeful}}&amp;lt;br&amp;gt;  Nossa igreja começa cada reunião de domingo com uma estranha palavra de boas-vindas: aos sobrecarregados, aos enlutados, aos fracos...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|It’s Okay to Be Hopeful}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa igreja começa cada reunião de domingo com uma estranha palavra de boas-vindas: aos sobrecarregados, aos enlutados, aos fracos. A adoração não é apenas para os otimistas e cheios de esperança, mas também para os abatidos e desanimados. ''Você não foi esquecido'', dizemos com efeito. E acreditamos que a adoração pode ser um meio essencial para a verdadeira cura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, à medida que a pandemia se arrasta, o número de pessoas que se sentem fracas, sobrecarregadas e desanimadas aumentou, e aqueles que se mantêm alegres e cheios de esperança começaram a parecer mais como sendo exceções — especialmente em uma sociedade cada vez mais cínica. Será que talvez agora precisemos de uma palavra especial de boas-vindas para eles também?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;E se você está de bom humor esta manhã, também lhes damos boas-vindas, por mais incomum que seja. Você não precisa fingir desânimo para cantar junto com este grupo de adoradores pobres e oprimidos. Jesus acolhe aqueles repletos de esperança, e nós também. ''Tudo bem ter esperança'' — na verdade, essa é a nossa oração. Nos reunimos aqui para ter nossa esperança renovada e fortalecida em Cristo.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos esperar que o secularismo leve ao cinismo. Tal incredulidade, por mais sofisticada que possa parecer, não pode deixar de gerar ceticismo, crítica, desapontamento e reclamação cada vez mais intensos. Os cristãos, no entanto, têm um chamado contracultural: a esperança. Cristo nos chama a ter esperança, subjetivamente, porque ''temos esperança real'', objetivamente. Em Cristo, temos esperança em nós, porque temos esperança ''nele'' — &amp;quot;Cristo Jesus, a nossa esperança&amp;quot; (1 Timóteo 1:1).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sofrendo com esperança====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não significa que os cristãos fingem ter apenas esperança. Todos nós sabemos que a vida nos dias atuais é complexa. Choramos por nossas próprias vidas e choramos com aqueles que choram. No entanto, também oferecemos a eles o que temos em Cristo (e o que eles desesperadamente desejam): esperança verdadeira. Na esperança que temos em Jesus — uma esperança real, sólida, estável e revigorante — somos capazes de enfrentar o verdadeiro pecado, a dor, o desapontamento e a mágoa profunda que existe em nosso mundo e em nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda sofremos, mas não &amp;quot;como aqueles que não têm esperança&amp;quot; (1 Tessalonicenses 4:13). Nem nos lamentamos, criticamos e nos enfurecemos como os que não têm esperança. Se Cristo é capaz de nos dar esperança mesmo quando contemplamos a lápide de um ente querido, certamente ele pode nos dar esperança, não importa o que possa surgir em nossas vidas ou campo de visão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por enquanto, mesmo quando sofremos, nos agarramos à esperança. ''Entristecidos, mas sempre esperançosos.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Que a Esperança É e Faz====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Cristão, esperança não é um tênue desejo. Muitas vezes usamos a palavra esperança de modo muito mais informal do que no Novo Testamento. Eu espero que amanhã faça calor. Eu espero que nossa equipe vença. Eu espero que a pandemia acabe logo. No dia a dia, costumamos dizer 'espero que' para desejos tênues sobre um futuro incerto, até improvável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo não se aplica aos apóstolos e à igreja primitiva. A ''esperança'' deles não era frágil, passageira ou incerta. Em vez disso, falavam de uma fé bem fundamentada e voltada para o futuro. Sua esperança, enraizada na fé, era o &amp;quot;conhecimento da verdade&amp;quot;, com os olhos voltados para o futuro (Tito 1:1–2). E o que é notável, e talvez normalmente negligenciado, é o quão poderosa, o quão catalisadora, o quão transformadora essa verdadeira esperança se revelará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é por acaso que as duas cartas do Novo Testamento que talvez se preocupem mais ostensivamente em incitar as boas ações Cristãs — 1 Pedro e Tito — também são alimentadas explicitamente pelo poder da esperança. Não simplesmente ''fé'', mas ''esperança'' em especial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repetidamente, 1 Pedro nos exorta a ''fazer o bem'' (2:12, 14, 15, 20; 3:6, 10, 11, 13, 16, 17; 4:19), sustentados pela esperança (1:3, 13, 21; 3:5, 15). A esperança em Deus leva a praticar o bem no mundo (1 Pedro 3:5–6). Os incrédulos veem os Cristãos fazerem o bem e perguntam sobre o quê? &amp;quot;A esperança que há em vocês&amp;quot; (1 Pedro 3:13–17). Você já parou para pensar em como a vida dos outros se beneficia graças à sua esperança? Ou, por outro lado, quanta coisa boa deixa de acontecer no mundo à medida que a esperança se esgota e o cinismo aumenta?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Esperança Abençoada e Energizante====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim também em Tito. O refrão é marcante. Não sejais &amp;quot;inadequado para qualquer boa obra&amp;quot; (Tito 1:16), mas &amp;quot;seja um exemplo de boas obras&amp;quot; (2:7), &amp;quot;entusiasta das boas obras&amp;quot; (2:14), &amp;quot;prontos para toda boa obra&amp;quot; (3,1), dedicando-se às boas obras (3:8.14) — o que não significa expor a própria justiça, mas &amp;quot;socorrer os casos de necessidade urgente e não ser infrutífero&amp;quot; (3:14). Em outras palavras, ações tangíveis motivadas pelo amor. Em Tito, há uma forte ênfase em fazer o bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, no entanto, tão imediatamente quanto a primeira frase da carta, Paulo fala da piedade que nasce &amp;quot;na esperança da vida eterna&amp;quot; (Tito 1:1–2). A primeira é a fé, e esta fé dá origem à &amp;quot;piedade, na esperança da vida eterna.&amp;quot; Em outras palavras, a esperança é o elo crítico entre ''fé'' em Cristo e ''fazer o bem'' aos outros. A fé na pessoa e na obra de Cristo resulta em ''esperança de vida eterna'' que liberta o povo de Deus das barreiras e apegos da época atual para que possa amar e fazer o bem aos outros. E essa esperança é uma ''abençoada'' esperança (Tito 2:13). A esperança na vinda de Cristo e na felicidade que ela trará, nos dá até alegria neste momento, alegria suficiente para nos libertar de buscar nossos próprios interesses, de amar aos outros e buscar atender suas necessidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estrutura de pensamento de Paulo é semelhante em Colossenses 1:4–5: &amp;quot;ouvimos falar da tua fé em Cristo Jesus e do amor que tendes por todos os santos, por causa da ''esperança'' reservada para você no céu.&amp;quot; O povo de ''fé'' praticava o bem para com os outros (''amor'') por causa de sua ''esperança''. A fé em Cristo alimentou a esperança em um certo futuro prometido que libertou o povo de Deus dos medos, dos emaranhados e da preguiça terrena, para sonhar e fazer o bem, fazendo o bem para os outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus Nunca Mente====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que é que a esperança Cristã — e não a esperança em geral — tem um efeito tão catalisador em e através de nossas vidas? Paulo responde a isso nas primeiras linhas da Epístola de Tito. Quando ele menciona &amp;quot;esperança de vida eterna&amp;quot;, ele acrescenta, &amp;quot;que Deus, ''que nunca mente'', prometeu antes do início dos tempos&amp;quot; (Tito 1:2). Por que ele diria isso aqui? Claro que Deus nunca mente, mas por que dizer isso agora?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque as promessas de Deus sobre o futuro, que são verdadeiras e infalíveis, têm tudo a ver com a nossa esperança. Nossa esperança, que transforma a fé em Cristo em ações de amor para o bem dos outros, baseia-se nas palavras do Deus &amp;quot;que nunca mente.&amp;quot; A sinceridade de Deus é completamente crítica para a nossa esperança. E nossa esperança, em Cristo, é tão boa quanto a palavra de Deus. Nossa esperança não é o que desejamos ou sonhamos; nossa esperança é o que Deus prometeu — e ''ele nunca mente''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Homem de Esperança====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta dinâmica — a fé que produz esperança, que inspira a amar o risco e se sacrificar pelos outros — também aparece repetidas vezes em Hebreus e, particularmente, no próprio Cristo. Como foi que o homem de fé consumada, o próprio Deus em carne humana, o fundador e aperfeiçoador de nossa fé, realizou a maior obra de bondade que já se viu? O que o impulsionou, contra o maior dos obstáculos, a ir até a cruz? Em uma palavra, ''esperança''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus &amp;quot;''pela alegria que lhe foi proposta'' suportou a cruz&amp;quot; (Hebreus 12:2). Pela fé, ele olhou para as promessas de Deus e viu sua recompensa. Isso não era uma ilusão sobre o futuro, mas os olhos da fé olhando para o futuro e percebendo, e provando, que esse resultado é tão certo quanto as promessas de Deus. A fé alimentou a esperança. E a esperança produziu a maior obra de amor que o mundo já conheceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Cristo, não deixamos que o crescente desânimo ao nosso redor diminua nossa esperança. E nele, não pedimos desculpas por termos esperança real e sermos esperançosos; não cedemos à pressão de nos rebaixarmos e sermos tão cínicos quanto o ambiente que nos rodeia. Em vez disso, acreditamos na palavra de Deus. Ele nunca mente. E ele nos promete uma esperança impressionante em Cristo, uma esperança que nos liberta, com alegria, para fazer o bem.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 19:10:40 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tudo_Bem_Ter_Esperan%C3%A7a</comments>		</item>
		<item>
			<title>Homens</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Homens</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Homens para Um homem entre os homens&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Um homem entre os homens]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:42:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Homens</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um homem entre os homens</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_homem_entre_os_homens</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Homens para Um homem entre os homens&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Man Among Men}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que vale a pena lutar pela amizade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há cerca de 1.600 anos, Agostinho disse: “Neste mundo, duas coisas são essenciais: a vida e a amizade. Ambas devem ser altamente valorizadas e não devemos subestimá-las”. Ele está certo, embora, a julgar pelo comportamento, pareça que muitos homens subestimam a segunda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos estão confirmando o que muitos de nós já sabemos por observação e experiência: à medida que os homens envelhecem, eles geralmente perdem a conexão íntima com os amigos do sexo masculino. Quando chegam à meia-idade, muitos homens nas culturas ocidentais (incluindo os cristãos) têm poucos ou nenhum amigo íntimo, amigos que realmente os conheçam. É uma tendência preocupante. Temos uma população crescente de homens idosos solitários e estamos descobrindo que a solidão é tão prejudicial à nossa saúde quanto o tabagismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas essa tendência é preocupante não principalmente por causa de seus efeitos nocivos à saúde. Como cristãos, não vemos a amizade como um mero benefício à saúde, como a nutrição e os exercícios. Os amigos são mais fundamentais para o nosso ser interior, para quem somos. A Bíblia nos ensina não apenas que fomos feitos para a amizade (Gênesis 2:18; Eclesiastes 4:9–12), mas também que somos moldados por nossas amizades (Provérbios 13:20; 27:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um homem, provavelmente mais do que imagina, deve quem se tornou aos amigos que ajudaram a moldá-lo. E, se for sábio, não subestimará sua necessidade fundamental de amigos à medida que envelhece, pois precisará deles tanto no fim de sua jornada quanto precisou no início.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Homens que me moldaram====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao refletir sobre o quanto as amizades masculinas são necessárias para nos moldar, não posso deixar de agradecer a Deus pelos homens que me moldaram. Eles continuam sendo uma irmandade inestimável que remonta a mais de cinco décadas. Deus usou cada um deles para me moldar e me aperfeiçoar. Cada um deixou sua marca indelével. Cada um merece honra. Mas, para ilustrar o papel fundamental da amizade, gostaria de mencionar apenas alguns homens cujo impacto foi particularmente imenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez esses exemplos lembrem a alguns de vocês os muitos tipos diferentes de amigos que Deus nos dá para nos edificar ao longo do caminho. Talvez eles também lembrem a vocês o quanto precisamos desesperadamente de amizades, e o quanto é importante lutar por elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Os meninos que me criaram====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheci meus dois melhores amigos de infância, Brent e David, quando estávamos na pré-escola. Fomos reunidos por um acaso geográfico: nossos pais compraram casas na Southridge Road. Mas, como observou C.S. Lewis, tais coincidências não são por acaso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Cristo, que disse aos discípulos: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi”, pode verdadeiramente dizer a cada grupo de amigos cristãos: “Não fostes vós que vos escolhestes uns aos outros, mas fui eu que vos escolhi uns para os outros.” (''Os Quatro Amores'', 114)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa amizade tripartida foi forjada ao passarmos incontáveis horas juntos depois da escola, nos fins de semana, durante as noites em que dormíamos na casa uns dos outros (onde dormir era raro), nos longos e preguiçosos dias de verão. Ouvíamos música e brincávamos no campo de futebol do quintal, na quadra de basquete da garagem e no fliperama. Planejávamos novas aventuras, conversávamos sobre garotas, andávamos de bicicleta por toda a região metropolitana oeste, compartilhávamos pensamentos sobre Deus, tudo isso intercalado com muitas brigas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de tudo isso, ajudamos uns aos outros a navegar pelas águas muitas vezes complicadas, às vezes perigosas, às vezes dolorosas da infância e da adolescência, e ajudamos uns aos outros a amar e confiar em Jesus. Crescemos juntos até a idade adulta e sempre nos apoiamos mutuamente, mesmo depois de cada um de nós ter se casado com uma mulher maravilhosa e piedosa. Esses meninos ajudaram a me criar. A bondade e a misericórdia que recebi por meio deles e deles são incalculáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Irmão Nascido para a Adversidade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jim, meu irmão mais velho (cinco anos mais velho), converteu-se a Cristo durante seu primeiro ano na faculdade. Eu era um garoto de 13 anos sincero, crente em Jesus e influenciável, que admirava seu irmão mais velho, e Jim tornou-se meu primeiro verdadeiro “pai em Cristo Jesus pelo evangelho” (1 Coríntios 4:15), mostrando-me, em palavras e ações, o que significava ser um homem cristão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele tem feito isso nas últimas quatro décadas. Ao longo dos anos, trabalhamos juntos em ministérios para jovens e universitários, missões no exterior, plantação de igrejas em áreas urbanas carentes, liderança de louvor e composição de canções. E Jim tem caminhado comigo pelas épocas mais difíceis e sombrias da minha vida. Ao lado da minha esposa, ele é meu conselheiro de maior confiança e o pastor que melhor me conhece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa amizade foi forjada caminhando juntos pela estreita porta que leva à vida (Mateus 7:14). Ele é verdadeiramente “um irmão... nascido para a adversidade” (Provérbios 17:17). Muito do que há de melhor em mim devo ao Jim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um amigo que ama em todas as circunstâncias====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheço o Barry há cerca de seis anos, e ele é “um amigo [que] ama em todos os momentos”, independentemente de como eu esteja ou do que eu tenha feito (Provérbios 17:17). Os últimos dois anos têm sido uma fase difícil da minha vida, e Barry tem sido um refúgio de segurança, uma cidade de abrigo. Ele é “um homem de entendimento” que, como poucos, é capaz de extrair as “águas profundas” do meu coração (Provérbios 20:5). Quando me aproximei dele como um “cano quebrado” e um “cordão fumegante” (Mateus 12:20), com uma notável mistura de bondade, gentileza e franqueza, Barry aplicou o bálsamo da graça e da verdade de Deus nos pontos sensíveis da minha alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo um amigo relativamente novo, posso ver a influência formativa que Barry está exercendo sobre mim. Estou aprendendo a amar os outros da maneira descrita em 1 Coríntios 13, que recebi dele. Que preço se pode atribuir a tal dom?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Companheiro de armas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria das amizades que moldaram minha vida, desde o ensino médio, foi forjada enquanto um grupo de nós trabalhava lado a lado para cumprir uma missão comum para a glória de Jesus. Para os homens, a missão é talvez o maior forjador de amizades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A busca ou visão comum que une os amigos não os absorve de tal forma que permaneçam ignorantes ou alheios uns aos outros. Pelo contrário, é o próprio meio no qual seu amor e conhecimento mútuos existem. Ninguém conhece ninguém tão bem quanto seu “companheiro”. (''Os Quatro Amores'', 90–91)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grupo de homens tem sido para mim como irmãos de armas. Mas há um que é o principal entre eles: John Piper. Por quase três décadas, John e eu temos sido companheiros de jugo na busca comum chamada Desiring God. E à medida que nos dedicamos, em oração, a buscar juntos a melhor maneira de difundir a paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos por meio de Jesus Cristo, nossa amizade se aprofundou. Poucos nos conhecem tão bem quanto nós nos conhecemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É impossível expressar em palavras o quão profunda e abrangente tem sido a influência de John sobre mim. Só sei que sua amizade, em nossa missão compartilhada, moldou de forma incomparável meu coração e minha alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Amigos até o fim — e além====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada um dos homens que mencionei (e o anfitrião que não mencionei) contribuiu significativamente para que eu me tornasse quem sou hoje. Cada um deixou uma marca única em mim devido ao seu temperamento, dons, experiências de vida, vocação e perspectiva. Imagino que você também tenha sido abençoado com relacionamentos semelhantes em algum momento da sua vida. E se você e eu fomos tão moldados e ajudados por amigos no passado, há alguma razão para pensar que precisaremos menos deles no futuro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que nos leva à terrível tendência de homens idosos sem amigos e solitários. Por que isso está acontecendo? Não vou me aventurar a dar respostas simples. Há fatores complexos alimentando essa tendência: fatores internos e externos, pessoais, sociais e espirituais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como evitaremos esse futuro sem amigos? Isso é algo sobre o qual devemos refletir agora. Exigirá que trabalhemos — e trabalhemos juntos, como amigos, famílias e igrejas — para descobrir como resistir à tentação de nos isolarmos à medida que envelhecemos. Mas os desafios que essas relações enfrentam não devem nos surpreender. As coisas mais difíceis de alcançar costumam ser as mais importantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se: não precisaremos menos de amigos no fim de nossa jornada do que precisávamos no início. Precisaremos mais deles para nos ajudar a enfrentar o capítulo final de perdas antes do Grande Ganho (Filipenses 1:21). Precisaremos de suas forças, de suas perspectivas e de seus conselhos, orações e presença que fortalecem o coração. Precisaremos de nossos amigos até o fim e para o fim.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:42:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_homem_entre_os_homens</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um homem entre os homens</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_homem_entre_os_homens</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|A Man Among Men}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Por que vale a pena lutar pela amizade====  Há cerca de 1.600 anos, Agostinho disse: “Neste mundo, duas coisas são essenciais: a vida e...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Man Among Men}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que vale a pena lutar pela amizade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há cerca de 1.600 anos, Agostinho disse: “Neste mundo, duas coisas são essenciais: a vida e a amizade. Ambas devem ser altamente valorizadas e não devemos subestimá-las”. Ele está certo, embora, a julgar pelo comportamento, pareça que muitos homens subestimam a segunda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos estão confirmando o que muitos de nós já sabemos por observação e experiência: à medida que os homens envelhecem, eles geralmente perdem a conexão íntima com os amigos do sexo masculino. Quando chegam à meia-idade, muitos homens nas culturas ocidentais (incluindo os cristãos) têm poucos ou nenhum amigo íntimo, amigos que realmente os conheçam. É uma tendência preocupante. Temos uma população crescente de homens idosos solitários e estamos descobrindo que a solidão é tão prejudicial à nossa saúde quanto o tabagismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas essa tendência é preocupante não principalmente por causa de seus efeitos nocivos à saúde. Como cristãos, não vemos a amizade como um mero benefício à saúde, como a nutrição e os exercícios. Os amigos são mais fundamentais para o nosso ser interior, para quem somos. A Bíblia nos ensina não apenas que fomos feitos para a amizade (Gênesis 2:18; Eclesiastes 4:9–12), mas também que somos moldados por nossas amizades (Provérbios 13:20; 27:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um homem, provavelmente mais do que imagina, deve quem se tornou aos amigos que ajudaram a moldá-lo. E, se for sábio, não subestimará sua necessidade fundamental de amigos à medida que envelhece, pois precisará deles tanto no fim de sua jornada quanto precisou no início.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Homens que me moldaram====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao refletir sobre o quanto as amizades masculinas são necessárias para nos moldar, não posso deixar de agradecer a Deus pelos homens que me moldaram. Eles continuam sendo uma irmandade inestimável que remonta a mais de cinco décadas. Deus usou cada um deles para me moldar e me aperfeiçoar. Cada um deixou sua marca indelével. Cada um merece honra. Mas, para ilustrar o papel fundamental da amizade, gostaria de mencionar apenas alguns homens cujo impacto foi particularmente imenso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez esses exemplos lembrem a alguns de vocês os muitos tipos diferentes de amigos que Deus nos dá para nos edificar ao longo do caminho. Talvez eles também lembrem a vocês o quanto precisamos desesperadamente de amizades, e o quanto é importante lutar por elas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Os meninos que me criaram====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheci meus dois melhores amigos de infância, Brent e David, quando estávamos na pré-escola. Fomos reunidos por um acaso geográfico: nossos pais compraram casas na Southridge Road. Mas, como observou C.S. Lewis, tais coincidências não são por acaso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Cristo, que disse aos discípulos: “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi”, pode verdadeiramente dizer a cada grupo de amigos cristãos: “Não fostes vós que vos escolhestes uns aos outros, mas fui eu que vos escolhi uns para os outros.” (''Os Quatro Amores'', 114)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa amizade tripartida foi forjada ao passarmos incontáveis horas juntos depois da escola, nos fins de semana, durante as noites em que dormíamos na casa uns dos outros (onde dormir era raro), nos longos e preguiçosos dias de verão. Ouvíamos música e brincávamos no campo de futebol do quintal, na quadra de basquete da garagem e no fliperama. Planejávamos novas aventuras, conversávamos sobre garotas, andávamos de bicicleta por toda a região metropolitana oeste, compartilhávamos pensamentos sobre Deus, tudo isso intercalado com muitas brigas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo de tudo isso, ajudamos uns aos outros a navegar pelas águas muitas vezes complicadas, às vezes perigosas, às vezes dolorosas da infância e da adolescência, e ajudamos uns aos outros a amar e confiar em Jesus. Crescemos juntos até a idade adulta e sempre nos apoiamos mutuamente, mesmo depois de cada um de nós ter se casado com uma mulher maravilhosa e piedosa. Esses meninos ajudaram a me criar. A bondade e a misericórdia que recebi por meio deles e deles são incalculáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Irmão Nascido para a Adversidade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jim, meu irmão mais velho (cinco anos mais velho), converteu-se a Cristo durante seu primeiro ano na faculdade. Eu era um garoto de 13 anos sincero, crente em Jesus e influenciável, que admirava seu irmão mais velho, e Jim tornou-se meu primeiro verdadeiro “pai em Cristo Jesus pelo evangelho” (1 Coríntios 4:15), mostrando-me, em palavras e ações, o que significava ser um homem cristão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele tem feito isso nas últimas quatro décadas. Ao longo dos anos, trabalhamos juntos em ministérios para jovens e universitários, missões no exterior, plantação de igrejas em áreas urbanas carentes, liderança de louvor e composição de canções. E Jim tem caminhado comigo pelas épocas mais difíceis e sombrias da minha vida. Ao lado da minha esposa, ele é meu conselheiro de maior confiança e o pastor que melhor me conhece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa amizade foi forjada caminhando juntos pela estreita porta que leva à vida (Mateus 7:14). Ele é verdadeiramente “um irmão... nascido para a adversidade” (Provérbios 17:17). Muito do que há de melhor em mim devo ao Jim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Um amigo que ama em todas as circunstâncias====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheço o Barry há cerca de seis anos, e ele é “um amigo [que] ama em todos os momentos”, independentemente de como eu esteja ou do que eu tenha feito (Provérbios 17:17). Os últimos dois anos têm sido uma fase difícil da minha vida, e Barry tem sido um refúgio de segurança, uma cidade de abrigo. Ele é “um homem de entendimento” que, como poucos, é capaz de extrair as “águas profundas” do meu coração (Provérbios 20:5). Quando me aproximei dele como um “cano quebrado” e um “cordão fumegante” (Mateus 12:20), com uma notável mistura de bondade, gentileza e franqueza, Barry aplicou o bálsamo da graça e da verdade de Deus nos pontos sensíveis da minha alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo um amigo relativamente novo, posso ver a influência formativa que Barry está exercendo sobre mim. Estou aprendendo a amar os outros da maneira descrita em 1 Coríntios 13, que recebi dele. Que preço se pode atribuir a tal dom?