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		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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		<description>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</description>
		<language>pt</language>
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			<title>E Lhe porás O Nome de Jesus</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/E_Lhe_por%C3%A1s_O_Nome_de_Jesus</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | You Shall Call His Name Jesus}}Mateus 1.21&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Jesus! Este é o nome que impulsiona as harpas do céu a ressoarem melodias! Jesus — a essência de todas as nossas alegrias. Se existe um nome mais encantador, ou mais precioso do que qualquer outro, este nome é Jesus; ele está entrelaçado na base de nossa salmodia. Muitos de nossos hinos começam com este nome, e poucos dos hinos que são dignos de ser entoados não terminam com este nome. O nome Jesus é a suma de todos os deleites. É a música que move os sinos do céu — uma música em uma palavra; um oceano a ser compreendido, embora seja uma gota de brevidade; uma oratória inigualável em duas sílabas; um coro de aleluias em cinco letras.&amp;lt;br&amp;gt;C. H. Spurgeon&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:12:18 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:E_Lhe_por%C3%A1s_O_Nome_de_Jesus</comments>		</item>
		<item>
			<title>Adoração na Sala do Trono</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Adora%C3%A7%C3%A3o_na_Sala_do_Trono</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Worship in the Throne Room}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== ''Preletor na Conferência Fiel, Brasil - 2007''  ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus Cristo, nosso Senhor, disse: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (Jo 4.23). Um dos fatos mais admiráveis a respeito de Deus é que Ele está procurando pessoas para adorarem seu Filho, Jesus Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você já se tornou um crente, um dos propósitos primários de sua salvação é que você adore com alegria o Filho de Deus. Na vida cristã, não existe nada mais importante do que isso. Mas, infelizmente, encontramos poucos crentes que entendem a natureza espiritual da adoração e que praticam essa adoração. Nesta altura, devemos perguntar a nós mesmos: existe um verdadeiro espírito de adoração em nossa igreja e em nosso coração? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Apresença de Cristo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos a adoração bíblica e compreendermos exatamente o que Deus, o Pai, está buscando de nós, precisamos examinar a adoração em seu nível mais puro. Quando consideramos as Escrituras, encontramos muitos exemplos de pessoas que adoraram a Deus. No entanto, a figura mais sublime e evidente é a que João retrata no livro de Apocalipse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. W. Tozer escreveu: “Hoje existem milhões de pessoas que mantêm opiniões corretas, talvez mais do que antes na história da igreja. Contudo, pergunto-me se já houve um tempo quando a verdadeira adoração espiritual esteve em nível tão baixo. Para grandes alas da igreja, a adoração se perdeu completamente, e seu lugar foi ocupado por aquela coisa estranha chamada ‘programa’. Esta palavra foi emprestada do teatro e aplicada com péssima sabedoria ao tipo de adoração pública que agora passa por adoração entre nós”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adoração bíblica e espiritual é o anelo da alma para ver a glória e a beleza de Jesus Cristo. Quando os adoradores vêem a Cristo, têm o gozo de experimentar a presença dEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A adoração está em seu ápice quando nossa alma se perde em admiração da glória e majestade de Deus. Muito do que passa hoje por adoração não produz isso. Os cultos vazios e superficiais que caracterizam a geração atual não produzem nem adoradores verdadeiros nem grandes homens de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Entendendo A Adoração Bίblica  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para entendermos a adoração bíblica e compreendermos exatamente o que Deus, o Pai, está buscando de nós, precisamos examinar a adoração em seu nível mais puro. Quando consideramos as Escrituras, encontramos muitos exemplos de pessoas que adoraram a Deus. No entanto, a figura mais sublime e evidente é a que João retrata no livro de Apocalipse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos capítulos 4 e 5, o Senhor abre a cortina e nos permite vislumbrar o que eu chamo de “adoração na sala do trono”. Nestes dois capítulos, vemos realmente um culto de adoração realizando-se no céu, na sala do trono de Deus. Se temos de adorar a Deus biblicamente, devemos estar certos de que nossa adoração na terra reflete o exemplo e a direção da adoração celestial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitas lições nestes capítulos, mas neste artigo podemos considerar apenas a primeira dessas lições, ou seja, a adoração espiritual está centralizada em Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Adoração Centralizada em Deus  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando João vislumbra o culto de adoração no céu, ele diz: “Imediatamente, eu me achei em espírito, e eis armado no céu um trono, e, no trono, alguém sentado” (Ap 4.2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem no início, observamos que Deus está no centro da adoração espiritual. Nosso foco e atenção são direcionados imediatamente para Ele. A adoração centralizada em Deus significa apenas que a glória, a honra, a majestade e a vontade de Deus são a prioridade em nossos pensamentos e desejos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossos dias, a adoração está muito freqüentemente centralizada no homem e não em Deus. Todavia, meu desejo e oração é que a igreja de Cristo descubra novamente a verdadeira adoração — que a igreja redescubra e volte-se à adoração bíblica na sala do trono. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A. W. Tozer escreveu: “A história da humanidade provavelmente mostrará que nenhuma pessoa jamais foi maior do que sua religião; e a história espiritual do homem demonstrará positivamente que nenhuma religião tem sido maior do que a sua idéia a respeito de Deus. A adoração é pura ou ignominiosa à medida que o adorador nutre pensamentos sublimes ou medíocres a respeito de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta razão, o assunto mais solene diante da igreja é sempre Deus mesmo, e o fato mais portentoso sobre o homem não é o que ele... pode dizer ou fazer, e sim o que ele, no âmago de sua alma, percebe sobre a natureza de Deus.”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:12:10 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Adora%C3%A7%C3%A3o_na_Sala_do_Trono</comments>		</item>
		<item>
			<title>Por Que O Justo Sofre?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Por_Que_O_Justo_Sofre%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Why do the Just Suffer?}}No âmago da mensagem do livro de Jó, acha-se a sabedoria que responde à questão a respeito de como Deus se envolve no problema do sofrimento humano. Em cada geração, surgem protestos, dizendo: “Se Deus é bom, não deveria haver dor, sofrimento e morte neste mundo”. Com este protesto contra as coisas ruins que acontecem a pessoas boas, tem havido tentativas de criar um meio de calcular o sofrimento, pelo qual se pressupõe que o limite da aflição de uma pessoa é diretamente proporcional ao grau de culpa que ela possui ou pecados que comete.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No livro de Jó, o personagem é descrito como um homem justo; de fato, o mais justo que havia em toda a terra. Mas Satanás afirma que esse homem é justo somente porque recebe bênçãos de Deus. Deus o cercou e o abençoou acima de todos os mortais; e, como resultado disso, Satanás acusa Jó de servir a Deus somente por causa da generosa compensação que recebe de seu Criador.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da parte do Maligno, surge o desafio para que Deus remova a proteção e veja que Jó começará a amaldiçoá-Lo. À medida que a história se desenrola, os sofrimentos de Jó aumentam rapidamente, de mal a pior. Seus sofrimentos se tornam tão intensos, que ele se vê assentado em cinzas, amaldiçoando o dia de seu nascimento e clamando com dores incessantes. O seu sofrimento é tão profundo, que até sua esposa o aconselha a amaldiçoar a Deus, para que morresse e ficasse livre de sua agonia. Na continuação da história, desdobram-se os conselhos que os amigos de Jó lhe deram — Elifaz, Bildade e Zofar. O testemunho deles mostra quão vazia e superficial era a sua lealdade a Jó e quão presunçosos eles eram em presumir que o sofrimento indescritível de Jó tinha de fundamentar-se numa degeneração radical do seu caráter.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eliú fez discursos que traziam consigo alguns elementos da sabedoria bíblica. Todavia, a sabedoria final encontrada neste livro não provém dos amigos de Jó, nem de Eliú, e sim do próprio Deus. Quando Jó exige uma resposta de Deus, Este lhe responde com esta repreensão: “Quem é este que escurece os meus desígnios com palavras sem conhecimento? Cinge, pois, os lombos como homem, pois eu te perguntarei, e tu me farás saber” (Jó 38.2, 3). O que resulta desta repreensão é o mais vigoroso questionamento já feito pelo Criador a um ser humano. A princípio, pode parecer que Deus estava pressionando Jó, visto que Ele diz: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?” (v. 4) Deus levanta uma pergunta após outra e, com suas perguntas, reitera a inferioridade e subordinação de Jó. Deus continua a fazer perguntas a respeito da habilidade de Jó em fazer coisas que lhe eram impossíveis, mas que Ele podia fazer. Por último, Jó confessa que isso era maravilhoso demais. Ele disse: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (42.5-6).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste drama, é digno observar que Deus não fala diretamente a Jó. Ele não diz: “Jó, a razão por que você está sofrendo é esta ou aquela”. Pelo contrário, no mistério deste profundo sofrimento, Deus responde a Jó revelando-se a Si mesmo. Esta é a sabedoria que responde à questão do sofrimento — a resposta não é por que tenho de sofrer deste modo particular, nesta época e circunstância específicas, e sim em que repousa a minha esperança em meio ao sofrimento.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta a essa questão provém claramente da sabedoria do livro de Jó: o temor do Senhor, o respeito e a reverência diante de Deus, é o princípio da sabedoria. Quando estamos desnorteados e confusos por coisas que não entendemos neste mundo, não devemos buscar respostas específicas para questões específicas, e sim buscar conhecer a Deus em sua santidade, em sua justiça e em sua misericórdia. Esta é a sabedoria de Deus que se acha no livro de Jó.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:12:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Por_Que_O_Justo_Sofre%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Por Que Precisamos dos Puritanos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Por_Que_Precisamos_dos_Puritanos</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Why We Need the Puritans}}O hipismo é conhecido como esporte de reis. O esporte do “atiralama”, porém, possui mais ampla adesão. Ridicularizar os Puritanos,em particular, há muito é passatempo popular nos dois lados do Atlântico,e a imagem que a maioria das pessoas tem do Puritanismo ainda contém bastante da deformadora sujeira que necessita ser raspada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Puritano”, como um nome, era, de fato, lama desde o começo. Cunhado cedo, nos anos 1560, sempre foi um palavra satírica e ofensiva, subentendendo mau humor, censura, presunção e certa medida de hipocrisia, acima e além da sua implicação básica de descontentamento, motivado pela religião, para com aquilo que era visto como a laodicense e comprometedora Igreja da Inglaterra, de Elizabeth. Mais tarde, a palavra ganhou a conotação política adicional de ser contra a monarquia Stuart e a favor de algum tipo de republicanismo; sua primeira referência, no entanto, ainda era ao que se via como um forma estranha, furiosa e feia de religião protestante. Na Inglaterra, o sentimento antipuritano disparou no tempo da Restauração e tem fluído livremente desde então; na América do Norte edificou-se lentamente, após os dias de Jonathan Edwards, para atingir seu zênite há cem anos atrás na Nova Inglaterra pós-Puritana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No último meio século, porém, estudiosos têm limpado a lama meticulosamente. E, como os afrescos de Michelangelo na Capela Sistina têm cores pouco familiares depois que os restauradores removeram o verniz escuro, assim a imagem convencional dos Puritanos foi radicalmente recuperada, ao menos para os informados. (Aliás, o conhecimento hoje viaja devagar em certas regiões.) Ensinados por Perry Miller, William Haller, Marshall Knappen, Percy Scholes, Edmund Morgan e uma série de pesquisadores mais recentes, pessoas bem informadas agora reconhecem que os Puritanos típicos não eram homens selvagens, ferozes e monstruosos fanaticos e religiosos e extremistas sociais, mas sóbrios, conscienciosos, cidadãos de cultura, pessoas de princípio, decididas e disciplinadas, excepcionais nas virtudes domésticas e sem grandes defeitos, exceto a tendência de usar muitas palavras ao dizer qualquer coisa importante, a Deus ou ao homem. Afinal está sendo consertado o engano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, mesmo assim, a sugestão de que necessitamos dos Puritanos — nós, ocidentais do final do século vinte, com toda nossa sofisticação e maestria de técnica tanto no campo secular como no sagrado — poderá erguer algumas sobrancelhas. Resiste a crença de que os Puritanos, mesmo se fossem de fato cidadãos responsáveis, eram ao mesmo tempo cômicos e patéticos, sendo ingênuos e supersticiosos, super-escrupulosos, mestres em detalhes e incapazes ou relutantes em relaxarem. Pergunta-se: O que estes zelotes nos poderiam dar do que precisamos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta é, em uma palavra, maturidade. A maturidade é uma composição de sabedoria, boa vontade, maleabilidade e criatividade. Os Puritanos exemplificavam a maturidade; nós não. Um líder bem viajado, um americano nativo, declarou que o protestantismo norte-americano— centrado no homem, manipulativo, orientado pelo sucesso, auto-indulgente e sentimental como é, patentemente — mede cinco mil quilômetros de largura e um centímetro de profundidade. Somos anões espirituais. Os Puritanos, em contraste, como um corpo eram gigantes. Eram grandes almas servindo a um grande Deus. Neles, a paixão sóbria e a terna compaixão combinavam. Visionários e práticos, idealistas e também realistas, dirigidos por objetivos e metódicos, eram grandes crentes, grandes esperançosos, grandes realizadores e grandes sofredores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas seus sofrimentos, de ambos os lados do oceano (na velha Inglaterra pelas autoridades e na Nova Inglaterra pelo clima), os temperaram e amadureceram até que ganharam uma estatura nada menos do que heróica. Conforto e luxo, tais como nossa afluência hoje nos traz, não levam à maturidade; dureza e luta, sim, e as batalhas dos Puritanos contra os desertos evangélico e climático onde Deus os colocou produziram uma virilidade de caráter, inviolável e invencível, erguendo-se acima de desânimo e temores, para os quais os verdadeiros precedentes e modelos são homens como Moisés e Neemias, Pedro, depois do Pentecoste, e o apóstolo Paulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A guerra espiritual fez dos Puritanos o que eles foram. Eles aceitaram o antagonismo como seu chamado, vendo a si mesmos como os soldados peregrinos do seu Senhor, exatamente como na alegoria de Bunyan, sem esperarem poder avançar um só passo sem oposição de uma espécie ou outra. John Geree, no seu folheto “O Caráter de um Velho Puritano Ingles ou Inconformista” (1646) afirma: “Toda sua vida ela a tinha como uma Guerra onde Cristo era seu capitão; suas armas: orações e lágrimas. A cruz, seu estandarte; e sua palavra [lema], Vincit qui patitur [o que sofre, conquista]”.2 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Puritanos perderam, em certa medida, toda batalha pública em que lutaram. Aqueles que ficaram na Inglaterra não mudaram a igreja da Inglaterra como esperavam fazer, nem reavivaram mais do que uma minoria dos seus partidários e eventualmente foram conduzidos para fora do anglicanismo por meio de calculada pressão sobre suas consciências. Aqueles que atravessaram o Atlântico falharam em estabelecer Nova Jerusalém na Nova Inglaterra; durante os primeiros cinqüenta anos suas pequenas colônias mal sobreviveram, segurando-se por um fio. Mas a vitória moral e a espiritual que os Puritanos conquistaram permanecendo dóceis, pacíficos, pacientes, obedientes e esperançosos sob contínuas e aparentemente intoleráveis pressões e frustrações, dão-lhes lugar de alta honra no “hall” de fama dos crentes, onde Hebreus 11 é a primeira galeria. Foi desta constante experiência de forno que forjou-se sua maturidade, e sua sabedoria relativa ao discipulado foi refinada. George Whitefield, o evangelista, escreveu sobre eles como se segue: &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ministros nunca escrevem ou pregam tão bem como quando debaixo da cruz; o Espírito de Cristo e de glória paira então sobre eles. Foi isto sem dúvida que fez dos Puritanos... as lâmpadas ardentes e brilhantes. Quando expulsos pelo sombrio Ato Bartolomeu (o Ato de Uniformidade de 1662) e removidos dos seus respectivos cargos para irem pregar em celeiros e nos campos, nas rodovias e sebes, eles escreveram e pregaram como homens de autoridade. Embora mortos, pelos seus escritos eles ainda falam; uma unção peculiar lhes atende nesta mesma hora...3&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas palavras vêm do prefácio de uma reedição dos trabalhos de Bunyan que surgiu em 1767; mas a unção continua, a autoridade ainda é sentida, e a amadurecida sabedoria permanece empolgante, como todos os modernos leitores do Puritanismo cedo descobrem por si mesmos. Através do legado desta literatura, os Puritanos podem nos ajudar hoje na direção da maturidade que eles conheceram e que precisamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De que maneiras podemos fazer isto? Deixe-me sugerir alguns pontos específicos. Primeiro, há lições para nós na integração das suas vidas diárias. Como seu cristianismo era totalmente abrangente, assim o seu viver era uma unidade. Hoje, chamaríamos o seu estilo de vida de “holístico”: toda conscientização, atividade e prazer, todo “emprego das criaturas” e desenvolvimento de poderes pessoais e criatividade, integravam-se na única finalidade de honrar a Deus, apreciando todos os seus dons e tomando tudo em “santidade ao Senhor’’. Para eles não havia disjunção entre o sagrado e o secular; toda a criação, até onde conheciam, era sagrada, e todas as atividades, de qualquer tipo, deviam ser santificadas, ou seja, feitas para a glória de Deus. Assim, no seu ardor elevado aos céus, os Puritanos &amp;lt;br&amp;gt;tornaram- se homens e mulheres de ordem, sóbrios e simples, de oração, decididos, práticos. Viam a vida como um todo, integravam a contemplação com a ação, culto com trabalho, labor com descanso, amor a Deus com amor ao próximo e a si mesmo, a identidade pessoal com a social e um amplo espectro de responsabilidades relacionadas umas com as outras, de forma totalmente consciente e pensada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nessa minuciosidade eram extremos, diga-se, muito mais rigorosos do que somos, mas ao misturar toda a variedade de deveres cristãos expostos na Escritura eram extremamente equilibrados. Viviam com “método” (diríamos, com uma regra de vida), planejando e dividindo seu tempo com cuidado, nem tanto para afastar as coisas ruins como para ter certeza de incluir todas as coisas boas e importantes — sabedoria necessária, tanto naquela época como agora, para pessoas ocupadas! Nós hoje que tendemos a viver vidas sem planejamento, ao acaso, em uma série de compartimentos incomunicantes e que, portanto, nos sentimos sufocados e distraídos a maior parte do tempo, poderíamos aprender muito com os Puritanos nesse ponto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, há lições para nós na qualidade de sua experiência espiritual. Na comunhão dos Puritanos com Deus, assim como Jesus era central, a Sagrada Escritura era suprema. Pela Escritura, como a Palavra de instrução de Deus sobre relacionamento divino-humano, buscavam viver, e aqui também eram conscienciosamente metódicos. Reconhecendo-se como criaturas de pensamento, afeição e vontade, e sabendo que o caminho de Deus até o coração (a vontade) é via cabeça humana (a mente), os Puritanos praticavam meditação, discursiva e sistemática, em toda a amplitude da verdade bíblica, conforme a viam aplicando-se a eles mesmos. A meditação Puritana na Escritura se modelava pelo sermão Puritano; na meditação o Puritano buscaria sondar e desafiar seu coração, guiar suas afeições para odiar o pecado, amar a justice e encorajar a si mesmo com as promessas de Deus, assim como pregadores Puritanos o fariam do púlpito. Esta piedade racional, resoluta e apaixonada era consciente sem tomar-se obsessiva, dirigida pela lei sem cair no legalismo, e expressive da liberdade cristã sem vergonhosos deslizes para a licenciosidade. Os Puritanos sabiam que a Escritura é a regra inalterada da santidade, e eles nunca se permitiram esquecer disto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecendo também a desonestidade e a falsidade dos corações humanos decaídos, cultivavam humildade e auto-suspeita como atitudes constantes, examinando-se regularmente em busca dos pontos ocultos e males internos furtivos. Por isso não poderiam ser chamados de mórbidos ou introspectivos; pelo contrário, descobriram a disciplina do autoexame pela Escritura (não é o mesmo que introspecção, notemos), seguida da disciplina da confissão e do abandono do pecado e renovação da gratidão a Cristo pela sua misericórdia perdoadora como fonte de grande gozo e paz interiores. Hoje nós que sabemos à nossa custa que temos mentes não esclarecidas, afeições incontroladas e vontades instáveis no que se refere a servir a Deus e que freqüentemente nos vemos subjugados por um romanticismo emocional, irracional, disfarçado de superespiritualidade, nos beneficiaríamos muito do exemplo dos Puritanos neste ponto também. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, há lições para nós na sua paixão pela ação eficaz. Embora os Puritanos, como o resto da raça humana, tivessem seus sonhos do que poderiam e deveriam ser, não eram definitivamente o tipo de gente que denominaríamos “sonhadores”! Não tinham tempo para o ócio do preguiçoso ou da pessoa passiva que deixa para os outros o mudar o mundo. Foram homens de ação no modelo puro reformado — ativistas de cruzada sem qualquer autoconfiança; trabalhadores para Deus que dependiam sumamente de que Deus trabalhasse neles e através deles e que sempre davam a Deus a glória por qualquer coisa que faziam, e que em retrospecto lhes parecia correta; homens bem dotados que oravam com afinco para que Deus os capacitasse a usar seus poderes, não para a auto-exibição, mas para a glória dEle. Nenhum deles queria ser revolucionário na igreja ou no Estado, embora alguns relutantemente tenham-se tornado tal; todos eles, entretanto, desejavam ser agents eficazes de mudança para Deus onde quer que se exigisse mudança. Assim Cromwell e seu exército fizeram longas e fortes orações antes de cada batalha, e pregadores pronunciaram extensas e fortes orações particulares sempre antes de se aventurarem no púlpito, e leigos proferiram longas e fortes orações antes de enfrentarem qualquer assunto de importância (casamento, negócios, investimentos maiores ou qualquer outra coisa). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, porém, os cristãos ocidentais se vêem em geral sem paixão, passivos, e, teme-se, sem oração. Cultivando um sistema que envolve a piedade pessoal num casulo pietista, deixam os assuntos públicos seguirem seu próprio curso e nem esperam, nem, na maioria, bescam influenciar além do seu próprio círculo cristão. Enquanto os Puritanos oraram e lutaram por uma Inglaterra e uma Nova Inglaterra santas — sentindo que onde o privilégio é negligenciado e a infidelidade reina, o juízo nacional está sob ameaça — os cristãos modernos alegremente se acomodam com a convencional respeitabilidade social e, tendo feito assim, não olham além. Claro, é óbvio que a esta altura também os Puritanos têm muita coisa para nos ensinar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em quarto lugar, há lições para nós no seu programa para a estabilidade da família. Não seria demais dizer que os Puritanos criaram a família cristã no mundo de lingua inglesa. A ética Puritana do casamento consistia em primeiro se procurar um parceiro não por quem se fosse perdidamente apaixonado no momento, mas a quem se pudesse amar continuamente como seu melhor amigo por toda a vida e proceder com a ajuda de Deus a fazer exatamente isso. A ética Puritana de criação de filhos era treinar as crianças no caminho em que deveriam seguir, cuidar dos seus corpos e almas juntos e educálos para a vida adulta sóbria, santa e socialmente útil. A ética Puritana da vida no lar baseava-se em manter a ordem, a cortesia e o culto em família. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Boa vontade, paciência, consistência e uma atitude encorajadora eram vistas como as virtudes domésticas essenciais. Numa era de desconfortos rotineiros, medicina rudimentar sem anestésicos, freqüentes lutos (a maioria das famílias perdia tantos filhos quantos criava), uma média de longevidade um pouco abaixo dos trinta e dificuldade econômica para quase todos, salvo príncipes mercantes e pequenos proprietários fidalgos, a vida familiar era uma escola para o caráter em todos os sentidos. A fortaleza com que os Puritanos resistiam à bem conhecida tentação de aliviar a pressão do mundo através da violência no lar e lutavam para honrar a Deus apesar de tudo, merece grande elogio. Em casa os Puritanos mostravam-se maduros, aceitando as dificuldades e decepções realisticamente como vindas de Deus e recusando-se a desanimar ou amargurar-se com qualquer uma delas. Também era em casa, em primeira instância, que o leigo Puritano praticava o evangelismo e ministério. “Ele esforçou-se para tornar sua família numa igreja”, escreveu Geree, “.. .lutando para que os que nascessem nela, pudessem nascer novamente em Deus.” Numa era em que a vida em família tornou-se árida mesmo entre os cristãos, com cônjuges covardes tomando o curso da separação em vez do trabalho no seu relacionamento, e pais narcisistas estragando seus filhos materialmente enquanto os negligenciam espiritualmente, há, mais uma vez, muito o que se aprender com os caminhos bem diferentes dos Puritanos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em quinto lugar, há lições para se aprender com o seu senso de valor humano. Crendo num grande Deus (o Deus da Escritura, não diminuído nem domesticado), eles ganharam um vívido senso da grandeza das questões morais, da eternidade e da alma humana. O sentimento de Hamlet “Que obra é o homem!” é um sentimento muito Puritano; a maravilha da individualidade humana era algo que sentiam pungentemente. Embora, sob a influência da sua herança medieval, que lhes dizia que o erro não tem direitos, não conseguissem em todos os casos respeitar aqueles que se diferenciavam deles publicamente, sua apreciação pela dignidade humana como criatura feita para ser amiga de Deus era intensa, e também o era seu senso da beleza e nobreza da santidade humana. Atualmente, no formigueiro urbano coletivo onde vive a maioria de nós, o senso da significação eterna individual se acha muito desgastado, e o espírito Puritano é neste ponto um corretivo do qual podemos nos beneficiar imensamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sexto lugar, há lições para se aprender com o ideal de renovação da igreja com os Puritanos. Na verdade, “renovação” não era uma palavra que eles usavam; eles falavam apenas de “reformação” e “reforma”, palavras que sugerem às nossas mentes do século vinte uma preocupação que se limita ao aspecto exterior da ortodoxia, ordem, formas de culto e códigos disciplinares da igreja. Mas quando os Puritanos pregaram publicaram e oraram pela “reformação”, tinham em mente nada menos do que isso, mas de fato muito mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na página de título da edição original de ''The Reformed Pastor''(traduzido para o português sob o título “O Pastor Aprovado” — PES) de Richard Baxter, a palavra “Reformado” foi impressa com um tipo de letra bem maior do que as outras; e não se precisa ler muito para descobrir que, para Baxter, um pastor “Reformado” não era alguém que fazia campanha pelo calvinismo, mas alguém cujo ministério como pregador, professor, catequista e modelo para o seu povo demonstrasse ser ele, como se diria, “reavivado” ou “renovado”. A essência deste tipo de “reforma” era um enriquecimento da compreensão da verdade de Deus, um despertar das afeições dirigidas a Deus, um aumento do ardor da devoção e mais amor, alegria e firmeza de objetivo cristão no chamado e na vida de cada um. Nesta mesma linha, o ideal para a igreja era que através de clérigos “reformados” cada congregação na sua totalidade viesse a tornar-se “reformada” — trazida, sim, pela graça de Deus a um estado que chamaríamos de reavivamento sem desordem, de forma a tornar-se verdadeira e completamente convertida, teologicamente ortodoxa e saudável, espiritualmente alerta e esperançosa, em termos de caráter, sábia e madura, eticamente empreendedora e obediente, humilde mas alegremente certa de sua salvação. Este era em geral o alvo que o ministério pastoral Puritano visava, tanto em paróquias inglesas quanto nas igrejas “reunidas” do tipo congregacional que se multiplicaram em meados do século dezessete. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preocupação dos Puritanos pelo despertamento espiritual em comunidades se nos escapa até certo ponto por seu institucionalismo. Tendemos a pensar no ardor de reavivamento como sempre impondo-se sobre a ordem estabelecida, enquanto os Puritanos visualizavam a “reforma” a nível congregacional vindo em estilo disciplinado através de pregação, catequismo e fiel trabalho espiritual da parte do pastor. O clericalismo, com sua supressão da iniciativa leiga, era sem dúvida uma limitação Puritana, que voltou-se contra eles quando o ciúme leigo finalmente veio à tona com o exército de Cromwell, no quacrismo e no vasto submundo sectarista dos tempos da Comunidade Britânica. O outro lado da moeda, porém, era a nobreza do perfil do pastor que os Puritanos desenvolveram — pregador do evangelho e professor da Bíblia, pastor e médico de almas, catequista e conselheiro, treinador e disciplinador, tudo em um só. Dos ideais e objetivos Puritanos para a vida da igreja, os quais eram inquestionável e permanentemente certos, e dos seus padrões para o clero, os quais eram desafiadora e inquisitivamente elevados, ainda há muito que os cristãos modernos podem e devem levar a sério. Estas são apenas algumas das maneiras mais óbvias como os Puritanos nos podem ajudar nestes dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em conclusão, elogiaria os capítulos do Professor Ryken [autor de Santos no Mundo], que estas observações introduzem, como uma detalhada apresentação da perspectiva Puritana. Tendo lido vastamente a recente erudição Puritana, ele sabe o que está dizendo. Ele sabe, como o sabem a maioria dos estudantes modernos, que o Puritanismo como uma atitude distinguidora começou com William Tyndale, contemporâneo de Lutero, uma geração antes de ser cunhada a palavra “Puritano”, e foi até o final do século dezessete, várias décadas depois que o termo “Puritano” havia caído do uso comum. Ele sabe que na formação do Puritanismo entrou o biblicismo reformador de Tyndale, a piedade de coração que rompeu a superfície com John Bradford, a paixão pela competência pastoral exemplificada por John Hooper, Edward Dering, e Richard Greenham, entre outros, a visão da Escritura como o “princípio regulador” de culto e ordem ministerial que incendiou Thomas Cartwright, o abrangente interesse ético que atingiu seu apogeu na monumental ''Christian Directory'', de Richard Baxter, e a preocupação em popularizar e tomar prático, sem perder a profundidade, tão evidente em William Perkins e que tão poderosamente influenciou seus sucessores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dr. Ryken também sabe que, além de ser um movimento pela reforma da igreja, renovação pastoral, e reavivamento espiritual, o Puritanismo era uma visão de mundo, uma filosofia cristã total, em termos intelectuais, um medievalismo protestantizado e atualizado, e em termos de espiritualidade um tipo de monasticismo fora do claustro e dos votos monásticos. Sua apresentação da visão e do estilo de vida Puritanos é perspicaz e exata. Esta obra [Santos no Mundo] deveria conquistar novo respeito pelos Puritanos e criar um novo interesse em explorar a grande massa de literatura teológica e devocional que eles nos deixaram, para descobrir as profundidades da sua percepção bíblica e espiritual. Se tiver este efeito, eu pessoalmente, que devo mais aos escritos Puritanos do que a qualquer outra teologia que tenha lido, ficarei transbordante de alegria.&amp;lt;br&amp;gt;__________&amp;lt;br&amp;gt;1 Este texto é a Apresentação do livro&amp;lt;br&amp;gt;''Santos no Mundo'', Leland Ryken,&amp;lt;br&amp;gt;Editora Fiel, 1992.&amp;lt;br&amp;gt;2 Citado de Wakefield, ''Puritan Devotion'',&amp;lt;br&amp;gt;p. x.&amp;lt;br&amp;gt;3 George Whitefield, ''Works'' (Londres,&amp;lt;br&amp;gt;1771), 4:306-7.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Por_Que_Precisamos_dos_Puritanos</comments>		</item>
		<item>
			<title>Por Que Os Crentes Perseveram</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Por_Que_Os_Crentes_Perseveram</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Why Saints Persevere}}A esperança que enchia o coração do apóstolo Paulo a respeito dos crentes de Corinto, conforme já sabemos, estava repleta de consolação para aqueles que se mostravam temerosos quanto ao futuro dos membros da igreja em Corinto. Por que o apóstolo acreditava que os crentes de Corinto seriam confirmados até ao fim? &amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos observar que ele apresentou as suas próprias razões. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo”.&amp;lt;br&amp;gt;''1 Coríntios 1.9&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Paulo não disse: “Vós sois fiéis”. A fidelidade do homem é bastante desconfiável; é pura vaidade. O apóstolo também não disse: “Vós tendes ministros fiéis para guiar-vos e instruir-vos. Por isso, creio que estais seguros”. Não! Se somos guardados pelos homens, na realidade nunca seremos guardados. Paulo afirmou: “Deus é fiel”. Se somos fiéis, isto acontece porque Ele é fiel. Toda a nossa salvação descansa na fidelidade de nosso Deus da aliança. Nossa perseverança se fundamenta neste glorioso atributo de Deus. Somos instáveis como o vento, frágeis como a teia de aranha, volúveis como a água. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não podemos depender de nossas qualidades naturais ou de nossas aquisições espirituais. Mas Deus permanence fiel. Ele é fiel em seu amor: não conhece qualquer variação, nem sombra de mudança. Deus é fiel aos seus propósitos: não começa uma obra e a deixa inacabada. Ele é fiel em seus relacionamentos: como Pai, não abandonará seus filhos; como amigo não negará seu povo; como Criador, não esquecerá a obra de suas&amp;lt;br&amp;gt;mãos. Deus é fiel à sua aliança, que estabeleceu conosco em Cristo Jesus e ratificou com o sangue de seu sacrifício. Deus é fiel ao seu Filho e não permitirá que o sangue dEle tenha sido derramado em vão. Deus é fiel ao seu povo, ao qual Ele prometeu a vida eterna e do qual jamais se afastará. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta fidelidade de Deus é o fundamento e a pedra angular de nossa esperança de perseverança até ao final. Os crentes hão de perseverar em santidade, porque Deus se mantém perseverante em graça. Ele persevera em abençoar; por conseguinte, os crentes perseveram em serem abençoados. Deus continua guardando seu povo; conseqüentemente, os crentes continuam guardando os mandamentos dEle. Este é o solo firme e excelente sobre o qual podemos descansar. Portanto, é o favor gratuito e a infinita misericórdia que retinem no alvorecer da salvação; e estes mesmos sinos continuam retinindo m e l o d i o s a mente durante todo o dia da graça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos observar que as únicas razões para esperarmos que seremos confirmadosnaté ao fim e que seremos achados inculpáveis se encontram em nosso Deus. Mas nEle estas razões são abundantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, elas se fundamentam no que Deus têm feito. Ele decidiu nos abençoar e não retrocederá. Paulo nos recorda que Deus nos chamou “à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo”. Deus realmente nos chamou? A chamada não pode ser revertida, “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Rm 11.29). O Senhor jamais retrocede da chamada eficaz de sua graça. Romanos 8.30 diz: “E aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” — esta é a norma invariável do procedimento de Deus. Existe uma chamada comum, sobre a qual as Escrituras dizem: “Muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mt 22.14). No entanto, a chamada sobre a qual agora estamos pensando é outro tipo de chamada; é uma chamada que prenuncia amor especial e envolve a posse daquilo para o que fomos chamados. Nesse caso, acontece com os chamados o mesmo que ocorreu com a descendência de Abraão, sobre a qual o Senhor declarou: “A quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei” (Is 41.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquilo que o Senhor fez, temos poderosas razões que nos asseguram nossa preservação e glória futura, porque Ele nos chamou “à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo”. Isto significa o companheirismo com o Senhor Jesus Cristo. Desejo que você considere atentamente o que isto significa. Se Deus já o chamou por sua graça, você já veio à comunhão com o Senhor Jesus, para se tornar, juntamente com ele, possuidor de todas as coisas. Então, aos olhos do Altíssimo, você é um com o Senhor Jesus. Os seus pecados foram levados pelo Senhor Jesus, que os carregou sobre Si mesmo, em seu próprio corpo, na cruz, tornando-se maldição em seu lugar. Ao mesmo tempo, o Senhor Jesus tornou-se a sua justiça, de modo que você está justificado nEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como Adão é o representante de todos os seus descendentes, assim também o Senhor Jesus é o representante de todos os que estão nEle. Assim como a esposa e o esposo são um, assim também o Senhor Jesus é um com aqueles que, pela fé, estão unidos a Ele; são um por meio de uma união que nunca poderá ser desfeita. E, mais do que isso, os crentes são membros do corpo de Cristo; são um com Ele por meio de uma união de amor, permanente e viva. Deus nos chamou a esta união, esta comunhão e este companheirismo; por essa razão, Ele nos deu o sinal e penhor de que seremos confirmados até ao fim. Se fôssemos considerados como estando separados de Cristo, seríamos criaturas infelizes, destinadas a perecer; logo seríamos destruídos e lançados na eterna perdição. Mas, visto que somos um em Cristo, participamos de sua natureza e possuímos sua vida imortal. Nosso destino está vinculado ao de nosso Senhor; e, como Ele não pode ser destruído, não é possível que venhamos a perecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense demoradamente nesta união com o Filho de Deus, à qual você foi chamado, porque toda a sua esperança está nesta união. Você nunca será pobre, enquanto Jesus for rico, visto que você está em uma união firme com Ele. A necessidade nunca pode assaltá-lo, porque, juntamente com Ele, que é o Possuidor, você é co-proprietário dos céus e da terra. Você nunca pode falir, pois, embora um dos sócios da firma seja tão pobre como um rato de igreja e em si mesmo esteja em completa ruína, incapacitado de pagar o menor de seus imensos débitos, o outro sócio é excessive e inconcebivelmente rico. Neste companheirismo, você é levantado a uma posição que supera a depressão dos tempos, as mudanças do futuro e o colapso do fim de todas as coisas. Deus o chamou à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo, e por meio desta chamada o colocou no lugar de segurança infalível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você é um verdadeiro crente, é um com o Senhor Jesus e, por isso, está seguro. Você não percebe que tem de ser assim? Se você já foi realmente feito um com o Senhor Jesus, por meio de um ato irrevogável de Deus, então você tem de ser confirmado até ao fim, até ao dia da manifestação dEle. Cristo e o pecador convertido estão no mesmo barco. Se Jesus não pode afundar, o crente também nunca sucumbirá. Jesus tomou seus redimidos e os uniu de tal modo a Si mesmo, que, antes de qualquer outra coisa, Ele tem de ser destruído, vencido e desonrado, para que, então, os seus redimidos sejam injuriados. O Senhor Jesus é o titular da firma, e, até que Ele desonre seu próprio nome, estamos seguros contra todos os temores de falência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, com ousada confiança, prossigamos em direção ao futuro que ainda desconhecemos, unidos eternamente a Jesus. Se os homens do mundo perguntam: “Quem é esta que sobe do deserto e que vem encostada ao seu amado?” (Ct 8.5), confessamos com alegria que realmente nos encostamos em Jesus e que pretendemos nos unir a Ele cada vez mais. Nosso Deus fiel é um manancial transbordante de deleites, e nos sa comunhão com o Filho de Deus é um rio transbordante de regozijo. Sabendo estas coisas gloriosas, não podemos nos desencorajar. Pelo contrário, clamamos juntamente com o apóstolo: “Quem nos separará... do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”? (Rm 8.35-39)&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Por_Que_Os_Crentes_Perseveram</comments>		</item>
		<item>
			<title>Por que Memorizar Escrituras?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Por_que_Memorizar_Escrituras%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Why Memorize Scripture?}}Primeiramente, alguns testemunhos: De acordo com o Dr. Howard Hendrick do Seminário de Dallas, que uma vez citou que se fosse sua decisão, cada estudante que se graduasse do Seminário Teológico de Dallas&amp;amp;nbsp;deveria aprender mil versículos, perfeitamente, antes de se graduarem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dallas Willard, professor de Filosofia da Universidade da Califórnia do Sul, escreveu, “memorizar a Bíblia é absolutamente fundamental para a formação espiritual. Se eu tivesse que escolher entre todas as disciplinas da vida espiritual, eu escolheria memorização da Bíblia, porque esse é o meio fundamental para o preenchimento de nossas mentes com o que necessitamos. Este é o lugar onde você o necessita! Como isto chega até nossa boca? Memorizando” (“Spiritual Formation in Christ for the Whole Life and Whole Person” en ''Vocatio'', Vol. 12, Nº 2, Primavera de 2001, p. 7).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chuck Swindoll escreveu, “ Na prática, não conheço nenhuma outra&amp;amp;nbsp; atividade mais gratificante na vida Cristã do que a de memorizar Escrituras…. Nenhum outro exercício paga maiores dividendos espirituais! Sua vida de orações será fortalecida. Seu testemunho será mais precioso e muito mais eficaz. Suas atitudes e perspectivas começarão a mudar. Sua mente se tornará mais alerta e atenta. Sua confidência e segurança serão enriquecida. Sua fé será solidificada” (Growing Strong in the Seasons of Life [Grand Rapids: Zondervan, 1994], p. 61&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das razões que Martinho Lutero chegou a suas grandes descobertas na Bíblia da justificação somente pela fé foi que desde muito novo no Monastério Agostiniano ele foi influenciado por Johann Staupitz, de quem aprendeu a amar às Escrituras.&amp;amp;nbsp; Lutero devorou a Bíblia nos tempos em que as pessoas ganhavam seus Doutorados em teologia sem nunca ter lido a Bíblia. Lutero disse a seu colega e professor, Andreas Karlstadt, que não tinha sua própria Bíblia quando ele ganhou seu Doutorado em Teologia, nem mesmo depois de muitos anos (Bucher, Richard. &amp;quot;Martin Luther's Love for the Bible&amp;quot;). Lutero sabia muito sobre a Bíblia de memória que quando Deus abriu seus olhos para ver a verdade da justificação em Romanos 1:17, ele disse, “Desde então eu me guio nas Escrituras de Memória,” a fim de confirmar o que ele tinha encontrado. &amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, aqui estão algumas razões pelas quais muitas pessoas viram a memorização das Escrituras tão essenciais à vida Cristã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1.''' '''Conformidade com Cristo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo escreveu que “Todos nós... refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor“ (2 Coríntio 3:18)) Se queremos ser trnasformados à semelhança de Cristo nós deveríamos fixar nossa mirada nele. Isto acontece na palavra. “Porquanto o SENHOR se manifesta a Samuel em Siló pela palavra do SENHOR” (1 Samuel 3:21). Memorizar a Bíblia faz com que coloquemos nosso olhar em Jesus de maneira mais firme e clara. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Triunfo Diário sobre o Pecado''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Como purificará o jovem o seu caminho? Guardando-o de acordo com a tua palavra... Eu guardei a tua palavra em meu coração para não pecar contra ti” (Salmos 119:9, 11). Paulo disse que nós “Pelo espírito… colocou à morte as ações [pecaminosas] do corpo (Romanos 8:13). Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus (Efésio 6:17). Quando o pecado tenta o corpo para a ação pecadora, nos recordamos de uma palavra da escritura que nos revela a Cristo, e eliminamos a tentação com o valor e a beleza superiores de Cristo sobre o que o pecado oferece. &amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Triunfo Diário sobre Satanás''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus foi tentado por Satanás no deserto ele recitou de memória a Escritura e afugentou-o. (Mateus 4:1-1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Conforto e Conselho para as pessoas que você ama''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas ocasiões quando as pessoas necessitam que você lhes conforte e aconselhe nem sempre coincidem com tempos que você tem sua Bíblia em mãos. Não só isso, a palavra de Deus falada espontaneamente vinda de seu coração, tem um enorme poder. Provérbios 25:11 diz, “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.” Esta é uma maneira preciosa de dizer: quando o coração está cheio do amor de Deus pode dirigir a mente cheia da palavra de Deus, oportunas bênçãos fluem da boca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Comunicando o evangelho a não crentes''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oportunidades para compartilhar o evangelho chegam quando não temos a Bíblia em mãos. Os versículos da Bíblia têm seu próprio poder penetrante. E quando saem do nosso coração, como também dos Livros, testificamos que vale a pena aprender. Todos nós deveríamos ser capazes de resumir o evangelho sob 4 tópicos principais (1) Santidade/Lei/Glória de Deus; (2) O pecado/rebelião/desobediência do homem; (3) A morte de Cristo pelos pecadores; (4) O Don da vida pela fé. Aprenda um verso ou dois relacionado com cada um desses, e esteja pronto para compartilhá-los em qualquer tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''6. Comunhão com Deus em Apreciação a Sua Pessoa e sua Conduta''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maneira que temos comunhão com (isto é, companheirismo com) Deus é meditando em seus atributos e expressando a ele nossos agradecimentos, admiração e amor; e procurando sua ajuda para viver uma vida que reflete os valores desses atributos. Consequentemente, guardar textos em nossa mente sobre Deus ajuda a nos relacionar com Deus como ele realmente é. Por exemplo, imagine ser possível relembrar isso durante o dia:&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compassivo e misericordioso é o Senhor; tardio em irar-se e grande em benignidade. Não repreenderá perpetuamente, nem para sempre conservará a sua ira. Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui segundo as nossas iniqüidades. Pois quanto o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua benignidade para com os que o temem. Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões. Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece daqueles que o temem. Pois ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó. (Salmo 103:8-14) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu usei intencionalmente a palavra “apreciação” quando eu disse, “comunhão com Deus em apreciação a sua pessoa e sua conduta”. Muito de nós somos deficientes emocionalmente—todos nós, realmente somos. Nós não experimentamos a Deus com todo nosso potencial emocional. Como isso irá mudar? Uma maneira é memorizar as expressões emocionais da Bíblia e falar elas para Deus e com os outros até que isso se torne parte de quem somos. Por exemplo, em Salmo 103:1, nós dizemos, “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e tudo o que há em mim bendiga o teu santo nome!” Para muitas pessoas isto não é uma expressão natural. Mas, se nós memorizarmos esta e outras expressões emocionais da Bíblia, e disser isso sempre, pedindo a Deus que faça com que essas emoções se tornem reais em nossos corações, nós podemos realmente crescer nessas emoções e expressões. Isso se tornará parte de quem somos. Nós seremos menos deficientes e mais capazes de render elogios e agradecimentos a Deus.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem outras razões para memorizar Escrituras. Espero que você as encontre em seu dia-a-dia.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Por_que_Memorizar_Escrituras%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Porque é que Deus nos diz que ele se deleita com as suas crianças</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Porque_%C3%A9_que_Deus_nos_diz_que_ele_se_deleita_com_as_suas_crian%C3%A7as</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Why God Tells Us He Delights in His Children}}A pergunta não é se Deus se deleita com as suas crianças. Ele deleita-se. A pergunta é em duplicado: Uma, o que é que existe em nós para ele se deleitar connosco? E duas, porque é que ele nos diz que ele se deleita connosco? Qual é o efeito que ele quer que isso tenha? (Quando eu digo “ Deus,” eu quero dizer tudo o que Deus é para nós em Cristo. Eu quero a Santíssima Trindade, o Deus Cristão.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, tome nota de alguns dos textos que falam sobre o deleite de Deus no seu povo e o seu louvor neles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Sofonias 3:17, “O Senhor teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ''ele se deleitará em ti com alegria''.” &lt;br /&gt;
*Salmos 147:11, “''O Senhor agrada-se dos que o temem, e dos que têm esperança no seu amor constante''.” &lt;br /&gt;
*1 Pedro 1:6 – 7, “Em que vós (salvação) grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé - muito mais preciosa do que o ouro, que se parece e é provado pelo fogo – ''se ache em louvor, e em honra, e glória na revelação de Jesus Cristo''.” &lt;br /&gt;
*Romanos 2:29, “Mas é Judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra.''Cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.”'' &lt;br /&gt;
*1 Coríntios 4:5, “Portanto, nada julgueis, antes do tempo, antes que o Senhor venha, o qual também trará a luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações. ''E então cada um receberá de Deus o louvor.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para responder ás perguntas acima também necessitamos de ver a verdade de que Deus nos ordena para nos deleitar-mos nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Salmo 37:4, ''&amp;quot;Deleita-te também no Senhor,''e Ele te concederá que deseja o teu coração.” &lt;br /&gt;
*Filipenses 4:4, “''Regozijai-vos sempre no Senhor''; outra vez digo, Regozijai-vos.” &lt;br /&gt;
*Romanos 5:2, “Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça na qual estamos firmes, ''e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.”'' &lt;br /&gt;
*Salmos 43:4, “Então irei ao altar de Deus, ''do que Deus é a minha grande alegria.”'' &lt;br /&gt;
*Salmos 70:4, “Folguem e alegrem-se em ti todos os que te buscam! E aqueles que amam a tua salvação digam continuamente, '''Engrandecido seja Deus''!' &amp;quot; &lt;br /&gt;
*Salmos 63:3, “Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nota: Estes últimos dois textos amostram-nos algo crucial. Um diz que quando amamos a salvação de Deus não dizemos simplesmente, “ A salvação de Deus é grande!” Nós dizemos, “ ''Deus'' é grande” E quando nós experimentamos a benignidade do Senhor, nós não dizemos simplesmente, “ Os meus lábios louvarão a tua benignidade.” Nós simplesmente dizemos, “ Os meus lábios ''te louvarão''!” Noutras palavras, em todos estes textos a ordem é para nos deleitar-mos em Deus, nele próprio, e todas as outras alegrias de que nós gostamos devem levar-nos até Deus como a nossa satisfação final e mais completa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, a resposta à nossa primeira pergunta é: ''Na base, o que Deus se deleita em nós é o que nós nos deleitamos nele.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das maneiras de aqui chegar é dizer o mais óbvio: Deus aprova o que está ''correcto''. Ele regozija-se nos nossos pensamentos e acções e em fazer o que está correcto. Portanto devemos perguntar, O que é correcto – no fim de contas? O que faz com que algo esteja “correcto”? A minha resposta é: “Justiça” ''é pensar e sentir e actuar numa maneira que expressa a verdadeira proporção do valordo que é o mais valioso''. Justiça é pensar, sentir, e fazer o que advém da verdadeira percepção do supremo valor de Deus. É ver verdadeiramente, saborear devidamente, e amostrar constantemente na acção o infinito valor de Deus. Portanto, nós estamos a fazer o que está certo quando estamos a ''perceber''a verdade do valor de Deus por aquilo que ele é, e ''sentir'' em proporção a sua supremacia universal, e a''agir'' de meio a expressar o valor supremo de Deus. Isto é o que quer dizer “correcto”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando dizemos que Deus se regozija dos nossos pensamentos, sentimentos e acções naquilo que está correcto, nós queremos dizer que ele se regozija naquilo que vemos, saboreamos e amostramos o seu valor supremo. Deus valoriza o nosso valor por ele. Deus regozija no ''nosso'' regojizamento por ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora a segunda pergunta que fizemos acima é: Porque é que ele nos diz isso? Deveríamos ficar alegres por ouvir isso? Sim, deveríamos ficar alegres por ouvir isso. Mas porquê? Qual é a nossa verdadeira alegria em ouvir isso? É possível ouvir isso, e estar contente em ouvir isso, duma maneira devastadora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira razão por ficarmos contente naquilo que Deus se regozija do nosso regozijamento nele é porque ''confirma'' que o nosso ''regozijamento é verdadeiramente em Deus''. Isto prende-nos o olhar mais rapidamente nele e aprofunda a nossa alegria na sua beleza. Mas há uma maneira devastadora de responder ás recomendações de Deus para nós. E se ouvirmos o louvor de Deus e nos afastamos do regozijamento de Deus para nos regozijarmos no regozijamento de Deus por nós? E se ouvirmos o seu louvor como um elogio daquilo que gostamos de verdade, nomeadamente, daquilo que fazemos muito? O que é a verdadeira questão daquilo que nos faz feliz não é Deus propriamente, mas a atenção de Deus, o louvor de Deus? Se essa é a verdadeira razão, então não nos estamos a deleitar em Deus, mas somente a usar o deleite de Deus para receber recomendações. Isso seria devastador. Quando o deleite de Deus em nós atrai-nos para nos deleitar-mos em sermos deleitados, nós estamos a cessar aquilo com que Deus se deleita. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ensino de que Deus se deleita em nós é muito perigoso. Muito verdade. E muito perigoso. A razão por que é tão perigoso é que nós estamos desgraçados e o mais alto prazer da nossa natureza desgraçada não é sexo mas auto-exaltação. A nossa natureza pecadora adora ser louvada por aquilo que somos e por aquilo que fizemos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solução para isto é para não fazer de Deus o elogiador, e pensar que tudo está bem. Tudo pode não estar bem, mas mortífero. Os louvores de Deus sobre nós far-nos-á bem se nós as ouvirmos como uma confirmação de que nós nos estamos a deleitar nele. O louvor de Deus do nosso deleite em Deus cujo propósito é para nos ajudar em continuar a deleitar-nos em Deus, e não para sermos distraídos por qualquer coisa. Deus perdoo que o seu louvor no nosso deleite nele nos leve para longe de nos deleitarmos nele para sermos deleitados em sermos louvados por ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouçam-me bem. Nós ''deleitamo-nos''em sermos louvados por Deus. Mas não da maneira que uma mente carnal o faria. O louvor de Deus em nós não é a verdadeira razão da nossa alegria. Nós não deveríamos deixar que o seu louvor nos faça distrair de tudo o que ele louva – nomeadamente, o nosso deleite nele. ''Nós deleitamo-nos em sermos louvados por Deus porque confirma e aumenta a nossa concentração nele, em vez de nos distrair dele''. Até esta aprovação misericordiosa do nosso deleite imperfeito nele torna-o mais belo nele próprio. Possam aqueles que ouvem as palavras, “ Bem feito, bom e fiel servo,” digam, “Tão grande e misericordioso é o nosso Deus!” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa relação entre aquilo que disse aqui e a doutrina da justificação pela fé é que Deus olha sobre as suas crianças pelas lentes de Cristo imputadas da justiça de Deus. Isso quer dizer duas coisas: Uma que Deus nos contabiliza como perfeitos em Cristo. A outra é que ele ainda nos pode ver a transformar-nos em ''prática''aquilo que estamos ''posicional''mente'em Cristo. A lente da imputação assegura o nosso direito invencível de estarmos ao lado de Deus. Também autoriza Deus a deleitar no nosso deleite perfeito por ele. Isso é, mesmo que estejamos contabilizados como perfeitamente imputados da fé em Cristo, Deus pode ainda ver os nossos pecados e a fruta do Espírito na nossa vida. Por isso é que ele se pode deleitar em níveis maiores ou menores. Nós sabemos isso porque ele reconhece ambas as imputações de justiça (Romanos 4:4-6) e nos disciplina para o pecado na nossa vida (1 Coríntios 11:32). Portanto, o Deleite de Deus no nosso deleite nele varia de proporção para as afeições do nosso coração, mas é possível somente porque Deus nos acusa da perfeita imputação da justiça de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A desejar convosco para deleitar sem hesitação em Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor João.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:27 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Porque_%C3%A9_que_Deus_nos_diz_que_ele_se_deleita_com_as_suas_crian%C3%A7as</comments>		</item>
