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		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
		<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Mollymullery</link>
		<description>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</description>
		<language>pt</language>
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		<lastBuildDate>Thu, 04 Jun 2026 04:15:40 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>Criados para a Dignidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Criados_para_a_Dignidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Designed for Dignity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos. E muitos de nós apreciamos ocasionalmente um bife assado ou uma carne de panela no domingo. Por milhares de anos, a humanidade como um todo tem se regalado com peixes, aves ou outros animais. Até ao surgimento de movimentos em favor dos direitos dos animais, em anos recentes, ninguém questionava a legitimidade de matar essas criaturas para servirem de alimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na maioria da culturas, desde o alvorecer da História, o assassinato de outro ser humano tem sido um crime digno de punição. Por quê? Por que fazemos distinção entre matar um pássaro ou um animal e matar outro ser humano? A resposta está em Gênesis 9.1-6. Nessa passagem, Deus estabelece uma distinção entre animais, pássaros e peixes, de um lado, e os homens, do outro lado. As criaturas foram dadas como alimento por Deus aos homens. É por essa razão que os matamos sem qualquer senso de culpa. Elas são uma provisão de Deus para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito aos homens, a situação é diferente. Em Gênesis 9.6, Deus afirma expressamente: &amp;quot;Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque ''Deus fez o homem segundo a sua imagem''&amp;quot; (ênfase acrescentada). É lícito matar uma criatura para servir de alimento, mas isso não é verdade no que diz respeito a matar um ser humano. Por quê? Porque Deus criou o homem — homem e mulher — à sua própria imagem (ver Gn 9.6; 1.27). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, tudo isso é apenas uma revisão para muitos dos leitores deste artigo. Todavia, ignoramos freqüentemente outro importante texto bíblico — que é o fundamento da maneira como lidamos uns com os outros por sermos criados à semelhança de Deus. Tiago 3.9 diz: &amp;quot;Com ela [a língua], bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus&amp;quot;. Em distinção de todas as outras criaturas, a humanidade tem um relacionamento especial com Deus. E, embora a imagem de Deus tenha sido gravemente deformada como resultado do pecado de Adão, ela ainda existe. Isso é evidenciado pelo fato de que tanto Gênesis 9 como Tiago 3 se referem à humanidade depois da Queda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há duas ações prejudiciais que nos são proibidas em relação às outras pessoas por sermos criados à imagem de Deus. E, considerando o contexto, não cometeremos qualquer lapso exegético se concluirmos que Tiago tinha em mente não apenas uma imprecação ou uma acusação grave, mas também qualquer tipo de linguagem rude ou descortês que tencionasse ferir ou humilhar a outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é muito sério. Não posso tirar a vida de outra pessoa porque ela foi criada à imagem, mas também não posso amaldiçoá-la nem humilhá-la devido à mesma razão. Muitos de nós que não pensariam em matar alguém deixam sair de seus lábios, freqüentemente, palavras severas e prejudiciais, sem ponderação. Quando fazemos isso, pecamos porque ofendemos a imagem de Deus na outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas duas proibições a respeito de assassinato e de linguagem prejudicial, podemos extrair um princípio bíblico que se aplica a todos os relacionamentos interpessoais. Devemos tratar uns aos outros com dignidade e respeito porque somos criados à imagem de Deus. De fato, as Escrituras parecem sugerir que Deus considera o nosso lidar com os outros seres humanos como o lidar com Ele mesmo. Por exemplo, Provérbios 19.17 diz: &amp;quot;Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício&amp;quot;. E Jesus afirmou que, no último dia, nossas obras estarão fundamentadas, em alguma medida, nesse princípio. &amp;quot;O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes&amp;quot; (Mt 25.40). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos associar a palavra ''integridade'' a características como honestidade e retidão moral. Mas integridade também inclui a maneira como consideramos e tratamos os outras pessoas. Muitos de nós conhecem pessoas que são honestas e corretas em seu comportamento moral, mas são orgulhosas e rudes em suas atitudes e tratamento para com os outros. Contudo, apesar disso, toda pessoa, não importando o sexo, a origem étnica ou a posição social e econômica, deve ser tratada com dignidade e respeito, porque foi criada à imagem de Deus. Falhar nessa área significa comprometer nossa integridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso tem muitas implicações. Como já sugerimos, o que falamos para ou sobre a outra pessoa deve ser governado por esse princípio de tratar os outros com dignidade e respeito. Paulo escreveu: &amp;quot;Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem&amp;quot; (Ef 4.29). Linguagem torpe é qualquer linguagem que tende a denegrir a outra pessoa — com quem falamos ou a respeito de quem falamos. Nessa área dos relacionamentos, nós, que tentamos ser cautelosos em outras áreas da vida, podemos falhar gravemente. É tão fácil falarmos depreciativamente acerca de outra pessoa, sem ponderação ou consciência tranqüila; mas essa pessoa é criada à imagem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere os moradores de rua. Em uma noite de inverno, você pode ir a uma biblioteca no centro da cidade em que moro e ver certo número deles procurando refúgio contra o frio. Facilmente somos incomodados por sua presença. Eles precisam de asseio, banho, roupas limpas e parecem entremeter-se no ótimo ambiente de classe média com o qual freqüentemente nos associamos na biblioteca. Mas todos eles foram criados à imagem de Deus e, por isso, merecem a dignidade e respeito que reservamos para pessoas semelhantes a nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, precisamos fazer mais do que mostrar dignidade e respeito. Nos dias de Isaías, Deus repreendeu severamente Israel por sua indiferença para com a condição infeliz do necessitado. A mensagem de Deus foi: &amp;quot;Não é este o jejum que escolhi... que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras...?&amp;quot; (Is 58.6-7). Este breve artigo não é o lugar para discorrermos sobre o que a vida pode ser para cada um de nós hoje. Basta dizer que todo crente deve se envolver em algum ministério de socorro aos necessitados, quer seja de modo ativo e pessoal, quer seja sustentando os envolvidos nesse tipo de ministério. E, ainda que sejamos inclinados a reagir generosamente à triste condição dos órfãos vitimas de AIDS, na África, não esqueçamos os necessitados de nossa própria cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proteção da vida é outra aplicação da verdade de que cada indivíduo é criado à imagem de Deus. Nessa área, pensamos naturalmente na proteção dos bebês em gestação. Embora o nosso sistema de leis obstrua grandemente nossos esforços de protegê-los, há ações positivas que podemos tomar. Uma delas é sustentar pessoal e financeiramente os ministérios que assistem a mulheres de gravidez indesejada. Outra ação é apoiarmos aqueles que estão trabalhando para mudar a situação, quer por meio de legislação, quer por meio de decisões nos tribunais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a desastrosa decisão da Suprema Corte no caso Rode versus Wade, há mais de 30 anos, a proteção dos bebês em gestação se tornou parte importante na crescente divisão política e cultural em nosso país. No ardor da retórica sobre essa questão, é fácil perdermos de vista a base de nossas convicções &amp;quot;pró-vida&amp;quot; — ou seja, cada um desses bebês é criado à imagem de Deus. A sua proteção é mais do que uma questão política a ser defendida por votos ou decisões nos tribunais. É uma batalha que também necessita ser travada no trono da graça, em oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do outro lado do espectro das questões relacionadas à vida, está a crescente ameaça da eutanásia e do suicídio assistido de pessoas idosas ou seriamente inválidas. Além disso, há o grande número de idosos que sofrem em asilos, recebendo pouca ou nenhuma atenção de seus familiares. Muitos deles tem problemas sérios em suas capacidades mentais, que tornam difícil o relacionamento com eles. Mas todas essas pessoas precisam ser tratadas com dignidade e respeito, ainda que, às vezes, isso seja bastante árduo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de seis bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Por meio de tecnologias de comunicação, nos tornamos vizinhos virtuais da maioria das pessoas. Então, como reagimos quando lemos em nosso jornal ou vemos na televisão notícias a respeito de terremotos devastadores ou tufões que mataram ou deixaram desabrigados centenas de milhares de pessoas? São apenas meras notícias sobre o nosso planeta atribulado? Ou vemos cada uma dessas pessoas como seres criados à imagem de Deus e, por causa disso, merecedoras de dignidade e respeito, bem como de nossa compaixão e ajuda? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós vive em uma ilha social. Interagimos todos os dias com pessoas, direta ou indiretamente. Em qualquer que seja a circunstância e a natureza dessa interação, procuremos tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, reconhecendo que todo ser humano foi criado à imagem de Deus. Como Paulo escreveu em Gálatas 6.10: &amp;quot;Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:48:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Criados_para_a_Dignidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Criados para a Dignidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Criados_para_a_Dignidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Desprotegeu &amp;quot;Criados para a Dignidade&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos. E muitos de nós apreciamos ocasionalmente um bife assado ou uma carne de panela no domingo. Por milhares de anos, a humanidade como um todo tem se regalado com peixes, aves ou outros animais. Até ao surgimento de movimentos em favor dos direitos dos animais, em anos recentes, ninguém questionava a legitimidade de matar essas criaturas para servirem de alimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na maioria da culturas, desde o alvorecer da História, o assassinato de outro ser humano tem sido um crime digno de punição. Por quê? Por que fazemos distinção entre matar um pássaro ou um animal e matar outro ser humano? A resposta está em Gênesis 9.1-6. Nessa passagem, Deus estabelece uma distinção entre animais, pássaros e peixes, de um lado, e os homens, do outro lado. As criaturas foram dadas como alimento por Deus aos homens. É por essa razão que os matamos sem qualquer senso de culpa. Elas são uma provisão de Deus para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito aos homens, a situação é diferente. Em Gênesis 9.6, Deus afirma expressamente: &amp;quot;Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque ''Deus fez o homem segundo a sua imagem''&amp;quot; (ênfase acrescentada). É lícito matar uma criatura para servir de alimento, mas isso não é verdade no que diz respeito a matar um ser humano. Por quê? Porque Deus criou o homem — homem e mulher — à sua própria imagem (ver Gn 9.6; 1.27). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, tudo isso é apenas uma revisão para muitos dos leitores deste artigo. Todavia, ignoramos freqüentemente outro importante texto bíblico — que é o fundamento da maneira como lidamos uns com os outros por sermos criados à semelhança de Deus. Tiago 3.9 diz: &amp;quot;Com ela [a língua], bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus&amp;quot;. Em distinção de todas as outras criaturas, a humanidade tem um relacionamento especial com Deus. E, embora a imagem de Deus tenha sido gravemente deformada como resultado do pecado de Adão, ela ainda existe. Isso é evidenciado pelo fato de que tanto Gênesis 9 como Tiago 3 se referem à humanidade depois da Queda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há duas ações prejudiciais que nos são proibidas em relação às outras pessoas por sermos criados à imagem de Deus. E, considerando o contexto, não cometeremos qualquer lapso exegético se concluirmos que Tiago tinha em mente não apenas uma imprecação ou uma acusação grave, mas também qualquer tipo de linguagem rude ou descortês que tencionasse ferir ou humilhar a outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é muito sério. Não posso tirar a vida de outra pessoa porque ela foi criada à imagem, mas também não posso amaldiçoá-la nem humilhá-la devido à mesma razão. Muitos de nós que não pensariam em matar alguém deixam sair de seus lábios, freqüentemente, palavras severas e prejudiciais, sem ponderação. Quando fazemos isso, pecamos porque ofendemos a imagem de Deus na outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas duas proibições a respeito de assassinato e de linguagem prejudicial, podemos extrair um princípio bíblico que se aplica a todos os relacionamentos interpessoais. Devemos tratar uns aos outros com dignidade e respeito porque somos criados à imagem de Deus. De fato, as Escrituras parecem sugerir que Deus considera o nosso lidar com os outros seres humanos como o lidar com Ele mesmo. Por exemplo, Provérbios 19.17 diz: &amp;quot;Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício&amp;quot;. E Jesus afirmou que, no último dia, nossas obras estarão fundamentadas, em alguma medida, nesse princípio. &amp;quot;O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes&amp;quot; (Mt 25.40). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos associar a palavra ''integridade'' a características como honestidade e retidão moral. Mas integridade também inclui a maneira como consideramos e tratamos os outras pessoas. Muitos de nós conhecem pessoas que são honestas e corretas em seu comportamento moral, mas são orgulhosas e rudes em suas atitudes e tratamento para com os outros. Contudo, apesar disso, toda pessoa, não importando o sexo, a origem étnica ou a posição social e econômica, deve ser tratada com dignidade e respeito, porque foi criada à imagem de Deus. Falhar nessa área significa comprometer nossa integridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso tem muitas implicações. Como já sugerimos, o que falamos para ou sobre a outra pessoa deve ser governado por esse princípio de tratar os outros com dignidade e respeito. Paulo escreveu: &amp;quot;Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem&amp;quot; (Ef 4.29). Linguagem torpe é qualquer linguagem que tende a denegrir a outra pessoa — com quem falamos ou a respeito de quem falamos. Nessa área dos relacionamentos, nós, que tentamos ser cautelosos em outras áreas da vida, podemos falhar gravemente. É tão fácil falarmos depreciativamente acerca de outra pessoa, sem ponderação ou consciência tranqüila; mas essa pessoa é criada à imagem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere os moradores de rua. Em uma noite de inverno, você pode ir a uma biblioteca no centro da cidade em que moro e ver certo número deles procurando refúgio contra o frio. Facilmente somos incomodados por sua presença. Eles precisam de asseio, banho, roupas limpas e parecem entremeter-se no ótimo ambiente de classe média com o qual freqüentemente nos associamos na biblioteca. Mas todos eles foram criados à imagem de Deus e, por isso, merecem a dignidade e respeito que reservamos para pessoas semelhantes a nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, precisamos fazer mais do que mostrar dignidade e respeito. Nos dias de Isaías, Deus repreendeu severamente Israel por sua indiferença para com a condição infeliz do necessitado. A mensagem de Deus foi: &amp;quot;Não é este o jejum que escolhi... que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras...?&amp;quot; (Is 58.6-7). Este breve artigo não é o lugar para discorrermos sobre o que a vida pode ser para cada um de nós hoje. Basta dizer que todo crente deve se envolver em algum ministério de socorro aos necessitados, quer seja de modo ativo e pessoal, quer seja sustentando os envolvidos nesse tipo de ministério. E, ainda que sejamos inclinados a reagir generosamente à triste condição dos órfãos vitimas de AIDS, na África, não esqueçamos os necessitados de nossa própria cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proteção da vida é outra aplicação da verdade de que cada indivíduo é criado à imagem de Deus. Nessa área, pensamos naturalmente na proteção dos bebês em gestação. Embora o nosso sistema de leis obstrua grandemente nossos esforços de protegê-los, há ações positivas que podemos tomar. Uma delas é sustentar pessoal e financeiramente os ministérios que assistem a mulheres de gravidez indesejada. Outra ação é apoiarmos aqueles que estão trabalhando para mudar a situação, quer por meio de legislação, quer por meio de decisões nos tribunais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a desastrosa decisão da Suprema Corte no caso Rode versus Wade, há mais de 30 anos, a proteção dos bebês em gestação se tornou parte importante na crescente divisão política e cultural em nosso país. No ardor da retórica sobre essa questão, é fácil perdermos de vista a base de nossas convicções &amp;quot;pró-vida&amp;quot; — ou seja, cada um desses bebês é criado à imagem de Deus. A sua proteção é mais do que uma questão política a ser defendida por votos ou decisões nos tribunais. É uma batalha que também necessita ser travada no trono da graça, em oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do outro lado do espectro das questões relacionadas à vida, está a crescente ameaça da eutanásia e do suicídio assistido de pessoas idosas ou seriamente inválidas. Além disso, há o grande número de idosos que sofrem em asilos, recebendo pouca ou nenhuma atenção de seus familiares. Muitos deles tem problemas sérios em suas capacidades mentais, que tornam difícil o relacionamento com eles. Mas todas essas pessoas precisam ser tratadas com dignidade e respeito, ainda que, às vezes, isso seja bastante árduo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de seis bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Por meio de tecnologias de comunicação, nos tornamos vizinhos virtuais da maioria das pessoas. Então, como reagimos quando lemos em nosso jornal ou vemos na televisão notícias a respeito de terremotos devastadores ou tufões que mataram ou deixaram desabrigados centenas de milhares de pessoas? São apenas meras notícias sobre o nosso planeta atribulado? Ou vemos cada uma dessas pessoas como seres criados à imagem de Deus e, por causa disso, merecedoras de dignidade e respeito, bem como de nossa compaixão e ajuda? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós vive em uma ilha social. Interagimos todos os dias com pessoas, direta ou indiretamente. Em qualquer que seja a circunstância e a natureza dessa interação, procuremos tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, reconhecendo que todo ser humano foi criado à imagem de Deus. Como Paulo escreveu em Gálatas 6.10: &amp;quot;Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:47:41 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Criados_para_a_Dignidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Criados para a Dignidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Criados_para_a_Dignidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;Criados para a Dignidade&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos. E muitos de nós apreciamos ocasionalmente um bife assado ou uma carne de panela no domingo. Por milhares de anos, a humanidade como um todo tem se regalado com peixes, aves ou outros animais. Até ao surgimento de movimentos em favor dos direitos dos animais, em anos recentes, ninguém questionava a legitimidade de matar essas criaturas para servirem de alimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na maioria da culturas, desde o alvorecer da História, o assassinato de outro ser humano tem sido um crime digno de punição. Por quê? Por que fazemos distinção entre matar um pássaro ou um animal e matar outro ser humano? A resposta está em Gênesis 9.1-6. Nessa passagem, Deus estabelece uma distinção entre animais, pássaros e peixes, de um lado, e os homens, do outro lado. As criaturas foram dadas como alimento por Deus aos homens. É por essa razão que os matamos sem qualquer senso de culpa. Elas são uma provisão de Deus para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito aos homens, a situação é diferente. Em Gênesis 9.6, Deus afirma expressamente: &amp;quot;Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque ''Deus fez o homem segundo a sua imagem''&amp;quot; (ênfase acrescentada). É lícito matar uma criatura para servir de alimento, mas isso não é verdade no que diz respeito a matar um ser humano. Por quê? Porque Deus criou o homem — homem e mulher — à sua própria imagem (ver Gn 9.6; 1.27). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, tudo isso é apenas uma revisão para muitos dos leitores deste artigo. Todavia, ignoramos freqüentemente outro importante texto bíblico — que é o fundamento da maneira como lidamos uns com os outros por sermos criados à semelhança de Deus. Tiago 3.9 diz: &amp;quot;Com ela [a língua], bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus&amp;quot;. Em distinção de todas as outras criaturas, a humanidade tem um relacionamento especial com Deus. E, embora a imagem de Deus tenha sido gravemente deformada como resultado do pecado de Adão, ela ainda existe. Isso é evidenciado pelo fato de que tanto Gênesis 9 como Tiago 3 se referem à humanidade depois da Queda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há duas ações prejudiciais que nos são proibidas em relação às outras pessoas por sermos criados à imagem de Deus. E, considerando o contexto, não cometeremos qualquer lapso exegético se concluirmos que Tiago tinha em mente não apenas uma imprecação ou uma acusação grave, mas também qualquer tipo de linguagem rude ou descortês que tencionasse ferir ou humilhar a outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é muito sério. Não posso tirar a vida de outra pessoa porque ela foi criada à imagem, mas também não posso amaldiçoá-la nem humilhá-la devido à mesma razão. Muitos de nós que não pensariam em matar alguém deixam sair de seus lábios, freqüentemente, palavras severas e prejudiciais, sem ponderação. Quando fazemos isso, pecamos porque ofendemos a imagem de Deus na outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas duas proibições a respeito de assassinato e de linguagem prejudicial, podemos extrair um princípio bíblico que se aplica a todos os relacionamentos interpessoais. Devemos tratar uns aos outros com dignidade e respeito porque somos criados à imagem de Deus. De fato, as Escrituras parecem sugerir que Deus considera o nosso lidar com os outros seres humanos como o lidar com Ele mesmo. Por exemplo, Provérbios 19.17 diz: &amp;quot;Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício&amp;quot;. E Jesus afirmou que, no último dia, nossas obras estarão fundamentadas, em alguma medida, nesse princípio. &amp;quot;O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes&amp;quot; (Mt 25.40). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos associar a palavra ''integridade'' a características como honestidade e retidão moral. Mas integridade também inclui a maneira como consideramos e tratamos os outras pessoas. Muitos de nós conhecem pessoas que são honestas e corretas em seu comportamento moral, mas são orgulhosas e rudes em suas atitudes e tratamento para com os outros. Contudo, apesar disso, toda pessoa, não importando o sexo, a origem étnica ou a posição social e econômica, deve ser tratada com dignidade e respeito, porque foi criada à imagem de Deus. Falhar nessa área significa comprometer nossa integridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso tem muitas implicações. Como já sugerimos, o que falamos para ou sobre a outra pessoa deve ser governado por esse princípio de tratar os outros com dignidade e respeito. Paulo escreveu: &amp;quot;Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem&amp;quot; (Ef 4.29). Linguagem torpe é qualquer linguagem que tende a denegrir a outra pessoa — com quem falamos ou a respeito de quem falamos. Nessa área dos relacionamentos, nós, que tentamos ser cautelosos em outras áreas da vida, podemos falhar gravemente. É tão fácil falarmos depreciativamente acerca de outra pessoa, sem ponderação ou consciência tranqüila; mas essa pessoa é criada à imagem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere os moradores de rua. Em uma noite de inverno, você pode ir a uma biblioteca no centro da cidade em que moro e ver certo número deles procurando refúgio contra o frio. Facilmente somos incomodados por sua presença. Eles precisam de asseio, banho, roupas limpas e parecem entremeter-se no ótimo ambiente de classe média com o qual freqüentemente nos associamos na biblioteca. Mas todos eles foram criados à imagem de Deus e, por isso, merecem a dignidade e respeito que reservamos para pessoas semelhantes a nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, precisamos fazer mais do que mostrar dignidade e respeito. Nos dias de Isaías, Deus repreendeu severamente Israel por sua indiferença para com a condição infeliz do necessitado. A mensagem de Deus foi: &amp;quot;Não é este o jejum que escolhi... que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras...?&amp;quot; (Is 58.6-7). Este breve artigo não é o lugar para discorrermos sobre o que a vida pode ser para cada um de nós hoje. Basta dizer que todo crente deve se envolver em algum ministério de socorro aos necessitados, quer seja de modo ativo e pessoal, quer seja sustentando os envolvidos nesse tipo de ministério. E, ainda que sejamos inclinados a reagir generosamente à triste condição dos órfãos vitimas de AIDS, na África, não esqueçamos os necessitados de nossa própria cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proteção da vida é outra aplicação da verdade de que cada indivíduo é criado à imagem de Deus. Nessa área, pensamos naturalmente na proteção dos bebês em gestação. Embora o nosso sistema de leis obstrua grandemente nossos esforços de protegê-los, há ações positivas que podemos tomar. Uma delas é sustentar pessoal e financeiramente os ministérios que assistem a mulheres de gravidez indesejada. Outra ação é apoiarmos aqueles que estão trabalhando para mudar a situação, quer por meio de legislação, quer por meio de decisões nos tribunais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a desastrosa decisão da Suprema Corte no caso Rode versus Wade, há mais de 30 anos, a proteção dos bebês em gestação se tornou parte importante na crescente divisão política e cultural em nosso país. No ardor da retórica sobre essa questão, é fácil perdermos de vista a base de nossas convicções &amp;quot;pró-vida&amp;quot; — ou seja, cada um desses bebês é criado à imagem de Deus. A sua proteção é mais do que uma questão política a ser defendida por votos ou decisões nos tribunais. É uma batalha que também necessita ser travada no trono da graça, em oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do outro lado do espectro das questões relacionadas à vida, está a crescente ameaça da eutanásia e do suicídio assistido de pessoas idosas ou seriamente inválidas. Além disso, há o grande número de idosos que sofrem em asilos, recebendo pouca ou nenhuma atenção de seus familiares. Muitos deles tem problemas sérios em suas capacidades mentais, que tornam difícil o relacionamento com eles. Mas todas essas pessoas precisam ser tratadas com dignidade e respeito, ainda que, às vezes, isso seja bastante árduo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de seis bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Por meio de tecnologias de comunicação, nos tornamos vizinhos virtuais da maioria das pessoas. Então, como reagimos quando lemos em nosso jornal ou vemos na televisão notícias a respeito de terremotos devastadores ou tufões que mataram ou deixaram desabrigados centenas de milhares de pessoas? São apenas meras notícias sobre o nosso planeta atribulado? Ou vemos cada uma dessas pessoas como seres criados à imagem de Deus e, por causa disso, merecedoras de dignidade e respeito, bem como de nossa compaixão e ajuda? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós vive em uma ilha social. Interagimos todos os dias com pessoas, direta ou indiretamente. Em qualquer que seja a circunstância e a natureza dessa interação, procuremos tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, reconhecendo que todo ser humano foi criado à imagem de Deus. Como Paulo escreveu em Gálatas 6.10: &amp;quot;Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:44:41 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Criados_para_a_Dignidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Criados para a Dignidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Criados_para_a_Dignidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos. E muitos de nós apreciamos ocasionalmente um bife assado ou uma carne de panela no domingo. Por milhares de anos, a humanidade como um todo tem se regalado com peixes, aves ou outros animais. Até ao surgimento de movimentos em favor dos direitos dos animais, em anos recentes, ninguém questionava a legitimidade de matar essas criaturas para servirem de alimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na maioria da culturas, desde o alvorecer da História, o assassinato de outro ser humano tem sido um crime digno de punição. Por quê? Por que fazemos distinção entre matar um pássaro ou um animal e matar outro ser humano? A resposta está em Gênesis 9.1-6. Nessa passagem, Deus estabelece uma distinção entre animais, pássaros e peixes, de um lado, e os homens, do outro lado. As criaturas foram dadas como alimento por Deus aos homens. É por essa razão que os matamos sem qualquer senso de culpa. Elas são uma provisão de Deus para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito aos homens, a situação é diferente. Em Gênesis 9.6, Deus afirma expressamente: &amp;quot;Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque ''Deus fez o homem segundo a sua imagem''&amp;quot; (ênfase acrescentada). É lícito matar uma criatura para servir de alimento, mas isso não é verdade no que diz respeito a matar um ser humano. Por quê? Porque Deus criou o homem — homem e mulher — à sua própria imagem (ver Gn 9.6; 1.27). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, tudo isso é apenas uma revisão para muitos dos leitores deste artigo. Todavia, ignoramos freqüentemente outro importante texto bíblico — que é o fundamento da maneira como lidamos uns com os outros por sermos criados à semelhança de Deus. Tiago 3.9 diz: &amp;quot;Com ela [a língua], bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus&amp;quot;. Em distinção de todas as outras criaturas, a humanidade tem um relacionamento especial com Deus. E, embora a imagem de Deus tenha sido gravemente deformada como resultado do pecado de Adão, ela ainda existe. Isso é evidenciado pelo fato de que tanto Gênesis 9 como Tiago 3 se referem à humanidade depois da Queda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há duas ações prejudiciais que nos são proibidas em relação às outras pessoas por sermos criados à imagem de Deus. E, considerando o contexto, não cometeremos qualquer lapso exegético se concluirmos que Tiago tinha em mente não apenas uma imprecação ou uma acusação grave, mas também qualquer tipo de linguagem rude ou descortês que tencionasse ferir ou humilhar a outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é muito sério. Não posso tirar a vida de outra pessoa porque ela foi criada à imagem, mas também não posso amaldiçoá-la nem humilhá-la devido à mesma razão. Muitos de nós que não pensariam em matar alguém deixam sair de seus lábios, freqüentemente, palavras severas e prejudiciais, sem ponderação. Quando fazemos isso, pecamos porque ofendemos a imagem de Deus na outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas duas proibições a respeito de assassinato e de linguagem prejudicial, podemos extrair um princípio bíblico que se aplica a todos os relacionamentos interpessoais. Devemos tratar uns aos outros com dignidade e respeito porque somos criados à imagem de Deus. De fato, as Escrituras parecem sugerir que Deus considera o nosso lidar com os outros seres humanos como o lidar com Ele mesmo. Por exemplo, Provérbios 19.17 diz: &amp;quot;Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício&amp;quot;. E Jesus afirmou que, no último dia, nossas obras estarão fundamentadas, em alguma medida, nesse princípio. &amp;quot;O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes&amp;quot; (Mt 25.40). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos associar a palavra ''integridade'' a características como honestidade e retidão moral. Mas integridade também inclui a maneira como consideramos e tratamos os outras pessoas. Muitos de nós conhecem pessoas que são honestas e corretas em seu comportamento moral, mas são orgulhosas e rudes em suas atitudes e tratamento para com os outros. Contudo, apesar disso, toda pessoa, não importando o sexo, a origem étnica ou a posição social e econômica, deve ser tratada com dignidade e respeito, porque foi criada à imagem de Deus. Falhar nessa área significa comprometer nossa integridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso tem muitas implicações. Como já sugerimos, o que falamos para ou sobre a outra pessoa deve ser governado por esse princípio de tratar os outros com dignidade e respeito. Paulo escreveu: &amp;quot;Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem&amp;quot; (Ef 4.29). Linguagem torpe é qualquer linguagem que tende a denegrir a outra pessoa — com quem falamos ou a respeito de quem falamos. Nessa área dos relacionamentos, nós, que tentamos ser cautelosos em outras áreas da vida, podemos falhar gravemente. É tão fácil falarmos depreciativamente acerca de outra pessoa, sem ponderação ou consciência tranqüila; mas essa pessoa é criada à imagem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere os moradores de rua. Em uma noite de inverno, você pode ir a uma biblioteca no centro da cidade em que moro e ver certo número deles procurando refúgio contra o frio. Facilmente somos incomodados por sua presença. Eles precisam de asseio, banho, roupas limpas e parecem entremeter-se no ótimo ambiente de classe média com o qual freqüentemente nos associamos na biblioteca. Mas todos eles foram criados à imagem de Deus e, por isso, merecem a dignidade e respeito que reservamos para pessoas semelhantes a nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, precisamos fazer mais do que mostrar dignidade e respeito. Nos dias de Isaías, Deus repreendeu severamente Israel por sua indiferença para com a condição infeliz do necessitado. A mensagem de Deus foi: &amp;quot;Não é este o jejum que escolhi... que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras...?&amp;quot; (Is 58.6-7). Este breve artigo não é o lugar para discorrermos sobre o que a vida pode ser para cada um de nós hoje. Basta dizer que todo crente deve se envolver em algum ministério de socorro aos necessitados, quer seja de modo ativo e pessoal, quer seja sustentando os envolvidos nesse tipo de ministério. E, ainda que sejamos inclinados a reagir generosamente à triste condição dos órfãos vitimas de AIDS, na África, não esqueçamos os necessitados de nossa própria cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proteção da vida é outra aplicação da verdade de que cada indivíduo é criado à imagem de Deus. Nessa área, pensamos naturalmente na proteção dos bebês em gestação. Embora o nosso sistema de leis obstrua grandemente nossos esforços de protegê-los, há ações positivas que podemos tomar. Uma delas é sustentar pessoal e financeiramente os ministérios que assistem a mulheres de gravidez indesejada. Outra ação é apoiarmos aqueles que estão trabalhando para mudar a situação, quer por meio de legislação, quer por meio de decisões nos tribunais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde a desastrosa decisão da Suprema Corte no caso Rode versus Wade, há mais de 30 anos, a proteção dos bebês em gestação se tornou parte importante na crescente divisão política e cultural em nosso país. No ardor da retórica sobre essa questão, é fácil perdermos de vista a base de nossas convicções &amp;quot;pró-vida&amp;quot; — ou seja, cada um desses bebês é criado à imagem de Deus. A sua proteção é mais do que uma questão política a ser defendida por votos ou decisões nos tribunais. É uma batalha que também necessita ser travada no trono da graça, em oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do outro lado do espectro das questões relacionadas à vida, está a crescente ameaça da eutanásia e do suicídio assistido de pessoas idosas ou seriamente inválidas. Além disso, há o grande número de idosos que sofrem em asilos, recebendo pouca ou nenhuma atenção de seus familiares. Muitos deles tem problemas sérios em suas capacidades mentais, que tornam difícil o relacionamento com eles. Mas todas essas pessoas precisam ser tratadas com dignidade e respeito, ainda que, às vezes, isso seja bastante árduo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de seis bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Por meio de tecnologias de comunicação, nos tornamos vizinhos virtuais da maioria das pessoas. Então, como reagimos quando lemos em nosso jornal ou vemos na televisão notícias a respeito de terremotos devastadores ou tufões que mataram ou deixaram desabrigados centenas de milhares de pessoas? São apenas meras notícias sobre o nosso planeta atribulado? Ou vemos cada uma dessas pessoas como seres criados à imagem de Deus e, por causa disso, merecedoras de dignidade e respeito, bem como de nossa compaixão e ajuda? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós vive em uma ilha social. Interagimos todos os dias com pessoas, direta ou indiretamente. Em qualquer que seja a circunstância e a natureza dessa interação, procuremos tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, reconhecendo que todo ser humano foi criado à imagem de Deus. Como Paulo escreveu em Gálatas 6.10: &amp;quot;Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:44:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Criados_para_a_Dignidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Criados para a Dignidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Criados_para_a_Dignidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos. E muitos de nós apreciamos ocasionalmente um bife assado ou uma carne de panela no domingo. Por milhares de anos, a humanidade como um todo tem se regalado com peixes, aves ou outros animais. Até ao surgimento de movimentos em favor dos direitos dos animais, em anos recentes, ninguém questionava a legitimidade de matar essas criaturas para servirem de alimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na maioria da culturas, desde o alvorecer da História, o assassinato de outro ser humano tem sido um crime digno de punição. Por quê? Por que fazemos distinção entre matar um pássaro ou um animal e matar outro ser humano? A resposta está em Gênesis 9.1-6. Nessa passagem, Deus estabelece uma distinção entre animais, pássaros e peixes, de um lado, e os homens, do outro lado. As criaturas foram dadas como alimento por Deus aos homens. É por essa razão que os matamos sem qualquer senso de culpa. Elas são uma provisão de Deus para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito aos homens, a situação é diferente. Em Gênesis 9.6, Deus afirma expressamente: &amp;quot;Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque ''Deus fez o homem segundo a sua imagem''&amp;quot; (ênfase acrescentada). É lícito matar uma criatura para servir de alimento, mas isso não é verdade no que diz respeito a matar um ser humano. Por quê? Porque Deus criou o homem — homem e mulher — à sua própria imagem (ver Gn 9.6; 1.27). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, tudo isso é apenas uma revisão para muitos dos leitores deste artigo. Todavia, ignoramos freqüentemente outro importante texto bíblico — que é o fundamento da maneira como lidamos uns com os outros por sermos criados à semelhança de Deus. Tiago 3.9 diz: &amp;quot;Com ela [a língua], bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus&amp;quot;. Em distinção de todas as outras criaturas, a humanidade tem um relacionamento especial com Deus. E, embora a imagem de Deus tenha sido gravemente deformada como resultado do pecado de Adão, ela ainda existe. Isso é evidenciado pelo fato de que tanto Gênesis 9 como Tiago 3 se referem à humanidade depois da Queda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há duas ações prejudiciais que nos são proibidas em relação às outras pessoas por sermos criados à imagem de Deus. E, considerando o contexto, não cometeremos qualquer lapso exegético se concluirmos que Tiago tinha em mente não apenas uma imprecação ou uma acusação grave, mas também qualquer tipo de linguagem rude ou descortês que tencionasse ferir ou humilhar a outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é muito sério. Não posso tirar a vida de outra pessoa porque ela foi criada à imagem, mas também não posso amaldiçoá-la nem humilhá-la devido à mesma razão. Muitos de nós que não pensariam em matar alguém deixam sair de seus lábios, freqüentemente, palavras severas e prejudiciais, sem ponderação. Quando fazemos isso, pecamos porque ofendemos a imagem de Deus na outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas duas proibições a respeito de assassinato e de linguagem prejudicial, podemos extrair um princípio bíblico que se aplica a todos os relacionamentos interpessoais. Devemos tratar uns aos outros com dignidade e respeito porque somos criados à imagem de Deus. De fato, as Escrituras parecem sugerir que Deus considera o nosso lidar com os outros seres humanos como o lidar com Ele mesmo. Por exemplo, Provérbios 19.17 diz: &amp;quot;Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício&amp;quot;. E Jesus afirmou que, no último dia, nossas obras estarão fundamentadas, em alguma medida, nesse princípio. &amp;quot;O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes&amp;quot; (Mt 25.40). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos associar a palavra ''integridade'' a características como honestidade e retidão moral. Mas integridade também inclui a maneira como consideramos e tratamos os outras pessoas. Muitos de nós conhecem pessoas que são honestas e corretas em seu comportamento moral, mas são orgulhosas e rudes em suas atitudes e tratamento para com os outros. Contudo, apesar disso, toda pessoa, não importando o sexo, a origem étnica ou a posição social e econômica, deve ser tratada com dignidade e respeito, porque foi criada à imagem de Deus. Falhar nessa área significa comprometer nossa integridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso tem muitas implicações. Como já sugerimos, o que falamos para ou sobre a outra pessoa deve ser governado por esse princípio de tratar os outros com dignidade e respeito. Paulo escreveu: &amp;quot;Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem&amp;quot; (Ef 4.29). Linguagem torpe é qualquer linguagem que tende a denegrir a outra pessoa — com quem falamos ou a respeito de quem falamos. Nessa área dos relacionamentos, nós, que tentamos ser cautelosos em outras áreas da vida, podemos falhar gravemente. É tão fácil falarmos depreciativamente acerca de outra pessoa, sem ponderação ou consciência tranqüila; mas essa pessoa é criada à imagem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere os moradores de rua. Em uma noite de inverno, você pode ir a uma biblioteca no centro da cidade em que moro e ver certo número deles procurando refúgio contra o frio. Facilmente somos incomodados por sua presença. Eles precisam de asseio, banho, roupas limpas e parecem entremeter-se no ótimo ambiente de classe média com o qual freqüentemente nos associamos na biblioteca. Mas todos eles foram criados à imagem de Deus e, por isso, merecem a dignidade e respeito que reservamos para pessoas semelhantes a nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, precisamos fazer mais do que mostrar dignidade e respeito. Nos dias de Isaías, Deus repreendeu severamente Israel por sua indiferença para com a condição infeliz do necessitado. A mensagem de Deus foi: &amp;quot;Não é este o jejum que escolhi... que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras...?&amp;quot; (Is 58.6-7). Este breve artigo não é o lugar para discorrermos sobre o que a vida pode ser para cada um de nós hoje. Basta dizer que todo crente deve se envolver em algum ministério de socorro aos necessitados, quer seja de modo ativo e pessoal, quer seja sustentando os envolvidos nesse tipo de ministério. E, ainda que sejamos inclinados a reagir generosamente à triste condição dos órfãos vitimas de AIDS, na África, não esqueçamos os necessitados de nossa própria cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proteção da vida é outra aplicação da verdade de que cada indivíduo é criado à imagem de Deus. Nessa área, pensamos naturalmente na proteção dos bebês em gestação. Embora o nosso sistema de leis obstrua grandemente nossos esforços de protegê-los, há ações positivas que podemos tomar. Uma delas é sustentar pessoal e financeiramente os ministérios que assistem a mulheres de gravidez indesejada. Outra ação é apoiarmos aqueles que estão trabalhando para mudar a situação, quer por meio de legislação, quer por meio de decisões nos tribunais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;amp;Desde a desastrosa decisão da Suprema Corte no caso Rode versus Wade, há mais de 30 anos, a proteção dos bebês em gestação se tornou parte importante na crescente divisão política e cultural em nosso país. No ardor da retórica sobre essa questão, é fácil perdermos de vista a base de nossas convicções &amp;quot;pró-vida&amp;quot; — ou seja, cada um desses bebês é criado à imagem de Deus. A sua proteção é mais do que uma questão política a ser defendida por votos ou decisões nos tribunais. É uma batalha que também necessita ser travada no trono da graça, em oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do outro lado do espectro das questões relacionadas à vida, está a crescente ameaça da eutanásia e do suicídio assistido de pessoas idosas ou seriamente inválidas. Além disso, há o grande número de idosos que sofrem em asilos, recebendo pouca ou nenhuma atenção de seus familiares. Muitos deles tem problemas sérios em suas capacidades mentais, que tornam difícil o relacionamento com eles. Mas todas essas pessoas precisam ser tratadas com dignidade e respeito, ainda que, às vezes, isso seja bastante árduo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de seis bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Por meio de tecnologias de comunicação, nos tornamos vizinhos virtuais da maioria das pessoas. Então, como reagimos quando lemos em nosso jornal ou vemos na televisão notícias a respeito de terremotos devastadores ou tufões que mataram ou deixaram desabrigados centenas de milhares de pessoas? São apenas meras notícias sobre o nosso planeta atribulado? Ou vemos cada uma dessas pessoas como seres criados à imagem de Deus e, por causa disso, merecedoras de dignidade e respeito, bem como de nossa compaixão e ajuda? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós vive em uma ilha social. Interagimos todos os dias com pessoas, direta ou indiretamente. Em qualquer que seja a circunstância e a natureza dessa interação, procuremos tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, reconhecendo que todo ser humano foi criado à imagem de Deus. Como Paulo escreveu em Gálatas 6.10: &amp;quot;Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:44:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Criados_para_a_Dignidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Criados para a Dignidade</title>
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			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|The Mystery of Iniquity}}   Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos....'&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peru ou pernil assado é um prato tradicional no Dia de Ação de Graças e na ceia de Natal em muitos lares cristãos nos Estados Unidos. E muitos de nós apreciamos ocasionalmente um bife assado ou uma carne de panela no domingo. Por milhares de anos, a humanidade como um todo tem se regalado com peixes, aves ou outros animais. Até ao surgimento de movimentos em favor dos direitos dos animais, em anos recentes, ninguém questionava a legitimidade de matar essas criaturas para servirem de alimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, na maioria da culturas, desde o alvorecer da História, o assassinato de outro ser humano tem sido um crime digno de punição. Por quê? Por que fazemos distinção entre matar um pássaro ou um animal e matar outro ser humano? A resposta está em Gênesis 9.1-6. Nessa passagem, Deus estabelece uma distinção entre animais, pássaros e peixes, de um lado, e os homens, do outro lado. As criaturas foram dadas como alimento por Deus aos homens. É por essa razão que os matamos sem qualquer senso de culpa. Elas são uma provisão de Deus para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito aos homens, a situação é diferente. Em Gênesis 9.6, Deus afirma expressamente: &amp;quot;Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque ''Deus fez o homem segundo a sua imagem''&amp;quot; (ênfase acrescentada). É lícito matar uma criatura para servir de alimento, mas isso não é verdade no que diz respeito a matar um ser humano. Por quê? Porque Deus criou o homem — homem e mulher — à sua própria imagem (ver Gn 9.6; 1.27). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, tudo isso é apenas uma revisão para muitos dos leitores deste artigo. Todavia, ignoramos freqüentemente outro importante texto bíblico — que é o fundamento da maneira como lidamos uns com os outros por sermos criados à semelhança de Deus. Tiago 3.9 diz: &amp;quot;Com ela [a língua], bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus&amp;quot;. Em distinção de todas as outras criaturas, a humanidade tem um relacionamento especial com Deus. E, embora a imagem de Deus tenha sido gravemente deformada como resultado do pecado de Adão, ela ainda existe. Isso é evidenciado pelo fato de que tanto Gênesis 9 como Tiago 3 se referem à humanidade depois da Queda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, há duas ações prejudiciais que nos são proibidas em relação às outras pessoas por sermos criados à imagem de Deus. E, considerando o contexto, não cometeremos qualquer lapso exegético se concluirmos que Tiago tinha em mente não apenas uma imprecação ou uma acusação grave, mas também qualquer tipo de linguagem rude ou descortês que tencionasse ferir ou humilhar a outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é muito sério. Não posso tirar a vida de outra pessoa porque ela foi criada à imagem, mas também não posso amaldiçoá-la nem humilhá-la devido à mesma razão. Muitos de nós que não pensariam em matar alguém deixam sair de seus lábios, freqüentemente, palavras severas e prejudiciais, sem ponderação. Quando fazemos isso, pecamos porque ofendemos a imagem de Deus na outra pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dessas duas proibições a respeito de assassinato e de linguagem prejudicial, podemos extrair um princípio bíblico que se aplica a todos os relacionamentos interpessoais. Devemos tratar uns aos outros com dignidade e respeito porque somos criados à imagem de Deus. De fato, as Escrituras parecem sugerir que Deus considera o nosso lidar com os outros seres humanos como o lidar com Ele mesmo. Por exemplo, Provérbios 19.17 diz: &amp;quot;Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício&amp;quot;. E Jesus afirmou que, no último dia, nossas obras estarão fundamentadas, em alguma medida, nesse princípio. &amp;quot;O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes&amp;quot; (Mt 25.40). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Costumamos associar a palavra ''integridade'' a características como honestidade e retidão moral. Mas integridade também inclui a maneira como consideramos e tratamos os outras pessoas. Muitos de nós conhecem pessoas que são honestas e corretas em seu comportamento moral, mas são orgulhosas e rudes em suas atitudes e tratamento para com os outros. Contudo, apesar disso, toda pessoa, não importando o sexo, a origem étnica ou a posição social e econômica, deve ser tratada com dignidade e respeito, porque foi criada à imagem de Deus. Falhar nessa área significa comprometer nossa integridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;amp;Isso tem muitas implicações. Como já sugerimos, o que falamos para ou sobre a outra pessoa deve ser governado por esse princípio de tratar os outros com dignidade e respeito. Paulo escreveu: &amp;quot;Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem&amp;quot; (Ef 4.29). Linguagem torpe é qualquer linguagem que tende a denegrir a outra pessoa — com quem falamos ou a respeito de quem falamos. Nessa área dos relacionamentos, nós, que tentamos ser cautelosos em outras áreas da vida, podemos falhar gravemente. É tão fácil falarmos depreciativamente acerca de outra pessoa, sem ponderação ou consciência tranqüila; mas essa pessoa é criada à imagem de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere os moradores de rua. Em uma noite de inverno, você pode ir a uma biblioteca no centro da cidade em que moro e ver certo número deles procurando refúgio contra o frio. Facilmente somos incomodados por sua presença. Eles precisam de asseio, banho, roupas limpas e parecem entremeter-se no ótimo ambiente de classe média com o qual freqüentemente nos associamos na biblioteca. Mas todos eles foram criados à imagem de Deus e, por isso, merecem a dignidade e respeito que reservamos para pessoas semelhantes a nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, precisamos fazer mais do que mostrar dignidade e respeito. Nos dias de Isaías, Deus repreendeu severamente Israel por sua indiferença para com a condição infeliz do necessitado. A mensagem de Deus foi: &amp;quot;Não é este o jejum que escolhi... que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados, e, se vires o nu, o cubras...?&amp;quot; (Is 58.6-7). Este breve artigo não é o lugar para discorrermos sobre o que a vida pode ser para cada um de nós hoje. Basta dizer que todo crente deve se envolver em algum ministério de socorro aos necessitados, quer seja de modo ativo e pessoal, quer seja sustentando os envolvidos nesse tipo de ministério. E, ainda que sejamos inclinados a reagir generosamente à triste condição dos órfãos vitimas de AIDS, na África, não esqueçamos os necessitados de nossa própria cidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proteção da vida é outra aplicação da verdade de que cada indivíduo é criado à imagem de Deus. Nessa área, pensamos naturalmente na proteção dos bebês em gestação. Embora o nosso sistema de leis obstrua grandemente nossos esforços de protegê-los, há ações positivas que podemos tomar. Uma delas é sustentar pessoal e financeiramente os ministérios que assistem a mulheres de gravidez indesejada. Outra ação é apoiarmos aqueles que estão trabalhando para mudar a situação, quer por meio de legislação, quer por meio de decisões nos tribunais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;amp;Desde a desastrosa decisão da Suprema Corte no caso Rode versus Wade, há mais de 30 anos, a proteção dos bebês em gestação se tornou parte importante na crescente divisão política e cultural em nosso país. No ardor da retórica sobre essa questão, é fácil perdermos de vista a base de nossas convicções &amp;quot;pró-vida&amp;quot; — ou seja, cada um desses bebês é criado à imagem de Deus. A sua proteção é mais do que uma questão política a ser defendida por votos ou decisões nos tribunais. É uma batalha que também necessita ser travada no trono da graça, em oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do outro lado do espectro das questões relacionadas à vida, está a crescente ameaça da eutanásia e do suicídio assistido de pessoas idosas ou seriamente inválidas. Além disso, há o grande número de idosos que sofrem em asilos, recebendo pouca ou nenhuma atenção de seus familiares. Muitos deles tem problemas sérios em suas capacidades mentais, que tornam difícil o relacionamento com eles. Mas todas essas pessoas precisam ser tratadas com dignidade e respeito, ainda que, às vezes, isso seja bastante árduo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há mais de seis bilhões de pessoas vivendo no mundo hoje. Por meio de tecnologias de comunicação, nos tornamos vizinhos virtuais da maioria das pessoas. Então, como reagimos quando lemos em nosso jornal ou vemos na televisão notícias a respeito de terremotos devastadores ou tufões que mataram ou deixaram desabrigados centenas de milhares de pessoas? São apenas meras notícias sobre o nosso planeta atribulado? Ou vemos cada uma dessas pessoas como seres criados à imagem de Deus e, por causa disso, merecedoras de dignidade e respeito, bem como de nossa compaixão e ajuda? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós vive em uma ilha social. Interagimos todos os dias com pessoas, direta ou indiretamente. Em qualquer que seja a circunstância e a natureza dessa interação, procuremos tratar todas as pessoas com dignidade e respeito, reconhecendo que todo ser humano foi criado à imagem de Deus. Como Paulo escreveu em Gálatas 6.10: &amp;quot;Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé&amp;quot;.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:43:31 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Criados_para_a_Dignidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Mistério da Iniqüidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Mist%C3%A9rio_da_Iniq%C3%BCidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;O Mistério da Iniqüidade&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema clássico da existência do mal tem sido chamado o tendão de Aquiles da fé cristã. Filósofos como John Stuart Mill têm argumentado que a existência do mal demonstra que Deus não é onipotente, nem bom, nem amoroso. O raciocínio é que, se o mal existe à parte do soberano poder de Deus, então, por lógica irresistível, Deus não pode ser considerado onipotente. Por outro lado, se Deus tem realmente poder para impedir o mal, mas falha em fazê-lo, isso se reflete em seu caráter, indicando que ele não é bom nem amoroso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por causa da persistência desse problema, a igreja tem visto inúmeras tentativas no que tem sido chamado de teodicéia. O vocábulo teodicéia envolve a combinação de duas palavras gregas: a palavra que significa Deus, ''theos'', e a palavra que significa justificação, ''dikaios''. Portanto, uma teodicéia é uma tentativa de justificar a Deus pela existência do mal (como vemos, por exemplo, em ''Paraíso Perdido'', escrito por John Milton). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas teodicéias têm abrangido desde uma simples explicação de que o mal ocorre como resultado direto do livre-arbítrio do homem até às mais complexas tentativas filosóficas como a de Leibniz. Em sua teodicéia, que foi satirizada na obra ''Cândido'', escrita por Voltaire, Leibniz fez distinção entre três tipos de males: o mal natural, o mal metafísico e o mal moral. Nesse esquema tríplice, Leibniz argumentou que o mal moral é uma conseqüência inevitável e necessária da finitude, que é uma deficiência metafísica de completude do ser. Visto que toda criatura está aquém de ser infinita, isso produz necessariamente defeitos como os que vemos no mal moral. O problema dessa teodicéia é que ela não leva em conta a idéia bíblica do mal. Se o mal é uma necessidade metafísica para as criaturas, é óbvio que Adão e Eva tinham de ser maus antes da Queda e terão de continuar sendo maus mesmo depois da glorificação, no céu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até hoje, ainda preciso achar uma explicação satisfatória para o que os teólogos chamam de mistério da iniqüidade. Receio que muitas pessoas não sentem quão graves são as explicações que levam em conta alguma dimensão do livre-arbítrio. A simples presença do livre-arbítrio não é suficiente para explicar a origem do mal, visto que ainda temos de perguntar como um ser bom se inclinaria livremente a escolher o mal. A inclinação para a vontade de agir de maneira imoral já é um sinal de pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das mais importantes abordagens do problema do mal foi apresentada inicialmente por Agostinho e, mais tarde, por Tomás de Aquino. Eles argumentaram que o mal não é um ser independente. O mal não pode ser definido como uma coisa, ou uma substância, ou algum tipo de ser. Pelo contrário, o mal é sempre definido como ação, uma ação que falha em satisfazer um padrão. Nesse sentido, o mal foi definido em termos de ser tanto uma negação (''negatio'') do bem como uma privação (''privatio'') do bem. Em ambos os casos, a própria definição do mal depende de um entendimento anterior do bem. Sendo assim, como argumentou Agostinho, o mal é parasitário, ou seja, depende do bem para sua própria definição. Pensamos no pecado como algo injusto, que envolve desobediência, imoralidade e coisas semelhantes. Para serem definidas, todas essas coisas dependem do conteúdo positivo do bem. Agostinho argumentou que, embora os cristãos enfrentem dificuldades para explicar a presença do mal no universo, o pagão tem um problema que é duas vezes mais difícil. Antes de alguém abordar o problema do mal, precisa primeiramente lidar com a existência antecedente do bem. Aqueles que reclamam do problema do mal enfrentam o problema de definir a existência do bem. Sem Deus não há um padrão absoluto para o bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos dias contemporâneos, esse problema tem sido resolvido por negar tanto o bem como o mal. Todavia, essa atitude encontra dificuldades enormes, especialmente quando alguém sofre às mãos de alguém que lhe inflige mal. É fácil negarmos a existência do mal, até que nós mesmos sejamos vítimas da ação perversa de outrem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora terminemos nossa buscar por esclarecer a origem do mal, uma coisa é certa: visto que Deus tanto é bom como onipotente, temos de concluir que, em sua onipotência e bondade, tem de haver lugar para a existência do mal. Sabemos que Deus mesmo nunca faz o que é mau. Contudo, ele também ordena o que deve acontecer. Ainda que Deus nunca faça nem crie o mal, ele ordena que o mal exista. Se o mal realmente existe, e se Deus é soberano, é óbvio que ele pode impedir o mal. Se Deus permitiu a entrada do mal neste universo, isso só pode ter ocorrido por sua soberana decisão. Visto que as soberanas decisões de Deus sempre acompanham seu caráter perfeito, temos de concluir que a sua decisão de permitir a existência do mal é uma boa decisão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos de ser cuidadosos neste ponto. Nunca devemos afirmar que o mal é bom ou que o bem é mal. Mas isso não é o mesmo que dizer: “É bom que haja o mal”. Repito, mais uma vez: é bom que haja o mal; do contrário, ele não poderia existir. Nem mesmo essa teodicéia explica o “como” da entrada do mal no mundo. Apensar considera o “porquê” da realidade do mal. Sabemos com certeza que o mal existe. Ele existe em nós e em nosso comportamento. Sabemos que a força do mal é extraordinária e traz grande tristeza e sofrimento ao mundo. Também sabemos que Deus é soberano sobre o mal e, em sua soberania, não permitirá que o mal tenha palavra final. O mal sempre serve e servirá aos melhores interesses de Deus, que, em sua bondade e soberania, ordenou a derrota completa do mal e sua erradicação deste universo. Nesta redenção, encontramos nosso gozo e descanso – e até àquele tempo, vivemos em um mundo caído.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:01:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Mist%C3%A9rio_da_Iniq%C3%BCidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Mistério da Iniqüidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Mist%C3%A9rio_da_Iniq%C3%BCidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|The Mystery of Iniquity}}   O problema clássico da existência do mal tem sido chamado o tendão de Aquiles da fé cristã. Filósofos como John Stuart Mill têm arg...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema clássico da existência do mal tem sido chamado o tendão de Aquiles da fé cristã. Filósofos como John Stuart Mill têm argumentado que a existência do mal demonstra que Deus não é onipotente, nem bom, nem amoroso. O raciocínio é que, se o mal existe à parte do soberano poder de Deus, então, por lógica irresistível, Deus não pode ser considerado onipotente. Por outro lado, se Deus tem realmente poder para impedir o mal, mas falha em fazê-lo, isso se reflete em seu caráter, indicando que ele não é bom nem amoroso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por causa da persistência desse problema, a igreja tem visto inúmeras tentativas no que tem sido chamado de teodicéia. O vocábulo teodicéia envolve a combinação de duas palavras gregas: a palavra que significa Deus, ''theos'', e a palavra que significa justificação, ''dikaios''. Portanto, uma teodicéia é uma tentativa de justificar a Deus pela existência do mal (como vemos, por exemplo, em ''Paraíso Perdido'', escrito por John Milton). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas teodicéias têm abrangido desde uma simples explicação de que o mal ocorre como resultado direto do livre-arbítrio do homem até às mais complexas tentativas filosóficas como a de Leibniz. Em sua teodicéia, que foi satirizada na obra ''Cândido'', escrita por Voltaire, Leibniz fez distinção entre três tipos de males: o mal natural, o mal metafísico e o mal moral. Nesse esquema tríplice, Leibniz argumentou que o mal moral é uma conseqüência inevitável e necessária da finitude, que é uma deficiência metafísica de completude do ser. Visto que toda criatura está aquém de ser infinita, isso produz necessariamente defeitos como os que vemos no mal moral. O problema dessa teodicéia é que ela não leva em conta a idéia bíblica do mal. Se o mal é uma necessidade metafísica para as criaturas, é óbvio que Adão e Eva tinham de ser maus antes da Queda e terão de continuar sendo maus mesmo depois da glorificação, no céu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até hoje, ainda preciso achar uma explicação satisfatória para o que os teólogos chamam de mistério da iniqüidade. Receio que muitas pessoas não sentem quão graves são as explicações que levam em conta alguma dimensão do livre-arbítrio. A simples presença do livre-arbítrio não é suficiente para explicar a origem do mal, visto que ainda temos de perguntar como um ser bom se inclinaria livremente a escolher o mal. A inclinação para a vontade de agir de maneira imoral já é um sinal de pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das mais importantes abordagens do problema do mal foi apresentada inicialmente por Agostinho e, mais tarde, por Tomás de Aquino. Eles argumentaram que o mal não é um ser independente. O mal não pode ser definido como uma coisa, ou uma substância, ou algum tipo de ser. Pelo contrário, o mal é sempre definido como ação, uma ação que falha em satisfazer um padrão. Nesse sentido, o mal foi definido em termos de ser tanto uma negação (''negatio'') do bem como uma privação (''privatio'') do bem. Em ambos os casos, a própria definição do mal depende de um entendimento anterior do bem. Sendo assim, como argumentou Agostinho, o mal é parasitário, ou seja, depende do bem para sua própria definição. Pensamos no pecado como algo injusto, que envolve desobediência, imoralidade e coisas semelhantes. Para serem definidas, todas essas coisas dependem do conteúdo positivo do bem. Agostinho argumentou que, embora os cristãos enfrentem dificuldades para explicar a presença do mal no universo, o pagão tem um problema que é duas vezes mais difícil. Antes de alguém abordar o problema do mal, precisa primeiramente lidar com a existência antecedente do bem. Aqueles que reclamam do problema do mal enfrentam o problema de definir a existência do bem. Sem Deus não há um padrão absoluto para o bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos dias contemporâneos, esse problema tem sido resolvido por negar tanto o bem como o mal. Todavia, essa atitude encontra dificuldades enormes, especialmente quando alguém sofre às mãos de alguém que lhe inflige mal. É fácil negarmos a existência do mal, até que nós mesmos sejamos vítimas da ação perversa de outrem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora terminemos nossa buscar por esclarecer a origem do mal, uma coisa é certa: visto que Deus tanto é bom como onipotente, temos de concluir que, em sua onipotência e bondade, tem de haver lugar para a existência do mal. Sabemos que Deus mesmo nunca faz o que é mau. Contudo, ele também ordena o que deve acontecer. Ainda que Deus nunca faça nem crie o mal, ele ordena que o mal exista. Se o mal realmente existe, e se Deus é soberano, é óbvio que ele pode impedir o mal. Se Deus permitiu a entrada do mal neste universo, isso só pode ter ocorrido por sua soberana decisão. Visto que as soberanas decisões de Deus sempre acompanham seu caráter perfeito, temos de concluir que a sua decisão de permitir a existência do mal é uma boa decisão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos de ser cuidadosos neste ponto. Nunca devemos afirmar que o mal é bom ou que o bem é mal. Mas isso não é o mesmo que dizer: “É bom que haja o mal”. Repito, mais uma vez: é bom que haja o mal; do contrário, ele não poderia existir. Nem mesmo essa teodicéia explica o “como” da entrada do mal no mundo. Apensar considera o “porquê” da realidade do mal. Sabemos com certeza que o mal existe. Ele existe em nós e em nosso comportamento. Sabemos que a força do mal é extraordinária e traz grande tristeza e sofrimento ao mundo. Também sabemos que Deus é soberano sobre o mal e, em sua soberania, não permitirá que o mal tenha palavra final. O mal sempre serve e servirá aos melhores interesses de Deus, que, em sua bondade e soberania, ordenou a derrota completa do mal e sua erradicação deste universo. Nesta redenção, encontramos nosso gozo e descanso – e até àquele tempo, vivemos em um mundo caído.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 19:01:27 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Mist%C3%A9rio_da_Iniq%C3%BCidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Inclinando-se diante de Espantalhos: Uma análise da Nova Perspectiva em Paulo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Inclinando-se_diante_de_Espantalhos:_Uma_an%C3%A1lise_da_Nova_Perspectiva_em_Paulo</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;Inclinando-se diante de Espantalhos: Uma análise da Nova Perspectiva em Paulo&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Tilting at Scarecrows}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Não somos justificados pela fé por crermos na justificação pela fé. Somos justificados pela fé por crermos no próprio evangelho – em outras palavras, por crermos que Jesus é Senhor e que Deus o ressuscitou dos mortos”'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– N. T. Wright (“New Perspectives on Paul”, em ''Justification in Perspective''). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos anos recentes, N. T. Wright, bispo inglês e erudito em Novo Testamento, emergiu como um ícone de teologia bíblica ao redor do mundo. Sua obra excelente sobre a ressurreição de Cristo tem influenciado muitas pessoas, incluindo Antony Flew, o ex-ateísta e famoso filósofo de seu próprio país, que se converteu ao deísmo. Wright é famoso também por ser um dos principais arquitetos da Nova Perspectiva sobre Paulo, na qual ele redefine a doutrina da justificação de um modo que transcende a disputa histórica entre o catolicismo romano e o protestantismo da Reforma. Em um sentido, Wright diz: “Uma praga em ambas as casas”, afirmando que tanto Roma como a Reforma entenderam errado e distorceram o ponto de vista bíblico quanto à justificação. Em sua resposta à crítica de John Piper à sua obra, Wright expressa condescendente menosprezo por Piper e por todos os que adotam o ponto de vista tradicional protestante quanto à justificação. Wright critica as tradições teológicas que ele acha não entendem o ensino bíblico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No curso do debate, um dos argumentos mais enganadores e eficazes usado freqüentemente chama-se “falácia do espantalho”. O valor de um espantalho está no fato de que ele é uma imitação de um ser humano e idealizado para afastar alguns pássaros. É um recurso eficiente, mas não é tão eficaz como se um lavrador vigiasse seus próprios campos com uma espingarda. O lavrador feito de palha não é tão formidável como o verdadeiro lavrador. Isso é verdade no que diz respeito à diferença entre o autêntico e o falsificado. A falácia do espantalho acontece quando alguém cria um falso conceito da posição de seus oponentes em uma representação distorcida pela qual ele, então, destrói facilmente essa posição, em total refutação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das afirmações que N. T. Wright emprega, usando esse mesmo estratagema, é a declaração de que “não somos justificados pela fé por crermos na justificação pela fé”. Insinuar que a ortodoxia protestante crê que somos justificados por crermos na doutrina da justificação pela fé é o rei de todo os espantalhos. É o Golias dos espantalhos, o King Kong das falácias do espantalho. Em outras palavras, é uma grande mentira. Não sei de nenhum teólogo na história da tradição reformada que crê ou argumenta que uma pessoa pode ser justificada por crer na doutrina da justificação pela fé. Isso é pura e simples distorção da tradição reformada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na afirmação de Wright, vemos um argumento de espantalho que cai por seu próprio peso. Contém mais palha do que a figura de galhos pode suportar. A doutrina da justificação pela fé somente não ensina que a justificação acontece por crermos na doutrina da justificação pela fé somente; mas, de fato, ela ensina aquilo que é exatamente o oposto dessa idéia. A expressão “justificação pela fé somente” é uma abreviação teológica para afirmar que a justificação se dá somente por meio de Cristo. Qualquer um que entende e advoga a doutrina da justificação pela fé somente sabe que o ponto central é aquilo que justifica – confiança em Cristo e não confiança na doutrina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos termos-chave da expressão “justificação pela fé” é o vocábulo “por”, o qual demonstra que a fé é o meio ou o instrumento que nos une a Cristo e aos seus benefícios. O conceito indica que a fé é a causa “instrumental” de nossa justificação. O que está em vista na formulação protestante é uma distinção do ponto de vista católico romano quanto à causa instrumental. Roma declara que o sacramento do batismo, em primeira instância, e o da penitência, em segunda instância, são as causas instrumentais da justificação. Por isso, a disputa a respeito de que instrumento é a base pela qual somos justificados foi e continua sendo a disputa clássica entre a Igreja de Roma e o protestantismo. O ponto de vista protestante, seguindo o ensino de Paulo no Novo Testamento, é o de que a fé é o único instrumento pelo qual somos unidos a Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Intimamente relacionada a isso, está a disputadíssima questão dos fundamentos de nossa justificação diante de Deus. Nesse ponto, o conceito bíblico da imputação é sobremodo importante. Aqueles que negam a imputação como fundamento de nossa justificação declaram que isso é uma ficção jurídica, um erro judicial ou mesmo uma manifestação de abuso infantil cósmico. No entanto, ao mesmo tempo, a imputação é a explicação bíblica para o fundamento de nossa redenção. Nenhum texto bíblico ensina isso mais claramente esse conceito de transferência ou imputação do que o texto de Isaías 53, que a igreja do Novo Testamento ressaltou como uma explicação profética crucial do drama da redenção. O Novo Testamento declara que Cristo é a nossa justiça, e é precisamente a nossa confiança na justiça de Cristo como fundamento de nossa justificação que é o foco da doutrina da justificação pela fé. Entendemos que crer na doutrina de Sola Fides não salva ninguém. A fé em uma doutrina não é suficiente para salvar. Contudo, embora não sejamos salvos por crer na doutrina da justificação, a negação dessa mesma doutrina pode ser fatal, porque nega a doutrina da justificação pela fé somente. O apóstolo Paulo mostrou, na Epístola aos Gálatas, que tal negação equivale a rejeitar o evangelho e substituí-lo por alguma outra coisa; e isso resultaria em sua anatematização por parte de Paulo. O evangelho é importante demais para ser rejeitado por inclinar-nos diante de espantalhos.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:53:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Inclinando-se_diante_de_Espantalhos:_Uma_an%C3%A1lise_da_Nova_Perspectiva_em_Paulo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Inclinando-se diante de Espantalhos: Uma análise da Nova Perspectiva em Paulo</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Inclinando-se_diante_de_Espantalhos:_Uma_an%C3%A1lise_da_Nova_Perspectiva_em_Paulo</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|Tilting at Scarecrows}}   ''“Não somos justificados pela fé por crermos na justificação pela fé. Somos justificados pela fé por crermos no próprio evangelho ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Tilting at Scarecrows}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''“Não somos justificados pela fé por crermos na justificação pela fé. Somos justificados pela fé por crermos no próprio evangelho – em outras palavras, por crermos que Jesus é Senhor e que Deus o ressuscitou dos mortos”'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