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Companheiro de armas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria das amizades que moldaram minha vida, desde o ensino médio, foi forjada enquanto um grupo de nós trabalhava lado a lado para cumprir uma missão comum para a glória de Jesus. Para os homens, a missão é talvez o maior forjador de amizades:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A busca ou visão comum que une os amigos não os absorve de tal forma que permaneçam ignorantes ou alheios uns aos outros. Pelo contrário, é o próprio meio no qual seu amor e conhecimento mútuos existem. Ninguém conhece ninguém tão bem quanto seu “companheiro”. (''Os Quatro Amores'', 90–91)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um grupo de homens tem sido para mim como irmãos de armas. Mas há um que é o principal entre eles: John Piper. Por quase três décadas, John e eu temos sido companheiros de jugo na busca comum chamada Desiring God. E à medida que nos dedicamos, em oração, a buscar juntos a melhor maneira de difundir a paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas, para a alegria de todos os povos por meio de Jesus Cristo, nossa amizade se aprofundou. Poucos nos conhecem tão bem quanto nós nos conhecemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É impossível expressar em palavras o quão profunda e abrangente tem sido a influência de John sobre mim. Só sei que sua amizade, em nossa missão compartilhada, moldou de forma incomparável meu coração e minha alma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Amigos até o fim — e além====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada um dos homens que mencionei (e o anfitrião que não mencionei) contribuiu significativamente para que eu me tornasse quem sou hoje. Cada um deixou uma marca única em mim devido ao seu temperamento, dons, experiências de vida, vocação e perspectiva. Imagino que você também tenha sido abençoado com relacionamentos semelhantes em algum momento da sua vida. E se você e eu fomos tão moldados e ajudados por amigos no passado, há alguma razão para pensar que precisaremos menos deles no futuro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que nos leva à terrível tendência de homens idosos sem amigos e solitários. Por que isso está acontecendo? Não vou me aventurar a dar respostas simples. Há fatores complexos alimentando essa tendência: fatores internos e externos, pessoais, sociais e espirituais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como evitaremos esse futuro sem amigos? Isso é algo sobre o qual devemos refletir agora. Exigirá que trabalhemos — e trabalhemos juntos, como amigos, famílias e igrejas — para descobrir como resistir à tentação de nos isolarmos à medida que envelhecemos. Mas os desafios que essas relações enfrentam não devem nos surpreender. As coisas mais difíceis de alcançar costumam ser as mais importantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se: não precisaremos menos de amigos no fim de nossa jornada do que precisávamos no início. Precisaremos mais deles para nos ajudar a enfrentar o capítulo final de perdas antes do Grande Ganho (Filipenses 1:21). Precisaremos de suas forças, de suas perspectivas e de seus conselhos, orações e presença que fortalecem o coração. Precisaremos de nossos amigos até o fim e para o fim.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:41:42 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_homem_entre_os_homens</comments>		</item>
		<item>
			<title>Corajoso</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Corajoso</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Corajoso para Um tempo para o amor corajoso&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Um tempo para o amor corajoso]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:32:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Corajoso</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um tempo para o amor corajoso</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_tempo_para_o_amor_corajoso</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Corajoso para Um tempo para o amor corajoso&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Time for Courageous Love}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avó cristã, conversando comigo sobre sua filha e neto, estava com o coração partido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao ver sua filha revelar sua nova vida, crenças e regras, essa avó sentiu que o chão já não estava firme. Ela criou essa filha, pela qual tanto havia orado, na igreja. Quando adolescente, a filha dela fez uma profissão de fé. Mas então tudo mudou. A filha disparou uma enxurrada de críticas contra o “heterossexismo” e as novas regras que seriam obrigatórias em qualquer relacionamento futuro. Ela exigiu o uso exclusivo dos nomes e pronomes de sua preferência. E ela disse à mãe que nunca poderia compartilhar versículos da Bíblia ou lições da igreja que contradissessem as crenças LGBTQ+.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa avó tinha certeza de que não conseguiria entender direito as regras, por mais que tentasse. Ela mal conseguia entender o que era &amp;quot;heterossexismo&amp;quot;, embora sua filha o tivesse explicado muitas vezes como &amp;quot;a crença perigosa de que a heterossexualidade é normal&amp;quot;. Por que alguém iria entrar em guerra contra isso?, perguntou-se a avó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Lado Errado da História====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ultimatos e as chantagens tiveram um impacto devastador: quem não os cumprisse era excluído e renegado. Sua filha, Jade, declarou-se “não binária” e passou a usar os pronomes “eles” e “ele”. Seu neto de três anos, Allan, seria agora criado como uma menina e chamado de Sierra, provavelmente porque ele usou uma tiara em uma festa de aniversário infantil e gostou. Nada disso fazia sentido. A avó tinha certeza de que a filha estava sendo influenciada por algum tipo de contágio social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa avó queria fazer a coisa certa. Ela tentou encontrar um meio-termo e trilhar a linha tênue que lhe permitisse manter o relacionamento com a filha, mas se perguntou: ''Será que estou do lado errado da história?'' Devo ceder à minha filha quando acredito que ela está seriamente iludida? E quanto ao meu neto? ''Será que ele é uma criança “trans” ou uma criança vítima de abuso? Ela se perguntou: E se eu estiver errada?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a avó procurou o pastor, ele não soube o que dizer. Ele disse a ela para demonstrar empatia e tentar ver as coisas do ponto de vista da filha. O pequeno grupo do qual ela fazia parte também estava dividido quanto ao que fazer. Algumas pessoas do seu pequeno grupo chegaram a alertá-la para não ser “transfóbica” e disseram que qualquer pessoa pode ser trans e cristã, ou gay e cristã. Será que isso é verdade? ela se perguntou. Algumas pessoas em seu pequeno grupo a trataram como se ela fosse a causa dos problemas de sua filha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Vida na Zona de Guerra====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que existem muitos lados diferentes em histórias como essas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que, há anos, alguns líderes evangélicos têm procurado compreender essa história sob a perspectiva LGBTQ+, e alguns até patrocinam listas de verificação e conferências sobre sensibilidade em relação à comunidade gay. Mas e a avó? A opinião dela importa? E quanto a Deus? Romanos 3:4 coloca a perspectiva de Deus em primeiro lugar: “Que Deus seja verdadeiro, ainda que todos sejam mentirosos.” Aquilo que Deus revela sobre as nossas vidas é a verdadeira verdade. A Bíblia nos conhece e conhece nossas necessidades melhor do que nós mesmos. E essa é a melhor notícia de todas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida familiar e religiosa dessa avó se transformou repentinamente em um campo de batalha, e ela não está sozinha. Ouço histórias como essa quase todos os dias. Se você, assim como a avó, já se sentiu vivendo em meio a uma guerra civil, saiba que não está sozinho. Por um lado, esperamos que a igreja entre em conflito com o mundo. De fato, João Calvino nos diz para “considerarmos a fúria do mundo inteiro como nada” (365 dias com Calvino,19 de março). Vemos a fúria da descrença por toda parte ao nosso redor. Entendemos a fúria do mundo porque nos lembramos de quando éramos inimigos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é o conflito com o mundo que nos surpreende; é a divisão dentro da igreja visível que nos deixa perplexos. Nosso Senhor nos chama a caminhar em unidade no meio desta “geração perversa e corrupta” (Filipenses 2:15). Ele não nos pede para nos submetermos à sua perversão, especialmente quando o mundo exige exatamente isso. Jesus nos chama a imitar a unidade insondável da Santíssima Trindade: “para que sejam um, assim como nós somos um” (João 17,22). Mas como podemos fazer isso quando alguns usam a Bíblia para chamar os pecadores ao arrependimento e outros usam a Bíblia para incitar os arrependidos ao pecado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses são os tempos em que vivemos, e os cristãos precisam encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Três Razões Sutis====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que haja três razões para a divisão em nossas igrejas. E essas três razões deram origem a cinco mentiras que muitas igrejas evangélicas adotaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acreditei em todas essas mentiras em diferentes momentos da minha vida, compreendo o quanto elas são sedutoras. Deus conhece os tempos em que vivemos e nos ofereceu uma solução. Nosso chamado é nos arrependermos das mentiras em que acreditamos e tentarmos manter contato com os entes queridos que perdemos por causa delas — sem que sejamos doutrinados. É fácil dizer, mas impossível fazer sem a ajuda de Deus. Quais são as três razões?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====RAZÃO 1====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, ''não percebemos que as sementes do evangelho estão no jardim.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos de nós acreditamos, tolamente, que poderíamos reinventar nossa vocação como homens e mulheres, tornar os homens e as mulheres intercambiáveis, desafiar o desígnio e o propósito de Deus para os sexos e, de alguma forma, colher a bênção de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano de Deus para o homem e a mulher — a ordem da criação — é mencionado pela primeira vez em Gênesis 1 e é fundamental — e não secundário — para o evangelho de Jesus Cristo: “Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” E Deus os abençoou. “E Deus lhes disse: ‘Sejam fecundos e multipliquem-se, encham a terra e subjuguem-na’” (Gênesis 1:27–28).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós refletimos a imagem de Deus ao crescermos no conhecimento, na justiça e na santidade do Senhor Jesus Cristo (Efésios 4:24). A homossexualidade e o transgenerismo representam formas de rebelião contra a ordem da criação de Deus e contra o fato de sermos criados à Sua imagem. São manifestações do mundo, da carne e do diabo, e devem ser motivo de arrependimento, não de celebração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A homossexualidade e a transgeneridade não fazem parte do desígnio criativo de ninguém, independentemente do que nossos sentimentos possam sugerir. Nossos sentimentos não estão isentos de pecado e não se sobrepõem à verdade de Deus. Cristo promete perdoar e restaurar todos aqueles que se arrependem e confiam nele para a salvação. Cristo não se alia aos pecados que seu sangue esmaga na cruz e purifica. Há esperança para todos no evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====RAZÃO 2====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, ''não conseguimos interpretar os tempos em que vivemos (Romanos 13:11-14; Lucas 12:56).''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso, de 2015, de ''Obergefell v. Hodges'', a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou o chamado casamento entre pessoas do mesmo sexo como lei nacional. Também introduziu a ideia de &amp;quot;dano à dignidade&amp;quot;. Segundo ''Obergefell'', estamos prejudicando a dignidade de alguém ao não &amp;quot;afirmarmos&amp;quot; sua identidade LGBTQ+.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nosso mundo pós-''Obergefell'' world, agora temos duas ideias concorrentes sobre o que significa ser humano — e essas ideias colidiram. A ideia Freudiana/''Obergefell'' é que a orientação sexual é uma categoria precisa de identidade pessoal; LGBTQ+ é quem você é, e não como você se sente. Após ''Obergefell'', leis foram rapidamente implementadas para honrar, afirmar e celebrar a identidade LGBTQ+. A ideia bíblica, no entanto, é que carregar a imagem de Deus, segundo as categorias eternas e criacionais de homem ou mulher, determina quem você é. É ''Obergefell'' ou Cristo: ou você celebra e afirma sua natureza pecaminosa, ou se arrepende da natureza pecaminosa culpável e não escolhida que herdou de Adão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====RAZÃO 3====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Em terceiro lugar, falhamos em amar nossos inimigos e, em vez disso, fingimos que eles são nossos amigos.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos de nós não conseguimos entender que amar nossos inimigos é um ato de confronto piedoso, uma arma de nossa guerra e uma grande bondade (2 Coríntios 10:4). O amor cristão destrói argumentos e opiniões arrogantes levantadas contra Cristo (2 Coríntios 10:5). O amor cristão não finge que o mundo é um lugar seguro ou que os inimigos de Cristo são inofensivos — mesmo que sejam sua filha. O amor cristão busca transformar inimigos em amigos por meio do arrependimento e do perdão. O amor cristão não nos ilude, fazendo-nos acreditar que o pecado não é grande coisa, ou que somos mais misericordiosos do que Deus. Fingir que nossos inimigos são nossos amigos é uma desculpa covarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cinco Mentiras Sedutoras====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses três motivos introduziram cinco mentiras em muitas igrejas evangélicas. As cinco mentiras convergem na rejeição da autoridade bíblica, na afronta a Cristo e na celebração do orgulho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mentira nº 1: A homossexualidade é uma variante sexual normal.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 2: Ser uma “pessoa espiritual” é mais benevolente do que ser um cristão bíblico.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 3: O feminismo é bom para a igreja e para o mundo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 4: Transgenerismo é uma variação normal de gênero.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 5: A modéstia é um fardo ultrapassado que serve à dominação masculina e impede o progresso das mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas cinco mentiras se baseiam em diversas afirmações falsas, mas a maior delas é a invenção feminista de que &amp;quot;gênero&amp;quot; é distinto do sexo biológico. Criar categorias falsas de personalidade e depois tentar construir uma vida cristã em cima delas é fútil e insensato. Como afirma o pastor Christopher J. Gordon em ''O Novo Catecismo da Reforma sobre a Sexualidade Humana'', “Introduzir o gênero como uma nova categoria de pessoa, separada da categoria biológica de sexo, na busca de uma identidade sexual diferente, é antinatural à ordem da criação e prejudicial ao propósito para o qual Deus nos criou” (13).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus promete que as mentiras — mesmo as mais notórias, que se tornaram fundamentais para governos poderosos e instituições acadêmicas — não terão a última palavra. Ele nos diz que somente a verdade nos libertará. Como Jesus disse: “Se vocês permanecerem na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos; e conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:31-32). Jesus não diz que a liberdade virá se você se colocar no lugar do seu neto &amp;quot;não-binário&amp;quot; convidando um ministério &amp;quot;cristão gay&amp;quot; para a sua igreja, ou se você marchar na parada do orgulho com a sua filha lésbica, ou se você for ao casamento gay do seu filho. Não é gentileza se colocar no lugar de alguém quando essa pessoa precisa ser resgatada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Livre do Medo do Homem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia chama o medo do homem de armadilha (Provérbios 29:25) — um instrumento de execução do qual você não pode se livrar. Mas, como meu marido costuma dizer, o evangelho liberta você do medo do homem. Portanto, se você se pegar pensando se está do lado errado da história, e se tudo isso estiver errado, lembre-se do sangue de Cristo. Lembre-se de como isso subjugou os demônios e o livrou do inferno. Lembre-se de como Jesus se fez maldição para que você pudesse receber a bênção. Lembre-se de que a verdade de Cristo liberta, não a obediência à mentira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entenda os tempos. Conheça os motivos. Desafie as mentiras. E ame seus inimigos o suficiente para dizer a verdade.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:32:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_tempo_para_o_amor_corajoso</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um tempo para o amor corajoso</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_tempo_para_o_amor_corajoso</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|A Time for Courageous Love}}&amp;lt;br&amp;gt;  A avó cristã, conversando comigo sobre sua filha e neto, estava com o coração partido.   Ao ver sua filha revelar sua nova vida,...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Time for Courageous Love}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A avó cristã, conversando comigo sobre sua filha e neto, estava com o coração partido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao ver sua filha revelar sua nova vida, crenças e regras, essa avó sentiu que o chão já não estava firme. Ela criou essa filha, pela qual tanto havia orado, na igreja. Quando adolescente, a filha dela fez uma profissão de fé. Mas então tudo mudou. A filha disparou uma enxurrada de críticas contra o “heterossexismo” e as novas regras que seriam obrigatórias em qualquer relacionamento futuro. Ela exigiu o uso exclusivo dos nomes e pronomes de sua preferência. E ela disse à mãe que nunca poderia compartilhar versículos da Bíblia ou lições da igreja que contradissessem as crenças LGBTQ+.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa avó tinha certeza de que não conseguiria entender direito as regras, por mais que tentasse. Ela mal conseguia entender o que era &amp;quot;heterossexismo&amp;quot;, embora sua filha o tivesse explicado muitas vezes como &amp;quot;a crença perigosa de que a heterossexualidade é normal&amp;quot;. Por que alguém iria entrar em guerra contra isso?, perguntou-se a avó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Lado Errado da História====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ultimatos e as chantagens tiveram um impacto devastador: quem não os cumprisse era excluído e renegado. Sua filha, Jade, declarou-se “não binária” e passou a usar os pronomes “eles” e “ele”. Seu neto de três anos, Allan, seria agora criado como uma menina e chamado de Sierra, provavelmente porque ele usou uma tiara em uma festa de aniversário infantil e gostou. Nada disso fazia sentido. A avó tinha certeza de que a filha estava sendo influenciada por algum tipo de contágio social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa avó queria fazer a coisa certa. Ela tentou encontrar um meio-termo e trilhar a linha tênue que lhe permitisse manter o relacionamento com a filha, mas se perguntou: ''Será que estou do lado errado da história?'' Devo ceder à minha filha quando acredito que ela está seriamente iludida? E quanto ao meu neto? ''Será que ele é uma criança “trans” ou uma criança vítima de abuso? Ela se perguntou: E se eu estiver errada?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a avó procurou o pastor, ele não soube o que dizer. Ele disse a ela para demonstrar empatia e tentar ver as coisas do ponto de vista da filha. O pequeno grupo do qual ela fazia parte também estava dividido quanto ao que fazer. Algumas pessoas do seu pequeno grupo chegaram a alertá-la para não ser “transfóbica” e disseram que qualquer pessoa pode ser trans e cristã, ou gay e cristã. Será que isso é verdade? ela se perguntou. Algumas pessoas em seu pequeno grupo a trataram como se ela fosse a causa dos problemas de sua filha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Vida na Zona de Guerra====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que existem muitos lados diferentes em histórias como essas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei que, há anos, alguns líderes evangélicos têm procurado compreender essa história sob a perspectiva LGBTQ+, e alguns até patrocinam listas de verificação e conferências sobre sensibilidade em relação à comunidade gay. Mas e a avó? A opinião dela importa? E quanto a Deus? Romanos 3:4 coloca a perspectiva de Deus em primeiro lugar: “Que Deus seja verdadeiro, ainda que todos sejam mentirosos.” Aquilo que Deus revela sobre as nossas vidas é a verdadeira verdade. A Bíblia nos conhece e conhece nossas necessidades melhor do que nós mesmos. E essa é a melhor notícia de todas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida familiar e religiosa dessa avó se transformou repentinamente em um campo de batalha, e ela não está sozinha. Ouço histórias como essa quase todos os dias. Se você, assim como a avó, já se sentiu vivendo em meio a uma guerra civil, saiba que não está sozinho. Por um lado, esperamos que a igreja entre em conflito com o mundo. De fato, João Calvino nos diz para “considerarmos a fúria do mundo inteiro como nada” (365 dias com Calvino,19 de março). Vemos a fúria da descrença por toda parte ao nosso redor. Entendemos a fúria do mundo porque nos lembramos de quando éramos inimigos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é o conflito com o mundo que nos surpreende; é a divisão dentro da igreja visível que nos deixa perplexos. Nosso Senhor nos chama a caminhar em unidade no meio desta “geração perversa e corrupta” (Filipenses 2:15). Ele não nos pede para nos submetermos à sua perversão, especialmente quando o mundo exige exatamente isso. Jesus nos chama a imitar a unidade insondável da Santíssima Trindade: “para que sejam um, assim como nós somos um” (João 17,22). Mas como podemos fazer isso quando alguns usam a Bíblia para chamar os pecadores ao arrependimento e outros usam a Bíblia para incitar os arrependidos ao pecado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses são os tempos em que vivemos, e os cristãos precisam encarar a realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Três Razões Sutis====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que haja três razões para a divisão em nossas igrejas. E essas três razões deram origem a cinco mentiras que muitas igrejas evangélicas adotaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acreditei em todas essas mentiras em diferentes momentos da minha vida, compreendo o quanto elas são sedutoras. Deus conhece os tempos em que vivemos e nos ofereceu uma solução. Nosso chamado é nos arrependermos das mentiras em que acreditamos e tentarmos manter contato com os entes queridos que perdemos por causa delas — sem que sejamos doutrinados. É fácil dizer, mas impossível fazer sem a ajuda de Deus. Quais são as três razões?