		<item>
			<title>Cuja Obediência e Morte nos Traz o Facto de que Deus é Totalmente para Nós</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Cuja_Obedi%C3%AAncia_e_Morte_nos_Traz_o_Facto_de_que_Deus_%C3%A9_Totalmente_para_N%C3%B3s</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Whose Obedience and Death Brings About The Fact that God Is Totally for Us?}}''Parte da Conclusão do Novo Livro'', O Futuro da Justificação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nossa única esperança para vivermos os pedidos radicais da vida Cristã é de que Deus é totalmente por nós agora e para sempre. Portanto, Deus não nos ordenou de que viver a vida Cristã deveria de ser a base da nossa esperança de que Deus é por nós. Esse princípio é a morte e a justiça de Cristo, tida como nossa mediante a fé somente. Toda a punição requerida de nós por causa dos nossos pecados, Cristo aguentou por nós na cruz. E toda a obediência de que Deus requer de nós,''de que ele, como nosso Pai, possa ser completo para nós e não contra nós para sempre'', Cristo actuou para nós na sua perfeita obediência para com Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Esta'' punição e ''esta'' obediência (nem sempre obediência) é completa e do passado. Nunca pode mudar. A nossa união com Cristo e a alegria destes benefícios estão seguros para sempre. Somente pela fé, Deus estabelece a nossa união com Cristo. Esta união nunca falhará, porque em Cristo, Deus é para nós um Pai omnipotente que sustém a nossa fé e trabalha todas as coisas juntas para que o nosso bem dure para sempre. O único instrumento pelo qual Deus preserva a nossa união com Cristo é a fé em Cristo – o ''acto puramente receptor'' da alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O Lugar do Nosso Bem Trabalha nos Objectivos de Deus  ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os nossos trabalhos de amor não criam ou aumentam o ser de Deus por nós como um Pai devotado em nos trazer alegria eterna na sua presença. A devoção parental de ser para nós desta forma foi estabelecida de uma vez pela fé e a união com o Filho de Deus. No seu Filho, a perfeição e a punição requerida por nós á do passado e não pode ser mudada. Elas foram feitas por Cristo na sua obediência e pela sua morte. Elas não podem ser mudadas ou aumentadas em suficiência ou valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nossa relação com Deus é somente Uma que é para nós como um Pai omnipotente que trabalha as coisas em conjunto para a nossa alegria eterna nele. Esta relação foi estabelecida no ponto da nossa justificação quando Deus removeu a sua ira de nós, e imputou a obediência do seu Filho para nós, e tomou-nos como justos em Cristo, e perdoou os nossos pecados porque ele castigou-os na morte de Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, a função da ''nossa própria'' obediência, o fluir da fé – isto é, o nosso próprio bom trabalho produzem a fruta do Espírito Santo – é para fazer visível o valor de Cristo e o valor do seu ''trabalho'' como nossa punição-substituta e a justiça-substituta. O propósito de Deus no universo não é para ser somente valioso mas para ser ''disposto como'' infinitamente valioso. Os nossos trabalhos de amor, que flúem da fé, são do modo como Cristo – abraça e fé e demonstra o valor do que ele abraça. Os sacrifícios de amor para o bem dos outros demonstram o valor totalmente satisfatório de Cristo como Aquele de cujo sangue e justiça estabeleceu o facto de que Deus é em nós para sempre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os benefícios de Cristo – todas as bênções que flúem de Deus ser em nós e não contra nós – descansam no trabalho redentor de Cristo como nosso Substituto. Se Deus é por nós, quem pode estar contra isto? Com esta confiança – de que Deus é o nosso Pai omnipotente e está devotado em trabalhar todas as coisas em conjunto para a nossa alegria eterna nele – nós amaremos os outros. Deus assim o designou e ordenou coisas na sua fé invisível, que abraça Cristo como infinitamente valioso, dá elevação aos actos de amor que fazem com que o valor de Cristo seja visível. Assim, os nossos sacrifícios de amor não têm mão em estabelecer o facto de que Deus é completamente em nós, agora e para sempre. É o oposto: O facto de que Deus é por nós estabelece os nossos sacrifícios de amor. Se ele não fosse completamente em nós, nós não preservaríamos na fé e portanto não poderíamos ser capazes de fazer sacrifícios por amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nossa mentalidade para com os nossos próprios trabalhos do bem tem de ser sempre: Estes trabalhos dependem em Deus ser totalmente para nós. Isso é o que o sangue e a justiça de Cristo têm assegurado e garantidos para sempre. Portanto, nós temos que resistir todas as tendências dos nossos trabalhos para estabelecer e assegurar o facto de que Deus é para nós eternamente. É sempre da maneira oposta. Porque ele é por nós, ele sustém a nossa fé. E por essa fé que sustém o trabalho, o Espírito Santo sustém o fruto do amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Evitar a Tragédia Dupla  ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Haveria uma tragédia dupla em pensar que os nossos trabalhos de amor em assegurar o facto de que Deus é completamente por nós. Não somente nós cobriríamos a única razão de que estes trabalhos existem – nomeadamente, para demonstrar a beleza e valor de Cristo, cujo sangue e justiça é a única e a garantia totalmente suficiente de que Deus é por nós – mas nós também questionaríamos a única coisa que tornam o trabalho de amor possível – nomeadamente, assegurar de que Deus é totalmente por nós, de onde flúi a liberdade e a coragem de fazer sacrifícios por amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nossa obediência não ''adiciona ''a perfeição e a beleza da obediência totalmente suficiente de Cristo em assegurar a realidade de que Deus é por nós, ''demonstra'' que a perfeição e beleza a total suficiência. Os nossos trabalhos de amor são tão necessários como os propósitos de Deus de se gloriar nele próprio. Isto é, eles são necessários porque Deus é ''justo'' – ele tem uma devoção eterna e inabalável para fazer essencialmente a coisa certa: Para fazer com que o valor infinito do seu Filho seja visível para o mundo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:19 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Cuja_Obedi%C3%AAncia_e_Morte_nos_Traz_o_Facto_de_que_Deus_%C3%A9_Totalmente_para_N%C3%B3s</comments>		</item>
		<item>
			<title>QUANDO O NOIVO LHES FOR TIRADO, ENTÃO JEJUARÃO - - COM NOVOS ODRES</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/QUANDO_O_NOIVO_LHES_FOR_TIRADO,_ENT%C3%83O_JEJUAR%C3%83O_-_-_COM_NOVOS_ODRES</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | When the Bridegroom Is Taken Away, They Will Fast--With New Wineskins}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mateus 9: 14-17 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Vieram, depois, os discípulos de João e lhe perguntaram: Por que jejuamos nós, e os fariseus muitas vezes, e teus discípulos não jejuam? Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar. Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Na última semana eu convoquei a igreja para juntar-se comigo em jejum, um dia por semana, durante o mês de Janeiro. Em assim fazendo, nos juntamos também aos Mantenedores da Promessa (''Promise Keepers), ''a Bill Bright, a ''Campus Crusade'' e a milhares de outros ao redor do mundo, na disciplina bíblica do jejum. Para vocês, isso poderá ser novidade. Mas, para a igreja Cristã através da história, não o foi. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O jejum na história da igreja  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O Didaquê, um manual de instrução para a igreja existente no fim do primeiro século, diz: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;“Não permitais que vossos jejuns sejam com os hipócritas, pois que eles jejuam nas segundas e nas quintas-feiras, mas vós, fazei vossos jejuns nas quartas e nas sextas-feiras.” (7:1) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras, a igreja, em seu princípio, buscou distanciar-se de um exercício vazio do jejum, sem, ao mesmo tempo, perder o valor de sua prática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Epifânio, um bispo do quinto século na Itália, disse: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;“Quem não sabe que o jejum praticado no quarto e no sexto dia da semana é observado por cristãos através de todo o mundo?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;João Calvino, no século 16, assim se expressou: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;“Digamos algo sobre o jejum, porque muitos, por falta de conhecimento e uso, desconsideram o valor de sua necessidade, e, outros o rejeitam por supérfluo; enquanto, por outro lado, onde a sua prática não é entendida, o jejum facilmente se degenera em superstição. O jejum, santo e legítimo, serve a três fins; o praticamos para restringir a carne, isto é, para preservá-la da licenciosidade e, ao mesmo tempo, como uma preparação para tempos de oração e de meditação piedosa, e como um testemunho de nossa humilhação na presença de Deus quando desejosos de confessar nossas culpas diante dEle.” (Institutas, IV. 12, 14, 15) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Uma chamada ao jejum  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Nesta semana Deus tem confirmado, em minha própria experiência, o valor do jejum em um grande avanço e sucesso no que concerne a orações cujas respostas esperávamos por longo tempo. Eu creio que se buscarmos ao Senhor com a fome do jejum, muitas outras conquistas alcançaremos quanto a tais orações. Existe algo em sua vida pelo que você vem orando por muito tempo? Algum descrente pelo qual você tem orado a fim de que Deus lhe desperte às coisas espirituais? Algum relacionamento rompido, o qual você deseja ver reconciliado? Alguma perplexidade por uma específica direção no horizonte de sua vida? Sim, eu creio que Deus nos está chamando a redescobrir o lugar do jejum, e a apropriar-nos de seu poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Eu sugiro que, como igreja, jejuemos corporativamente por 24 horas, renunciando ao café da manhã e ao almoço cada quarta-feira durante o mês de janeiro. Assim, não comeremos entre o jantar da terça-feira e o jantar da quarta-feira. No lugar disso, devotaremos parte do tempo empregado na alimentação, à meditação na Palavra de Deus e à oração para um despertamento espiritual e para o progresso do Reino de Cristo ao redor do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Maneiras diversas de juntar-se ao espírito do jejum  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Eu posso entender que isto não vai ser possível para todos. Alguns têm compromissos para as quartas-feiras, o que torna a participação impossível. Outros, têm condições físicas e de saúde que tornam o jejum algo perigoso. Não se preocupe. Existem outras maneiras pelas quais você poderá participar deste espírito de jejum. Uma senhora escreveu-me esta semana para dizer-me que, devido a seu trabalho, ela estaria inadequada para participar. “Então”, disse-me em sua carta, “tenho algumas coisas que creio serem do Espírito e que, talvez, serão mais apropriadas para o jejum do que o abster-me de comer. Penso que se eu não assistir à televisão por uma semana, ou por um mês, quando eu normalmente assisto a meus programas favoritos, e dedicar este tempo para falar com Deus e para ouví-lO, seria uma maneira própria de jejuar. Imagino que, também para outros, este seria um jejum legítimo e que poderia vir a ser uma oportunidade para focar o seu tempo à oração.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Não ignore o chamamento de Deus para jejuar se você não puder fazer parte do objetivo de quarta-feira. Se seu coração estiver desejoso, Ele o guiará, assim como fez com esta senhora, a algo de proveito para você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O Pastor Martin Lloyde-Jones escreveu o seguinte em seu formidável livro sobre o Sermão do Monte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;“Jejuar, se o considerarmos verdadeiramente, não precisa … estar limitado à questão de comida ou bebida; o jejum deveria, realmente, incluir a abstinência de coisas que são legítimas em si, para o bem de algum propósito espiritual em particular. Existem muitas funções físicas que são boas, normais e perfeitamente legítimas, mas que, por certas razões especialmente peculiares, deveriam ser controladas. Isto é jejuar.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Jejum: uma intensificação da oração  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Na semana passada, referindo-me a Atos 13: 1-3, eu disse que o curso da história foi mudado quando os líderes da igreja em Antioquia estavam servindo, jejuando e orando. Sugeri, ademais, na ocasião, que em nossos dias há surgido um despertamento quanto à adoração através do mundo, assim como um despertamento quanto à oração. Mas, por enquanto, nos parece que ainda não há surgido um reavivamento do jejum, com exceção de lugares tais como a Coréia do Sul. Perguntei, então, se “não seria possível que o Poderoso Deus pudesse ordenar o derramamento de Suas mais copiosas bênçãos sobre a igreja se nós perseverássemos em oração com a intensificação do jejum?” É isto o que eu creio ser o jejum. Uma intensificação da oração. É um ponto de explicação física no fim da frase, “Estamos famintos de que venhas com poder”. É o clamor de nossos próprios corpos, “Eu realmente Te desejo, Senhor! Tanto quanto eu sofro fome, assim estou faminto de Ti.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Durante os próximos dois domingos, será meu intento tornar nossa atenção às palavras de Jesus sobre o jejum. Ensinou-nos Ele a jejuar? Ou será isto apenas parte do velho odre, que sobrou do Velho Testamento e que não tem lugar no novo, livre, comemorado povo de Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Richard Foster, que escreveu o livro Celebração da Disciplina (Celebration of Discipline), disse no capítulo em que faz alusão ao jejum em Mateus 9: 15, ser este texto “Quiçá a mais importante afirmação no Novo Testamento quanto a se nós, os crentes de hoje, deveríamos jejuar.” E isto é, provavelmente, verdade. Então busquemos entender, bem de perto, este texto, e pedir ao Senhor que nos ensine, pelo mesmo, o que devemos conhecer e o que devemos fazer com respeito ao jejum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Por que os discípulos de Jesus não jejuavam?  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Em Mateus 9: 14, os discípulos de João Batista vieram a Jesus e lhe perguntaram por que Seus discípulos não jejuavam? Evidentemente, os discípulos de Jesus não estavam jejuando enquanto Ele estava presente em sua companhia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;Enquanto o noivo está com aqueles que o atendem  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Jesus respondeu figurativamente. Disse, “Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” Jesus, com estas palavras, nos ensina duas coisas: uma era que o jejum estava associado, de alguma maneira, com lamúria naqueles dias. Esta era uma expressão de corações partidos, de desesperação, usualmente sobre o pecado ou sobre algum perigo eminente. Era algo que se fazia quando as coisas não seguiam o curso que se desejava. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Esta, porém, não era a situação com os discípulos de Jesus. E este era seu outro ensino: o Messias havia vindo, e a Sua vinda era como a chegada do noivo a uma boda nupcial. Era uma ocasião demasiadamente feliz para que se jejuasse. Assim que, aqui, Jesus estava fazendo uma reivindicação extraordinária a respeito de Si mesmo. No Antigo Testamento Deus se havia revelado como o esposo de Seu povo Israel (Isaías 62: 4 e os versos que se seguem; Jeremias 2: 2; 3: 20; Ezequiel 16:8; Oseias 2: 19). Agora, Seu Filho, o Messias, Aquele por tanto tempo esperado, chega e reclama para si, o lugar de Esposo – isto é, o Esposo de Seu povo, o verdadeiro Israel (João 3: 29). Um tipo de reivindicação, parcialmente velada, que faz Jesus de Sua identidade como Deus. Se você tem ouvidos para ouvir, poderá ouvir. Deus, o que se comprometera em casamento com Israel, chegara. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Tão espantoso e tão glorioso e tão inesperado foi esse acontecimento, que Jesus disse que, em tal situação, não se podia jejuar. Era uma ocasião demasiadamente feliz e espetacularmente estimulante. Jejuar é para tempos de ansiedades, de sofrimentos e de espera paciente. Mas o Noivo de Israel estava presente! A ausência de jejum nesse grupo de discípulos era o testemunho de que Deus estava presente no meio deles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;“E nesses dias hão de jejuar”  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Mas, então, Jesus disse: “Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias hão de jejuar.” Estas, as palavras-chave na sentença: “Então, hão de jejuar.” Mas, quando? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Alguns há que sugiram que Ele estava se referindo aos poucos dias entre Sua morte e Sua ressurreição. Jejuariam, apenas, durante aqueles dias. Mas isto nos parece bastante improvável. E por diversas razões. Uma, é o fato de que a igreja, então nascente, jejuou depois da ressurreição como podemos confirmar em passagens como Atos 13: 1 – 3, aludida no princípio, e Atos 14: 23; 2ª Coríntios 6: 5; 11: 27. Outra razão é que, em Mateus 25: 1 – 13, Jesus figura sua segunda vinda como a chegada do Noivo. Em outras palavras, o Noivo será tomado até a segunda vinda de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Assim sendo, eu creio que Arthur Wallis está certo no sexto capítulo de seu livro “God’s Chosen Fast” (O Jejum que Deus Escolheu): “O tempo é agora.” Jesus está dizendo: “Agora, enquanto eu, o Noivo, estou em vosso meio, não podeis jejuar. Eu, porém, não vou permanecer convosco. Virá um dia em que eu irei retornar ao meu Pai no céu. Durante esse tempo, jejuareis.” E esse tempo, assim predito, é agora –hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;É verdade que Jesus está presente conosco por Seu Espírito, mas, como diz Paulo em 2ª Coríntios5: 8, “Entretanto, estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor.” Querendo dizer que, neste século, há uma ânsia, um desejo – uma saudade – no coração de cada crente, porque Jesus não está aqui tão completamente, tão intimamente e tão poderosa e gloriosamente quanto gostariamos que estivesse. Por isso, jejuamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Vinho novo, remendo novo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Em seguida, Jesus acrescenta algo bastante crucial nos versos 16 – 17. Lemos: “Ninguém põe remendo de pano novo em veste velha; porque o remendo tira parte da veste, e fica maior a rotura. Nem se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam.” &amp;amp;lt;span id=&amp;quot;fck_dom_range_temp_1236202049164_472&amp;quot; /&amp;amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O remendo novo e o novo vinho, representam a nova realidade que veio com Jesus – o Reino de Deus é chegado. O Noivo, é vindo. O Messias está em nosso meio. E isto não é meramente temporário. Ele não esteve aqui e logo se foi. O Reino de Deus não veio com Jesus para, então , desaparecer do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Jesus morreu por nossos pecados uma vez para sempre. Para sempre, ressuscitou dentre os mortos. O Espírito foi enviado a este mundo como a presença real de Jesus em nosso meio. O Reino é Cristo reinando neste mundo, subjugando os corações ao Senhor e criando um povo que nele crê e obedece. O Espírito do Noivo está ajuntando e purificando uma noiva para Cristo. Este é o novo vinho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Os odres velhos nao podem conter o novo vinho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O velho odre, ensina-nos Jesus, não pode conter o novo vinho. E qual era este velho odre? No contexto, parece ser o jejum. O jejum, é algo que herdamos do Velho Testamento, e que era usado, como parte do sistema judaico, para o relacionamento do povo com Deus. Agora Jesus nos diz que tal velho odre do judaismo, não é suficiente para conter o novo vinho do Reino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Então, que diremos? No verso 15 Jesus diz que jejuaríamos quando o Noivo se fosse. E no verso 17, diz que o antigo jejum não poderá conter o novo vinho do Reino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;O novo vinho demanda um novo jejum  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Minha resposta a esta proposição é que o vinho novo exige um jejum novo. Anos atrás eu escrevi nas margens de meu Novo Testamento em grego, “O novo jejum está baseado no mistério de que o Noivo há vindo, e não, simplesmente, que virá. O vinho novo de Sua presença requer um novo jejum.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras, o ardente desejo, que motivava o antigo jejum, não se baseava na gloriosa verdade de que o Messias já houvesse vindo. A lamentação sobre o pecado e a ansiosa expectação pelo perigo não encontravam sua base na grande obra consumada pelo Redentor ou na grande revelação de Si mesmo e de Sua graça na dispensação histórica. Mas agora, o Noivo já veio e, vindo, Ele desferiu o golpe decisivo contra o pecado, contra Satanás e contra a morte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O grande, central e decisivo ato de nossa salvação é, hoje, algo acontecido no passado, não algo a acontecer no futuro. E, baseados naquela obra do Noivo já acontecida no passado, sabemos que nada poderá voltar a ser o mesmo outra vez. O vinho é novo. O Sangue foi derramado. O Cordeiro foi imolado. O castigo de nossos pecados já foi executado. A Morte, vencida. O Noivo, ressuscitado. O Espírito, enviado. O vinho é novo. E a mentalidade do velho jejum é, simplesmente, inadequada para hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;O que há de novo no novo jejum  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;O que há de novo sobre o jejum é o fato de que este agora descansa na obra consumada do Noivo. A ansiedade que agora sentimos por reavivamento, ou despertamento, ou livramento de nossa corrupção, não é meramente um desejo aflitivo. Os primeiros frutos do que almejávamos, já vieram. O depósito daquilo que esperávamos, já foi pago. Aquilo que buscávamos ansiosamente jejuando já apareceu em sua totalidade cabal na história e temos visto sua glória. Já não está, simplesmente, no futuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Temos experimentado os poderes dos séculos vindouros e nosso jejum não é porque estejamos famintos por alguma coisa que nunca provamos, mas porque o novo vinho da presença de Cristo é sobremaneira real e satisfatória. A novidade de nosso jejum é que sua intensidade vem, não porque nunca tenhamos experimentado o vinho da presença de Cristo, mas, sim, porque o temos experimentado tão maravilhosamente pelo Seu Espírito, que não podemos estar totalmente satisfeitos até a chegada consumatória desta alegria. Queremos receber tudo o que Ele nos prometeu. E o máximo que hoje nos seja possível experimentar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Assim, portanto, os incito à participação neste jejum em janeiro. Não porque vocês nunca tenham provado o novo vinho da presença de Cristo, mas porque já o provaram e agora anseiam com grande prazer, com profunda alegria da alma, conhecer mais de Sua presença e poder em nosso meio.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:10 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:QUANDO_O_NOIVO_LHES_FOR_TIRADO,_ENT%C3%83O_JEJUAR%C3%83O_-_-_COM_NOVOS_ODRES</comments>		</item>
		<item>
			<title>Falando Sobre Crescimento Na Graca</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Falando_Sobre_Crescimento_Na_Graca</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | When I Speak of Growth in Grace}}Quando falo sobre crescimento na graça, nem por um momento estou dizendo que os benefícios de um crente em Cristo podem crescer; não estou dizendo que o crente pode crescer em sua posição, segurança ou aceitação diante de Deus; que o crente pode ser mais justificado, mais perdoado, mais redimido e desfrutar de maior paz com Deus do que desde o primeiro momento em que ele creu. Afirmo categoricamente: a justificação de um crente é uma obra completa, perfeita, consumada; e o mais fraco dos crentes (embora ele não o saiba, nem o sinta) está tão completamente justificado quanto o mais forte deles. Declaro com firmeza: a nossa eleição, chamada e posição em Cristo não admitem qualquer progresso, aumento ou diminuição. Se alguém pensa que, por crescimento na graça, estou querendo dizer crescimento na justificação, está completamente enganado a respeito do assunto que estou considerando. Estou pronto a morrer na fogueira (se Deus me assistir), por causa da gloriosa verdade de que, no assunto da justificação diante de Deus, todo crente está completo em Cristo (Cl 2.10). Nada pode ser acrescentado à justificação do crente, desde o momento em que ele crê, e nada pode ser removido.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Quando eu falo sobre crescimento na graça, estou me referindo somente ao crescimento em grau, tamanho, força, vigor e poder das graças que o Espírito Santo implanta no coração de um crente. Estou dizendo categoricamente que todas aquelas graças admitem crescimento, progresso e aumento. Estou declarando com firmeza que o arrependimento, a fé, o amor, a esperança, a humildade, o zelo, a coragem e outras virtudes semelhantes podem ser maiores ou menores, fortes ou fracas, vigorosas ou débeis e podem variar muito em um mesmo crente, em diferentes épocas de sua vida. Quando eu falo sobre um crente que está crescendo na graça, estou dizendo apenas isto: os sentimentos dele em relação ao pecado estão se tornando mais profundos; a sua fé, mais forte; a sua esperança, mais brilhante; o seu amor, mais abrangente; sua disposição espiritual, mais sensível. Este crente sente mais o poder da piedade em seu próprio coração; manifesta mais piedade em sua vida; está progredindo de força em força, de fé em fé, de graça em graça. Deixo que outros descrevam a condição de tal crente, utilizando as palavras que lhe forem agradáveis. Eu mesmo penso que a melhor e mais verdadeira descrição de tal crente é esta: ele está crescendo na graça!&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:11:02 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Falando_Sobre_Crescimento_Na_Graca</comments>		</item>
		<item>
			<title>O que lembraremos no céu?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_que_lembraremos_no_c%C3%A9u%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What will we remember in heaven?}}Um amigo escreveu-me e fez uma pergunta acerca de Isaías 65:17, que diz (na versão ACF), “Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão.” Ele perguntou, “Você acha que este versículo significa que, quando formos para o céu, não haverá absolutamente nenhuma lembrança dos Céus e Terra passados? Se sim, você acha que também significaria que todas as lembranças desta vida desaparecerão?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o que eu respondi: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, este verso não significa que não haverá nenhuma lembrança no céu ou na era vindoura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duas razões: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Perceba o paralelo entre &amp;quot;coisas passadas&amp;quot; no versículo 17 e &amp;quot;''angústias passadas''&amp;quot; no versículo 16. O versículo 16 diz: “Assim que aquele que se bendisser na terra, se bendirá no Deus da verdade; e aquele que jurar na terra, jurará pelo Deus da verdade; porque já estão esquecidas as angústias passadas, e estão escondidas dos meus olhos.” O estrito paralelo entre “angústias passadas” no versículo 16 e “coisas passadas” no versículo 17 leva-me a pensar que “coisas passadas” não significa todas as coisas, mas coisas que nos angustiariam se delas nos lembrássemos. E não nos angustiaremos na era vindoura. “E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.” (Apocalipse 21:4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) O livro de Apocalipse diz que no céu entoaremos a canção do Cordeiro e de Moisés (Apocalipse 15:3), que é uma canção sobre história passada. Logo, se vamos cantar sobre os grandes feitos de Deus na história, não podemos esquecê-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas aqui está uma dificuldade. A cruxificação do Cordeiro foi uma das angústias do mundo. Foi horrível. Portanto parece estar no grupo das coisas que não deveriam ser mais lembradas - foi tão doloroso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então a minha conclusão é: O que esqueceremos e o que lembraremos não é uma simples classificação de bom ou ruim. Ao invés disso, esqueceremos e lembraremos das coisas de acordo com o que maximizará o nosso deleite em Deus. Se lembrar de algo intensifica a nossa adoração, nós nos lembraremos. Se atrapalha a nossa adoração, nos esqueceremos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como analogia, considere isto. Em Filipenses 3:13-14, Paulo diz: “mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” Então Paulo parece recomendar “esquecer” o passado. Mas em Efésios 2:11-12 ele diz: “''Lembrai-vos'' de que vós noutro tempo éreis gentios na carne... estáveis naquele tempo separados de Cristo.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse modo, quando eu tento discernir o que deveria ser lembrado e o que deveria ser esquecido, eu respondo: Lembre-se de qualquer coisa que aprofunde o seu amor para com Cristo e o seu zelo em obedecer, e esqueça de tudo o que paralizaria o seu dejeso de segui-Lo com alegria.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_que_lembraremos_no_c%C3%A9u%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Por que motivos devemos orar</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Por_que_motivos_devemos_orar</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What to Pray For}}&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você for como eu, você perceberá que de tempos em tempos sua vida de oração precisa de uma sacudidela da rotina em que caiu. Nós temos a tendência de utilizar as mesmas frases vezes sem conta. Temos a tendência de utilizar frases predefinidas já gastas (tal como a palavra predefinida). Nós caímos em padrões de descuidadas repetições. O diabo odeia a oração. A nossa própria carne naturalmente que não a ama. Portanto, não aparece directamente e nem completamente nem desejoso do centro do nosso coração. É preciso disciplina que seja sempre renovada. Há uns anos atrás, quando eu escrevi ''Deixem as Nações ser Felizes'', eu discuti que a oração é um intercomunicador de guerra, e não um intercomunicador doméstico. Deus é mais como um General no Comando Central do que um mordomo á espera de lhe trazer outra almofada do esconderijo. Claro que, ele também é Pai, Amante, Amigo, Médico, Pastor, Ajudante, Rei, Salvador, Deus, Conselheiro. Mas neste perdido “mundo cheio de diabos” a oração funcionaria melhor quando mantermos a frequência ligada ao Comando Central na luta da fé. Portanto quando escrevi o livro, eu juntei num lugar todas as coisas pelas quais a igreja cedo orou. Eu imprimi isto para mim próprio, e provou ser uma daquelas “sacudidelas” de que eu precisava. Eu pensei que você poderia achar isto eficaz. Você pode querer imprimir e guardá-lo por algum tempo na sua bíblia para o guiar na sua oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma grande ajuda para aumentar a sua confiança na oração saber que você não é excêntrico na sua oração. Orar o que o Novo Testamento ora é uma maneira segura e poderosa de orar. A oração permanece o maior e glorioso mistério do universo – de que, o todo-sábio, todo-poderoso, Deus deveria de ordenar a administração do seu mundo em resposta ás nossas orações de mentes hesitantes. Mas esse era a farda da testemunha do Evangelho. Deus ouve e responde às orações do seu povo. Ah, não desprezem esta maneira maravilhosa de influenciar nações, movimentos, instituições, igrejas e os corações das pessoas, especialmente o seu. Se você quiser orar por o mesmo que a igreja – cedo orou. . . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus exalte o seu nome pelo mundo.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rezem então assim: “Pai-nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome.” (Mateus 6:9) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus estenda o seu reino pelo mundo.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. (Mateus 6:10) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que o evangelho avance para a frente e que seja honrado.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No demais, irmãos, rogai por nós, para que a palavra do Senhor tenha livre curso e seja glorificada, como o também é entre vós. (2 Tessalonicenses 3:1) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela completação do Espírito Santo.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois se vós, sendo maus, sabeis dar dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo aqueles que lho pediram! (Lucas 11:13, verso de Efésios 3:19) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus defenda o seu povo nas suas causas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? (Lucas 18:7) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus salve os cépticos.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus, por eles são para a sua salvação. (Romanos 10:1) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus possa direccionar o uso da espada.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomai… a espada do espírito, que é a palavra de Deus, orando em todo o tempo, com toda a oração e súplica no Espírito. (Efésios 6:17-18) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore por confiança na proclamação.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rezando em todo o tempo no Espírito …e por mim, para que me seja dada, no abrir da minha boca, a palavra com confiança, para fazer notório o mistério do evangelho. (Efésios 6:18-19) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem, com toda a ousadia, a tua palavra. (Actos 4:29) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore por sinais e prodígios.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, pois ó Senhor, …concede aos teus servos que falem, com toda a ousadia, a tua palavra. Enquanto estendes a tua mão para curar, e para que se façam sinais e prodígios pelo nome do teu filho Jesus. (Actos 4:29-30) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elias era um homem com uma natureza como a nossa, e ele rezava ardentemente para que não pudesse chover, e por três anos e seis meses não choveu na terra. Então ele rezou novamente, e os céus deram chuva, e a terra fez nascer os seus frutos. (Tiago 5:17-18) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pelos camaradas feridos.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixem-nos rezar sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor. E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará. (Tiago 5:14-15) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela cura dos cépticos.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aconteceu estar de cama, enfermo de febres, e disenteria, o pai de Púbilo. Que Paulo foi ver, e havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou. (Actos 28:8) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela expulsão dos demónios.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E disse-lhes, “Esta casta não pode sair com coisa alguma a não ser com oração.” (Marcos 9:29) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pelas libertações milagrosas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pedro, pois, era guardado na prisão, mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus…E, considerando ele nisto [ele tinha sido libertado], foi a casa de Maria, mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos, onde muitos estavam reunidos e oravam. (Actos 12:5, 12) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E perto da meia-noite Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros escutavam, e de repente, sobreveio um tão grande terramoto. (Actos 16:25-26) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela ressuscitação dos mortos.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Pedro fazendo-as sair todas, pôs-se de joelhos e orou, e voltando-se para o corpo disse, “Tabita levanta-te.” E vendo a Pedro, assentou-se. (Actos 9:40) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus possa fornecer o seu exército com necessidades.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pão-nosso de cada dia nos dá hoje. (Mateus 6:11) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela sabedoria estratégica.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá, liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. (Tiago 1:5) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus possa estabelecer liderança nos observatórios.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E havendo-lhes, por comum consentimento, eleito anciãos em cada igreja, orando, com jejuns, os encomendaram ao Senhor, em quem haviam crido. (Actos 14:23) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus envie reforços.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rogai, pois ao Senhor da seara, que mande ceifeiros para a sua seara. (Mateus 9:38) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E servindo eles ao senhor, e jejuando disse o espírito Santo, “Apartai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado.” Então jejuando e orando, e pondo sobre eles as mãos, os despediram. (Actos 13:2-3) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pelo sucesso de outros missionários.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E rogo-vos irmãos, Por nosso Senhor Jesus Cristo, e pelo amor do Espírito, que combatais comigo nas vossas orações, por mim, a Deus, para que seja livre dos rebeldes que estão na Judeia, e que esta minha administração que em Jerusalém faço, seja bem aceita pelos santos. (Romanos 15:30-31) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela unidade e harmonia nos postos.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não rogo somente por estes, mas, também, por aqueles que, pela sua palavra hão-de crer em mim, para que possam todos ser um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um, em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. (João 17:20-21) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pelo encorajamento da união.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Orando abundantemente, dia e noite, para que possamos ver o vosso rosto, e superamos o que falta à vossa fé. (1 Tessalonicenses 3:10) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela mente de conhecimento.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E peço isto, que o vosso amor abunde mais e mais, em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum, até ao dia de Cristo. (Filipenses 1:9-10) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pelo conhecimento da sua vontade.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por está razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios de conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual. (Colossenses 1:9) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para conhecer Deus melhor.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nós não paramos de rezar para que você esteja] crescendo no conhecimento de Deus. (Colossenses 1:10, verso de Efésios 1:17) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que o poder possa compreender o amor de Cristo.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Me ponho de joelhos perante o Pai …[para que possais] perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o conhecimento. (Efésios 3:14, 18-19) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore por um sentimento profundo de esperança assegurada.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações …para que saibais qual seja a esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos. (Efésios 1:16, 18) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore por força e tolerância.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nós não paramos de rezar para que sejais] corroborados em toda a Fortaleza, segundo a força da sua glória, em toda a paciência e longanimidade, com gozo. (Colossenses 1:11, Efésios 3:16) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para um profundo sentimento de poder dentro deles.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações …para que saibais qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos. (Efésios 1:16, 18-19) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que a vossa fé não seja destruída.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça, e tu quando te converteres, confirma os teus irmãos. (Lucas 22:32) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar estas coisas que hão-de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do Homem. (Lucas 21:36) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore por uma fé maior.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E logo o pai do menino, clamando, disse, “Eu creio, ajude a minha incredulidade!” (Marcos 9:24, Efésios 3:17) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que não caiam na tentação.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não nos induzas à tentação. (Mateus 6:13) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vigiai e orai, para que não entreis em tentação, na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. (Mateus 26:41) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que Deus possa completar as vossas boas resoluções.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo que também rogamos sempre por vós, para que o nosso Deus vos faça dignos da sua vocação, e cumpra todo o desejo da sua bondade, e a obra da fé, com poder. (2 Tessalonicenses 1:11) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore para que façam boas acções.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[Nós não paramos de rezar por vocês] para que possais andar dignamente diante do senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a sua obra. (Colossenses 1:10) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pelo perdão dos vossos pecados.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E perdoai-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. (Mateus 6:12) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ore pela protecção contra o mal.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Livrai-nos do mal. (Mateus 6:13)&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Por_que_motivos_devemos_orar</comments>		</item>
		<item>
			<title>Qual E A Sua Fe?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Qual_E_A_Sua_Fe%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What is Your Faith}}Devemos aprender do exemplo de Davi a prudência de conservar armas provadas e eficazes. Muitos têm afirmado ser improvável que Davi matou o gigante utilizando uma pedra. Cumpre-nos usar os mais adequados instrumentos que pudermos encontrar. No que diz respeito às pedras que Davi apanhou no ribeiro, ele não as apanhou ao acaso. Davi as escolheu diligentemente, selecionando pedras lisas que se encaixariam com perfeição em sua funda, o tipo de pedra que ele imaginava serviria melhor ao seu propósito. Davi não confiava em sua funda. Ele nos disse que confiava no Senhor; todavia, saiu para confrontar o gigante com sua funda, como se estivesse sentindo que a responsabilidade era dele mesmo.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Esta é a verdadeira filosofia da vida de um crente. Você tem de realizar boas obras tão zelosamente como se tivesse de ser salvo por meio delas e tem de confiar nos méritos de Cristo como se não tivesse feito nada. Esta mesma atitude deve manifestar-se na obra de Deus: embora você tenha de trabalhar para Ele como se o cumprimento de sua missão dependesse de você mesmo, precisa entender com clareza e crer com firmeza que, afinal de contas, toda a questão, desde o início até ao final, depende completamente de Deus. Sem Ele, tudo o que você planejou ou realizou é inútil.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Deus nunca pretendeu que a fé nEle mesmo fosse sinônimo de indolência. Se a obra depende completamente dEle, não há necessidade de que Davi utilize a sua funda. Na realidade, não existe necessidade nem mesmo do próprio Davi. Ele pode virar suas costas, no meio do campo de batalha, dizendo: “Deus realizará a sua obra; Ele não precisa de mim”. Essa é a linguagem do fatalista; não é a linguagem que expressa a maneira de agir daqueles que crêem em Deus. Estes dizem: “Deus o quer; portanto, eu o farei”. Eles não dizem: “Deus o quer; por isso, não há nada para eu fazer”. Pelo contrário, eles afirmam: “Visto que Deus trabalha através de mim, eu trabalharei por intermédio de sua boa mão sobre mim. Ele concederá forças ao seu frágil servo e me utilizará como seu instrumento, que, sem Ele, não serve para nada”. Se você está disposto a servir a Deus, ofereça-Lhe o seu melhor. Não poupe nenhum músculo, nervo, habilidade ou esperteza que você pode dedicar ao empreendimento. Não diga: “Qualquer coisa será proveitosa; Deus pode abençoar minha deficiência tão bem quanto minha competência”. Sem dúvida, Ele pode, mas certamente não o fará.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Qual_E_A_Sua_Fe%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>&quot;O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!&quot;</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/%22O_que_lhe_importa%3F_Quanto_a_voc%C3%AA,_siga-me!%22</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What is That to You? You Follow Me!}}''Liberto da auto-comparação por palavras diretas'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João 21.18-22 ''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de sua ressurreição dos mosrtos, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Ele respondeu que sim as três vezes. Então pedro disse que a Pedro que ele morreria – aparentemente crucificado. Pedro ficou curioso para saber o que aconteceria com João. Então ele perguntou a Jesus, “E quanto a ele?” Jesus fugiu da questão e disse, “O que lhe importa, Quanto a você, siga-me!” Aqui está toda a conversa.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir”. Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: “Siga-me!”'' ''Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. (Este era o que se inclinara para Jesus durante a ceia e perguntara: “Senhor, quem te irá trair?”) Quando Pedro o viu, perguntou: “Senhor, e quanto a ele?”Respondeu Jesus: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Siga-me você”. (João 21. 18-22)''&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
As palavras diretas de Jesus – “Não te interessa, siga-me” – são música para os meus ouvidos. Elas libertam da escravidão depressiva causada pela comparação. Algumas vezes quando analiso as publicidades na revista ''Christianity Today'' (todas as dez mil existentes), eu fico desencorajado. Não tanto quanto eu ficava vinte e cinco anos atrás. Mas eu ainda acho esta avalanche de sugestões opressiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Livro após livro, conferência após conferência, DVD após DVD – me dizendo como ser bem sucedido no ministério. E todos eles trazendo a mensagem silenciosa de que eu não estou conseguindo ser bem sucedido. O louvor poderia ser melhor. A pregação poderia ser melhor. O Evangelismo poderia ser melhor. O cuidado pastoral poderia ser melhor. Missões poderia ser melhor. E aqui está o que funciona. Compre isto. Vá aqui. Vá ali. Faça isto desta maneira. E para aumentar o peso – alguns destes livros e conferências são ''meus''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim eu fui aliviado pela palavra direta de Jesus para mim (e pra você): “O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” Pedro havia acabado de ouvir palavras bastante duras. Você morrerá – de forma dolorosa. O seu primeiro pensamento foi o de comparer. E quanto ao João? Se eu tenho que sofrer, ele também terá que sofrer? Se meu ministério terminará assim, o dele também irá? Se eu não poderei viver uma vida longa ou ter um ministério frutífero, e ele? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está é a maneira como nós pecadores somos. Comparação. Comparação. Comparação. Nós suspiramos por saber em que posição estamos em comparação aos outros. Existe algo de bom no simples fato de acharmos alguém menos eficiente do que nós. Ai. Ainda hoje, eu me lembro do pequeno recado postado pelo responsável pelos dormitórios no meu último ano de faculdade: “Amar é parar de comparar”. Piper, o que te importa? Siga-me.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que te importa que o David Wells consiga compreender tão bem os efeitos penetrantes do pós-modernismo? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Voddie Baucham pregue o evangelho de maneira tão poderosa ''sem anotações''? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Tim Keller perceba as conexões entre o evangelho e a vida profissional de forma tão clara? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Mark Driscoll tenha a linguagem e o jeitão da cultura pop nas pontas dos seus dedos? Siga-me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que te importa que o Don Carson leia quinhentos livros por ano e consiga combinar os “insights’ pastorais com a profundidade acadêmica e ainda ser compreensível? Siga-me. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra me atingiu com grande alegria. Jesus não irá me julgar de acordo com a minha superioridade ou inferioridade em relação aos outros. Em relação a nenhuma igreja, pregador ou ministério. Estes não são os padrões. Jesus tem uma obra para eu fazer (e uma diferente para você). Ele não deu esta obra pra nenhuma outra pessoa. Ele disponibiliza graça para que eu faça esta obra. Confiarei nele por esta graça e farei o que ele me deu para fazer? Esta é a questão. Oh que liberdade proveniente das duras palavras de Jesus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu espero que você encontre encorajamento e liberdade hoje quando você ouve Jesus dizer a todas as suas comparações: “O que lhe importa? Siga-me!”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprendendo a andar em liberdade com você, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:%22O_que_lhe_importa%3F_Quanto_a_voc%C3%AA,_siga-me!%22</comments>		</item>
		<item>
			<title>O que podemos fazer para na prática nos tornarmos mais devotos?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_que_podemos_fazer_para_na_pr%C3%A1tica_nos_tornarmos_mais_devotos%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What can we do practically to help set our minds on heavenly things?}}''O seguinte texto foi editado a partir de uma gravação áudio. '' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que podemos fazer para na prática nos tornarmos mais devotos?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro passo é reconhecer a necessidade de nos tornarmos mais devotos. Temos que reconhecer que existem muitas coisas que nos roubam tempo e atenção no nosso dia-a-dia, por isso é necessário escolher uma hora e um local para a reflexão de forma a não sermos bombardeados pela televisão, pelo rádio, pelo telefone ou até pela internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em vez de ocuparmos o nosso tempo com essas coisas superficiais, devemos antes entregar-nos às nossas Bíblias e a Deus num ambiente calmo. Para nos tornarmos mais devotos deveremos ser capazes de nos darmos a nós próprios através da meditação e da leitura da Sagrada Escritura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao lêr a Sagrada Escritura devemos da mesma maneira rezar “Meu Deus, abre os meus olhos para que te vejam a ti, a maravilha que tu és e as maravilhas que prometes.” A isto chama-se devoção. E desta forma tornaremo-nos mais devotos, pois estaremos a “saturar” a nossa mente com as coisas de Deus, com as palavras da Sagrada Escritura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afinal até é bem simples. Encontra a hora e o local adequados onde possas passar um período de isolamento e de tranquilidade. Abre a tua Bíblia, lê devagar e torna cada frase que lês numa oração. E “satura&amp;quot; a tua mente. Faz perguntas. Pondera. Pergunta de que forma é que isso se relaciona com a tua família, com os teus filhos, com o teu celibato, com o teu emprego, com o teu tempo livre, de tal forma que toda a tua vida se foque na direcção de Deus e se encha com a Palavra da Bíblia e de entusiasmo por Jesus Cristo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:21 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_que_podemos_fazer_para_na_pr%C3%A1tica_nos_tornarmos_mais_devotos%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Que Você Faz Com A Imoralidade?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Que_Voc%C3%AA_Faz_Com_A_Imoralidade%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What Do You Do With Immorality}}Quando o apóstolo Paulo ouviu que havia imoralidade na igreja de Corinto, ficou perplexo. A imoralidade era tal, que até a sensibilidade do mundo pagão seria ofendida — Há “quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai” (1 Co 5.1). Todavia, a admiração de Paulo se devia, em grande parte, ao fato de que a igreja tolerou isso como um símbolo de honra. A igreja havia distorcido de tal modo o significado do amor, que se orgulhava de aceitar tais pessoas. “Contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar...?”, exclamou Paulo.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este episódio revelador na história da igreja primitiva, encontrado em 1 Coríntios 5, não poderia ser mais relevante.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como disse Paulo: “Não é boa a vossa jactância”. A idéia de que algumas associações de cristãos professos conduz atualmente à luta em favor de uniões de pessoas do mesmo sexo, homossexualidade no sacerdócio e outras práticas que mitigam contra a pureza sexual e os laços do matrimônio certamente evocaria a justa indignação de Paulo, se estivesse vivo hoje.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja não é um clube de voluntários formado de pessoas de qualquer convicção ou comportamento, uma entidade sem caráter, pronta a aceitar qualquer pessoa que deseja se unir no regozijo e excitação. É uma sociedade séria que possui limites. É para aqueles que foram vivificados por Deus, confessaram essa mudança publicamente, por meio do batismo, e estão comprometidos a andar em obediência e arrependimento todos os dias de sua vida. A igreja é uma união repleta de amor, não apenas de sentimentalismo — um amor que exige santidade (2 Tm 1.9; Gl 5.13; Rm 6.1).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo apresenta uma lista dos limites da comunhão cristã nesta passagem. Entre os que a igreja deveria remover e com os quais não se deveria associar, estava “alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador...”&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, o que devemos fazer quando encontramos imoralidade dentro da igreja? Não pode haver engano quanto à resposta: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Seja “tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou”. &lt;br /&gt;