– N. T. Wright (“New Perspectives on Paul”, em ''Justification in Perspective''). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos anos recentes, N. T. Wright, bispo inglês e erudito em Novo Testamento, emergiu como um ícone de teologia bíblica ao redor do mundo. Sua obra excelente sobre a ressurreição de Cristo tem influenciado muitas pessoas, incluindo Antony Flew, o ex-ateísta e famoso filósofo de seu próprio país, que se converteu ao deísmo. Wright é famoso também por ser um dos principais arquitetos da Nova Perspectiva sobre Paulo, na qual ele redefine a doutrina da justificação de um modo que transcende a disputa histórica entre o catolicismo romano e o protestantismo da Reforma. Em um sentido, Wright diz: “Uma praga em ambas as casas”, afirmando que tanto Roma como a Reforma entenderam errado e distorceram o ponto de vista bíblico quanto à justificação. Em sua resposta à crítica de John Piper à sua obra, Wright expressa condescendente menosprezo por Piper e por todos os que adotam o ponto de vista tradicional protestante quanto à justificação. Wright critica as tradições teológicas que ele acha não entendem o ensino bíblico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No curso do debate, um dos argumentos mais enganadores e eficazes usado freqüentemente chama-se “falácia do espantalho”. O valor de um espantalho está no fato de que ele é uma imitação de um ser humano e idealizado para afastar alguns pássaros. É um recurso eficiente, mas não é tão eficaz como se um lavrador vigiasse seus próprios campos com uma espingarda. O lavrador feito de palha não é tão formidável como o verdadeiro lavrador. Isso é verdade no que diz respeito à diferença entre o autêntico e o falsificado. A falácia do espantalho acontece quando alguém cria um falso conceito da posição de seus oponentes em uma representação distorcida pela qual ele, então, destrói facilmente essa posição, em total refutação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das afirmações que N. T. Wright emprega, usando esse mesmo estratagema, é a declaração de que “não somos justificados pela fé por crermos na justificação pela fé”. Insinuar que a ortodoxia protestante crê que somos justificados por crermos na doutrina da justificação pela fé é o rei de todo os espantalhos. É o Golias dos espantalhos, o King Kong das falácias do espantalho. Em outras palavras, é uma grande mentira. Não sei de nenhum teólogo na história da tradição reformada que crê ou argumenta que uma pessoa pode ser justificada por crer na doutrina da justificação pela fé. Isso é pura e simples distorção da tradição reformada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na afirmação de Wright, vemos um argumento de espantalho que cai por seu próprio peso. Contém mais palha do que a figura de galhos pode suportar. A doutrina da justificação pela fé somente não ensina que a justificação acontece por crermos na doutrina da justificação pela fé somente; mas, de fato, ela ensina aquilo que é exatamente o oposto dessa idéia. A expressão “justificação pela fé somente” é uma abreviação teológica para afirmar que a justificação se dá somente por meio de Cristo. Qualquer um que entende e advoga a doutrina da justificação pela fé somente sabe que o ponto central é aquilo que justifica – confiança em Cristo e não confiança na doutrina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos termos-chave da expressão “justificação pela fé” é o vocábulo “por”, o qual demonstra que a fé é o meio ou o instrumento que nos une a Cristo e aos seus benefícios. O conceito indica que a fé é a causa “instrumental” de nossa justificação. O que está em vista na formulação protestante é uma distinção do ponto de vista católico romano quanto à causa instrumental. Roma declara que o sacramento do batismo, em primeira instância, e o da penitência, em segunda instância, são as causas instrumentais da justificação. Por isso, a disputa a respeito de que instrumento é a base pela qual somos justificados foi e continua sendo a disputa clássica entre a Igreja de Roma e o protestantismo. O ponto de vista protestante, seguindo o ensino de Paulo no Novo Testamento, é o de que a fé é o único instrumento pelo qual somos unidos a Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Intimamente relacionada a isso, está a disputadíssima questão dos fundamentos de nossa justificação diante de Deus. Nesse ponto, o conceito bíblico da imputação é sobremodo importante. Aqueles que negam a imputação como fundamento de nossa justificação declaram que isso é uma ficção jurídica, um erro judicial ou mesmo uma manifestação de abuso infantil cósmico. No entanto, ao mesmo tempo, a imputação é a explicação bíblica para o fundamento de nossa redenção. Nenhum texto bíblico ensina isso mais claramente esse conceito de transferência ou imputação do que o texto de Isaías 53, que a igreja do Novo Testamento ressaltou como uma explicação profética crucial do drama da redenção. O Novo Testamento declara que Cristo é a nossa justiça, e é precisamente a nossa confiança na justiça de Cristo como fundamento de nossa justificação que é o foco da doutrina da justificação pela fé. Entendemos que crer na doutrina de Sola Fides não salva ninguém. A fé em uma doutrina não é suficiente para salvar. Contudo, embora não sejamos salvos por crer na doutrina da justificação, a negação dessa mesma doutrina pode ser fatal, porque nega a doutrina da justificação pela fé somente. O apóstolo Paulo mostrou, na Epístola aos Gálatas, que tal negação equivale a rejeitar o evangelho e substituí-lo por alguma outra coisa; e isso resultaria em sua anatematização por parte de Paulo. O evangelho é importante demais para ser rejeitado por inclinar-nos diante de espantalhos.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:50:11 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Inclinando-se_diante_de_Espantalhos:_Uma_an%C3%A1lise_da_Nova_Perspectiva_em_Paulo</comments>		</item>
		<item>
			<title>Dinheiro e Possessões em Provérbios</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;Dinheiro e Possessões em Provérbios&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Money and Possessions in Proverbs}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro e possessões. Há muitos versículos que se referem a riqueza e pobreza. No que diz respeito a alguns assuntos, podemos hesitar porque a Bíblia diz muito pouco sobre eles. O que devemos pensar sobre bronzeamento? Bem, não temos muitas instruções específicas; por isso, não podemos ser dogmáticos nesse assunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em referência a dinheiro e possessões, há um problema oposto. Porque a Bíblia fala muito sobre dinheiro, é tentador desenvolvermos um teologia desequilibrada sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, é fácil percebermos de onde vem a teologia da prosperidade. Tire de seu contexto nacional algumas poucas promessas da aliança mosaica, tome a promessa de Malaquias 3 a respeito de abrir as janelas do céu, misture com algumas afirmações de Jesus sobre receber o que você pede com fé, e assim você constituirá um pequeno evangelho de saúde e prosperidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, é possível surgir com uma desequilibrada teologia de austeridade. Ressalte que Jesus nunca teve onde reclinar a cabeça, recorra à história do jovem rico, enfatize a parábola do rico insensato, e você terá uma teologia que diz que o dinheiro é mau, como o são aqueles que o têm. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderia formar um argumento bíblico de que Deus ama os ricos. Apenas considere Abraão, Jó e Zaqueu. Veja a maneira como Deus abençoou reis obedientes. Considere a visão do deleite cósmico no jardim e na era por vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você também pode facilmente elaborar um argumento bíblico de que Deus odeia os ricos. Pense na história do rico e Lázaro. Considere o livro de Tiago. Observe a versão de Lucas sobre o Sermão do Monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como devemos pensar sobre dinheiro e possessões? Que princípios bíblicos devemos ter em mente quando consideramos riqueza e pobreza, quando lidamos com nossa própria pobreza ou riqueza? Há algumas poucas coisas que a Bíblia diz com mais freqüência. E isso é bom, porque há poucas coisas tão relevantes para pessoas em todos os lugares como ter uma boa teologia sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Onde começar''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia concluir que Deus sempre faz seu povo prosperar. Se começasse por Amós, poderia pensar que todas as pessoas ricas são opressoras. Mas Provérbios examina riqueza e pobreza sob vários ângulos. E, porque Provérbios é um livro de máximas gerais, os princípios que encontramos nos provérbios são mais facilmente transferíveis ao povo de Deus em diferentes épocas e lugares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente, num domingo à noite, dei à minha congregação dez princípios extraídos de Provérbios sobre dinheiro e possessões materiais. Não quero apresentar todo o sermão aqui, mas achei que valeria a pena alistar, pelo menos, os pontos principais. Talvez eu possa apresentar os detalhes posteriormente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Darei os pontos em ordem de quanto o livro de Provérbios diz sobre um princípio específico. Essa maneira de apresentá-los terminará com os temas mais importantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dez princípios sobre dinheiro e possessões extraídos de Provérbios''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Há extremos de riqueza e pobreza que oferecem tentações singulares à que vivem nesses extremos (Pv 30.7-9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Não se preocupe em acompanhar o estilo de vida de seus amigos e vizinhos (Pv 12.9; 13.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os ricos e os pobres são mais semelhantes do que pensam (Pv 22.2; 29.13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Você não pode dar mais do que Deus (Pv 3.9-10; 11.24; 22.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A pobreza não é agradável (Pv 10.15; 14.20; 19.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. O dinheiro não lhe pode dar segurança final (Pv 11.7; 11.28; 13.8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. O Senhor odeia aqueles que ficam ricos por meio de injustiça (21.6; 22.16, 22-23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. O Senhor ama aqueles que são generosos para com o pobre (Pv 14.21, 31; 19.7; 28.21). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Trabalho árduo e boas decisões levam geralmente a maior prosperidade (Pv 6.6-11; 10.4; 13.11; 14.24; 21.17, 20; 22.4, 13; 27.23-27; 28.20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. O dinheiro não é tudo. Não satisfaz (Pv 23.4-5). É inferior à sabedoria (Pv 8.10-11, 18-19; 24.3-4). É inferior à justiça (Pv 10.2; 11.4; 13.25; 16.8; 19.22; 20.17; 28.6). É inferior ao temor do Senhor (Pv 15.16). É inferior à humildade (Pv 16.19). É inferior a bons relacionamentos (Pv 15.17; 17.1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Chegando a conclusões delicadas e achando a Cristo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você não pode entender o ponto de vista bíblico sobre o dinheiro se não está preparado para aceitar diversas verdades mantidas em tensão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você talvez obtenha mais dinheiro se trabalhar bastante e for cheio de sabedoria. Mas, se toda a sua preocupação é obter mais dinheiro, você é um grande insensato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dinheiro é uma bênção da parte de Deus, mas você será mais abençoado se o der. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus lhe dá dinheiro porque ele é generoso; mas ele é generoso com você para que você seja generoso com os outros. E, se você é generoso em dar seu dinheiro, Deus será, provavelmente, mais generoso com você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É sábio economizar dinheiro, mas não pense que o dinheiro lhe dá verdadeira segurança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riqueza é mais desejável do que pobreza, mas a riqueza não é tão boa quanto justiça, humildade, sabedoria, bons relacionamentos e o temor do Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1 Coríntios 1.30-31, lemos que Cristo é para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito: &amp;amp;amp;Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor&amp;amp;amp;. O dinheiro não pode lhe dar qualquer das coisas que você necessita essencialmente. Não pode torná-lo santo. Não pode torná-lo justo. Não pode salvá-lo de seus pecados. A riqueza é um sinal de bênção, mas é também uma das maiores tentações porque seduz você a gloriar-se em si mesmo. O dinheiro promete ser a sua dignidade e promete torná-lo auto-suficiente. Ele o convida a gloriar-se em outras coisas ou em outras pessoas, exceto no Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, dinheiro é totalmente uma questão de fé. Creia que fazer coisas à maneira de Deus é o melhor caminho para você. Creia que, se você der seu dinheiro, Deus pode dá-lo de volta. Creia que o dinheiro pode ser bom. Mas não ouse crer que ele é tudo. O dinheiro é um dom de Deus, mas os dons de que você realmente precisa só podem ser achados em Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 15:44:52 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</comments>		</item>
		<item>
			<title>Dinheiro e Possessões em Provérbios</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Desprotegeu &amp;quot;Dinheiro e Possessões em Provérbios&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Money and Possessions in Proverbs}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro e possessões. Há muitos versículos que se referem a riqueza e pobreza. No que diz respeito a alguns assuntos, podemos hesitar porque a Bíblia diz muito pouco sobre eles. O que devemos pensar sobre bronzeamento? Bem, não temos muitas instruções específicas; por isso, não podemos ser dogmáticos nesse assunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em referência a dinheiro e possessões, há um problema oposto. Porque a Bíblia fala muito sobre dinheiro, é tentador desenvolvermos um teologia desequilibrada sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, é fácil percebermos de onde vem a teologia da prosperidade. Tire de seu contexto nacional algumas poucas promessas da aliança mosaica, tome a promessa de Malaquias 3 a respeito de abrir as janelas do céu, misture com algumas afirmações de Jesus sobre receber o que você pede com fé, e assim você constituirá um pequeno evangelho de saúde e prosperidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, é possível surgir com uma desequilibrada teologia de austeridade. Ressalte que Jesus nunca teve onde reclinar a cabeça, recorra à história do jovem rico, enfatize a parábola do rico insensato, e você terá uma teologia que diz que o dinheiro é mau, como o são aqueles que o têm. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderia formar um argumento bíblico de que Deus ama os ricos. Apenas considere Abraão, Jó e Zaqueu. Veja a maneira como Deus abençoou reis obedientes. Considere a visão do deleite cósmico no jardim e na era por vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você também pode facilmente elaborar um argumento bíblico de que Deus odeia os ricos. Pense na história do rico e Lázaro. Considere o livro de Tiago. Observe a versão de Lucas sobre o Sermão do Monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como devemos pensar sobre dinheiro e possessões? Que princípios bíblicos devemos ter em mente quando consideramos riqueza e pobreza, quando lidamos com nossa própria pobreza ou riqueza? Há algumas poucas coisas que a Bíblia diz com mais freqüência. E isso é bom, porque há poucas coisas tão relevantes para pessoas em todos os lugares como ter uma boa teologia sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Onde começar''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia concluir que Deus sempre faz seu povo prosperar. Se começasse por Amós, poderia pensar que todas as pessoas ricas são opressoras. Mas Provérbios examina riqueza e pobreza sob vários ângulos. E, porque Provérbios é um livro de máximas gerais, os princípios que encontramos nos provérbios são mais facilmente transferíveis ao povo de Deus em diferentes épocas e lugares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente, num domingo à noite, dei à minha congregação dez princípios extraídos de Provérbios sobre dinheiro e possessões materiais. Não quero apresentar todo o sermão aqui, mas achei que valeria a pena alistar, pelo menos, os pontos principais. Talvez eu possa apresentar os detalhes posteriormente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Darei os pontos em ordem de quanto o livro de Provérbios diz sobre um princípio específico. Essa maneira de apresentá-los terminará com os temas mais importantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dez princípios sobre dinheiro e possessões extraídos de Provérbios''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Há extremos de riqueza e pobreza que oferecem tentações singulares à que vivem nesses extremos (Pv 30.7-9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Não se preocupe em acompanhar o estilo de vida de seus amigos e vizinhos (Pv 12.9; 13.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os ricos e os pobres são mais semelhantes do que pensam (Pv 22.2; 29.13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Você não pode dar mais do que Deus (Pv 3.9-10; 11.24; 22.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A pobreza não é agradável (Pv 10.15; 14.20; 19.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. O dinheiro não lhe pode dar segurança final (Pv 11.7; 11.28; 13.8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. O Senhor odeia aqueles que ficam ricos por meio de injustiça (21.6; 22.16, 22-23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. O Senhor ama aqueles que são generosos para com o pobre (Pv 14.21, 31; 19.7; 28.21). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Trabalho árduo e boas decisões levam geralmente a maior prosperidade (Pv 6.6-11; 10.4; 13.11; 14.24; 21.17, 20; 22.4, 13; 27.23-27; 28.20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. O dinheiro não é tudo. Não satisfaz (Pv 23.4-5). É inferior à sabedoria (Pv 8.10-11, 18-19; 24.3-4). É inferior à justiça (Pv 10.2; 11.4; 13.25; 16.8; 19.22; 20.17; 28.6). É inferior ao temor do Senhor (Pv 15.16). É inferior à humildade (Pv 16.19). É inferior a bons relacionamentos (Pv 15.17; 17.1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Chegando a conclusões delicadas e achando a Cristo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você não pode entender o ponto de vista bíblico sobre o dinheiro se não está preparado para aceitar diversas verdades mantidas em tensão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você talvez obtenha mais dinheiro se trabalhar bastante e for cheio de sabedoria. Mas, se toda a sua preocupação é obter mais dinheiro, você é um grande insensato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dinheiro é uma bênção da parte de Deus, mas você será mais abençoado se o der. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus lhe dá dinheiro porque ele é generoso; mas ele é generoso com você para que você seja generoso com os outros. E, se você é generoso em dar seu dinheiro, Deus será, provavelmente, mais generoso com você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É sábio economizar dinheiro, mas não pense que o dinheiro lhe dá verdadeira segurança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riqueza é mais desejável do que pobreza, mas a riqueza não é tão boa quanto justiça, humildade, sabedoria, bons relacionamentos e o temor do Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1 Coríntios 1.30-31, lemos que Cristo é para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito: &amp;amp;amp;Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor&amp;amp;amp;. O dinheiro não pode lhe dar qualquer das coisas que você necessita essencialmente. Não pode torná-lo santo. Não pode torná-lo justo. Não pode salvá-lo de seus pecados. A riqueza é um sinal de bênção, mas é também uma das maiores tentações porque seduz você a gloriar-se em si mesmo. O dinheiro promete ser a sua dignidade e promete torná-lo auto-suficiente. Ele o convida a gloriar-se em outras coisas ou em outras pessoas, exceto no Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, dinheiro é totalmente uma questão de fé. Creia que fazer coisas à maneira de Deus é o melhor caminho para você. Creia que, se você der seu dinheiro, Deus pode dá-lo de volta. Creia que o dinheiro pode ser bom. Mas não ouse crer que ele é tudo. O dinheiro é um dom de Deus, mas os dons de que você realmente precisa só podem ser achados em Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 15:42:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</comments>		</item>
		<item>