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====RAZÃO 1====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, ''não percebemos que as sementes do evangelho estão no jardim.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos de nós acreditamos, tolamente, que poderíamos reinventar nossa vocação como homens e mulheres, tornar os homens e as mulheres intercambiáveis, desafiar o desígnio e o propósito de Deus para os sexos e, de alguma forma, colher a bênção de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plano de Deus para o homem e a mulher — a ordem da criação — é mencionado pela primeira vez em Gênesis 1 e é fundamental — e não secundário — para o evangelho de Jesus Cristo: “Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” E Deus os abençoou. “E Deus lhes disse: ‘Sejam fecundos e multipliquem-se, encham a terra e subjuguem-na’” (Gênesis 1:27–28).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós refletimos a imagem de Deus ao crescermos no conhecimento, na justiça e na santidade do Senhor Jesus Cristo (Efésios 4:24). A homossexualidade e o transgenerismo representam formas de rebelião contra a ordem da criação de Deus e contra o fato de sermos criados à Sua imagem. São manifestações do mundo, da carne e do diabo, e devem ser motivo de arrependimento, não de celebração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A homossexualidade e a transgeneridade não fazem parte do desígnio criativo de ninguém, independentemente do que nossos sentimentos possam sugerir. Nossos sentimentos não estão isentos de pecado e não se sobrepõem à verdade de Deus. Cristo promete perdoar e restaurar todos aqueles que se arrependem e confiam nele para a salvação. Cristo não se alia aos pecados que seu sangue esmaga na cruz e purifica. Há esperança para todos no evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====RAZÃO 2====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, ''não conseguimos interpretar os tempos em que vivemos (Romanos 13:11-14; Lucas 12:56).''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso, de 2015, de ''Obergefell v. Hodges'', a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou o chamado casamento entre pessoas do mesmo sexo como lei nacional. Também introduziu a ideia de &amp;quot;dano à dignidade&amp;quot;. Segundo ''Obergefell'', estamos prejudicando a dignidade de alguém ao não &amp;quot;afirmarmos&amp;quot; sua identidade LGBTQ+.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nosso mundo pós-''Obergefell'' world, agora temos duas ideias concorrentes sobre o que significa ser humano — e essas ideias colidiram. A ideia Freudiana/''Obergefell'' é que a orientação sexual é uma categoria precisa de identidade pessoal; LGBTQ+ é quem você é, e não como você se sente. Após ''Obergefell'', leis foram rapidamente implementadas para honrar, afirmar e celebrar a identidade LGBTQ+. A ideia bíblica, no entanto, é que carregar a imagem de Deus, segundo as categorias eternas e criacionais de homem ou mulher, determina quem você é. É ''Obergefell'' ou Cristo: ou você celebra e afirma sua natureza pecaminosa, ou se arrepende da natureza pecaminosa culpável e não escolhida que herdou de Adão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====RAZÃO 3====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Em terceiro lugar, falhamos em amar nossos inimigos e, em vez disso, fingimos que eles são nossos amigos.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos de nós não conseguimos entender que amar nossos inimigos é um ato de confronto piedoso, uma arma de nossa guerra e uma grande bondade (2 Coríntios 10:4). O amor cristão destrói argumentos e opiniões arrogantes levantadas contra Cristo (2 Coríntios 10:5). O amor cristão não finge que o mundo é um lugar seguro ou que os inimigos de Cristo são inofensivos — mesmo que sejam sua filha. O amor cristão busca transformar inimigos em amigos por meio do arrependimento e do perdão. O amor cristão não nos ilude, fazendo-nos acreditar que o pecado não é grande coisa, ou que somos mais misericordiosos do que Deus. Fingir que nossos inimigos são nossos amigos é uma desculpa covarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cinco Mentiras Sedutoras====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses três motivos introduziram cinco mentiras em muitas igrejas evangélicas. As cinco mentiras convergem na rejeição da autoridade bíblica, na afronta a Cristo e na celebração do orgulho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mentira nº 1: A homossexualidade é uma variante sexual normal.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 2: Ser uma “pessoa espiritual” é mais benevolente do que ser um cristão bíblico.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 3: O feminismo é bom para a igreja e para o mundo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 4: Transgenerismo é uma variação normal de gênero.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mentira nº 5: A modéstia é um fardo ultrapassado que serve à dominação masculina e impede o progresso das mulheres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas cinco mentiras se baseiam em diversas afirmações falsas, mas a maior delas é a invenção feminista de que &amp;quot;gênero&amp;quot; é distinto do sexo biológico. Criar categorias falsas de personalidade e depois tentar construir uma vida cristã em cima delas é fútil e insensato. Como afirma o pastor Christopher J. Gordon em ''O Novo Catecismo da Reforma sobre a Sexualidade Humana'', “Introduzir o gênero como uma nova categoria de pessoa, separada da categoria biológica de sexo, na busca de uma identidade sexual diferente, é antinatural à ordem da criação e prejudicial ao propósito para o qual Deus nos criou” (13).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus promete que as mentiras — mesmo as mais notórias, que se tornaram fundamentais para governos poderosos e instituições acadêmicas — não terão a última palavra. Ele nos diz que somente a verdade nos libertará. Como Jesus disse: “Se vocês permanecerem na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos; e conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (João 8:31-32). Jesus não diz que a liberdade virá se você se colocar no lugar do seu neto &amp;quot;não-binário&amp;quot; convidando um ministério &amp;quot;cristão gay&amp;quot; para a sua igreja, ou se você marchar na parada do orgulho com a sua filha lésbica, ou se você for ao casamento gay do seu filho. Não é gentileza se colocar no lugar de alguém quando essa pessoa precisa ser resgatada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Livre do Medo do Homem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia chama o medo do homem de armadilha (Provérbios 29:25) — um instrumento de execução do qual você não pode se livrar. Mas, como meu marido costuma dizer, o evangelho liberta você do medo do homem. Portanto, se você se pegar pensando se está do lado errado da história, e se tudo isso estiver errado, lembre-se do sangue de Cristo. Lembre-se de como isso subjugou os demônios e o livrou do inferno. Lembre-se de como Jesus se fez maldição para que você pudesse receber a bênção. Lembre-se de que a verdade de Cristo liberta, não a obediência à mentira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entenda os tempos. Conheça os motivos. Desafie as mentiras. E ame seus inimigos o suficiente para dizer a verdade.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 16:32:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_tempo_para_o_amor_corajoso</comments>		</item>
		<item>
			<title>Medo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Medo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Medo para Um segredo para viver sem medo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Um segredo para viver sem medo]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:15:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Medo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um segredo para viver sem medo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_segredo_para_viver_sem_medo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Medo para Um segredo para viver sem medo&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Secret to Fearless Living}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmãos, o amor pelo conforto está matando nossa coragem. A prosperidade nos ensina que podemos ter caráter sem conflito, cicatrizes de honra sem sofrimento, medalhas sem guerra. Fé fraca, pouca oração e pequenas distrações se aquecem sob o edredom de tempos fáceis. Cristo tem mais para nos oferecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se consideramos homens como Neemias como pais espirituais, devemos aprender com a coragem deles. No início do livro dele, encontramos um homem chorando, jejuando e orando a Deus enquanto está sentado em um palácio de prosperidade. Ele é copeiro do rei Artaxerxes, que um dia questiona o peso excessivo de seu servo. “Por que não estaria triste o meu semblante”, responde Neemias, “quando a cidade, o lugar dos túmulos de meus pais, está em ruínas, e seus portões foram destruídos pelo fogo?” (Neemias 2:3).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jerusalém está em ruínas, os muros derrubados tijolo por tijolo. Os túmulos de seus antepassados ​​estão expostos à profanação. “O que você está pedindo?”, pergunta o rei (Neemias 2:4). “Se o seu servo conquistou a sua simpatia, mais dias de férias, talvez um aumento, mais tempo para trabalhar remotamente”, respondemos. Uma pena para os exilados que retornam a Jerusalém, mas o que pode fazer um mero copeiro em terra estrangeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias responde: “Se for do agrado do rei, e se o teu servo tiver achado graça aos teus olhos, que me envies a Judá, à cidade dos túmulos de meus pais, para que eu a reconstrua” (Neemias 2:5). De erguer uma taça de vinho a erguer um muro, das iguarias ao perigo, dos palácios à perseguição — a coragem deste homem renuncia ao conforto. E o Senhor de tudo o abençoa. Neemias parte com recursos suficientes, mas precisa de uma coisa que o rei não pode lhe dar: coragem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sambalate, o horonita, e Tobias, o amonita, juntamente com o exército de Samaria, esperam por ele. A reconstrução de Israel os desagrada, os ofende e os enfurece. Neemias não pode fazer o trabalho sozinho — pode o copeiro instigar o povo? Neemias conta a eles como a mão de Deus esteve sobre ele para o bem. Os judeus, sacerdotes, nobres, oficiais e trabalhadores respondem em uníssono: “Vamos nos levantar e construir” (Neemias 2:18). E com isso, Neemias se torna um homem marcado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que as brechas no muro começam a se fechar, a oposição aberta aumenta. Neemias e Israel se vestem como homens para a ação e elevam orações aos céus como crianças indefesas, implorando por proteção contra aqueles que tentariam impedir a obra por todos os meios necessários. A ameaça está sempre presente; eles permanecem sempre em alerta. “Aqueles que carregavam fardos eram carregados de tal maneira que cada um trabalhava com uma mão e segurava sua arma com a outra. E cada um dos construtores tinha a sua espada cingida ao lado enquanto construía” (Neemias 4:17-18). Neemias relata: “Nem eu, nem meus irmãos, nem meus servos, nem os homens da guarda que me seguiam, nenhum de nós tirou as nossas vestes; cada um manteve a sua arma à sua mão direita” (Neemias 4:23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Psicologia da Coragem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega a hora de Neemias ser testado interiormente. O inimigo lança uma guerra psicológica, tentando intimidar Neemias e o povo para que se submetam. Eles têm um espião perto de Neemias: Semaías, filho de Delaías. Ele disse a Neemias: &amp;quot;Vamos nos encontrar na casa de Deus, dentro do templo.&amp;quot; Vamos fechar as portas do templo, pois eles estão vindo para matar vocês. Eles virão para matar você à noite” (Neemias 6:10).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias registrou sua própria resposta: “Mas eu disse: ‘Porventura um homem como eu deveria fugir? E que homem como eu poderia entrar no templo e viver lá? “Não entrarei” (Neemias 6:11). Ele estava pronto para morrer naquele muro, com os irmãos ao seu lado e a espada na mão. Melhor morrer de pé do que agachado com o rabo entre as pernas no templo. Como você teria respondido? Vamos dar uma olhada em sua mente para ajudar homens excessivamente cautelosos a escolherem a coragem em vez da covardia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Saiba quem você é.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Deveria ''um homem como eu'' fugir? (Neemias 6:11)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coragem de Neemias se alimenta de uma visão — uma confiança inabalável em quem ele é por causa de quem é o seu Deus — para que ele possa enfrentar o momento de medo. Deus o escolheu para começar a reconstrução. Deus o enviou do palácio para esse propósito. Será que um homem assim, com um Deus assim, deveria fugir agora?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor o fez líder deles. Se os outros fugirem, ele não poderá fugir. Há ocasiões em que os piedosos devem fugir do perigo (Mateus 10:23), mas Neemias sabia que esse não era o seu chamado. O Deus do céu colocou esta obra em seu coração (Neemias 2:12). Deus estava com ele na obra — ele veria o muro concluído ou morreria construindo-o. Além disso, ele não ordenou recentemente aos seus homens: &amp;quot;Não tenham medo deles&amp;quot;? “Lembrem-se do Senhor, que é grande e temível, e lutem por seus irmãos, seus filhos, suas filhas, suas esposas e seus lares” (Neemias 4:14). Deveria o homem de Deus, em missão para Deus, agora agir como um covarde e se esconder com medo atrás do altar, sem fé?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem nós deveríamos. Nós, que somos verdadeiros cristãos, somos chamados homens de Deus. O soldado não foge da batalha. O bombeiro não se esconde das chamas. O pastor não foge dos lobos. Como homens de Cristo, caminhamos rumo ao sacrifício e ao risco. Somos filhos do Deus Altíssimo, esposos de suas filhas, pais de almas imortais, peregrinos em território inimigo, homens em missão com um poderoso evangelho. Que não sufoquemos nossas vidas com um amor efeminado pelo conforto. Palácios não são lugar para os filhos de Deus quando há necessidade de construir muros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você sente falta de coragem em casa, na sua comunidade, no momento da provação? ''Conheça a si mesmo.'' Em quem Deus te transformou? A quem você pertence agora? Pergunte: ''Será que alguém como eu deveria fugir?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Cerque-se de homens poderosos.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Quem, como eu, entraria no templo para salvar a sua vida? (Neemias 6:11 NVI)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;No momento da provação, Neemias não se encontra sozinho, mas se reconhece dentro de um esquadrão destemido. Neemias reconstrói o muro para defender os túmulos de seus antepassados, mas esses túmulos também o defendem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Neemias pergunta, &amp;lt;i&amp;gt;Quem, como eu,&amp;lt;/i&amp;gt;  entraria no templo para salvar a própria vida? Seria Daniel? Seria Davi? Seria Josué, Moisés ou Abraão? Será que os irmãos que carregavam suas espadas ao lado dele também o fariam? O assassino Joabe e o usurpador Adonias se esconderam de Salomão no templo para salvar suas vidas (1 Reis 1:50; 2:28). Mas Neemias pertencia a um batalhão superior — um batalhão que se orgulharia dos discípulos, dos mártires e do próprio Messias.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;“Quem anda com os sábios se torna sábio, mas o companheiro dos tolos sofrerá dano” (Provérbios 13:20). Quem permanece ao lado do firme, torna-se firme. Então, quem são seus irmãos? Quem inspira você ao serviço sagrado? Quais irmãos — em sua igreja, em suas Bíblias, em suas biografias — inspiram você a permanecer firme no dia da adversidade? “Não somos &amp;lt;i&amp;gt;daqueles&amp;lt;/i&amp;gt; que retrocedem para a perdição, mas &amp;lt;i&amp;gt;daqueles&amp;lt;/i&amp;gt; que têm fé e preservam suas almas” (Hebreus 10:39).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Não entre!====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coragem surge do conhecimento de quem você é, de a quem você pertence e com que tipo de companhias você convive. O momento do teste não é o ideal para responder quem você é ou a quem pertence.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a voz convida você para a pornografia, o compromisso, a desonestidade, o roubo, o adultério, o abandono de Cristo — quando essa voz promete segurança, conforto e facilidade — lembre-se de quem você é e a quem você pertence. Não hesite; não recue; não se acovarde. Prepare-se agora. Deus prometeu estar conosco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que podemos fazer agora? Conheça a si mesmo agora. Conheça Jesus agora. Obtenha uma visão clara das Escrituras sobre a grandeza de Deus. Escute a sua voz calma e suave que o guia para fora do seu palácio de confortos, em direção às dificuldades. Livre-se do gosto pelo conforto. Discipline o seu corpo; jejue; vá falar de Cristo aos vizinhos. Estude a vida dos leões — homens habitados pelo Espírito de Deus — e caça em seu bando. Descubra o que significa para você ser irmão de Cristo e filho de Deus. Saia pelo mundo, viva para Jesus e faça isso em meio a uma multidão de testemunhas na terra e no céu. Vire a espada contra tudo que o desagrada em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decida agora — com a ajuda de Deus — “Eu construirei, eu lutarei, mas não entrarei — Deus está comigo!”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:15:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_segredo_para_viver_sem_medo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um segredo para viver sem medo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_segredo_para_viver_sem_medo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Secret to Fearless Living}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmãos, o amor pelo conforto está matando nossa coragem. A prosperidade nos ensina que podemos ter caráter sem conflito, cicatrizes de honra sem sofrimento, medalhas sem guerra. Fé fraca, pouca oração e pequenas distrações se aquecem sob o edredom de tempos fáceis. Cristo tem mais para nos oferecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se consideramos homens como Neemias como pais espirituais, devemos aprender com a coragem deles. No início do livro dele, encontramos um homem chorando, jejuando e orando a Deus enquanto está sentado em um palácio de prosperidade. Ele é copeiro do rei Artaxerxes, que um dia questiona o peso excessivo de seu servo. “Por que não estaria triste o meu semblante”, responde Neemias, “quando a cidade, o lugar dos túmulos de meus pais, está em ruínas, e seus portões foram destruídos pelo fogo?” (Neemias 2:3).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jerusalém está em ruínas, os muros derrubados tijolo por tijolo. Os túmulos de seus antepassados ​​estão expostos à profanação. “O que você está pedindo?”, pergunta o rei (Neemias 2:4). “Se o seu servo conquistou a sua simpatia, mais dias de férias, talvez um aumento, mais tempo para trabalhar remotamente”, respondemos. Uma pena para os exilados que retornam a Jerusalém, mas o que pode fazer um mero copeiro em terra estrangeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias responde: “Se for do agrado do rei, e se o teu servo tiver achado graça aos teus olhos, que me envies a Judá, à cidade dos túmulos de meus pais, para que eu a reconstrua” (Neemias 2:5). De erguer uma taça de vinho a erguer um muro, das iguarias ao perigo, dos palácios à perseguição — a coragem deste homem renuncia ao conforto. E o Senhor de tudo o abençoa. Neemias parte com recursos suficientes, mas precisa de uma coisa que o rei não pode lhe dar: coragem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sambalate, o horonita, e Tobias, o amonita, juntamente com o exército de Samaria, esperam por ele. A reconstrução de Israel os desagrada, os ofende e os enfurece. Neemias não pode fazer o trabalho sozinho — pode o copeiro instigar o povo? Neemias conta a eles como a mão de Deus esteve sobre ele para o bem. Os judeus, sacerdotes, nobres, oficiais e trabalhadores respondem em uníssono: “Vamos nos levantar e construir” (Neemias 2:18). E com isso, Neemias se torna um homem marcado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que as brechas no muro começam a se fechar, a oposição aberta aumenta. Neemias e Israel se vestem como homens para a ação e elevam orações aos céus como crianças indefesas, implorando por proteção contra aqueles que tentariam impedir a obra por todos os meios necessários. A ameaça está sempre presente; eles permanecem sempre em alerta. “Aqueles que carregavam fardos eram carregados de tal maneira que cada um trabalhava com uma mão e segurava sua arma com a outra. E cada um dos construtores tinha a sua espada cingida ao lado enquanto construía” (Neemias 4:17-18). Neemias relata: “Nem eu, nem meus irmãos, nem meus servos, nem os homens da guarda que me seguiam, nenhum de nós tirou as nossas vestes; cada um manteve a sua arma à sua mão direita” (Neemias 4:23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Psicologia da Coragem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega a hora de Neemias ser testado interiormente. O inimigo lança uma guerra psicológica, tentando intimidar Neemias e o povo para que se submetam. Eles têm um espião perto de Neemias: Semaías, filho de Delaías. Ele disse a Neemias: &amp;quot;Vamos nos encontrar na casa de Deus, dentro do templo.&amp;quot; Vamos fechar as portas do templo, pois eles estão vindo para matar vocês. Eles virão para matar você à noite” (Neemias 6:10).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias registrou sua própria resposta: “Mas eu disse: ‘Porventura um homem como eu deveria fugir? E que homem como eu poderia entrar no templo e viver lá? “Não entrarei” (Neemias 6:11). Ele estava pronto para morrer naquele muro, com os irmãos ao seu lado e a espada na mão. Melhor morrer de pé do que agachado com o rabo entre as pernas no templo. Como você teria respondido? Vamos dar uma olhada em sua mente para ajudar homens excessivamente cautelosos a escolherem a coragem em vez da covardia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Saiba quem você é.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Deveria ''um homem como eu'' fugir? (Neemias 6:11)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coragem de Neemias se alimenta de uma visão — uma confiança inabalável em quem ele é por causa de quem é o seu Deus — para que ele possa enfrentar o momento de medo. Deus o escolheu para começar a reconstrução. Deus o enviou do palácio para esse propósito. Será que um homem assim, com um Deus assim, deveria fugir agora?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor o fez líder deles. Se os outros fugirem, ele não poderá fugir. Há ocasiões em que os piedosos devem fugir do perigo (Mateus 10:23), mas Neemias sabia que esse não era o seu chamado. O Deus do céu colocou esta obra em seu coração (Neemias 2:12). Deus estava com ele na obra — ele veria o muro concluído ou morreria construindo-o. Além disso, ele não ordenou recentemente aos seus homens: &amp;quot;Não tenham medo deles&amp;quot;? “Lembrem-se do Senhor, que é grande e temível, e lutem por seus irmãos, seus filhos, suas filhas, suas esposas e seus lares” (Neemias 4:14). Deveria o homem de Deus, em missão para Deus, agora agir como um covarde e se esconder com medo atrás do altar, sem fé?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem nós deveríamos. Nós, que somos verdadeiros cristãos, somos chamados homens de Deus. O soldado não foge da batalha. O bombeiro não se esconde das chamas. O pastor não foge dos lobos. Como homens de Cristo, caminhamos rumo ao sacrifício e ao risco. Somos filhos do Deus Altíssimo, esposos de suas filhas, pais de almas imortais, peregrinos em território inimigo, homens em missão com um poderoso evangelho. Que não sufoquemos nossas vidas com um amor efeminado pelo conforto. Palácios não são lugar para os filhos de Deus quando há necessidade de construir muros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você sente falta de coragem em casa, na sua comunidade, no momento da provação? ''Conheça a si mesmo.'' Em quem Deus te transformou? A quem você pertence agora? Pergunte: ''Será que alguém como eu deveria fugir?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt;Cerque-se de homens poderosos.&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Quem, como eu, entraria no templo para salvar a sua vida? (Neemias 6:11 NVI)&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;No momento da provação, Neemias não se encontra sozinho, mas se reconhece dentro de um esquadrão destemido. Neemias reconstrói o muro para defender os túmulos de seus antepassados, mas esses túmulos também o defendem.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Neemias pergunta, &amp;lt;i&amp;gt;Quem, como eu,&amp;lt;/i&amp;gt;  entraria no templo para salvar a própria vida? Seria Daniel? Seria Davi? Seria Josué, Moisés ou Abraão? Será que os irmãos que carregavam suas espadas ao lado dele também o fariam? O assassino Joabe e o usurpador Adonias se esconderam de Salomão no templo para salvar suas vidas (1 Reis 1:50; 2:28). Mas Neemias pertencia a um batalhão superior — um batalhão que se orgulharia dos discípulos, dos mártires e do próprio Messias.