*Seja “entregue a Satanás”. (Isto significa: ao ser removido de seu meio, a igreja deixa tal pessoa no mundo e sob o controle de Satanás.) &lt;br /&gt;
*“Já em carta vos escrevi que não vos associásseis com os impuros.” &lt;br /&gt;
*“Com esse tal, nem ainda comais.” &lt;br /&gt;
*“Expulsai... de entre vós o malfeitor.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de pecados tão notórios como a imoralidade, a disciplina da igreja tem de ser imediata e decisiva. Por quê?&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?” é a explicação. Quanto mais o fermento permanece em uma massa de farinha, tanto mais ele se espalha. Paulo usou a festa da Páscoa, do Antigo Testamento, para estabelecer seu argumento. Naquela festa, todo o fermento era removido dos lares, visto que era um símbolo do pecado. Paulo disse que o Cordeiro pascal havia sido imolado (ou seja, Cristo fora crucificado). Como igreja, devemos celebrar “a festa” (ou seja, viver constantemente em Cristo) sem o velho fermento da maldade.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo defende apaixonadamente a pureza da igreja. Por um lado, exercer a disciplina é o melhor para a pessoa. É realmente a única atitude amável, neste caso. Permitir que o membro de uma igreja continue no pecado é semelhante a permitir que uma criança prejudique a si mesma e a seus irmãos, sem receber correção. Mas, por outro lado, exercemos disciplina porque Deus chamou a igreja à pureza.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando um frango está podre e cheio de vermes, você não fará o melhor se colocar um frango saudável na mesma sacola? É claro que não. O frango estragado e cheio de bichos sempre deteriora o saudável; nunca ocorre o contrário. Paulo escreveu na mesma carta: “As más conversações corrompem os bons costumes”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você têm caído neste velho problema da igreja de Corinto: orgulharse da tolerância indiscriminada? Um pastor disse: “Jamais consegui levar nossa igreja a disciplinar seus membros. Hoje, existem tantas pessoas imorais entre nós, que discipliná- las causaria um grande conflito”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta mentalidade é exatamente a razão por que tantas igrejas são ineficazes em mudar a cultura e em trazer pessoas a um estilo de vida diferente.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:13 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Que_Voc%C3%AA_Faz_Com_A_Imoralidade%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Que diferença é que isso faz?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Que_diferen%C3%A7a_%C3%A9_que_isso_faz%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | What Difference Does It Make?}}Algumas doutrinas, se é que existe alguma, geram tanto debate e tanto rancor entre os cristãos como a doutrina da eleição. É uma dessas doutrinas que divide as pessoas de uma forma tão drástica, que alguns chegam mesmo a dizer que é um tema que não tem fim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eleição é também uma doutrina em relação à qual poucos se mostram indiferentes. As paixões estão inflamadas dos dois lados da linha divisória. Aqueles que se opõem a ela vêem-na como algo que mancha o significado da liberdade humana e que lança uma sombra sobre a bondade de Deus. Aqueles que a aceitam amam a segurança e o conforto que ela oferece e o triunfo da graça divina que ela manifesta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, mas se é tão divisória por que é que nos havemos de preocupar com ela? Como alguém que tem paixão pela doutrina, pergunto-me a mim próprio frequentemente: “Que diferença é que isso faz?” Tenho a certeza que Martin Luther também fez esta pergunta várias vezes a si mesmo. Talvez seja por isso que ele tenha declarado que a doutrina da eleição era o “coração da igreja”. É interessante o facto de o corpo de Luther só estar frio na sepultura depois dos seus seguidores alterarem radicalmente e suavizarem a sua opinião sobre as futuras gerações de luteranos, pondo uma estaca no coração da sua igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eleição importa em primeiro lugar, porque se refere à verdade de Deus. Se o ponto de vista augustiniano em relação à eleição é o mesmo que o bíblico e se a Bíblia é a verdade, então a doutrina de eleição é a verdade de Deus e todos os que são “da verdade” têm o dever de a aceitar e de a proclamar. Por outro lado, se o ponto de vista augustiniano não é bíblico e/ou não é correcto, então distorce a verdade de Deus e deve ser repudiada e abandonada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, a doutrina da eleição está ligada à garantia da nossa salvação e por ela à nossa santificação. Quando Pedro enunciou as virtudes que marcam o progresso da nossa santificação, uma lista bastante semelhante à de Paulo sobre os frutos do Espírito, ele acrescentou: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, irmãos, ponde maior empenho no fortalecimento da vossa vocação e eleição, pois se o fizerdes jamais haveis de fracassar. E se vos há-de abrir de par em par a entrada para o reino eterno de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Eis por que sempre procurarei lembrar-vos estas coisas, por mais instruídos e firmes que estejais na verdade que já conheceis” (2 Pedro 1:10-12). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este é um forte e sóbrio apelo apostólico à devida diligência. É diligência com respeito à eleição. Quando um cristão compreende a eleição, ele aceita-a e ganha a segurança de estar entre os eleitos segurando-de firmemente à verdade de Deus – tão estabelecido nesta verdade como libertado da tendência para cair. A confiança e o crescimento espiritual nas leis de Deus estão de mão dada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pedro reforça este apelo mais à frente quando ele declara que Deus não quer que ninguém morra (2 Pedro 3:9). “Ninguém” refere-se à palavra “nós” como seu antecedente e “nós” por sua vez , àqueles a quem se dirige as epístolas de Pedro, nomeadamente os eleitos. Este versículo, longe de perturbar ou refutar a eleição como afirmam os inimigos da eleição, na realidade confirma-a. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, a doutrina da eleição afirma a total soberania de Deus e põe de parte qualquer noção humanística ou pagã de que soberania de Deus é limitada pela liberdade humana. Tal opinião blasfema vira a Bíblia ao contrário e faz do homem soberano em vez de Deus. O ponto de vista bíblico diz que a liberdade humana é real mas que esta está sempre limitada pela soberania de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em quarto lugar, a doutrina da eleição destrói em pedaços qualquer fundamento para o orgulho e mérito humano. Nesta doutrina, a graça das graças manifesta-se plenamente como a criatura que se dá conta de que não tem nada de que presumir, porque a sua salvação é um dom de graça por si própria e sem mistura de mérito humano ou de acção determinante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por último, devido às razões anteriormente mencionadas e a outras que não foram aqui exploradas, a excelência e magnificência de Deus são tão exaltadas que a criatura, por meio do Espírito Santo, desperta para respeitar e adorar a Deus. Agora honramos Deus como Deus e declaramos a nossa maior gratidão para com Ele.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:10:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Que_diferen%C3%A7a_%C3%A9_que_isso_faz%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>Viemos Adorá-Lo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Viemos_Ador%C3%A1-Lo</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | We Have Come to Worship Him}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mateus 2:1-12''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. 2 “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? - perguntavam. Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo.” 3. Ao ouvir tal coisa, o rei Herodes ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele. 4 Reunindo todos os sacerdotes e escribas do povo, perguntou-lhes onde iria nascer o Messias. 5 E eles responderam-lhe: “Em Belém da Judeia; pois assim foi escrito pelo profeta: 6 ‘E TU, BELÉM, TERRA DE JUDÁ, NÃO ÉS DE MODO NENHUM A MENOR ENTRE AS PRINCIPAIS TERRAS DE JUDÁ; PORQUE DE TI SAIRÁ O PRÍNCIPE QUE APASCENTARÁ O MEU POVO ISRAEL.’” Então, secretamente, Herodes mandou chamar os magos e pediu-lhes informações exactas sobre a data em que a estrela lhes havia aparecido. 8 E enviou-os a Belém dizendo: “Ide e informai-vos cuidadosamente do Menino, e quando O encontrardes, vinde comunicar-mo, para que também eu vá adorá-lo.” 9 Depois de ouvir o rei, puseram-se a caminho. E a estrela que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, guiando-os, até que parou no local onde estava o Menino. 10 Ao ver a estrela, os magos rejubilaram de alegria 11 e entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe. Prostrando-se, adoraram-nO. Depois, abrindo os cofres, presentearam-No com ouro, incenso e mirra. 12 E tendo sido avisados em sonhos a não voltar para junto de Herodes, os magos regressaram à sua terra por outro caminho. Há pelos menos cinco factos na história sobre Cristo e o culto que Mateus quer que saibamos 1) Jesus é o Messias, Rei dos Judeus, e deve ser venerado como tal. 2) Jesus deve ser venerado não só pelos Judeus, mas por todas as nações do mundo, tal como nos mostram estes magos vindos do Oriente. 3) Deus governa o universo para fazer com que o Seu filho seja conhecido e venerado. Este é o grande objectivo - que o Seu filho seja conhecido e venerado. 4) Jesus é um incómodo para aqueles que não querem venerá-lo e causa oposição àqueles que o fazem. 5) Venerar Jesus significa reconhecer alegremente a autoridade e a dignidade de Cristo por meio de oferendas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Jesus é o Messias, o Rei dos Judeus, e deve ser venerado como tal.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo 2 anuncia claramente sobre quem é de facto esta história: “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer?” É sobre um bebé recém-nascido cujo destino é ser Rei dos Judeus. Ora, por si só isso não seria grande coisa. Algures na América há hoje provavelmente três ou quatro crianças ou jovens com menos de 18 anos que um dia serão Presidentes dos Estados Unidos. Mas ninguém se preocupa realmente com isso ou se propõe encontrá-los ou venerá-los. Mas o versículo 4 define claramente o que os magos querem dizer com “Rei dos Judeus.” Diz &amp;quot;Reunindo todos os príncipes e escribas do povo, [Herodes] perguntou-lhes onde estava destinado o nascimento do Messias.” Herodes tinha sido denominado “Rei dos Judeus” pelo Senado de Roma há quase 40 anos. Mas ninguém lhe chamava Messias. O Messias é o muito aguardado Príncipe ungido por Deus, cuja lei se sobreporia a todas as outras até ao fim dos tempos e estabeleceria o reino de Deus e nunca morreria ou seria derrotado. Não sabemos como é que os sábios souberam que este rei estava para chegar. Mas é óbvio que Herodes percebeu a mensagem: Estes senhores não procuram um mero e simples sucessor humano como eu. Eles procuram o último Rei, para acabar com todos os reis. E, claro, ao contrário de Ana e Simão em Lucas 2, isso é a última coisa que Herodes quer. Ele nem sequer conhecia as Escrituras que falam sobre o local onde o Messias iria nascer. Por isso, ele pergunta aos escribas, e o texto em que se baseiam é o de Miqueias 5:2,6 “E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor das principais terras de Judá, porque de ti sairá o Príncipe que apascentará o meu povo Israel.” Ora isso também não é nada extraordinário. A razão pelo qual os escribas citaram o texto foi apenas para responder à questão colocada por Herodes: Onde? E a resposta é Belém. Mas, e se Herodes lhes tivesse perguntado “Quem?” Provavelmente leriam Miqueias 5: “(2)As suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado. . . . (4) E Ele aparecerá e conduzirá o Seu rebanho na força do SENHOR, na grandeza do nome do SENHOR Seu Deus. E eles assim permanecerão, pois Ele será grande até aos confins da terra.” Por isso, este rei não é apenas um ser no ventre da sua mãe Maria. “As suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado.” Ou, como diz o Evangelho de João “No princípio existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). E o domínio deste rei não se limitaria a Israel. “Ele será grande até aos confins da terra.” Este é o primeiro facto e é por isso que o culto não lhes sai da cabeça! E isso conduz-nos ao segundo facto neste texto sobre o Messias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Jesus deve ser venerado não só pelos Judeus, mas por todas as Nações do Mundo, tal como Representadas pelos Magos vindos do Oriente.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notem que Mateus não faz referência aos pastores que vêm visitar Jesus ao estábulo. A sua atenção vai de imediato para os estrangeiros vindos do oriente para venerar Jesus. Versículo 1: “Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? – perguntavam” Por isso Mateus, no início e no final do seu Evangelho retrata Jesus como o Messias universal para todas as nações, não apenas para os Judeus Aqui os primeiros seguidores são homens das leis ou astrólogos ou sábios provenientes não de Israel mas do Leste – talvez da Babilónia. Eram gentios. Impuros. E no final do Evangelho de Mateus, as últimas palavras de Jesus são “Foi-Me dado todo o poder no céu e na terra. Ide, pois, e fazei discípulos por todas as nações.” Isto não só abriu as portas para que nós, gentios, exultássemos o Messias, mas também comprovou que ele era o Messias. Porque uma das repetidas profecias era que as nações e os reis aceitá-lo-iam, de facto, como o senhor do mundo. Por exemplo, Isaías 60:3, “As nações caminharão à tua luz e os reis ao resplendor da tua aurora.” Assim, Mateus comprova a messianização de Jesus e mostra que ele é o messias – um Rei e Cumpridor de Promessas – de todas as nações, não só de Israel. Nosso, não apenas dos Judeus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Deus Governa o Universo para Fazer com que o Seu Filho seja Conhecido e Venerado Este é o Grande Objectivo - que o Seu filho seja Conhecido e Venerado.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Biblia confunde-nos frequentemente na explicação de como certas coisas acontecem. Como é que esta “estrela” levou os magos até Jerusalém? Não diz que os orientou ou seguiu à sua frente. Diz apenas que viram uma estrela no oriente (versículo 2) e vieram a Jerusalém. E como é que a estrela seguiu à frente deles nos cerca de oito quilómetros de percurso de Jerusalém até Belém, como o versículo 9 diz que fez? E como é que uma estrela fica “por cima do lugar onde a Criança estava”? A resposta é: Não sabemos. Há inúmeras tentativas para explicá-lo em termos de conjunção de planetas ou cometas ou super novas ou luzes miraculosas. Pura e simplesmente não sabemos. E quero exortar-vos para que não vos preocupeis com teorias que são meras experiências e cujo significado espiritual é diminuto. Arrisco cair em lugares comuns ao avisar-vos: As pessoas que pensam e se preocupam com coisas do género como é que a estrela fez aquilo, como é que o Mar Vermelho se apartou, como é que o maná surgiu, como é que Jonas multiplicou os peixes e como é que a lua se transformou em sangue, são, de um modo geral, pessoas que têm aquilo a que eu chamo uma mentalidade para o acessório. Não vedes neles uma profunda estima pela grandeza dos assuntos centrais do evangelho – a santidade de Deus, a fealdade do pecado, a impotência do Homem perante os desígnios da vida, a morte de Cristo, a justificação da fé, o trabalho santificador do Espírito, a glória do regresso de Cristo e o julgamento final. Tentam sempre desviar-vos com um novo artigo ou filme ou livro. Há pouca satisfação pessoal. Mas o que é indiscutível relativamente a este assunto da estrela é que ela faz algo que não consegue fazer sozinha: guia os magos até ao Filho de Deus para que o venerem. Em termos Bíblicos, há apenas uma Pessoa que pode estar por detrás dessa intencionalidade nas estrelas – o próprio Deus. A lição é, assim, óbvia: Deus guia os estrangeiros até Cristo para que o venerem. E ele fá-lo exercendo um poder e uma influência global – provavelmente até universal – para que isso se cumpra. Lucas mostra Deus influenciando todo o Império Romano para que o recenseamento surja no momento exacto em que a virgem está a caminho de Belém, cumprindo a profecia do nascimento. Mateus mostra Deus influenciando as estrelas no céu para que levem os magos a Belém de modo a poderem venerá-lo. Este é o desígnio de Deus. Ele fê-lo nessa altura. Ele continua a fazê-lo agora. O seu objectivo é que as nações – todas as nações (Mateus 24:14) – venerem o seu Filho. Esta é a vontade de Deus para todos os que estão a trabalhar no vosso escritório, na vizinhança e em casa. Tal como diz João 4:23 “Esses são os que Deus procura para o venerar.” No início do evangelho de Mateus temos ainda um estilo “vinde-olhai”. Mas no final, o estilo é “ide-espalhai”. Os magos vieram e viram. De nós espera-se que partamos e espalhemos. Mas o que não é diferente é o propósito de Deus em reunir as nações na veneração ao seu Filho. O enaltecimento de Cristo através da devoção veemente de todas as nações, a razão pela qual o mundo existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Jesus é um Incómodo para Aqueles que não Querem Venerá-Lo e causa Oposição Àqueles que o Fazem.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é provavelmente um tema principal para Mateus, mas com o desenrolar da história torna-se incontornável. Nesta história há dois tipos de pessoas que não querem venerar Jesus, o Messias. O primeiro é o tipo de pessoas que simplesmente não faz nada relativamente a Cristo. Ele é algo inexistente nas suas vidas. Este grupo é representado pelos sacerdotes e escribas. Versículo 4: “Reunindo todos os príncipes e escribas do povo, [Herodes] perguntou-lhes onde estava destinado o nascimento do Messias.&amp;quot; O silêncio absoluto e a passividade dos líderes são constrangedores perante a magnitude do que estava a acontecer. E reparem, o versículo 3 diz: “Ao ouvir tal coisa, o rei Herodes ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele.” Por outras palavras, circulava o rumor de que alguém pensava que tinha nascido o Messias. A passividade por parte dos sacerdotes é desconcertante – porque não ir com os Magos? Não estão interessados. Não querem venerar o verdadeiro Deus. O segundo tipo de pessoas que não quer venerar Jesus é o dos que se sentem profundamente ameaçados por ele. Nesta história é Herodes. Ele está mesmo com medo. Tanto medo que inventa ardis e mentiras e, depois, comete assassínios em massa só para se ver livre de Jesus. Por isso, hoje estes dois tipos de oposição virar-se-ão contra Cristo e os seus seguidores. Indiferença e hostilidade. Estais num desses dois grupos? Que este Natal seja o momento em que mudam de opinião sobre o Messias e meditem no que significa venerá-lo. Deixem-me terminar com isto, o quinto facto nesta história. O que é venerar neste texto? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Venerar Jesus Significa Reconhecer Alegremente a Autoridade e a Dignidade de Cristo por meio de Oferendas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há quatro exemplos para a definição de venerar e todas elas são ensinadas neste texto. Primeiro, vejo os magos reconhecendo a autoridade de Cristo ao chamar-lhe “Rei dos Judeus” no versículo 2: “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer?&amp;quot; Segundo, vejo os magos reconhecendo-lhe a dignidade ao prostrarem-se diante dele no versículo 11: “e entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe. Prostrando-se, adoraram-nO.” Prostrar-se é o que fazeis para dizer a alguém: Vós sois superior e eu sou inferior. Vós sois um alto dignatário e eu, por comparação, de condição humilde. Terceiro, vejo a alegria no reconhecimento da autoridade e da dignidade no versículo 10: “Ao ver a estrela, os magos rejubilaram de alegria.” Ora, esta é a quarta maneira de dizer que eles rejubilaram. Teria sido suficiente terem dito que ficaram contentes. Mais ainda, ficaram muito contentes. Mais ainda, ficaram deveras contentes. E mais ainda dizer que eles rejubilaram de alegria. E esta alegria era de quê? - eles iam visitar o Messias. Estavam quase lá. Não consigo evitar a sensação de que a verdadeira veneração não é apenas reconhecer a autoridade e a dignidade em Cristo; é fazê-lo alegremente. É fazê-lo porque vieste ver algo é tão desejável que estar perto de Cristo para lhe reconhecer pessoalmente a autoridade e a dignidade é irresistivelmente forte. E a quarta parte da definição de venerar tem a ver com o nosso reconhecimento através de oferendas. Venerar Jesus significa reconhecer a autoridade e dignidade de Cristo através de oferendas. Ora, com estas explicações sobre a veneração aprendemos que Deus não é servido por mãos humanas como se precisasse de algo (Actos dos Apóstolos 17:25). Assim, os presentes dos magos não foram oferecidos como forma de assistência ou ajuda. Iria desonrar um monarca se os visitantes estrangeiros aparecessem com pacotes-ajuda reais. Nem são estes presentes para ser encarados como suborno. Deuteronómio 10:17 diz que Deus não aceita subornos. Ora, o que querem então eles dizer? Como são eles venerados? Os presentes são intensificadores do desejo pelo próprio Cristo, tal como o é jejuar. Ao oferecer um presente destes a Cristo, está a dizer “A alegria que eu busco (versículo 10!) não é a esperança de ficar rico à tua custa. Não vim ter contigo pelo que possuis, mas por ti próprio. E é este desejo que eu agora intensifico e demonstro ao desfazer-me dos meus pertences, na esperança de tirar maior prazer de ti e não das coisas. Ao dar-te o que não precisas, e aquilo que eu poderia gostar, digo, de forma séria e autêntica: 'Tu és o meu tesouro, aquelas coisas não.’ Penso que é isso que significa venerar Deus através de presentes em ouro, incenso e mirra. E assim possa Deus aceitar a verdade deste texto e acordar em nós o desejo pelo próprio Cristo. Que possamos dizer do fundo do coração “Senhor Jesus tu és o Messias, o Rei de Israel. Todas as nações virão prostrar-se a teus pés. Deus governa o mundo para ver-te venerado. Portanto, qualquer que seja a oposição que eu encontre, eu alegremente reconheço a autoridade e dignidade que há em ti e trago os meus presentes para dizer que só tu, e não estas coisas, pode satisfazer o meu coração.”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:09:56 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Viemos_Ador%C3%A1-Lo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Unidade, Deus e você</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Unidade,_Deus_e_voc%C3%AA</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Unity, God, and You}}''Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra; para que todos sejam um; como Tu ó Pai o és em Mim, e Eu em Ti, que também eles sejam um, em nós para que o mundo creia que Tu me enviaste. E Eu dei-lhes a glória que Tu me deste, para que sejam um, como nós somos um; Eu neles e Tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, para que o mundo conheça que Tu me enviaste a Mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a Mim…. ( João 17:20-23).''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus&amp;amp;nbsp;orou pela&amp;amp;nbsp;unidade da Sua igreja – e, felizmente, continua a orar! Uma das suas orações mais honestas e desejos para qualquer igreja local é que esta seja unida. Claro, todos nós concordamos que queremos ser uma. Mas porque é que Jesus nos quer unidos? Qual é o ''motivo'' de Jesus em procurar a unidade da igreja local? Será somente para nosso beneficio? De acordo com João 17, Jesus reza para a nossa unidade porque a unidade da nossa igreja é projectada para reflectir a unidade que Deus gosta entre as diferentes pessoas na Trindade. Ele quer que nós, um corpo diverso de crentes, para sermos um, tal como Ele, uma Tri-unidade diversa, é uma. Jesus é o chefe da igreja, e a intenção Dele é que nós possamos mostrar e gostar dum tipo de unidade que diz coisas verdadeiras e bonitas da unidade do nosso Deus três-em-um. Esta é a maior parte de como Jesus quer que a nossa igreja local represente Deus – e nós não podemos evitar de O representar. Se nós fazemos parte de uma igreja, então fazemos parte do corpo de Cristo. A nossa igreja ou está a dizer coisas verdadeiras sobre a unidade da Divindade, ou estamos a representar mal Deus como se estivesse dividido dentro Dele próprio. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós contribuímos quer para um espírito de unidade, quer de divisão. O nosso comportamento, as nossas palavras, as nossas prioridades, as nossas atitudes, as nossas respostas emocionais, até os nossos pensamentos e motivos, todos contribuem para representar a nossa igreja da unidade de Deus. Que pensamento tão culpado! Cada vez que eu reajo com fúria ou frustração pecaminosa, cada vez que respondo com sarcasmo nas minhas palavras ou guardo amargura no meu coração, cada vez que faço fofocas cada vez que sou motivado por egoísmo ou orgulho, eu não estou só a afectar o meu testemunho. Estou a afectar a Unidade e o testemunho da igreja, o que afecta directamente o testemunho do próprio Deus. O mesmo é verdade no casamento. O casamento é uma fotografia da relação entre Deus e a Sua igreja (Efésios 5:22-29). O meu amor pela minha mulher é desenhado para reflectir o amor acalentador, carinho, abnegação de Deus pela Sua igreja. Portanto quer eu o queira admitir ou não, todo o meu comportamento, pensamentos, atitudes, afeições, palavras, motivos e reacções para com a minha mulher estão a dizer alguma coisa sobre a relação de Cristo com a igreja. Eu ou estou a dizer algo verdadeiro, ou algo falso. E cada vez que eu peco contra a minha mulher em qualquer destas maneiras, eu disse algo falso sobre como Cristo ama e trata a Sua Noiva preciosa. Quando estamos unidos como uma igreja local, estamos a dizer a verdade das relações entre o Pai, o Filho, e o Espírito. Quando nós pensamos, sentimos, agimos e reagimos de maneiras que promovem unidade, nós dizemos a verdade da unidade de Deus. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E de acordo com Jesus, a unidade das nossas igrejas é também a melhor ferramenta evangélica que podemos ter. Ele quer que nós sejamos “aperfeiçoados [ou mais maduros] em unidade, ''para que o mundo possa saber'' que Tu Me enviaste, e os amaste como me amaste a mim.” Deus desenhou a unidade na igreja local para funcionar como um íman para atrair tanto crentes e não crentes. Quando estamos unidos como uma igreja local, as nossas relações com os outros começa a falar muito para um mundo espectador. O amor e o egoísmo e a humilhação e a paciência que caracteriza as relações unidas começam a dizer ao mundo que Deus enviou Jesus, e que Deus nos ama, a Sua noiva. De modo oposto, quando deixamos que pequenas divisões prevaleçam entre nós, nós tornamo-nos evangelicamente ineficazes por causa do testemunho corporativo da nossa igreja está a dizer coisas falsas do nosso deus. A unidade da igreja local é o programa evangélico de Deus. Se queremos ver o espírito Santo usamos as nossas igrejas locais para produzir convertidos, então todos temos que trabalhar arduamente e juntos para promover e preservar a unidade na nossa igreja. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus amostra-nos como pelo seu exemplo em João 17 de que a unidade é feita com orações. Nós não podemos esperar para gostar da unidade se não estivermos a rezar para isso! Se Jesus tivesse que rezar para isso, então certamente nós temos de fazer o mesmo. Amigo, quando foi a última vez que rezaste para a Unidade da nossa igreja? Eu desafio-te a tornar isso num pedido de oração diária. Reza para que a tua igreja seja unida, e reza para que Deus te revele como te podes promovera unidade melhor entre a tua igreja local como tu pensas, falas, sentes e reages. Todos nós podemos crescer nesta área. Todos nós lutamos em sentirmos amargura para com outros ás vezes, ou por reagirmos com palavras agudas, ou por sermos muito críticos, ou por queixar-mo-nos, ou por sermos muitos orgulhosos para admitir que estamos errados. Todos nós somos pecadores com necessidade de graça, misericórdia e perdão – tanto de Deus como de uns para os outros. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós não estamos sozinhos. Nós somente não nos representamos, ou ás nossas opiniões ou desejos. Jesus comprou-nos à custa do Seu próprio sangue. Nós somos dele. Ele é nosso dono. Ele criou-nos para a Sua glória, e ele comprou-nos com o Seu sangue para que nós O possamos representar bem no mundo. Vamos resolver juntos para glorificarmos Deus nas nossas igrejas locais pelo falar, sentir, pensar, e agir de maneiras que promovam a unidade da igreja; e vamos rezar enquanto o fazemos, Deus ficaria satisfeito em fazer a nossa unidade como uma ferramenta efectiva para a conversão dos cépticos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:09:37 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Unidade,_Deus_e_voc%C3%AA</comments>		</item>
		<item>
			<title>Tentando Ser Um Cristão</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tentando_Ser_Um_Crist%C3%A3o</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Trying to be a Christian}}''Preletor da 22ª Conferência Fiel - Outubro, 2006.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiquei admirado. Acabara de explicar a um grupo de cientistas nucleares a diferença entre tentar obter a salvação, por meio de nossas próprias obras, e confiar em Cristo para a salvação. Pensei que havia sido excepcionalmente claro. Mas, enquanto eu saía, um homem agradeceu-me, dizendo: “Acho que preciso apenas me esforçar ainda mais para ser um cristão”. Ele se enganou completamente. Por que ele não entendia a minha opinião? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele tinha tanta esperança de chegar ao céu por meio de seus esforços, quanto alguém que tenta alcançar a Deus por meio de uma espaçonave. Sem a ajuda do Espírito Santo e do entendimento proporcionado somente pela Bíblia, todo homem raciocina que tem algo a fazer para merecer o favor divino. A Bíblia não diz isso. Ela ensina que a salvação é um dom recebido tão-somente pela fé, “não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi esta verdade sobre a salvação que mudou o curso da história da humanidade em 1516, quando começou a Reforma Protestante. ''Sola Fide ''(Fé Somente) se tornou o grito de guerra dos reformadores durante aqueles dias revolucionários. Os reformadores haviam descoberto uma verdade que, por muitos séculos, ficara escondida, atrás dos rituais e dogmas, para a maior parte da sociedade. Mas, com toda certeza, esta verdade não era nova. O patriarca Abraão havia aprendido esta verdade transformadora, 3.000 anos antes que fossem acesas as primeiras faíscas da Reforma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abraão descobriu que ser aceito como justo diante de Deus (a justificação) não acontece por meio de nossas boas obras, e sim por meio daquilo que é exatamente o oposto — a fé somente. Esta fé não se manifesta em confiarmos naquilo que fazemos por Deus, e sim em confiarmos naquilo que Cristo fez por nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O apóstolo Paulo disse: “Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem de que se gloriar, porém não diante de Deus. Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça” (Rm 4.2-3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você pudesse ser aceito por Deus com base em suas obras, haveria razão para se gloriar. Significaria que você nunca peca. No entanto, visto que jamais existiu uma pessoa perfeita, exceto Cristo, o caminho das obras para o céu é impossível. Mas existe um caminho possível para sermos justificados — por meio de crermos (ou seja, pela fé), assim como Abraão foi justificado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cristo pagou completamente a dívida daqueles que são dEle. Quando sofreu e morreu no Calvário, Ele fez tudo o que poderia ser feito em favor do homem pecador. Este foi um dos mais elevados atos da graça de Deus. Pensar que você pode ser aceito diante de Deus por meio dos seus próprios esforços para ser uma pessoa boa menospreza a cruz de Cristo. Paulo disse: “Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão” (Gl 2.21). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você quer ser justificado ou aceito como justo diante de Deus, terá de vir por meio do caminho de Deus, por meio da fé em Cristo e naquilo que Ele fez por você. “Tentar ser um cristão” é um insulto para Deus e uma maneira de desprezarmos o que Cristo fez na cruz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns amigos meus assistiram um acidente catastrófico, quando estavam em uma colina acima do rio Guadalupe, no Estado do Texas. Um ônibus cheio de estudantes havia descido a colina para atravessar a ponte que havia embaixo. Por causa da excessiva quantidade de chuvas, a ponte estava coberta com água. O motorista do ônibus achava que poderia atravessá-la com facilidade. No entanto, quando ele estava no meio do caminho, uma parede de água lançou-se sobre o lado do ônibus e o arremessou no rio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imediatamente os estudantes procuraram sair do ônibus submerso. Alguns conseguiram; outros, não. Aqueles que conseguiram sair do ônibus foram arrastados velozmente pela correnteza, e tentavam se agarrar às rochas, onde quer que pudessem se agarrar. Eles não sobreviveriam por muito tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helicópteros da base militar de Santo Antonio vieram rapidamente para o local do acidente. Uma corda, lançada dos helicópteros, era fixada no corpo dos estudantes, tornando-lhes possível serem içados e levados para um lugar seco e distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das estudantes já estava à beira da loucura por causa do medo. Quando o soldado aproximou-se dela, foi somente com muita dificuldade que ele pôde fixar o ''cinto de resgate'' ao redor dela. Quando ela estava sendo içada, bem acima da água, os seus braços começaram a agitar-se violentamente — tão violentamente, que ela escorregou do ''cinto de resgate''. Meus amigos viram quando aquela moça submergiu na morte, lá embaixo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ela apenas tivesse confiado, poderia ter sido salva da morte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus nunca recompensa o esforço pessoal que você exerce para salvar a si mesmo. Ele não permitirá que você transforme a cruz em um acontecimento insignificante. Deus não se obrigará a salvá-lo, porque você faz aquilo que acredita serem boas obras. Mas existe um caminho ''possível'', por causa de Cristo — o caminho da fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Rm 4.4-5).&amp;lt;br&amp;gt;___________________&amp;lt;br&amp;gt;Este artigo está baseado no capítulo&amp;lt;br&amp;gt;10 do livro ''Ao Encontro&amp;lt;br&amp;gt;de Deus'' (Editora Fiel), escrito&amp;lt;br&amp;gt;pelo mesmo autor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:09:29 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Tentando_Ser_Um_Crist%C3%A3o</comments>		</item>
		<item>
			<title>Juntos para quê?</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Juntos_para_qu%C3%AA%3F</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Together for What?}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bob, um calouro na universidade, se convenceu da doutrina da eleição e passou a ter um forte desejo de convencer as demais pessoas. Ele encontra-se no primeiro “estágio de empolgação e hiper-atividade” do calvinismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine as conversas dele com seus amigos, com seus colegas da faculdade, com as pessoas na igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo se torna uma ilustração da soberania de Deus. Bob não quer falar de outra coisa, e se você discordar dele, é melhor ter cuidado! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta que fica para você e para mim é a seguinte: quando ensinamos a verdade às pessoas, nós o fazemos com orgulho e arrogância condescendentes — sabemos de algo que elas não sabem? Ou ensinamos com a humildade de um mendigo dividindo seu pão com outro? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transigir é ruim. Cooperar é bom. Mas, como diferenciar uma coisa da outra? Quais são as principais posições doutrinárias pelas quais precisamos lutar? E, dentre as demais posições, a respeito de quais podemos discordar com tolerância e amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gostaria de refletir sobre como é possível encorajarmos uns ao outros a defender a verdade com humildade fazendo seis perguntas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Seguimos ordens de purificar ou de conciliar? &lt;br /&gt;
#Quais são algumas das lutas que os cristãos habitualmente têm? &lt;br /&gt;
#Qual é o propósito específico da cooperação? &lt;br /&gt;
#Sobre o quê os cristãos devem concordar? (princípios essenciais) &lt;br /&gt;
#Sobre o quê os cristãos podem discordar? (princípios não-essenciais) &lt;br /&gt;
#Como os cristãos podem discordar apropriadamente?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;'''1. SEGUIMOS ORDENS DE PURIFICAR OU DE CONCILIAR?'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, seguimos ordens de purificar ou de conciliar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O problema básico''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que a maioria dos cristãos reconhece um problema com o qual nos deparamos: vivemos num mundo caído onde a verdade nem sempre é bem-vinda. O que é verdadeiro não é necessariamente igual ao que é popular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como o D. Martyn Lloyd-Jones disse: “Houve períodos na história quando a preservação da própria vida da igreja dependeu da capacidade e prontidão de grandes líderes ao diferenciar a verdade do erro e ousadamente defender o que é bom e rejeitar o que é falso. Entretanto, nossa geração não gosta de nada que seja assim. Ela é contra qualquer demarcação clara e precisa da verdade e do erro.” (D. Martyn Lloyd-Jones, ''Mantendo a Fé Evangélica Hoje ''[São Paulo: PES]) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não deveríamos nos surpreender com épocas como a nossa, quando as pessoas se opõem a distinguir a verdade do erro. Em sua última carta, Paulo adverte: “Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2Tm 4.3-4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que Paulo estava simplesmente paranóico – concentrado demais em idéias sobre a verdade? Acho que não. O Senhor Jesus ensina que estejamos de sobreaviso. Foi Ele que ensinou: “Surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos. Estai vós de sobreaviso” (Mc 13.22-23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ficamos de sobreaviso? Devemos admitir que todos tendemos a aceitar demais (menosprezando assim o chamado de Deus para sermos puros e subestimando sua verdade) ou restringir demais (desprezando assim a generosidade do amor de Deus e os surpreendentes exemplos de sua obra). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você percebe como isso acontece? Ao colocar a Palavra de Deus contra si mesma; ao colocar um aspecto do caráter de Deus contra outro – digamos, sua santidade contra seu amor – na verdade nos confundimos e machucamos as pessoas. Em vez disso, o que deveríamos fazer é crescer em nosso conhecimento da Palavra de Deus e de nosso próprio coração. Então estaremos mais sintonizados com a sua verdade conforme Ele a tem revelado — tanto no que se refere ao seu chamado para a santidade quanto no chamado para o amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade e a humildade não deveriam ser inimigas. Na verdade, elas são grandes amigas e o crescimento real em uma delas deveria conduzir ao crescimento na outra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, muito frequentemente nos tornamos uma caricatura de nossas inclinações. Ou nos tornamos pessoas que buscam conciliar ou que buscam a purificar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''As pessoas que buscam conciliar''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que buscam conciliar amam capítulos da Bíblia como João 17. Elas percebem claramente que nossa união com Deus em Cristo, e que nosso amor uns pelos outros demonstram o amor de Deus por nós (como Jesus ensinou em João 13.34-35). Elas amam os textos bíblicos sobre o amor: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*“Completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa” (Fp 2.2); &lt;br /&gt;
*“Pensem concordemente, no Senhor” (Fp 4.2); &lt;br /&gt;
*“Que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer” (1Co 1.10); &lt;br /&gt;
*“Que o coração deles seja confortado e vinculado juntamente em amor” (Cl 2.2).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas últimas décadas temos visto muitos movimentos conciliadores entre cristãos professos. Há o velho ecumenismo liberal — “vamos juntar todas as denominações”. Há os ministérios para-eclesiásticos que reúnem pessoas de igrejas diferentes a fim de compartilhar o evangelho — desde Billy Graham até a Cruzada Estudantil. Há o movimento carismático que tem ajudado a produzir companheirismo entre igrejas que se encontravam afastadas havia muito tempo, e recentemente tem acontecido o que podemos chamar de ''Great Traditionalism'', o qual se alicerça num “antigo denominador comum”. Vemos isso na atual moda de alguns evangélicos que usam métodos e coisas associadas ao catolicismo romano e à ortodoxia oriental como auxílio para a piedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A multidão conciliadora veste camisetas com mensagens do tipo: “a doutrina divide”, “o amor une” ou “missões unem”. Foi desse grupo que surgiu um bispo que disse, não muito tempo atrás, o seguinte: “a heresia é melhor do que a divisão”. Esses minimalistas doutrinários desejam “nenhum credo, exceto Cristo; e nenhuma lei, exceto o amor”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''As pessoas que buscam purificar''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que buscam purificar são o oposto das que buscam conciliar. Elas desejam pureza na doutrina e na vida. Desejam pureza em nossas igrejas, em nossas escolas cristãs e em nossos seminários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas pessoas levam a sério o mandamento bíblico de separar-se. Elas conhecem bem 2João 1: “Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (vv.10-11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou a advertência de João em sua primeira carta: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora” (4.1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também as advertências de Paulo: “Que vos aparteis de todo irmão que ande desordenadamente e não segundo a tradição que de nós recebestes” (2Ts 3.6). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E também: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?... Por isso, retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor” (2Co 6.14,17). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adicione a esses textos, aquele que trata da disciplina na igreja, 1Coríntios 5, por exemplo, assim como a ordem de Judas: “Me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes, diligentemente, pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd 3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que batalham pela fé são os fundamentalistas e menonitas conservadores entre nós. Esses irmãos e irmãs são mais prontos a batalhar do que a conciliar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você está tentado a citar para essas pessoas o que Jesus disse em Mateus 7.1 — “Não julgueis, para que não sejais julgados.” — você deveria olhar um pouco mais abaixo, na mesma página, para o versículo 15 do mesmo capítulo, onde Jesus ensinou: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (7.15). E, é claro, foi Jesus, em Mateus 18, que ordenou que a igreja expulsasse de seu meio os pecadores que não se arrependem! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas que buscam a pureza parecem ter o ministério profético da correção, assim como os ''puritanos'' foramestereotipados. Talvez os sapatos deles fossem apertados demais e os aborrecessem. Essa forma de lidar com as coisas pode se assemelhar com a atitude: “Atire primeiro e pergunte depois”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme refletimos sobre essas pessoas — aquelas que buscam conciliar e aquelas que buscam purificar — a pergunta que queremos fazer a nós mesmos é: como conseguimos o melhor delas? Como extrair o desejo bíblico pela conciliação e transigência assim como pela verdade e santidade? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''2. QUAIS SÃO ALGUMAS DAS LUTAS QUE OS CRISTÃOS HABITUALMENTE TÊM?'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, consideremos outra questão: quais são algumas das lutas que os cristãos habitualmente têm? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muitas lutas dentre as quais podemos selecionar algumas. Devemos orar pelos mortos? A Reforma Protestante terminou? Devemos apoiar grandes encontros evangelísticos que encaminham para a igreja mais próxima aqueles que se apresentam como convertidos? O quarto mandamento, a respeito do sábado, se aplica aos dias de hoje? Devemos cantar hinos ou cânticos? Órgãos ou guitarras? Deus elege aqueles que Ele prevê que crerão ou simplesmente elege? Ainda há dons sobrenaturais? Ainda se profetiza hoje? As igrejas deveriam aceitar de volta ao seu meio cristãos arrependidos que negaram a Cristo em tempos de perseguição? As igrejas devem ser lideradas por sacerdotes, por um único pastor ou por um bispo que estivesse à frente de todas as igrejas da cidade? Qual é o efeito do batismo? Quem deve ser batizado? Quem deve batizar? Como deveriam batizar? O batismo deve preceder a membresia? A Bíblia é a única autoridade da igreja? Ela é suficiente? É inerrante? Na Bíblia há papéis específicos para homens e mulheres, os quais devemos cumprir hoje? As mulheres podem liderar igrejas? Qual é o salário apropriado para um pastor? Os cristãos devem pagar o dízimo para sua igreja local? As crianças devem assistir ao culto da manhã? Os cristãos devem mandar seus filhos para escolas cristãs, para escolas públicas ou devem ensiná-los em casa? Os pastores devem usar roupas que os distingam dos membros da igreja? As programações da igreja devem incluir apresentações musicais? As igrejas devem contratar músicos descrentes para tocar em nossos cultos? Devemos crer antes de fazer parte da igreja ou fazer parte da igreja antes de crer? Ajudar os pobres é uma parte necessária da evangelização? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suponha que você estivesse no meio de uma discordância assim com outros líderes ou membros de sua igreja. O que você deveria fazer? Eu partiria para a próxima pergunta, a número 3. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''3. QUAL É O PROPÓSITO ESPECÍFICO DA COOPERAÇÃO?'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''A importância do propósito''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual é o propósito específico pelo qual você pensa em cooperar com outros cristãos? O tipo de cooperação que almejamos determina quanta concordância de opinião é necessária. Posso ser amigo de alguém com quem não casaria. Posso comprar algo para uma pessoa que eu não contrataria. Posso orar com alguém que pertence a uma igreja à qual não me juntaria. Posso ler o livro de um autor de quem discordo. Posso crer que alguém trabalharia bem em algumas coisas e em outras não. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se trata de questões religiosas devemos considerar qual é o propósito da concordância de opinião que é proposta. É para o propósito da salvação? É para pertencer à mesma igreja? É para participar da mesma conferência ou trabalhar junto no mesmo projeto? Qual é a circunstância, a necessidade, o propósito da cooperação? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''É possível que as circunstâncias sejam importantes''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo destas linhas os cristãos têm descoberto que as circunstâncias da ocasião importam. Se uma pessoa vive num lugar onde os cristãos são perseguidos, há mais motivação para cooperar. É possível que seja pequeno o número de cristãos e que haja poucas ocasiões para ter comunhão. Cristãos nessas circunstâncias podem encontrar muito mais encorajamento em compartilhar e usar os dons de trinta pessoas do que na atitude de seis ou sete pessoas estabelecerem suas próprias assembléias separadas umas das outras. Circunstâncias assim têm levado muitos cristãos a trabalhar com pessoas de outras denominações de forma mais comprometida do que se estivessem em países livres. Em outras palavras, é mais provável que batistas e presbiterianos se reunissem com mais regularidade em Riad, na Arábia Saudita, do que em Raleigh, na Carolina do Norte! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como os cristãos na América cada vez mais tornam-se parte de uma “minoria cognitiva” — um grupo cujo pensamento se diferencia da cultura da maioria — é possível que também estejamos nos tornando mais conscientes do que os cristãos de gerações anteriores a respeito dos atributos que temos em comum com outros cristãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, tipos diferentes de cooperação requerem níveis diferentes de concordância de opinião. Há mais exigências para ser membro de uma igreja do que para planejar uma campanha evangelista. O nível de harmonia necessário entre companheiros que plantam igrejas é maior do que o nível necessário para irmãos que iniciam reuniões bíblicas na faculdade. Em outras palavras, podemos reconhecer outras pessoas como cristãs ainda que não consideremos sábio plantar uma igreja com elas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conferências e eventos esporádicos podem ser bem-sucedidos com menos concordância ainda, e traduções da Bíblia, talvez, com ainda menos. (Imagino que tradutores bíblicos podem concordar em assuntos de tradução mesmo quando discordam sobre o conteúdo do evangelho.) E, é claro, cristãos podem praticar co-beligerância com descrentes em algumas questões públicas envolvendo padrões legislativos e morais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Credos e confissões de fé''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por toda a história da igreja, cristãos têm escrito credos como o Credo dos Apóstolos e o Credo Niceno, a fim de declarar claramente quais são as crenças que mantêm em comum. Confissões de fé como a de Westminster ou a de New Hampshire têm a mesma finalidade. É assim também com as declarações de fé de igrejas individuais e ministérios para-eclesiais. Tais credos, confissões e declarações expressam o nível básico de concordância necessária para buscar um alvo em comum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''4. SOBRE O QUÊ OS CRISTÃOS DEVEM CONCORDAR?'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, eis a pergunta de um milhão de dólares: sobre o quê os cristãos devem concordar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma pergunta difícil e devemos ser muito cuidadosos. Não queremos ser como o adolescente que pergunta: “Até onde posso ir com minha namorada?”, o que significa dizer: “Como posso me dar bem?” Em nosso caso, não estamos perguntando “qual é a ''menor'' coisa em que eu preciso crer e ainda ser considerado um cristão?” O verdadeiro crente vê crescer dentro de si o desejo de buscar a verdade de Deus em cada assunto onde Ele se revelou em sua Palavra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''A doutrina dos apóstolos''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começar, a comunhão somente pode ser compartilhada com aqueles que compartilham a fé cristã, ou seja, aquele ensino que articula o que os crentes crêem. Em Atos 2.42, Lucas descreve a comunhão entre os primeiros cristãos dizendo: “Perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão...” Observe que Lucas diz que eles compartilhavam da doutrina dos apóstolos antes de falar da comunhão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escolhas doutrinárias que destroem e amaldiçoam são chamadas “heresias”. A palavra “heresia” vem da palavra grega para “escolha”, e embora estejamos acostumados a usar a palavra “escolha” em contextos positivos, o apóstolo Pedro mostrou como ela pode ser usada exatamente com o sentido contrário: “Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (2Pe 2.1). Uma heresia ou escolha doutrinária é uma renúncia da regra de fé aceita. Ortodoxia, por outro lado, é o ensino correto da Palavra de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como estamos observando a cooperação com outros crentes, queremos nos certificar de que estamos compartilhando o ensino dos apóstolos e não heresias destrutivas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há um acordo sobre alguma lista de erros que deveriam ser chamados heréticos, e provavelmente é inútil fazer referência a todos os erros como “heresias”. Uma atitude assim apenas aumenta o furor sem trazer luz alguma para um diálogo. Nem todos os erros são do mesmo tipo. Na verdade, é perigoso tratar todos os erros como se fossem do mesmo tipo. Uma compreensão errada do ser membro de uma igreja é menos importante do que um equívoco quanto à pessoa de Jesus Cristo! Alguns erros devem ser corrigidos, outros podem ser tolerados por toda a vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação dos erros que podem ser tolerados e daqueles que requerem separação demanda que compreendamos a importância da doutrina em que as divergências ocorrem, e até dos dias em que uma doutrina em particular está em discussão. Assim como alguns órgãos são mais importantes do que outros, assim, algumas doutrinas são mais centrais que outras. Nossa compreensão da obra de Cristo na cruz é mais importante que a nossa opinião a respeito do sábado, assim como nosso coração é mais importante do que nosso apêndice. Um ser humano pode sobreviver à retirada de seu dente de siso ou de seu apêndice, mas não de seu coração! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Como aprender''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ter conhecimento das coisas com as quais devemos concordar? Deixe-me sugerir três maneiras: por meio da Bíblia, de nossa igreja e de nossa consciência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprendemos a verdade fundamentalmente, suprema, finalmente e principalmente por meio da Bíblia; ela é a Palavra de Deus escrita. Estude a sua Bíblia. Conheça bem a Palavra de Deus. Cresça sempre em sua compreensão e em seu amor por ela. Leia o salmo 119 durante um mês naquele momento do dia em que as coisas estão mais calmas a fim de meditar e crescer em seu reconhecimento do grande presente que a Palavra de Deus é para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não é a intenção de Deus que sejamos órfãos na terra, que sejamos autodidatas, nem pessoas que agem por conta própria ou centradas em si mesmas. Deus nos chamou para pertencer a igrejas locais, que ensinam a Bíblia corretamente e que são repletas de pessoas cujas vidas mostram o fruto de seu Espírito. O bom ensino deve produzir bons frutos. Os presbíteros em nossas igrejas devem ser aptos a nos ensinar a Palavra de Deus, o que significa que é nossa obrigação nos submetermos a eles e ao seu ensino. Quando os professores ensinam como devem, os cristãos, juntos, numa igreja, têm uma compreensão clara do evangelho que os salvou. (Paulo toma por certo, em Gálatas 1.8-9 que esse seria o caso.) Enfim, é dever da igreja local definir aquilo com o que devemos concordar para sermos cristãos e membros de tal congregação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também aprendemos por meio de nossa consciência. Todos têm uma consciência. Na Queda, a consciência foi radicalmente prejudicada, mas esse importante aspecto da imagem moral de Deus não foi eliminado de nosso caráter. Todos têm um senso inerente do certo e do errado. Mas esse senso é inerente e ''não infalível''. Hoje, muitas pessoas vêem seu senso moral interior como seu próprio e único deus interior, mas a consciência deve ser corrigida, treinada e ensinada e é nossa obrigação fazer isso de acordo com as Escrituras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Clareza e concordância de opinião''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como saber se uma doutrina é importante e se vale a pena buscar uma concordância de opinião a respeito dela? Eis vários testes para responder a essa pergunta: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&amp;amp;nbsp;Quão clara é a doutrina nas Escrituras? &lt;br /&gt;
*&amp;amp;nbsp;Quão claramente outras pessoas pensam que ela é de acordo com as Escrituras? (Especialmente aqueles que você respeita e em quem confia como professores da Palavra.) &lt;br /&gt;