			<title>Dinheiro e Possessões em Provérbios</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;Dinheiro e Possessões em Provérbios&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Money and Possessions in Proverbs}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro e possessões. Há muitos versículos que se referem a riqueza e pobreza. No que diz respeito a alguns assuntos, podemos hesitar porque a Bíblia diz muito pouco sobre eles. O que devemos pensar sobre bronzeamento? Bem, não temos muitas instruções específicas; por isso, não podemos ser dogmáticos nesse assunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em referência a dinheiro e possessões, há um problema oposto. Porque a Bíblia fala muito sobre dinheiro, é tentador desenvolvermos um teologia desequilibrada sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, é fácil percebermos de onde vem a teologia da prosperidade. Tire de seu contexto nacional algumas poucas promessas da aliança mosaica, tome a promessa de Malaquias 3 a respeito de abrir as janelas do céu, misture com algumas afirmações de Jesus sobre receber o que você pede com fé, e assim você constituirá um pequeno evangelho de saúde e prosperidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, é possível surgir com uma desequilibrada teologia de austeridade. Ressalte que Jesus nunca teve onde reclinar a cabeça, recorra à história do jovem rico, enfatize a parábola do rico insensato, e você terá uma teologia que diz que o dinheiro é mau, como o são aqueles que o têm. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderia formar um argumento bíblico de que Deus ama os ricos. Apenas considere Abraão, Jó e Zaqueu. Veja a maneira como Deus abençoou reis obedientes. Considere a visão do deleite cósmico no jardim e na era por vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você também pode facilmente elaborar um argumento bíblico de que Deus odeia os ricos. Pense na história do rico e Lázaro. Considere o livro de Tiago. Observe a versão de Lucas sobre o Sermão do Monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como devemos pensar sobre dinheiro e possessões? Que princípios bíblicos devemos ter em mente quando consideramos riqueza e pobreza, quando lidamos com nossa própria pobreza ou riqueza? Há algumas poucas coisas que a Bíblia diz com mais freqüência. E isso é bom, porque há poucas coisas tão relevantes para pessoas em todos os lugares como ter uma boa teologia sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Onde começar''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia concluir que Deus sempre faz seu povo prosperar. Se começasse por Amós, poderia pensar que todas as pessoas ricas são opressoras. Mas Provérbios examina riqueza e pobreza sob vários ângulos. E, porque Provérbios é um livro de máximas gerais, os princípios que encontramos nos provérbios são mais facilmente transferíveis ao povo de Deus em diferentes épocas e lugares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente, num domingo à noite, dei à minha congregação dez princípios extraídos de Provérbios sobre dinheiro e possessões materiais. Não quero apresentar todo o sermão aqui, mas achei que valeria a pena alistar, pelo menos, os pontos principais. Talvez eu possa apresentar os detalhes posteriormente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Darei os pontos em ordem de quanto o livro de Provérbios diz sobre um princípio específico. Essa maneira de apresentá-los terminará com os temas mais importantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dez princípios sobre dinheiro e possessões extraídos de Provérbios''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Há extremos de riqueza e pobreza que oferecem tentações singulares à que vivem nesses extremos (Pv 30.7-9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Não se preocupe em acompanhar o estilo de vida de seus amigos e vizinhos (Pv 12.9; 13.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os ricos e os pobres são mais semelhantes do que pensam (Pv 22.2; 29.13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Você não pode dar mais do que Deus (Pv 3.9-10; 11.24; 22.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A pobreza não é agradável (Pv 10.15; 14.20; 19.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. O dinheiro não lhe pode dar segurança final (Pv 11.7; 11.28; 13.8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. O Senhor odeia aqueles que ficam ricos por meio de injustiça (21.6; 22.16, 22-23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. O Senhor ama aqueles que são generosos para com o pobre (Pv 14.21, 31; 19.7; 28.21). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Trabalho árduo e boas decisões levam geralmente a maior prosperidade (Pv 6.6-11; 10.4; 13.11; 14.24; 21.17, 20; 22.4, 13; 27.23-27; 28.20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. O dinheiro não é tudo. Não satisfaz (Pv 23.4-5). É inferior à sabedoria (Pv 8.10-11, 18-19; 24.3-4). É inferior à justiça (Pv 10.2; 11.4; 13.25; 16.8; 19.22; 20.17; 28.6). É inferior ao temor do Senhor (Pv 15.16). É inferior à humildade (Pv 16.19). É inferior a bons relacionamentos (Pv 15.17; 17.1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Chegando a conclusões delicadas e achando a Cristo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você não pode entender o ponto de vista bíblico sobre o dinheiro se não está preparado para aceitar diversas verdades mantidas em tensão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você talvez obtenha mais dinheiro se trabalhar bastante e for cheio de sabedoria. Mas, se toda a sua preocupação é obter mais dinheiro, você é um grande insensato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dinheiro é uma bênção da parte de Deus, mas você será mais abençoado se o der. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus lhe dá dinheiro porque ele é generoso; mas ele é generoso com você para que você seja generoso com os outros. E, se você é generoso em dar seu dinheiro, Deus será, provavelmente, mais generoso com você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É sábio economizar dinheiro, mas não pense que o dinheiro lhe dá verdadeira segurança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riqueza é mais desejável do que pobreza, mas a riqueza não é tão boa quanto justiça, humildade, sabedoria, bons relacionamentos e o temor do Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1 Coríntios 1.30-31, lemos que Cristo é para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito: &amp;amp;amp;Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor&amp;amp;amp;. O dinheiro não pode lhe dar qualquer das coisas que você necessita essencialmente. Não pode torná-lo santo. Não pode torná-lo justo. Não pode salvá-lo de seus pecados. A riqueza é um sinal de bênção, mas é também uma das maiores tentações porque seduz você a gloriar-se em si mesmo. O dinheiro promete ser a sua dignidade e promete torná-lo auto-suficiente. Ele o convida a gloriar-se em outras coisas ou em outras pessoas, exceto no Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, dinheiro é totalmente uma questão de fé. Creia que fazer coisas à maneira de Deus é o melhor caminho para você. Creia que, se você der seu dinheiro, Deus pode dá-lo de volta. Creia que o dinheiro pode ser bom. Mas não ouse crer que ele é tudo. O dinheiro é um dom de Deus, mas os dons de que você realmente precisa só podem ser achados em Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:10:27 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</comments>		</item>
		<item>
			<title>Dinheiro e Possessões em Provérbios</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|Money and Possessions in Proverbs}}   A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro e possessões. Há muitos versículos que se referem a riqueza e pobreza. No que diz...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Money and Possessions in Proverbs}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia fala muito a respeito de dinheiro e possessões. Há muitos versículos que se referem a riqueza e pobreza. No que diz respeito a alguns assuntos, podemos hesitar porque a Bíblia diz muito pouco sobre eles. O que devemos pensar sobre bronzeamento? Bem, não temos muitas instruções específicas; por isso, não podemos ser dogmáticos nesse assunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, em referência a dinheiro e possessões, há um problema oposto. Porque a Bíblia fala muito sobre dinheiro, é tentador desenvolvermos um teologia desequilibrada sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por um lado, é fácil percebermos de onde vem a teologia da prosperidade. Tire de seu contexto nacional algumas poucas promessas da aliança mosaica, tome a promessa de Malaquias 3 a respeito de abrir as janelas do céu, misture com algumas afirmações de Jesus sobre receber o que você pede com fé, e assim você constituirá um pequeno evangelho de saúde e prosperidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, é possível surgir com uma desequilibrada teologia de austeridade. Ressalte que Jesus nunca teve onde reclinar a cabeça, recorra à história do jovem rico, enfatize a parábola do rico insensato, e você terá uma teologia que diz que o dinheiro é mau, como o são aqueles que o têm. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderia formar um argumento bíblico de que Deus ama os ricos. Apenas considere Abraão, Jó e Zaqueu. Veja a maneira como Deus abençoou reis obedientes. Considere a visão do deleite cósmico no jardim e na era por vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você também pode facilmente elaborar um argumento bíblico de que Deus odeia os ricos. Pense na história do rico e Lázaro. Considere o livro de Tiago. Observe a versão de Lucas sobre o Sermão do Monte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, como devemos pensar sobre dinheiro e possessões? Que princípios bíblicos devemos ter em mente quando consideramos riqueza e pobreza, quando lidamos com nossa própria pobreza ou riqueza? Há algumas poucas coisas que a Bíblia diz com mais freqüência. E isso é bom, porque há poucas coisas tão relevantes para pessoas em todos os lugares como ter uma boa teologia sobre dinheiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Onde começar''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Provérbios é um ótimo ponto de partida para desenvolvermos uma teologia bíblica sobre possessões materiais. Para iniciantes, há muitos versículos sobre este assunto. E, o que é mais importante, há várias linhas diferentes de ensino sobre o assunto. Se você começasse por Gênesis, poderia concluir que Deus sempre faz seu povo prosperar. Se começasse por Amós, poderia pensar que todas as pessoas ricas são opressoras. Mas Provérbios examina riqueza e pobreza sob vários ângulos. E, porque Provérbios é um livro de máximas gerais, os princípios que encontramos nos provérbios são mais facilmente transferíveis ao povo de Deus em diferentes épocas e lugares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recentemente, num domingo à noite, dei à minha congregação dez princípios extraídos de Provérbios sobre dinheiro e possessões materiais. Não quero apresentar todo o sermão aqui, mas achei que valeria a pena alistar, pelo menos, os pontos principais. Talvez eu possa apresentar os detalhes posteriormente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Darei os pontos em ordem de quanto o livro de Provérbios diz sobre um princípio específico. Essa maneira de apresentá-los terminará com os temas mais importantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Dez princípios sobre dinheiro e possessões extraídos de Provérbios''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Há extremos de riqueza e pobreza que oferecem tentações singulares à que vivem nesses extremos (Pv 30.7-9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Não se preocupe em acompanhar o estilo de vida de seus amigos e vizinhos (Pv 12.9; 13.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Os ricos e os pobres são mais semelhantes do que pensam (Pv 22.2; 29.13). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Você não pode dar mais do que Deus (Pv 3.9-10; 11.24; 22.9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. A pobreza não é agradável (Pv 10.15; 14.20; 19.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. O dinheiro não lhe pode dar segurança final (Pv 11.7; 11.28; 13.8). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. O Senhor odeia aqueles que ficam ricos por meio de injustiça (21.6; 22.16, 22-23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. O Senhor ama aqueles que são generosos para com o pobre (Pv 14.21, 31; 19.7; 28.21). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Trabalho árduo e boas decisões levam geralmente a maior prosperidade (Pv 6.6-11; 10.4; 13.11; 14.24; 21.17, 20; 22.4, 13; 27.23-27; 28.20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. O dinheiro não é tudo. Não satisfaz (Pv 23.4-5). É inferior à sabedoria (Pv 8.10-11, 18-19; 24.3-4). É inferior à justiça (Pv 10.2; 11.4; 13.25; 16.8; 19.22; 20.17; 28.6). É inferior ao temor do Senhor (Pv 15.16). É inferior à humildade (Pv 16.19). É inferior a bons relacionamentos (Pv 15.17; 17.1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Chegando a conclusões delicadas e achando a Cristo''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você não pode entender o ponto de vista bíblico sobre o dinheiro se não está preparado para aceitar diversas verdades mantidas em tensão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você talvez obtenha mais dinheiro se trabalhar bastante e for cheio de sabedoria. Mas, se toda a sua preocupação é obter mais dinheiro, você é um grande insensato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dinheiro é uma bênção da parte de Deus, mas você será mais abençoado se o der. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus lhe dá dinheiro porque ele é generoso; mas ele é generoso com você para que você seja generoso com os outros. E, se você é generoso em dar seu dinheiro, Deus será, provavelmente, mais generoso com você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É sábio economizar dinheiro, mas não pense que o dinheiro lhe dá verdadeira segurança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Riqueza é mais desejável do que pobreza, mas a riqueza não é tão boa quanto justiça, humildade, sabedoria, bons relacionamentos e o temor do Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1 Coríntios 1.30-31, lemos que Cristo é para nós, da parte de Deus, sabedoria, justiça, santificação e redenção, para que, como está escrito: &amp;amp;amp;Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor&amp;amp;amp;. O dinheiro não pode lhe dar qualquer das coisas que você necessita essencialmente. Não pode torná-lo santo. Não pode torná-lo justo. Não pode salvá-lo de seus pecados. A riqueza é um sinal de bênção, mas é também uma das maiores tentações porque seduz você a gloriar-se em si mesmo. O dinheiro promete ser a sua dignidade e promete torná-lo auto-suficiente. Ele o convida a gloriar-se em outras coisas ou em outras pessoas, exceto no Senhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, dinheiro é totalmente uma questão de fé. Creia que fazer coisas à maneira de Deus é o melhor caminho para você. Creia que, se você der seu dinheiro, Deus pode dá-lo de volta. Creia que o dinheiro pode ser bom. Mas não ouse crer que ele é tudo. O dinheiro é um dom de Deus, mas os dons de que você realmente precisa só podem ser achados em Deus.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:10:07 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Dinheiro_e_Possess%C3%B5es_em_Prov%C3%A9rbios</comments>		</item>
		<item>
			<title>Quatro Ondas de Mudança em Missões</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Quatro_Ondas_de_Mudan%C3%A7a_em_Miss%C3%B5es</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;Quatro Ondas de Mudança em Missões&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Four Waves of Change in Missions}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Deus se agradar em responder nossas orações em favor de missões, elas podem se tornar quatro ondas que vêm sobre milhares de pessoas e igrejas. Estas são as ondas pelas quais estou orando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 1: colocar a evangelização mundial nas paixões de uma nova geração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Missional&amp;quot; é a palavra de nossos dias. Contudo, a obra de missões não é realizada sempre no mundo. Fazer missões significa transpor uma barreira étnica e lingüística (que pode exigir 20 anos), a fim de implantar o evangelho em um povo que não tem acesso ao evangelho. O obra de missões elabora estratégias para alcançar não somente pessoas não-alcançadas, mas também povos não-alcançados. &amp;quot;Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos&amp;quot; (Sl 67.3). A Onda 1 se tornaria o DNA de &amp;quot;missional&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 2: entretecer de novo o horror do inferno em nossa compaixão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu oro para que o slogan de missões mundiais seja: nós nos preocupamos com todo sofrimento, especialmente o sofrimento eterno. Todas estas palavras são importantes: sofrimento, eterno, especialmente, todo, preocupamos, nós. Cada uma delas denota carga. A Onda 2 resultaria em que essa carga seria carregada em milhares de trens evangélicos direcionados à vizinhança e às nações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 3: destruir percepções erradas sobre o que é necessário em missões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que nosso pensamento sobre a evangelização dos povos destrua a noção de que missões podem ficar em nossa pátria agora, porque todas as nações têm vindo até nós. A região em que eu moro está sendo atualmente referida pela City Vision como &amp;quot;a mais etnicamente diversa e única da América, onde se fala mais de 100 línguas&amp;quot;. Isso muda bastante a maneira como fazemos missões. Mas uma coisa que isso não muda é o fato de que o Joshua Project cataloga não algumas centenas, e sim 6.933 povos que, globalmente, não têm uma presença auto-sustentável do evangelho. Outro conceito errado que eu gostaria de ver destruído é o de que os ocidentais devem apenas mandar dinheiro, em vez de irem como missionários. Minha paráfrase: que outros dêem o seu sangue. Nós damos o nosso dinheiro. Falando de maneira realista, a maioria dos povos não-alcançados não tem melhor acesso ao nosso dinheiro do que nós o temos. &amp;quot;Não-alcançado&amp;quot;, em seu sentido pleno, significa: não há nenhum missionário no povo para o qual você poderia enviar dinheiro, se quisesse fazer isso. Portanto, a Onda 3 resultaria em fazer tudo: missões aos povos não-alcançados que vivem entre nós, apoiar missões de outras igrejas que enviam e, em especial, mobilizar sua própria igreja para alcançar os milhares de povos que não têm acesso ao evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 4: convencer os pastores de que uma paixão pela glória mundial de Deus é boa para os crentes de nosso país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a luz de sua vela pode brilhar até milhares de quilômetros, ela está queimando com bastante intensidade no seu próprio lar. Que tipo de cristãos queremos que nossas igrejas produzam? Considere: cristãos indiferentes, que gastam maior parte de seu tempo livre em entretenimento mundano, raramente oram, choram ou trabalham para alcançar os povos que perecem. Não os afague. Confronte-os. Exorte-os a ter uma vida. Assistir a filmes todas as noites os deixa espiritualmente sem poder e vazios. Eles precisam de uma causa muito nobre pela qual podem viver. E pela qual podem morrer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Onda 4 faria de missões mundiais o ponto de ebulição para muitos crentes despertados.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:50:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Quatro_Ondas_de_Mudan%C3%A7a_em_Miss%C3%B5es</comments>		</item>
		<item>