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;“Quem anda com os sábios se torna sábio, mas o companheiro dos tolos sofrerá dano” (Provérbios 13:20). Quem permanece ao lado do firme, torna-se firme. Então, quem são seus irmãos? Quem inspira você ao serviço sagrado? Quais irmãos — em sua igreja, em suas Bíblias, em suas biografias — inspiram você a permanecer firme no dia da adversidade? “Não somos &amp;lt;i&amp;gt;daqueles&amp;lt;/i&amp;gt; que retrocedem para a perdição, mas &amp;lt;i&amp;gt;daqueles&amp;lt;/i&amp;gt; que têm fé e preservam suas almas” (Hebreus 10:39).&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Não entre!====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coragem surge do conhecimento de quem você é, de a quem você pertence e com que tipo de companhias você convive. O momento do teste não é o ideal para responder quem você é ou a quem pertence.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a voz convida você para a pornografia, o compromisso, a desonestidade, o roubo, o adultério, o abandono de Cristo — quando essa voz promete segurança, conforto e facilidade — lembre-se de quem você é e a quem você pertence. Não hesite; não recue; não se acovarde. Prepare-se agora. Deus prometeu estar conosco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que podemos fazer agora? Conheça a si mesmo agora. Conheça Jesus agora. Obtenha uma visão clara das Escrituras sobre a grandeza de Deus. Escute a sua voz calma e suave que o guia para fora do seu palácio de confortos, em direção às dificuldades. Livre-se do gosto pelo conforto. Discipline o seu corpo; jejue; vá falar de Cristo aos vizinhos. Estude a vida dos leões — homens habitados pelo Espírito de Deus — e caça em seu bando. Descubra o que significa para você ser irmão de Cristo e filho de Deus. Saia pelo mundo, viva para Jesus e faça isso em meio a uma multidão de testemunhas na terra e no céu. Vire a espada contra tudo que o desagrada em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decida agora — com a ajuda de Deus — “Eu construirei, eu lutarei, mas não entrarei — Deus está comigo!”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:14:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_segredo_para_viver_sem_medo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Um segredo para viver sem medo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Um_segredo_para_viver_sem_medo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|A Secret to Fearless Living}}&amp;lt;br&amp;gt;  Irmãos, o amor pelo conforto está matando nossa coragem. A prosperidade nos ensina que podemos ter caráter sem conflito, cicatri...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Secret to Fearless Living}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmãos, o amor pelo conforto está matando nossa coragem. A prosperidade nos ensina que podemos ter caráter sem conflito, cicatrizes de honra sem sofrimento, medalhas sem guerra. Fé fraca, pouca oração e pequenas distrações se aquecem sob o edredom de tempos fáceis. Cristo tem mais para nos oferecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se consideramos homens como Neemias como pais espirituais, devemos aprender com a coragem deles. No início do livro dele, encontramos um homem chorando, jejuando e orando a Deus enquanto está sentado em um palácio de prosperidade. Ele é copeiro do rei Artaxerxes, que um dia questiona o peso excessivo de seu servo. “Por que não estaria triste o meu semblante”, responde Neemias, “quando a cidade, o lugar dos túmulos de meus pais, está em ruínas, e seus portões foram destruídos pelo fogo?” (Neemias 2:3).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jerusalém está em ruínas, os muros derrubados tijolo por tijolo. Os túmulos de seus antepassados ​​estão expostos à profanação. “O que você está pedindo?”, pergunta o rei (Neemias 2:4). “Se o seu servo conquistou a sua simpatia, mais dias de férias, talvez um aumento, mais tempo para trabalhar remotamente”, respondemos. Uma pena para os exilados que retornam a Jerusalém, mas o que pode fazer um mero copeiro em terra estrangeira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias responde: “Se for do agrado do rei, e se o teu servo tiver achado graça aos teus olhos, que me envies a Judá, à cidade dos túmulos de meus pais, para que eu a reconstrua” (Neemias 2:5). De erguer uma taça de vinho a erguer um muro, das iguarias ao perigo, dos palácios à perseguição — a coragem deste homem renuncia ao conforto. E o Senhor de tudo o abençoa. Neemias parte com recursos suficientes, mas precisa de uma coisa que o rei não pode lhe dar: coragem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sambalate, o horonita, e Tobias, o amonita, juntamente com o exército de Samaria, esperam por ele. A reconstrução de Israel os desagrada, os ofende e os enfurece. Neemias não pode fazer o trabalho sozinho — pode o copeiro instigar o povo? Neemias conta a eles como a mão de Deus esteve sobre ele para o bem. Os judeus, sacerdotes, nobres, oficiais e trabalhadores respondem em uníssono: “Vamos nos levantar e construir” (Neemias 2:18). E com isso, Neemias se torna um homem marcado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que as brechas no muro começam a se fechar, a oposição aberta aumenta. Neemias e Israel se vestem como homens para a ação e elevam orações aos céus como crianças indefesas, implorando por proteção contra aqueles que tentariam impedir a obra por todos os meios necessários. A ameaça está sempre presente; eles permanecem sempre em alerta. “Aqueles que carregavam fardos eram carregados de tal maneira que cada um trabalhava com uma mão e segurava sua arma com a outra. E cada um dos construtores tinha a sua espada cingida ao lado enquanto construía” (Neemias 4:17-18). Neemias relata: “Nem eu, nem meus irmãos, nem meus servos, nem os homens da guarda que me seguiam, nenhum de nós tirou as nossas vestes; cada um manteve a sua arma à sua mão direita” (Neemias 4:23).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Psicologia da Coragem====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chega a hora de Neemias ser testado interiormente. O inimigo lança uma guerra psicológica, tentando intimidar Neemias e o povo para que se submetam. Eles têm um espião perto de Neemias: Semaías, filho de Delaías. Ele disse a Neemias: &amp;quot;Vamos nos encontrar na casa de Deus, dentro do templo.&amp;quot; Vamos fechar as portas do templo, pois eles estão vindo para matar vocês. Eles virão para matar você à noite” (Neemias 6:10).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias registrou sua própria resposta: “Mas eu disse: ‘Porventura um homem como eu deveria fugir? E que homem como eu poderia entrar no templo e viver lá? “Não entrarei” (Neemias 6:11). Ele estava pronto para morrer naquele muro, com os irmãos ao seu lado e a espada na mão. Melhor morrer de pé do que agachado com o rabo entre as pernas no templo. Como você teria respondido? Vamos dar uma olhada em sua mente para ajudar homens excessivamente cautelosos a escolherem a coragem em vez da covardia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Saiba quem você é.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Deveria ''um homem como eu'' fugir? (Neemias 6:11)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coragem de Neemias se alimenta de uma visão — uma confiança inabalável em quem ele é por causa de quem é o seu Deus — para que ele possa enfrentar o momento de medo. Deus o escolheu para começar a reconstrução. Deus o enviou do palácio para esse propósito. Será que um homem assim, com um Deus assim, deveria fugir agora?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor o fez líder deles. Se os outros fugirem, ele não poderá fugir. Há ocasiões em que os piedosos devem fugir do perigo (Mateus 10:23), mas Neemias sabia que esse não era o seu chamado. O Deus do céu colocou esta obra em seu coração (Neemias 2:12). Deus estava com ele na obra — ele veria o muro concluído ou morreria construindo-o. Além disso, ele não ordenou recentemente aos seus homens: &amp;quot;Não tenham medo deles&amp;quot;? “Lembrem-se do Senhor, que é grande e temível, e lutem por seus irmãos, seus filhos, suas filhas, suas esposas e seus lares” (Neemias 4:14). Deveria o homem de Deus, em missão para Deus, agora agir como um covarde e se esconder com medo atrás do altar, sem fé?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem nós deveríamos. Nós, que somos verdadeiros cristãos, somos chamados homens de Deus. O soldado não foge da batalha. O bombeiro não se esconde das chamas. O pastor não foge dos lobos. Como homens de Cristo, caminhamos rumo ao sacrifício e ao risco. Somos filhos do Deus Altíssimo, esposos de suas filhas, pais de almas imortais, peregrinos em território inimigo, homens em missão com um poderoso evangelho. Que não sufoquemos nossas vidas com um amor efeminado pelo conforto. Palácios não são lugar para os filhos de Deus quando há necessidade de construir muros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você sente falta de coragem em casa, na sua comunidade, no momento da provação? ''Conheça a si mesmo.'' Em quem Deus te transformou? A quem você pertence agora? Pergunte: ''Será que alguém como eu deveria fugir?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cerque-se de homens poderosos.====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem, como eu, entraria no templo para salvar a sua vida? (Neemias 6:11 NVI)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No momento da provação, Neemias não se encontra sozinho, mas se reconhece dentro de um esquadrão destemido. Neemias reconstrói o muro para defender os túmulos de seus antepassados, mas esses túmulos também o defendem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neemias pergunta, ''Quem, como eu,''  entraria no templo para salvar a própria vida? Seria Daniel? Seria Davi? Seria Josué, Moisés ou Abraão? Será que os irmãos que carregavam suas espadas ao lado dele também o fariam? O assassino Joabe e o usurpador Adonias se esconderam de Salomão no templo para salvar suas vidas (1 Reis 1:50; 2:28). Mas Neemias pertencia a um batalhão superior — um batalhão que se orgulharia dos discípulos, dos mártires e do próprio Messias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Quem anda com os sábios se torna sábio, mas o companheiro dos tolos sofrerá dano” (Provérbios 13:20). Quem permanece ao lado do firme, torna-se firme. Então, quem são seus irmãos? Quem inspira você ao serviço sagrado? Quais irmãos — em sua igreja, em suas Bíblias, em suas biografias — inspiram você a permanecer firme no dia da adversidade? “Não somos ''daqueles'' que retrocedem para a perdição, mas ''daqueles'' que têm fé e preservam suas almas” (Hebreus 10:39).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Não entre!====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coragem surge do conhecimento de quem você é, de a quem você pertence e com que tipo de companhias você convive. O momento do teste não é o ideal para responder quem você é ou a quem pertence.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a voz convida você para a pornografia, o compromisso, a desonestidade, o roubo, o adultério, o abandono de Cristo — quando essa voz promete segurança, conforto e facilidade — lembre-se de quem você é e a quem você pertence. Não hesite; não recue; não se acovarde. Prepare-se agora. Deus prometeu estar conosco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que podemos fazer agora? Conheça a si mesmo agora. Conheça Jesus agora. Obtenha uma visão clara das Escrituras sobre a grandeza de Deus. Escute a sua voz calma e suave que o guia para fora do seu palácio de confortos, em direção às dificuldades. Livre-se do gosto pelo conforto. Discipline o seu corpo; jejue; vá falar de Cristo aos vizinhos. Estude a vida dos leões — homens habitados pelo Espírito de Deus — e caça em seu bando. Descubra o que significa para você ser irmão de Cristo e filho de Deus. Saia pelo mundo, viva para Jesus e faça isso em meio a uma multidão de testemunhas na terra e no céu. Vire a espada contra tudo que o desagrada em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decida agora — com a ajuda de Deus — “Eu construirei, eu lutarei, mas não entrarei — Deus está comigo!”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:12:24 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Um_segredo_para_viver_sem_medo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Mais</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Mais</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Mais para O descanso mais doce que o sono&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[O descanso mais doce que o sono]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:41:28 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Mais</comments>		</item>
		<item>
			<title>O descanso mais doce que o sono</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_descanso_mais_doce_que_o_sono</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Mais para O descanso mais doce que o sono&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Rest Sweeter Than Sleep}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Oração noturna para uma consciência perturbada'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, quando me deito para dormir, uma inquietação paira sobre a minha cama. Uma vaga sensação de inquietação. Uma sensação incômoda de alguma tensão não resolvida. Alguma porta na alma balançando em suas dobradiças. A agitação de uma mente inquieta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao reviver o dia, percebo o motivo. Orações feitas às pressas ou ignoradas. Uma oportunidade de evangelização perdida. Ressentimentos alimentados. Palavras de autopromoção foram se infiltrando nas conversas. O “pedido de oração” que provavelmente era apenas fofoca. Tempo precioso desperdiçado. Incentivos não pensados e não ditos. Como diz o antigo livro de orações: “deixei de fazer o que deveria ter feito e fiz o que não devia ter feito.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Essa foi uma resposta adequada ao seu Deus? Eu me perguntei. Isso era “viver de maneira digna” Dele?'' Às vezes, adormeço com essas perguntas sem resposta, inquieto e cheio de remorso, mas cansado o suficiente para sucumbir ao sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nem sempre. Há alguns anos atrás, encontrei uma ajuda inesperada no poema de um pastor falecido há muito tempo, que sentia a mesma culpa, mas encontrou em Jesus um descanso muito mais doce do que o sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====“Even-Song”====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poema “Even-Song” (Vésperas), de George Herbert (1593-1633), encerra uma série de três poemas de sua coletânea The Temple, que começa com “Mattens” e continua com “Sinne (II)”. Os títulos “Mattens” e “Even-Song” referem-se a orações matinais e noturnas na igreja anglicana. E “Sinne”, bem, esse resume bem o que costuma acontecer entre as orações da manhã e da noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Even-Song” não é uma oração para todas as noites. Herbert não parte do princípio de que sempre terminamos o dia cheios de remorso, com o pecado tendo destruído as resoluções do dia. Mas ele parte do princípio de que, às vezes, isso acontece e que, muitas vezes, até mesmo os cristãos mais fiéis se ajoelham ao lado de suas camas, desejando profundamente ter agido de uma maneira mais digna de seu Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que dizemos no final desses dias, quando sentimos o abismo entre a bondade de Deus e nossa resposta indigna? Mais de uma vez, “Even-Song” me acompanhou ao lado da cama, trazendo clareza e consolo à minha consciência conturbada. Tornou-se um fiel companheiro noturno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====À medida que a noite se aproxima====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Bendito seja o Deus de amor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quem nos deu olhos, luz e força neste dia,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tanto para trabalhar quanto para se divertir.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas muito mais bendito seja Deus no alto,&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quem me deu apenas a visão&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O que Ele negou para si mesmo:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pois quando Ele vê meus caminhos, eu morro:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas eu tenho o Filho Dele e Ele não tem nenhum.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “À medida que a noite se aproxima”, Herbert olha para trás, relembrando as dádivas matinais de Deus: “olhos, luz e força neste dia, / Tanto para trabalhar quanto para se divertir”. Nosso Pai, sendo o “Deus de amor” que é, abre os tesouros do seu coração desde o primeiro momento do dia. Como celebra Herbert em “Mattens”: “Não consigo abrir meus olhos, / Mas tu estás pronto para acolher, / Minha alma matinal e sacrifício”, “Teu é o dia”, diz o salmista (Salmo 74:16, NAA). E Herbert, rodeado pelas dádivas de Deus, sente isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pecadores como nós, porém, há um dom que se destaca acima de todos os outros. O Deus que nos dá “olhos e luz” para os trabalhos do dia também nos concede outro tipo de visão: “Que a si mesmo negou: / Pois quando Ele vê meus caminhos, eu morro”. Fazendo alusão ao Salmo 130:3, Herbert lembra que Deus, em Cristo, não “registra” nossas iniquidades, mesmo quando nós o fazemos; em certo sentido, Ele não vê os pecados que nós vemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por quê? Porque “eu tenho o Filho Dele e Ele não tem nenhum”. Deus entregou Seu Filho na cruz e, ao mesmo tempo, entregou o sol que, de outra forma, brilharia sobre nossa culpa. Jesus enterrou nossos pecados nas trevas na sexta-feira santa e, no domingo de páscoa, eles não ressuscitaram com Ele. E então, na glória do evangelho, Deus não “lembra” mais os pecados do seu povo (Hebreus 8:12), Ele não os vê mais. Eles estão enterrados, escondidos, invisíveis, guardados para sempre na escuridão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles nem sempre parecem enterrados, escondidos, invisíveis. E então, Herbert nos leva de volta à sua “mente conturbada”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Mente conturbada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O que eu trouxe para casa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em troca por esse Teu amor? Será que já saldei a dívida,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que favor trouxe este dia?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu corri, mas tudo o que trouxe foi espuma.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Tua alimentação, cuidado e sacrifício&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acabam em bolhas, bolas de vento;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De vento para ti, a quem eu ofendi,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas bolas de fogo desordenadas para minha mente conturbada.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um bom pai, Deus nos recebe com benevolência todas as manhãs; sua “alimentação, cuidado e sacrifício” nos fazem iniciar o dia fortalecidos e renovados. Mas, com demasiada frequência, ao nos aproximarmos de casa à noite, remexemos nos bolsos, perguntando-nos como é que levamos tanta coisa e trouxemos tão pouco. “O que eu trouxe para casa?”, pergunta Herbert. “Eu corri, mas tudo o que trouxe foi espuma” ou, algumas linhas depois: “bolhas, bolas de vento”. Tolices sem importância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar-se de Deus com as mãos vazias pode não incomodar aqueles que são apenas nominalmente religiosos, aos quais pouco importa se agradam a Deus ou não. Mas, para aqueles que experimentaram a bondade de Deus e viram na cruz o preço que foi pago, esse vento pode se tornar “bolas de fogo desordenadas para minha mente conturbada”. O sol se pôs sobre os arrependimentos do dia, sem tempo agora para remediá-los, deixando-nos com a alma ferida por espinhos. Um travesseiro de remorso. Uma consciência ardendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em noites como estas, há a simples tentativa de dormir para esquecer a culpa. Outros buscam racionalizar. Outros, ainda, oram, mas não de forma a apagar as chamas em suas mentes. O que Herbert faz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Fechando nossos olhos cansados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;E, no entanto, Tu continuas,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E agora a escuridão envolve teus olhos cansados,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dizendo ao homem: ”''já basta''”:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descanse agora: “''teu trabalho está concluído''”.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim, na Tua caixa de ébano&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu nos cercas, até o dia&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em que seremos redimidos,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E dar novas engrenagens aos nossos relógios desajustados.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Herbert, com um fogo intenso consumindo sua mente atribulada, volta-se para Deus e diz: “E, no entanto, Tu continuas”. O “Deus de amor” ainda tem mais amor reservado, mais graça para oferecer. Ele começou o dia dando-nos “olhos, e agora, à medida que a noite envolve nossas almas sobrecarregadas, Ele “cobre os olhos cansados com a escuridão”. E não apenas com o sono: Deus, em sua misericórdia, faz com que não vejamos nossos pecados, assim como Ele, em Cristo, já “fechou” os Seus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Deus fecha as pálpebras da alma, fazendo com que ela não veja os pecados confessados do dia, Herbert o imagina “dizendo ao homem: já basta / Descanse agora: teu trabalho está concluído”. Em resposta aos nossos arrependimentos de fim de dia, quando estamos exaustos, Deus não nos dá mais trabalho, mas descanso. Nosso trabalho, por mais insignificante que seja, pode ser realizado ao fim do dia porque a obra perfeita de redenção de Deus já está consumada (João 19:30; Hebreus 10:12-14). E nós, pela fé, “temos o Filho Dele”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, Deus nos “coloca” em “Tua caixa de ébano”, certamente uma referência a um caixão. Os escritores bíblicos viam o sono como uma imagem da morte cristã (João 11:11; 1 Tessalonicenses 4:14), e Herbert, explorando esse tema, trata a noite como um ensaio diário para o momento em que nosso caixão de ébano será feito de madeira e não de noite. Naquele último crepúsculo, alguns dos verdadeiros filhos de Deus, como o cristão em “O progresso do peregrino”, olharão para trás e perguntarão, com dor: “O que eu trouxe para casa / Em troca por esse Teu amor?”. Nossas noites conturbadas nos ensinam como responder a essa pergunta, preparando-nos para repousar em paz em nosso leito final, enquanto aguardamos que Deus feche nossos olhos, nos faça adormecer e nos guarde para o dia da ressurreição, no qual “seremos redimidos”, que nos ressuscitará sem pecado e inteiros, filhos da manhã eterna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até lá, viveremos como relógios antigos, “relógios desajustados” cujos ponteiros das horas e dos minutos começam o dia alinhados com Deus, mas muitas vezes vão se desviando lentamente. E todas as manhãs, Deus nos renova, por mais desorientados que estejamos depois do dia anterior e, mais uma vez, nos dá forças para seguir em frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O descanso mais profundo que o sono====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Eu me pergunto: o que demonstra mais amor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O dia ou a noite: eis a tempestade, eis o porto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aquele é o caminho, e este é o caramanchão;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ou aquele o jardim, este o bosque.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Meu Deus, Tu és todo amor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nem um único minuto escapa ao teu coração,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas traz uma bênção do alto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E nesse amor, mais do que na cama, eu descanso.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que Deus nos conduz da manhã à noite, passamos de graça em graça, de misericórdia em misericórdia, de bondade em bondade. No final do poema, Herbert reflete sobre qual dos dois, o dia ou a noite, “demonstra mais amor”: a tempestade que nos leva pelas águas do dia, ou o porto que nos acolhe na costa da noite? A caminhada que nos conduz pelas tarefas do dia, ou o caramanchão que nos acolhe para o descanso noturno? O jardim da força durante o dia ou o bosque do perdão à noite?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é possível responder essa pergunta. Em Cristo, Deus nos dá força para trabalhar para Ele e nos concede o perdão para descansarmos Nele. Ambos têm seu encanto particular, os filhos de Deus valorizam os dois. E assim, “nem um único minuto escapa ao teu coração, / mas traz uma bênção do alto”. Não há um único minuto do dia que não seja embelezado pelo amor de Deus, seja o amor do dia ou o amor da noite, o amor que fortalece ou o amor que perdoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Herbert encerra com: “e nesse amor, mais do que na cama, eu descanso”. Em Jesus, encontramos um descanso mais profundo do que o nosso descanso, um travesseiro sob o nosso travesseiro, o conforto da alma envolvendo o conforto do sono. Tal descanso e conforto dependem, em última análise, não do que oferecemos a Deus (embora ansiemos por lhe dar cada vez mais), mas do que Ele nos concedeu: “Seu Filho”. E assim, até mesmo a frustração e a sensação de futilidade que sentimos ao final do dia podem se tornar uma bênção, conduzindo-nos a um descanso mais profundo do que o sono pode proporcionar.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:41:28 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_descanso_mais_doce_que_o_sono</comments>		</item>