*&amp;amp;nbsp;Quão próxima a doutrina (ou suas implicações) está do evangelho em si? &lt;br /&gt;
*&amp;amp;nbsp;Quais seriam os efeitos práticos e doutrinários de permitirmos a divergência nessa área?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O povo de Deus sempre reconheceu que tanto a ação de sintetizar quanto a de ensinar o ponto central da verdade é importante. Então, Deus deu ao seu povo uma síntese de sua lei nos Dez Mandamentos (Ex. 20). Em Deuteronômio 6, Moisés providenciou outra síntese sobre como o povo deveria instruir seus filhos. E os cristãos, desde os primeiros tempos do cristianismo, têm usado as sínteses fornecidas pelos catecismos a fim de preparar pessoas para o batismo — foi assim que originalmente fizeram uso do Credo dos Apóstolos. No século V, o pai da igreja Vincent de Lérins disse que deveríamos crer naquilo que foi crido sempre, em toda parte e por todos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Notícias corretas, opiniões corretas''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das melhores palavras para cristão é “evangélico”. Um “evangélico” é uma pessoa definida por certas ''notícias'' específicas. “Boas-notícias” é o que significa evangelho. Jesus disse no Evangelho de João que uma crença ou uma percepção correta sobre sua identidade é necessária para alguém ter vida a eterna; do contrário, as pessoas morrem em seus pecados (Jo 8.24). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do mesmo modo, Paulo nos diz exatamente em que os cristãos devem se manter firmes — o que é de suma importância: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão. Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas e, depois, aos doze” (1Co 15.1-5). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se sente desconfortável priorizando algumas verdades e outras não? Aparentemente Paulo não se sentia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você está seguro em seu entendimento de que deve crer em certas coisas a fim de ser um cristão? Paulo estava: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Rm 10.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo insistiu com os romanos especificamente para que mantivessem o ensino que já haviam recebido (ver Rm 16.17). Com os Gálatas também: “Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema” (Gl 1.8; cf. Ef 4.14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele fez referência às “palavras da fé” (1Tm 4.6) e encorajou Timóteo a aplicar-se “ao ensino” (1Tm 4.13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo adverte que “se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende” (1Tm 6.3-4). É por isso que as heresias podem ser tão destrutivas, porque conhecer e crer, na verdade, é necessário para nossa salvação (ver 2Pe 2.1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, o apóstolo João ensinou: “Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro” (1Jo 4.6). João também diz: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo. Acautelai-vos, para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço, mas para receberdes completo galardão. Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa [significando, conforme creio, a igreja local], nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 1.7-11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Judas se refere aos homens ímpios “que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Jd 4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na carta de Jesus à igreja em Pérgamo, Jesus chama ao arrependimento aqueles que seguiam uma doutrina em particular — a doutrina dos nicolaítas (Ap 2.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você percebe quão frequentemente a impiedade e a falsidade andam juntas? Nós, cristãos, somos aqueles cujo entendimento e cuja vida são modelados pelas boas-novas de Jesus Cristo! É por isso que Paulo escreve para a igreja em Corinto: “Não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais” (1Co 5.11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pedro citou Levítico para lembrar aos cristãos que “segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo” (1Pe 1.15-16). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por toda a Bíblia, Deus declara que seu povo não deve adorar deuses falsos, nem viver devotado a eles. João conclui sua primeira epístola escrevendo: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5.21). Creio que os ídolos dos quais ele está falando são os falsos deuses, o Cristo que não é Deus encarnado, ou um cristo que tolera a imoralidade ou a falta de amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos justificados somente pela fé, mas uma fé justificadora produz cristãos que parecem mais e mais com o Deus que eles adoram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Acredite que Deus é um só''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, sobre o que os cristãos devem concordar? Eu diria que os cristãos ''devem'' concordar sobre Deus, a Bíblia e o Evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, devemos crer que Deus é um só. Ele é trino — Pai, Filho e Espírito Santo. Ele não foi criado, sua existência é independente de qualquer coisa. Ele é moralmente perfeito. Ele é caracterizado por um amor santo. Ele é nosso soberano criador e juiz. É nele que somos chamados a crer (Nm 14.11). Como o Senhor diz ao seu povo, em Isaías: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Vós sois as minhas testemunhas, diz o SENHOR, o meu servo a quem escolhi; para que o saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá. Eu, eu sou o SENHOR, e fora de mim não há salvador” (Is 43.10-11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também lemos em Atos 16 que a família do carcereiro de Filipos se alegrou “por terem crido em Deus” (At 16.34). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lemos em Hebreus 11.6: “Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe...” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta crença essencial em Deus é o sincero reconhecimento de um fato. Mas também é mais que isso. Tiago nos diz: “Crês, tu, que Deus é um só? Fazes bem. Até os demônios crêem e tremem” (Tg 2.19). Uma fé ''salvífica'' em Deus nos transforma progressivamente num reflexo de seu caráter. Assim, João escreve: “O amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.7-8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Acredite que a Bíblia é a verdade de Deus''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, devemos crer que a Bíblia é o meio de conhecermos a verdade sobre Deus. As Escrituras são a revelação de Deus sobre si mesmo e, portanto, possui autoridade em nossa vida e em nosso ensino. O versículo que antecede aquele que acabamos de citar diz: “Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro” (1Jo 4.6). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras de João parecem combinar com o que Jesus ensinou em João 10.4 — que as ovelhas ''conhecem'' a voz do bom pastor. Elas a reconhecem e a seguem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do mesmo modo, Paulo ordenou que os cristãos tessalonicenses seguissem suas instruções e se afastassem daqueles que não o fizessem (2Ts 3.6, cf. 14-15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Acredite no Evangelho''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, devemos crer no evangelho. A boa nova é que Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus encarnado (ver 1Jo). Se não entendêssemos isso não poderíamos defender a verdade da natureza trina de Deus. A trindade e a encarnação apóiam uma a outra. Uma não pode ser atacada sem que a outra também o seja. Como Paulo disse: “Nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Cl 2.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho inclui não somente a encarnação de Cristo; ele inclui também sua morte substitutiva na cruz, sua ressurreição corporal e seu retorno em poder e grande glória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembremos novamente da breve colocação de Paulo em 1 Coríntios a respeito do que é o cristianismo. Os coríntios estavam afastando-se uns dos outros devido a todo tipo de coisas erradas sobre as quais Paulo escreveu catorze capítulos. Mas agora ele finalmente trata da questão pela qual eles deveriam lutar! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão. Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas e, depois, aos doze” (1Co 15.1-5). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você vê os fatos que estão associados com o evangelho? Cristo morreu pelos nossos pecados. Ele foi sepultado e ressuscitou. É isso! E não se engane: clareza na centralidade da cruz promoverá a comunhão teológica (conforme a importância relativa das doutrinas é esclarecida) e prática (à medida que a humildade é encorajada em nosso caráter). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando exaltamos a cruz, o evangelho aparece. Ele traz as notícias sobre o Deus santo. Traz as novas do homem feito à própria imagem de Deus e que tragicamente caiu em terrível rebelião contra Deus, encontrando-se sob seu juízo (cf. Gn 3; Rm 3.23; 1Jo 1.8-10; 5.12). O evangelho traz as novas de Cristo, o Filho de Deus, que sofreu por nós e em quem devemos crer para ter a vida eterna (Jo 3.16, 18; 12.44; 17.20; 20.31; At 15.11; 16.31; Rm 3.22; 10.9; Gl 3.22; Fp 1.29; Cl 2.9; 1Ts 4.14; 1Jo 2.22-23; 3.23; 4.2-3, 15; 5.1, 5, 10). E traz as notícias de que podemos ser perdoados por Deus e reconciliados com Ele por meio do dom do arrependimento e da fé. Além disso, o nosso arrependimento se manifestará num compromisso afetuoso de uns para com os outros na comunhão da igreja local (Mt 16; 18; Mc 1.15; Rm 16.26; Hb 10.25, 1Jo 3.23; 4.19-21; 5.3, 13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fé que justifica é a fé nesse Deus (Nm 14.11). É a confiança no livramento de Deus (Sl 78.22). Suas ações tornam possível a nossa crença nele (Is 43.10). Então, as primeiras palavras de Jesus no evangelho de Marcos terminam com o seguinte chamado: “Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
João também escreveu: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16; cf. 3.18; 11.26; 19.35; 20.31; At 16.31, 34; Rm 3.22; 4.24; 10.9-10, 14; 16.26; 1Co 1.21; Gl 3.7, 22; Fp 1.29; 1Tm 1.16; Hb 10.39; 11.6; 1Pe 1.21; 1Jo 2.24). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos justificados apenas por meio da confiança nesse Jesus. Uma pessoa que não crê nesse evangelho não é cristã. Mesmo aqueles que dizem ser “cristãos”, “membros de uma igreja” ou “evangélicos” não são cristãos de verdade se não acreditam nesse evangelho! O fato de uma pessoa dizer que tem determinada característica não quer dizer que ela a tenha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus, a Bíblia, o Evangelho. Não podemos ter uma comunhão cristã verdadeira com alguém que discorda de nós nesses assuntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''5. SOBRE O QUÊ OS CRISTÃOS PODEM DISCORDAR?'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, sobre o quê os cristãos podem discordar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero ser cuidadoso também aqui. Não estou consentindo com uma falta de interesse a respeito daquilo que Deus revelou em sua Palavra. Nem estou tentando ensinar o mínimo em que você deve crer e o quanto deve cooperar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta para a pergunta acerca dos assuntos em que os cristãos podem discordar é melhor determinada pela Bíblia e com a concordância de opinião da igreja que prega a Bíblia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Assuntos práticos''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente os cristãos podem discordar sobre assuntos práticos. E algumas dessas discordâncias causarão divisões. Não podemos trabalhar na mesma coisa de duas formas diferentes. Se este grupo de pessoas está convicto de que determinada coisa deveria ser feita dessa maneira, e ''aquele'' grupo está convicto de que outro método deveria ser usado, e se a utilização das duas maneiras não for possível, então a saída mais simples pode consistir em trabalhar separadamente, mas com amor e cooperação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, em Atos 15 Paulo e Barnabé chegam a conclusões opostas sobre qual seria a forma mais sábia de realizar sua obra. Paulo achava que eles não poderiam trabalhar com João, já Barnabé pensava que deveriam trabalhar com ele. Em vez de brigar por causa disso, eles separaram-se (At 15.39). Não temos razão para pensar que algum deles deixou de crer que o outro irmão era um cristão. Eles apenas sabiam que não podiam continuar a trabalhar juntos por causa dessa divergência de ordem prática. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Certo ou errado?''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando pensamos especificamente em ajuntamentos que alegam ser “igrejas” podemos categorizá-los como “certos” ou “errados”. Não é minha intenção afirmar que uma “igreja certa” nunca diz nada que seja errado, nem que uma “igreja errada” nunca diz nada certo. Em vez disso, quero dizer que uma “igreja certa” prega o verdadeiro evangelho e segue os mandamentos de Cristo para batizar e celebrar a Ceia do Senhor (incluindo a prática da disciplina na igreja). Uma “igreja errada”, por outro lado, é aquela que rejeita a pregação do verdadeiro evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Regular ou irregular''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As igrejas que pregam o evangelho verdadeiro podem ser classificadas como regulares (de acordo com o preceito – as Escrituras) ou irregulares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, eu e minha igreja entendemos que a Bíblia ensina que o batismo é somente para crentes. A uma igreja que prega o mesmo evangelho que pregamos, mas que pratica o batismo de infantes chamaríamos de certa, mas, irregular (meus irmãos presbiterianos, é claro, retribuem o cumprimento). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, o caso é que se chamarmos igrejas assim de certas, podemos ter comunhão com as mesmas no tocante ao evangelho, ainda que não concordando com elas em tudo. Devemos ter unidade no evangelho para reconhecer uns aos outros como cristãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Assuntos controvertidos''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Novo Testamento deixa claro que há outras questões em que os cristãos discordam uns dos outros. Por exemplo, o caso do consumo da carne sacrificada a ídolos era um assunto árduo em muitas das igrejas. Entretanto, Paulo não estava excessivamente preocupado com o fato de os cristãos discordarem uns dos outros nesse ponto porque eles não estavam afirmando que uma determinada conclusão era necessária para a salvação. Eles poderiam trabalhar juntos desde que não fossem distraídos por sua divergência. O seu sábio conselho foi: “A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus” (Rm 14.22). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda no tocante aos cristãos, Paulo enfrentou questões a respeitos de serem alguns dias mais santos do que outros (ver Rm 14.6). Mas ele chamou essa questão de “assuntos controvertidos” (Rm 14.1 NVI). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais são nossas contendas sobre dúvidas hoje? São muitas. Questões sobre as práticas particulares da membresia das igrejas são controversos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou, vejamos o caso do que representa o milênio em Apocalipse 20. Alguns cristãos diriam que temos de concordar nisso a fim de termos uma união na igreja. O que você acha? Vejamos isso rapidamente nos testes que sugeri antes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teste 1: Quão clara é essa colocação nas Escrituras? Ela é mencionada duas vezes em Apocalipse 20 e em nenhum outro lugar. E comentários de pessoas evangélicas, que crêem na Bíblia não estão de acordo sobre o ensinamento ao qual João se referia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teste 2: Quão clara outras pessoas pensam que ela é de acordo com as Escrituras? (Especialmente aqueles que você respeita e em quem confia como professores da Palavra.) Mais uma vez encontro variedade de opinião. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teste 3: Quão próxima essa colocação (ou suas implicações) está do evangelho em si? Acho que não estão relacionados. Desde que creiamos que Cristo está voltando, o que Ele fará durante o milênio me parece de pouca importância neste momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, Teste 4: Quais seriam os efeitos práticos e doutrinários de permitirmos a divergência nessa área? Não encontramos efeito algum em nossa igreja — exceto a provisão de oportunidades para praticarmos a tolerância uns com os outros. A respeito deste assunto os presbíteros de minha igreja discordam entre si, e não percebo infidelidade alguma ou problemas de ordem prática fluindo de tais diferenças. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Não-essencial ≠ sem importância''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não me entenda mal. Não-essencial não significa sem importância. Às vezes o que não é essencial pode não ser importante, mas, outras vezes, o que a princípio parece não ser essencial pode mostrar-se importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, o caso das orações pelos mortos a princípio pode parecer que não é essencial. Mas quando você começa a reconhecer que essa prática em particular arruína a justificação pela fé somente, você começa a ver quão importante é o tópico. A oração pelos mortos supõe que qualquer decisão que eles fizeram nessa vida não permanece. Essa prática diz que podemos afetar diretamente a condição eterna das pessoas, quando a Escritura ensina claramente que nossa condição eterna é determinada somente pela nossa fé em Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os cristãos podem discordar apropriadamente? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, como os cristãos podem discordar apropriadamente? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez você já tenha ouvido essa proveitosa afirmação proveniente da reforma alemã: “na unidade sobre as coisas essenciais, na diversidade sobre aquelas que não são essenciais, em todas as coisas, haja caridade (ou amor)”. Devemos concordar nas coisas essenciais a fim de ter unidade, o que já discutimos. E toleramos a diversidade nas coisas não-essenciais, o que também já discutimos. Mas, como cumprir a ordem desencorajadora de amar em tudo isso? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roger Nicole sugeriu que respondêssemos essas duas perguntas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu devo à pessoa que é diferente de mim? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que posso aprender com a pessoa que diverge de mim? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensemos nessas perguntas por um momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O que eu devo?''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que devo à pessoa que é diferente de mim? Primeiro, devo amor. É nossa obrigação falar a verdade com amor (Ef 4.15). Em segundo lugar, devo respeito. Faça aos outros o que você gostaria que eles fizessem a você (Mt 7.12). Quando você estiver numa situação de divergência, deixe claro que existe algo maior do que uma preocupação em sair vitorioso na discussão: o cuidado com aquele de quem você discorda, uma preocupação com ele como pessoa. Ouça cuidadosamente o que a pessoa diz. Esclareça qualquer coisa que você não entendeu. Proceda levando em conta o que ela quer dizer, indo além do que ela disse. Um de meus professores de teologia sempre escrevia os prós e os contras de pontos de vista diferentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O princípio aqui consiste num desejo seu de representar a perspectiva oposta da melhor forma que puder, de modo que os proponentes sintam-se satisfeitos com sua explicação. Afinal, discussões tendem a fortificar os proponentes em suas próprias idéias. Em tudo isso, considere quais objetivos vocês têm em comum. Você consegue enxergar no que seu amigo está dizendo qual é o alvo dele? Eu tento examinar as diferenças usando o que chamo de “a árvore da decisão”. Tento começar onde ambos concordamos, e então marco cuidadosamente o ponto em que divergimos e pergunto por que ele fez uma decisão enquanto eu fiz outra. Seu objetivo sempre deveria ser evitar alienar as pessoas, mas encorajá-las. De todo jeito, essa atitude terá mais sucesso no processo de persuadi-las! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O que posso aprender?''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda pergunta que devemos fazer a nós mesmos ao aprender a discordar da maneira certa é: “O que posso aprender com a pessoa que diverge de mim?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Afinal, talvez eu esteja errado. Certamente posso aprender algo da minha própria confiança no que penso, e da tentação que enfrento na discussão. Estamos mais interessados em ser vitoriosos numa discussão e proteger nossa reputação, ou em descobrir a verdade e fazê-la triunfar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu estava lendo uma biografia de John Wesley e encontrei este breve relato: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em City Road, os pastores locais e os itinerantes costumavam tomar o café da manhã juntos, aos domingos. Certa vez, quando Wesley estava presente, um jovem ergueu-se e repreendeu um de seus líderes. O temperamento escocês de Thomas Rankin exasperou-se e ele prontamente censurou o jovem por sua impertinência; mas, por sua vez, foi censurado também. Wesley imediatamente respondeu: “Eu agradecerei ao homem mais jovem entre vocês que me falar sobre algum defeito que vocês vêem em mim. Considerarei como meu melhor amigo aquele que fizer isso” (L. Tyerman, ''Life and Times of Wesley ''[Harper &amp;amp;amp; Bros; 1872], III.567). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pensar assim realmente é necessário ter humildade! E sem humildade não aprendemos. Não aprendemos a verdade sobre nós mesmos nem sobre a Bíblia. Segundo os gregos antigos, o oposto de um amigo não era um inimigo, mas, um bajulador. Nosso orgulho é nosso maior inimigo em tudo isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dê as boas-vindas à correção como sendo uma boa inimiga do seu orgulho. Fique grato pela ajuda que você pode receber daqueles que discordam de você no sentido de completar ou equilibrar melhor o quadro que você está explicando. Pode ser bom ter amigos cristãos que discordam de nós em algumas coisas — isso nos dá oportunidade de aprender e exercitar nosso amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''CONCLUSÃO'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como resumir tudo em que temos refletido? Use as Escrituras cuidadosamente e dentro do contexto. Conheça bem a Bíblia. Ame a Deus amando sua Palavra. Medite no salmo 119. Assim como Paulo disse a Timóteo: “É necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente, disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade” (2Tm 2.24-25). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Possibilite o correto entendimento. Se você é um cristão, é herdeiro do céu! Deus o chamou para levar a mensagem do evangelho mais do que qualquer outra mensagem. E qual é o seu testemunho? As pessoas o consideram argumentativo ou briguento? Desejamos ser conhecidos mais pelas coisas que ''defendemos'' do que por aquelas que ''rejeitamos''. E sempre desejamos ser a favor do evangelho, e a favor do crescimento por meio da Palavra de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No essencial, unidade, no não-essencial, diversidade, em todas as coisas amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mark Dever é pastor da igreja Batista de Capitol Hill e um dos organizadores do ministério ''Together for the Gospel ''(Juntos Pelo Evangelho)&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:06:11 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Juntos_para_qu%C3%AA%3F</comments>		</item>
		<item>
			<title>As decisões de hoje determinam quem nós seremos amanhã</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/As_decis%C3%B5es_de_hoje_determinam_quem_n%C3%B3s_seremos_amanh%C3%A3</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | Today's Decisions Determine Who You'll Be Tomorrow}}''Conferência Nacional 2007 '' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''As notas que se seguem foram tiradas durante a conferência. '' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tema principal ''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sofrimento está presente na vida cristã, mas depende da pessoa em que cada um de nós se tornará. Tornar-nos-emos um homem de Deus ou um homem de nós próprios, dependente de Cristo ou dependente de nós mesmos? São as pequenas decisões de vida que determinam a pessoa que seremos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A vida é feita de pequenas decisões ''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sofrimento consiste numa longa obdiência aceite numa única direcção. A perda de direcção é o resultado acumulado de inúmeras pobres decisões que nós tomamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos examinar as nossas vidas e reconsiderar os esforços que desenvolvemos para poder ter uma vida mais centrada em Cristo. A espiritualidade real é o desenvolvimento de uma disciplina espiritual normal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2 Timóteo 2:3-7. O soldado, o atleta e o agricultor terão de ser disciplinados se quiserem cada um conservar o seu trabalho e desempenhá-lo eficazmente. O mesmo se passa com os cristãos. A vida cristã é feita de trabalho árduo, trabalho esse que recebe a força de Deus e que actua poderosamente em todos nós. (Colossenses 1:29). E é este trabalho árduo que nos faz aceitar os frutos duradouros. (Psalmo 1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Existem implicações práticas ''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 6:12-14. A auto-disciplina tem o objectivo de nos tornarmos semelhantes a Deus. Nós podemos escolher a quem nós oferecemos o nosso corpo. Romanos 12:1-2. Oferecei o vosso corpo (e espírito) a Deus. Frequentemente nos arrependemos da maneira como passamos o nosso tempo (por exemplo, a ver demasiada televisão), mas será que já sentimos o mesmo depois de ler a Palavra de Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recuperem as horas do vosso dia que estão a ser gastas em actividades fúteis e utilizem-nas para ler a Palavra de Deus e outros grandes livros. Conversem com as vossas famílias sobre aquilo que estão a aprender e compensem o tempo de forma a que enriqueçam o vosso espírito e que façam de vós a pessoa que desejam ser. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Façam do céu a vossa motivação (2 Pedro 3:13). Revistam-se de humildade para fazer face a todo o sofrimento (1 Pedro 4:12). Tomem como exemplo aqueles que terminaram bem (Jim Elliot e o seu irmão Burt) e definam dentro do vosso coração quem vocês desejam ser. Depois rezem a Deus para que assim seja.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:06:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:As_decis%C3%B5es_de_hoje_determinam_quem_n%C3%B3s_seremos_amanh%C3%A3</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Água da Vida</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_%C3%81gua_da_Vida</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Water of Life}}''Preletor na 7ª Conferência Fiel em Portugal - 2007&amp;lt;br&amp;gt;'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas igrejas reformadas sofrem uma grave sequidão espiritual. No cenário atual, comparado com o de cinqüenta anos atrás, há poucas conversões a Cristo, pouca evidência de piedade pessoal e falta de entusiasmo por missões e evangelismo. O compromisso com Cristo e sua igreja está em baixa. O que podemos fazer? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao considerar o papel do Espírito Santo na evangelização, surgem três perguntas: 1) Precisamos do Espírito Santo na evangelização? 2) Devemos mencioná-Lo em nosso evangelismo? 3) Quais as atividades dEle na evangelização? A principal resposta à primeira destas perguntas encontra-se no começo da era evangélica. João Batista declarou: “Aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo” (Jo 1.33; ver também Lc 3.16). Há duas verdades distintas aqui. Primeira, o próprio Cristo foi capacitado pelo Espírito Santo em sua proclamação do evangelho. Como Jesus descreveu o seu ministério público? Citando Isaías 61.1-2: “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados...” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''CUMPRINDO A PROMESSA''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por sua vez, os discípulos foram proibidos de pregar, até que recebessem a unção do Espírito (At 1.4-5). Paulo recordou aos crentes de Tessalônica: “O nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (1 Ts 1.5). Pedro resumiu o assunto quando se referiu àqueles “''que, pelo Espírito Santo enviado do céu'', vos pregaram o evangelho” (1 Pe 1.12). No Novo Testamento, esta é a única maneira pela qual o evangelho pode ser verdadeiramente pregado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda verdade é que João Batista ''define'' o ministério de Cristo como a outorga do Espírito Santo sobre o seu povo. As palavras do apóstolo João não são apenas uma predição referente ao Dia de Pentecostes, são também uma afirmação poderosa sobre a missão de Cristo — “Cristo nos resgatou da maldição da lei... para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, ''a fim de que recebêssemos'', pela fé, ''o Espírito prometido''” (Gl 3.13-14, ênfase acrescentada). Não podemos evangelizar sem o pleno envolvimento do Espírito Santo em cada etapa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''FALANDO SOBRE O ESPÍRITO SANTO'''&amp;lt;br&amp;gt;Nossa segunda pergunta é muito interessante. Devemos ''mencionar'' o Espírito Santo em nosso evangelismo? Reconhecendo que o Espírito Santo é o cerne de todo evangelismo verdadeiro, devemos fazer menção dEle quando nos dirigimos aos nãosalvos? Os incrédulos precisam ouvir sobre o Espírito Santo como parte integral da pregação do evangelho? O Novo Testamento responde “sim”. Quando Jesus se envolveu no evangelismo prático, Ele não hesitou em falar ''claramente'' sobre o Espírito Santo. Jesus disse a Nicodemos que ele tinha de “nascer... do Espírito” e ofereceu “a água viva” do Espírito Santo à mulher samaritana, no poço de Jacó, bem como às multidões reunidas na Festa dos Tabernáculos (Jo 3.5-7; 4.10; 7.37-39). Com a mesma clareza, Pedro se referiu ao Espírito Santo no Dia de Pentecostes. “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, ''e recebereis o dom do Espírito Santo''” (At 2.38, ênfase acrescentada). E essa não foi uma “oferta limitada” que marcou o início da Nova Aliança, visto que Pedro continuou: “Para vós outros é a promessa [do Espírito], para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar”. Décadas mais tarde, Paulo expressou o interesse de que os discípulos de Éfeso entendessem que uma posse consciente do Espírito Santo é necessária, para alguém desfrutar a segurança de salvação (At 19.1-6). O Novo Testamento apresenta o Espírito Santo como Aquele que dá o poder pelo qual o evangelho tem de ser pregado e como a essência do dom do evangelho. Freqüentemente, reconhecemos a primeira dessas verdades, mas raramente apreciamos a segunda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ESPERANDO NA OBRA DO ESPÍRITO''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa pergunta final é: “Quais as atividades dEle no evangelismo?” Nossa resposta é importante porque afeta profundamente nossas expectativas, quando pregamos o evangelho de Cristo. As obras do Espírito no evangelismo são três. Primeira, conforme já vimos, é dar poder à pregação do evangelho. Paulo testificou: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasive de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder” (1 Co 2.4). A segunda operação é convencer aqueles que estão mortos em delitos e pecados — convencê-los de que são responsáveis por seus próprios pecados, diante de Deus. O Senhor Jesus prometeu: “Quando ele [o Espírito] vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado” (Jo 16.8-11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem entrar nos detalhes desta passagem, é claro que mentes cegas por Satanás (2 Co 4.4) não serão abertas pela persuasão ou pelo raciocínio humano. Uma obra spiritual de convicção é necessária — um abrir do coração para o evangelho. E somente Deus, o Espírito Santo, pode realizar essa obra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''RESSUSCITANDO OS MORTOS''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira operação do Espírito é, sem dúvida, trazer os mortos à vida! Ninguém pode ver ou entrar no reino de Deus, se não “nascer de novo” ou nascer do Espírito (Jo 3.1-8). Paulo se regozijava nesta obra de regeneração do Espírito; ele disse: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos” (Ef 2.4-5). O propósito imediato do evangelho não é reformar as pessoas ou influenciar a sociedade. Tampouco é encher o auditório da igreja. O propósito do evangelho é comunicar vida espiritual a pecadores mortos em ofensas e pecados. Isto é algo que somente o Espírito Santo pode realizar; e Ele o faz de maneira soberana. No nível humano, talvez vejamos pouco da operação do Espírito de Deus porque não a pedimos, nem esperamos vê-la. Se o Espírito de Deus está entre nós, estejamos certos de que não impediremos a obra que Ele veio realizar. Mas, se O entristecemos com o nosso baixo nível de expectativa, Ele pode reter a sua liberalidade por algum tempo. O verdadeiro avivamento derrama “água sobre o sedento e torrentes, sobre a terra seca”. Mas isso jaz no soberano dom de Deus, e não podemos fazê-lo acontecer. Podemos realmente preparar o solo, por meio de oração e fidelidade pertinaz a Cristo. Mas, visto que os sintomas da sequidão espiritual incluem falta de oração e negligência, estamos presos em um ciclo vicioso. Talvez tenha exagerado na figura. Há exceções e lugares em que o reino de Deus está avançando de modo admirável — embora essas chamas de avivamento não sejam bem vistas por alguns, porque estão acontecendo agora, e não no século XVIII. Mas esses acontecimentos são a exceção, e não a regra. O que podemos fazer? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''NEGLIGENCIANDO O ESPÍRITO'''&amp;lt;br&amp;gt;Existe algo que creio podemos e devemos fazer. Devemos buscar uma maior consciência experimental do Espírito Santo e um entendimento mais profundo do ensino bíblico a respeito da sua Pessoa e obra. As igrejas reformadas, em geral, estão negligenciando estes aspectos do evangelho e da vida cristã — sem dúvida porque tememos o declive escorregadio dos excessos carismáticos. Mas um evangelho que não tem lugar para o Espírito de Deus não é o evangelho. Também não somos verdadeiros filhos de Deus, se não somos “guiados pelo Espírito” (Rm 8.14). Estamos negligenciando o Espírito Santo. Raramente pregamos sobre a sua Pessoa e obra. Não é feita qualquer menção a Ele em nosso evangelismo — em contraste nítido com a prática do Novo Testamento. Em meio a abundante literatura evangélica reformada, há poucos livros a respeito do Espírito Santo, em nossos dias, e menos ainda a respeito de nosso relacionamento com a terceira Pessoa do Deus triúno. O contrário é verdade no movimento carismático. As prateleiras das livrarias evangélicas gemem sob o peso desses livros! Mas, em sua maioria, não têm utilidade, porque fazem o leitor retirar a sua atenção de Cristo e agradam os desejos carnais por misticismo, emoções e “poder”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EVITANDO OS PERIGOS''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pouco de inquietação é compreensível. Um pastor carismático de nossa cidade descreveu sua chamada como “pregar o evangelho do Espírito Santo”. Mas é claro que o Novo Testamento desconhece esse tipo de evangelho — conhece somente o evangelho de Cristo — pois a obra do Espírito é glorificar a Cristo. Como disse Jesus: “Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16.14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que foi Charles Spurgeon quem disse: “Eu olhava para Cristo, e a pomba da paz voava ao meu coração. Olhava para a pomba, e esta ia embora novamente”. Não ousamos tirar nossos olhos de Cristo, quer para encontrarmos a salvação, quer para corrermos a carreira que nos está proposta (Hb 12.2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não devemos ir ao outro extremo e ignorar o Espírito Santo, pois isto significa virar as costas ao Novo Testamento. Muitos crentes ainda estão quase na condição de Atos 19: “Nem mesmo ouvimos que existe o Espírito Santo” (v. 2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você recorda que essas palavras foram proferidas em resposta à pergunta de Paulo: “Recebestes, porventura, o Espírito Santo quando crestes?” Quantos evangelistas reformados ousam fazer essa pergunta em nossos dias? Sim, ela é tão relevante hoje como sempre o foi.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:55 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_%C3%81gua_da_Vida</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Verdadeira Igreja</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Verdadeira_Igreja</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The True Church}}Desejo que você pertença à verdadeira igreja, fora da qual não existe salvação. Não estou perguntando: “Aonde você vai aos domingos?” Simplesmente quero saber: “Você pertence à verdadeira igreja?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde se encontra esta igreja? Quais suas características? Que marcas podem identificá-la? Talvez você faça estas perguntas. Preste atenção, lhe apresentarei algumas respostas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. A verdadeira igreja é '''''constituída de todos os crentes no Senhor Jesus'''''. É formada por todos os eleitos — homens e mulheres convertidos, verdadeiros cristãos. Em todo aquele que é capaz de reconhecer a eleição de Deus, o Pai, a aspersão do sangue de Deus, o Filho e a obra santificadora de Deus, o Espírito Santo — neste podemos ver um membro da verdadeira igreja de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A verdadeira igreja '''''possui membros que manifestam as mesmas características'''''. Todos foram nascidos de novo por intermédio do Espírito Santo; possuem “o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor, Jesus Cristo”, bem como santidade em sua vida e conversa. Todos odeiam o pecado e amam a Cristo. (Adoram-No de maneiras e formas diferentes: alguns utilizam orações escritas, outros, as suas próprias palavras; alguns adoram ajoelhados, outros, em pé; mas todos adoram com todo o seu coração.) São guiados pelo Espírito Santo, edificam sua vida espiritual sobre o mesmo fundamento e aprendem sua religião de um único Livro — a Bíblia. Todos centralizam-se na mesma pessoa — Jesus Cristo; podem agora cantar unânimes, com inteireza&amp;lt;br&amp;gt;de coração: “Aleluia!”, e responder a uma voz: “Amém, Amém”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. É uma igreja '''''que não depende de qualquer ministro do evangelho''''', ainda que ela valoriza muito aqueles que o pregam a seus membros. A vida espiritual deles não está atrelada à sua membresia na igreja local, ou ao seu batismo, ou à sua participação na Ceia do Senhor, embora valorizem grandemente estas coisas, quando elas são realizadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira igreja possui apenas um Cabeça, Pastor e Bispo — Jesus Cristo. Somente Ele, por intermédio de seu Espírito, recebe os membros desta igreja, embora os ministros do evangelho mostremlhes a porta. Enquanto Ele não abrir a porta, nenhum homem poderá fazêlo — nem bispos, nem presbíteros, nem concílios ou sínodos. Quando o homem se arrepende e crê no evangelho, neste momento ele se torna membro desta igreja. Assim como o ladrão arrependido, o homem que se arrepende e crê talvez não tenha ocasião para ser batizado. Mas ele tem algo que é superior a qualquer batismo: o batismo do Espírito. Talvez ele não possa receber o pão e o vinho na Ceia do Senhor, mas se alimenta do corpo e do sangue de Cristo por meio da fé que a cada dia ele manifesta; e nenhum pastor ou sacerdote é capaz de impedi-lo. Homens consagrados ao ministério podem excomungá-lo e privá-lo da participação nas ordenanças exteriores da igreja professa; no entanto, todos os homens do mundo não são capazes de expulsá-lo da verdadeira igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A existência da verdadeira igreja não depende de formas, cerimônias, grandes edifícios, púlpitos, vestes, instrumentos musicais, talentos, dinheiro, reis, governos, magistrados ou qualquer atos de favor da parte dos homens. Ela tem sobrevivido e permanecido mesmo quando todas essas coisas lhe foram retiradas. A verdadeira igreja tem sido expulsa para os desertos ou para as cavernas e antros da terra, por aqueles que deveriam ter sido seus amigos. Sua existência não depende de nada, exceto da presença de Cristo e do Espírito Santo. E, se Eles estão sempre ao lado da igreja, esta não poderá desaparecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. A verdadeira igreja '''''tem o direito bíblico de honra e privilégios no presente e as promessas da glória eterna, no futuro'''''. Ela é o corpo e o rebanho de Cristo, a família e a casa de Deus; é o edifício construído por Deus e o templo do Espírito Santo. Ela é a igreja dos primogênitos, cujos nomes estão arrolados nos céus. A verdadeira igreja é o sacerdócio real, a nação eleita, o povo que pertence exclusivamente a Deus, a herança adquirida, a habitação de Deus, a luz do mundo, o sal e o trigo da terra. É a “santa igreja católica”, do credo apostólico, a “igreja católica e apostólica”, do credo niceno. A verdadeira igreja é aquela para a qual o Senhor Jesus prometeu: “As portas do inferno não prevalecerão contra ela”; e: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 16.18; 28.20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. É a única que '''''possui verdadeira unidade'''''. Seus membros concordam unanimemente em todas as grandes verdades do cristianismo, pois o Espírito Santo os instrui. No que diz respeito à pessoa de Deus, de Cristo e do Espírito Santo e no que se refere ao pecado, a seus próprios corações, à fé, ao arrependimento, à necessidade de santidade, ao valor da Bíblia, à importância da oração, à ressurreição e ao julgamento vindouro — em todos estes assuntos, eles possuem o mesmo pensamento. Converse com três ou quartos dentre eles, que não conhecem um ao outro, dos mais remotos lugares da terra; verifique separadamente suas opiniões sobre estes assuntos: descobrirá que todos demonstram o mesmo entendimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. É a única igreja que '''''possui a verdadeira santificação'''''. Seus membros são santos, não apenas porque professam e têm esse nome ou porque, devido à sua caridade, os outros o reputam como santos. Eles realmente são santos em atitudes, vida e verdade. Todos eles se conformam à imagem de Jesus Cristo. Nenhum homem ímpio pertence a esta igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. É a única igreja '''''verdadeiramente católica'''''. Não pertence a um povo ou a uma nação. Seus membros se encontram em todas as partes do mundo, onde quer que o evangelho seja recebido pelas pessoas e estas creiam nele. Não está confinada às fronteiras de qualquer país ou enclausurada no âmbito de quaisquer formas de governo. Nesta igreja, não existe qualquer diferença entre judeus e gentios, pretos e brancos, episcopais e presbiterianos — a fé em Cristo é tudo que importa. O membros da verdadeira igreja serão reunidos do norte, do sul, do leste e do oeste; procederão de todas as línguas e nações — Em Cristo, eles serão um. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. É a única igreja'''''verdadeiramente apostólica'''''. Está edificada sobre os fundamentos dos apóstolos e mantém as doutrinas que eles pregaram. Os dois grandes alvos de seus membros são a fé e a prática dos apóstolos. E seus membros consideram como “bronze que soa” e “címbalo que retine” a pessoa que professa seguir os ensinos dos apóstolos e não possui esses dois grandes alvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. É a única igreja que '''''com certeza permanecerá até ao fim'''''. Nada pode destruí-la ou vencê-la. Seus membros são perseguidos, aprisionados, oprimidos, decapitados, afligidos e lançados ao fogo; mas a verdadeira igreja jamais foi extinta. Ela sempre ressurgiu de suas tribulações; sobreviveu ao fogo e a água. Quando desarraigada de um país, ela brotou em outro. Os faraós, Herodes, Neros e as Marias Sanguinárias têm se esforçado em vão para destruir essa igreja. Assassinam os seus milhares de membros e, em seguida, morrem, indo para seu próprio lugar. A verdadeira igreja sobrevive a todos eles e os vê perecer, cada um a seu tempo. Ela é uma bigorna que já quebrou e ainda destruirá muitos martelos neste mundo; é uma sarça que está sempre ardendo em fogo, mas não se consome. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. É a única igreja '''''cujos membros jamais perecerão'''''. Uma vez que se tornem parte dessa igreja, os pecadores estão salvos por toda a eternidade; jamais serão lançados fora. A eleição da parte do Pai, a contínua intercessão do Filho e o poder santificador do Espírito Santo os cerca e protege tal como um jardim fechado. Nenhum dos ossos do corpo místico de Cristo jamais será quebrado; nenhuma ovelha do rebanho de Cristo jamais será arrebatada de suas mãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. A verdadeira igreja '''''realiza a obra de Cristo na terra'''''. Seus membros constituem um pequeno rebanho; comparados aos filhos do mundo, seus membros são poucos em número. Um ou dois aqui, dois ou três ali; um pequeno grupo aqui, outro ali. Mas estes membros são aqueles que transtornam o mundo. Eles, por meio de suas orações, mudam o destino dos povos; são trabalhadores enérgicos na obra de propagar o conhecimento da verdadeira e pura religião; são o escudo, a defesa, a coluna e o suporte de qualquer país ao qual pertencem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. É a igreja '''''que será realmente gloriosa no final de todas as coisas'''''. Quando toda a glória terrena houver desaparecido, a igreja será apresentada sem mácula diante do trono de Deus. As potestades, os principados e poderes deste mundo se tornarão em nada. As dignidades, as posições elevadas e a sabedoria humana — todas passarão; mas, no final, a igreja dos primogênitos resplandecerá como as estrelas do firmamento e será apresentada com júbilo diante do trono do Pai, no dia da manifestação visível de Cristo. Quando as jóias do Senhor Jesus estiverem completas e os filhos de Deus se tornarem manifestos, episcopais, presbiterianos e congregacionais não serão mencionados; somente uma igreja será conhecida naquele dia, a igreja dos eleitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Leitor, '''''esta é a verdadeira igreja à qual o homem tem de pertencer, se deseja ser salvo'''''. Enquanto você não pertencer a esta igreja, sua alma estará perdida. Talvez você tenha a forma, a casca e a aparência da religião, mas não possui a essência e a vida. Sim, é provável que você desfrute de muitos privilégios visíveis, de bastante luz e de conhecimento — mas, se não pertence ao corpo de Cristo, sua luz, privilégios e conhecimento não lhe salvarão a alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, hoje prevalece muita ignorância sobre este assunto. Os homens imaginam que, se fazem parte desta ou daquela igreja, ou recebem a comunhão, ou passam por esta ou aquela cerimônia, tudo está bem com sua alma. Isto é iludir-se completamente e cometer um terrível engano. Nem todas as pessoas da nação de Israel eram, de fato, israelitas; nem todos os que professam ser membros do corpo de Cristo são verdadeiramente crentes. '''Preste atenção:''' você pode ser um convicto anglicano, batista, metodista, presbiteriano, etc., e, apesar disso, não pertencer à verdadeira igreja. E, se não pertence, seria melhor não haver nascido.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:47 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Verdadeira_Igreja</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Sofrimento de Cristo e a Soberania de Deus</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sofrimento_de_Cristo_e_a_Soberania_de_Deus</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Suffering of Christ and the Sovereignty of God}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2005 Conferência Nacional Desiring God&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu gostaria de fazer nesta última palestra é engrandecer a Cristo nos seus sofrimentos. E ao fazer isto gostaria de arriscar uma explicação bíblica final para a existência do sofrimento. E gostaria de fazê-lo de uma maneira que você e eu sejamos libertos dos efeitos paralisantes do desencorajamento e da autocomiseração e do medo e do orgulho para que possamos doar-nos – capazes ou incapazes - a proclamar uma paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas ( inclusive no sofrimento ) para a alegria de todos os povos através de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A explicação bíblica final para a existência do sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu creio que o universo inteiro existe para mostrar a grandeza da glória da graça de Deus. Poderia dizer mais simples que o universo inteiro existe para mostrar a grandeza da glória de Deus. Isto seria verdade. Mas a Bíblia é mais específica. A glória de Deus brilha mais claramente, mais completamente, mais bonita na manifestação da glória ''da sua graça''. Portanto, este é o alvo final e a explicação final de todas as coisas – inclusive o sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus decretou desde toda a eternidade que mostraria a grandeza da glória da sua graça para o prazer de suas criaturas, e ele nos revelou que isto é o alvo e a explicação final porque o pecado existe e porque há sofrimento, e porque existe o grande Salvador sofredor. Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio em carne para sofrer e morrer e através deste sofrimento e morte salvar pecadores indignos como você e eu. Sua vinda para sofrer e morrer é a suprema manifestação da grandeza da glória da graça de Deus. Ou para dizê-lo um pouco diferente, a morte de Cristo em supremo sofrimento é a mais alta, mais clara, mais certa demonstração da glória da graça de Deus. Se isto é verdade, então uma verdade impressionante é revelada, a dizer, o sofrimento é uma parte essencial do universo criado no qual a grandeza da glória da graça de Deus pode ser revelada mais completamente. O sofrimento é uma parte essencial da tapeçaria do universo assim que o entrelaçar da graça pode ser visto pelo que realmente é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou colocando mais simples e marcante: a razão final porque o sofrimento existe no universo é para que Cristo possa manifestar a grandeza da glória da graça de Deus sofrendo ele mesmo para superar o nosso sofrimento. O sofrimento do totalmente inocente e infinitamente santo Filho de Deus no lugar dos pecadores totalmente indignos para nos trazer alegria duradoura é a maior manifestação da glória da graça de Deus que houve, ou que poderia haver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em concebendo um universo no qual mostraria a glória da sua graça, Deus não escolheu o plano b. Este era o momento – sexta-feira da paixão – para o qual todo o universo foi planejado. Não poderia haver maior demonstração da glória da graça de Deus do que o que aconteceu no Calvário. Tudo leva a ele e tudo flui dele e é explicado por ele, inclusive todo o sofrimento no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O caminho bíblico que leva a esta verdade ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caminhe comigo agora, se você puder, no caminho bíblico que me conduziu a esta verdade. Até este ponto apenas parece uma teologia elevada ou uma filosofia. Mas é bem mais que isto. É o que as palavras das Escrituras claramente ensinam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Apocalipse 13:8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar com Apocalipse 13:8. João escreve: “e adorá-la-ão [a besta] todos os que habitam a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Isto é uma tradução boa, cuidadosa e literal. Isto significa que antes que o mundo foi criado havia um livro chamado “livro da vida do Cordeiro que foi morto”. O Cordeiro é Jesus Cristo crucificado. O livro é o livro de Jesus Cristo crucificado. Portanto, antes de Deus fazer o mundo ele já tinha em vista Jesus Cristo crucificado, e ele tinha em vista um povo comprado pelo seu sangue escrito neste livro. Portanto, o sofrimento de Jesus não foi uma ocorrência tardia, como se a obra da criação não tivesse ido da maneira como Deus planejou. Antes da fundação do mundo Deus tinha um livro chamado “livro da vida do Cordeiro que foi morto.” A morte do Cordeiro estava em vista ''antes'' da obra da criação começar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 Timóteo 1:9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora considere 2 Timóteo 1:9. Paulo olha para trás para a eternidade antes dos tempos e diz: ”[Deus] que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos.” Deus nos deu ''graça'' [ favor imerecido – favor para com pecadores, graça ] em Cristo Jesus antes dos tempos eternos. Nós ainda não tínhamos sido criados. Nós ainda não existíamos para que pudéssemos pecar. Mas Deus já tinha decretado que a graça – uma graça tipo “em Cristo”, uma graça comprada com sangue, uma graça que supera o pecado - viria até nós em Cristo Jesus. Tudo isto antes a criação do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então há o “livro da vida do Cordeiro que foi morto” e há a “graça” que flui para pecadores indignos que ainda não foram criados. E não perca a grandeza desta palavra “morto” (''esphagmenou'') : “o Cordeiro que foi ''morto''”. É somente usado no Novo Testamento pelo apóstolo João, e significa literalmente “abater”. Então, aqui temos sofrimento – o abate do Filho de Deus - na mente e no plano de Deus antes da fundação do mundo. O Cordeiro de Deus irá sofrer. Ele será abatido. Este é o plano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque? Eu lhe darei o texto bíblico que dá a resposta, mas deixe –me afirmar mais uma vez: ''é porque o alvo da criação é a mais completa, mais clara e mais certa demonstração da grandeza da glória da graça de Deus. E esta demonstração seria o abate do melhor ser vivo do universo por milhões de pecadores indignos.'' O sofrimento e a morte do Cordeiro de Deus na história é a melhor demonstração possível da glória da graça de Deus. É por isso que Deus o planejou antes da fundação do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Efésios 1 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o suporte bíblico, primeiro em Efésios 1 e depois em Apocalipse 5. Em Efésios 1:4 Paulo diz: “[Deus] nos escolheu, ''nele'' [isto é, em Cristo], antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, ''por meio de Jesus Cristo'', segundo o beneplácito da sua vontade, ''para louvor da glória da sua graça''.” O alvo da história toda da redenção é trazer louvor a glória da graça de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas perceba que duas vezes nestes versículos Paulo diz que este plano aconteceu “em Cristo” ou “por meio de Cristo” antes da fundação do mundo. Ele diz no versículo 4: Deus nos escolheu ''em Cristo ''antes da fundação do mundo ''para&amp;amp;nbsp; o louvor da glória da sua graça.'' E no versículo 5 ele diz: Deus predestinou nossa adoção''por meio de Cristo ''antes da fundação do mundo ''para o louvor da glória da sua graça.'' O que significa que fomos escolhidos “em Cristo” e que nossa adoção era para acontecer “por meio de Cristo”? Nós sabemos que na mente de Paulo Cristo sofreu e morreu como um redentor para que fossemos adotados como filhos de Deus ( Gálatas 4:5 ). Nossa adoção não poderia acontecer exceto pela morte de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, o que Paulo quer dizer é que nos escolher “em Cristo”e planejar em nos adotar “por meio de Cristo” era planejar o sofrimento e a morte de seu Filho antes da fundação do mundo. E os versículos 6 e 12 e 14 mostram claramente que o propósito deste plano era “o louvor da glória da graça de Deus”. Isto era a intenção de Deus. E é por isso que ele planejou o sofrimento e a morte do seu filho pelos pecadores antes da criação do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Apocalipse 5:9-12 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora considere o segundo suporte bíblico para isto em Apocalipse 5:9-12. Aqui as multidões do céu estão louvando o Cordeiro exatamente porque ele foi morto, abatido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, ''porque foste morto ''e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação ... Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono... milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As multidões do céu concentram seu louvor não simplesmente no Cordeiro, mas no “Cordeiro que foi morto”. E eles ainda estão cantando este cântico em Apocalipse 15.3. Por isso podemos concluir que o ponto principal do louvor no céu para toda a eternidade será a demonstração da glória da graça de Deus no Cordeiro morto. Anjos e todos os redimidos cantarão o sofrimento do Cordeiro para sempre. O sofrimento do Filho de Deus nunca será esquecido. O maior sofrimento que já existiu será o centro do nosso louvor e da nossa admiração para sempre. Isto não é um pensamento tardio de Deus. Isto é o plano antes da fundação do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as outras coisas estão subordinadas a este plano. Todas as outras coisas são colocadas no seu lugar pelo bem deste plano: a demonstração da grandeza da glória da graça de Deus no sofrimento do Amado é o propósito da criação e da continuidade do universo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O mistério de Deus ordenando, mas não cometendo o pecado  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você vê a implicação disto sobre o pecado e o sofrimento no universo? De acordo com este plano divino, Deus permite que o pecado entre no mundo. Deus ordena que o que ele odeia, aconteça. Não é pecaminoso em Deus querer que exista o pecado. Nós não precisamos desvendar este mistério. Podemos nos contentar dizendo sobre o pecado de Adão e Eva o que José disse sobre o pecado dos seus irmãos, quando o venderam como escravo: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem” ( Gênesis 50:20 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês, Adão e Eva, vocês intentaram o mal contra Deus quando o rejeitaram como seu Pai e Tesouro, mas Oh, que bem infinito ele planejou através da sua queda! A Semente da mulher pisará um dia a cabeça da grande Serpente, e pelo seu sofrimento ele manifestará a grandeza da glória da graça de Deus. Vocês não desfizeram seu plano. Assim como José foi vendido pecaminosamente para a escravidão, vocês se venderam por uma maçã. Vocês caíram, e agora o palco está pronto para a perfeita demonstração da grandeza da glória da graça de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não somente o pecado entrou no mundo, mas pelo pecado veio o sofrimento e a morte. Paulo nos diz que Deus sujeitou o mundo a futilidade e corrupção debaixo da sua santa maldição. Ele coloca isto assim em Romanos 8:20-23:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos no nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o pecado entrou no mundo, coisas horríveis, horríveis seguiram. Doenças, defeitos, deficiências, catástrofes naturais, atrocidades humanas – da criança mais nova até o mais velho rabugento, do salafrário mais depravado ao santo mais meigo – o sofrimento não respeita as pessoas. É por isso que Paulo diz em Romanos 8:23: “Também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ezequiel nos diz que Deus não se alegra neste sofrimento. “Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do perverso” ( Ezequiel 33:11). Mas o plano continua sendo este, e Jeremias nos dá um relance para dentro da complexidade misteriosa da mente de Deus em Lamentações 3:32-33:”Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias; porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.” Literalmente: “Ele ''do seu coração [millibbô] ''não aflige ou entristece os filhos dos homens.” Ele ordena que o sofrimento venha – “ainda que entristeça a alguém” – mas seu prazer não está no sofrimento, mas no grande propósito da criação:''a demonstração da glória da graça de Deus no sofrimento de Cristo para a salvação de pecadores.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O palco estava montado. O drama da historia redentora começa a se desenrolar. O pecado está na sua força total e mortal. O sofrimento e a morte estão presentes e prontas para consumir o Filho de Deus quando ele vier. Todas as coisas estão no lugar para a maior demonstração possível da glória da graça de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, na plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho para o mundo para sofrer no lugar de pecadores. Cada dimensão da sua obra salvadora foi realizada pelo sofrimento. Na vida e morte de Jesus Cristo, o sofrimento encontra seu propósito final e sua explicação final: o sofrimento existe para que Cristo pudesse mostrar a grandeza da glória da graça de Deus sofrendo ele mesmo para superar o nosso sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo – tudo – que Cristo realizou por nós pecadores ele realizou pelo sofrimento. Tudo que iremos gozar , virá por causa do sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A demonstração da glória da graça de Deus nas conquistas de Cristo pelo seu sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere a demonstração da glória da graça de Deus nas conquistas de Cristo pelo seu sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1. Cristo absorveu a ira de Deus em nosso lugar – e ele o fez pelo sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gálatas 3:13:”Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se próprio maldição em nosso lugar, porque está escrito: ‘Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro.’” A ira de Deus que deveria causar nosso sofrimento eterno caiu sobre Cristo. Esta é a glória da graça e ela só poderia vir pelo sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2. Cristo carregou nossos pecados e comprou nosso perdão – e ele o fez pelo sofrimento  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Pedro 2:24:”Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados.” Isaías 53:5:”Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades.” Os pecados que deveriam fazer–nos sucumbir pelo peso da culpa foram transferidos para Cristo. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3. Cristo providenciou uma justiça perfeita para nós que se torna nossa nele – e ele o fez pelo sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filipenses 2:7-8:”antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz.” A obediência de Cristo pela qual muitos se tornam justos ( Romanos 5:19 ) tinha que ser uma obediência até a morte, mesmo uma morte de cruz. Esta é a glória da graça, e ela só viria pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4. Cristo derrotou a morte – e ele o fez sofrendo a morte ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus 2:14-15:”Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda vida.” “’Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?’ O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” ( 1 Coríntios 15:55 ). Esta é a glória da graça, e ela só viria pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5. Ele desarmou Satanás – e ele o fez pelo sofrimento. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colossenses2:14-15:”Tendo cancelado o escrito de divida, que era contra nós e que constava de ordenanças , o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.” Com o escrito de todas as nossas transgressões da lei pregado na cruz e cancelado, o poder de Satanás para nos destruir é quebrado. Satanás só tem uma arma que pode condenar ao inferno. Pecado não perdoado. Esta arma Cristo tirou da mão de Satanás na cruz. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 6. Cristo comprou a cura final perfeita para todo o seu povo – e ele o fez pelo sofrimento  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isaías 53:5:”o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” “O Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” ( Apocalipse 7:17 ). O Cordeiro foi morto e o Cordeiro foi ressuscitado dos mortos, e o Cordeiro junto com o Pai enxugará cada lágrima dos nossos olhos. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 7. Cristo finalmente nos conduzirá a Deus - e ele o fará pelo seu sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Pedro 3:18:”Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus.” A conquista final da cruz não é a libertação da doença, mas comunhão com Deus. Fomos criados para isto: ver e saborear e mostrar a glória de Deus. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A razão final porque o sofrimento existe ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O propósito final do universo é mostrar a grandeza da glória da graça de Deus. A mais elevada, mais clara e mais certa demonstração desta glória está no sofrimento da melhor Pessoa do universo por milhões de pecadores indignos. Portanto, a razão final porque o sofrimento existe no universo é para que Cristo possa mostrar a grandeza da glória da graça de Deus sofrendo ele mesmo para superar o nosso sofrimento e trazer o louvor da glória da graça de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ó crente, lembre-se do que Carl Ellis e David Powlison and Mark Talbot and Steve Saint and Joni Eareckson Tada disseram: todos eles, cada um do seu jeito, disseram que sendo nós capazes ou deficientes, suportando uma perda ou se alegrando com amigos, sofrendo dores ou saboreando prazer, todos nós que cremos em Cristo somos incomensuravelmente ricos nele e temos tanto pelo que viver. Não desperdice sua vida. Saboreie as riquezas que você tem em Cristo e passe sua vida, custe o que custar, distribuindo suas riquezas para este mundo desesperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Sofrimento_de_Cristo_e_a_Soberania_de_Deus</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Espírito que Dá Vida</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Esp%C3%ADrito_que_D%C3%A1_Vida</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Spirit that Breathes Life}}&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Octavius Winslow (1808–1878)'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“O espírito é o que vivifica.” João 6.63'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao explicar a obra de Deus, você perceberá que começamos pelo primeiro ato gracioso e divino do Espírito — o sopro de vida espiritual na alma. Esta ação deve ser considerada como uma ação que precede todas as outras. A obra do Espírito como vivificador sempre deve preceder sua obra como santificador e consolador. Se O buscamos em qualquer de suas funções, antes de O recebermos como o Autor da vida divina na alma, invertemos sua própria ordem e nos revestimos de desapontamento. Iniciaremos a discussão deste assunto com a maior presteza, fundamentados na convicção de que as opiniões atuais acerca da doutrina da regeneração, defendidas e pregadas por muitos, não somente são muito diferentes dos antigos padrões de verdade doutrinária, mas também, o que é mais sério e profundamente lamentável, é que essas opiniões são do tipo que a Palavra de Deus repudia claramente e sobre as quais jaz tremenda escuridão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regeneração, conforme '''ensinada '''por muitos nos dias de hoje, difere muito da doutrina pregada nos dias dos apóstolos e dos reformadores. Nos escritos e nos discursos deles, a base era lançada ampla e profundamente sobre a depravação original e total do homem. Na atualidade, esta doutrina é muito modificada por várias pessoas, quando não é absolutamente negada. Nos dias da igreja primitiva, a completa incapacidade da criatura e a absoluta e indispensável necessidade da ação do Espírito Santo na regeneração da alma eram distinta e rigidamente estabelecidas. Opiniões opostas a estas, subversivas da doutrina bíblica da regeneração e destruidoras dos melhores interesses da alma, são zelosa e amplamente divulgadas hoje. Sem dúvida, isto é motivo para profunda humilhação perante Deus. Que Ele restaure em seus ministros e em seu povo uma linguagem pura e, de forma amável, renove as verdades preciosas que humilham a alma e honram a Cristo, as verdades que uma vez foram a proteção e a glória de nossa nação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propomos... uma descrição simples e bíblica da doutrina da regeneração, a obra do Espírito Santo em produzi-la e alguns dos efeitos verificados na vida de um crente. Que a unção daquele que é Santo venha sobre o leitor e que a verdade limpe, santifique e conforte o coração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regeneração é uma obra autônoma e distinta de todas as outras ações do Espírito Divino. Ela deve ser cuidadosamente diferenciada da conversão,&amp;amp;lt;ref&amp;amp;gt;Conversão – o ato de voltar do pecado e dos interesses próprios para Deus, mediante a fé em Jesus Cristo, como resultado de alguma forma de proclamação cristã das Sagradas Escrituras&amp;amp;lt;/ref&amp;amp;gt; da adoção,&amp;amp;lt;ref&amp;amp;gt;Adoção – O que é adoção? A adoção é o ato da livre graça de Deus (1Jo 3.1) pelo qual somos recebidos no número dos salvos e temos o direito a todos os privilégios dos filhos de Deus (Jo 1.12; Rm 8.17). (Catecismo de C. H. Spurgeon, pergunta 33.)&amp;amp;lt;/ref&amp;amp;gt;&amp;amp;nbsp;da justificação,&amp;amp;lt;ref&amp;amp;gt;Justificação – O que é justificação? A justificação é o ato da graça gratuita de Deus pelo qual Ele perdoa todos os nossos pecados (Rm 3:24) e nos aceita como justos aos seus olhos (2 Co 5.21), tão-somente pela justiça de Cristo imputada a nós (Rm 5.19), e recebida unicamente pela fé (Gl 2.16; Fp 3.9). (Catecismo de C. H. Spurgeon, pergunta 32.)&amp;amp;lt;/ref&amp;amp;gt;&amp;amp;nbsp;e da santificação;&amp;amp;lt;ref&amp;amp;gt;Santificação – O que é santificação? A santificação é a obra do Espírito de Deus (2 Ts 2.13), pela qual somos renovados no novo homem, conforme à imagem de Deus (Ef 4.24), e somos mais e mais capacitados a morrer para o pecado e a viver para a justiça (Rm 6.10). (O Catecismo de C. H. Spurgeon, pergunta 34.)&amp;amp;lt;/ref&amp;amp;gt; e tem de ser entendida como a base e a fonte destas. Por exemplo, não pode haver conversão sem um fundamento de vida na alma, pois a conversão é o exercício de um poder espiritual inserido no homem. Não há senso de adoção à parte de uma natureza renovada, pois a adoção concede apenas o privilégio, e não a natureza, de ser filho. Não existe o reconfortante senso de aceitação no Amado, enquanto a mente não passa da morte para a vida; também não existe o menor progresso numa conformidade da vontade e das afeições à imagem de Deus, se falta na alma a raiz de santidade. A fé é uma graça purificadora, mas ela se encontra apenas no coração criado de novo em Cristo Jesus. É necessário existir uma renovação espiritual do homem, por completo, antes que a alma passe ao estado de adotada, justificada e santificada. Leitor, medite seriamente sobre esta verdade solene. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto retirado de ''The Work of the Holy Spirit'', reimpresso por The Banner of Truth Trust. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Octavius Winslow (1808-1878).''' Pastor, ordenado em 1833, em New York. Posteriormente, se mudou para a Inglaterra, onde se tornou um dos mais valiosos pastores do século XIX. Pregou na inauguração do Tabernáculo Metropolitano, de C. H. Spurgeon, em 1861. Foi autor de mais de quarenta livros, nos quais promovia o conhecimento experiencial das verdades de Deus. Foi sepultado no cemitério Abbey, em Bath, na Inglaterra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;lt;references /&amp;amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Esp%C3%ADrito_que_D%C3%A1_Vida</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Espirito Em Nos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Espirito_Em_Nos</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Spirit in Us}}Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da Divindade. Cristo tem o Espírito Santo, o qual Ele nos outorga espontânea e abundantemente, pois o que recebemos é “a graça.... segundo a proporção do dom de Cristo”. Os primeiros crentes “transbordavam de alegria e do Espírito Santo” (At 13.52). Nós temos de ser cheios do Espírito Santo (Ef 5.18), pois o que Cristo nos dá é o próprio Espírito Santo (Rm 5.5), e não algumas influências. O Espírito Santo desce sobre nós (At 8.16, 11.15); é derramado sobre nós (At 2.33, 10.45, Ez 39.29); somos batizados com Ele (At 11.16). O Espírito Santo é o penhor de nossa herança (Ef 1.14); Ele nos sela (Ef 1.13), imprimindo em nós a imagem e semelhança de Deus. O Espírito Santo ensina (1 Co 2.13), revela (1 Co 2.10), convence (Jo 16.8), fortalece (Ef 3.16) e nos torna frutíferos (Gl 5.22). Ele perscruta (1 Co 2.10), age (Gn 6.3), santifica (1 Co 6.11), guia (Rm 8.14, Sl 143.10), ensina (Ne 9.20), fala (1 Tm 4.1, Ap 2.7), demonstra ou prova (1 Co 2.4). O Espírito Santo intercede (Rm 8.26), vivifica (Rm 8.11), cria (Sl 104.30), conforta (Jo 14.26), derrama o amor de Deus em nosso coração (Rm 5.5) e regenera (Tt 3.5). Ele é o Espírito de santidade (Rm 1.4), de sabedoria e de entendimento (Is 11.2, Ef 1.17); o Espírito da verdade (Jo 14.17), de conhecimento (Is 11.2), da graça (Hb 10.29), da glória (1 Pe 4.14), do nosso Deus (1 Co 6.11), do Deus vivente (2 Co 3.3). O Espírito Santo é o bom Espírito (Ne 9.20), o Espírito de Cristo (1 Pe 1.11), o Espírito de adoção (Rm 8.15), o Espírito de vida (Ap 11.11) e o Espírito do Filho de Deus (Gl 4.6).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Este é o Espírito Santo, por meio de quem somos santificados (2 Ts 2.13); o “Espírito eterno”, pelo qual Cristo se ofereceu sem mácula a Deus (Hb 9.14). Este é o Espírito Santo, por quem somos “selados para o dia da redenção” (Ef 4.30); o Espírito que nos torna sua habitação (Ef 2.22) e vive em nós (2 Tm 1.14), através de quem somos preservados a olhar ''para'' e a ansiar ''por'' Cristo e que nos torna “ricos de esperança” (Rm 5.13).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A vida de santidade depende muito de recebermos e nos apropriarmos deste Hóspede celeste. Digamos-Lhe nosso “bem-vindo”, procurando não envergonhá-Lo, não resisti-Lo, não entristecê-Lo, não apagá-Lo, e sim amá-Lo e nos deleitarmos no seu amor (“o amor do Espírito” – Rm 15.30); de modo que nossa vida seja um viver no Espírito (Gl 5.25), um andar no Espírito (Gl 5.16), um orar no Espírito (Jd 20). Ao mesmo tempo que fazemos distinção entre a obra de Cristo ''por'' nós e a obra do Espírito ''em'' nós, a fim de preservar inalterável a nossa consciência do perdão, não devemos separar de maneira alguma estas duas obras. Mas, permitindo que ambas cumpram o seu serviço, devemos seguir “a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14), mantendo nosso coração na “comunhão do Espírito” (Fp 2.1) e deleitando-nos nesta comunhão (2 Co 13.13).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;A dupla forma de expressão que ressalta a habitação recíproca ou mútua de Cristo e do Espírito Santo em nós é digna de observação. ''Cristo em nós''(Cl 1.27) é um dos lados; ''nós em Cristo é o outro lado''(2 Co 5.17, Gl 2.20). O ''Espírito Santo em nós''(Rm 8.9) é um aspecto; ''nós vivemos no Espírito''(Gl 5.25) é o outro aspecto. Esta dupla forma de expressão também é utilizada em referência à Divindade, nestas admiráveis palavras: “Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele, em Deus” (1 Jo 4.15).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Parece que nenhuma figura seria plenamente adequada para expressar a intimidade de contato, a proximidade de relacionamento e a completa unidade em que somos colocados, ao receber o testemunho divino sobre a pessoa e a obra do Filho de Deus. Sendo possuidores de todos os recursos necessários a uma vida de santidade, não somos, por conseguinte, mais fortemente comprometidos a vivê-la? Se temos uma vida e recursos tão abundantes à nossa disposição, quão grande é a nossa responsabilidade! Devemos ser “tais como os que vivem em santo procedimento e piedade!” E, se acrescentarmos a tudo isso as perspectivas da esperança da segunda vinda, do reino e da glória, nos sentiremos rodeados, em todos os lados, por motivos, assuntos e instrumentos adequados para nos tornarem aquilo que devemos ser — “sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1 Pe 2.9), “zeloso de boas obras” neste mundo (Tt 2.14) e possuidores de “glória, honra e incorruptibilidade” no porvir (Rm 2.7).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Espirito_Em_Nos</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Uso Correto Do Dia Do Senhor</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Uso_Correto_Do_Dia_Do_Senhor</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Right Use of the Lord's Day}}As pessoas não-convertidas não têm grande interesse no uso correto do Dia do Senhor, e inúmeros crentes se mostram confusos a respeito deste assunto. Esta confusão permanecerá enquanto não levarmos em conta os seguintes fatos importantes.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''QUAIS SÃO ESTES FATOS?'''&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Quando a Bíblia usa o termo “sabbath”, ele não significa “sábado”. “Sabbath” não é o nome de um dia da semana. A palavra é usada para descrever um tipo de dia, ''um dia de descanso ''do trabalho. Em todo o Antigo Testamento, os anos tinham 365 dias, e todo ano começava em um dia de “sabbath” (Lv 23.4-16). Outras datas fixas nunca podiam ser “sabbath” (Êx 12.1-28; Lv 23.15). Para fazer com que isso acontecesse, o calendário tinha de ser ajustado regularmente. A História nos ensina que isso era feito por acrescentar ao ano “sabbaths” extras que ocorriam consecutivamente. Identificar “sabbath” com o dia de sábado é um erro.&amp;amp;nbsp; Foi apenas depois do ajuste definitivo do calendário judaico, em 359 D.C, que os “sabbaths” dos judeus passaram a cair sempre no dia que agora chamamos de “sábado”.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. O “sabbath” [descanso] não é uma instituição judaica. Deus o instituiu na criação (Gn 2.1-3). É um dom de Deus para a ''humanidade'' (Mc 2.27).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Em certo aspecto, os Dez Mandamentos são diferentes de todas as outras leis encontradas nas Escrituras. Deus os escreveu com o seu próprio dedo. O Quarto Mandamento dEle é positivo, o mais comprido e o mais detalhado dentre os dez, fazendo uma ligação entre os aspectos divino e humano, moral e cerimonial da Lei (Êx 20.8-11; 31.18).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O “sabbath” era importante para nosso Senhor Jesus Cristo. A Bíblia não nos fala muito sobre os hábitos de Jesus, mas diz que Ele&amp;lt;br&amp;gt;tinha o costume de ir à sinagoga no “sabbath” (Lc 4.16). Jesus anunciou que era Senhor do dia de “sabbath” (Mc 2.28). Dizer que o “sabbath” não existe mais é uma negação do senhorio de Cristo.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. O Senhor do “sabbath” transferiu este dia para o primeiro dia da semana. Este foi o dia em que Ele ressuscitou dos mortos (Jo 20.1-18), apareceu aos discípulos (Jo 20.19, 26) e derramou o seu Espírito (At 2.1).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Os apóstolos e a igreja primitiva guardavam com distinção o primeiro dia da semana (At 20.7; 1 Co 16.2). Para evitar confusão, o Novo Testamento Grego chama o sábado judaico de “sabbath” e o primeiro dia da semana de “o primeiro dos sabbaths” (na tradução em português “o primeiro dia da semana” - Mt 28.1; Mc 16 2, 9; Lc 24.1; Jo 20.1,19; At 20.7; 1 Co 16.2). Algumas pessoas crêem que isto é apenas uma expressão idiomática grega significando apenas “o primeiro dia do ciclo da semana”. Contudo, não existe quase nenhuma evidência para isto. Temos de encarar os fatos: o primeiro dia da semana é um “sabbath”. Também conhecido como “o dia do Senhor” (Ap 1.10).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Durante toda a história da igreja, o domingo tem sido observado como o “sabbath” dos cristãos. A evidência documental é unânime e retrocede a 74 D. C. Durante as piores perseguições, perguntava-se aos suspeitos de serem cristãos: “''Dominicum Servasti''?” (Você guarda o dia do Senhor?) Os verdadeiros crentes respondiam: “Eu sou um cristão, não posso deixar de fazer isso?” O que os crentes responderiam hoje?&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. É realmente imoral não guardar o Dia do Senhor. O Quarto Mandamento, que nos recorda isso, está em um código que proíbe a idolatria, o assassinato, o furtar, o mentir e o cobiçar. O Quarto Mandamento nunca foi anulado, e nunca o será (Mt 5.18). Quebrar um mandamento da Lei significa tornar-se culpado de todos os demais (Tg 2.10). A violação do dia de descanso traz o juízo de Deus (Ne 13. 15-22).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. O domingo, o dia do Senhor, é um dia de regozijo e satisfação (Sl 118.24; 112.1). A Palavra de Deus chama-o de ''deleite'' (Is 58.13). Deus nos deu esse dia como uma bênção para todos nós (Mc 2.27-28). Falando sobre a época evangélica, Isaías diz: “Bem-aventurado o homem que... se guarda de profanar o sábado” (Is 56.2).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. As bênçãos do Dia do Senhor são visíveis a todos: recorda aos homens e mulheres caídos que existe um Deus a quem eles devem adorar; dá aos crentes a oportunidade de se reunirem ao redor da Palavra e, assim, mantém a vida espiritual deles; fornece oportunidades para a pregação do evangelho; fortalece os laços familiares; permite que toda a nação descanse; promove a saúde... e a lista poderia continuar.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. No Antigo Testamento, homens piedosos, como Moisés, Amós, Oséias, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Neemias, contenderam com as pessoas por causa do dia de descanso. A história da igreja está repleta de outros que fizeram o mesmo. O que nos impede de seguir o exemplo deles?&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''COMO DEVEMOS USAR O DOMINGO?&amp;lt;br&amp;gt;''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com estes fatos em mente, podemos ver que, para nós, o domingo é o dia de descanso ordenado por Deus. É o dia que incorpora tudo o que é permanente e universal no Quarto Mandamento. Então, como devemos usá-lo? Para responder esta pergunta, temos de falar tanto negativa como positivamente.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''OQUE NÃO DEVEMOS FAZER'''&amp;lt;br&amp;gt;'''''Não devemos imitar os fariseus.''&amp;lt;br&amp;gt;''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dia de descanso tem sua origem na Criação. Por um tempo, usou as vestes do Antigo Testamento. No entanto, agora está com uma roupagem do Novo Testamento. Isto significa que não podemos impor ao dia de descanso as regras mosaicas que já passaram, tais como as que encontramos em Êxodo 35.2-3 ou Números 15.32-36. Não devemos ter em mente uma lista de faça e não faça, tal como se lê em Mateus 12.1-2. À legislação de Moisés, os fariseus acrescentaram todo tipo de regras deles mesmos. Para os fariseus, esfregar o grão na mão era o mesmo que debulhá-lo. Eles também tinham regras a respeito de quanto peso se devia carregar e quão distante se podia caminhar no dia de descanso. Por trás de todas as regras dos fariseus, havia uma mentalidade que não tem qualquer lugar na vida de um crente do Novo Testamento.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Não devemos trabalhar.''&amp;lt;br&amp;gt;''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Bíblia, a palavra “trabalhar” significa muito mais do que ganhar a vida. Também se refere aos deveres de nosso dia-a-dia, à nossa recreação e ao pensamento que motiva estas coisas. Quanto for possível, todas estas coisas têm de ser colocadas de lado, tanto por nós como por aqueles pelos quais somos responsáveis. Devem ser colocadas de lado não porque somos pecadores ou impuros, e sim porque Deus nos ordenou que as fizéssemos nos outros seis dias da semana (Êx 20.8-11).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Não devemos ficar ociosos.&amp;lt;br&amp;gt;''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O descanso de Deus, após a Criação, não foi inatividade, e sim o cessar um tipo de atividade (Jo 5.17). O domingo deve ser um descanso santo que nos faz cessar um conjunto de objetivos, para que sigamos outro conjunto de objetivos bastante diferentes. Não é um dia para vadiarmos por aí.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''OQUE DEVEMOS FAZER'''&amp;lt;br&amp;gt;'''''Devemos nos reunir com outros crentes.&amp;lt;br&amp;gt;''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos nos reunir, ''tanto for mal como informalmente ''(At 2.1; 20.7; Jo 20.26). A Bíblia não delineia algum tipo de lista de atividades para o domingo, mas o princípio é claro.&amp;amp;nbsp; O domingo não é um dia para gastarmos sozinhos ou somente com a família.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos nos reunir especificamente ''para a edificação'', ou seja, para edificarmos uns aos outros nas coisas de Deus. De tudo o que fizermos com este objetivo, o ensino da Palavra e a Ceia do Senhor são o mais importante (Atos 20.7).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Devemos evangelizar.'''''&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dia de Pentecostes começou com uma assembléia que visava à ajuda e ao encorajamento mútuos, mas a vinda do Espírito também consagrou aquele dia à evangelização.&amp;amp;nbsp; A vinda do Espírito Santo pode ser vista como um penhor de sua bênção nesta conexão (At 2).&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Devemos nos envolver em obras de misericórdia.'''''&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É lícito fazer o bem no domingo, especialmente salvar vidas, curar e trabalhar pelo bem-estar espiritual dos outros (Lc 6.9; Mt 12.5; Lc 13.10-17; 14.1-6; Jo 5.6-9, 16-17). O domingo comemora o maior ato de misericórdia de todos os tempos.&amp;amp;nbsp; Todos podemos pensar em incontáveis maneiras de fazer o bem às pessoas, mas este aspecto da observação do domingo é amplamente esquecido. Aqueles que acham o domingo “monótono” quase sempre são pessoas que se tornaram egoístas.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Devemos nos envolver em obras necessárias.&amp;lt;br&amp;gt;''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não podemos limitar isso apenas àquelas coisas necessárias à nossa sobrevivência, visto que, se assim fosse, passaríamos o dia somente respirando. O dia de descanso foi criado para o homem — em outras palavras, foi criado para o bem-estar do homem. Não há qualquer conflito entre guardar o domingo e seguir os nossos melhores interesses (Mt 12.1-8, 11-12). Continue, desfrute do domingo! Além das atividades já mencionadas, reúna-se com os amigos, prepare boa refeição para eles, converse, caminhe, sorria, ore, admire a criação de Deus e vá para a cama tendo um coração grato e contente.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:14 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Uso_Correto_Do_Dia_Do_Senhor</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Poder do Exemplo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Poder_do_Exemplo</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Power of Example}}Exemplo não é a coisa principal na vida - é a única coisa. Através dessa frase o famoso missionário médico e autor, Albert Schweitzer, expressou claramente a importância e o poder do exemplo. Quantos de nós lendo isso, temos sido influenciados pela vida poderosa de um pastor, presbítero ou outro cristão que passou por nossas vidas. Se eu mencionar &amp;quot;um pastor fiel&amp;quot;, a imagem de quem surge na sua mente? Se eu mencionar &amp;quot;um cristão fiel&amp;quot;, em quem você pensa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A declaração de Schweitzer é um exagero, claro. Muitas outras coisas estão envolvidas em uma vida de fidelidade, mas elas próprias estão combinadas no exemplo deixado por alguém. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Mentoração&amp;quot; e &amp;quot;formação&amp;quot; podem soar como conceitos novos, mas eles não são. Parece que, do modo genuíno como Deus nos criou, isso estava em Sua mente. Ele fez os homens à Sua imagem. Nós existimos para seguir Seu exemplo, e para imitar Seu caráter. Na encarnação de Cristo, Deus veio em carne de um modo que podíamos entender e nos relacionar com Ele e, como Pedro disse, &amp;quot;deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos,&amp;quot; (1 Pedro 2:21). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós também temos participação nesse ministério de estabelecer e seguir exemplos. Deus criou os seres humanos para nascerem e amadurecerem na companhia de outros humanos, em família. Nós não nos geramos sozinhos e nem aparecemos instantaneamente como pessoas maduras. Deus planejou que pais amorosos fizessem parte do modo como os humanos cresceriam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse também é o modo como Deus intentou fazer-se conhecido nesse mundo decaído. No Velho Testamento Deus chamou Abraão e seus descendentes para serem um povo santo, especial e distinto no mundo. Eles deveriam ser especiais para que o mundo tivesse uma imagem de uma sociedade que espelhasse o caráter de Deus - personificando Seus interesses e valores. Quando Deus disse ao seu povo em Levíticos 19 que eles deveriam &amp;quot;ser santos porque Eu, o SENHOR vosso Deus, sou santo,&amp;quot; Ele não estava falando meramente a um indivíduo, para Moisés ou Arão ou Josué. Ele estava certamente falando a eles, mas nós vemos em Lev. 19:1 que Deus especificamente instruiu Moisés a dizer isso a toda a congregação de Israel. As leis que Ele deu a eles tinha muito a ver com relacionamentos, equidade, justiça e interações sociais. Ele demonstra que conforme essas pessoas se preocupam umas com as outras - com o perdido e o necessitado, com o estrangeiro e o jovem - elas mostrariam alguma coisa do caráter de seu Criador justo e misericordioso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falha de Israel nesse ministério modelo para outros é uma das principais cobranças de Deus contra a nação no Velho Testamento. Assim, em Ezequiel 5, o papel de Israel torna-se o de instruir as nações através de exemplos negativos. O SENHOR diz a Israel, &amp;quot;Esta é Jerusalém; pu-la no meio das nações e terras que estão ao redor dela... Pôr-te-ei em desolação e por objeto de opróbrio entre as nações que estão ao redor de ti, à vista de todos os que passarem. Assim, serás objeto de opróbrio e ludíbrio, de escarmento e espanto às nações que estão ao redor de ti, quando eu executar em ti juízos com ira e indignação, em furiosos castigos. Eu, o SENHOR, falei,&amp;quot; (5:5, 14-15). De novo e de novo em Ezequiel, Deus diz que Ele faz o que faz à nação de Israel para o bem de Seu próprio nome, isto é, para que a verdade sobre Ele seja conhecida ente os povos do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este testemunho coletivo para Ele mesmo é o que Deus também intentou através da igreja no Novo Testamento. Em João 13, Jesus disse que o mundo conheceria que nós somos Seus discípulos pelo amor que temos um pelos outros, como Cristo. Paulo escreveu à igreja em Éfeso, &amp;quot;outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz,&amp;quot; (Efésios 5:8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossas vidas como cristãos, individualmente, e num efeito multiplicado em nossas vidas juntas como igrejas, nós portamos a luz da esperança de Deus nesse mundo escuro e desesperador. Através de nossas vidas como cristãos nós estamos ensinando uns aos outros, e o mundo ao redor sobre Deus. Se nós amamos uns aos outros, nós mostramos alguma coisa de como é amar a Deus. E, por outro lado &amp;quot;aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê,&amp;quot; (1 João 4:20). Em nossa santidade mostramos a santidade de Deus. Nós somos chamados para trazer às pessoas a esperança de que há um outro modo de vida além das vidas egoístas de frustração que nossa natureza caída e o mundo ao redor conspira para encorajar-nos a seguir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Companheiros pastores e presbíteros, o que nossas igrejas estão ensinando ao mundo que nos observa sobre Deus? Estamos ensinando-os que Deus é limitado à nossa raça? Estamos ensinando-os que Ele tolera pecado e infidelidade, vidas egoístas de mesquinharias e contendas? Quão seriamente temos nós conduzido nosso povo em aceitar a grande tarefa e privilégio que temos de ser a demostração pública, a vitrine, a propaganda, a página web do caráter de Deus para Sua criação? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que privilégio tremendo Ele nos deu, e quão pouco caso fazemos disso. Nós pensamos que se conseguirmos mais pessoas em nossa igreja, isso de alguma forma nega nossa responsabilidade com aqueles que já são nomeados nossos membros. Mas qual o testemunho que cada um destes está dando agora? Quantos dos seus maus testemunhos você tem que trabalhar para superar para que as pessoas consigam ver o bom testemunho que Deus está provendo através daqueles que são verdadeiramente convertidos, e estão mostrando isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo o exercício de disciplina da igreja não é finalmente sobre justificação e vingança. Esses são assuntos de Deus, não de pecadores perdoados como nós (Deuterenômio 32:35; Romanos 12:19)! Mas nós temos uma preocupação em apresentar um bom testemunho aos outros de como Deus é. Nós existimos para sermos exemplos em nossas vidas e conduta. Você notou que em suas epístolas pastorais, Paulo parece particularmente preocupado sobre a reputação que um presbítero teria com aqueles de fora da igreja? Embora deva existir um número de razões para isso, uma certamente deve ser o papel representativo do presbítero da igreja para o mundo. Isso, então, é também o que a igreja deve ser como um todo. É por isso que Paulo ficou tão enfurecido em 1 Coríntios 5. E você notou com quem exatamente Paulo está gritando? Ele não repreendeu o homem que cometeu o ato sexual pecaminoso; antes categoricamente repreendeu a igreja que tolerava tal pecado entre seus membros! Nós conhecemos a triste verdade que alguns do nosso número irão se mostrar perdidos no pecado, mesmo que tenham feito uma boa profissão no início. Nós acreditamos que ao menos alguns deles se arrependerão e voltarão. Mas nós nem mesmo esperamos que a igreja coletivamente omita-se de sua responsabilidade de bem representar a Deus defendendo a santidade e colocando-se contra o pecado. Foi esse assunto - muito mais que o pecado do povo idólatra de Israel no Velho Testamento - o foco da afiada repreensão de Paulo à igreja dos Coríntios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amigos, o que diria o apóstolo Paulo da sua igreja e da minha? Quanto não-comparecimento nós toleramos em nome do amor? Quantas relações de adultério ou divórcios não bíblicos nós permitimos passar descomentados em nossas igrejas, ainda que isso grite ao mundo, dizendo &amp;quot;nós não somos mais diferentes do que eles&amp;quot;? Quantas pessoas que trazem divisão nós permitimos que rasguem a igreja sobre pequeninas questões, ou quantas falsas doutrinas nós permitimos que sejam ensinadas? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queridos irmãos, se você está lendo isso como um pastor, um presbítero, um líder, professor ou um companheiro membro de uma igreja, pense na grande responsabilidade que temos. Considere como nós podemos testemunhar a Deus melhor - ignorando pecados no nosso meio, ou trabalhando para restaurar gentilmente aqueles que foram pegos em pecado, como Paulo instrui em Gálatas 6:1? O que melhor reflete o Deus que adoramos? Alguma vez a misericórdia de Deus obscureceu Sua santidade em Sua palavra? E na Sua igreja? Qual a nossa mordomia nessa questão? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dê atenção ao exemplo que você estabelece ao mundo ao seu redor. Deus tem um plano grandioso para Seu povo e Sua palavra; Ele nos chama para mostrar isso através de nossas palavras e de nossas vidas. Você está fazendo isso? Que Deus ajude cada um de nós a ser fiel nesse grandioso chamado.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:05:06 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Poder_do_Exemplo</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Prazer de Deus com Aqueles que Esperam no Seu Amor</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_de_Deus_com_Aqueles_que_Esperam_no_Seu_Amor</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Pleasure of God in Those Who Hope in His Love}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 147:10-11''' &amp;lt;br&amp;gt; Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Nosso Foco nos Prazeres de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até agora nós temos focado nossa atenção nos prazeres que Deus tem em si mesmo e no seu trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em seu Filho, a exata representação de sua natureza e reflexo da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer no seu trabalho da criação - os grandes monstros marinhos que ele fez para divertimento nos oceanos! &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em todos os trabalhos de providência que o mostram livre e soberano sobre todo o mundo. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer na grandeza do seu nome e na reputação da sua glória. &lt;br /&gt;
*Ele tem prazer em livremente escolher pessoas para si mesmo, e ele alegra-se nelas para lhes fazerem o bem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lhe trouxe prazer ferir seu Filho, porque naquele grandioso ato de julgamento o tempestuoso noivado das duas grandes paixões de Deus se casaram - sua paixão pela glória do seu nome, e a paixão do seu amor pelos pecadores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Pretensão por trás do Nosso Foco''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você pode revocar que nossa pretensão por trás de todas essas mensagens tem sido a convicção expressada por Henry Scougal em seu livro, ''The Life of God in the Soul of Man'' [A Vida de Deus na Alma do Homem], isto é, que &amp;quot;O valor e excelência de uma alma é medida pelo objeto de seu amor.&amp;quot; Em outras palavras, se nós amamos as coisas baratas e sem valor, nós revelamos quão pequena e barata é nossa alma. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''A alma é medida por seus voos&amp;lt;br&amp;gt;Alguns baixos e outros altos,&amp;lt;br&amp;gt;O coração é conhecido por seus deleites,&amp;lt;br&amp;gt;E prazeres nunca mentem.'' &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nós tomamos como ponto de início nessa série a persuasão de que isso também é verdade de Deus, não apenas de homem. O valor e excelência da alma de Deus é medida pelos objetos de seu amor. E eu acho que temos visto isso confirmado de novo e de novo: os objetos do amor de Deus são aquelas coisas que são de infinita beleza e valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ele ama seu Filho; &lt;br /&gt;
*Ele ama seu trabalho manual na criação; &lt;br /&gt;
*Ele ama a soberania de sua providência; &lt;br /&gt;
*Ele ama a honra de seu nome; &lt;br /&gt;
*Ele ama a liberdade da graça mostrada na eleição, cuidado e compra do seu povo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Deus é um grande exemplo para nós. Ele nos mostra o que uma alma excelente deveria amar acima de tudo. Nós deveríamos amar&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*o Filho de Deus, &lt;br /&gt;
*e o trabalho manual de Deus na criação, &lt;br /&gt;
*e sua soberania no governo do mundo, &lt;br /&gt;
*e a honra do seu nome, &lt;br /&gt;
*e a liberdade da sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nós os amássemos mais, nossas almas seriam maiores e melhores para isso, e nós seríamos mais conformados à imagem do nosso Criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um ponto decisivo na série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje marca um ponto decisivo na série, porque até agora nós não tínhamos focado em que tipo de atitudes e ações humanas Deus se deleita. Nós focamos primeiramente no amor de Deus por sua própria glória. E eu acredito que essa ordem é muito importante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Iniciando com o Centro do Evangelho - Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós precisamos ver (e aqueles que amamos nesse mundo precisam ver!) primeiramente e principalmente que Deus é Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é perfeito e completo em si mesmo, &lt;br /&gt;
*que ele é superabundante feliz na eterna comunhão da Trindade, &lt;br /&gt;
*que ele não precisa de nós e não é deficiente sem nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós sim somos deficientes sem ele; a glória da sua comunhão é o rio de água viva que temos desejado por toda nossa vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A menos que comecemos com Deus dessa maneira, quando o evangelho chega a nós, nós iremos inevitavelmente colocar-nos no centro disso. Nós sentiremos que o nosso valor ao invés do valor de Deus é a força motriz do evangelho. Nós iremos buscar a origem do evangelho no deleite de Deus em nós ao invés de buscar na graça que cria um caminho para pecadores deleitarem-se nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o evangelho é a boa nova de que Deus é o final plenamente suficiente de todos os nossos desejos, e de que mesmo que ele não precise de nós, e é de fato afastado de nós por causa dos nossos pecados que O denigrem, ele tem, no grande amor com o qual nos amou, criado um modo para que pecadores possam beber no rio dos Seus prazeres através de Jesus Cristo. E nós não seremos cativados por essa boa nova a menos que sintamos que ele não foi obrigado a fazer isto. Ele não foi coagido ou constrangido por nosso valor. Ele é o centro do evangelho. A exaltação de sua glória é a força motriz do evangelho. O evangelho é um evangelho de graça! E graça é o desejo de Deus para magnificar o valor de Deus dando a pecadores o direito de deleitarem-se em Deus sem obscurecer a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E os santos de Deus amam a centralidade de Deus no evangelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Eles amam dizer com Paulo, &amp;quot;Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente&amp;quot; (Romanos 11:36). &lt;br /&gt;
*Eles amam gloriar-se apenas no Senhor (1 Coríntios 1:31). &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que Deus é o princípio, o meio e o fim nesse acontecimento de salvação. &lt;br /&gt;
*Eles amam dizer que eles foram escolhidos para a glória de sua graça (Efésios 1:6), e chamados das trevas para luz para declarar as maravilhas da sua graça (1 Pedro 2:9), e justificados porque Cristo morreu para justificar a santidade da graça de Deus (Romanos 3:25-26), e serão um dia absorvidos pela vida para o louvor da glória de sua graça (2 Coríntios 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então por sete semanas nós temos focado nos prazeres que Deus tem diretamente em si mesmo e na liberdade do seu trabalho para tornar inconfundível que Deus é o centro do evangelho. Nós apenas sugerimos o tipo de resposta do homem que traria prazer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mudando para Nossa Resposta ao Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas agora nós estamos prontos. Agora, inclinados ao Senhor, nós seremos capazes de enxergar porque as respostas humanas demandadas e apreciadas por Deus chegam como boas novas a pecadores e ainda mantém Deus no centro de suas próprias afeições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o evangelho demanda uma resposta dos pecadores, então a demanda por si mesma deve ser boa nova no lugar de um fardo acrescentado, de outra forma o evangelho não seria evangelho. E se o verdadeiro evangelho bíblico sempre tem Deus no centro, então a resposta que ele demanda deve magnificar ele, não nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora que tipo de resposta pode cumprir ambas as duas coisas: boas novas para pecadores e glória para Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto provê a resposta. Salmos 147:10-11 &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem.&amp;lt;br&amp;gt;O Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Vamos começar com o verso 11 e perguntar porque Deus tem prazer naqueles que os temem e esperam no seu amor. Então nós voltaremos ao verso 10 e refinaremos nossa resposta perguntando porque Deus não se deleita na força do cavalo e nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Simultaneamente temendo e esperando em Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de mais nada deixe-me perguntar-lhe isso: te parece esquisito que nós devamos ser encorajados a temer e esperar ao mesmo tempo e na mesma pessoa? &amp;quot;O Senhor se compraz nos que o temem, nos que esperam na sua benignidade.&amp;quot; Você espera naquele que teme e teme aquele em quem você confia? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente é de outro modo: se nós tememos uma pessoa, nós esperamos que uma outra pessoa venha e nos ajude. Mas aqui nós deveríamos temer aquele em quem nós esperamos e esperar naquele que nós tememos. O que isso significa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que isso significa que nós deveríamos deixar a experiência da esperança penetrar e transformar a experiência do medo, e deixar a experiência do medo penetrar e transformar a experiência da esperança. Em outras palavras, o tipo de medo que nós deveríamos ter de Deus é o que sobrou do medo quando nós temos certeza da esperança no meio disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Medo de uma Terrível Tempestade Ártica''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine que você estivesse explorando uma geleira desconhecida no norte da Groelandia no alto inverno. Assim que você alcança um despenhadeiro íngreme com uma vista espetacular de milhas e milhas de gelo entalhado e montanhas de neve, uma terrível tempestade se inicia. O vento é tão forte que surge o medo que ele possa jogar você e seu grupo do outro lado do despenhadeiro. Mas no meio disso você encontra uma fenda no gelo onde você pode se esconder. Neste lugar você sente-se seguro, mas o incrível poder da tempestade torna-se furioso e você assiste a isso com um tipo de prazer tremulo conforme ela lança-se sobre a geleira distante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início houve o medo que essa terrível tempestade e o impressionante terreno pudesse requerer sua vida. Mas então você encontra refúgio e ganha a esperança que você estaria seguro. Mas nem tudo no sentimento chamado medo desapareceu. Apenas a parte que ameaçava a vida. Restou o tremor, o temor, a admiração, o sentimento que você nunca iria querer envolver-se em tal tempestade ou ser o adversário de tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Temor do Poder de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é a mesma coisa com Deus. Os versos 16-17 dizem, &amp;quot;Ele dá a neve como lã; ele espalha a geada como cinza. Ele arroja o seu gelo em migalhas; quem resiste ao seu frio?&amp;quot; O frio de Deus é uma coisa temível - quem pode resistí-lo? E os versos 4-5 apontam para o mesmo poder de Deus na natureza: &amp;quot;Conta o número das estrelas, chamando-as todas pelo seu nome. Grande é o nosso Senhor e mui poderoso; o seu entendimento não se pode medir.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, a grandeza de Deus é maior que o universo de estrelas e o seu poder está por trás do frio insuportável das tempestades árticas. Ainda assim ele coloca suas mãos ao nosso redor e diz, &amp;quot;Tome refúgio em meu amor e deixe os terrores do meu poder tornarem-se os incríveis fogos de artifício do seu feliz anoitecer.&amp;quot; O temor de Deus é o que resta da tempestade quando você tem um lugar seguro para assistí-la bem no meio dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E naquele lugar de refúgio você diz consigo mesmo, &amp;quot;Isso é surpreendente, isso é terrível, isso é poder inacreditável; Oh a emoção de estar aqui no centro do tremendo poder de Deus, e ainda protegido pelo próprio Deus! Oh que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo sem esperança, sem um Salvador! Melhor ter uma pedra de moinho amarrada ao meu pescoço e ser jogado nas profundezas do oceano do que pecar contra esse Deus! Que privilégio maravilhoso conhecer o favor desse Deus no meio do seu poder!&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim nós temos uma idéia de como sentimos ambos, confiança e temor, ao mesmo tempo. A esperança transforma o medo em um alegre tremor e pacífica admiração, e o medo toma todo que é trivial da esperança e a torna séria. Os terrores de Deus tornam os prazeres do seu povo intensos. A lareira da comunhão é inteiramente agradável quando a tempestade está uivando do lado de fora da cabana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Deleite de Deus em Pessoas que Temem e Esperam Nele''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora por que Deus se deleita naqueles que o experimentam dessa maneira - em pessoas que o temem e esperam no seu amor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente porque nosso medo reflete a grandeza do seu poder e nossa esperança reflete a generosidade de sua graça. Deus deleita-se naquelas respostas que espelham sua magnificência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é apenas o que deveríamos esperar de um Deus que é todo-suficiente em si mesmo e não precisa de nós - um Deus: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que nunca vai abandonar a glória de ser a fonte de toda a alegria, &lt;br /&gt;
*que nunca vai renunciar a honra de ser a fonte de toda segurança, &lt;br /&gt;
*que nunca vai abdicar o trono da graça soberana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem prazer naqueles que esperam em seu amor porque essa esperança realça a liberdade da sua graça. Quando eu brado, &amp;quot;Deus é a minha única esperança, minha rocha, meu refúgio!&amp;quot; eu estou tirando toda a atenção de mim mesmo e a estou chamando para os ilimitados recursos de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Resposta que Cumpre Duas Coisas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra da pergunta que nós fizemos alguns momentos atrás: que tipo de resposta pode Deus demandar de nós para que a demanda traga boas novas para nós e glória para ele? Essa é a resposta: a demanda da esperança em seu amor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Boas novas para pecadores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um pecador sem retidão em você mesmo, colocando-se diante de um Deus auto-suficiente e santo, que ordem melhor você poderia ouvir do que essa: &amp;quot;Confie em meu amor!&amp;quot; Se apenas soubéssemos isso, cada um de nós está preso em uma parede de gelo na Groelandia, e o vento está soprando furiosamente. Nossa posição é tão precária que se nós respirarmos muito fundo, nosso peso irá alterar e nós iremos mergulhar para nossa morte. Deus chega-se a nós e diz naquele momento, &amp;quot;Eu vou te salvar, e te proteger na tempestade. Mas há uma condição.&amp;quot; Seu coração diminui o ritmo. Seu rosto está encostado no gelo. Suas unhas estão cravadas. Você pode sentir-se cedendo. Você sabe que mesmo que você mexa seus lábios você irá cair. Você sabe que não tem nada que você possa fazer para Deus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então ele fala o mandamento do evangelho: minha exigência é que você confie em mim. Isto não é uma boa nova nessa manhã? O que poderia ser mais fácil do que confiar em Deus quando tudo mais está perdido? E isso é tudo o que ele requer. Isto é o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Glória a Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é apenas uma boa nova para nós pecadores. É também a glória de Deus em nos fazer apenas essa demanda. Por que? Porque quando você espera em Deus, você mostra &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*que ele é forte e você fraco; &lt;br /&gt;
*que ele é rico e você pobre; &lt;br /&gt;
*que ele é cheio e você vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você espera em Deus, você mostra que é você que tem necessidades, não Deus. (Salmos 50:10-15; 71:4-6, 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*você é o paciente, ele o médico. &lt;br /&gt;
*você é o cervo sedento, ele a fonte superabundante. &lt;br /&gt;