			<title>Quatro Ondas de Mudança em Missões</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Quatro_Ondas_de_Mudan%C3%A7a_em_Miss%C3%B5es</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|Four Waves of Change in Missions}}   Se Deus se agradar em responder nossas orações em favor de missões, elas podem se tornar quatro ondas que vêm sobre milhares ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Four Waves of Change in Missions}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se Deus se agradar em responder nossas orações em favor de missões, elas podem se tornar quatro ondas que vêm sobre milhares de pessoas e igrejas. Estas são as ondas pelas quais estou orando: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 1: colocar a evangelização mundial nas paixões de uma nova geração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Missional&amp;quot; é a palavra de nossos dias. Contudo, a obra de missões não é realizada sempre no mundo. Fazer missões significa transpor uma barreira étnica e lingüística (que pode exigir 20 anos), a fim de implantar o evangelho em um povo que não tem acesso ao evangelho. O obra de missões elabora estratégias para alcançar não somente pessoas não-alcançadas, mas também povos não-alcançados. &amp;quot;Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos&amp;quot; (Sl 67.3). A Onda 1 se tornaria o DNA de &amp;quot;missional&amp;quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 2: entretecer de novo o horror do inferno em nossa compaixão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu oro para que o slogan de missões mundiais seja: nós nos preocupamos com todo sofrimento, especialmente o sofrimento eterno. Todas estas palavras são importantes: sofrimento, eterno, especialmente, todo, preocupamos, nós. Cada uma delas denota carga. A Onda 2 resultaria em que essa carga seria carregada em milhares de trens evangélicos direcionados à vizinhança e às nações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 3: destruir percepções erradas sobre o que é necessário em missões. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que nosso pensamento sobre a evangelização dos povos destrua a noção de que missões podem ficar em nossa pátria agora, porque todas as nações têm vindo até nós. A região em que eu moro está sendo atualmente referida pela City Vision como &amp;quot;a mais etnicamente diversa e única da América, onde se fala mais de 100 línguas&amp;quot;. Isso muda bastante a maneira como fazemos missões. Mas uma coisa que isso não muda é o fato de que o Joshua Project cataloga não algumas centenas, e sim 6.933 povos que, globalmente, não têm uma presença auto-sustentável do evangelho. Outro conceito errado que eu gostaria de ver destruído é o de que os ocidentais devem apenas mandar dinheiro, em vez de irem como missionários. Minha paráfrase: que outros dêem o seu sangue. Nós damos o nosso dinheiro. Falando de maneira realista, a maioria dos povos não-alcançados não tem melhor acesso ao nosso dinheiro do que nós o temos. &amp;quot;Não-alcançado&amp;quot;, em seu sentido pleno, significa: não há nenhum missionário no povo para o qual você poderia enviar dinheiro, se quisesse fazer isso. Portanto, a Onda 3 resultaria em fazer tudo: missões aos povos não-alcançados que vivem entre nós, apoiar missões de outras igrejas que enviam e, em especial, mobilizar sua própria igreja para alcançar os milhares de povos que não têm acesso ao evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onda 4: convencer os pastores de que uma paixão pela glória mundial de Deus é boa para os crentes de nosso país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a luz de sua vela pode brilhar até milhares de quilômetros, ela está queimando com bastante intensidade no seu próprio lar. Que tipo de cristãos queremos que nossas igrejas produzam? Considere: cristãos indiferentes, que gastam maior parte de seu tempo livre em entretenimento mundano, raramente oram, choram ou trabalham para alcançar os povos que perecem. Não os afague. Confronte-os. Exorte-os a ter uma vida. Assistir a filmes todas as noites os deixa espiritualmente sem poder e vazios. Eles precisam de uma causa muito nobre pela qual podem viver. E pela qual podem morrer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Onda 4 faria de missões mundiais o ponto de ebulição para muitos crentes despertados.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:49:42 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Quatro_Ondas_de_Mudan%C3%A7a_em_Miss%C3%B5es</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Lei do Amor e o Amor à Lei</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;A Lei do Amor e o Amor à Lei&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Law of Love and the Love of Law}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns cristãos cometem o erro de colocar o amor contra a lei, como se ambos fossem excludentes. Ou você tem uma religião de amor ou uma religião da lei. Mas essa equação é profundamente antibíblica. Para quem não sabe, o &amp;quot;amor&amp;quot; é um mandamento da lei (Dt 6.5; Lv 19.18; Mt 22.36-40). Se você prescreve o amor, está falando da lei. Ao contrário, se você está dizendo que a lei não vale mais, então está dizendo que o amor, o resumo da lei, também não vale. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, considere a íntima relação que Jesus faz entre o amor e a lei. Para Jesus não existe amor sem obediência à lei (Jó 14.15). Mas ele diz mais do que isto. Jesus coloca a comunhão com Deus junto com a guarda dos mandamentos. Quando guardamos os mandamentos de Cristo, nós o amamos. E quando amamos Cristo, o Pai nos ama. E todo aquele que o Pai ama, Cristo ama e se lhe revela (Jó 14.21). Então, não se pode permanecer no amor de Cristo à parte dos mandamentos de Cristo (Jó 15.10). O que significa que não há plenitude de alegria à parte da busca da santidade (Jó 15.11). A lei de Deus é uma expressão de sua graça. A lei é o plano de Deus para o seu povo santificado desfrutar da comunhão com ele. Por isso os Salmos estão cheios de declarações de deleite relacionadas com os mandamentos de Deus. Mesmo com o fim da aliança mosaica, certamente o Salmista nos estabelece um exemplo. O homem feliz se deleita na lei do Senhor e medita nela de dia e de noite (Sl 1.2). Os preceitos e as regras do Senhor são mais doces do que o mel e devem ser mais desejados que o ouro (Sl 19.10). Sim, a lei pode levar o homem natural a pecar (Gl 3.19,22). Mas o povo de Deus se regozija nos seus estatutos e percebe coisas maravilhosas na sua lei (Sl 119.18). Anseia estar constantemente guardando seus estatutos (v.5). Aos olhos do crente a lei ainda é boa e verdadeira; é a nossa esperança, nosso consolo e nosso cântico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não precisamos ter medo de aterrissar na lei – nunca como meio de merecimento de justificação, mas como a expressão exata de tê-la recebido. Podemos concluir um sermão com alguma coisa que devemos fazer. Não está errado aconselhar os outros à obediência. O legalismo é um problema na igreja, como também o antinomianismo. É claro que não ouço ninguém dizer: &amp;quot;vamos continuar pecando para que a graça abunde&amp;quot; (Rm 6.1). É a pior forma de antinomianismo. Mas de maneira estrita o antinomianismo simplesmente significa &amp;quot;sem lei&amp;quot;, e alguns cristãos dão pouquíssimo lugar à lei na busca da santidade. Um mestre comenta sobre um pastor antinomiano do século XVII na Inglaterra: &amp;quot;Ele cria que a lei serviu para um propósito útil de convencer os homens da necessidade de um Salvador; não obstante, não lhe deu quase nenhum lugar na vida, uma vez que declarou que 'a graça livre é a mestra das boas obras'.&amp;quot; Enfatizar a graça pura não é o problema. O problema é presumir que as boas obras vão fluir invariavelmente do nada a não ser de uma ênfase diligente do evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ironia consiste em colocarmos cada imperativo em ordem para crer no evangelho mais fortemente, transformar o evangelho em outra coisa e a fé naquela coisa que precisamos para ser melhores. Se ''realmente'' cremos, a obediência vem junto. Não há necessidade de mandamentos ou esforço. Mas a Bíblia não raciocina deste modo. Não há problema com a palavra &amp;quot;portanto&amp;quot;. Graça, graça, graça, ''portanto'', pare com isto, comece a fazer aquilo, e obedeça aos mandamentos de Deus. As boas obras sempre estarão enraizadas nas boas novas da morte e ressurreição de Cristo, mas eu creio que estamos esperando demais do &amp;quot;fluxo&amp;quot; e não fazemos o suficiente ensinando que a obediência à lei — com um espírito disposto, possível quando operado pelo Espírito Santo — é a devida resposta à graça pura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que Lutero ridicularizasse o mau uso da Lei, ele não rejeitou o papel positivo da lei na vida do crente. A Fórmula Luterana da Concordância está absolutamente certa quando diz: &amp;quot;Cremos, ensinamos e confessamos que a pregação da Lei deve ser recomendada com diligência, não apenas ao incrédulo e impenitente, mas também aos verdadeiros crentes, que foram verdadeiramente convertidos, regenerados e justificados pela fé&amp;quot; (Epítome 6.2). Os pregadores devem pregar a lei sem acanhamento. Os pais devem insistir na obediência sem timidez. A lei pode e deve ser recomendada aos verdadeiros crentes — não para condenação, mas para correção e promoção do Cristianismo. As Escrituras indicam e Deus manda, para o nosso bem, e na graça.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:09:17 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Lei do Amor e o Amor à Lei</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Desprotegeu &amp;quot;A Lei do Amor e o Amor à Lei&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Law of Love and the Love of Law}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns cristãos cometem o erro de colocar o amor contra a lei, como se ambos fossem excludentes. Ou você tem uma religião de amor ou uma religião da lei. Mas essa equação é profundamente antibíblica. Para quem não sabe, o &amp;quot;amor&amp;quot; é um mandamento da lei (Dt 6.5; Lv 19.18; Mt 22.36-40). Se você prescreve o amor, está falando da lei. Ao contrário, se você está dizendo que a lei não vale mais, então está dizendo que o amor, o resumo da lei, também não vale. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, considere a íntima relação que Jesus faz entre o amor e a lei. Para Jesus não existe amor sem obediência à lei (Jó 14.15). Mas ele diz mais do que isto. Jesus coloca a comunhão com Deus junto com a guarda dos mandamentos. Quando guardamos os mandamentos de Cristo, nós o amamos. E quando amamos Cristo, o Pai nos ama. E todo aquele que o Pai ama, Cristo ama e se lhe revela (Jó 14.21). Então, não se pode permanecer no amor de Cristo à parte dos mandamentos de Cristo (Jó 15.10). O que significa que não há plenitude de alegria à parte da busca da santidade (Jó 15.11). A lei de Deus é uma expressão de sua graça. A lei é o plano de Deus para o seu povo santificado desfrutar da comunhão com ele. Por isso os Salmos estão cheios de declarações de deleite relacionadas com os mandamentos de Deus. Mesmo com o fim da aliança mosaica, certamente o Salmista nos estabelece um exemplo. O homem feliz se deleita na lei do Senhor e medita nela de dia e de noite (Sl 1.2). Os preceitos e as regras do Senhor são mais doces do que o mel e devem ser mais desejados que o ouro (Sl 19.10). Sim, a lei pode levar o homem natural a pecar (Gl 3.19,22). Mas o povo de Deus se regozija nos seus estatutos e percebe coisas maravilhosas na sua lei (Sl 119.18). Anseia estar constantemente guardando seus estatutos (v.5). Aos olhos do crente a lei ainda é boa e verdadeira; é a nossa esperança, nosso consolo e nosso cântico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não precisamos ter medo de aterrissar na lei – nunca como meio de merecimento de justificação, mas como a expressão exata de tê-la recebido. Podemos concluir um sermão com alguma coisa que devemos fazer. Não está errado aconselhar os outros à obediência. O legalismo é um problema na igreja, como também o antinomianismo. É claro que não ouço ninguém dizer: &amp;quot;vamos continuar pecando para que a graça abunde&amp;quot; (Rm 6.1). É a pior forma de antinomianismo. Mas de maneira estrita o antinomianismo simplesmente significa &amp;quot;sem lei&amp;quot;, e alguns cristãos dão pouquíssimo lugar à lei na busca da santidade. Um mestre comenta sobre um pastor antinomiano do século XVII na Inglaterra: &amp;quot;Ele cria que a lei serviu para um propósito útil de convencer os homens da necessidade de um Salvador; não obstante, não lhe deu quase nenhum lugar na vida, uma vez que declarou que 'a graça livre é a mestra das boas obras'.&amp;quot; Enfatizar a graça pura não é o problema. O problema é presumir que as boas obras vão fluir invariavelmente do nada a não ser de uma ênfase diligente do evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ironia consiste em colocarmos cada imperativo em ordem para crer no evangelho mais fortemente, transformar o evangelho em outra coisa e a fé naquela coisa que precisamos para ser melhores. Se ''realmente'' cremos, a obediência vem junto. Não há necessidade de mandamentos ou esforço. Mas a Bíblia não raciocina deste modo. Não há problema com a palavra &amp;quot;portanto&amp;quot;. Graça, graça, graça, ''portanto'', pare com isto, comece a fazer aquilo, e obedeça aos mandamentos de Deus. As boas obras sempre estarão enraizadas nas boas novas da morte e ressurreição de Cristo, mas eu creio que estamos esperando demais do &amp;quot;fluxo&amp;quot; e não fazemos o suficiente ensinando que a obediência à lei — com um espírito disposto, possível quando operado pelo Espírito Santo — é a devida resposta à graça pura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que Lutero ridicularizasse o mau uso da Lei, ele não rejeitou o papel positivo da lei na vida do crente. A Fórmula Luterana da Concordância está absolutamente certa quando diz: &amp;quot;Cremos, ensinamos e confessamos que a pregação da Lei deve ser recomendada com diligência, não apenas ao incrédulo e impenitente, mas também aos verdadeiros crentes, que foram verdadeiramente convertidos, regenerados e justificados pela fé&amp;quot; (Epítome 6.2). Os pregadores devem pregar a lei sem acanhamento. Os pais devem insistir na obediência sem timidez. A lei pode e deve ser recomendada aos verdadeiros crentes — não para condenação, mas para correção e promoção do Cristianismo. As Escrituras indicam e Deus manda, para o nosso bem, e na graça.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:09:05 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Evangelho e a Mordomia</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Evangelho_e_a_Mordomia</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;O Evangelho e a Mordomia&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Gospel and Stewardship}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mordomia é o cuidado e a administração daquilo que pertence a outro. Embora sempre falemos sobre as coisas como &amp;quot;nossas&amp;quot;, a realidade é que tudo que temos e tudo que somos pertence a outro – a Deus. Como disse o apóstolo Paulo: &amp;quot;Que tens tu que não tenhas recebido?&amp;quot; (1 Co 4.7). Portanto, foi de Deus que recebemosnossa vida e o tudo que há nela; e somos responsáveis por isso. Temporariamente – ou seja, até que Deus os exija de nós – somos mordomos desses dons. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a mordomia seja frequentemente associada ao dinheiro, ela tem sido descrita memoravelmente como que incluindo o nosso tempo, talentos e riqueza. Mas a mordomia não diz respeito apenas a sermos bons administradores de nossa agenda, nossas habilidades e nossas coisas. A disciplina da mordomia bíblica nos chama a usar todas essas coisas da maneira como o Senhor quer, a empregá-las para a sua glória. No entanto, ninguém pode ser um mordomo no sentido bíblico se, antes disso, não entende o evangelho – a história do que Deus realizou por meio da vida e da morte de Jesus Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O evangelho cria mordomos''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho é infinitamente mais do que um ingresso para o céu. É uma mensagem que muda não somente o destino da pessoa na eternidade, mas também seu coração e sua mente aqui e agora. O evangelho transforma mais do que o relacionamento de uma pessoa com Deus; também transforma o relacionamento de uma pessoa com todas as outras coisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a razão por que as evidências mais confiáveis de que uma pessoa se converteu é que ela começa a buscar maneiras de usar seu tempo, talentos e dinheiro no serviço do evangelho. Quando uma pessoa começa a usar diligentemente seus recursos para servir e propagar o evangelho, isso é um testemunho do valor que ela coloca no evangelho e do fato de que ela valoriza o Deus do evangelho acima de todas as coisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pecado nos torna egoístas e desperdiçadores de tudo que temos e tudo que somos. Mas &amp;quot;a luz do evangelho da glória de Cristo&amp;quot; (2 Coríntios 4.4) nos ajuda a perceber que conhecer a Deus é infinitamente mais importante e mais valioso do que guardar o tempo e o dinheiro para nós mesmos. O evangelho nos faz achar prazer espiritual em usar essas coisas para atender às necessidades de outros e capacitá-los a ouvir o evangelho e a voltarem-se para Cristo. Chegar a conhecer a Cristo por meio do evangelho nos leva, por um lado, a avaliar nossos recursos e, por outro lado, a avaliar a alma das pessoas. Leva-nos também a dizer com o apóstolo Paulo: &amp;quot;Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma&amp;quot; (2 Co 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Mordomos precisam de disciplina''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disciplina para administrar nossos recursos de maneira intencional, norteada pelo evangelho e que glorifica a Deus não vem plenamente formada com a habitação do Espírito Santo – tem de ser cultivada. A mordomia tem de ser uma disciplina, pois sempre há algo mais clamando por nossos recursos. Sem disciplina, as melhores intenções de usarmos nosso tempo, talentos e dinheiro para o evangelho serão vencidas pelas circunstâncias e pelas emoções do momento, resultando em incoerência ou, pior, em negligência no uso mais eficiente de nossos recursos para o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um sentido, a disciplina da mordomia é central a todas as outras disciplinas espirituais. Se não desenvolvermos um uso teocêntrico de nosso tempo, por exemplo, não nos engajaremos coerentemente nas disciplinas pessoais, como a oração ou o alimentar-nos da Palavra de Deus, nem participaremos com fidelidade das disciplinas espirituais interpessoais, como a adoração ou a comunhão coletiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das passagens clássicas sobre mordomia é a parábola de Jesus a respeito dos talentos (Mt 25.14-30; Lc 19.12-17). Nessa parábola, o senhor recompensou aqueles que administraram bem os recursos que entregara ao cuidado deles e puniu aquele que não fez isso. Embora haja mais coisas que poderíamos aplicar dessa parábola, um fato evidente é que aqueles que foram considerados mordomos fiéis foram intencionais – disciplinados – em usar para seu senhor os recursos que ele lhes confiara temporariamente. Deus tem prazer na mordomia exercida com disciplina – e não com negligência – daquilo que lhe pertence. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é essa mordomia exercida com disciplina? É usarmos os nossos dons espirituais para servir a Deus em nossa igreja local. É designar uma parte de nosso dinheiro para a igreja cada mês, antes de pagarmos outras contas, para que o uso de nossos recursos seja coerente com as prioridades que mais valorizamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disciplina entra no âmbito da mordomia porque é tão fácil desperdiçarmos nosso tempo, dissiparmos nossos talentos e sermos negligentes no uso de nosso dinheiro. No entanto, até o uso mais escrupuloso de nossos recursos é indigno sem o evangelho, pois é somente por meio do evangelho que recebemos tempo eterno no céu, talentos glorificados e o mais rico dos tesouros – Deus mesmo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:07:29 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Evangelho_e_a_Mordomia</comments>		</item>
		<item>