		<item>
			<title>O descanso mais doce que o sono</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_descanso_mais_doce_que_o_sono</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|A Rest Sweeter Than Sleep}}&amp;lt;br&amp;gt;  '''Oração noturna para uma consciência perturbada'''  Às vezes, quando me deito para dormir, uma inquietação paira sobre a minh...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|A Rest Sweeter Than Sleep}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Oração noturna para uma consciência perturbada'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, quando me deito para dormir, uma inquietação paira sobre a minha cama. Uma vaga sensação de inquietação. Uma sensação incômoda de alguma tensão não resolvida. Alguma porta na alma balançando em suas dobradiças. A agitação de uma mente inquieta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao reviver o dia, percebo o motivo. Orações feitas às pressas ou ignoradas. Uma oportunidade de evangelização perdida. Ressentimentos alimentados. Palavras de autopromoção foram se infiltrando nas conversas. O “pedido de oração” que provavelmente era apenas fofoca. Tempo precioso desperdiçado. Incentivos não pensados e não ditos. Como diz o antigo livro de orações: “deixei de fazer o que deveria ter feito e fiz o que não devia ter feito.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Essa foi uma resposta adequada ao seu Deus? Eu me perguntei. Isso era “viver de maneira digna” Dele?'' Às vezes, adormeço com essas perguntas sem resposta, inquieto e cheio de remorso, mas cansado o suficiente para sucumbir ao sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nem sempre. Há alguns anos atrás, encontrei uma ajuda inesperada no poema de um pastor falecido há muito tempo, que sentia a mesma culpa, mas encontrou em Jesus um descanso muito mais doce do que o sono.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====“Even-Song”====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poema “Even-Song” (Vésperas), de George Herbert (1593-1633), encerra uma série de três poemas de sua coletânea The Temple, que começa com “Mattens” e continua com “Sinne (II)”. Os títulos “Mattens” e “Even-Song” referem-se a orações matinais e noturnas na igreja anglicana. E “Sinne”, bem, esse resume bem o que costuma acontecer entre as orações da manhã e da noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Even-Song” não é uma oração para todas as noites. Herbert não parte do princípio de que sempre terminamos o dia cheios de remorso, com o pecado tendo destruído as resoluções do dia. Mas ele parte do princípio de que, às vezes, isso acontece e que, muitas vezes, até mesmo os cristãos mais fiéis se ajoelham ao lado de suas camas, desejando profundamente ter agido de uma maneira mais digna de seu Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que dizemos no final desses dias, quando sentimos o abismo entre a bondade de Deus e nossa resposta indigna? Mais de uma vez, “Even-Song” me acompanhou ao lado da cama, trazendo clareza e consolo à minha consciência conturbada. Tornou-se um fiel companheiro noturno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====À medida que a noite se aproxima====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Bendito seja o Deus de amor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quem nos deu olhos, luz e força neste dia,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tanto para trabalhar quanto para se divertir.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas muito mais bendito seja Deus no alto,&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quem me deu apenas a visão&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O que Ele negou para si mesmo:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pois quando Ele vê meus caminhos, eu morro:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas eu tenho o Filho Dele e Ele não tem nenhum.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em “À medida que a noite se aproxima”, Herbert olha para trás, relembrando as dádivas matinais de Deus: “olhos, luz e força neste dia, / Tanto para trabalhar quanto para se divertir”. Nosso Pai, sendo o “Deus de amor” que é, abre os tesouros do seu coração desde o primeiro momento do dia. Como celebra Herbert em “Mattens”: “Não consigo abrir meus olhos, / Mas tu estás pronto para acolher, / Minha alma matinal e sacrifício”, “Teu é o dia”, diz o salmista (Salmo 74:16, NAA). E Herbert, rodeado pelas dádivas de Deus, sente isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pecadores como nós, porém, há um dom que se destaca acima de todos os outros. O Deus que nos dá “olhos e luz” para os trabalhos do dia também nos concede outro tipo de visão: “Que a si mesmo negou: / Pois quando Ele vê meus caminhos, eu morro”. Fazendo alusão ao Salmo 130:3, Herbert lembra que Deus, em Cristo, não “registra” nossas iniquidades, mesmo quando nós o fazemos; em certo sentido, Ele não vê os pecados que nós vemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por quê? Porque “eu tenho o Filho Dele e Ele não tem nenhum”. Deus entregou Seu Filho na cruz e, ao mesmo tempo, entregou o sol que, de outra forma, brilharia sobre nossa culpa. Jesus enterrou nossos pecados nas trevas na sexta-feira santa e, no domingo de páscoa, eles não ressuscitaram com Ele. E então, na glória do evangelho, Deus não “lembra” mais os pecados do seu povo (Hebreus 8:12), Ele não os vê mais. Eles estão enterrados, escondidos, invisíveis, guardados para sempre na escuridão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles nem sempre parecem enterrados, escondidos, invisíveis. E então, Herbert nos leva de volta à sua “mente conturbada”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Mente conturbada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O que eu trouxe para casa&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em troca por esse Teu amor? Será que já saldei a dívida,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que favor trouxe este dia?&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu corri, mas tudo o que trouxe foi espuma.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Tua alimentação, cuidado e sacrifício&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acabam em bolhas, bolas de vento;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
De vento para ti, a quem eu ofendi,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas bolas de fogo desordenadas para minha mente conturbada.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um bom pai, Deus nos recebe com benevolência todas as manhãs; sua “alimentação, cuidado e sacrifício” nos fazem iniciar o dia fortalecidos e renovados. Mas, com demasiada frequência, ao nos aproximarmos de casa à noite, remexemos nos bolsos, perguntando-nos como é que levamos tanta coisa e trouxemos tão pouco. “O que eu trouxe para casa?”, pergunta Herbert. “Eu corri, mas tudo o que trouxe foi espuma” ou, algumas linhas depois: “bolhas, bolas de vento”. Tolices sem importância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aproximar-se de Deus com as mãos vazias pode não incomodar aqueles que são apenas nominalmente religiosos, aos quais pouco importa se agradam a Deus ou não. Mas, para aqueles que experimentaram a bondade de Deus e viram na cruz o preço que foi pago, esse vento pode se tornar “bolas de fogo desordenadas para minha mente conturbada”. O sol se pôs sobre os arrependimentos do dia, sem tempo agora para remediá-los, deixando-nos com a alma ferida por espinhos. Um travesseiro de remorso. Uma consciência ardendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em noites como estas, há a simples tentativa de dormir para esquecer a culpa. Outros buscam racionalizar. Outros, ainda, oram, mas não de forma a apagar as chamas em suas mentes. O que Herbert faz?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Fechando nossos olhos cansados====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;E, no entanto, Tu continuas,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E agora a escuridão envolve teus olhos cansados,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dizendo ao homem: ”''já basta''”:&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Descanse agora: “''teu trabalho está concluído''”.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim, na Tua caixa de ébano&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tu nos cercas, até o dia&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em que seremos redimidos,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E dar novas engrenagens aos nossos relógios desajustados.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Herbert, com um fogo intenso consumindo sua mente atribulada, volta-se para Deus e diz: “E, no entanto, Tu continuas”. O “Deus de amor” ainda tem mais amor reservado, mais graça para oferecer. Ele começou o dia dando-nos “olhos, e agora, à medida que a noite envolve nossas almas sobrecarregadas, Ele “cobre os olhos cansados com a escuridão”. E não apenas com o sono: Deus, em sua misericórdia, faz com que não vejamos nossos pecados, assim como Ele, em Cristo, já “fechou” os Seus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto Deus fecha as pálpebras da alma, fazendo com que ela não veja os pecados confessados do dia, Herbert o imagina “dizendo ao homem: já basta / Descanse agora: teu trabalho está concluído”. Em resposta aos nossos arrependimentos de fim de dia, quando estamos exaustos, Deus não nos dá mais trabalho, mas descanso. Nosso trabalho, por mais insignificante que seja, pode ser realizado ao fim do dia porque a obra perfeita de redenção de Deus já está consumada (João 19:30; Hebreus 10:12-14). E nós, pela fé, “temos o Filho Dele”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, Deus nos “coloca” em “Tua caixa de ébano”, certamente uma referência a um caixão. Os escritores bíblicos viam o sono como uma imagem da morte cristã (João 11:11; 1 Tessalonicenses 4:14), e Herbert, explorando esse tema, trata a noite como um ensaio diário para o momento em que nosso caixão de ébano será feito de madeira e não de noite. Naquele último crepúsculo, alguns dos verdadeiros filhos de Deus, como o cristão em “O progresso do peregrino”, olharão para trás e perguntarão, com dor: “O que eu trouxe para casa / Em troca por esse Teu amor?”. Nossas noites conturbadas nos ensinam como responder a essa pergunta, preparando-nos para repousar em paz em nosso leito final, enquanto aguardamos que Deus feche nossos olhos, nos faça adormecer e nos guarde para o dia da ressurreição, no qual “seremos redimidos”, que nos ressuscitará sem pecado e inteiros, filhos da manhã eterna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até lá, viveremos como relógios antigos, “relógios desajustados” cujos ponteiros das horas e dos minutos começam o dia alinhados com Deus, mas muitas vezes vão se desviando lentamente. E todas as manhãs, Deus nos renova, por mais desorientados que estejamos depois do dia anterior e, mais uma vez, nos dá forças para seguir em frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O descanso mais profundo que o sono====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Eu me pergunto: o que demonstra mais amor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
O dia ou a noite: eis a tempestade, eis o porto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aquele é o caminho, e este é o caramanchão;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ou aquele o jardim, este o bosque.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Meu Deus, Tu és todo amor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Nem um único minuto escapa ao teu coração,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas traz uma bênção do alto;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E nesse amor, mais do que na cama, eu descanso.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que Deus nos conduz da manhã à noite, passamos de graça em graça, de misericórdia em misericórdia, de bondade em bondade. No final do poema, Herbert reflete sobre qual dos dois, o dia ou a noite, “demonstra mais amor”: a tempestade que nos leva pelas águas do dia, ou o porto que nos acolhe na costa da noite? A caminhada que nos conduz pelas tarefas do dia, ou o caramanchão que nos acolhe para o descanso noturno? O jardim da força durante o dia ou o bosque do perdão à noite?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é possível responder essa pergunta. Em Cristo, Deus nos dá força para trabalhar para Ele e nos concede o perdão para descansarmos Nele. Ambos têm seu encanto particular, os filhos de Deus valorizam os dois. E assim, “nem um único minuto escapa ao teu coração, / mas traz uma bênção do alto”. Não há um único minuto do dia que não seja embelezado pelo amor de Deus, seja o amor do dia ou o amor da noite, o amor que fortalece ou o amor que perdoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Herbert encerra com: “e nesse amor, mais do que na cama, eu descanso”. Em Jesus, encontramos um descanso mais profundo do que o nosso descanso, um travesseiro sob o nosso travesseiro, o conforto da alma envolvendo o conforto do sono. Tal descanso e conforto dependem, em última análise, não do que oferecemos a Deus (embora ansiemos por lhe dar cada vez mais), mas do que Ele nos concedeu: “Seu Filho”. E assim, até mesmo a frustração e a sensação de futilidade que sentimos ao final do dia podem se tornar uma bênção, conduzindo-nos a um descanso mais profundo do que o sono pode proporcionar.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:32:41 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_descanso_mais_doce_que_o_sono</comments>		</item>
		<item>
			<title>Louvor</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Louvor</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Louvor para Os Sons Estranhos do Louvor&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Os Sons Estranhos do Louvor]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:02:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Louvor</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Sons Estranhos do Louvor</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_Sons_Estranhos_do_Louvor</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Louvor para Os Sons Estranhos do Louvor&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Strange Sounds of Praise}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Uma Introdução aos Salmos Para Quem Sofre'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro dos Salmos é uma coleção de 150 canções antigas de louvor hebraicas que foram compostas por inúmeros escritores ao longo de centenas de anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se de um verdadeiro resumo, mas também está incompleto — lamentavelmente incompleto. Ela deixa de fora a dimensão mais importante do que são os Salmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, vamos explorar rapidamente de onde vieram essas canções, por que elas foram preservadas por milhares de anos e como elas exemplificam, às vezes de maneiras surpreendentes, o que o autor dos Hebreus chama de “adoração aceitável” (Hebreus 12:28). Então seremos capazes de acrescentar uma dimensão crucial ao nosso resumo — e talvez contestar algumas de nossas suposições sobre o que faz a adoração ser “aceitável” aos olhos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Que é Um Salmo?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por quê chamamos os poemas hebraicos de “salmos”? A palavra salmo é uma transliteração do inglês da palavra grega psalmos, que significa “canção.” E psalmos é uma tradução grega do hebraico para “canção.” Essa é uma das maneiras pelas quais sabemos que esses poemas foram escritos para serem cantados. A palavra aparece em muitos títulos dos salmos individuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No meu resumo, me referi à toda a coleção de salmos como “canções de louvor.” Algumas evidentemente correspondem a essa descrição, como o Salmo 135 (“Louvai ao Senhor! Louvai o nome do Senhor...”), porém alguns salmos não se parecem com os cânticos de louvor que a maioria de nós canta na igreja, como o Salmo 10 (“Por quê, Ó Senhor, te manténs distante? Por quê se escondes em tempos difíceis?”). Então, seria correto chamá-las todas de cânticos de louvor?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A razão pelo qual é correto chamar todos os salmos das Escrituras Sagradas de “cânticos de louvor” é por que os antigos hebreus assim o faziam. O título hebraico deste livro é tehillîm, que significa “louvores.” Isso nos dá uma percepção crítica: os cantores originais desses cânticos consideravam que toda essa variedade de expressões deveriam ser louvores a Deus. E se nossos antepassados na fé tinham uma definição mais ampla do que se qualificava como louvor do que nós, adoradores modernos, parece-me que seria bom da nossa parte fazer uma reavaliação, principalmente porque esses cânticos de louvor foram inspirados pelo Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cânticos Escritos Para Recordar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses cânticos foram escritos para proporcionar ao povo de Deus expressões coletivas de adoração através da canção. Eles são formas pelas quais os crentes em todas as épocas podem ensinar e aconselhar uns aos outros através da música, a fim de despertar a adoração e a gratidão da fé (Efésios 5:19; Colossenses 3:16). E igualmente importante (crucial, na verdade essencial para alcançar o objetivo), esses cânticos foram escritos para ajudar o povo de Deus a se lembrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenha em mente que, durante os séculos em que os Salmos foram escritos — e, na verdade, até alguns séculos atrás — a grande maioria de qualquer população era analfabeta. As informações mais importantes tinham que ser memorizadas. E recentes estudos confirmaram o que a história já havia demonstrado: que um dos mais efetivos dispositivos mnemônicos já descobertos é a combinação de palavras (pincipalmente palavras combinadas poeticamente) com uma melodia musical agradável e ritmada. As canções sempre nos ajudaram a lembrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns Salmos foram escritos para marcar ocasiões especiais (Salmo 20) ou para lembrar momentos cruciais da história de Israel (Salmo 78). Outros foram cruciais para ajudar os antigos hebreus a lembrar quem verdadeiramente era Deus (Salmo 103), quem eles, como povo, verdadeiramente eram (Salmo 95), o quanto Deus conhecia intimamente cada indivíduo (Salmo 139), o que aconteceu em momentos importantes da sua história (Salmo 135), por que tinham bons motivos para agradecer a Deus (Salmo 136), e por que, apesar das dificuldades e preocupações da vida, tinham motivos para louvar a Deus com grandeza e intensidade (Salmo 147).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a razão pela qual esse livro ainda hoje é adorado por milhões de pessoas, é por que muitos salmos foram escritos para ajudar os filhos de Deus a lembrarem-se de uma verdade crucial que Deus (o Filho) mais tarde expressou da seguinte forma: “No mundo, vocês terão aflições. Mas tenham bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sacrifícios de Louvor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da história da redenção, o povo de Deus foi chamado a “esperar em Deus” (Salmo 43:5) enquanto viviam como participantes plenos em um mundo cheio de sofrimento. O que significa que todos nós vivemos grande parte de nossas vidas “entristecidos, mas sempre alegres” (2 Coríntios 6:10)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por esse motivo que há tantos salmos de lamento neste livro sagrado. E é nos salmos mais sombrios que encontramos o que talvez sejam para nós as expressões mais surpreendentes de “adoração aceitável,” pois eles dão uma expressão de adoração a uma grande variedade do sofrimento humano — aqueles que nós todos já experimentamos — acompanhados de medo, angústia e caos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses antigos compositores hebreus escreveram, por vezes, com uma honestidade e transparência surpreendentes sobre suas dificuldades de fé. Eles escreveram sobre se sentirem abandonados por Deus (Salmo 22), sofrerem de doenças graves (Salmo 41), temerem um grande perigo (Salmo 54), quase desistirem de Deus por desilusão (Salmo 73), experimentarem uma crise de fé (Salmo 77), suportarem uma depressão crônica, severa e duradoura (Salmo 88), sentirem-se desanimados em relação a Deus, aparentemente, não cumprir suas promessas (Salmo 89), fervilhar de raiva pela traição de alguém (Salmo 109), e muito mais. Eles também escreveram francamente sobre os pecados graves que cometeram (Salmo 51) e sobre terem recebido a disciplina dolorosa e paternal de Deus (Salmo 39). E todos esses escritores escreveram suas canções profundamente pessoais, até reveladoras, para o bem do povo de Deus, já que em qualquer momento, alguns membros poderiam estar experimentando algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os salmos de lamento eram considerados “cânticos de louvor” pelos antigos Hebreus. Por quê? Porque cada salmo, seja de tristeza ou alegria, encoraja os cantores (ou leitores) a “confiar no Senhor” (Salmo 37:3), a acreditar nas promessas de Deus sobre suas percepções. E toda vez que um crente exercita e manifesta a verdadeira fé em Deus — ou seja, “o fruto dos lábios que confessam o seu nome” — Deus recebe como uma “adoração aceitável,” como um “sacrifício de louvor” (Hebreus 13:15).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar que na estrutura da maioria desses salmos mais sombrios, bem como na estrutura geral de todo o livro, há uma progressão do medo à fé, da dúvida e desencorajamento à esperança em Deus, do pecado ao arrependimento e perdão, da tristeza à alegria. Os Salmos foram escritos para nos ajudar a desviar nosso foco e nossa condição de nós mesmos para o Deus da esperança, que nos enche de alegria e paz quando acreditamos nele (Romanos 15:13).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nossa Adoração se Assemelha aos Salmos?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora nós podemos escrever nosso resumo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O livro dos Salmos é uma coleção de 150 canções antigas de louvor hebraicas que foram compostas por inúmeros escritores ao longo de centenas de anos para ajudar o povo de Deus a lembrar, em todas as circunstâncias, que Deus é a única fonte de salvação de que eles mais precisam, e da alegria e paz que mais anseiam, para que depositem sempre total esperança nele.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais essa dimensão adicional se torna uma realidade vivida para nós, mais nos envolvemos na “adoração aceitável.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não consigo deixar de pensar, que nós Cristãos ocidentais, devemos examinar até que ponto nossas definições de “adoração aceitável” se alinham com o que vemos exemplificado nos Salmos. Especificamente, será que essa gama temática de músicas que estamos dispostos a cantar (ou, no caso dos líderes, permitir ao povo cantar) durante o culto coletivo está em sintonia com os salmos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma tentação perigosa que enfrentamos, sobretudo nos Estados Unidos, é nos deixar influenciar demais pela nossa cultura consumista na forma como organizamos os cultos e quais tipos de músicas nós incentivamos os compositores modernos de canções de louvor a escrever. A música de louvor cristã é uma indústria grande e lucrativa. O que significa que nossos modernos salmistas, em muitos casos (embora certamente não em todos), estão sendo incentivados a compor músicas para o consumo rápido e em massa (para fazer sucesso), em vez de partir de uma experiência espiritual real, profunda e complexa. O resultado esperado é uma gama temática bastante restrita e um conteúdo lírico relativamente superficial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é o melhor para o povo de Deus frequentemente nem sempre é o que vende mais e atrai mais pessoas. É isso que proporciona novas formas de adoração para a ampla gama de experiências complexas e, por vezes, profundamente dolorosas pelas quais o povo de Deus passa, a fim de ajudá-lo a lembrar, em todas as circunstâncias, que Deus é a única fonte da salvação de que eles mais precisam e da alegria e paz que mais anseiam, para que sempre depositem toda a sua esperança nele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradeça a Deus por ter preservado o livro dos Salmos para nós por todos esses anos. Para eles continuarem seu frutífero ministério de nos proporcionar canções sagradas de louvor enquanto procuramos “oferecer a Deus uma adoração aceitável, com reverência e respeito” (Hebreus 12:28). E eles continuam seu frutífero ministério para exemplificar para nós como é a adoração quando perdemos o rumo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:02:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_Sons_Estranhos_do_Louvor</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Sons Estranhos do Louvor</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_Sons_Estranhos_do_Louvor</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|The Strange Sounds of Praise}}&amp;lt;br&amp;gt;  '''Uma Introdução aos Salmos Para Quem Sofre'''  O livro dos Salmos é uma coleção de 150 canções antigas de louvor hebraica...