*você é a ovelha perdida, ele o bom pastor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza do evangelho é que em uma simples demanda (&amp;quot;Coloque sua esperança no amor de Deus&amp;quot;) nós ouvimos boas novas e Deus recebe a glória. E é por isso que Deus tem prazer naqueles que esperam no seu amor - porque nesse simples ato de esperança sua graça é glorificada e pecadores são salvos. Esse é o mandamento do evangelho que mantém Deus no centro - o centro de suas afeições e das nossas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus se Deleita Não em Cavalos e Pernas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe-nos perguntar porque Deus não tem prazer em cavalos e pernas. Verso 10: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se deleita na força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nas pernas do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não Porque Ele Não se Deleita no Que Ele Fez''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão aqui não é que cavalos fortes e pernas fortes são ruins. Deus os fez. Ele se alegra na força e liberdade de cavalos vigorosos. Ele pergunta a Jó, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acaso deste força ao cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;ou revestiste de força o seu pescoço?&amp;lt;br&amp;gt;Fizeste-o pular como o gafanhoto? ...&amp;lt;br&amp;gt;Escarva no vale, e folga na sua força,&amp;lt;br&amp;gt;e sai ao encontro dos armados.&amp;lt;br&amp;gt;Ri-se do temor, e não se espanta;&amp;lt;br&amp;gt;e não torna atrás por causa da espada...&amp;lt;br&amp;gt;e não se contém ao som da trombeta.&amp;lt;br&amp;gt;Toda vez que soa a trombeta, diz: Eia!&amp;lt;br&amp;gt;E de longe cheira a guerra,&amp;lt;br&amp;gt;e o trovão dos capitães e os gritos.&amp;lt;br&amp;gt;(Jó 39:19-25) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mas Porque Nós Podemos Colocar Nossa Esperança Neles''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, a questão não é que esse glorioso animal seja ruim. A questão é que no dia da batalha os homens ponham sua confiança em cavalos, ao invés de colocar sua esperança em Deus. Mas Provérbios 21:31 diz, &amp;quot;Prepara-se o cavalo para o dia da batalha, porém do SENHOR vem a vitória.&amp;quot; Por essa razão Salmos 20:7 diz, &amp;quot;Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não está insatisfeito com a força dos cavalos e das pernas humanas. Ele está insatisfeito com aqueles que esperam em seus cavalos e suas pernas. Ele está insatisfeito com pessoas que colocam sua esperança em mísseis ou emmaquiagem , em tanques ou bronzeados, em bombas ou musculação. Deus não tem prazer em eficiência corporativa, ou orçamentos balanceados, ou sistemas de previdência social, ou novas vacinas, ou educação, ou eloquência, ou excelência artística, ou processos legais, quando estas coisas são o tesouro no qual confiamos ou a realização da qual nos orgulhamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que? Porque quando colocamos nossa esperança em cavalos e pernas, cavalos e pernas recebem a glória, não Deus. E nós estamos perdidos, não salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então eu insisto com você nessa manhã, por amor à sua alma e à glória de Deus: deposite sua esperança no poder e amor de Deus, não em você mesmo ou em alguma coisa que você possa alcançar. &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Porque o Senhor se compraz nos que o temem,&amp;lt;br&amp;gt;nos que esperam na sua benignidade.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Prazer_de_Deus_com_Aqueles_que_Esperam_no_Seu_Amor</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Prazer de Deus na Obediência</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_de_Deus_na_Obedi%C3%AAncia</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Pleasure of God in Obedience}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;1 Samuel 15:22-23 &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios,&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;quanto em que se obedeça à Sua palavra?&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Olhe, a obediência é melhor do que o sacrifício,&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;e a submissão são melhores do que a gordura dos carneiros.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria,&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;e a arrogância como o mal da idolatria.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Assim como você rejeitou a palavra do Senhor, Ele o rejeitou como rei.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas últimas quatro semanas temos enfatizado a boa nova que Deus é uma nascente de água na montanha e não um bebedouro. A boa nova é que a totalidade do transbordamento de DEUS é magnífica e NOSSOS anseios são satisfeitos em ações simples de sede e saciamento.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A melhor notícia em todo o Mundo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando colocamos de lado todos os refrigerantes, bebidas gaseificadas e bebidas engarrafadas do mundo e nos debruçamos sobre uma nascente de água na montanha da água de vida de Deus, nós O honramos, O glorificamos e O louvamos como a última fonte de felicidade. E em todo ato de louvor a Ele nós nos satisfazemos, pois essa é a água que devemos beber para vivermos.  &lt;br /&gt;
Essa é a melhor notícia em todo o mundo — que Deus é o tipo de Deus o qual fervor para glorificar o Seu nome vem da expressão mais completa em um ato que satisfaz aos desejos de meu coração. Isso quer dizer que quando estiver com sede, mais desesperado e quando mais precisar, eu posso encorajar a minha alma não apenas com a verdade que existe em um impulso misericordioso no coração de Deus, mas também mas também com a verdade que o recurso e o poder daquele impulso é o fervor de Deus para agir em seu próprio nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posso orar com os salmistas, &amp;quot;Por amor do seu nome, Senhor, perdoa o meu pecado que é tão grande” (25:11). &amp;quot;Ajuda-nos, ó Deus, nosso Salvador, para a glória de seu nome, e livra-nos” (79:9). &amp;quot;por amor do teu nome, conduz-me e guia-me” (31:3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vimos que precisamente porque Deus ama a glória de seu próprio nome, Ele também tem prazer naqueles que tem esperança em seu amor e naqueles que expressam a sua esperança em oração. Há duas semanas dissemos que quando se tem esperança em Deus, você glorifica Deus como a fonte da alegria profunda e duradoura. A semana passada nós dissemos que quando se reza corretamente, essa reza simplesmente fornece a expressão da esperança da glorificação de Deus. E hoje vamos dar um passo à frente e dizer que a obediência a Deus faz com que a esperança da glorificação de Deus se torne visível e prove que ela é real em nossas vidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A felicidade de Deus na Obediência &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso texto é 1 Samuel 15:22, &amp;quot;Caso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra?&amp;quot; A resposta é claramente NÃO. O Senhor se alegra mais na obediência do que na realização de cerimônias de adoração sem isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem duas perguntas que quero tentar responder com vocês esta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Por que Deus se alegra na obediência? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. E são isso boas notícias? Elas são notícias boas de escutar que o que realmente agrada a Deus é a obediência, ou isso é apenas uma responsabilidade desencorajadora? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ajuste de 1 Samuel 15:22 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de focarmos nessas duas perguntas, vamos ter certeza que temos os ajustes corretos em nossas mentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A derrota e a sentença contra Amaleque&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Israelitas saíram do Egito e passaram pela selva, os amalequitas os atacaram. Nós lemos sobre isso no Êxodo 17:8–16. Deus deu a vitória aos Israelitas, mas o diabo nunca foi esquecido. Em Deuteronômio 25:17–19 Deus disse, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se do que os amalequitas lhes fizeram no caminho, quando vocês saíam do Egito, como eles o atacaram no caminho, quando vocês estavam cansados e exaustos,e eliminaram todos que ficaram para trás; e eles não temeram a Deus. Assim quando o Senhor seu Deus der a vocês o descanso de todos os seus inimigos ao seu redor, na terra que Ele lhes dá para dela tomarem posse como herança, vocês farão que os amalequitas sejam esquecidos debaixo do céu. Não se esqueçam! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A participação de Saul na execução da sentença &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente a iniqüidade dos amalequitas está complete e o Senhor comanda Saul, o primeiro rei de Israel, para executar a sentença contra os amalequitas. O comando é dado em 1 Samuel 15:2–3, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim diz o Senhor dos exércitos, &amp;quot;Castigarei os amalequitas pelo que fizeram a Israel, atacando-os quando saíam do Egito. Agora vão, ataquem os amalequitas e consagrem ao Senhor para destruir tudo o que lhes pertence. Não os poupe; matem homens e mulheres, crianças e recém nascidos, bois, ovelhas, camelos e jumentos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Saul juntou o seu exército e foi em direção à cidade de Amaleque. Ele avisou os queneus para que partissem se quisesse poupar as suas vidas (v. 6). E depois ele destruiu os amalequitas de Havilá até Sur, a leste do Egito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A desobediência fatal de Saul &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o verso 9 descreve a desobediência fatal de Saul. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Saul e as pessoas pouparam Agague, e as melhores ovelhas e os melhores touros e os vitelos, e cordeiros, e de todos que eram bons, e não os destruiriam completamente; tudo aquilo que era desprezado e sem valor foram totalmente destruído.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor viu essa desobediência e se arrependeu de ter tornado Saul rei (v. 11). Apenas uma palavra breve para expressar o seu “arrependimento” divino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma breve palavra sobre o “Arrependimento” divino &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele diz no verso 29 desse capítulo que &amp;quot;a Glória de Israel não mentirá ou se arrependerá.&amp;quot; Eu levarei isso em consideração para significar que o arrependimento de Deus (e.g., no v. 11) não é como o arrependimento do homem. Na realidade, esse arrependimento é tão diferente que de certa maneira não é um arrependimento real, como dito no verso 29. Não é baseado em ignorância ou engano. O arrependimento de Deus é a mudança de direção de seu coração, mas não aquele que foi imprevisto. Deus não se arrepende porque Ele é pego desprevenido por alguns eventos inesperados. Isso sem dúvida seria como um homem. Mas para a Glória de Israel não é um homem que Ele deve arrepender-se. Quando a bíblia diz que Deus se arrepende significa que Ele expressa uma atitude diferente sobre algo que Ele expressou anteriormente, não porque algum evento ocorreu inesperadamente, mas porque os eventos inesperados tornam uma atitude diferente mais propícia para expressar agora o que ocorreu, do que teria expressado anteriormente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O confronto de Samuel com Saul &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Samuel está zangado com a mudança de atitude de Deus em relação a Saul e ele implora para Deus a noite inteira (v. 11, como em 12:23). O resultado de sua noite de oração é uma resolução firme de fazer aquilo que Deus. Ele levanta cedo pela manhã e descobre que Saul foi para Carmel (v. 12), levanta um monumento para si, e vai em direção à Gilgal onde ele foi aclamado rei pela primeira vez. (11:15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então Samuel vai encontrar Saul, e (no v. 13) Saul diz, &amp;quot;Que você seja abençoado pelo Senhor; eu fiz aquilo que me foi comandado pelo Senhor.&amp;quot; Samuel diz (no v. 14) que o som do balir de ovelhas e o mugido dos touros significam a real destruição feita por Saul da maneira que Deus disse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois (no v. 15) Saul culpa as pessoas: “Elas os trouxeram de Amaleque; para que as pessoas poupassem as melhores ovelhas.&amp;quot; Mas nada que Saul diga agora funcionará. Ele desobedeceu ao comando do Senhor e ele finalmente admitiu tal coisa no verso 24: “Eu pequei, pois transgredi o comando do Senhor e suas palavras.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora a nossa primeira pergunta é: Por que Deus fica tão desgostoso com a desobediência? Ou positivamente, por que Deus fica tão feliz com a obediência? &lt;br /&gt;
Por que Deus odeia a desobediência? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vejo pelo menos cinco razões para essa estória de que Deus odeia a desobediência e fica feliz com a obediência. Mencionarei as mesmas em ordem da menos séria até a mais séria, a meu ver. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. A desobediência mostra como o medo é colocado de maneira errada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Note no verso 24: &amp;quot;Saul diz a Samuel, 'Eu pequei; pelo fato de ter transgredido o comando de Deus e suas palavras, pois tive medo das pessoas e ter obedecido à voz deles. '&amp;quot; &lt;br /&gt;
Por que Saul obedeceu às pessoas ao invés de obedecer à Deus? Ele temeu as conseqüências da obediência mais do que ele temeu as conseqüências divinas do pecado. Ele temeu o desgosto das pessoas mais do que ele temeu o desgosto de Deus. E isso é um grande insulto a Deus. Samuel disse duas vezes a Saul e as pessoas em 12:14 e 24, &amp;quot; Tema ao Senhor, e sirva-o com toda a fé de seu coração.&amp;quot;  Mas, agora o próprio líder temeu ao homem e se distanciou de seguir a Deus (1 Samuel 15:11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A desobediência mostra como o prazer é colocado em lugar errado &lt;br /&gt;
Saul tenta convencer Samuel que foi uma nobre intenção que o conduziu a desobedecer a Deus e manter as melhores ovelhas e os melhores touros vivos (v. 21). Ele disse que eles queriam sacrificá-los para o Senhor em Gilgal, mas o Senhor tinha dado a Samuel um sinal do real motivo que conduziu Saul e as pessoas. Nós podemos verificar tal fato em suas palavras no verso 19: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que depois você obedeceu à voz do senhor? Por que mergulhou na presa, e fez o que era errado aos olhos de Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eles mergulharam na presa como pássaros famintos mergulham para encher as suas barrigas. Essa palavra, &amp;quot;mergulham,&amp;quot; é utilizada em 14:32 para descrever como as pessoas mergulham na presa quando os Filisteus foram derrotados. Ele diz, &amp;quot;As pessoas sobrevoaram a presa, e levaram as ovelhas ou touros e os novilhos, e os reviraram no chão; e as pessoas os comeram com sangue.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Samuel diz em 15:19, &amp;quot;Por que vocês mergulharam na presa, e fizeram o que era errado aos olhos do Senhor? &amp;quot; ele quer dizer que as pessoas foram conduzidas por um desejo soberbo dos prazeres de toda aquela carne. (Lembre-se, aqueles que se sacrificarem, comerão da carne.) O prazer deles foi colocado em lugar errado. Deveria ter sido Deus. Mas eles sentiram mais prazer na carne da ovelha e do touro do que eles sentiram no sorriso e n o companheirismo de Deus. Isto é certamente, um grande insulto a Deus, e assim muito desprazeroso a seu ver. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. A desobediência mostra como o elogio pode ser colocado em lugar errado &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Saul derrotou os amalequitas, a primeira coisa que ele fez foi construir um monumento para si. Verso 12: “Foi dito a Samuel, Saul veio a Carmel e contemplou, ele construiu um monumento para si.&amp;quot; Evidentemente Saul estava mais interessado em ter seu nome para si do que em fazer o nome de Deus através da obediência cuidadosa de sua palavra. Ele colocou em lugar errado o elogio de Deus para si próprio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse pecado torna-se até mesmo pior quando se lê os versos 17–18: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Samuel disse, &amp;quot;Embora pequeno aos seus próprios olhos, você não se tornou o líder das tribos de Israel? O Senhor o ungiu como rei sobre Israel. E o Senhor o enviou numa missão, e disse, vá, e destrua completamente os pecadores, os amalequitas, e lute contra eles até que eles sejam eliminados. Por que você não obedeceu à voz do Senhor?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retornando a 9:21 Saul pareceu surpreso que Deus o escolhera para ser rei de Israel quando ele era da menor tribo, a tribo de Benjamim, e da menor das famílias de sua tribo. E ele tinha que se surpreender! Se ele quisesse honra, ele deveria ter se surpreendido e se satisfeito com a honra que Deus havia dado a ele. Esse é o ponto de vista de Samuel no verso 17— por que você está sendo guiado pela luxúria humana quando Deus lhe deu o privilégio glorioso de ser a cabeça das tribos de Israel e o rei ungido das pessoas de Deus? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Saul não estava satisfeito com a glória de Deus e a honra de ter sido o seu rei escolhido. Ele queria a sua própria glória e o seu próprio louvor. E o caminho submisso da obediência não oferece esse tipo de louvor e glória. E por isso ele fez coisas de sua própria maneira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. A desobediência é como o pecado da adivinhação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora estamos no campo textual explícito. Essa é a real razão dada por Samuel para a desobediência ser desprezada por Deus, no verso 23. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(22b) Veja, obedecer é melhor do o sacrifício, e escutar é melhor do que os carneiros, (23) a rebelião é o pecado da adivinhação.&lt;br /&gt;
Deus colocou adivinhação na mesma categoria que as coisas horríveis que Ele detesta em Deuteronômio 18:10. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não permitam que se ache alguém entre vocês que queime em sacrifício o seu filho ou filha; que pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria, ou faca encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos. O Senhor tem repugnância por quem pratica essas coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que é a rebelião e a desobediência o pecado da adivinhação? A adivinhação está procurando saber o que fazer de maneira que ignora a palavra e o conselho de Deus. E isso é exatamente nisto que a desobediência se baseia. Deus diz uma coisa, e nós dizemos, acho que vou consultar outra fonte de saber – nominado de? Eu mesmo! A desobediência em relação à palavra de Deus coloca o meu próprio saber no lugar de Deus e assim insulto a Deus como a única e confiável fonte de sabedoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A desobediência é idolatria &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é o que Samuel diz na última metade do verso 23: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rebelião é o pecado da adivinhação, &lt;br /&gt;
e a teimosia é como injustiça e idolatria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Deus diz alguma coisa e nós consultamos o mágico de nossa própria sabedoria e depois com teimosia escolhemos seguir nosso próprio caminho, somos idolatras. Nós não apenas escolhemos consultar a nós mesmos, como uma alternativa a Deus, e assim tornamos culpados de adivinhação, mas vamos, além disso, e na realidade sobrepomos a direção de nossas mentes em relação a direção de Deus e nos tornamos culpados de idolatria. E o pior de tudo, o ídolo somos nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então se torna a razão pela qual Deus estará insatisfeito com a desobediência, pois em todos os pontos é um ataque a sua glória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Isso coloca o medo ao homem no lugar do medo a Deus.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Isso eleva o prazer das coisas acima do prazer em Deus. &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Isso procura por um nome próprio ao invés do nome de Deus. &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Isso consulta a sabedoria própria ao invés de se satisfazer com a vontade de Deus.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ela estabelece mais valor nos ditados próprios do que os ditados de Deus e assim tenta destronar Deus fornecendo lealdade ao ídolo da vontade humana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas obediência, sendo exatamente o oposto, em todas essas coisas dá o trono a Deus e o honra. E assim Deus tem prazer na obediência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora retornamos a segunda pergunta que levantamos no início: Isso é boa notícia? É boa notícia aprender que Deus tem prazer na obediência, ou isso é apenas outra obrigação? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma boa notícia que Deus tem prazer na obediência? &lt;br /&gt;
Acho que é boa notícia. E existem pelo menos seis razões pelas quais acredito nisto. Apenas temos tempo para mencioná-las brevemente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Isso significa que Deus é louvável e confiável &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois significa que Ele é louvável e confiável. Se Ele não tivesse prazer na obediência, Ele seria uma contradição viva: amando a sua glória acima de todas as coisas e ainda assim não satisfeitos com seus atos que tornam a sua glória conhecida. Ele seria hipócrita e falso. A sua beleza seria banida e com isso todo o seu prazer! E Ele seria inconfiável, pois não se pode acreditar em um Deus que os valores são tão inconstantes que Ele se enaltece em um minuto e concorda com insultos logo a seguir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Ela garante que a Glória de Deus seja espalhada &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazer de Deus na obediência é uma boa notícia, pois ela garante a promessa que algum dia a glória de Deus será realmente complete na terra da mesma maneira que as águas cobrem a o oceano. Se Deus fosse indiferente à desobediência, não haveria certeza que a era por vir estaria sem qualquer atitude de desonra de Deus. Mas pelo fato Dele odiar a desobediência e amor à obediência podemos ter certeza que nosso desejo por um mundo cheio da Glória de Deus certamente chegará. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Mostra que a graça de Deus é um Poder Glorioso &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois isso mostra que a graça de Deus é um poder glorioso e não apenas uma tolerância insignificante do pecado. A glória da graça de Deus é vista não apenas no fato de Deus observar os pecados dos que crêem, mas também pelo fato de gradualmente, finalmente e com vitória erradicar esses pecados. Se Deus não tivesse prazer na obediência, a graça soberana poderia nunca ser vista no seu poder de conquistar o pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Os comandos de Deus não são muito severos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois seus comandos não são muito severos. Eles são tão difíceis de serem obedecidos como a sua glória é difícil de ser apreciada e suas promessas são difíceis de serem acreditadas. Deuteronômio 30:11 diz, &amp;quot;Esse comando o qual lhes é dado hoje não é muito difícil para vocês.&amp;quot; E 1 João 5:3 diz, &amp;quot;Esse é o amor de Deus, que nós mantenhamos os seus comandos. E Seus comandos não são penosos.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Tudo o que Deus nos comanda é para o nosso próprio bem &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazer de Deus na obediência é boa notícia, pois tudo que Deus comanda é para o nosso próprio bem. Então Deus é realmente prazeroso quando ele tem prazer em nossa obediência, que é a nossa mais profunda e permanente alegria. Deuteronômio 10:12–13 diz, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E agora, ó Israel, que é que o Senhor lhe pede, e que tema o Senhor teu Deus, que ande em Seus caminhos, que o ame, e que sirva o senhor teu Deus com todo o seu coração e toda a sua alma, e mantenha os seus comandos e seus estatutos de Senhor os quais eu comando hoje pelo seu próprio bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. A obediência que Deus ama é a obediência da fé &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E finalmente o prazer de Deus é boa notícia, pois a obediência que Ele ama é a obediência da fé. A fé significa manter a sua própria esperança na misericórdia de Deus. A misericórdia significa que nossa obediência não precisa ser perfeita; ela apenas precisa ser penitente. &amp;quot;Se confessarem os seus pecados, Ele é fiel e justo e perdoará seus pecados e o purificará de toda a maldade” (1 João 1:9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus ainda é a fonte da montanha e não um cocho. A obediência não é para passar de mão em mão para satisfazer as Suas necessidades. A obediência são os esforços irreprimíveis de “relações públicas” daqueles que não experimentaram e não perceberam que o Senhor é bom.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Prazer_de_Deus_na_Obedi%C3%AAncia</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Prazer de Deus em Seu Filho</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_de_Deus_em_Seu_Filho</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Pleasure of God in His Son}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Mateus 17:5''' &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Este é o meu Filho amado de quem me agrado. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Introdução''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós estamos começando uma nova série de mensagens hoje que, se Deus quiser, irá até o domingo de Páscoa, dia 19 de Abril. Então, eu gostaria de começar explicando como eu fui movido a desenvolver esta série. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ver é Tornar-se''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando se trata do entendimento de o que deve acontecer no ato da pregação, eu sou guiado por vários textos bíblicos, especialmente 2 Coríntios 3:18: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acredito que este texto nos ensina que uma das maneiras em que somos transformados progressivamente à semelhança de Cristo é olhando para sua glória. “Todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados.” A maneira de tornar-se mais e mais como o Senhor é fixar seu olhar em sua glória e mantê-lo em foco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós cantarolamos a música que escutamos. Nós falamos como os nossos amigos. Nós pegamos as manias dos nossos pais. E nós, naturalmente, tendemos a imitar aqueles que mais admiramos. E do mesmo jeito é com Deus. Se nós fixarmos nossa atenção nele e mativermos sua glória em foco, nós seremos transformados de glória em glória, à sua semelhança. Se os adolescentes tendem a usar o mesmo penteado que os artistas que eles admiram, do mesmo modo Cristãos tenderão a formar seu caráter como o Deus que eles admiram. Nesse processo espiritual ver não é apenas crer; ver é tornar-se. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A pregação como a Revelação da Glória de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lição que eu tiro disso para a pregação é que em grande parte ela deve ser a revelação da glória de Deus, porque o objetivo da pregação é transformar as pessoas à selhança de Cristo. Eu acho que isto bate com a visão de Paulo sobre a pregação porque apenas quatro versículos depois, em 2 Coríntios 4:4, ele descreve o conteúdo de sua pregação como “a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” E logo depois, no versículo 6, ele o descreve um pouco diferente como a “iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, de acordo com Paulo, a pregação é um meio de se iluminar corações obscurecidos de homens e mulheres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No versículo 4 a luz é chamada de “luz do evangelho”, e no versículo 6 a luz é chamada de “luz do conhecimento”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No versículo 4 o evangelho é o evangelho da glória de Cristo, e no versículo 6 o conhecimento é o conhecimento da glória de Deus. Portanto, nos dois versículos a luz transmitida para dentro do coração é a luz da glória – a glória de Cristo e a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas estas não são realmente duas glórias diferentes. No versículo 4 Paulo diz que é a glória de Cristo, que é a imagem de Deus. E no versículo 6 ele diz que a glória Deus está na face de Cristo. Portanto a luz transmitida na pregação é a luz da glória, e pode-se referir a esta glória como a glória de Cristo que é a imagem de Deus, ou a glória de Deus perfeitamente refletida em Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pregação é a revelação ou a demonstração ou a exibição da glória divina ao coração de homens e mulheres ( 4:4-6), de maneira que pela contemplação desta glória eles sejam transformados à semelhança do Senhor com glória cada vez maior (3:18). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conhecimento pela Própria Experiência''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta não é uma construção artificial ou meramente intelectual. Ela é precisamente o que eu conheço como verdade por minha própria experiência (como muitos de vocês também sabem!): Ver Deus como ele realmente é tem se provado, vez após vez, uma força poderosa e constrangedora motivando-me em minha busca por santidade e alegria nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você e eu sabemos por experiência própria que o conflito principal na alma humana é entre duas glórias – a glória do mundo e todos os breves prazeres que ele pode oferecer, contra a glória de Deus e todos os prazeres eternos que ela pode oferecer. Estas duas glórias competem pela fidelidade, admiração e deleite dos nossos corações. E o papel da pregação é demonstrar, descrever, retratar e exibir a glória de Deus de um modo que sua excelência e valor superiores brilhem no seu coração para que você seja transformado com glória cada vez maior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Desafio Perante o Pregador''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que como um pregador eu sou, continuamente, confrontado com a questão: Como eu posso retratar da melhor maneira a glória de Deus de modo que o máximo de pessoas a verá e será transformado por ela? Enquanto eu me fazia esta pergunta no retiro, duas semanas atrás, uma nova resposta veio à minha mente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu estava lendo novamente parte de “A vida de Deus na alma do homem” (The Life of God in the Soul of Man) de Henry Scougal. Ele fez esse intrigante comentário: “O valor e a excelência de uma alma devem ser medidos pelo objeto do seu amor” (p. 62). Aquilo me bateu como uma grande verdade. E me veio o pensamento que se é verdade para o homem, como Scougal sugeriu, certamente é também verdade para Deus: “O valor e excelência da alma de DEUS deve ser medido pelo objeto de seu amor”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu então procurei nas Escrituras por vários dias todos os lugares que nos dizem o que é que Deus ama, em que ele se alegra, se deleita, se agrada e se regozija. O resultado é um plano para pregar 13 messagens entituladas “Os prazeres de Deus”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então é minha oração, e eu espero que você a fará sua oração, que ao ver os objetos do prazer de Deus nós veremos a excelência e o valor de sua alma; e ao vermos sua glória nós seremos transformados com glória cada vez maior à sua semelhança; e ao sermos transformados à sua semelhança nós confrontaremos essa cidade, e os povos inalcançados da Terra, com um testemunho vivo de um Salvador grande e irresistivelmente atraente. Que o Senhor se agrade em nos mandar um grande reavivamento de amor, santidade e poder enquanto nós olhamos para ele e oramos seriamente durante as próximas 13 semanas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Exposição''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para retratar o valor da alma de Deus no objeto do seu amor nós devemos começar do início. A primeira e mais fundamental coisa que podemos dizer sobre os prazeres de Deus é que ele tem prazer em seu Filho. Eu vou tentar desenrolar esta verdade em 5 afirmações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Deus tem prazer em seu Filho.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Mateus 17 Jesus leva Pedro, Tiago e João a uma montanha. Quando eles estão sozinhos algo completamente surpreendente acontece. De repente Deus dá a Jesus uma aparência de glória. Versículo 2: “Sua face brilhou como o sol, e suas roupas se tornaram brancas como a luz.” Depois, no versículo 5 uma nuvem resplandecente os envolve e Deus fala da nuvem: “Este é o meu Filho amado de quem me agrado. Ouçam-no!” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, Deus dá aos discípulos um breve lampejo da verdadeira glória celestial de Jesus. Isto é o que Pedro diz em 2 Pedro 1:17 – “[Cristo] recebeu honra e glória da parte de Deus Pai.” Daí Deus revela seu coração pelo Filho e diz duas coisas: “Eu amo meu Filho” (“Este é o meu Filho amado”) e “eu tenho prazer em meu filho” (“de quem me agrado”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele diz isso em uma outra ocasião: no batismo de Jesus, quando o Espírito Santo desce e unge Jesus para o seu ministério, significando o amor e o apoio do Pai – “Este é o meu Filho amado de quem me agrado.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E no evangelho de João, Jesus fala várias vezes sobre o amor do Pai por ele: por exemplo, João 3:35, “O Pai ama o Filho e entregou tudo em suas mãos.” João 5:20, “O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que faz.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Veja também Mateus 12:18 onde Mateus cita Isaías 42:1 em referência a Jesus: “Eis o meu servo, a quem escolhi, o meu amado, em quem tenho prazer.” A palavra hebraica traduzida como ‘tenho prazer’ é ratsah, e significa ‘deileitar-se.’) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então nossa primeira afirmação é que Deus Pai ama seu Filho, não com auto-negação, misericórdia sacrificial, mas com o amor de deleite e prazer. Ele se agrada de seu Filho. Sua alma deleita-se no Filho. Quando ele olha para seu Filho ele gosta, trata com carinho, admira, estima e aprecia o que vê. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. O Filho de Deus é totalmente divino''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta verdade vai nos livrar de cometermos um erro sobre a primeira. Você deve concordar com a afirmação de que Deus tem prazer em seu Filho mas talvez cometa o erro de pensar que o Filho é, meramente, um homem extraordinariamente santo que o Pai adotou como Filho porque deleitava-se muito nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas Colossenses 2:9 nos dá uma perspectiva muito diferente das coisas. “Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade.” O Filho de Deus não é meramente um homem escolhido. Ele tem a plenitude da divindade nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E Colossenses 1:19 relaciona isso com o prazer de Deus: “Toda a plenitude [da divindade] agradou-se em habitar nele.” Ou você poderia dizer (com a NVI), “Foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a [sua] plenitude.” Em outras palavras, Deus teve prazer em fazer isso. Deus não olhou para o mundo a fim de achar um homem que se qualificaria para seu deleite para daí adotá-lo como seu Filho. Ao contrário, o próprio Deus tomou a iniciativa de colocar sua plenitude em um homem no ato da incarnação. Ou nós poderíamos dizer que ele tomou a iniciativa de cobrir a plenitude de sua própria divindade com a natureza humana. E Colossenses 1:19 diz que foi do seu agrado fazê-lo. Foi o seu prazer e deleite. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós podemos tender a dizer que Deus não encontrou um Filho que o agradasse, mas ele fez um Filho que o agradasse. Mas isto também induziria a um erro porque esta plenitude da divindade, que agora habita corporalmente (Colossenses 2:9) em Jesus, já existia de forma pessoal antes que ele tomasse a naturaza humana em Jesus. Isto nos leva adiante na Divindade e à afirmação 3. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. O Filho em que Deus se deleita é a imagem eterna e reflexão de Deus e é, por conseguinte, o próprio Deus.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui em Colossenses 1:15 Paulo diz, &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ele é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação [isto é, aquele que tem a posição exaltada de Filiação divina sobre toda a criação, como mostra a próxima frase], pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
O Filho é a imagem do Pai. O que isto significa? Antes de dizermos, vamos considerer outras designações similares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus 1:3 diz do Filho, &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Em Filipenses 2:6 Paulo diz, &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Embora sendo Deus (ou embora existindo na forma de Deus), não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo.” &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Então, o Filho em quem Deus se deleita é sua própria imagem; é o resplendor da sua própria glória; é a expressão exata do seu ser; existe na forma de Deus; e é igual a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, nós não devemos ficar surpresos quando o apóstolo João, em João 1:1, diz: &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Seria um grande erro dizer que o Filho de quem Deus se agrada foi feito ou criado na incarnação ou em qualquer tempo. “No princípio era aquele que é a Palavra. Ele estava com Deus, e era Deus.” Pelo mesmo tempo em que existe Deus, tem existido a Palavra de Deus, o Filho de Deus, que tomou a natureza humana em Jesus Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora nós podemos ter uma melhor idéia de o que a Bíblia quer dizer quando o chama de a imagem ou resplendor ou expressão exata ou forma de Deus que é igual a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por toda a eternidade até hoje a única realidade que sempre existiu é Deus. Isto é um grande mistério, porque é muito difícil para nós pensarmos em Deus não tendo uma origem, apenas estando lá para todo o sempre sem nada ou ninguém tendo feito com que ele lá estivesse – uma realidade absoluta à qual cada um de nós deve ajustar-se, goste ou não. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia ensina que esse Deus eterno tem tido por todo o sempre: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*uma imagem perfeita de si mesmo; &lt;br /&gt;
*uma reflexão perfeita de sua essência; &lt;br /&gt;
*um perfeito estigma ou impressão de sua natureza; &lt;br /&gt;
*uma perfeita forma ou expressão da sua glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós estamos no limite do inefável aqui, mas talvez nós possamos ousar dizer a seguinte grandeza: Deus tem, por todo o sempre, sendo Deus, tido consiência de si mesmo, e a imagem que ele tem de si mesmo é tão perfeita e tão completa e abundante assim como é a reprodução (criação) viva e pessoal dele mesmo. E esta imagem ou reflexão ou forma viva e pessoal de Deus é Deus, a saber, Deus Filho. E, logo, Deus Filho é co-eterno com Deus Pai e igual em essência e glória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. O Prazer de Deus em seu Filho é prazer em si mesmo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sendo o Filho a imagem de Deus e o resplendor de Deus e a expressão exata de Deus e a forma de Deus, igual a Deus e, de fato, sendo Deus, logo, o deleite de Deus no Filho é deleite em si mesmo. Logo, a alegria fundamental, mais profunda, primária e original de Deus é a alegria que ele tem em suas próprias perfeições conforme ele as vê refletidas em seu Filho. Ele ama o Filho e se deleita no Filho e se alegra no Filho porque o Filho é o próprio Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio isso soa como vaidade e passa o sentimento de convencimento e presunção e egoísmo, porque isto é o que seria se algum de nós encontrasse sua maior e mais profunda alegria olhando-se no espelho. Seriamos vaidosos, convencidos, presunçosos e egoístas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas por quê? Porque nós fomos criados para algo infinitamente melhor e mais nobre e maior e mais profundo que auto-contemplação. O quê? A contemplação e o gozo de Deus! Qualquer coisa a menos que isso seria idolatria. Deus é o mais glorioso de todos os seres. Não amá-lo e deleitar-se nele é um grande insulto ao seu valor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o mesmo é verdade para Deus. Como poderia Deus não insultar o que é infinitamente belo e glorioso? Como poderia Deus não cometer idolatria? Há somente uma resposta possível: Deus deve amar e deleitar-se em sua própria beleza e perfeição acima de todas as coisas. Nós fazermos isso em frente ao espelho é a essência da vaidade. Deus fazer isso em frente ao seu Filho é a essência da retidão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é a essência da retidão ser movido por um delite perfeito no que é perfeitamente glorioso? E não é o oposto da retidão quando nós colocamos nossas maiores afeições nas coisas de menor ou nenhum valor? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então, a retidão de Deus é o infinito zelo e alegria e prazer que ele tem em seu próprio valor e glória. E se ele, em algum momento, agisse contra essa eterna paixão por suas próprias perfeições, ele seria iníquo. Ele seria um idólatra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nisso está o maior obstáculo para nossa salvação: pois como poderia esse Deus justo colocar suas afeições em pecadores como nós? Mas nisso também está o fundamento da nossa salvação, pois é precisamente a infinita estima que o Pai tem pelo Filho que faz possível para mim, um pecador perverso, ser amado e aceito no Filho; porque em sua morte ele restaurou todo o insulto e dano que eu causei à glória de Deus pelo meu pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós veremos isso vez após vez nas semanas seguintes – como o prazer infinito do Pai em suas próprias perfeições é a fonte de nossa redenção e esperança e eterna alegria. Hoje é apenas o começo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu encerro com a quinta afirmação e aplicação final. Se Scougal está certo – que o valor e a excelência de uma alma devem ser medidos pelo objeto ( e eu acrescentaria, pela intensidade) do seu amor – então... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Deus é o mais excelente e digno entre todos os seres.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por quê? Porque ele tem amado seu Filho, a imagem de sua própria glória, com energia infinita e perfeita, por toda a eternidade. Quão gloriosos e felizes têm sido o Pai, o Filho e o Espírito Santo, juntos, por toda a eternidade! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que nós reverenciemos este grande Deus! E que nós abandonemos todos os ressentimentos insignificantes, todos os prazeres efêmeros e buscas vazias da vida, e participemos do contentamento que Deus tem na imagem de suas próprias perfeições – seu Filho. Oremos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus justo, infinito e eterno, nós confessamos que temos, freqüentemente, o diminuído e exaltado nós mesmos ao centro das nossas afeições, onde somente você pertence na imagem de seu Filho. Nós arrependemos e deixamos nossa presunção e , alegremente, reverenciamos sua felicidade eterna e auto-suficiente na união da Trindade. E nossa oração, nas palavras de seu Filho (João 17:26), é que o amor com que você o amou esteja em nós, e ele esteja em nós, para que participemos dessa relação de alegria e desse oceano de amor para todo o sempre. Amém.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Prazer_de_Deus_em_Seu_Filho</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Prazer de Deus em Tudo o Que Ele Faz</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_de_Deus_em_Tudo_o_Que_Ele_Faz</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Pleasure of God in All That He Does}} &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Salmo 135:6'''&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;O Senhor faz tudo que lhe agrada, nos céus e na terra, nos mares e em todas as suas profundezas.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
'''Dois princípios estão presentes nesta série''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois princípios estão presentes no fundamento desta nova série de mensagens nos prazeres do Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Um princípio sobre o Valor da Alma '''&amp;lt;br&amp;gt;O primeiro princípio é aquele que diz “O valor e a excelência da alma é medida pelos objetos de seu amor.” (Henry Scougal). Se nós aplicarmos isso a Deus, então uma maneira de ver o valor e a excelência de Deus é meditar sobre aquilo que ele ama. &amp;lt;br&amp;gt;Outra maneira de colocar isso seria dizer que a medida da dignidade de Deus é determinada por aquilo que ele se deleita. Ou outra maneira seria dizer que a grandeza da excelência de Deus está registrada pelas suas felicidades. De onde Ele tira os seus prazeres em sinais de beleza e a preciosidade de seu caráter. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. O princípio de como somos Transformados '''&amp;lt;br&amp;gt;O segundo princípio é aquele que quando nós fixamos a atenção de nossas mentes no valor e na excelência de Deus, isto é, quando nós meditamos em sua glória, nós somos modificados gradualmente em Sua preferência. &amp;lt;br&amp;gt;E todos nós com faces não reveladas, vendo a glória do Senhor, estamos sendo modificados de acordo com Sua preferência de um nível de Glória para o outro. ( 2 Corinthians 3:18) &amp;lt;br&amp;gt;Então o meu objetivo nessas próximas 12 semanas é direcionar sua atenção para os prazeres de Deus revelados nas Escrituras; com a esperança que você verá neles alguma medida infinita do valor e da excelência de Deus; e através da visão dessa glória que você possa subir um degrau de cada vez para aquilo que Ele gosta; para que em casa e no trabalho e na escola as pessoas verão as suas boas ações e dará glória ao Pai nos céus.&amp;lt;br&amp;gt;Retrate os prazeres Dele rezando. Veja a glória Dele escutando. Alcance o que ele gosta meditando. Mostre o valor Dele no mundo. Deixe Deus ser gracioso para abençoar o ministério de sua Palavra nessas semanas.&amp;lt;br&amp;gt;'''Deus tem sempre sido Exuberantemente Feliz '''&amp;lt;br&amp;gt;A semana passada nós focamos no prazer que Deus o Pai tem no seu Filho. A lição mais importante a ser aprendida dessa verdade é isso: Deus é e sempre foi um Deus exuberantemente feliz. Ele nunca esteve sozinho. Ele tem sempre celebrado com uma satisfação enorme na glória de seu Filho. Você pode dizer que o Filho de Deus tem sempre sido a visão mental extensiva das excelências de Deus ou a visão mental dos fatos das perfeições de Deus. E assim por toda a eternidade Deus tem olhado com imensa satisfação p terreno magnífico de sua própria felicidade refletida em seu Filho. &amp;lt;br&amp;gt;'''Deus não está constrangido por nada For a de Si Mesmo '''&amp;lt;br&amp;gt;Uma segunda lição a se aprender com essa lição é que Deus não está constrangido por nada que esteja for a de si Próprio para fazer qualquer coisa que Ele não queira fazer. Se Deus estivesse infeliz, se Ele estivesse de alguma forma deficiente, aí sim Ele talvez estivesse constrangido por for a de alguma forma para fazer o que Ele não quer fazer a fim de recuperar de sua deficiência e finalmente ser feliz. &amp;lt;br&amp;gt;É assim que somos. Nós viemos ao mundo sem saber praticamente nada e temos que gastar anos e anos indo a aulas ou aprendendo em escolas de grandes repreensões. Os Pais e os Professores nos dizem para fazer coisas que nós não gostamos de fazer porque nós precisamos fazê-las para nos recuperarmos de algumas deficiências em nós mesmos – para aumentar nossos conhecimentos ou força em nossos corpos ou refinar nossas maneiras. &amp;lt;br&amp;gt;Mas Deus não é assim. Ele está cheio e completo de satisfação de toda a eternidade. Ele não precisa de educação. Ninguém pode oferecer a Ele algo que já vem diretamente Dele. E devido a isso ninguém pode suborná-lo ou coagi-lo de nenhuma maneira. Você não pode subornar uma nascente com baldes de água do vale. Assim Deus faz o que Ele faz não por inveja ou sob coação externa como se Ele fosse derrubado ou encurralado por uma situação inesperada, ou não planejada. Pelo contrário, pelo fato Dele ser complete e exuberantemente feliz e cheio de satisfação no relacionamento com a Trindade, tudo o que Ele faz é livre e sem coação. As suas façanhas são o que o enche de felicidade. Isso é o que significa quando a Escritura diz que Deus faz algo de acordo com “o bom agrado” de sua vontade. Isso significa que nada fora do próprio prazer de Deus – o prazer que Ele tem no que Ele é nada mais é do que Seu prazer – constrange as Suas escolhas e suas façanhas. Deus faz aquilo que lhe agrada. &amp;lt;br&amp;gt;Isso nos traz ao foco da mensagem de hoje – “O Prazer de Deus em tudo o que Ele faz”- e o texto de hoje Salmo 135. &amp;lt;br&amp;gt;O salmo começa nos chamando a louvar ao Senhor: “Louvai ao Senhor. Louvar o nome do Senhor.” Depois, iniciando no verso 3 o salmista nos dá razões pelas quais devemos sentir louvor crescendo em nossos corações em direção a Deus. Ele diz, por exemplo, “Louve ao Senhor, pois o Senhor é bom”. A lista de razões para louvar vai até o verso 6, e esse é o verso que quero focar com vocês esta manhã: &amp;lt;br&amp;gt;O Senhor faz tudo que lhe agrada,&amp;lt;br&amp;gt;nos céus e na terra, &amp;lt;br&amp;gt;nos mares e em todas as suas profundezas. &amp;lt;br&amp;gt;Salmo 115:3 diz a mesma coisa: &amp;lt;br&amp;gt;O nosso Deus está nos céus; &amp;lt;br&amp;gt;Ele faz o que lhe agrada.&amp;lt;br&amp;gt;Esse verso ensina que quando Deus age, Ele age de uma maneira que o agrada. Deus uma é coagido a fazer algo que Ele despreza. Ele nunca é encurralado em um canto onde o seu único recurso é fazer algo que Ele não detesta fazer. Ele faz o que lhe agrada. E assim, de alguma forma, Ele sente prazer em tudo o que Ele faz. &amp;lt;br&amp;gt;Isaias utilize a mesma palavra Hebraica (como substantiva) em Isaias 46:10 onde o Senhor diz, &amp;lt;br&amp;gt;Meu propósito permanecerá de pé,&amp;lt;br&amp;gt;e farei tudo o que me agrada.&amp;lt;br&amp;gt;Como base nesses textos e em muitos outros devemos nos curvar perante Deus e louvar a sua liberdade soberana – que de alguma forma indica que Ele sempre age em liberdade. De acordo com seu próprio “bom prazer”, seguindo os ditados de seus próprios deleitos. Ele nunca se torna a vítima das circunstâncias. Ele nunca é forçado para uma situação onde Ele deve fazer algo que não possa alegrar. &amp;lt;br&amp;gt;'''Deus realmente tem prazer em tudo aquilo que Ele faz? '''&amp;lt;br&amp;gt;Esse é uma foto gloriosa de Deus em sua liberdade soberana – para fazer qualquer coisa que lhe dê prazer e para cumprir todo o seu prazer. Mas seria uma foto confusa, um pouco fora de foco, se parássemos aqui. Para focar corretamente essa foto e para aguçá-la precisamos fazer a seguinte pergunta: &amp;quot;Como Deus pode falar em Ezequiel 18:23 e 32 que Ele não tem prazer na morte de nenhuma pessoa impenitente, se na realidade Ele realiza todos os seus prazeres e tudo aquilo que lhe dá prazer? &amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt;'''A pergunta levantada por Ezequiel 18 '''&amp;lt;br&amp;gt;Em Ezequiel 18:30 Deus está alertando a nação de Israel para um julgamento imparcial: &amp;quot; Assim sendo eu lhes julgarei nação de Israel, cada um de acordo com os seus caminhos, disse o Senhor.&amp;quot; E Ele está incitando-os a se arrepender: &amp;quot;Arrependam-se e afastem-se de suas transgressões.&amp;quot; E no final do verso 31 Ele diz, &amp;quot;Por que deveriam vocês morrer, ó nação de Israel? Pois não me agrada a morte de ninguém, diz o Senhor Deus; então virem-se, e vivam.&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt;Esse parece ser uma foto mais difícil do que aquela vista no Salmo 135, onde Deus faz tudo o que Lhe agrada. Aqui Ele aprece estar encurralado. Parece que Ele está sendo forçado a julgá-los quando Ele realmente não quer. Ele parece estar preste a fazer algo que não Lhe agrada. Ele vai fazer tudo que Lhe agrada ou não? Deus realmente é livre para fazer tudo de acordo com a sua vontade? Ou a sua liberdade soberana tem limites? Pode Ele fazer as coisas que lhe dão prazer até certo ponto, e depois ele é encurralado a fazer coisas que Lhe afligem? &amp;lt;br&amp;gt;'''Não podemos limitar a liberdade de Deus à Natureza '''&amp;lt;br&amp;gt;Talvez tentemos resolver o problema retornando ao Salmo 135 e dizendo que Deus faz aquilo que lhe dá prazer no mundo natural, mas não na esfera pessoal. Depois tudo é dito no verso 7: &amp;lt;br&amp;gt;Ele traz as nuvens desde os confins da terra; envia os relâmpagos que acompanham a chuva e faz que o vento saia dos seus depósitos. &amp;lt;br&amp;gt;Mas o seu esforço para limitar a liberdade de Deus para a esfera da natureza não funcionará por duas razões. &amp;lt;br&amp;gt;1. Uma é que Deus controla o vento e faz com que ele sopre quando e onde Ele deseja — o que é certamente correto (lembre-se Jesus' &amp;quot;Paz! Pare!&amp;quot;)—depois Deus é responsável pela destruição de milhares de vidas por afogamento devido a tempestades e furações e tornados e monções e tufões os quais Deus tem trazido para for a de seus depósitos no decorrer dos séculos.&amp;lt;br&amp;gt;Então quando o salmo 135 diz que o Senhor faz tudo aquilo que Lhe agrada, também tem que incluir a morte de pessoas no mar pelo vento que Ele controla sozinho. &amp;lt;br&amp;gt;2. Mas o texto não nos deixa tirar conclusões deste tipo. O salmista vai para os versos 8–11, onde menciona que a liberdade soberana de Deus nos foi mostrada no Êxodo para o Egito: &amp;lt;br&amp;gt;8) Foi Ele que matou os primogênitos do Egito, tanto do homem como do animal.... 10) Foi Ele que feriu muitas nações e matou reis poderosos. . .&amp;lt;br&amp;gt;Essa é a segunda razão pela qual não se pode limitar a liberdade de Deus neste salmo ao reino natural. Quando o salmista menciona no verso 6 que “tudo aquilo que o Senhor gosta Ele faz,&amp;quot; ele não apenas se refere implicitamente as tragédias causadas pelo vento; ele também se refere explicitamente à destruição dos Egípcios rebeldes, e nações, e os reis. Essa é a competência do que Deus faz quando Ele faz aquilo que Lhe agrada. &amp;lt;br&amp;gt;Então em Ezequiel ele diz que Deus não está satisfeito com a morte de pessoas não arrependidas, e no Salmo 135 se diz que Deus faz aquilo que Lhe agrada inclusive matar pessoas não arrependidas. E no mesmo verbo Hebreu é utilizado o Salmo 135:6 (&amp;quot;Ele se satisfaz”) e Ezequiel 18:32 (&amp;quot;ele tem prazer &amp;quot;). &amp;lt;br&amp;gt;'''O problema fica ainda pior '''&amp;lt;br&amp;gt;Antes de sugerir uma solução para esse problema, deixe-me deixá-lo ainda pior. &amp;lt;br&amp;gt;Muitos Cristãos hoje tem a concepção que Deus não é atormentado pelo seu ser encurralado em fazer coisas as quais Ele não quer fazer. E posso facilmente imaginar que a resposta dada ao que vimos até aqui seria dizer que criamos um problema artificial, pois o Salmo 135 não diz realmente que Deus sentiu prazer em destruir os Egípcios. &amp;lt;br&amp;gt;Talvez alguém possa dizer que “fazer aquilo que Lhe agrada” no Salmo 135:6 é apenas uma figura de linguagem e não tem o sentido de prazer e felicidade. E então eles diriam que Deus apenas sofre quando Ele julga os pecadores que não se arrependem, e que não existe sentido no que Ele está fazendo e no que Ele sente prazer em fazer. &amp;lt;br&amp;gt;Em resposta a isso eu diria novamente que a mesma palavra utilizada no Salmo 135:6 para Deus estar “satisfeito” é utilizada em Ezequiel 18:32 para Deus não está “satisfeito.&amp;quot; Então eu direcionaria a atenção para Deuteronômio 28:63 onde Moisés avisa sobre o julgamento que viria sobre Israel não arrependido. Mas desta vez é dito algo totalmente diferente de Ezequiel 18:32, &amp;lt;br&amp;gt;E como o Senhor teve prazer em lhes fazer o bem e lhes fazer prosperar, então o Senhor terá prazer em destruí-los e arruiná-los. (Cf. Provérbios 1:24–26; Revelação 18:20; Ezequiel 5:13.)&amp;lt;br&amp;gt;Então somos trazidos de volta ao fato inescapável que de alguma maneira Deus não tem prazer na morte dos maus ( essa é a mensagem de Ezequiel 18), e de alguma forma Ele sente esse prazer ( essa é a mensagem do Salmo 135:6–11 e de Deuteronômio28:63). &amp;lt;br&amp;gt;'''A solução par ao problema '''&amp;lt;br&amp;gt;Eu recomendei uma solução antes e vou recomendá-la novamente: nominalmente, que a morte e a miséria dos não arrependidos não é de nenhuma maneira prazer de Deus. Deus não é sádico. Ele não é malicioso ou sanguinário. Ao invés disso, quando uma pessoa rebelde, má e incrédula é julgada, o que dá prazer a Deus é a exoneração da verdade e da bondade em Sua honra e glória.&amp;lt;br&amp;gt;Quando Moisés avisou Israel que o Senhor teria prazer em arruiná-los e destruí-los caso eles não se arrependessem, ele quis dizer que aqueles que haviam se rebelado contra o Senhor e ultrapassado o limite do arrependimento não seriam capazes de se vangloriar pelo fato de terem feito o Todo-Poderoso miserável. Pelo contrário, Moisés diz que quando eles forem julgados, eles terão dado inconscientemente a Deus uma oportunidade de se alegrar na demonstração de Sua justiça e de Seu poder e do valor infinito de Sua glória.&amp;lt;br&amp;gt;'''Tenha respeito a Deus '''&amp;lt;br&amp;gt;Deixe que isso seja um alerta para todos nesta manhã. Deus não é falso. Ele não está preso ou encurralado ou coagido. Até mesmo no caminho para o Calvário Ele teve legiões ao seu dispor. “Ninguém me tira a vida; eu me deito por minha livre espontânea vontade &amp;quot;— por meu próprio prazer, pela satisfação que é colocada perante mim. Em um ponto da história do universo onde Deus pareceu encurralado, Ele estava totalmente com a situação sob controle do Ele estava fazendo precisamente o que Lhe dava prazer – morrendo para justificar os perversos como você e eu. &amp;lt;br&amp;gt;Então vamos ter respeito e nos maravilharmos essa manhã: “Nosso Deus está nos céus; Ele faz aquilo que Lhe dá prazer.&amp;quot; Amém. &amp;lt;br&amp;gt;Deus Todo Poderoso e Misericordioso, nós Te louvamos por sua felicidade sem fim na união da Trindade; que Você é um Deus infinitamente exuberante; satisfeito com o panorama de suas perfeições refletidas na beleza de seu Filho. E nós te louvamos por ser livre e soberano em sua auto-suficiência que não pode ser subornado ou coagido devido a alguma deficiência ou desejo em Seu coração. Nós te louvamos, pois seu plano e conselho são governados não por nossa vontade, mas pelo Seu prazer.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Prazer_de_Deus_em_Tudo_o_Que_Ele_Faz</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Pastor e o Seu Púlpito - Integridade Ministerial</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Pastor_e_o_Seu_P%C3%BAlpito_-_Integridade_Ministerial</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity}}“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:22 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Pastor_e_o_Seu_P%C3%BAlpito_-_Integridade_Ministerial</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Novo Nascimento e a Obrigação do Pregador</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Novo_Nascimento_e_a_Obriga%C3%A7%C3%A3o_do_Pregador</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The New Birth and the Preacher's Obligation}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''John Owen (1616–1683)'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra do Espírito de Deus na regeneração da alma dos homens deve ser analisada diligentemente pelos pregadores do evangelho e por todos a quem a Palavra é outorgada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto aos pregadores, eles têm uma razão peculiar para atentarem a este dever, pois são usados e empregados nesta obra pelo Espírito de Deus, que os utiliza como instrumentos para a realização deste novo nascimento e vida. O apóstolo Paulo se intitulou pai daqueles que foram convertidos a Deus ou regenerados por meio da Palavra de seu ministério: “Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu, pelo evangelho, vos gerei em Cristo Jesus” (1 Co 4.15). Ele foi usado no ministério da Palavra para a regeneração daqueles crentes e, portanto, era seu pai espiritual; e somente ele o era, embora mais tarde o trabalho tenha sido levado adiante por outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, se homens são, no evangelho, pais de convertidos a Deus por meio do ministério pessoal deles, não há qualquer vantagem para alguém ter assumido, um dia, esse título se não teve qualquer envolvimento nessa obra, nem no seu sucesso. Assim, falando sobre Onésimo, que foi convertido por ele na prisão, Paulo o chama de seu filho, a quem havia gerado entre algemas (Fm 10). E declarou que isso lhe havia sido prescrito como o principal objetivo de seu ministério, que incluía a comissão de pregar o evangelho (At 26.17-18). Cristo disse-lhe: “Eu te envio, para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus”; essas palavras descrevem a obra que estamos considerando. Essa também é a principal finalidade de osso ministério. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, é dever dos ministros compreender, tanto quanto puderem, a obra com a qual estão ocupados, para que não trabalhem no escuro nem combatam de forma incerta, como homens que desferem golpes no ar. O que as Escrituras revelam sobre esta obra, a sua natureza e a maneira como se realiza, suas causas, efeitos, frutos, evidências — tudo isso eles devem analisar diligentemente. Ser espiritualmente habilitado nisso é a principal arma de qualquer um para a obra do ministério. Sem esta habilidade, ele nunca estará apto a manejar bem a Palavra nem a apresentar-se como obreiro que não tem de que se envergonhar. Contudo, é raro imaginarmos com que fúria e perversidade de espírito, com que expressões de zombaria toda esta obra é mal interpretada e exposta ao desprezo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem a respeito daqueles que exercem esta função que eles “prescrevem longas e entediantes conferências de conversão, para declararem precisos e sutis processos de regeneração, visando encher a cabeça das pessoas com inúmeros medos e escrúpulos supersticiosos sobre os devidos graus da contrição piedosa, e os sintomas de uma humilhação completa”.&amp;lt;ref&amp;gt;Parker, Samuel. Defense and continuation of the ecclesiastical politie. A. Clark for J. Martyn, 1671. p. 306-307.&amp;lt;/ref&amp;gt; Se algum erro quanto a essas coisas ou a prescrição de regras sobre a conversão a Deus e a regeneração pudesse ser atribuído a certas pessoas específicas que não são asseguradas pela Palavra da verdade; se tudo isso pudesse ser cobrado de pessoas em particular, não seria errado refletir sobre essas regras e refutá-las. Entretanto, a intenção dessas expressões é evidente, e a reprovação contida nelas é lançada na própria obra de Deus. E devo confessar que acredito na degeneração que se aparta da verdade e do poder do cristianismo, na ignorância das principais doutrinas do evangelho e no desprezo lançado, por meio destas e de expressões semelhantes, sobre a graça de nosso Senhor Jesus Cristo por aqueles que não somente se declaram ministros, e também declaram possuir um nível mais elevado que o dos outros, e que serão tristemente agourentos quanto a toda a situação da igreja reformada entre nós, se não forem reprimidos e corrigidos em tempo. Mas, no presente, o que afirmo sobre este assunto é: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. O dever indispensável de todos os ministros do evangelho é inteirar-se totalmente com a natureza de seu trabalho, para que possam aquiescer à vontade de Deus e à graça do Espírito em sua realização na alma daqueles a quem ministram a Palavra. Também não podem cumprir seu trabalho e obrigação, de maneira correta, sem conhecimento apropriado dele. Se todos que os escutam nasceram mortos em delitos e pecados, se Deus os destinou para serem instrumentos de regeneração dessas pessoas, é uma loucura, da qual será necessário prestar contas um dia, negligenciar uma constante análise da natureza desta obra e dos meios pelos quais ela é realizada. A ignorância e a negligência quanto a esta necessidade, aliadas à carência de uma experiência do poder desta obra na alma deles é uma grande causa da falta de vida e do ministério não aproveitável entre nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Por semelhante modo, todos a quem a Palavra é pregada têm o dever de investigá-la. É para estes que o apóstolo fala: “Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados” (2 Co 13.5). A preocupação de todo cristão ou do que professa a religião cristã é provar e examinar em si mesmo a obra que o Espírito de Deus efetuou em seu coração. Ninguém o impedirá de fazer isso, exceto aqueles que desejam enganálos e levá-los à perdição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(1) A doutrina da obra de pregação nos foi revelada e ensinada:'' “As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei” (Dt 29.29). Não falamos em investigar ou informar-nos, com curiosidade, sobre as coisas ocultas, ou secretas, ou as ações encobertas do Espírito Santo. Falamos apenas sobre um esforço correto para pesquisar e compreender o ensino concernente a esta obra, tendo em vista esta finalidade: que possamos entendê-la. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(2) É muito importante para todos os nossos deveres e confortos que tenhamos um entendimento apropriado da natureza da obra de pregação e de nosso próprio interesse nela.'' A análise de ambas essas coisas não pode ser negligenciada sem a maior insensatez; a isso podemos acrescentar: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''(3) O perigo de que os homens sejam enganados quanto ao assunto da regeneração, ou seja, a base sobre a qual se firmam e dependem o seu estado e condição eternos.'' É certo que, no mundo, muitos se enganam neste assunto; evidentemente, vivem num destes erros perniciosos: a) que os homens vão para o céu ou que podem “entrar no reino de Deus” sem nascer de novo, o que é contrário ao que nosso Salvador disse (Jo 3.5). b) Outro erro é o pensamento de que os homens podem nascer de novo e continuarem vivendo no pecado, mas isso contradiz 1 João 3.9. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''John Owen (1616–1683).''' Teólogo e pastor congregacional. Seus trabalhos escritos, que totalizam vinte e quatro volumes, estão entre os melhores recursos para estudos teológicos na língua inglesa. Nasceu em Oxfordshire, na vila de Stadham, Inglaterra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:15 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Novo_Nascimento_e_a_Obriga%C3%A7%C3%A3o_do_Pregador</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Definição do Novo Nascimento</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Defini%C3%A7%C3%A3o_do_Novo_Nascimento</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The New Birth Defined}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do começo ao fim, a salvação é inteiramente pela graça. Paulo disse: “Pois nós também, outrora, éramos néscios, desobedientes, desgarrados, escravos de toda sorte de paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros. Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador” (Tt 3.3-6). Esta passagem deixa claro que, pela graça e mediação de nosso Senhor Jesus Cristo, o Espírito Santo é enviado para regenerar nossa natureza e realizar em nós o novo nascimento. O ''perdão'' salva um pecador da maldição da Lei e do lago de fogo; a ''aceitação'' por meio de Cristo lhe concede a entrada no céu; mas na ''regeneração'' o domínio do pecado começa a ser destruído, e a alma passa a ser ajustada para o uso do Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo nascimento é um grande mistério, mas as Escrituras se referem a ele com persistência. “O lavar regenerador” é tão necessário quanto o lavar do sangue de Cristo. “O lavar renovador do Espírito Santo” é tão essencial quanto a “justificação que dá vida”. No espaço de quatro versículos, nosso Senhor declara três vezes a importância do novo nascimento para que alguém seja salvo. Escute o que Ele diz: “Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus... quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus... Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo” (Jo 3.3, 5, 7). O campo de pousio&amp;lt;ref&amp;gt;Campo de pousio – a terra deixada sem cultivo e sem plantação durante a época de plantio para que se torne mais fértil; nãocultivada.&amp;lt;/ref&amp;gt; deve ser arado, pois, do contrário, a boa semente não é arraigada em nosso coração. A oliveira brava deve ser enxertada na boa oliveira ou permanece sem valor. Toda a Escritura ensina essa doutrina. Cristo não via como surpreendente o fato de que um vil pecador tinha de passar por uma grande mudança espiritual, antes de tornar-se idôneo para servir a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez não exista um erro mais absurdo do que o ensino de que o batismo com água é a regeneração sobre a qual Jesus Cristo e seus apóstolos insistiam. Quando os homens confundem “o lavar regenerador” com o lavar por meio da água, estão plenamente prontos a seguir (e, de fato, ''já'' estão seguindo) os passos daqueles que confundiram a “circuncisão... que é somente na carne” com a circuncisão que é “do coração, no espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus” (Rm 2.29). Por semelhante modo, talvez não exista um erro mais prejudicial do que este. É monstruoso que tal erro e loucura sejam ensinados em países onde a Palavra de Deus é tão conhecida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns acrescentam ao batismo uma mudança exterior e insistem que isso deve ser admitido como suficiente. Supondo que isto fosse o que Cristo e seus apóstolos queriam dizer, seria impossível defendê-los da acusação de usar linguagem muito enigmática para comunicar uma idéia tão simples. Entretanto, tal crença nunca foi acolhida por aqueles que têm um respeito apropriado pela Palavra de Deus. Portanto, este assunto não exigirá mais atenção neste momento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teólogos sensatos têm concordado notavelmente em nos dizer o que é a regeneração. O Dr. Witherspoon disse: “O novo nascimento envolve uma mudança total; alcança a pessoa por inteiro, não alguma particularidade, mas toda a pessoa, sem exceção”. Ele mostra de forma detalhada que o novo nascimento não é parcial, externo, imperfeito, e sim total, interno, essencial, completo e sobrenatural. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Charnock disse: “A regeneração é uma mudança imensa e poderosa realizada na alma pela obra eficaz do Espírito Santo, na qual um princípio vital, um novo comportamento, a Lei de Deus e uma natureza divina são colocados e formados no coração, capacitando a pessoa a agir com santidade, de um modo que agrada a Deus, e fazendo-a crescer nisto para a glória eterna”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dr. Thomas Scott cita, e aprova, outra definição, mas não revela o nome do autor. Ele disse: “A regeneração pode ser definida como uma mudança realizada pelo poder do Espírito Santo no entendimento, na vontade e nas afeições de um pecador, o que consiste no início de um novo tipo de vida e dá outra direção à sua opinião, aos seus desejos, às suas buscas e à sua conduta” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora esta mudança seja chamada por vários nomes, a doutrina bíblica referente a ela é uniforme. Às vezes, é chamada de santa vocação, criação, nova criação, transportar, circuncisão do coração, ressurreição. Entretanto, seja qual for o nome, o verdadeiro sentido é comunicado em toda a Escritura, em termos muito solenes e como um rico fruto da graça de Deus. Assim diz Paulo: “Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça, aprouve revelar seu Filho em mim...” (Gl 1.15-16). Mais uma vez: “[Deus] que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (2 Tm 1.9). E Pedro diz: “O Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória” (1 Pe 5.10). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As igrejas mais puras jamais duvidaram da necessidade desta mudança. Elas também concordam quanto à natureza de tal mudança. A Assembléia de Westminster&amp;lt;ref&amp;gt;A Assembléia de Westminster de 1643 (ou, tradicionalmente, a Assembléia dos Teólogos de Westminster) – uma assembléia de 121 teólogos designados pelo Longo Parlamento “Puritano” com a finalidade de elaborar propostas para a reforma da igreja da Inglaterra. A Assembléia produziu a Confissão de Fé de Westminster, o Catecismo Maior e o Breve, o Diretório do Culto Público e a Forma de Governo Eclesiástico.&amp;lt;/ref&amp;gt; ensina que Deus “se agrada em chamar [os eleitos], de um modo eficaz, no tempo que Ele estabeleceu, por meio de sua Palavra e Espírito, do estado de pecado e morte, no qual, por natureza, encontram-se, para a graça e salvação por intermédio de Jesus Cristo. Deus faz isso iluminando a mente deles, de forma espiritual e salvífica, para que entendam as coisas de Deus; tirando deles seu coração de pedra e dando-lhes um coração de carne; renovando-lhes a vontade; induzindo-os, por seu imenso poder, àquilo que é bom e levando-os com eficácia a Jesus Cristo. Mesmo quando se chegam a Cristo o mais livremente possível, ainda estão recebendo, pela graça de Deus, esta disposição”.&amp;lt;ref&amp;gt;Confissão de Fé de Westminster, 10.1.&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Segunda Confissão Helvética &amp;lt;ref&amp;gt;Segunda Confissão Helvética — uma confissão da reforma suíça, escrita por Henrique Bullinger (1504–1575).&amp;lt;/ref&amp;gt; diz: “Na regeneração, o entendimento é iluminado pelo Espírito Santo, para que possa compreender os mistérios e a vontade de Deus. E a vontade em si mesma não somente é mudada pelo Espírito, mas também é dotada de habilidades, de modo que, por iniciativa própria, possa querer e fazer o bem”.&amp;lt;ref&amp;gt;Segunda Confissão Helvética, 9.6.&amp;lt;/ref&amp;gt; E cita como prova Romanos 8.4; Jeremias 31.33; Ezequiel 36.27; João 8.36; Filipenses 1.6, 29; 2.13. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Sínodo de Dort&amp;lt;ref&amp;gt;O Sínodo de Dort ou Dordt – um conselho convocado para regular a séria controvérsia nas igrejas holandesas iniciadas pela ascensão do arminianismo. Os arminianos eram seguidores de Jacob Arminius, um professor de teologia na Universidade de Leiden que questionava o ensino de Calvino em certos pontos importantes.&amp;lt;/ref&amp;gt; diz: “Esta graça regeneradora de Deus não age nos homens como se eles fossem seres inanimados; não anula a vontade nem as características da vontade deles; e não a constrange com violência, mas vivifica espiritualmente, cura, corrige e, com poder, embora gentilmente, submete-a; a fim de que, onde a rebeldia da carne e a obstinação antes dominavam sem controle, agora comece a reinar uma obediência disposta e sincera ao Espírito. Esta mudança constitui o resgate e a liberdade verdadeira e espiritual de nossa vontade...”&amp;lt;ref&amp;gt;Os Artigos de Dort, 3.16&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade é que, se ignoramos a regeneração, a única esperança de um pecador ser novamente santo ou feliz acaba ''para sempre''. A Igreja da Irlanda&amp;lt;ref&amp;gt;Os Artigos Irlandeses – cento e quatro pontos teológicos adotados pela Igreja Episcopal Irlandesa (1615), escritos por James Usher (ver nota 14). Estes artigos influenciaram muito a Confissão de Fé de Westminster.&amp;lt;/ref&amp;gt; defende que “todos os eleitos de Deus são, em seu tempo, inseparavelmente unidos a Cristo, pela influência vital e eficaz do Espírito Santo, procedente dEle, como cabeça, para cada membro verdadeiro de seu corpo espiritual. Assim, tendo sido feito um com Cristo, os eleitos são verdadeiramente regenerados e transformados em co-participantes dEle, bem como de todos os seus benefícios”.&amp;lt;ref&amp;gt;Artigos de Religião Irlandeses 33&amp;lt;/ref&amp;gt; De fato, nada aflige mais uma pessoa que considera, de forma correta, o estado de perdição em que se encontra do que ver destruída ou seriamente abalada a esperança que brota da doutrina da regeneração... Cada homem que já teve seus olhos abertos para contemplar sua própria miséria e vileza concordará com a declaração de Usher: “Não é uma pequena transformação que salva o homem, não, nem toda a moralidade do mundo, nem todas as graças comuns do espírito de Deus, nem a mudança externa da vida; tudo isso não é suficiente, a menos que sejamos vivificados e que uma nova vida seja produzida em nós” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua idade avançada, quando não enxergava mais o suficiente para ler, John Newton ouviu alguém repetir o seguinte texto: “Pela graça de Deus, sou o que sou” (1 Co 15.10). Ele permaneceu calado por alguns instantes e, como se falasse consigo mesmo, disse: “Eu não sou o que devo ser. Ah! quão imperfeito sou! Não sou o que desejo ser. Abomino o que é mau e anelo apegar-me ao que é bom. Não sou o que espero ser. Logo me despirei da mortalidade e, com ela, de todo pecado e imperfeição. Embora não seja o que devo ser, o que desejo ser e o que espero ser, ainda posso dizer, em verdade, que não sou o que fui outrora, escravo do pecado e de Satanás; posso, sinceramente, unir-me ao apóstolo e reconhecer: ‘Pela graça de Deus, sou o que sou’”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso segundo nascimento nos leva a um estado de graça. É uma das misericórdias mais ricas da aliança de Deus. Quando uma pessoa nasce de novo, acontece um ataque fatal ao reino de Satanás no coração, pois “o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3.6). ''Esta é uma obra de poder espantoso!'' O Sínodo de Dort teve um bom motivo para ensinar que “Deus, ao regenerar um homem, usa uma força absoluta por meio da qual Ele é capaz de, poderosa e infalivelmente, submeter e redirecionar a vontade do homem para a fé e a conversão”.&amp;lt;ref&amp;gt;Cânones do Sínodo de Dort: Rejeição de erros nos capítulos três e quatro, nos nove artigos.&amp;lt;/ref&amp;gt; Paulo usou todas as palavras fortes que ele conhecia para nos ensinar que somos renovados por poder, por uma força surpreendente. Ele orou para que os crentes de Éfeso soubessem “qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder; o qual exerceu ele em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos” (Ef 1.19-20). Não conhecemos poder maior do que a força que realizou a ressurreição do Senhor Jesus Cristo. Também o mesmo poder converte a alma... O Dr. Nevins diz: “Alguns pensam e descrevem a salvação de uma alma como algo fácil — a ação de subjugar a vontade — a mudança de um coração. Fácil? É a maior obra de Deus... Deus, ao salvar uma alma, empregou uma força maior do que a necessária para criar muitos mundos”. Em seu livro ''Views in Theology'', o Dr. Beecher admite: “O poder de Deus na regeneração está entre as maiores demonstrações de sua onipotência na história do universo. Quando a formosa criação surgiu da mão de Deus, em frescor de beleza, as estrelas matutinas cantaram juntas, e todos os filhos de Deus gritaram de alegria. Entretanto, canções mais encantadoras celebrarão e brados mais sonoros se farão ouvir na consumação da redenção pelo poder do Espírito de Deus...” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''William S. Plumer '''(1802–1880). Ministro americano da Igreja Presbiteriana, autor de ''Vital Godliness, The Law of God'' e muitos outros livros. Nasceu em Greensburg (Pensilvânia). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:04:06 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Defini%C3%A7%C3%A3o_do_Novo_Nascimento</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Novo Nascimento</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Novo_Nascimento</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The New Birth}}Durante o início do ministério de nosso Senhor, um fariseu, chamado Nicodemos, veio ao seu encontro e envolveu-O numa conversa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após o reconhecimento de Nicodemos no sentido de que Jesus era um verdadeiro mestre e que viera da parte de Deus, o Senhor Jesus começou a falar sobre a necessidade do novo nascimento. Ele disse a Nicodemos: “Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” (Jo 3.3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem aqui duas palavras gregas que podem transmitir um duplo significado, quando traduzidas para nosso idioma. Estas duas palavras comumente são traduzidas “nascer de novo”, mas poderiam ser traduzidas “gerado” e “de cima”. Portanto, a afirmação poderia ser traduzida deste modo: “A menos que alguém seja gerado [isto é, receba vida] de cima, não pode ver o reino de Deus”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos de possuir vida nova. Esta nova vida tem de vir de cima, ou seja, de Deus. Ele precisa gerar esta vida em nós. Sem o novo nascimento, não podemos ver o reino de Deus. O Senhor Jesus gravou na mente de Nicodemos a verdade de que, se Deus não agir para salvarnos, não poderemos ser salvos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus ensinou a Nicodemos que nada menos do que nos tornarmos novas criaturas poderá nos salvar. Não podemos ver a Deus no estado em que nos encontramos. Tem de haver uma mudança radical, descrita na Bíblia como um novo nascimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''DEUS AGE SOZINHO''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visto que somos pecadores diante de Deus, todos nós estamos mortos em ofensas e pecados. Nada menos do que a intervenção de Deus pode trazer-nos à vida espiritual. Visitar pecadores indignos e aplicar a Palavra da vida ao coração deles é uma obra especial do Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nicodemos pensou que um milagre estranho tinha de acontecer. De alguma maneira, um homem precisava retornar ao ventre materno e nascer pela segunda vez! Nosso Senhor reconheceu que temos de ser nascidos de uma mulher (descrevendo isso como ser nascido da “carne”); todavia, Ele insistiu que temos de ser nascidos do Espírito de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que podemos fazer para conseguir esse novo nascimento da parte de Deus? A resposta é: “Nada”. Muitos livros já foram escritos por pessoas bem intencionadas que reivindicam instruir outras sobre como nascer de novo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, se somos fiéis à Palavra de Deus, temos de reconhecer que não podemos ensinar a alguém como nascer de novo. Isso era o que os apóstolos de Cristo não faziam, quando evangelizavam. Eles nunca chegavam em uma cidade e anunciavam que o tema do sermão daquele dia seria “Como Nascer de Novo”. Pelo contrário, eles exortavam as pessoas a se converterem de seus pecados e crerem em Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''TORNANDO DISPOSTO''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, podemos ensinar às pessoas como vir a Cristo, para serem salvas. Elas têm de se arrepender de seus pecados e pôr sua confiança em Cristo, para salvá-las. Mas o arrependimento e a fé resultam do novo nascimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, quando uma pessoa é nascida de novo, ela é capacitada, por meio da nova vida que lhe foi transmitida, a arrepender-se e crer em Cristo. Arrepender e crer é o que nós fazemos. O novo nascimento, porém, é algo que somente Deus pode fazer; e Ele precisa realizá-lo em primeiro lugar. A ''Confissão de Fé de Westminster'', dos presbiterianos, e a ''Confissão de Fé de 1689'', dos batistas, descrevem o novo nascimento como uma obra do Espírito Santo, “iluminando-lhes a mente de maneira espiritual e salvadora, para que compreendam as coisas de Deus, tirando-lhes o coração de pedra e dando-lhes um coração de carne; renovando-lhes a vontade e, pela sua onipotência, predispondo-os para o bem e trazendo-os irresistivelmente a Jesus Cristo. No entanto, eles vêm a Cristo espontânea e livremente, porque a graça de Deus lhes dispõe o coração para isso”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O NOVO NASCIMENTO VEM EM PRIMEIRO LUGAR''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que vem em primeiro lugar, o arrependimento ou o novo nascimento? Em primeiro lugar, acontece a regeneração, ou seja, o novo nascimento, por intermédio do Espírito Santo. Depois vêm o arrependimento e a fé em Cristo como resultados da obra de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Confissão de Fé da Convenção Batista do Sul (''The Baptist Faith and Message'') afirma-o nestas palavras: “A regeneração, ou seja, o novo nascimento, é uma obra da graça de Deus mediante a qual os crentes se tornam novas criaturas em Cristo Jesus. É uma mudança do coração, realizada pelo Espírito Santo através da convicção de pecado, à qual o pecador reage em arrependimento para com Deus e fé no Senhor Jesus Cristo. O arrependimento e a fé são experiências inseparáveis realizadas pela graça divina”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você já nasceu de novo, você se arrependerá e crerá em Jesus. Deus nos outorgou a capacidade de nos arrependermos, quando não o fez a outras pessoas. Ele nos deu a fé em Cristo, quando outros não crêem. O Senhor Jesus disse a alguns de seus inimigos que eles não criam nEle, porque o Pai não os havia capacitado a fazer isso (Jo 6.60-65). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''CONTROLAR O VENTO?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguém poderia argumentar: “Eu pensava que Deus nos concede a vida porque nos arrependemos. O arrependimento não é a condição para alguém ser nascido de novo?” Não, de conformidade com o ensino do Senhor Jesus. Ele disse a Nicodemos: “O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” (Jo 3.8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você e eu podemos controlar o vento? Nós nos levantamos a cada dia e decidimos quão velozmente o vento soprará ou de que direção ele virá? Podemos impedir um tornado de causar destruição, enquanto ele passa por um povoado indefeso? É claro que não. O vento sopra onde lhe agrada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não podemos controlar ou dirigir o Espírito Santo em sua obra de transmitir vida nova aos pecadores. Ele nos regenera, nos ressuscita para uma nova vida e nos faz “nascer de novo”. O vento do Espírito tem de soprar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a razão por que oramos a fim de que o Espírito de Deus venha sobre nossos amigos e parentes que não conhecem a Jesus. Pedimos que Deus os salve. Sabemos que, se eles têm de vir a Cristo, deverão ser atraídos a Ele pela obra de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem viverão” (Jo 5.24-25). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A OBRA DO ESPÍRITO SANTO''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por natureza, estamos mortos em nossos pecados. Não podemos salvar a nós mesmos. Deus tem de agir para resgatar-nos. Ele fez isso, ao enviar seu Filho para morrer em lugar dos pecadores na cruz. No entanto, a obra expiatória de Cristo precisa ser aplicada a cada um de nós: esta é a obra do Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Pai, desde a eternidade, nos escolheu. O Filho morreu em favor de seu povo, no tempo e na História. O Espírito Santo nos traz o benefício da morte de Cristo, bem como nos traz em Si mesmo à ressurreição e à vida de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Servindo-se do mesmo poder com que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, o Espírito Santo nos toca, quando ainda estamos espiritualmente desamparados, mortos diante de Deus. Repentinamente, ressurgimos de nosso sepulcro espiritual; cremos no evangelho, cremos em Cristo, dependendo completamente dEle para nos salvar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nosso estado de morte espiritual, não amávamos a Deus. Agora, nós O amamos, porque Ele nos amou primeiro. Não amávamos nosso próximo. Agora amamos até aqueles que antes odiávamos. Todos estes são os resultados miraculosos do novo nascimento. O Senhor nos tocou com seu poder ressuscitador. Estamos verdadeiramente vivos pela primeira vez. Nascemos de novo! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos de deixar claro que o Espírito Santo, ao realizar esta obra divina, utiliza a Palavra de Deus. A pregação do evangelho é uma parte essencial na obra de regeneração realizada pelo Espírito Santo — “Pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pe 1.23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''LEVANTE-SE!''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisa haver uma apresentação das verdades do evangelho, se um pecador tem de vir a Cristo para a salvação. Entretanto, a chamada externa, para o pecador receber a Cristo, como Senhor e Salvador, não pode salvar, se permanece sozinha. É necessário haver também uma obra interna do Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como a voz de Deus afirmou: “Haja luz”, assim também o Espírito Santo traz luz ao nosso mundo de trevas. Ele diz à nossa alma morta: “Levante-se!” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é semelhante ao aparecimento do Senhor Jesus diante do túmulo de Lázaro, quando Ele clamou em voz alta para que o morto saísse do sepulcro. E, assim como Lázaro foi chamado dos mortos para a vida, por intermédio do poder de Deus, assim também somos ressuscitados pelo poder de Deus que opera em nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É evidente que, fisicamente, Lázaro morreu outra vez. Todavia, isto não acontece à vida espiritual daqueles que nasceram de novo. A vida eterna que começou com o novo nascimento nunca acabará.&amp;lt;br&amp;gt;_________________&amp;lt;br&amp;gt;''(Extraído de Be Sure What you Believe – Tenha Certeza do que Você Crê – escrito pelo autor.)&amp;lt;br&amp;gt;''&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Novo_Nascimento</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Missao da Igreja</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Missao_da_Igreja</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Mission of the Church}}A missão da igreja não é reformar o mundo, nem erradicar as suas práticas más. Nosso único propósito é pregar o evangelho de Cristo. Se homens e mulheres chegarem a amar o Salvador, não há dúvida de que a conduta exterior deles será transformada. As seguintes palavras foram ditas por John Newton em uma conferência de pastores, em janeiro de 1778. Ele estava falando sobre ''como a igreja pode realizar transformações morais no mundo''. Seus comentários se mostram tão apropriados hoje como o foram na sua época.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;“O evangelho de Cristo, o glorioso evangelho do Deus bendito, é o único instrumento eficaz para transformar a humanidade. O homem que possui e sabe como utilizar esta grande e maravilhosa ferramenta, se posso fazer esta comparação, conseguirá facilmente aquilo que, de outro modo, seria impossível. O evangelho remove as dificuldades intransponíveis à capacidade humana: faz o cego ver e o surdo ouvir; amolece o coração de pedra; ressuscita aquele que estava morto em ofensas e pecados para um vida de retidão.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Nenhuma outra força, exceto a do evangelho, é suficiente para remover os imensos fardos de culpa de uma consciência despertada; para aquietar o ardor de paixões incontroláveis; para levantar uma alma mundana atolada no lamaçal da sensualidade e da avareza, para uma vida divina e espiritual, uma vida de comunhão com Deus.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Nenhum sistema, exceto o evangelho, é capaz de transmitir motivos, encorajamentos e perspectivas suficientes para resistir e frustrar todas as armadilhas e tentações com as quais o espírito deste mundo, com suas carrancas ou com seus sorrisos, se esforça para intimidar e afastar-nos do caminho do dever. Mas o evangelho, entendido corretamente e recebido com alegria, trará vigor ao desanimado e coragem ao temeroso. Tornará generoso o mesquinho, moldará a lamúria em bondade, amansará a fúria de nosso íntimo.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Em resumo, o evangelho dilata o coração egoísta, enchendo-o com um espírito de amor para com Deus, de obediência alegre e irrestrita para com a vontade dEle, bem como de benevolência para com os homens.”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Missao_da_Igreja</comments>		</item>
		<item>
			<title>As Coisas Pequenas</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/As_Coisas_Pequenas</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Little Things}}Somos incapazes de realizar o mais humilde ato da vida cristã, se não recebemos de Deus o vigor do Espírito Santo. Com certeza, meus irmãos, é nestas COISAS PEQUENAS que geralmente percebemos, acima de tudo, a nossa fraqueza. Pedro foi capaz de andar sobre a água, mas não pôde suportar a acusação de uma criada. Jó suportou a perda de todas as coisas, porém as palavras censuradoras de seus falsos amigos (embora fossem apenas palavras) fizeram-no falar mais amargamente do que todas as outras aflições juntas. Jonas disse que tinha razão em ficar irado, até à morte, A RESPEITO DE UMA PLANTA.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Você não tem ouvido, com certa freqüência, que homens poderosos, sobreviventes de muitas batalhas, foram mortos por um acidente trivial? John Newton disse: “A graça de Deus é tão necessária para criar no crente a atitude correta diante da quebra de uma louça valiosa como diante da morte de um parente querido”. Estes pequenos vazamentos precisam dos mais cuidadosos tampões. ''Nas coisas pequenas, bem como nas coisas grandes, o justo tem de viver pela fé!'' &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Crente, você não é suficiente para nada! Sem a graça de Deus, não pode fazer coisa alguma. Nossa força é fraqueza — fraqueza até para as coisas pequenas; fraqueza para as situações fáceis, bem como para as complexas; fraqueza nas gotas de tristeza, como também nos oceanos de aflição. Aprenda bem o que nosso Senhor disse aos seus discípulos: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15.5)&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:41 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:As_Coisas_Pequenas</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Incapacidade Da Ventade Humana</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Incapacidade_Da_Ventade_Humana</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Impotency of the Human Will}}Está na esfera da vontade humana a capacidade de aceitar ou rejeitar o Senhor Jesus como Salvador? Visto que o evangelho é anunciado ao pecador e que o Espírito Santo o convence de sua condição de perdido, está no poder de sua própria vontade resistir ou render-se a Deus? As respostas destas perguntas definem nossa opinião a respeito da depravação do homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os crentes concordam com o fato de que o homem é uma criatura caída. Mas, freqüentemente, é muito difícil determinar o que eles querem dizer ao utilizarem o vocábulo “caído”. A impressão geral parece ser esta: o homem não está mais na mesma condição em que saiu das mãos do Criador; ele está sujeito a enfermidades e herdou tendências perversas; mas, se empregar ao máximo as suas habilidades, o homem será, de alguma maneira, capaz de desfrutar o máximo da felicidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh! quão distante isso está da terrível verdade! Enfermidades, doenças e a morte física são apenas ninharias em comparação com os resultados morais e espirituais da Queda! Somente quando examinamos as Escrituras Sagradas, podemos obter alguma idéia correta a respeito da extensão dessa terrível calamidade. Quando dizemos que o homem é totalmente depravado, estamos afirmando que a entrada do pecado na constituição humana afetou todas as partes e todas as faculdades do homem. A depravação total significa que o homem, em seu corpo, alma e espírito, é escravo do pecado e servo de Satanás — está andando de acordo com “o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Ef 2.2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não precisamos argumentar em favor desta verdade; é um fato comum da experiência dos homens. O homem é incapaz de atingir suas próprias aspirações e concretizar seus próprios ideais. Ele não pode fazer as coisas que gostaria de fazer. Existe uma incapacidade moral que o paralisa. Esta é uma prova de que ele não é um ser livre e que, ao contrário disso, é um escravo do pecado e de Satanás. “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (Jo 8.44). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pecado é muito mais do que uma atitude ou uma série de atitudes; é a constituição do próprio homem. O pecado cega o entendimento, corrompe o coração e separa o homem de Deus. E a vontade do homem não escapou dos efeitos do pecado. A vontade está sob o domínio do pecado e de Satanás. Portanto, a vontade não é livre. Em resumo, as afeições amam e a vontade escolhe de acordo com o estado do coração; e, visto que este é enganoso e desesperadamente corrupto, mais do que todas as coisas, “não há quem entenda, não há quem busque a Deus” (Rm 3.11).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:34 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Incapacidade_Da_Ventade_Humana</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Espírito Santo: Autor da Escritura</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Esp%C3%ADrito_Santo:_Autor_da_Escritura</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Holy Spirit: Author of Scripture}} &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''2 Pedro 1:20-21'''&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Em 27 de Junho de 1819, Adoniram Judson batizou seu primeiro convertido em Burma. Sua esposa, Ann Hasseltine, descreveu como Moung Nau respondeu à Escritura: “Poucos dias antes eu estava lendo com ele as palavras de Cristo no Sermão do Monte. Ele estava profundamente impressionado e dotado de uma solenidade incomum. ‘Estas palavras,’ disse ele, ‘tomaram-me as entranhas; fizeram-me tremer.’” Deus falara através do profeta Isaías, 2.700 anos atrás e disse, “… mas, para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra…Ouvi a palavra do SENHOR, vós, os que a temeis” (Isaías 66:2, 5). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O Impacto da Bíblia na História  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por dois mil anos, a Bíblia tem se entranhado em diversos homens e os feito tremer—primeiro, de medo, porque revela nossos pecados, então com fé, porque revela a Graça de Deus. Um único versículo, Romanos 13:13, convenceu e converteu o imoral Agostinho. Para Martinho Lutero, um monge miserável, a luz irrompeu através de Romanos 1:17. Diz ele, &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Noite e dia ponderei até ver a conexão entre a justiça de Deus e a declaração de que “o justo viverá da fé”. Então eu tomei para mim que a justiça de Deus é essa retidão pela qual, através da graça e pura misericórdia, Deus justifica-nos pela fé. Daí em diante senti que havia renascido e partido por portas abertas para o paraíso. (''Here I Stand'', p. 49) &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Para Jonathan Edwards, foi 1 Timóteo 1:17. Ele disse, &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;O primeiro exemplo, do qual me recordo, deste tipo de doce deleite interior em Deus e nas coisas divinas, que desde então muito vivenciei, foi na leitura dessas palavras, 1 Tim. 1:17: “Assim, ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!” Ao ler essas palavras, veio à minha alma … uma impressão da glória do Ser Divino; uma nova sensação diferente de qualquer coisa que eu, antes, experimentara. Nunca quaisquer palavras da Escritura me pareceram como essas. (''Works'', vol. 1, p. xii) &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
De século a século, do Egito à Alemanha, da Alemanha à Nova Inglaterra, a Bíblia vem trazendo pessoas a Cristo, renovando-as. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A Bíblia como a Palavra do Homem e a Palavra de Deus  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por quê? Por que a Bíblia tem esta relevância e poder contínuos? Acredito achar a resposta em nosso texto - 2 Pedro 1:20–21: “Sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.” Esta passagem ensina que, quando você lê a Escritura, o que você está lendo não vem somente de um homem, mas também de Deus. A Bíblia é uma obra de muitos homens diferentes. Mas também é muito mais que isto. Sim, homens falaram. Eles falaram com sua própria linguagem e estilo. Contudo, Pedro menciona duas outras dimensões do seu falar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Falar da parte de Deus, Movido pelo Espírito Santo  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Primeiro'', eles falaram da parte de Deus. O que tinham a dizer não era meramente vindo de suas limitadas perspectivas. Eles não são a origem da verdade que falam; eles são o canal. A verdade é a verdade de Deus. Seu significado é o significado de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Segundo'', não é apenas o que eles falaram da parte de Deus, mas como eles falaram isto, controlados pelo Espírito Santo. “Homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo”. Deus não revelou simplesmente a verdade aos autores da Escritura e então partiu, esperando que eles a comunicassem corretamente. Pedro diz que, ao comunicarem-na, eles foram conduzidos pelo Espírito Santo. A confecção da Bíblia não foi deixada às habilidades de comunicação meramente humanas; o próprio Espírito Santo levou o processo à sua completude. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um livro recente de três ex-professores meus (LaSor, Hubbard, and Bush, Old Testament Survey, p. 15) expressa-o da seguinte maneira, &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Para assegurar precisão verbal, Deus, na comunicação de sua revelação, tem de ser verbalmente preciso e a inspiração tem de se estender às próprias palavras. Isto não significa que Deus ditou todas as palavras. Em vez disso, seu Espírito penetrou tanto a mente do escritor, que ele escolheu de seu próprio vocabulário e experiência precisamente aquelas palavras, pensamentos e expressões que exprimiam a mensagem de Deus com precisão. Neste sentido, as palavras dos autores humanos da Escritura podem ser vistas como a Palavra de Deus. &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
===== Não apenas Profecias, mas Toda a Escritura  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguém poderia dizer que 2 Pedro 1:20–21 só tem a ver com profecia, e não com toda a Escritura do Antigo Testamento. Mas observe atentamente como ele argumenta. No verso 19, Pedro diz que uma palavra profética cresceu em sua certeza por sua experiência com Jesus no monte da transfiguração. Então, nos versículos 20–21, ele dá suporte à autoridade dessa palavra profética dizendo que ela é parte da Escritura. Versículo 20: “Nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.” Pedro não está dizendo que só as partes proféticas da Escritura são inspiradas por Deus. Ele está dizendo, nós sabemos, que a palavra profética é inspirada precisamente porque é “profecia da Escritura”. A afirmação de Pedro é que tudo quanto está na Escritura é de Deus, escrito por homens que foram conduzidos pelo Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele ensina o mesmo que Paulo em 2 Timóteo 3:16: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. Nenhuma das Escrituras do Antigo Testamento veio de um impulso humano. Toda ela é verdade vinda de Deus, pois homens movidos pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== E quanto aos escritos do Novo Testamento?  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas e quanto ao Novo Testamento? Experimentaram os apóstolos e seus associados próximos (Marcos, Lucas, Tiago, Judas, e o escritor de Hebreus) inspiração divina ao escreverem? Foram eles “conduzidos” pelo Espírito Santo para falarem da parte de Deus? A Igreja cristã sempre disse que sim. Jesus disse aos seus apóstolos em João 16:12–13: “Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir”. Então o apóstolo Paulo confirma isso quando diz, do seu próprio ensino apostólico, em 1 Coríntios 2:12–13: “Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente. Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais”. Em 2 Coríntios 13:3 disse que Cristo falava através dele. E em Gálatas 1:12 ele disse&amp;amp;nbsp;: “Porque eu não o recebi [o evangelho], nem o aprendi de homem algum, mas mediante revelação de Jesus Cristo.” Se tomarmos Paulo para nosso modelo sobre o que significa ser apóstolo de Cristo, então seria justo dizer que o Novo Testamento, como o Antigo, não veio meramente de homens mas também de Deus. Os escritores do Antigo e Testamento falaram ao serem movidos pelo Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== O Espírito Santo é o Autor Divino da Escritura  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina que emerge é esta: O Espírito Santo é o autor divino de toda a Escritura. Se esta doutrina é verdadeira, então as implicações são tão profundas e de tão longo alcance que cada parte de nossas vidas deveria ser afetada. Eu quero falar sobre essas implicações nesta manhã. Contudo, para nosso próprio fortalecimento e para aqueles ainda hesitantes às voltas de comprometerem-se com a doutrina, deixe-me primeiro esboçar a base de nossa persuasão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Chegando a uma Fé Racional nas Escrituras  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maioria das pessoas chega a uma confiança racional na Bíblia como Palavra de Deus de uma maneira semelhante a essa. Isso acontece em três estágios. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 1. Nós Somos Culpados Diante de Deus  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, o testemunho de nossa consciência, a realidade de Deus sob a natureza e a mensagem da Escritura vêm juntas ao nosso coração para nos dar a inescapável convicção de que somos culpados diante de nosso Criador. Essa é uma convicção racional porque a persuasão de que há um Criador sobre este mundo, e a persuasão de que somos culpados por não honrá-lo e agradecê-lo como devemos, não são saltos irracionais no escuro; elas são forçadas sobre nós pela nossa experiência e pensamento sincero sobre o mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 2. Jesus Ganha Nossa Confiança  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo passo em direção de uma convicção racional de que a Bíblia é a Palavra de Deus, é que Jesus Cristo é mostrado a nós. Alguém lê, ou nos conta a história desse homem incomparável que falou e agiu de modo tão maior que o de um homem. Vemos a autoridade que ele reivindicou para perdoar pecados, e comandar demônios, e controlar a natureza, vemos a pureza de seu ensino moral, sua rendição completa à vontade de Deus, sua calma brilhante sob interrogatório, sua fúria justa contra hipócritas, sua ternura com as crianças pequenas, sua paciência com os humildes que o buscavam, sua submissão inocente à tortura, e ouvimos dos seus lábios as palavras mais doces, mais imprescindíveis, jamais pronunciadas: “Eu dou a minha vida em resgate por muitos.” E então pela força auto-autenticada de seu caráter e poder incomparáveis, Jesus ganha nossa confiança e segurança, e nós o tomamos como Salvador de nosso pecado e Senhor de nossa vida. E isso não é uma convicção irracional. É a maneira como todos vocês tomam decisões racionais sobre a quem vocês vão confiar sua vida. É naquela babá que vocês vão confiar para cuidar de suas crianças, ou naquele advogado para dar bons conselhos, ou naquele amigo para guardar seu segredo? Você olha, escuta, e finalmente é persuadido (ou não) de que aquela pessoa é um terreno firme para sua confiança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 3. Seguimos o Ensino e o Espírito de Jesus  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que o caráter e o poder de Jesus capturaram nossa confiança, então ele se torna o guia e a autoridade para todas nossas futuras decisões e convicções. Então, o terceiro passo no caminho de uma convicção racional de que a Bíblia é a Palavra de Deus, é deixar o ensino e o espírito de Jesus controlar como nós avaliamos a Bíblia. Isso acontece de pelo menos duas maneiras. Uma é que aceitamos o que Jesus ensina sobre o Antigo e o Novo Testamento. Quando ele diz que a Escritura não pode falhar (João 10:35) e que nem uma letra, ou um ponto, passará da lei até que tudo seja cumprido (Mateus 5:18), concordamos com ele e baseamos nossa confiança no pelo Testamento sobre sua confiabilidade. E quando ele escolheu doze apóstolos para fundar sua igreja, dando-lhes sua autoridade para ensinar, e prometeu enviar seu Espírito para guiá-los na verdade, concordamos com ele e creditamos os escritos desses homens com a autoridade de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra maneira que o ensino e o espírito de Jesus controlam nossa avaliação da Bíblia, é que reconhecemos, nos ensinamentos da Bíblia, os multi-coloridos raios de luz, refratados através do prisma de Cristo, em quem chegamos a confiar. E assim como Cristo nos capacitou a extrair sentido da nossa relação com Deus e trazer harmonia a esta, também os muitos raios da sua verdade, em toda parte da Bíblia, nos capacitam a extrair sentido de centenas de nossas experiências de vida, e ver o caminho para a harmonia. Nossa confiança na Escritura cresce à medida que compreendemos que Jesus afirmou isto e à medida que compreendemos que os ensinos ali contidos são tão incomparáveis quanto Jesus mesmo. Progressivamente, eles nos ajudam a decifrar os quebra-cabeças da vida: casamentos em falência, crianças rebeldes, vício em drogas, nações em guerra, o retorno das folhas na primavera, as insaciáveis petições do nosso coração, o medo da morte, o nascimento de crianças, a universalidade do louvor e da culpa, o predomínio do orgulho, e a admiração da auto-negação. A Bíblia confirma sua origem divina repetidamente ao nos fazer compreender nossa experiência no mundo real e ao apontar o caminho para a harmonia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero, daqui por diante, que uma das doutrinas que nós nutramos em na Igreja Batista Bethlehem, com força suficiente para morrer por ela (e viver por ela!) é a de que o Espírito Santo é o autor divino de toda a Escritura. A Bíblia é a Palavra de Deus, não meramente a palavra de homens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Implicações para Tudo na Vida  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, se tivéssemos o dia todo para falar sobre as implicações maravilhosas dessa doutrina! O Espírito Santo é o autor da Escritura. Portanto, ela é verdadeira (Salmo 119:142) e totalmente confiável (Hebreus 6:18). É poderosa, operando seu propósito em nossos corações (1 Tessalonicenses 2:13) e não retornando vazia para Aquele que a enviou (Isaías 55:10–11). É pura, como prata refinada na fornalha sete vezes (Salmo 12:6). É santificadora (João 17:17). Dá vida (Salmo 119:37, 50, 93, 107; João 6:63; Mateus 4:4). Torna sábio (Salmo 19:7; 119:99–100). Dá prazer (Salmo 19:8; 119:16, 92, 111, 143, 174) e promete grande recompensa (Salmo 19:11). Dá força aos fracos (Salmo 119:28) e conforto aos perturbados (Salmo 119:76), guia aos perplexos (Salmo 119:105) e dá salvação aos perdidos (Salmo 119:155; 2 Timóteo 3:15). A sabedoria de Deus nas Escrituras é inexaurível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quão preciosos para mim são teus pensamentos, ó Deus! Quão vasta é a soma deles! Se eu fosse contá-los, seriam mais que os grãos de areia.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Esp%C3%ADrito_Santo:_Autor_da_Escritura</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Felicidade de Deus: Fundamento Para o Hedonismo Cristão</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Felicidade_de_Deus:_Fundamento_Para_o_Hedonismo_Crist%C3%A3o</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Happiness of God: Foundation for Christian Hedonism}}&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Jeremias 32:36-41'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, pois, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis: Já está entregue nas mãos do rei da Babilônia, pela espada, pela fome e pela peste. 37 Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os lancei na minha ira, no meu furor e na minha grande indignação; tornarei a trazê-los a este lugar e farei que nele habitem seguramente. 38 Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. 39 Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. 40 Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. 41 Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez, eu me referi à idéia do hedonismo cristão em um culto de domingo, e um parente depois veio para mim e disse, “Você sabia que nossa menina pequena pensou que você estava dizendo paganismo cristão?” Eu sei que mesmo quando eu pronuncio claramente ( hedonismo cristão ), alguns de vocês provavelmente ainda pensarão “paganismo” porque você crê que hedonismo é uma filosofia de vida pagã. E provavelmente você estará certo porque o significado popular de hedonismo é a busca por prazer e indiferença moral. Em 2 Timóteo 3:4 Paulo avisa que nos últimos dias os homens seriam “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. E certamente estamos nestes dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Paganismo cristão?  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois anos atrás Daniel Yankelovitch publicou um livro com título ''Novas regras: a busca pela auto-satisfação em um mundo virado de cabeça para baixo''. Ele argumenta baseado em extensas entrevistas e pesquisas nacionais, que têm ocorrido mudanças enormes na nossa cultura e que a busca difundida por auto-satisfação tem criado um novo jogo de regras que governam a maneira que pensamos e sentimos como americanos. Ele diz, “em sua forma extrema as novas regras simplesmente viram as velhas de ponta cabeça e no lugar da velha ética da auto-negação nós encontramos pessoas que se recusam a negar qualquer coisa a si mesmas – não por um apetite desenfreado, mas pelo estranho princípio moral que “eu tenho esta obrigação comigo mesmo” (p. xviii).&amp;lt;br&amp;gt;Ele conta de uma jovem mulher com seus trinta e cinco anos que estava reclamando ao seu psiquiatra que ela estava ficando nervosa e ansiosa porque a vida tinha se tornada tão agitada – demais fins-de-semana prolongados, demais discotecas, demais noitadas, demais conversas, demais vinho, demais drogas, demais sexo. “Por que você não pára?” perguntou o terapeuta suavemente. A paciente o fitou inexpressivamente por um momento, e depois seu rosto iluminou-se, como que deslumbrada pela descoberta: “Você quer dizer que eu não preciso realmente fazer o que eu quero?” ela estourou maravilhada. A marca dos que procuram esta nova auto-satisfação é que “eles operam na premissa que desejos emocionais são objetos sagrados e que é um crime contra a natureza nutrir uma necessidade emocional não satisfeita” (p. 59). “Nossa era é a primeira em que dezenas de milhões de pessoas oferecem como justificação moral para seus atos a idéia de que um eu interior e presumidamente mais ‘real’ não se enquadra bem com seu papel social designado.”