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Strange Sounds of Praise}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Uma Introdução aos Salmos Para Quem Sofre'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro dos Salmos é uma coleção de 150 canções antigas de louvor hebraicas que foram compostas por inúmeros escritores ao longo de centenas de anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se de um verdadeiro resumo, mas também está incompleto — lamentavelmente incompleto. Ela deixa de fora a dimensão mais importante do que são os Salmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, vamos explorar rapidamente de onde vieram essas canções, por que elas foram preservadas por milhares de anos e como elas exemplificam, às vezes de maneiras surpreendentes, o que o autor dos Hebreus chama de “adoração aceitável” (Hebreus 12:28). Então seremos capazes de acrescentar uma dimensão crucial ao nosso resumo — e talvez contestar algumas de nossas suposições sobre o que faz a adoração ser “aceitável” aos olhos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Que é Um Salmo?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por quê chamamos os poemas hebraicos de “salmos”? A palavra salmo é uma transliteração do inglês da palavra grega psalmos, que significa “canção.” E psalmos é uma tradução grega do hebraico para “canção.” Essa é uma das maneiras pelas quais sabemos que esses poemas foram escritos para serem cantados. A palavra aparece em muitos títulos dos salmos individuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No meu resumo, me referi à toda a coleção de salmos como “canções de louvor.” Algumas evidentemente correspondem a essa descrição, como o Salmo 135 (“Louvai ao Senhor! Louvai o nome do Senhor...”), porém alguns salmos não se parecem com os cânticos de louvor que a maioria de nós canta na igreja, como o Salmo 10 (“Por quê, Ó Senhor, te manténs distante? Por quê se escondes em tempos difíceis?”). Então, seria correto chamá-las todas de cânticos de louvor?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A razão pelo qual é correto chamar todos os salmos das Escrituras Sagradas de “cânticos de louvor” é por que os antigos hebreus assim o faziam. O título hebraico deste livro é tehillîm, que significa “louvores.” Isso nos dá uma percepção crítica: os cantores originais desses cânticos consideravam que toda essa variedade de expressões deveriam ser louvores a Deus. E se nossos antepassados na fé tinham uma definição mais ampla do que se qualificava como louvor do que nós, adoradores modernos, parece-me que seria bom da nossa parte fazer uma reavaliação, principalmente porque esses cânticos de louvor foram inspirados pelo Espírito Santo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Cânticos Escritos Para Recordar====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses cânticos foram escritos para proporcionar ao povo de Deus expressões coletivas de adoração através da canção. Eles são formas pelas quais os crentes em todas as épocas podem ensinar e aconselhar uns aos outros através da música, a fim de despertar a adoração e a gratidão da fé (Efésios 5:19; Colossenses 3:16). E igualmente importante (crucial, na verdade essencial para alcançar o objetivo), esses cânticos foram escritos para ajudar o povo de Deus a se lembrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenha em mente que, durante os séculos em que os Salmos foram escritos — e, na verdade, até alguns séculos atrás — a grande maioria de qualquer população era analfabeta. As informações mais importantes tinham que ser memorizadas. E recentes estudos confirmaram o que a história já havia demonstrado: que um dos mais efetivos dispositivos mnemônicos já descobertos é a combinação de palavras (pincipalmente palavras combinadas poeticamente) com uma melodia musical agradável e ritmada. As canções sempre nos ajudaram a lembrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns Salmos foram escritos para marcar ocasiões especiais (Salmo 20) ou para lembrar momentos cruciais da história de Israel (Salmo 78). Outros foram cruciais para ajudar os antigos hebreus a lembrar quem verdadeiramente era Deus (Salmo 103), quem eles, como povo, verdadeiramente eram (Salmo 95), o quanto Deus conhecia intimamente cada indivíduo (Salmo 139), o que aconteceu em momentos importantes da sua história (Salmo 135), por que tinham bons motivos para agradecer a Deus (Salmo 136), e por que, apesar das dificuldades e preocupações da vida, tinham motivos para louvar a Deus com grandeza e intensidade (Salmo 147).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, a razão pela qual esse livro ainda hoje é adorado por milhões de pessoas, é por que muitos salmos foram escritos para ajudar os filhos de Deus a lembrarem-se de uma verdade crucial que Deus (o Filho) mais tarde expressou da seguinte forma: “No mundo, vocês terão aflições. Mas tenham bom ânimo; eu venci o mundo” (João 16:33).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sacrifícios de Louvor====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo da história da redenção, o povo de Deus foi chamado a “esperar em Deus” (Salmo 43:5) enquanto viviam como participantes plenos em um mundo cheio de sofrimento. O que significa que todos nós vivemos grande parte de nossas vidas “entristecidos, mas sempre alegres” (2 Coríntios 6:10)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por esse motivo que há tantos salmos de lamento neste livro sagrado. E é nos salmos mais sombrios que encontramos o que talvez sejam para nós as expressões mais surpreendentes de “adoração aceitável,” pois eles dão uma expressão de adoração a uma grande variedade do sofrimento humano — aqueles que nós todos já experimentamos — acompanhados de medo, angústia e caos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esses antigos compositores hebreus escreveram, por vezes, com uma honestidade e transparência surpreendentes sobre suas dificuldades de fé. Eles escreveram sobre se sentirem abandonados por Deus (Salmo 22), sofrerem de doenças graves (Salmo 41), temerem um grande perigo (Salmo 54), quase desistirem de Deus por desilusão (Salmo 73), experimentarem uma crise de fé (Salmo 77), suportarem uma depressão crônica, severa e duradoura (Salmo 88), sentirem-se desanimados em relação a Deus, aparentemente, não cumprir suas promessas (Salmo 89), fervilhar de raiva pela traição de alguém (Salmo 109), e muito mais. Eles também escreveram francamente sobre os pecados graves que cometeram (Salmo 51) e sobre terem recebido a disciplina dolorosa e paternal de Deus (Salmo 39). E todos esses escritores escreveram suas canções profundamente pessoais, até reveladoras, para o bem do povo de Deus, já que em qualquer momento, alguns membros poderiam estar experimentando algo parecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os salmos de lamento eram considerados “cânticos de louvor” pelos antigos Hebreus. Por quê? Porque cada salmo, seja de tristeza ou alegria, encoraja os cantores (ou leitores) a “confiar no Senhor” (Salmo 37:3), a acreditar nas promessas de Deus sobre suas percepções. E toda vez que um crente exercita e manifesta a verdadeira fé em Deus — ou seja, “o fruto dos lábios que confessam o seu nome” — Deus recebe como uma “adoração aceitável,” como um “sacrifício de louvor” (Hebreus 13:15).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar que na estrutura da maioria desses salmos mais sombrios, bem como na estrutura geral de todo o livro, há uma progressão do medo à fé, da dúvida e desencorajamento à esperança em Deus, do pecado ao arrependimento e perdão, da tristeza à alegria. Os Salmos foram escritos para nos ajudar a desviar nosso foco e nossa condição de nós mesmos para o Deus da esperança, que nos enche de alegria e paz quando acreditamos nele (Romanos 15:13).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Nossa Adoração se Assemelha aos Salmos?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora nós podemos escrever nosso resumo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O livro dos Salmos é uma coleção de 150 canções antigas de louvor hebraicas que foram compostas por inúmeros escritores ao longo de centenas de anos para ajudar o povo de Deus a lembrar, em todas as circunstâncias, que Deus é a única fonte de salvação de que eles mais precisam, e da alegria e paz que mais anseiam, para que depositem sempre total esperança nele.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais essa dimensão adicional se torna uma realidade vivida para nós, mais nos envolvemos na “adoração aceitável.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não consigo deixar de pensar, que nós Cristãos ocidentais, devemos examinar até que ponto nossas definições de “adoração aceitável” se alinham com o que vemos exemplificado nos Salmos. Especificamente, será que essa gama temática de músicas que estamos dispostos a cantar (ou, no caso dos líderes, permitir ao povo cantar) durante o culto coletivo está em sintonia com os salmos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma tentação perigosa que enfrentamos, sobretudo nos Estados Unidos, é nos deixar influenciar demais pela nossa cultura consumista na forma como organizamos os cultos e quais tipos de músicas nós incentivamos os compositores modernos de canções de louvor a escrever. A música de louvor cristã é uma indústria grande e lucrativa. O que significa que nossos modernos salmistas, em muitos casos (embora certamente não em todos), estão sendo incentivados a compor músicas para o consumo rápido e em massa (para fazer sucesso), em vez de partir de uma experiência espiritual real, profunda e complexa. O resultado esperado é uma gama temática bastante restrita e um conteúdo lírico relativamente superficial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é o melhor para o povo de Deus frequentemente nem sempre é o que vende mais e atrai mais pessoas. É isso que proporciona novas formas de adoração para a ampla gama de experiências complexas e, por vezes, profundamente dolorosas pelas quais o povo de Deus passa, a fim de ajudá-lo a lembrar, em todas as circunstâncias, que Deus é a única fonte da salvação de que eles mais precisam e da alegria e paz que mais anseiam, para que sempre depositem toda a sua esperança nele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agradeça a Deus por ter preservado o livro dos Salmos para nós por todos esses anos. Para eles continuarem seu frutífero ministério de nos proporcionar canções sagradas de louvor enquanto procuramos “oferecer a Deus uma adoração aceitável, com reverência e respeito” (Hebreus 12:28). E eles continuam seu frutífero ministério para exemplificar para nós como é a adoração quando perdemos o rumo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:53:11 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_Sons_Estranhos_do_Louvor</comments>		</item>
		<item>
			<title>Acontecer</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Acontecer</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Acontecer para E se o pior acontecer?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[E se o pior acontecer?]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:25:02 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Acontecer</comments>		</item>
		<item>
			<title>E se o pior acontecer?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/E_se_o_pior_acontecer%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Acontecer para E se o pior acontecer?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|What If the Worst Happens?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me vi ficando com medo. Não um medo de parar o coração, abrangente, mas o tipo de atormentar constante, que ocorre quando você olha para as tendências desanimadoras do presente e assume que as coisas nunca vão mudar. Quando você pensa no futuro e se pergunta: &amp;quot;E se o pior acontecer?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====E se====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passei a vida inteira considerando os &amp;quot;e se&amp;quot;. Essas perguntas têm uma maneira de me perturbar, destruir minha paz, me deixar insegura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas na Bíblia também estavam desconfortáveis com as perguntas &amp;quot;e se&amp;quot;. Quando lhe disseram para liderar os israelitas, Moisés perguntou a Deus: &amp;quot;E se eles não acreditarem em mim?&amp;quot; O servo de Abraão perguntou sobre a futura esposa de Isaque: &amp;quot;E se a jovem se recusar a vir comigo?&amp;quot; Os irmãos de José perguntaram: “E se José guardar rancor de nós?” Todos se perguntavam o que aconteceria se as circunstâncias dessem errado. Assim como nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós enfrentamos uma série impressionante de &amp;quot;e se&amp;quot;. Alguns são problemas menores, enquanto outros têm repercussões que alteram a vida. E se meu filho morrer? E se eu tiver câncer? E se meu cônjuge me deixar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A verdade desconfortável é que qualquer uma dessas coisas pode acontecer. Ninguém está livre da tragédia ou da dor. Não há garantias de uma vida fácil. Para qualquer um de nós. Nunca. ''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava considerando essa realidade preocupante há alguns meses. Ao longo de vários dias, apresentei inúmeros anseios e pedidos ao Senhor. Eu queria que eles fossem cumpridos. ''Mas a pergunta impensável me assombrou: e se meus anseios mais íntimos nunca forem atendidos e meus pesadelos se tornarem realidade?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus é suficiente?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto me sentava examinando minha Bíblia, lembrei-me das perguntas com as quais lutei por décadas. - Deus é suficiente? Se meus medos mais profundos forem concretizados, ele ainda será suficiente?&amp;quot; Cada vez que essas perguntas surgiram no passado, eu as empurrei para fora da minha mente. ''Mas desta vez, eu sabia que precisava enfrentá-las.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me perguntava: se minha saúde der uma espiral descendente e eu acabar em uma instituição, Deus será suficiente? Se meus filhos se rebelarem e nunca andarem de perto com o Senhor, Deus será suficiente? Se eu nunca me casar novamente e nunca mais me sentir amada por um homem, Deus será suficiente? Se meu ministério não florescer e eu nunca vir frutos dele, Deus será suficiente? Se meu sofrimento continuar e eu nunca vir o propósito nele, Deus será suficiente? Eu gostaria de ter dito automaticamente: &amp;quot;Sim, é claro que Deus será suficiente.&amp;quot; Mas eu lutei. ''Eu não queria desistir dos meus sonhos, entregar aquelas coisas que eram queridas para mim, renunciar ao que eu sentia que tinha direito.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Refleti sobre meu contrato unilateral não escrito com Deus, onde prometo fazer minha parte se ele cumprir meus anseios. ''Relutantemente, admiti que parte do meu desejo de ser fiel estava enraizado na minha expectativa de retribuição.'' Deus não me devia nada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relutantemente, abri minhas mãos, preenchidas com meus sonhos, e as entreguei a ele. ''Eu não queria amar a Deus pelo que ele poderia fazer por mim. Eu queria amar a Deus por quem ele é.'' Para adorá-lo porque ele é digno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presença de Deus me dominou enquanto eu abandonava minhas expectativas. Ele me lembrou que tenho algo muito melhor do que uma garantia de que meus temidos &amp;quot;e se&amp;quot; não acontecerão. Tenho a certeza de que, mesmo que isso aconteça, ele estará lá no meio deles. Ele vai me carregar. Ele vai me confortar. Ele cuidará de mim com ternura. ''Deus não nos promete uma vida sem problemas. Mas ele promete que estará lá no meio de nossas tristezas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ainda que====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Bíblia, Sadraque, Mesaque e Abednego não tinham garantia de libertação. Pouco antes de Nabucodonosor entregá-los ao fogo, eles ofereceram algumas das palavras mais corajosas já ditas. “Se formos lançados na fornalha ardente, o Deus a quem servimos é capaz de nos livrar dela . . . Mas ''mesmo'' que ele não o faça, queremos que você saiba que não serviremos aos seus deuses . . . “ (Daniel 3:17–18).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ainda que''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mesmo que o pior aconteça, a graça de Deus é suficiente.'' Aqueles três jovens enfrentaram o fogo sem medo porque sabiam que, qualquer que fosse o resultado, seria para o seu bem e para a glória de Deus. Eles não perguntaram &amp;quot;e se&amp;quot; o pior acontecesse. Eles ficaram satisfeitos sabendo que “mesmo que” o pior acontecesse, Deus cuidaria deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ainda que''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas duas palavras simples tiraram o medo da vida. ''Substituir &amp;quot;e se&amp;quot; por &amp;quot;mesmo se&amp;quot; é uma das trocas mais libertadoras que podemos fazer. Trocamos nossos medos irracionais de um futuro incerto pela garantia amorosa de um Deus imutável.'' Vemos que, mesmo que o pior aconteça, Deus nos carregará. Ele ainda será bom. Ele nunca nos deixará. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Habacuque modela essa conversa lindamente. Embora ele tenha implorado a Deus para salvar seu povo, ele fecha seu livro com este requintado &amp;quot;mesmo que&amp;quot; . . .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Mesmo que a figueira não floresça e as videiras não tenham uvas,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mesmo que a oliveira não produza&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e os campos não produzam comida,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mesmo que o curral de ovelhas esteja vazio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e as baias não tenham gado-&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Serei feliz com o Senhor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu realmente encontrarei alegria em Deus, que me salva. (Habacuque 3:17–18)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amém.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:25:02 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:E_se_o_pior_acontecer%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>E se o pior acontecer?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/E_se_o_pior_acontecer%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|What If the Worst Happens?}}&amp;lt;br&amp;gt;  Eu me vi ficando com medo. Não um medo de parar o coração, abrangente, mas o tipo de atormentar constante, que ocorre quando voc...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|What If the Worst Happens?}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me vi ficando com medo. Não um medo de parar o coração, abrangente, mas o tipo de atormentar constante, que ocorre quando você olha para as tendências desanimadoras do presente e assume que as coisas nunca vão mudar. Quando você pensa no futuro e se pergunta: &amp;quot;E se o pior acontecer?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====E se====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passei a vida inteira considerando os &amp;quot;e se&amp;quot;. Essas perguntas têm uma maneira de me perturbar, destruir minha paz, me deixar insegura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas na Bíblia também estavam desconfortáveis com as perguntas &amp;quot;e se&amp;quot;. Quando lhe disseram para liderar os israelitas, Moisés perguntou a Deus: &amp;quot;E se eles não acreditarem em mim?&amp;quot; O servo de Abraão perguntou sobre a futura esposa de Isaque: &amp;quot;E se a jovem se recusar a vir comigo?&amp;quot; Os irmãos de José perguntaram: “E se José guardar rancor de nós?” Todos se perguntavam o que aconteceria se as circunstâncias dessem errado. Assim como nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós enfrentamos uma série impressionante de &amp;quot;e se&amp;quot;. Alguns são problemas menores, enquanto outros têm repercussões que alteram a vida. E se meu filho morrer? E se eu tiver câncer? E se meu cônjuge me deixar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A verdade desconfortável é que qualquer uma dessas coisas pode acontecer. Ninguém está livre da tragédia ou da dor. Não há garantias de uma vida fácil. Para qualquer um de nós. Nunca. ''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava considerando essa realidade preocupante há alguns meses. Ao longo de vários dias, apresentei inúmeros anseios e pedidos ao Senhor. Eu queria que eles fossem cumpridos. ''Mas a pergunta impensável me assombrou: e se meus anseios mais íntimos nunca forem atendidos e meus pesadelos se tornarem realidade?''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus é suficiente?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto me sentava examinando minha Bíblia, lembrei-me das perguntas com as quais lutei por décadas. - Deus é suficiente? Se meus medos mais profundos forem concretizados, ele ainda será suficiente?&amp;quot; Cada vez que essas perguntas surgiram no passado, eu as empurrei para fora da minha mente. ''Mas desta vez, eu sabia que precisava enfrentá-las.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu me perguntava: se minha saúde der uma espiral descendente e eu acabar em uma instituição, Deus será suficiente? Se meus filhos se rebelarem e nunca andarem de perto com o Senhor, Deus será suficiente? Se eu nunca me casar novamente e nunca mais me sentir amada por um homem, Deus será suficiente? Se meu ministério não florescer e eu nunca vir frutos dele, Deus será suficiente? Se meu sofrimento continuar e eu nunca vir o propósito nele, Deus será suficiente? Eu gostaria de ter dito automaticamente: &amp;quot;Sim, é claro que Deus será suficiente.&amp;quot; Mas eu lutei. ''Eu não queria desistir dos meus sonhos, entregar aquelas coisas que eram queridas para mim, renunciar ao que eu sentia que tinha direito.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Refleti sobre meu contrato unilateral não escrito com Deus, onde prometo fazer minha parte se ele cumprir meus anseios. ''Relutantemente, admiti que parte do meu desejo de ser fiel estava enraizado na minha expectativa de retribuição.'' Deus não me devia nada?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relutantemente, abri minhas mãos, preenchidas com meus sonhos, e as entreguei a ele. ''Eu não queria amar a Deus pelo que ele poderia fazer por mim. Eu queria amar a Deus por quem ele é.'' Para adorá-lo porque ele é digno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A presença de Deus me dominou enquanto eu abandonava minhas expectativas. Ele me lembrou que tenho algo muito melhor do que uma garantia de que meus temidos &amp;quot;e se&amp;quot; não acontecerão. Tenho a certeza de que, mesmo que isso aconteça, ele estará lá no meio deles. Ele vai me carregar. Ele vai me confortar. Ele cuidará de mim com ternura. ''Deus não nos promete uma vida sem problemas. Mas ele promete que estará lá no meio de nossas tristezas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ainda que====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Bíblia, Sadraque, Mesaque e Abednego não tinham garantia de libertação. Pouco antes de Nabucodonosor entregá-los ao fogo, eles ofereceram algumas das palavras mais corajosas já ditas. “Se formos lançados na fornalha ardente, o Deus a quem servimos é capaz de nos livrar dela . . . Mas ''mesmo'' que ele não o faça, queremos que você saiba que não serviremos aos seus deuses . . . “ (Daniel 3:17–18).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ainda que''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Mesmo que o pior aconteça, a graça de Deus é suficiente.'' Aqueles três jovens enfrentaram o fogo sem medo porque sabiam que, qualquer que fosse o resultado, seria para o seu bem e para a glória de Deus. Eles não perguntaram &amp;quot;e se&amp;quot; o pior acontecesse. Eles ficaram satisfeitos sabendo que “mesmo que” o pior acontecesse, Deus cuidaria deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Ainda que''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas duas palavras simples tiraram o medo da vida. ''Substituir &amp;quot;e se&amp;quot; por &amp;quot;mesmo se&amp;quot; é uma das trocas mais libertadoras que podemos fazer. Trocamos nossos medos irracionais de um futuro incerto pela garantia amorosa de um Deus imutável.'' Vemos que, mesmo que o pior aconteça, Deus nos carregará. Ele ainda será bom. Ele nunca nos deixará. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Habacuque modela essa conversa lindamente. Embora ele tenha implorado a Deus para salvar seu povo, ele fecha seu livro com este requintado &amp;quot;mesmo que&amp;quot; . . .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Mesmo que a figueira não floresça e as videiras não tenham uvas,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mesmo que a oliveira não produza&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e os campos não produzam comida,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