&amp;lt;br&amp;gt;Provavelmente o relacionamento em que os procuradores da auto-satisfação e suas novas regras têm causado a maior agitação é o casamento. Yankelovitch tem uma boa percepção quando diz, “Casamentos bem-sucedidos são tecidos com muitos fios de desejos inibidos – adesão aos desejos do outro; aceitação da violação dos seus próprios desejos; desapontamentos engolidos; confrontações evitadas; oportunidades para a raiva contornadas; chances para auto-expressão abafadas. Para introduzir a urgência da forte forma de auto-satisfação neste processo é levar uma vassoura para uma delicada teia. Muitas vezes o que sobra é aquela coisa pegajosa que cola na vassoura; a estrutura da teia é destruída” (p. 76). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, eu tenho uma grande empatia com aqueles de vocês que estão livres o suficiente da nossa cultura para reagir a palavra hedonismo dizendo, “Basta! Nossos lares, nossas escolas, nossos empreendimentos, nossa sociedade estão sendo destruídos pelos que procuram uma auto-satisfação hedonista e que não têm nenhuma coragem moral, nem auto-negação, nem compromisso marcante e nem lealdade sacrificial que segura as preciosas estruturas da vida e traz nobreza a nossa cultura. Nós não precisamos de hedonismo; precisamos de um retorno a retidão, integridade, prudência, justiça, temperança, firmeza, auto-controle!” Acredite, estamos provavelmente mais de acordo do que você imagina. Tudo o que lhe peço é que você me dê um ouvido aberto e discernente por nove semanas antes que você faça seu julgamento final concernente ao hedonismo cristão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;span id=&amp;quot;1226057595608S&amp;quot; style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;Exemplos bíblicos de hedonismo cristão&amp;lt;span id=&amp;quot;fck_dom_range_temp_1226057594718_219&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes uma ilustração vale mais que mil palavras de uma definição abstrata. Então, em vez de lhe dar uma definição precisa do hedonismo cristão, deixe-me começar dando alguns exemplos bíblicos dele. Davi aconselha o hedonismo cristão quando ele recomenda, “Agrada-te do Senhor; e ele satisfará os desejos do teu coração” ( Salmo 37:4 ). E ele demonstra a essência do hedonismo cristão quando ele exclama, “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” ( Salmo 42: 1-2 ). Moisés foi um hedonista cristão ( de acordo com Hebreus 11: 24-27 ) porque ele recusou os “prazeres transitórios” do pecado, mas “considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão.” Os santos em Hebreus 10:34 eram hedonistas cristãos porque eles escolheram ariscar suas vidas para visitar prisioneiros cristãos e aceitaram com alegria o espólio de seus bens sabendo que eles mesmos tinham um patrimônio melhor e durável. O apóstolo Paulo recomendou o hedonismo cristão quando ele disse em Romanos 12:8: “Quem exerce misericórdia, que faça com alegria.” E Jesus Cristo, o autor e consumador da nossa fé, estabeleceu o maior padrão para o hedonismo cristão porque “se deleitou no temor do Senhor” (Isaías 11:3), e em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus ( Hebreus 12:2 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O hedonismo cristão ensina que o desejo de ser feliz é dado por Deus e não deve ser negado ou resistido, mas direcionado a Deus para satisfação. O hedonismo cristão não diz que qualquer coisa que lhe dá prazer é boa. Diz que Deus lhe mostrou o que é bom e faze-lo há de lhe trazer alegria ( Miquéias 6:8 ). E desde que fazer a vontade de Deus há de lhe trazer alegria, a busca pela alegria é uma parte essencial de todo esforço moral. Se você abandonar a busca pela alegria ( e assim recusar ser um hedonista, como eu uso o termo ), você não poderá cumprir a vontade de Deus. O hedonismo cristão afirma que os santos mais piedosos de todas as eras não encontraram nenhuma contradição em dizer, por um lado “Somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro” ( Romanos 8:36 ), e por outro lado, “Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo: alegrai-vos” ( Filipenses 4:4 ). O hedonismo cristão não se junta a cultura da auto-gratificação que lhe faz escravo de seus impulsos pecaminosos. O hedonismo cristão manda que não sejamos conformados com este século, mas que sejamos transformados pela renovação das nossas mentes ( Romanos 12:2 ) para que possamos sentir prazer em fazer a vontade de nosso Pai no céu. De acordo com o hedonismo cristão alegria em Deus não é a cobertura opcional no bolo do cristianismo. Pensando bem, alegria em Deus é parte essencial da fé salvadora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje quero desvendar para você a base do hedonismo cristão: a felicidade de Deus. Eu espero sustentar três observações das Escrituras: 1) Deus é feliz porque tem prazer nEle mesmo. 2) Deus é feliz porque é soberano. 3) A felicidade de Deus é a base do hedonismo cristão porque transborda em misericórdia para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus tem prazer nEle mesmo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, Deus é feliz porque ele tem prazer nEle mesmo. Deus seria injusto se Ele valorizasse algo mais do que o que é mais valoroso. E Ele é supremamente valioso. Se Ele não tivesse prazer infinito em sua própria glória, Ele seria injusto, porque é certo ter prazer em uma pessoa na proporção da excelência da sua glória. As Escrituras estão saturadas com textos mostrando como Deus age determinadamente por amor a sua própria glória. “Por amor de mim, por amor de mim, é que eu faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a ninguém” ( Isaías 48:11 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesma coisa aparece quando refletimos sobre o relacionamento de Deus o Pai e Deus o Filho. Existe um mistério aqui que vai além de toda compreensão humana. E eu admito que o nosso esforço teológico para descrever a auto-consciência de Deus e seu relacionamento com a Trindade são como o gaguejar da criancinha sobre seu pai. Mas mesmo da boca dos pequeninos pode sair sabedoria, se seguimos as Escrituras. As Escrituras ensinam, que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus ( João 1:1 ). E em Hebreus 1:3 fala que “ele é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser”. 2 Coríntios 4:4 fala da glória de Cristo que é a imagem de Deus. Destas passagens aprendemos que desde toda a eternidade Deus o Pai assegurou a imagem de sua glória perfeitamente representada na pessoa do seu Filho. Por isso, a melhor maneira de pensar sobre a imensa alegria de Deus em sua própria glória é pensar em como Ele tem prazer no seu Filho que é a imagem desta glória. Quando Jesus entrou no mundo, Deus o Pai disse: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo.” ( Mateus 3:17 ) Quando Deus o Pai assegura a glória de sua própria essência na pessoa do seu Filho, Ele é infinitamente feliz. “Eis aqui meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz” ( Isaías 42:1 ). Então, a primeira observação é que Deus é feliz, porque Ele tem prazer nEle mesmo, especialmente em sua natureza refletida no Seu Filho amado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é soberano  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Deus é feliz, porque Ele é soberano. O Salmo 115:3 diz: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.” A implicação deste versículo é que a soberania de Deus é seu direito e poder para fazer qualquer coisa que lhe deixe feliz. Nosso Deus está no céu – ele está sobre todas as coisas e sujeito a nada. Por isso, Ele faz qualquer coisa que lhe agrada – ele sempre age para preservar a sua felicidade máxima. Deus é feliz porque seus atos justos, que sempre são feitos por amor da sua própria glória, nunca podem ser frustrados além da vontade de Deus. Isaías 43:13: “Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Isaías 46: 10: “O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade.” Daniel 4:35: “Segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” Podemos estar certos, então, que Deus está infinitamente feliz porque ele tem o direito e o poder absoluto como Criador de ultrapassar todos os obstáculos para sua alegria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale a pena perguntar aqui, fazendo um parêntesis, como um Deus bom pode ser feliz quando o mundo está cheio de sofrimento e maldade. É uma grande e difícil pergunta. Duas coisas me ajudam. Uma é que não ajuda muito salvar a reputação de Deus dizendo que ele não é realmente responsável. Se alguém tivesse tentado me confortar em dezembro de 1974 quando minha mãe foi morta em um acidente de ônibus, dizendo: “Deus não queria que isto acontecesse; você ainda pode confiar nele, ele é bom.” Eu teria respondido, dizendo: “Meu conforto não vem de pensar que Deus é tão fraco que ele não pode evitar que as madeiras caiam em cima de uma van da Volkswagen.” Meu Deus é soberano. Ele a tomou no seu tempo determinado; e eu creio agora e um dia verei que foi bom. Porque tenho aprendido em Jesus Cristo que Deus é bom. A solução bíblica para o problema do mal não é roubar a soberania de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra observação que me ajuda nesta questão é que a atitude de Deus diante de eventos trágicos depende do foco das lentes. Deus não tem prazer na dor e no sofrimento considerados simplesmente neles mesmos. Quando sua lente está perto e focada somente nisto, ele pode estar cheio de aborrecimento e pesar. Mas quando ele abre as lentes para ver todas as conexões e efeitos de um evento, mesmo até a eternidade, o evento forma uma parte de uma estampa ou mosaico em que ele se compraz e que ele quer. Por exemplo, a morte de Cristo foi obra de Deus o Pai. “Nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido... ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar” ( Isaías 53:4,10 ).Porém, certamente , quando Deus o Pai viu a agonia do seu filho amado e a maldade que o levou a cruz, ele não teve prazer nestas coisas por elas mesmas. O pecado em si e o sofrimento do inocente em si são repugnantes para Deus. Mas de acordo com Hebreus 2:10 Deus o Pai pensou que fosse conveniente aperfeiçoar o Autor da nossa salvação por meio do sofrimento. Deus quis o que ele abomina na visão mais estreita porque na visão mais ampla da eternidade era a maneira conveniente de demonstrar sua justiça ( Romanos 3:25s) e trazer seu povo para a glória (Hebreus 2:10). Quando Deus, em sua onisciência, observa o alcance da história redentora do começo ao fim, ele se regozija no que vê. Portanto, eu concluo que nada no mundo pode frustrar a suprema felicidade de Deus. Ele tem prazer infinito na sua própria glória; e em sua soberania ele faz o que lhe agrada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A felicidade de Deus transborda em misericórdia sobre nós  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto nos leva a observação final: A felicidade de Deus é a base para o hedonismo cristão porque sua felicidade transborda em misericórdia sobre nós. Você pode imaginar como seria se Deus que reina sobre o mundo não fosse feliz? O que seria se Deus fosse dado a murmurar e fazer beicinho e depressivo como alguns Joões no pé-de-feijão gigantes lá no céu? Que seria se Deus fosse desanimado e melancólico e triste e descontente e pessimista e frustrado? Poderíamos nos juntar a Davi e dizer: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” ( Salmo 63:1 )&amp;amp;nbsp;? De maneira alguma! Nós todos nos relacionaríamos com Deus como crianças pequenas se relacionam com um pai melancólico, desanimado, descontente e frustrado. Elas não podem desfrutá-lo. Elas podem apenas tentar evitá-lo e talvez tentar trabalhar por ele para que ele se sinta melhor. Por isso, a base do hedonismo cristão é que Deus é infinitamente feliz, porque o alvo do hedonismo cristão é ser feliz em Deus, é ter prazer em Deus, é valorizar e desfrutar da comunhão com Deus. Mas as crianças não podem desfrutar da companhia do pai se ele está desanimado e deprimido e frustrado. E assim a base e o fundamento do hedonismo cristão é que Deus é o mais feliz de todos os seres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está uma outra maneira de dizê-lo. Para que um pecador possa buscar a alegria em Deus, ele precisa estar confiante de que Deus não o expulsará quando ele chegar procurando perdão e comunhão. Como podemos ser encorajados de que Deus nos tratará com misericórdia quando nos arrependermos dos nossos pecados e chegarmos buscando alegria nEle? Considere este encorajamento de Jeremias 9:24: “Eu sou o Senhor e faço misericórdia , juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” Deus mostra misericórdia porque ele tem prazer nisto. Deus não está restrito a salvar por algum princípio ou regra formal. Ele está tão cheio de vida e alegria na sua própria glória que o clímax do seu prazer é transbordar em misericórdia para nós. O motivo da nossa confiança na misericórdia de Deus é que ele é um hedonista cristão perfeito. Ele se compraz acima de todas as coisas na sua excelência divina e a sua felicidade é tão completa que se expressa no prazer que ele tem de compartilhá-la com outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escute os batimentos cardíacos do perfeito hedonista celestial em Jeremias 32: 40-41. Porque Deus faz o bem? Como ele te ama?&amp;lt;br&amp;gt;“Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. ''Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma.”&amp;lt;br&amp;gt;''Deus lhe faz o bem porque ele gosta muito de fazê-lo. Ele exerce esta atividade de amá-lo de todo o seu coração e de toda a sua alma. A felicidade de Deus transbordando em alegre amor é a base e o exemplo do hedonismo cristão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu termino com um convite. Essas promessas preciosas e incríveis do favor de Deus não pertencem a todos. Há uma condição. Não é uma condição de trabalho ou pagamento. Um Deus soberano e infinitamente feliz não precisa do seu trabalho e já possui todos os seus recursos. A condição é que você se torne um hedonista cristão – que você pare de tentar pagar ou trabalhar para ele ou correr dele, e em vez disto comece a buscar com todo o seu coração a alegria incomparável da comunhão com o Deus vivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não faz caso da força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nos músculos do guerreiro.&amp;lt;br&amp;gt;Agrada-se o Senhor dos que o temem&amp;lt;br&amp;gt;E dos que esperam na sua misericórdia.” ( Salmo 147:10 – 11 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A condição para herdar todas as promessas de Deus é que toda a esperança de felicidade que você tenha colocado em você mesmo e na sua família e no seu emprego e lazer você transfira para ele. “Agrada-te do Senhor, e ele satisfará os desejos do teu coração.” ( Salmo 37:4 )&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:17 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Felicidade_de_Deus:_Fundamento_Para_o_Hedonismo_Crist%C3%A3o</comments>		</item>
		<item>
			<title>O melhor do mundo é a salvação</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_melhor_do_mundo_%C3%A9_a_salva%C3%A7%C3%A3o</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Greatest Thing in the World Is to Be Saved}}O título é o legado permanente do Dr. Widen, um grande santo que dirigiu a campanha para a construção, em 1955, do edifício onde decorrem a maioria das nossas sessões de Domingo e onde estão os nossos escritórios da igreja. Visitei-o no hospital há 16 anos, no momento em que morria. Da sua cama, olhou-me com um sorriso, e disse, «Pastor John, o melhor do mundo é a salvação.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consegue sentir isto? Se não, provavelmente nunca se sentiu verdadeiramente perdido e desesperado antes do julgamento de Deus, ou ameaçado pela eternidade do tormento consciente no inferno. Oh, como adoramos ser salvos quando quase morremos por causa de uma forte corrente submarina do oceano ou um dos nossos dedos fica preso no ralo do fundo de uma piscina (sim, cheia de água!). Ou no momento em que você quase passa à frente de um carro, que não tinha visto, que acelera a cerca de 64 km/h quando está apenas a menos de um metro de si, mas a sua mulher, ao chamá-lo, impede-o, no último minuto, de encontrar a morte. Ou na remissão de uma longa batalha com o cancro. Ou no momento da libertação da prisão de Gulag após 16 anos à espera da morte. Ou após ter sobrevivido, inexplicavelmente, a um acidente de avião em que outras pessoas morreram. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oh, como amamos a vida nesses momentos, e damos valor a tudo o que é precioso! É o que acontece quando sentimos o valor único de ser salvos do pecado. Não são só palavras. Não é apenas um facto aprendido na Bíblia, mas o sentimento real de que somos castigados justamente, de que ficamos desesperadamente perdidos e privados de Deus, da vida, da alegria. E depois vemos que Deus está ali. Que nos perdoa. Que nos aceita e ama, e tudo fará para o nosso bem. Vemos que TODOS os nossos pecados podem ser perdoados, atirados para o fundo do oceano e nunca mais usados contra nós. Oh, como é grande valor de ser salvo do pecado, do julgamento e do inferno! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, será bíblico dizer que a melhor coisa do mundo é a salvação? Pois, claro, a melhor coisa do mundo é DEUS. Mas o Dr. Widen não quis comparar a nossa experiência com Deus. Comparou-a a todas as outras experiências. A razão pela qual a salvação é a melhor experiência do mundo é porque DEUS é a melhor Pessoa do mundo, e ser salvo significa ser resgatado do pecado e maldição para conhecer e apreciar Deus para sempre. Se DEUS não fosse a melhor Realidade do universo, ser salvo para estar com Ele não seria a melhor coisa universo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, está bem, mas será bíblico dizer isto? Ora bem, eis o texto que me vem à mente ao dizê-lo. Em Lucas 10, 20, Jesus disse aos setenta discípulos: «Mas não se alegrem só porque os espíritos maus vos obedecem. Alegrem-se antes por terem os vossos nomes escritos no céu.» Por outras palavras, trata-se de um grande sucesso pastoral: os demónios sucumbiram perante vós e pessoas foram salvas. É fantástico! É maravilhoso! Foi para isso que foram enviados. Agradeçam a Deus por este triunfo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MAS, não deixem que esta seja a vossa primeira alegria, ou a vossa derradeira alegria, ou sequer a vossa alegria indispensável. Em vez disso «alegrem-se por terem os vossos nomes escritos no céu.» Ou seja, alegrem-se por se terem inscrito na lista dos redimidos. Alegrem-se por ir para o céu quando morrerem. Alegrem-se porque Deus vos escolheu entre os eleitos. Alegrem-se por serem salvos. É o melhor que pode haver. Não é o sacerdócio. Mas sim conhecer Deus, ver Deus, apreciar Deus. O melhor do mundo é a salvação. Porque se trata da salvação para Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Salvo e alegre convosco à medida que a Sexta-feira Santa e a Páscoa se aproximam, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; O Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:09 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_melhor_do_mundo_%C3%A9_a_salva%C3%A7%C3%A3o</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Maior Acontecimento da História</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Maior_Acontecimento_da_Hist%C3%B3ria</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Greatest Event in History}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Dois Paradoxos na Morte de Cristo''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é de surpreender que o maior acontecimento da história mundial seja complexo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Por exemplo, sendo que Jesus Cristo é homem e Deus em uma única pessoa, sua morte foi a morte de Deus? Para responder a essa questão, precisamos falar das duas naturezas de Cristo, uma divina e uma humana. Desde 451 AD, a definição calcedônica das duas naturezas de Cristo em uma pessoa tem sido aceita como o ensino ortodoxo das Escrituras. O Concílio de Calcedônia afirmou,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Nós (...) ensinamos que se deve confessar (...) um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, a ser reconhecido em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis, sendo que a distinção das naturezas não é de modo algum anulada pela união, antes a propriedade de cada uma é preservada, concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Deus, o Verbo, o Senhor Jesus Cristo.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza divina é imortal (Romanos 1.23; 1 Timóteo 1.17). Ela não pode morrer. Isso é parte do que significa ser Deus. Portanto, quando Cristo morreu, foi sua natureza humana que sofreu a morte. O mistério da união entre a natureza humana e a divina na experiência da morte não nos é revelado. O que sabemos é que Cristo morreu, e que no mesmo dia ele foi ao paraíso (&amp;quot;''Hoje'' estarás comigo no paraíso,&amp;quot; Lucas 23.43). Sendo assim, parece ter havido consciência na morte, de modo que a união contínua entre a natureza humana e a divina não precisasse ser interrompida, ainda que Cristo tenha morrido somente em sua natureza humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Outro exemplo da complexidade do evento da morte de Cristo é a forma como o Pai a experimentou. O ensino evangélico mais comum é que a morte de Cristo foi que ele experimentou a maldição do Pai. &amp;quot;Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)&amp;quot; (Gálatas 3.13). A maldição de quem? Poder-se-ia suavizar a questão, dizendo, &amp;quot;a maldição da lei.&amp;quot; Mas a lei não é uma pessoa para que possa amaldiçoar. Uma maldição só é uma maldição de fato se houver alguém que amaldiçoe. A pessoa que amaldiçoa por meio da lei é Deus, que escreveu a lei. Portanto, a morte de Cristo pelo nosso pecado e por nossa transgressão da lei foi a experiência da maldição do Pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por essa razão que Jesus disse, &amp;quot;Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?&amp;quot; (Mateus 27.46). Na morte de Cristo, Deus lançou sobre ele os pecados do seu povo (Isaías 53.6), os quais odiava. E em ódio por esse pecado, Deus deu as costas a seu Filho carregado de pecados, e o entregou para sofrer todo o poder da morte e da maldição. A ira do Pai foi derramada sobre Cristo em nosso lugar, de forma que sua ira para conosco foi &amp;quot;propiciada&amp;quot; (Romanos 3.25) e removida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas aqui está o paradoxo. Deus aprovou profunda e alegremente o que o Filho estava fazendo naquela hora de sacrifício. De fato, ele havia planejado tudo aquilo, junto ao Filho. E seu amor pelo Deus-Homem, Jesus Cristo, sobre a terra se deve à mesma obediência que levou Cristo à cruz. A cruz foi o ato de coroação de Jesus, por sua obediência e amor. E o Pai aprovou e se alegrou profundamente nessa obediência. Por isso, Paulo faz esta maravilhosa declaração: &amp;quot;Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como ''oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave''&amp;quot; (Efésios 5.2). A morte de Jesus foi um perfume para Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, temos aqui mais uma gloriosa complexidade. A morte de Cristo foi a maldição de Deus e a ira de Deus; contudo, e ao mesmo tempo, foi agradável a Deus e um doce perfume. Embora tenha dado as costas ao Filho e o tenha entregado para morrer carregado com o nosso pecado, ele se deleitou na obediência, no amor e na perfeição do Filho.&lt;br /&gt;
Portanto, temamos maravilhados, e olhemos com uma trêmula alegria para a morte de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Não há acontecimento maior na história. Não há nada maior para as nossas mentes considerarem, ou para nossos corações admirarem. Mantenha-se próximo à morte de Cristo. Tudo o que há de importante e de bom está reunido nela. Ela é um lugar sábio, importante e feliz para se estar.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:03:01 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Maior_Acontecimento_da_Hist%C3%B3ria</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Evangelho em 6 minutos</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Evangelho_em_6_minutos</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Gospel in 6 Minutes}}'''O que é o Evangelho?''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é o Evangelho? Vou dizer o que significa numa só frase. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Evangelho é a notícia que Jesus Cristo, o Justo, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou triunfante para toda a eternidade sobre todos os seus inimigos, para que agora não haja condenação para aqueles que acreditam, mas sim alegria eterna. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é o Evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não podes exceder o Evangelho''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca, nunca, ''nunca'' podes exceder a tua necessidade do Evangelho. Nunca penses no Evangelho como “sendo essa a maneira de te salvares e depois de te tornares mais forte, deixando-o e fazendo outra coisa qualquer.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não! Deus fortalece-nos diariamente através do Evangelho e até ao dia em que morrermos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tu nunca excedes a necessidade de pregar o Evangelho a ti próprio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como o Evangelho nos fortalece''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui deixo um exemplo e uso-o não porque seja muito importante falar da minha vida, mas porque foi por aquilo que passei e onde eu no último ano pude experimentar o poder do Evangelho para me fortalecer. (Muitos de vós estão a passar por coisas muito mais difíceis do que o cancro na próstata – ''muito'' mais difíceis). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembram-se dos versos que partilhei convosco em Fevereiro passado, os quais foram poderosos para mim? Foi esse o momento logo a seguir ao médico ter dito “creio que será necessário fazer uma biópsia”, quando senti uma punhalada de medo. Felizmente não durou muito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois veio – o quê? Tessalonicenses 5:9-10. É apenas puro Evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não te destinou para a ira, mas para obteres a salvação através do nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por ti para que ou acordado ou a dormir tu vivas com ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estável. Paz como um rio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Evangelho é perfeito para as tuas necessidades''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é o Evangelho – perfeitamente a tempo, perfeitamente aplicado, perfeitamente adaptado às minhas necessidades. É por isso que a Bíblia é tão grossa – porque são muitas as necessidades que tens. E existem lugares adequados onde o Evangelho se desprega para ti, para que se tu mergulhares no livro todo, sempre com especial atenção ao que Cristo preparou e comprou para ti nesta grossura, gloriosa história da interação de Deus com as pessoas, Ele dar-te-á o que precisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, todo o meu ser diz e espero que diga até ao dia da minha morte, “agora, para Ele que é capaz de me fortalecer, de acordo com o Evangelho de Paulo, para Ele – para esse Deus – seja a glória para todo o sempre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus entrou na história em Jesus Cristo; Ele morreu para destruir o poder do inferno, a morte, Satanás e o pecado; e Ele fê-lo através do Evangelho de Jesus Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um pedido para acreditar''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei que existem pessoas que estão a ler isto e que não acreditam em Jesus Cristo e por isso mesmo só podem esperar condenação. Assim, apenas pedirei contigo aqui no final, deixa essa rebelião. Deixa-a. E simplesmente abraça o Evangelho que Jesus Cristo, o Filho de Deus, o Justo, morreu pelos teus pecados. Ele ressuscitou ao terceiro dia, triunfante sobre todos os seus inimigos. Ele reina até pôr todos os seus inimigos debaixo do seu pé. O perdão dos pecados e o espírito de justiça vêm livremente através d’Ele, apenas pela fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu peço contigo, não tentes ser forte na tua própria força; ela não estará contigo quando necessitares dela. Apenas uma força estará lá para ti – a força que Deus dá de acordo com o Evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não a desperdices. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[''Este texto é uma transcrição editada a partir do áudio. Foi retirada do sermão “Deus fortalecenos através do Evangelho.”'']&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Evangelho_em_6_minutos</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Evangelho que Cura</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Evangelho_que_Cura</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Gospel Cure}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após pouca reflexão, podemos facilmente perceber que o remédio mais atual de tratar a depressão somente com medicamentos está baseado em pressuposições bem específicas. Pressupõe-se que o início da depressão está sempre no corpo (principalmente no cérebro) e que nós não temos uma mente interna e invisível que direciona atividades cerebrais. Se isto for verdade, então, anestesiar sentimentos que incomodam é a escolha mais sábia. No entanto, se as Escrituras ensinam algo diferente, mais especificamente que somos feitos de corpo e mente, ou seja, um homem interior, categorizar a depressão simplesmente como uma disfunção cerebral e se voltar para a medicina como primeiro recurso, silenciando assim a voz emocional da mente, irá inevitavelmente impedir o trabalho árduo que o sofrimento determinado por Deus deveria produzir. Certamente terão ocasiões em que remédios serão uma opção viável. No entanto, pelo fato de haver enorme quantidade de graça maravilhosa disponível para nós e por existirem tantas desvantagens no uso de anti-depressivos, talvez remédios devessem ser considerados como último recurso, ao invés do primeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, você pode se perguntar qual a cura bíblica para a depressão espiritual? Esta pergunta pede por outra: Devemos supor que sempre haverá uma cura para os desconfortos desta vida? Não é verdade que cristãos reconhecem que o sofrimento faz parte do que significa viver em um mundo triste? Cremos ou não, que o sofrimento em si é freqüentemente benéfico para nossas vidas, sendo que ele vem das mãos de um Pai amoroso assim como todas as coisas (Rm 5:3-5)? Claro, isto não quer dizer que não devemos buscar aliviar o sofrimento quando for apropriado (1 Co 7:21), mas significa que devemos injetar uma perspectiva diferente em nossa busca pela sabedoria. Então, vamos reformular nossa busca: Se existe uma sabedoria pragmática que poderá ajudar o depressivo, onde podemos encontrá-la? Em Jesus Cristo, claro (1 Co 1:30). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Todo progresso na vida cristã depende de uma recapitulação dos termos originais de quando uma pessoa se acertou com Deus” (John Stott, A cruz de Cristo, p.27). Esta paráfrase encantadora nos direciona para um remédio duradouro para todas as nossas lutas, até mesmo a depressão espiritual. Cada passo que tomamos em nossa caminhada cristã, especialmente quando aprendemos a lutar contra nossas inclinações de sermos introvertidos, autocríticos, iracundos, ansiosos, amargurados, desesperançosos, incrédulos e desanimados depende de uma redescoberta intencional do evangelho. Afinal de contas, o que uma pessoa triste precisa mais do que ser continuamente e gentilmente lembrada das boas novas? Devemos lembrar-nos sempre do sofrimento dEle por nós. Devemos lembrar-nos de Sua encarnação, vida sem pecado, morte vicária, ressurreição do corpo e ascensão. Resumindo, temos que intencionalmente reconhecer a Jesus, principalmente durante aquelas horas tristes quando somos tentados a pensarmos somente em nós mesmos. Embora cada um de nós necessite de uma dose diária de recapitulação do evangelho, aqueles de nós que sentem os ataques do Desespero Gigantesco precisa disso ainda mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria essa recapitulação do evangelho? Seria simplesmente encorajar os desanimados com a verdade sobre Jesus Cristo. A pessoa depressiva precisa de uma correnteza de encorajamento e não de banalidades antigas como: “Ânimo, as coisas vão melhorar,” ou “ Você não está triste, você é uma pessoa maravilhosa.” A pessoa depressiva precisa de medicamentos fortes como: “Deus não nos destinou à ira, mas para recebermos a salvação por meio do nosso Senhor Jesus Cristo” 1 Ts 5:9-10. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade contra-intuitiva que o depressivo precisa ouvir não é “você é uma pessoa maravilhosa.” Ao invés disso ele precisa ouvir que ele é mais pecador e imperfeito do que ele imaginava. Quando ele lamenta sobre seu fracasso, você deveria concordar com ele, pelo menos em certo nível. Devemos concordar que todos nós fracassamos a ponto do Filho perfeito de Deus ter que morrer para que pudéssemos ter comunhão com Ele. Todos nós fracassamos totalmente em amar a Deus e ao próximo. Fracassamos não só pelo fato de não amarmos como deveríamos, mas também pelo fato de acharmos que somos capazes de amar. Na realidade, não acreditamos na avaliação de Deus sobre a profundidade da nossa depravação. Podemos ser libertos de nossa consciência super escrupulosa, das análises e re-análises das nossas decepções quando percebemos que não deveríamos esperar por sucesso ou por sermos bem tratados. Pelo contrário, merecemos o fracasso, a decepção e a ira. Aqui está um aspecto libertador do evangelho: Nós nunca iremos atingir os nossos padrões! E os outros tão pouco irão conseguir atingi-los! De fato, a percepção de que deveríamos ser capazes de fazê-lo flui de uma crença orgulhosa em nossas próprias habilidades, auto-suficiência e auto-justiça, crenças que são contrárias ao evangelho. Não precisamos de pequenos reajustes, precisamos desesperadamente de um Redentor totalmente suficiente. A pessoa depressiva deveria perguntar: “O que penso que mereço? O que espero de mim mesmo e dos outros? Será que realmente acredito que sou tão pecador como as Escrituras revelam que sou? Creio que posso ser bem-sucedido, estimado ou que não tenho pecado?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo de Mateus 6:21 “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” também fala diretamente ao depressivo. De certa forma, a depressão é uma morte vagarosa e dolorosa dos desejos. É uma doença do coração que surge após repetidas perdas de esperança (Pv 13.12). A esperança que sustentava o coração enquanto buscava um desejo precioso se enfraquece ou desaparece na pessoa depressiva. Qual é então o seu tesouro? O que você acha que te trará felicidade? À quem ou o que você está adorando? O que daria significado à sua vida? Você cobiça a vida de alguém? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade regozijante é que talvez essa depressão dolorosa seja uma maneira do Senhor revelar falsos deuses a você. Deuses de sucesso, romance, aceitação, segurança, reputação. O seu coração está doente? Que desejos esperados têm sido privados? Por que você os ama dessa forma? Por que um Deus amoroso o privaria desses desejos? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Banhar a nossa alma na mensagem do evangelho transformará com poder o foco do nosso tesouro. Ao invés de almejarmos sucesso e auto-aprovação, podemos aprender a almejarmos o Senhor, pois Ele tem derramado tamanho amor aos não-merecedores (1 João 4:7-10). Tesouro que nos satisfaz por completo é encontrado na mensagem do evangelho: “ É certo que sou mais pecador e imperfeito do que ousava acreditar, e esta verdade me liberta da ilusão de que poderei aprovar a mim mesmo. No entanto, também sou mais amado e aceito do que jamais esperei ser, e esta verdade me conforta e encoraja quando meu coração me condena e meus desejos preciosos são privados. Esta verdade me assegura de que por mais que eu lute para aceitar a mim mesmo, o Espírito Santo já me declarou justo. Aquilo que realmente preciso, perdão e amor duradouro, já tenho em Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Esta é a verdade libertadora que você pode aprender com sua depressão: você não foi criado para amar e adorar nada além do que você ama e adora a Deus, e quando o faz, se sentirá mal. Deus o moldou para sentir dor quando tem outros tesouros no lugar dEle. Ele quer ser o seu tesouro.&amp;quot; (Elyse Fitzpatrick, Medicina Parará a Dor? p. 102) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos lutar contra a fadiga, o desespero e a falta de esperança quando consideramos Jesus, o autor e até mesmo consumador da nossa fé (apesar de parecer fraca). Podemos pensar bem na maneira como “Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se a direita do trono de Deus.” Devemos “pensar bem...” para que não nos cansemos e desanimemos (Hb 12:1-3). Ao invés de pensarmos em nós mesmos, nossa ficha, humilhação, fracasso, devemos pensar nEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa depressiva precisa ouvir repetidamente esta frase: “Anime-se, meu filho, seus pecados estão perdoados. No evangelho de Mateus lemos sobre um paralítico que foi levado a Jesus por seus amigos. Apesar de não sabermos quem eles eram, podemos assumir o que queriam. O que eles esperavam? A cura de seu amigo, claro. Aquela pessoa inválida e seus amigos esperavam que Jesus o fizesse andar. No entanto, Jesus tinha uma perspectiva diferente sobre esta necessidade real do homem. Ao invés de dizer primeiramente: “ Seja curado, levante-se e ande,” ele disse, “tenha bom ânimo, filho, seus pecados estão perdoados” (Mt 9.2-3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os depressivos não precisam apenas sentir-se melhor. Eles precisam de um Redentor que diz: “Tenha bom ânimo, filho/a; aquilo que você realmente precisa já foi providenciado. A vida não mais precisa girar em torno de sua bondade, sucesso auto-justiça ou fracasso. Tenho dado a você algo infinitamente mais valioso do que sentimentos bons: seus pecados foram perdoados.” Este perdão não só o limpou dos pecados visíveis e indiscretos como também daqueles encobertos como a descrença, falta de fé, orgulho, auto-suficiência e apatia. Ao invés do evangelho ser apenas um auxiliar na vida do depressivo, tudo na vida deve girar em torno do evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como os amigos do paralítico, precisamos levar nossos irmãos desanimados a Jesus. Sua doce verdade deve ser comunicada com amor a eles através de uma comunidade de fé sábia e paciente. Eles devem ser encorajados a acreditar no evangelho ao invés de acreditar nas mentiras de Satanás. Eles devem ser encorajados a dar passos de fé, quer seja simplesmente abrindo as janelas ou dando uma volta no quarteirão. Este encorajamento deve vir de pessoas que sabem que são exatamente como a pessoa depressiva: imensuravelmente indigno, mas apesar disso, imenuravelmente amados jarros de barro cheios de tesouro transformador. Dessa forma, o evangelho não é apenas recapitulado, mas reencarnado antes do sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder para transformar a pessoa depressiva pertence somente a Deus, portanto confiamos que “ aquele que ressuscitou o Senhor Jesus dentre os mortos também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará com vocês...por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, interiormente estamos sendo renovados dia após dia” (2 Co 4.14-16).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:45 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Evangelho_que_Cura</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Objectivo Do Amor de Deus Pode Não Ser O Aquilo Que Você Pensa Que É</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Objectivo_Do_Amor_de_Deus_Pode_N%C3%A3o_Ser_O_Aquilo_Que_Voc%C3%AA_Pensa_Que_%C3%89</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Goal of God's Love May Not Be What You Think It Is}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas vão ao Grand Canyon para aumentar a sua auto estima? Provavelmente não. Isto é, no mínimo, uma dica de que as maiores alegrias da vida não vêm de saborear o próprio, mas de ver o esplendor. E no fim nem o Grand Canyon o pode conseguir. Nós fomos feitos para apreciar Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Nós fomos todos dobrados para acreditarmos que somos centrais no universo. Como é que seremos curados desta doença destruidora de alegria? Se calhar ao ouvir novamente o quão radical a realidade centrada em Deus de acordo com a Bíblia. &amp;lt;br&amp;gt;Tanto o Velho e o Novo Testamento nos dizem que Deus amando-nos é um meio para nós o glorificarmos. “Cristo tornou-se servo... de modo a que as nações o glorificassem pela sua misericórdia” (Romanos 15:8-9). Deus tem sido misericordioso connosco para que nós o possamos magnificar. Nós vimos isso novamente nas palavras, &amp;quot;No amor [Deus] predestinou-nos para a adopção… para louvor e glória da sua graça”. (Efésios 1:4-6). Noutras palavras, o objectivo de Deus nos amar é para que nós o possamos louvar. Uma outra ilustração dos Salmos 86:12-13: “Glorificarei o teu nome para sempre. Pois grande é a tua misericórdia para comigo.” O amor de Deus é a base. A sua glória é o objectivo. &amp;lt;br&amp;gt;Isto é chocante. O amor de Deus não é Deus fazer muito de nós, mas Deus salvar-nos do egocentrismo para que possamos apreciar fazer muito dele para sempre. E o nosso amor pelos outros não é fazer muito deles, mas ajudá-los a encontrar a satisfação em fazer muito de Deus. O amor verdadeiro tem como objectivo satisfazer as pessoas na glória de Deus. Qualquer amor que acaba no homem é eventualmente destrutivo. Não leva as pessoas para a única alegria eterna, nomeadamente, Deus. O Amor tem que ser centrado em Deus, ou não é amor verdadeiro, deixa as pessoas sem a sua esperança final da alegria. &amp;lt;br&amp;gt;Tomem a cruz de Cristo, por exemplo. A morte de Jesus Cristo é a suprema expressão do amor divino: “Mas Deus prova o seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). A Bíblia ainda diz que o objectivo da morte de Cristo foi” para demonstrar a sua [Deus] justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus” (Romanos 3:25). Ultrapassar os pecados cria um problema enorme para a justiça de Deus. Faz com que ele pareça um juiz que liberta os criminosos sem castigo. Noutras palavras, a misericórdia de Deus põe a justiça de Deus em perigo. &amp;lt;br&amp;gt;Portanto para justificar a sua justiça ele não faz o impensável – ele põe o seu Filho para a morte como a penalidade substituta pelos nossos pecados. A cruz faz com que seja claro para todos que Deus não varre o mal para debaixo do tapete do universo. Ele pune Jesus por aqueles que acreditam. &amp;lt;br&amp;gt;Mas tomem nota que este acto de amor tem como centro a reivindicação da justiça de Deus. O amor da Sexta-feira Santa é um amor glorificador para Deus. Deus louva Deus na cruz. Se ele não o fizesse, ele não poderia ser justo e resgatar-nos do pecado. Mas é um engano dizer, “Bem, se o objectivo era libertar-nos, então nós éramos o objectivo essencial da cruz.” Não, nós fomos resgatados do pecado de modo a podermos ver e apreciar a glória de Deus. Este é o objectivo essencial do amor da morte de Cristo. Ele não morreu para fazer muito de nós, mas para nos libertar para apreciarmos Deus para sempre. &amp;lt;br&amp;gt;É profundamente errado para voltarmos a cruz numa prova de que a auto estima é a raíz da saúde mental. Se eu estou perante o amor de Deus e não sentir uma alegria saudável, satisfatória e libertadora a não ser que eu torne esse amor num eco da minha auto estima, então eu sou como um homem que está perante o Grand Canyon e não sente a maravilha satisfatória até que ele traduza o desfiladeiro num caso da sua própria importância. Essa não é a presença da saúde mental, mas sujeição ao próprio. &amp;lt;br&amp;gt;A cura para essa sujeição é para ver que Deus é o único ser do universo para quem a auto exaltação é o acto mais amoroso. Em exaltar-se nele próprio tal como o – Grand Canyon – ele recebe a glória e nós recebemos a alegria. A maior notícia do mundo inteiro é que não há conflito final entre a minha paixão pela alegria e a paixão de Deus pela sua glória. O nó que os une um ao outro é a verdade de que Deus é mais glorificados em nós quando nós estamos mais satisfeitos nele. Jesus Cristo morreu e ressuscitou novamente para perdoar a traição das nossas almas de apreciar Deus para apreciarmos nós próprios. Na cruz de Cristo, Deus resgata-nos da casa dos espelhos e leva-nos até às montanhas e desfiladeiros da sua majestade. Nada nos satisfaz – ou engrandece-o mais. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:36 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Objectivo_Do_Amor_de_Deus_Pode_N%C3%A3o_Ser_O_Aquilo_Que_Voc%C3%AA_Pensa_Que_%C3%89</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Excelência de Cristo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Excel%C3%AAncia_de_Cristo</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Excellence of Christ}}*Admiramos a Cristo por sua glória, porém O admiramos muito mais por sua glória estar mesclada com humildade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*&amp;amp;nbsp;Admiramos a Cristo por sua transcendência, mas O admiramos muito mais porque sua transcendência está acompanhada por condescendência. &lt;br /&gt;
*&amp;amp;nbsp;Admiramos a Cristo por sua justiça inflexível, contudo, O admiramos muito mais porque sua justiça é temperada com misericórdia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Extraído do livro ''Deus é o Evangelho'', John Piper, Editora Fiel, São José dos Campos, SP)&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:29 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Excel%C3%AAncia_de_Cristo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Males Do Coração do Homen</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_Males_Do_Cora%C3%A7%C3%A3o_do_Homen</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Evils of the Human Heart}}Para que tenhamos uma idéia correta da natureza do coração humano, devemos perguntar a nós mesmos se conseguiríamos suportar a imposição de declararmos sem restrições, em voz alta, na presença de muitas pessoas, todos os pensamentos e desejos que se encontram em nosso coração. Estou convicto de que algumas pessoas, se fossem colocadas diante de tal prova, prefeririam morrer a concordar com tal imposição. Elas perceberiam que, em tal provocação, existem coisas para as quais dificilmente encontrariam palavras capazes de expressá-las. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor, em sua misericórdia, nos tem guardado de conhecer o coração dos outros, até ao ponto em que estamos dispostos a revelar a nós mesmos. Se todas as pessoas fossem obrigadas a falar tudo o que pensam, isto seria o fim de nossa sociedade, e as pessoas nunca mais se arriscariam a morar com outros seres humanos; em vez disso, morariam com tigres e ursos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos sabemos que danos uma língua desgovernada pode causar em algumas ocasiões. Mas a língua não causará nenhum dano enquanto não for um instrumento de revelação das coisas ocultas do coração; é somente uma parte dessas coisas que a pior língua é capaz de revelar. O que aconteceria, então, se todos os corações fossem abertos e todos os nossos pensamentos, conhecidos para os outros? Que mistura de confusão, vergonha, retraimento, medo e desonra encheria todos os rostos... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E todos nós estamos expostos à perscrutação de um Deus puro e santo!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_Males_Do_Cora%C3%A7%C3%A3o_do_Homen</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Luz Divina</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Luz_Divina</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Divine Light}}Uma percepção da beleza de Cristo é o início da verdadeira fé salvadora em um autêntico convertido. Isso é bastante diferente de um vago sentimento de que Cristo ama e morreu por alguém. Esse tipo de sentimento impreciso pode causar alguma espécie de amor e regozijo, porque a pessoa sente gratidão apenas por ter escapado da condenação de seus pecados. De fato, tais sentimentos fundamentam-se no amor próprio, mas de maneira alguma no amor de Cristo. É triste o fato de que tantas pessoas têm sido enganadas por esta fé falsa. Por outro lado, um simples olhar à glória de Deus, na face de Cristo, produz no coração ''um supremo e genuíno amor a Deus''. Isto acontece porque a luz divina revela a excelente amabilidade da natureza de Deus. Esse tipo de amor muito excede a qualquer coisa proveniente do amor próprio, que tanto os demônios quanto os homens podem ter. O verdadeiro amor a Deus, que resulta da percepção de sua beleza, causa um regozijo santo e espiritual na alma, um regozijo e exultação em Deus. Nisto, não existe qualquer exultação em nós mesmos, e sim apenas nEle.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A percepção da beleza das coisas divinas causará verdadeiros desejos pelas coisas de Deus. Tais desejos diferem dos desejos dos demônios, que resultam do conhecimento que estes possuem da condenação que os aguarda, e almejam que de alguma maneira isto não aconteça. Os desejos que resultam da genuína percepção da beleza de Cristo fluem naturalmente, assim como uma criança deseja o leite. Por serem diferentes de suas imitações, tais desejos ajudam-nos a fazer distinção entre as verdadeiras e as falsas experiências da graça de Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:12 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Luz_Divina</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Declaração de Danvers</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Declara%C3%A7%C3%A3o_de_Danvers</link>
			<description>&lt;p&gt;PagePush: Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info | The Danvers Statement}}''CBMW''&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Declaração de Danvers do Concílio sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em dezembro, 1987, o recém formado Concílio sobre Masculinidade e Feminilidade Bíblica se reuniu em Danvers, Massachusetts, para produzir a Declaração de Danvers. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oferecemos esta declaração ao mundo evangélico, sabendo que estimulará uma discussão saudável, e com a esperança de que ela receba grande aceitação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Justificativas''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fomos impulsionados em nosso propósito pelas seguintes tendências contemporâneas, as quais observamos com profunda preocupação: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#A incerteza e confusão difundidas em nossa cultura com respeito às diferenças complementares entre a masculinidade e feminilidade; &lt;br /&gt;
#Os efeitos trágicos desta confusão ao desfazer a tela do matrimonio tecida por Deus com os belos e diversos fios da masculinidade e da feminilidade; &lt;br /&gt;
#A promoção crescente dada ao igualitarismo feminista, acompanhada de distorções ou abandono da harmonia feliz apresentada nas Escrituras entre a liderança amorosa e humilde de maridos redimidos e o apoio inteligente e voluntário a essa liderança por esposas redimidas; &lt;br /&gt;
#A ambivalência difundida com respeito aos valores da maternidade, da vocação de cuidar da casa, e de muitos ministérios realizados historicamente pelas mulheres; &lt;br /&gt;
#O aumento de demandas de legitimidade de relações sexuais que sempre foram consideradas bíblica e historicamente ilícitas ou perversas, e o aumento da representação pornográfica da sexualidade humana; &lt;br /&gt;
#O aumento de abuso físico e emocional na família; &lt;br /&gt;
#O surgimento de papéis para homens e mulheres na liderança da igreja que não concordam com o ensino bíblico, pelo contrário, resultam na debilidade do testemunho biblicamente fiel; &lt;br /&gt;
#A crescente prevalência e aceitação de hermenêuticas estranhas planejadas para reinterpretar o significado já claro dos textos bíblicos; &lt;br /&gt;
#A resultante ameaça a autoridade bíblica que tanto se compromete à clareza das Escrituras e a acessibilidade de seu significado para pessoas simples é levada ao âmbito restringido da ingenuidade técnica. &lt;br /&gt;
#E por detrás de tudo isto, a aparente adaptação de alguns dentro da igreja ao espírito deste século a expensas de uma autenticidade bíblica atraente e radical, a qual mediante o poder do Espírito Santo pode reformar, em vez de refletir, nossa cultura decadente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Propósitos''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Afirmações''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseados em nosso entendimento dos ensinos bíblicos, afirmamos o seguinte: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Tanto Adão como Eva foram criados à imagem de Deus, iguais perante Ele como pessoas e distintos em sua masculinidade e feminilidade. (Gen 1:26-27, 2:18) &lt;br /&gt;
#A distinção entre os papéis masculinos e femininos é ordenada por Deus como parte da ordem criada e devem encontrar eco no coração de cada ser humano. (Gen 2:18, 21-24; 1 Cor 11:7-9; 1 Tim 2:12-14). &lt;br /&gt;
#A liderança de Adão no matrimonio foi estabelecida por Deus antes da queda, e não resultou do pecado. (Gen 2:16-18, 21-24, 3:1-13; 1 Cor 11:7-9). &lt;br /&gt;
#A queda introduziu distorções nas relações entre homens e mulheres. (Gen 3:1-7, 12, 16).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Em lugar, da liderança amorosa e humilde, o marido tende a ser substituído pelo domínio ou pela passividade; a submissão inteligente e voluntária da esposa tende a ser substituída pela usurpação ou pela imitacão servil.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Na igreja, o pecado fez com que os homens se inclinem para o amor mundano pelo poder ou o abandono da responsabilidade espiritual, e as mulheres a resistir as limitações em seus papéis ou a descuidar do uso de seus dons nos ministérios apropriados. &lt;br /&gt;
#O Velho Testamento, assim como o Novo Testamento, manifestam o valor e a dignidade, igualmente altos, que Deus atribuiu aos papéis dos ho mens e das mulheres. (Gen 1:26-27, 2:18; Gal 3:28). Tanto o Velho como o Novo Testamento, também afirmam o principio da liderança masculina na família e na comunidade do pacto. (Gen 2:18; Efe 5:21-33; Col 3:18-19; 1 Tim 2:11-15). &lt;br /&gt;
#A redenção em Cristo tem por propósito remover as distorções introduzidas pela maldição.&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Na família, os maridos devem abandonar a liderança cruel e egoísta e crescer em amor e cuidado por suas esposas; as esposas devem abandonar a resistência à autoridade de seus maridos e crescer em submissão voluntária e ditosa para com a liderança de seus maridos. (Efe 5:21-33; Col 3:18-19; Tit 2:3-5; 1 Ped 3:1-7).&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;Na igreja, a redenção em Cristo dada aos homens e as mulheres é em parte igual às bênçãos da salvação; no entanto, alguns papéis de governo e ensino dentro da igreja são reservados para os homens. (Gal 3:28; 1 Cor 11:2-16; 1 Tim 2:11-15). &lt;br /&gt;
#Em tudo, na vida Cristo é a autoridade suprema e guia para os homens e as mulheres, de tal maneira que nenhuma submissão terrena -- doméstica, religiosa ou civil -- implica um mandato a seguir a uma autoridade humana que nos leve ao pecado. (Dn 3:10-18; At 4:19-20, 5:27-29; 1 Ped 3:1-2). &lt;br /&gt;
#Em ambos, homens como as mulheres, o sentido sincero de um chamado ao ministério nunca deve ser usado para reservar os critérios bíblicos para ministérios particulares. (1 Tim 2:11-15, 3:1-13; Tit 1:5-9). Pelo contrario, o ensino bíblico deve permanecer como a autoridade para examinar nosso discernimento subjetivo da vontade de Deus. &lt;br /&gt;
#Com a metade da população do mundo fora do alcance da evangelização nativa; com um sem-número de outras pessoas perdidas dentro daquelas sociedades que já ouviram o Evangelho; com as tensões e misérias de enfermidade, desnutrição, pessoas sem-teto, analfabetismo, ignorância, envelhecimento, vícios, crimes, encarceramento, neuroses e solidão; nenhum homem ou mulher que sente uma paixão divina de tornar conhecida Sua graça em palavra e obras, não tem por que viver sem cumprir um ministério para a glória de Cristo e o bem deste mundo perdido. (1 Cor 12:7-21). &lt;br /&gt;
#Estamos convencidos que a negligência ou o abandono destes princípios conduzirá a conseqüências cada vez mais destrutivas em nossas famílias, nossas igrejas e na cultura em geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sobre o CMFB''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O propósito do CMFB é apresentar os ensinos bíblicos sobre as diferenças complementares entre homens e mulheres, criados iguais à imagem de Deus, porque estes ensinos são essenciais para a obediência as Escrituras e para a saúde da família e da igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Translate by) Traduzido pelo Pr. Isaias Lobão Pereira Júnior. (Independent Baptist Church) Igreja Batista Independente Brasília - DF&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 19:02:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>PagePush</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Declara%C3%A7%C3%A3o_de_Danvers</comments>		</item>
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