mesmo que o curral de ovelhas esteja vazio&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e as baias não tenham gado-&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Serei feliz com o Senhor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu realmente encontrarei alegria em Deus, que me salva. (Habacuque 3:17–18)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amém.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:20:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:E_se_o_pior_acontecer%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Amigo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amigo</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Amigo para Amigo, você pode estar pronto para morrer&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Amigo, você pode estar pronto para morrer]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:04:37 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Amigo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Amigo, você pode estar pronto para morrer</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amigo,_voc%C3%AA_pode_estar_pronto_para_morrer</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Amigo para Amigo, você pode estar pronto para morrer&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Friend, You Can Be Ready to Die}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas maneiras de se preparar agora====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anos atrás, li em algum lugar que, durante a era vitoriana, as pessoas falavam frequentemente sobre a morte, e o sexo era o assunto tabu. Hoje em dia, invertemos isso. Falamos livremente sobre sexo, e a morte é o assunto tabu. Para mim, o que é estranho é o seguinte: até mesmo os ''cristãos'' evitam falar sobre a morte. Pelo amor de Deus, nós vamos para o céu! Por que deveríamos temer ''alguma coisa''? Nosso Senhor morreu e ressuscitou, por nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, a verdade nua e crua pode parecer intimidante. Aqui está: não precisamos procurá-la. Mais cedo ou mais tarde, algo ruim virá nos encontrar e nos levará embora. Mas por que não aceitar isso, nos preparar para isso e nos alegrar ao longo do caminho? Graças a Jesus ressuscitado, a morte não é mais uma crise. Agora é a nossa libertação. Então, morte, sua perdedora lamentável, vamos sobreviver a você por uma eternidade. Nós até dançaremos sobre o seu túmulo, quando “não haverá mais morte” (Apocalipse 21:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, por enquanto, entre as muitas maneiras de se preparar para a morte —como comprar um seguro de vida, fazer um testamento adequado e assim por diante— aqui estão duas verdades que podem ajudá-lo a prevalecer quando chegar a sua hora. Ambas as ideias vêm de uma passagem obscura perto do final de Deuteronômio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sua obediência final====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, sua morte será seu último ato de obediência neste mundo. Perto do fim de sua vida terrena, Moisés recebeu uma ordem surpreendente de Deus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Sobe o monte... e vê a terra de Canaã, que darei aos filhos de Israel por possessão. E morre no monte, ao qual subirás... (Deuteronômio 32:49-50)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moisés obedeceu à ordem, pela graça de Deus. Sua morte, portanto, não foi uma derrota patética e esmagadora; foi seu ato final e culminante de obediência. Como você pode ver no versículo, foi até mesmo o que chamamos de uma experiência no topo da montanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, nossas mortes geralmente são dolorosas e humilhantes. Mas isso é óbvio. Por baixo das aparências superficiais, a profunda realidade é esta: sua morte também será um ato de obediência, pois você também é servo de Deus, como Moisés. A Bíblia diz sobre todos nós: “''Preciosa'' é a vista do Senhor a morte dos seus santos” (Salmo 116:15). Ele não o jogará fora como um pedaço de lixo amassado. Ele o receberá como seu amigo precioso. Sua morte pode ser confusa aqui na terra, mas não será repugnante para Deus lá em cima. Para ele, será “preciosa”; isto é, valorizada e honrada, será você obedecendo. Àquele que disse: “Vinde após de mim” (Mateus 4:19). Você o seguiu com um primeiro passo e o seguirá com um último passo. E quando você pensar nisso, não se preocupe em falhar com ele nesse momento final. Aquele que o comanda também o carregará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dada a grandeza da morte de um cristão, tenho que admitir que nunca vi um funeral cristão fazer justiça à magnitude do momento. Nós tentamos, mas nossos serviços ficam aquém. Somente pela fé, olhando além de nossos pobres esforços para honrá-lo, podemos realmente saborear a maravilha da glória suprema de um cristão. Mesmo assim, vamos tornar cada funeral cristão o mais significativo possível, crendo e declarando a verdade. Um pecador comprado com sangue acaba de pisar no pescoço de Satanás e saltar para a felicidade eterna, pela graça de Deus e para a sua glória. No dia do seu funeral, este mundo incompreensivo seguirá tropeçando em sua maneira inconsciente. Mas sua família e amigos crentes entenderão o que realmente está acontecendo. E eles se alegrarão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, por que não ansiar pela morte? Paulo estava tão ansioso pelo dia da sua libertação que, honestamente, não conseguia decidir se preferia continuar servindo a Jesus aqui ou morrer e ir para lá estar com Jesus: “Não sei o que devo escolher mais de ambos os lados estou em aperto” (Filipenses 1:22–23 ARC). Quando nosso trabalho aqui finalmente estiver concluído, por que ficar mais um momento? É claro que, assim como Deus decide nosso dia de nascimento (que nós sabemos), Deus também decide nosso dia de morte (que não sabemos). Vamos nos curvar ao seu cronograma. Mas, neste momento, pela fé, vamos também começar a nos sentar na ponta de nossas cadeiras, ansiosos pela expectativa. E quando ele der a ordem: “Morra”, poderemos dizer: “Sim, Senhor! Finalmente!” E morreremos. Ele nos ajudará a obedecê-lo mesmo nessa hora, especialmente nessa hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sua reunião feliz====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, sua morte será seu feliz encontro com os santos naquele mundo acima. Deus não apenas ordenou que Moisés morresse, mas também aprofundou e enriqueceu as expectativas de Moisés em relação à sua morte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockqutoe&amp;gt;E morre no monte, ao qual subirás; e recolhe-te ao teu povo, como Arão, teu irmão, morreu no monte de Hor e se recolheu ao seu povo. (Deuteronômio 32:50)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar com nosso Senhor no céu é a experiência humana definitiva. Mas ele mesmo inclui nesse privilégio sagrado “a comunhão dos santos”, para citar o Credo dos Apóstolos. Quando você morrer, como Moisés, será reunido ao seu povo; todos os crentes em Jesus que já se anteciparam a você na presença de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O céu não será solitário, apenas você com Jesus. Será você com inúmeros outros, cercando o seu trono de graça, todos vocês glorificando-o e desfrutando-o juntos com entusiasmo explosivo (Apocalipse 7:9-10). Neste momento, neste mundo, somos “a igreja militante”, para usar a expressão tradicional. Mas, mesmo agora, somos um com “a igreja triunfante” lá em cima. E quando morrermos, finalmente entraremos na experiência plena da comunhão dos santos comprada com sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense nisso. Sem divisões na igreja, sem relacionamentos rompidos, nem mesmo frieza e indiferença. Todos nós estaremos unidos diante de Cristo em uma celebração de sua salvação tão alegre que nenhuma mesquinhez poderá se infiltrar em nossos corações. Você vai gostar de todos lá, e todos lá vão gostar de você também. Você será incluído; você será compreendido e você estará seguro. Ninguém vai expulsá-lo, ninguém vai intimidá-lo, ninguém vai difamá-lo; não na presença do Rei. E você nunca mais, nem mesmo uma vez, nem mesmo um pouquinho, vai decepcionar ninguém, magoar os sentimentos de alguém ou desapontar alguém. Você será magnífico, como todos ao seu redor, pois Jesus colocará sua glória sobre todos nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Enfrentando a morte com calma e confiança====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo agora, pela graça de Deus, chegamos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;...à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos, à universal assembleia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos no céu, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, o Mediador de uma nova aliança. (Hebreus 12:22–24)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos eles estão lá, neste exato momento, no reino invisível. Está a apenas alguns centímetros de distância. E, no instante após seu último suspiro neste mundo sombrio, você despertará para aquele mundo brilhante acima, onde será recebido e celebrado. Santo Agostinho pode sorrir e acenar com profunda dignidade. Martinho Lutero pode lhe dar um abraço caloroso. Elisabeth Elliot pode apertar gentilmente sua mão. E talvez, pela primeira vez na vida, você descobrirá como é bom realmente ''pertencer'' a algum lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o meu ponto. Por que nós, cidadãos da cidade celestial, deveríamos temer qualquer coisa sobre a morte terrena? Pela fé nas promessas de Deus no evangelho, vamos nos preparar agora para que possamos enfrentá-la com calma e confiança, e até mesmo com ousadia.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:04:37 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Amigo,_voc%C3%AA_pode_estar_pronto_para_morrer</comments>		</item>
		<item>
			<title>Amigo, você pode estar pronto para morrer</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amigo,_voc%C3%AA_pode_estar_pronto_para_morrer</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Friend, You Can Be Ready to Die}}&amp;lt;br&amp;gt;  ==== Duas maneiras de se preparar agora====  Anos atrás, li em algum lugar que, durante a era vitoriana, as pessoas falavam fr...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Friend, You Can Be Ready to Die}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas maneiras de se preparar agora====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Anos atrás, li em algum lugar que, durante a era vitoriana, as pessoas falavam frequentemente sobre a morte, e o sexo era o assunto tabu. Hoje em dia, invertemos isso. Falamos livremente sobre sexo, e a morte é o assunto tabu. Para mim, o que é estranho é o seguinte: até mesmo os ''cristãos'' evitam falar sobre a morte. Pelo amor de Deus, nós vamos para o céu! Por que deveríamos temer ''alguma coisa''? Nosso Senhor morreu e ressuscitou, por nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, a verdade nua e crua pode parecer intimidante. Aqui está: não precisamos procurá-la. Mais cedo ou mais tarde, algo ruim virá nos encontrar e nos levará embora. Mas por que não aceitar isso, nos preparar para isso e nos alegrar ao longo do caminho? Graças a Jesus ressuscitado, a morte não é mais uma crise. Agora é a nossa libertação. Então, morte, sua perdedora lamentável, vamos sobreviver a você por uma eternidade. Nós até dançaremos sobre o seu túmulo, quando “não haverá mais morte” (Apocalipse 21:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, por enquanto, entre as muitas maneiras de se preparar para a morte —como comprar um seguro de vida, fazer um testamento adequado e assim por diante— aqui estão duas verdades que podem ajudá-lo a prevalecer quando chegar a sua hora. Ambas as ideias vêm de uma passagem obscura perto do final de Deuteronômio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sua obediência final====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, sua morte será seu último ato de obediência neste mundo. Perto do fim de sua vida terrena, Moisés recebeu uma ordem surpreendente de Deus:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Sobe o monte... e vê a terra de Canaã, que darei aos filhos de Israel por possessão. E morre no monte, ao qual subirás... (Deuteronômio 32:49-50)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moisés obedeceu à ordem, pela graça de Deus. Sua morte, portanto, não foi uma derrota patética e esmagadora; foi seu ato final e culminante de obediência. Como você pode ver no versículo, foi até mesmo o que chamamos de uma experiência no topo da montanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, nossas mortes geralmente são dolorosas e humilhantes. Mas isso é óbvio. Por baixo das aparências superficiais, a profunda realidade é esta: sua morte também será um ato de obediência, pois você também é servo de Deus, como Moisés. A Bíblia diz sobre todos nós: “''Preciosa'' é a vista do Senhor a morte dos seus santos” (Salmo 116:15). Ele não o jogará fora como um pedaço de lixo amassado. Ele o receberá como seu amigo precioso. Sua morte pode ser confusa aqui na terra, mas não será repugnante para Deus lá em cima. Para ele, será “preciosa”; isto é, valorizada e honrada, será você obedecendo. Àquele que disse: “Vinde após de mim” (Mateus 4:19). Você o seguiu com um primeiro passo e o seguirá com um último passo. E quando você pensar nisso, não se preocupe em falhar com ele nesse momento final. Aquele que o comanda também o carregará.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dada a grandeza da morte de um cristão, tenho que admitir que nunca vi um funeral cristão fazer justiça à magnitude do momento. Nós tentamos, mas nossos serviços ficam aquém. Somente pela fé, olhando além de nossos pobres esforços para honrá-lo, podemos realmente saborear a maravilha da glória suprema de um cristão. Mesmo assim, vamos tornar cada funeral cristão o mais significativo possível, crendo e declarando a verdade. Um pecador comprado com sangue acaba de pisar no pescoço de Satanás e saltar para a felicidade eterna, pela graça de Deus e para a sua glória. No dia do seu funeral, este mundo incompreensivo seguirá tropeçando em sua maneira inconsciente. Mas sua família e amigos crentes entenderão o que realmente está acontecendo. E eles se alegrarão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo assim, por que não ansiar pela morte? Paulo estava tão ansioso pelo dia da sua libertação que, honestamente, não conseguia decidir se preferia continuar servindo a Jesus aqui ou morrer e ir para lá estar com Jesus: “Não sei o que devo escolher mais de ambos os lados estou em aperto” (Filipenses 1:22–23 ARC). Quando nosso trabalho aqui finalmente estiver concluído, por que ficar mais um momento? É claro que, assim como Deus decide nosso dia de nascimento (que nós sabemos), Deus também decide nosso dia de morte (que não sabemos). Vamos nos curvar ao seu cronograma. Mas, neste momento, pela fé, vamos também começar a nos sentar na ponta de nossas cadeiras, ansiosos pela expectativa. E quando ele der a ordem: “Morra”, poderemos dizer: “Sim, Senhor! Finalmente!” E morreremos. Ele nos ajudará a obedecê-lo mesmo nessa hora, especialmente nessa hora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sua reunião feliz====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, sua morte será seu feliz encontro com os santos naquele mundo acima. Deus não apenas ordenou que Moisés morresse, mas também aprofundou e enriqueceu as expectativas de Moisés em relação à sua morte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockqutoe&amp;gt;E morre no monte, ao qual subirás; e recolhe-te ao teu povo, como Arão, teu irmão, morreu no monte de Hor e se recolheu ao seu povo. (Deuteronômio 32:50)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar com nosso Senhor no céu é a experiência humana definitiva. Mas ele mesmo inclui nesse privilégio sagrado “a comunhão dos santos”, para citar o Credo dos Apóstolos. Quando você morrer, como Moisés, será reunido ao seu povo; todos os crentes em Jesus que já se anteciparam a você na presença de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O céu não será solitário, apenas você com Jesus. Será você com inúmeros outros, cercando o seu trono de graça, todos vocês glorificando-o e desfrutando-o juntos com entusiasmo explosivo (Apocalipse 7:9-10). Neste momento, neste mundo, somos “a igreja militante”, para usar a expressão tradicional. Mas, mesmo agora, somos um com “a igreja triunfante” lá em cima. E quando morrermos, finalmente entraremos na experiência plena da comunhão dos santos comprada com sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense nisso. Sem divisões na igreja, sem relacionamentos rompidos, nem mesmo frieza e indiferença. Todos nós estaremos unidos diante de Cristo em uma celebração de sua salvação tão alegre que nenhuma mesquinhez poderá se infiltrar em nossos corações. Você vai gostar de todos lá, e todos lá vão gostar de você também. Você será incluído; você será compreendido e você estará seguro. Ninguém vai expulsá-lo, ninguém vai intimidá-lo, ninguém vai difamá-lo; não na presença do Rei. E você nunca mais, nem mesmo uma vez, nem mesmo um pouquinho, vai decepcionar ninguém, magoar os sentimentos de alguém ou desapontar alguém. Você será magnífico, como todos ao seu redor, pois Jesus colocará sua glória sobre todos nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Enfrentando a morte com calma e confiança====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo agora, pela graça de Deus, chegamos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;...à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos, à universal assembleia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos no céu, e a Deus, o Juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, o Mediador de uma nova aliança. (Hebreus 12:22–24)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos eles estão lá, neste exato momento, no reino invisível. Está a apenas alguns centímetros de distância. E, no instante após seu último suspiro neste mundo sombrio, você despertará para aquele mundo brilhante acima, onde será recebido e celebrado. Santo Agostinho pode sorrir e acenar com profunda dignidade. Martinho Lutero pode lhe dar um abraço caloroso. Elisabeth Elliot pode apertar gentilmente sua mão. E talvez, pela primeira vez na vida, você descobrirá como é bom realmente ''pertencer'' a algum lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o meu ponto. Por que nós, cidadãos da cidade celestial, deveríamos temer qualquer coisa sobre a morte terrena? Pela fé nas promessas de Deus no evangelho, vamos nos preparar agora para que possamos enfrentá-la com calma e confiança, e até mesmo com ousadia.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:03:19 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Amigo,_voc%C3%AA_pode_estar_pronto_para_morrer</comments>		</item>
		<item>
			<title>Éden</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/%C3%89den</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Éden para O Céu Será Melhor Que o Éden&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[O Céu Será Melhor Que o Éden]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:39:50 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:%C3%89den</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Céu Será Melhor Que o Éden</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_C%C3%A9u_Ser%C3%A1_Melhor_Que_o_%C3%89den</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Éden para O Céu Será Melhor Que o Éden&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Heaven Will Be Better Than Eden}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao lermos sobre o Jardim do Éden em Gênesis 1 e 2, não podemos deixar de nos sentir atraídos por sua beleza, abundância e inocência. Deve ter sido maravilhoso viver em um ambiente tão imaculado, com todas as necessidades atendidas, experimentar um casamento íntimo repleto de alegria mútua e ter um senso de propósito gratificante em governar juntos a criação de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, frequentemente ouvimos pessoas falarem sobre o futuro em termos de um retorno ou restauração do Éden. Mas falar da nova criação em termos de uma restauração do Éden é, na verdade, reduzir o que Deus planejou para o seu povo e para o seu mundo. O Éden nunca foi concebido para ser o fim. Sempre teve como destino algum lugar — algum lugar ainda mais glorioso: novos céus e uma nova terra (2 Pedro 3:13; Apocalipse 21:1-2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez de pensarmos no Éden em termos de ''perfeição'' devemos pensar nele em termos de ''potencial''. O Éden era intocado, mas também inacabado; era imaculado, mas também incompleto. Assim como Adão e Eva foram fecundos e se multiplicaram, mais descendentes à imagem de Deus viriam para glorificá-Lo, desfrutando dEle para sempre. À medida que trabalhavam e cuidavam do jardim, os limites do Éden se expandiriam e a glória de seu reinado aumentaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como o Éden ainda não era tudo o que Deus pretendia que fosse, o lar que compartilhava com seu povo, Adão e Eva também não eram tudo o que Deus pretendia que seu povo fosse. Eles não tinham pecado, mas eram vulneráveis ​​à tentação. Eles estavam vivos, mas vulneráveis ​​à morte. Eles foram feitos à imagem de Deus e coroados com uma medida de sua glória, mas ainda não eram tão gloriosos quanto Deus pretendia que fossem. Se eles obedecessem a Deus em relação à árvore proibida, poderiam comer da árvore da vida e entrar na vida eterna e gloriosa prometida pela árvore da vida. Mas, é claro, não foi isso que aconteceu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Jardim que deu errado====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Satanás rastejou para o Éden na forma de uma serpente, Adão não lhe esmagou a cabeça ali mesmo, mas o ouviu e obedeceu. Assim, em vez de expandir os limites do Éden, Adão e Eva foram expulsos do Éden. Em vez de compartilharem plenamente a glória da imagem de Deus, a imagem de Deus neles ficou maculada. Em vez de entrarem no descanso eterno do Sabá, foram mergulhados na inquietação do deserto deste mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o plano de Deus para o seu povo e o lugar que ele pretende compartilhar com eles não poderiam ser impedidos pelo pecado humano. O plano de Deus para a sua criação era, então, e continua sendo, estabelecer o seu reino em uma nova criação, governada por seu Filho e pela noiva de seu Filho, que compartilharão de sua glória e desfrutarão de sua presença em um eterno descanso sabático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, por que este plano é importante?  Por que é importante entendermos que o plano original de Deus, ainda em vigor, sempre teve como objetivo uma intensificação das excelências do Éden original? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Compreender o Éden nos orienta para um lar melhor. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, nos cansamos deste mundo e sentimos muita saudade do próximo. Mas o que almejamos não é meramente um retorno ao Éden. O Éden era belo, mas não era seguro. O mal invadiu o Éden e trouxe a ruína consigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova criação, onde faremos nossa casa para sempre, será completamente segura. “Nada impuro jamais entrará nela, nem ninguém que pratique o que é detestável ou falso” (Apocalipse 21:27). Será uma vasta cidade-jardim, repleta de um &amp;quot;povo resgatado para Deus, de toda tribo, língua, povo e nação&amp;quot; (Apocalipse 5:9). Como noiva de Cristo, compartilharemos este lar com nosso Noivo perfeito. Não apenas ouviremos a sua voz no jardim (Gênesis 3:10); “veremos a sua face” (Apocalipse 22:4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Compreender o Éden nos obriga a nos unirmos ao verdadeiro Adão. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro Adão falhou na tarefa que Deus lhe confiou. Jesus, o segundo Adão, cumpriu a obra que lhe foi dada, declarando da cruz: &amp;quot;Está consumado!&amp;quot; (João 19:30). O primeiro Adão desobedeceu no tocante a uma árvore. Jesus obedeceu em relação à árvore do Calvário. O primeiro Adão falhou em amar e proteger sua noiva. Mas Jesus amou sua noiva a ponto de se entregar por ela. Compreender a falha de Adão no Éden nos leva a abraçar o verdadeiro Adão, Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós nascemos conectados por nossa humanidade compartilhada ao primeiro Adão, fisicamente vivos, mas espiritualmente mortos. A menos que algo sobrenatural aconteça, permanecemos espiritualmente mortos. É quando nossos olhos se abrem para a beleza de Cristo, e respondemos com arrependimento e fé, que algo sobrenatural acontece. Nos unimos a Cristo pela fé, de modo que somos espiritualmente vivificados com a sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Compreender o Éden nos enche de expectativa pela glória futura. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar unido a Cristo ressuscitado é ter a novidade, a glória e a vida do Éden maior irrompendo em nossas vidas aqui e agora. “Portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criação. ” &amp;quot;As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas&amp;quot; (2 Coríntios 5:17). Constatamos que a glória do futuro transforma nosso sentimento de vergonha no presente. Uma sensação de segurança em relação ao futuro acalma nosso medo da morte no presente. Uma crescente percepção de nossa identidade como cidadãos do céu muda a forma como nos vemos agora. Ao realmente abraçarmos o relacionamento de amor que desfrutaremos para sempre, aquecemos nossos corações para Cristo agora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a glória que experimentamos agora não é nada comparada com a glória que virá. Um dia Cristo virá e nos chamará para ressuscitarmos de nossos túmulos. Ele nos dará corpos ressuscitados e glorificados, aptos para vivermos para sempre com Ele. Experimentaremos tudo o que Deus planejou e preparou para compartilhar com seu povo desde o princípio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos apenas ansiosos pela restauração do que o Éden já foi. Em vez disso, aguardamos ansiosamente a consumação de tudo o que o Éden deveria ser. Jesus, o verdadeiro Adão, nosso glorioso Noivo, a Semente que esmagou a cabeça da serpente (Gênesis 3:15), certamente nos conduzirá a tudo o que Deus está preparando para nós — um lar ainda melhor que o Éden.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:39:50 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_C%C3%A9u_Ser%C3%A1_Melhor_Que_o_%C3%89den</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Céu Será Melhor Que o Éden</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_C%C3%A9u_Ser%C3%A1_Melhor_Que_o_%C3%89den</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Heaven Will Be Better Than Eden}}&amp;lt;br&amp;gt;  Ao lermos sobre o Jardim do Éden em Gênesis 1 e 2, não podemos deixar de nos sentir atraídos por sua beleza, abundância e ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Heaven Will Be Better Than Eden}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao lermos sobre o Jardim do Éden em Gênesis 1 e 2, não podemos deixar de nos sentir atraídos por sua beleza, abundância e inocência. Deve ter sido maravilhoso viver em um ambiente tão imaculado, com todas as necessidades atendidas, experimentar um casamento íntimo repleto de alegria mútua e ter um senso de propósito gratificante em governar juntos a criação de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, frequentemente ouvimos pessoas falarem sobre o futuro em termos de um retorno ou restauração do Éden. Mas falar da nova criação em termos de uma restauração do Éden é, na verdade, reduzir o que Deus planejou para o seu povo e para o seu mundo. O Éden nunca foi concebido para ser o fim. Sempre teve como destino algum lugar — algum lugar ainda mais glorioso: novos céus e uma nova terra (2 Pedro 3:13; Apocalipse 21:1-2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez de pensarmos no Éden em termos de ''perfeição'' devemos pensar nele em termos de ''potencial''. O Éden era intocado, mas também inacabado; era imaculado, mas também incompleto. Assim como Adão e Eva foram fecundos e se multiplicaram, mais descendentes à imagem de Deus viriam para glorificá-Lo, desfrutando dEle para sempre. À medida que trabalhavam e cuidavam do jardim, os limites do Éden se expandiriam e a glória de seu reinado aumentaria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como o Éden ainda não era tudo o que Deus pretendia que fosse, o lar que compartilhava com seu povo, Adão e Eva também não eram tudo o que Deus pretendia que seu povo fosse. Eles não tinham pecado, mas eram vulneráveis ​​à tentação. Eles estavam vivos, mas vulneráveis ​​à morte. Eles foram feitos à imagem de Deus e coroados com uma medida de sua glória, mas ainda não eram tão gloriosos quanto Deus pretendia que fossem. Se eles obedecessem a Deus em relação à árvore proibida, poderiam comer da árvore da vida e entrar na vida eterna e gloriosa prometida pela árvore da vida. Mas, é claro, não foi isso que aconteceu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Jardim que deu errado====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Satanás rastejou para o Éden na forma de uma serpente, Adão não lhe esmagou a cabeça ali mesmo, mas o ouviu e obedeceu. Assim, em vez de expandir os limites do Éden, Adão e Eva foram expulsos do Éden. Em vez de compartilharem plenamente a glória da imagem de Deus, a imagem de Deus neles ficou maculada. Em vez de entrarem no descanso eterno do Sabá, foram mergulhados na inquietação do deserto deste mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o plano de Deus para o seu povo e o lugar que ele pretende compartilhar com eles não poderiam ser impedidos pelo pecado humano. O plano de Deus para a sua criação era, então, e continua sendo, estabelecer o seu reino em uma nova criação, governada por seu Filho e pela noiva de seu Filho, que compartilharão de sua glória e desfrutarão de sua presença em um eterno descanso sabático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, por que este plano é importante?  Por que é importante entendermos que o plano original de Deus, ainda em vigor, sempre teve como objetivo uma intensificação das excelências do Éden original? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Compreender o Éden nos orienta para um lar melhor. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, nos cansamos deste mundo e sentimos muita saudade do próximo. Mas o que almejamos não é meramente um retorno ao Éden. O Éden era belo, mas não era seguro. O mal invadiu o Éden e trouxe a ruína consigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nova criação, onde faremos nossa casa para sempre, será completamente segura. “Nada impuro jamais entrará nela, nem ninguém que pratique o que é detestável ou falso” (Apocalipse 21:27). Será uma vasta cidade-jardim, repleta de um &amp;quot;povo resgatado para Deus, de toda tribo, língua, povo e nação&amp;quot; (Apocalipse 5:9). Como noiva de Cristo, compartilharemos este lar com nosso Noivo perfeito. Não apenas ouviremos a sua voz no jardim (Gênesis 3:10); “veremos a sua face” (Apocalipse 22:4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Compreender o Éden nos obriga a nos unirmos ao verdadeiro Adão. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro Adão falhou na tarefa que Deus lhe confiou. Jesus, o segundo Adão, cumpriu a obra que lhe foi dada, declarando da cruz: &amp;quot;Está consumado!&amp;quot; (João 19:30). O primeiro Adão desobedeceu no tocante a uma árvore. Jesus obedeceu em relação à árvore do Calvário. O primeiro Adão falhou em amar e proteger sua noiva. Mas Jesus amou sua noiva a ponto de se entregar por ela. Compreender a falha de Adão no Éden nos leva a abraçar o verdadeiro Adão, Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós nascemos conectados por nossa humanidade compartilhada ao primeiro Adão, fisicamente vivos, mas espiritualmente mortos. A menos que algo sobrenatural aconteça, permanecemos espiritualmente mortos. É quando nossos olhos se abrem para a beleza de Cristo, e respondemos com arrependimento e fé, que algo sobrenatural acontece. Nos unimos a Cristo pela fé, de modo que somos espiritualmente vivificados com a sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Compreender o Éden nos enche de expectativa pela glória futura. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estar unido a Cristo ressuscitado é ter a novidade, a glória e a vida do Éden maior irrompendo em nossas vidas aqui e agora. “Portanto, se alguém está em Cristo, é uma nova criação. ” &amp;quot;As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas&amp;quot; (2 Coríntios 5:17). Constatamos que a glória do futuro transforma nosso sentimento de vergonha no presente. Uma sensação de segurança em relação ao futuro acalma nosso medo da morte no presente. Uma crescente percepção de nossa identidade como cidadãos do céu muda a forma como nos vemos agora. Ao realmente abraçarmos o relacionamento de amor que desfrutaremos para sempre, aquecemos nossos corações para Cristo agora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a glória que experimentamos agora não é nada comparada com a glória que virá. Um dia Cristo virá e nos chamará para ressuscitarmos de nossos túmulos. Ele nos dará corpos ressuscitados e glorificados, aptos para vivermos para sempre com Ele. Experimentaremos tudo o que Deus planejou e preparou para compartilhar com seu povo desde o princípio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estamos apenas ansiosos pela restauração do que o Éden já foi. Em vez disso, aguardamos ansiosamente a consumação de tudo o que o Éden deveria ser. Jesus, o verdadeiro Adão, nosso glorioso Noivo, a Semente que esmagou a cabeça da serpente (Gênesis 3:15), certamente nos conduzirá a tudo o que Deus está preparando para nós — um lar ainda melhor que o Éden.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 17:39:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_C%C3%A9u_Ser%C3%A1_Melhor_Que_o_%C3%89den</comments>		</item>
		<item>
			<title>Nous</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Nous</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Nous para Conforto Soberano para Tempos Incertos&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Conforto Soberano para Tempos Incertos]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 18:27:14 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Nous</comments>		</item>
		<item>
			<title>Conforto Soberano para Tempos Incertos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Conforto_Soberano_para_Tempos_Incertos</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Nous para Conforto Soberano para Tempos Incertos&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Sovereign Comfort for Uncertain Times}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Transcrição de áudio'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se 2020 nos ensinou alguma coisa, é que os tempos são sempre incertos e nossas vidas neste mundo são muito menos estáveis do que imaginamos. Cada vez mais, parece que a única coisa previsível sobre a vida é a sua imprevisibilidade. Então, no meio das atuais convulsões sociais, médicas e econômicas que poucos de nós poderiam ter previsto, quais promessas eternas nos sustentam? Temos algumas promessas incríveis de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, que aparentemente sabia que nossas vidas permaneceriam imprevisíveis até que Ele retornasse. Assim, Ele nos deixou com Suas palavras finais em Mateus 28:16-20. Lemos isto:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;“Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes indicara. Quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu ordenei a vocês. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.”&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Aqui está o Pastor John explicando o que isso significa para nós hoje.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus aproximou-se e falou-lhes, dizendo: &amp;quot;Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra&amp;quot; (Mateus 28:18 NVI). Agora, essa é uma reivindicação muito elevada para qualquer um fazer. Ela foi dada a Ele por Deus Pai. Porque Ele morreu, Ele venceu a culpa – Ele venceu a condenação. Porque Ele ressuscitou, Ele venceu o sofrimento e Ele venceu a morte. E uma vez que Ele triunfou sobre a culpa e condenação, sofrimento e morte, Ele também triunfou sobre Satanás. Porque a única maneira, em última análise, que Satanás pode condenar o povo de Deus é com culpa e condenação. E a única maneira que ele pode nos atacar é com o sofrimento e com a morte. E se o sofrimento, a morte, a culpa e a condenação foram conquistados por Jesus em Sua morte e em Sua ressurreição, Satanás está de mãos vazias hoje em sua capacidade de destruir os crentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é uma coisa tremenda. Filipenses 2:9–11 diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é apenas outra maneira de dizer &amp;quot;Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus tem toda a autoridade, então aqui está o nosso Rei, que está nos comissionando. Esta altíssima reivindicação: &amp;quot;Toda autoridade foi comprada por mim, possuída por mim, dada a mim. Eu tenho toda a autoridade no universo&amp;quot; - vamos ponderar por um minuto. ''Toda a autoridade. Sério? Toda a autoridade.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre Satanás e todos os demônios e todos os anjos, o bem e o mal.&lt;br /&gt;
*Autoridade sobre o universo natural: objetos naturais e leis e forças, como estrelas e galáxias, planetas e meteoritos.&lt;br /&gt;
*Autoridade sobre todos os sistemas meteorológicos: ventos e chuvas, raios e trovões, furacões e tornados, monções, tufões e ciclones, e todos os seus efeitos como ondas de maré e inundações e incêndios.&lt;br /&gt;
*Toda autoridade sobre a realidade molecular e atômica: átomos, elétrons, prótons, nêutrons, partículas subatômicas, física quântica, DNA, realidade cromossômica.&lt;br /&gt;
*Todas as plantas, todos os animais. Não importa o tamanho: baleias, sequoias, lulas gigantes e carvalhos gigantes. Sobre todos os peixes, sobre todos os animais selvagens, Ele tem autoridade.&lt;br /&gt;
*Todos os animais invisíveis: bactérias e vírus, parasitas e germes de todos os tipos – Ele tem autoridade sobre eles.&lt;br /&gt;
*Ele tem autoridade sobre todas as partes e funções do corpo humano. Cada batida do seu coração, cada movimento do diafragma, cada pequeno salto através de um milhão de sinapses em seu cérebro - Jesus tem toda a autoridade sobre todos esses fenômenos fisiológicos em seu corpo.&lt;br /&gt;
*Ele tem toda a autoridade sobre nações e governos, congressos e legislaturas, reis, premiers e tribunais.&lt;br /&gt;
*Ele tem toda a autoridade sobre exércitos e armas, bombas e terroristas.&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre a indústria e negócios e finanças e moeda.&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre entretenimento e diversão e lazer e mídia.&lt;br /&gt;
*Toda autoridade sobre educação e pesquisa e ciência e descoberta.&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre o crime e a violência e todas as famílias e todos os bairros.&lt;br /&gt;
*E Ele tem autoridade sobre o seu corpo, a igreja.&lt;br /&gt;
*E Ele tem autoridade sobre cada alma no universo e cada momento e cada segundo de cada vida vivida, agora ou anteriormente ou para sempre e sempre, em qualquer lugar do universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele tem toda a autoridade. Jesus tem toda a autoridade. E é por isso que ele tem o direito de dizer: &amp;quot;Vá a todos os lugares&amp;quot;. Mateus 28:18 é o mandado de busca para invadir outras culturas. Quase ninguém na América acredita que temos um mandado para fazer isso hoje. Isso é uma coisa politicamente incorreta para nós – ou seja, a evangelização mundial. Mas nós temos um mandado. Temos um mandado. Você não faz esse tipo de coisa sem um mandado. Você não entra na cultura ou casa de alguém e diz: &amp;quot;Jesus é o Senhor desta casa; Jesus é o Senhor desta cultura&amp;quot;, sem um mandado. Qual é o mandado? Mateus 28:18 é o mandado: &amp;quot;Eu morri. Eu ressuscitei. Eu triunfei sobre todos os meus inimigos. Eu tenho toda a autoridade no céu. Eu tenho toda a autoridade na terra. Vá.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele dá e Ele tira====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salte comigo do versículo 19 para o versículo 20 para ver não apenas a sublime reivindicação, mas o conforto amoroso: &amp;quot; E eu estarei sempre [literalmente, todos os dias] com vocês, até o fim dos tempos” Há três partes para isso. Chamo-as ''identificação, continuação e duração.'' Essas são as três partes no versículo 20 no final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quero dizer com ''identificação''? Quero dizer: você poderia, por favor, por um momento aqui, pedir ao Senhor para revelar ao seu coração o que está escrito nesta página? Que Aquele que promete nunca deixá-lo e estar sempre com você é Aquele que tem toda a autoridade no universo. Você poderia, por favor, agora mesmo, sussurrar uma oração em seu coração? Estou sussurrando agora para que Deus abra seus olhos para o que isso significa. Senhor, basta fazê-lo. Você viria neste momento e colocaria esses dois versículos juntos? Senhor, o Senhor tem toda a autoridade no universo, todo o poder, todo o direito, o direito e o poder de fazer o que quiser em todas as áreas da vida, cada cultura, cada povo, cada religião – o direito e o poder de ser Senhor e Rei. Tu disseste ao teu povo: “Eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos.” Amigos, vocês entendem? Aquele que disse: &amp;quot;Eu estarei sempre com vocês&amp;quot;, é ''esse Senhor''. Essa é a ''identificação.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''continuação'' é encontrada na palavra ''sempre'' ou ''todos os dias''. E o que quero dizer com isso não é apenas um período de tempo, mas um tempo ininterrupto. Você vê o ponto? Ele não sai de férias às segundas-feiras. Pastores pensam que Ele sai de férias às segundas-feiras, e assim eles ficam realmente deprimidos e desencorajados na segunda-feira de manhã. &amp;quot;Onde está Deus?&amp;quot; Bem, a resposta é esta: tão perto quanto sua pele, porque ele não quebra sua palavra. Ele não quebra Sua palavra. Eu não me importo o quão azul está o dia, Jesus não mente. &amp;quot;Eu estarei sempre com você.&amp;quot; Escuro, brilhante, para cima, para baixo, ruim, bom, morte, vida - &amp;quot;Eu estarei sempre com você.&amp;quot; Hebreus 13:5: &amp;quot;Contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ainda que Ele dê ou Ele tire,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Deus jamais abandona seus filhos;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Seu propósito amoroso é somente&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
preservá-los, puros e santos.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os suecos têm uma boa teologia. &amp;quot;Ainda que Ele dê ou Ele tire, Deus jamais abandona seus filhos.&amp;quot;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 18:27:14 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Conforto_Soberano_para_Tempos_Incertos</comments>		</item>
		<item>
			<title>Conforto Soberano para Tempos Incertos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Conforto_Soberano_para_Tempos_Incertos</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: Criou nova página com '{{info|Sovereign Comfort for Uncertain Times}}&amp;lt;br&amp;gt;  '''Transcrição de áudio'''  ''Se 2020 nos ensinou alguma coisa, é que os tempos são sempre incertos e nossas vidas n...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Sovereign Comfort for Uncertain Times}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Transcrição de áudio'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Se 2020 nos ensinou alguma coisa, é que os tempos são sempre incertos e nossas vidas neste mundo são muito menos estáveis do que imaginamos. Cada vez mais, parece que a única coisa previsível sobre a vida é a sua imprevisibilidade. Então, no meio das atuais convulsões sociais, médicas e econômicas que poucos de nós poderiam ter previsto, quais promessas eternas nos sustentam? Temos algumas promessas incríveis de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, que aparentemente sabia que nossas vidas permaneceriam imprevisíveis até que Ele retornasse. Assim, Ele nos deixou com Suas palavras finais em Mateus 28:16-20. Lemos isto:''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;“Os onze discípulos foram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes indicara. Quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram. Então, Jesus aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu ordenei a vocês. E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos.”&amp;lt;/i&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Aqui está o Pastor John explicando o que isso significa para nós hoje.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus aproximou-se e falou-lhes, dizendo: &amp;quot;Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra&amp;quot; (Mateus 28:18 NVI). Agora, essa é uma reivindicação muito elevada para qualquer um fazer. Ela foi dada a Ele por Deus Pai. Porque Ele morreu, Ele venceu a culpa – Ele venceu a condenação. Porque Ele ressuscitou, Ele venceu o sofrimento e Ele venceu a morte. E uma vez que Ele triunfou sobre a culpa e condenação, sofrimento e morte, Ele também triunfou sobre Satanás. Porque a única maneira, em última análise, que Satanás pode condenar o povo de Deus é com culpa e condenação. E a única maneira que ele pode nos atacar é com o sofrimento e com a morte. E se o sofrimento, a morte, a culpa e a condenação foram conquistados por Jesus em Sua morte e em Sua ressurreição, Satanás está de mãos vazias hoje em sua capacidade de destruir os crentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é uma coisa tremenda. Filipenses 2:9–11 diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Por isso Deus o exaltou à mais alta posição e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é apenas outra maneira de dizer &amp;quot;Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus tem toda a autoridade, então aqui está o nosso Rei, que está nos comissionando. Esta altíssima reivindicação: &amp;quot;Toda autoridade foi comprada por mim, possuída por mim, dada a mim. Eu tenho toda a autoridade no universo&amp;quot; - vamos ponderar por um minuto. ''Toda a autoridade. Sério? Toda a autoridade.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre Satanás e todos os demônios e todos os anjos, o bem e o mal.&lt;br /&gt;
*Autoridade sobre o universo natural: objetos naturais e leis e forças, como estrelas e galáxias, planetas e meteoritos.&lt;br /&gt;
*Autoridade sobre todos os sistemas meteorológicos: ventos e chuvas, raios e trovões, furacões e tornados, monções, tufões e ciclones, e todos os seus efeitos como ondas de maré e inundações e incêndios.&lt;br /&gt;
*Toda autoridade sobre a realidade molecular e atômica: átomos, elétrons, prótons, nêutrons, partículas subatômicas, física quântica, DNA, realidade cromossômica.&lt;br /&gt;
*Todas as plantas, todos os animais. Não importa o tamanho: baleias, sequoias, lulas gigantes e carvalhos gigantes. Sobre todos os peixes, sobre todos os animais selvagens, Ele tem autoridade.&lt;br /&gt;
*Todos os animais invisíveis: bactérias e vírus, parasitas e germes de todos os tipos – Ele tem autoridade sobre eles.&lt;br /&gt;
*Ele tem autoridade sobre todas as partes e funções do corpo humano. Cada batida do seu coração, cada movimento do diafragma, cada pequeno salto através de um milhão de sinapses em seu cérebro - Jesus tem toda a autoridade sobre todos esses fenômenos fisiológicos em seu corpo.&lt;br /&gt;
*Ele tem toda a autoridade sobre nações e governos, congressos e legislaturas, reis, premiers e tribunais.&lt;br /&gt;
*Ele tem toda a autoridade sobre exércitos e armas, bombas e terroristas.&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre a indústria e negócios e finanças e moeda.&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre entretenimento e diversão e lazer e mídia.&lt;br /&gt;
*Toda autoridade sobre educação e pesquisa e ciência e descoberta.&lt;br /&gt;
*Toda a autoridade sobre o crime e a violência e todas as famílias e todos os bairros.&lt;br /&gt;
*E Ele tem autoridade sobre o seu corpo, a igreja.&lt;br /&gt;
*E Ele tem autoridade sobre cada alma no universo e cada momento e cada segundo de cada vida vivida, agora ou anteriormente ou para sempre e sempre, em qualquer lugar do universo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele tem toda a autoridade. Jesus tem toda a autoridade. E é por isso que ele tem o direito de dizer: &amp;quot;Vá a todos os lugares&amp;quot;. Mateus 28:18 é o mandado de busca para invadir outras culturas. Quase ninguém na América acredita que temos um mandado para fazer isso hoje. Isso é uma coisa politicamente incorreta para nós – ou seja, a evangelização mundial. Mas nós temos um mandado. Temos um mandado. Você não faz esse tipo de coisa sem um mandado. Você não entra na cultura ou casa de alguém e diz: &amp;quot;Jesus é o Senhor desta casa; Jesus é o Senhor desta cultura&amp;quot;, sem um mandado. Qual é o mandado? Mateus 28:18 é o mandado: &amp;quot;Eu morri. Eu ressuscitei. Eu triunfei sobre todos os meus inimigos. Eu tenho toda a autoridade no céu. Eu tenho toda a autoridade na terra. Vá.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Ele dá e Ele tira====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salte comigo do versículo 19 para o versículo 20 para ver não apenas a sublime reivindicação, mas o conforto amoroso: &amp;quot; E eu estarei sempre [literalmente, todos os dias] com vocês, até o fim dos tempos” Há três partes para isso. Chamo-as ''identificação, continuação e duração.'' Essas são as três partes no versículo 20 no final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quero dizer com ''identificação''? Quero dizer: você poderia, por favor, por um momento aqui, pedir ao Senhor para revelar ao seu coração o que está escrito nesta página? Que Aquele que promete nunca deixá-lo e estar sempre com você é Aquele que tem toda a autoridade no universo. Você poderia, por favor, agora mesmo, sussurrar uma oração em seu coração? Estou sussurrando agora para que Deus abra seus olhos para o que isso significa. Senhor, basta fazê-lo. Você viria neste momento e colocaria esses dois versículos juntos? Senhor, o Senhor tem toda a autoridade no universo, todo o poder, todo o direito, o direito e o poder de fazer o que quiser em todas as áreas da vida, cada cultura, cada povo, cada religião – o direito e o poder de ser Senhor e Rei. Tu disseste ao teu povo: “Eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos.” Amigos, vocês entendem? Aquele que disse: &amp;quot;Eu estarei sempre com vocês&amp;quot;, é ''esse Senhor''. Essa é a ''identificação.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''continuação'' é encontrada na palavra ''sempre'' ou ''todos os dias''. E o que quero dizer com isso não é apenas um período de tempo, mas um tempo ininterrupto. Você vê o ponto? Ele não sai de férias às segundas-feiras. Pastores pensam que Ele sai de férias às segundas-feiras, e assim eles ficam realmente deprimidos e desencorajados na segunda-feira de manhã. &amp;quot;Onde está Deus?&amp;quot; Bem, a resposta é esta: tão perto quanto sua pele, porque ele não quebra sua palavra. Ele não quebra Sua palavra. Eu não me importo o quão azul está o dia, Jesus não mente. &amp;quot;Eu estarei sempre com você.&amp;quot; Escuro, brilhante, para cima, para baixo, ruim, bom, morte, vida - &amp;quot;Eu estarei sempre com você.&amp;quot; Hebreus 13:5: &amp;quot;Contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ainda que Ele dê ou Ele tire,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Deus jamais abandona seus filhos;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Seu propósito amoroso é somente&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
preservá-los, puros e santos.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os suecos têm uma boa teologia. &amp;quot;Ainda que Ele dê ou Ele tire, Deus jamais abandona seus filhos.&amp;quot;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 18:25:43 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Conforto_Soberano_para_Tempos_Incertos</comments>		</item>
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			<title>Actifs</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Actifs</link>
			<description>&lt;p&gt;Pcain: moveu Actifs para Todos os outros caminhos levam à morte&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Todos os outros caminhos levam à morte]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 18:53:28 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Actifs</comments>		</item>
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