			<title>O Evangelho e a Mordomia</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Evangelho_e_a_Mordomia</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|The Gospel and Stewardship}}   Mordomia é o cuidado e a administração daquilo que pertence a outro. Embora sempre falemos sobre as coisas como &amp;quot;nossas&amp;quot;, a realidad...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Gospel and Stewardship}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mordomia é o cuidado e a administração daquilo que pertence a outro. Embora sempre falemos sobre as coisas como &amp;quot;nossas&amp;quot;, a realidade é que tudo que temos e tudo que somos pertence a outro – a Deus. Como disse o apóstolo Paulo: &amp;quot;Que tens tu que não tenhas recebido?&amp;quot; (1 Co 4.7). Portanto, foi de Deus que recebemosnossa vida e o tudo que há nela; e somos responsáveis por isso. Temporariamente – ou seja, até que Deus os exija de nós – somos mordomos desses dons. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a mordomia seja frequentemente associada ao dinheiro, ela tem sido descrita memoravelmente como que incluindo o nosso tempo, talentos e riqueza. Mas a mordomia não diz respeito apenas a sermos bons administradores de nossa agenda, nossas habilidades e nossas coisas. A disciplina da mordomia bíblica nos chama a usar todas essas coisas da maneira como o Senhor quer, a empregá-las para a sua glória. No entanto, ninguém pode ser um mordomo no sentido bíblico se, antes disso, não entende o evangelho – a história do que Deus realizou por meio da vida e da morte de Jesus Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O evangelho cria mordomos''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evangelho é infinitamente mais do que um ingresso para o céu. É uma mensagem que muda não somente o destino da pessoa na eternidade, mas também seu coração e sua mente aqui e agora. O evangelho transforma mais do que o relacionamento de uma pessoa com Deus; também transforma o relacionamento de uma pessoa com todas as outras coisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a razão por que as evidências mais confiáveis de que uma pessoa se converteu é que ela começa a buscar maneiras de usar seu tempo, talentos e dinheiro no serviço do evangelho. Quando uma pessoa começa a usar diligentemente seus recursos para servir e propagar o evangelho, isso é um testemunho do valor que ela coloca no evangelho e do fato de que ela valoriza o Deus do evangelho acima de todas as coisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pecado nos torna egoístas e desperdiçadores de tudo que temos e tudo que somos. Mas &amp;quot;a luz do evangelho da glória de Cristo&amp;quot; (2 Coríntios 4.4) nos ajuda a perceber que conhecer a Deus é infinitamente mais importante e mais valioso do que guardar o tempo e o dinheiro para nós mesmos. O evangelho nos faz achar prazer espiritual em usar essas coisas para atender às necessidades de outros e capacitá-los a ouvir o evangelho e a voltarem-se para Cristo. Chegar a conhecer a Cristo por meio do evangelho nos leva, por um lado, a avaliar nossos recursos e, por outro lado, a avaliar a alma das pessoas. Leva-nos também a dizer com o apóstolo Paulo: &amp;quot;Eu de boa vontade me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma&amp;quot; (2 Co 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Mordomos precisam de disciplina''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disciplina para administrar nossos recursos de maneira intencional, norteada pelo evangelho e que glorifica a Deus não vem plenamente formada com a habitação do Espírito Santo – tem de ser cultivada. A mordomia tem de ser uma disciplina, pois sempre há algo mais clamando por nossos recursos. Sem disciplina, as melhores intenções de usarmos nosso tempo, talentos e dinheiro para o evangelho serão vencidas pelas circunstâncias e pelas emoções do momento, resultando em incoerência ou, pior, em negligência no uso mais eficiente de nossos recursos para o evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um sentido, a disciplina da mordomia é central a todas as outras disciplinas espirituais. Se não desenvolvermos um uso teocêntrico de nosso tempo, por exemplo, não nos engajaremos coerentemente nas disciplinas pessoais, como a oração ou o alimentar-nos da Palavra de Deus, nem participaremos com fidelidade das disciplinas espirituais interpessoais, como a adoração ou a comunhão coletiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das passagens clássicas sobre mordomia é a parábola de Jesus a respeito dos talentos (Mt 25.14-30; Lc 19.12-17). Nessa parábola, o senhor recompensou aqueles que administraram bem os recursos que entregara ao cuidado deles e puniu aquele que não fez isso. Embora haja mais coisas que poderíamos aplicar dessa parábola, um fato evidente é que aqueles que foram considerados mordomos fiéis foram intencionais – disciplinados – em usar para seu senhor os recursos que ele lhes confiara temporariamente. Deus tem prazer na mordomia exercida com disciplina – e não com negligência – daquilo que lhe pertence. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é essa mordomia exercida com disciplina? É usarmos os nossos dons espirituais para servir a Deus em nossa igreja local. É designar uma parte de nosso dinheiro para a igreja cada mês, antes de pagarmos outras contas, para que o uso de nossos recursos seja coerente com as prioridades que mais valorizamos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A disciplina entra no âmbito da mordomia porque é tão fácil desperdiçarmos nosso tempo, dissiparmos nossos talentos e sermos negligentes no uso de nosso dinheiro. No entanto, até o uso mais escrupuloso de nossos recursos é indigno sem o evangelho, pois é somente por meio do evangelho que recebemos tempo eterno no céu, talentos glorificados e o mais rico dos tesouros – Deus mesmo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:05:23 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:O_Evangelho_e_a_Mordomia</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Laços da Fraternidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_La%C3%A7os_da_Fraternidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;Os Laços da Fraternidade&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Bonds of Brotherhood}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Fraternidade''... o que significa? Pode referir-se a diversos tipos diferentes de associações ou relacionamentos, e a igreja pode aprender lições valiosas explorando esta palavra com maior profundidade. O termo ''fraternidade'' pode nos levar a pensar no lema da Revolução Francesa: &amp;quot;Liberdade, Fraternidade, Igualdade&amp;quot;. A fraternidade, junto com a igualdade e a liberdade, foi colocada no topo das ideias dessa revolução. O termo pode nos levar a pensar nos grupos dos ''campi'' universitários como os que são descritos no filme sobre a fraternidade radical &amp;quot;Animal House&amp;quot;. Além do nível universitário, há uma grande variedade de organizações de homens neste mundo que são &amp;quot;ordens fraternais&amp;quot;, tais como os ''Elks'', grupos policiais e diversos outros clubes de serviços públicos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia da fraternidade também se manifesta no campo dos esportes competitivos, particularmente no que se refere às equipes. A expressão ''&amp;quot;There is no T em team&amp;quot;'' é um chavão porque é verdade. Para que as equipes funcionem de maneira eficiente e efetiva, tem de haver fraternidade e espírito de equipe. Repetidas vezes ficamos sabendo de jogadores ''superstars'' no reino esportivo profissional que são afastados por seus clubes porque criaram uma atmosfera destrutiva nos vestiários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhuma equipe pode funcionar bem se baseando apenas na força de um único indivíduo. No basquete, por exemplo, os jogadores que são donos da bola destroem o espírito da equipe. Se a bola for passada para um dono da bola, com toda probabilidade ele não vai passá-la para um companheiro, mas muito provavelmente vai dar um passe errado. No futebol americano, um golpe da ofensiva envolve bloqueio, corrida, passe, falta e outras dimensões do esporte. O negócio todo é uma orquestração de diversos elementos. Até o beisebol opera com base em uma harmonia dentro da equipe. Babe Ruth jamais ganhou sozinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ironicamente, quando examinamos a área do atletismo, vemos que a idéia da fraternidade não existe apenas nos esportes de equipe, mas também no contexto dos esportes individuais. Talvez o exemplo supremo de um esporte individual seja o pugilismo. É ''mano a mano'', um homem contra outro. Não existe equipe no ringue do pugilismo. O pugilista permanece sozinho diante do seu oponente com o sistema de apoio no canto. No ringue — o campo de batalha — ele tem de lutar sozinho, o drama de uma luta entre dois oponentes iguais, ambos se esforçando ao máximo para derrubar o outro ou fazendo o que puderem para ganhar a luta ou obter pontos. E, assim mesmo, quando o gongo soa, com freqüência vemos os dois gladiadores se abraçando no centro do ringue com um óbvio senso de afeto. Por que fazem isso? Porque o lutador é treinado em seu esporte individual não apenas para competir com o seu oponente, mas também para respeitá-lo. Quando está envolvido em uma luta que o testa até o máximo, sai exaurido, abatido, talvez até derrotado, mas assim mesmo ainda possuindo enorme respeito pelo seu oponente. Há uma espécie de comunhão, uma espécie de fraternidade, que apenas gladiadores individuais como esses homens conseguem entender. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo acontece no golfe, mesmo quando muitas competições testam a habilidade individual. De vez em quando, os jogadores de golfe se juntam em equipes, e não há entre eles um sentimento de que fazem parte de uma fraternidade que seja mais importante que as outras em suas realizações individuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não existe uma fraternidade tão importante ou tão significativa quanto a igreja e a comunhão dos santos. Obviamente, a igreja não é uma organização exclusiva de homens, talvez por isso possamos falar da igreja como fraternidade ou irmandade. Mas de qualquer forma, a ideia de participação em equipe está claramente presente. Não existe uma coisa tal como a igreja de uma só pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente não somos salvos ou justificados pela fé de nossas famílias, amigos ou companheiros. De certo modo, a redenção é uma questão intensamente individual. Mas, quando somos justificados, quando estamos na condição de salvos, somos imediatamente colocados em um grupo. Somos imediatamente colocados na igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja existe como uma pessoa jurídica. Há uma solidariedade corporativa que define a identidade da igreja do Novo Testamento. Não existe lugar para individualismo grosseiro. Ninguém recebeu todos os dons do Espírito Santo; ninguém tem oportunidade de &amp;quot;monopolizar&amp;quot; o ministério. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que precisamos na igreja é de uma espécie de relacionamento familiar que é uma fraternidade e uma irmandade. Pode ser aprendida em parte fora da igreja em outras atividades, tais como o mundo dos esportes ou até mesmo no campo de batalha. Mas o mais profundo entretecimento de seres humanos para uma causa comum, uma fé comum, e um Senhor comum existe na igreja de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 18:01:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_La%C3%A7os_da_Fraternidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>Os Laços da Fraternidade</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Os_La%C3%A7os_da_Fraternidade</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|The Bonds of Brotherhood}}   ''Fraternidade''... o que significa? Pode referir-se a diversos tipos diferentes de associações ou relacionamentos, e a igreja pode apr...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Bonds of Brotherhood}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Fraternidade''... o que significa? Pode referir-se a diversos tipos diferentes de associações ou relacionamentos, e a igreja pode aprender lições valiosas explorando esta palavra com maior profundidade. O termo ''fraternidade'' pode nos levar a pensar no lema da Revolução Francesa: &amp;quot;Liberdade, Fraternidade, Igualdade&amp;quot;. A fraternidade, junto com a igualdade e a liberdade, foi colocada no topo das ideias dessa revolução. O termo pode nos levar a pensar nos grupos dos ''campi'' universitários como os que são descritos no filme sobre a fraternidade radical &amp;quot;Animal House&amp;quot;. Além do nível universitário, há uma grande variedade de organizações de homens neste mundo que são &amp;quot;ordens fraternais&amp;quot;, tais como os ''Elks'', grupos policiais e diversos outros clubes de serviços públicos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A idéia da fraternidade também se manifesta no campo dos esportes competitivos, particularmente no que se refere às equipes. A expressão ''&amp;quot;There is no T em team&amp;quot;'' é um chavão porque é verdade. Para que as equipes funcionem de maneira eficiente e efetiva, tem de haver fraternidade e espírito de equipe. Repetidas vezes ficamos sabendo de jogadores ''superstars'' no reino esportivo profissional que são afastados por seus clubes porque criaram uma atmosfera destrutiva nos vestiários. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhuma equipe pode funcionar bem se baseando apenas na força de um único indivíduo. No basquete, por exemplo, os jogadores que são donos da bola destroem o espírito da equipe. Se a bola for passada para um dono da bola, com toda probabilidade ele não vai passá-la para um companheiro, mas muito provavelmente vai dar um passe errado. No futebol americano, um golpe da ofensiva envolve bloqueio, corrida, passe, falta e outras dimensões do esporte. O negócio todo é uma orquestração de diversos elementos. Até o beisebol opera com base em uma harmonia dentro da equipe. Babe Ruth jamais ganhou sozinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ironicamente, quando examinamos a área do atletismo, vemos que a idéia da fraternidade não existe apenas nos esportes de equipe, mas também no contexto dos esportes individuais. Talvez o exemplo supremo de um esporte individual seja o pugilismo. É ''mano a mano'', um homem contra outro. Não existe equipe no ringue do pugilismo. O pugilista permanece sozinho diante do seu oponente com o sistema de apoio no canto. No ringue — o campo de batalha — ele tem de lutar sozinho, o drama de uma luta entre dois oponentes iguais, ambos se esforçando ao máximo para derrubar o outro ou fazendo o que puderem para ganhar a luta ou obter pontos. E, assim mesmo, quando o gongo soa, com freqüência vemos os dois gladiadores se abraçando no centro do ringue com um óbvio senso de afeto. Por que fazem isso? Porque o lutador é treinado em seu esporte individual não apenas para competir com o seu oponente, mas também para respeitá-lo. Quando está envolvido em uma luta que o testa até o máximo, sai exaurido, abatido, talvez até derrotado, mas assim mesmo ainda possuindo enorme respeito pelo seu oponente. Há uma espécie de comunhão, uma espécie de fraternidade, que apenas gladiadores individuais como esses homens conseguem entender. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo acontece no golfe, mesmo quando muitas competições testam a habilidade individual. De vez em quando, os jogadores de golfe se juntam em equipes, e não há entre eles um sentimento de que fazem parte de uma fraternidade que seja mais importante que as outras em suas realizações individuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não existe uma fraternidade tão importante ou tão significativa quanto a igreja e a comunhão dos santos. Obviamente, a igreja não é uma organização exclusiva de homens, talvez por isso possamos falar da igreja como fraternidade ou irmandade. Mas de qualquer forma, a ideia de participação em equipe está claramente presente. Não existe uma coisa tal como a igreja de uma só pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente não somos salvos ou justificados pela fé de nossas famílias, amigos ou companheiros. De certo modo, a redenção é uma questão intensamente individual. Mas, quando somos justificados, quando estamos na condição de salvos, somos imediatamente colocados em um grupo. Somos imediatamente colocados na igreja. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A igreja existe como uma pessoa jurídica. Há uma solidariedade corporativa que define a identidade da igreja do Novo Testamento. Não existe lugar para individualismo grosseiro. Ninguém recebeu todos os dons do Espírito Santo; ninguém tem oportunidade de &amp;quot;monopolizar&amp;quot; o ministério. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que precisamos na igreja é de uma espécie de relacionamento familiar que é uma fraternidade e uma irmandade. Pode ser aprendida em parte fora da igreja em outras atividades, tais como o mundo dos esportes ou até mesmo no campo de batalha. Mas o mais profundo entretecimento de seres humanos para uma causa comum, uma fé comum, e um Senhor comum existe na igreja de Jesus Cristo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 17:57:45 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Os_La%C3%A7os_da_Fraternidade</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Lei do Amor e o Amor à Lei</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Protegeu &amp;quot;A Lei do Amor e o Amor à Lei&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Law of Love and the Love of Law}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns cristãos cometem o erro de colocar o amor contra a lei, como se ambos fossem excludentes. Ou você tem uma religião de amor ou uma religião da lei. Mas essa equação é profundamente antibíblica. Para quem não sabe, o &amp;quot;amor&amp;quot; é um mandamento da lei (Dt 6.5; Lv 19.18; Mt 22.36-40). Se você prescreve o amor, está falando da lei. Ao contrário, se você está dizendo que a lei não vale mais, então está dizendo que o amor, o resumo da lei, também não vale. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, considere a íntima relação que Jesus faz entre o amor e a lei. Para Jesus não existe amor sem obediência à lei (Jó 14.15). Mas ele diz mais do que isto. Jesus coloca a comunhão com Deus junto com a guarda dos mandamentos. Quando guardamos os mandamentos de Cristo, nós o amamos. E quando amamos Cristo, o Pai nos ama. E todo aquele que o Pai ama, Cristo ama e se lhe revela (Jó 14.21). Então, não se pode permanecer no amor de Cristo à parte dos mandamentos de Cristo (Jó 15.10). O que significa que não há plenitude de alegria à parte da busca da santidade (Jó 15.11). A lei de Deus é uma expressão de sua graça. A lei é o plano de Deus para o seu povo santificado desfrutar da comunhão com ele. Por isso os Salmos estão cheios de declarações de deleite relacionadas com os mandamentos de Deus. Mesmo com o fim da aliança mosaica, certamente o Salmista nos estabelece um exemplo. O homem feliz se deleita na lei do Senhor e medita nela de dia e de noite (Sl 1.2). Os preceitos e as regras do Senhor são mais doces do que o mel e devem ser mais desejados que o ouro (Sl 19.10). Sim, a lei pode levar o homem natural a pecar (Gl 3.19,22). Mas o povo de Deus se regozija nos seus estatutos e percebe coisas maravilhosas na sua lei (Sl 119.18). Anseia estar constantemente guardando seus estatutos (v.5). Aos olhos do crente a lei ainda é boa e verdadeira; é a nossa esperança, nosso consolo e nosso cântico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não precisamos ter medo de aterrissar na lei – nunca como meio de merecimento de justificação, mas como a expressão exata de tê-la recebido. Podemos concluir um sermão com alguma coisa que devemos fazer. Não está errado aconselhar os outros à obediência. O legalismo é um problema na igreja, como também o antinomianismo. É claro que não ouço ninguém dizer: &amp;quot;vamos continuar pecando para que a graça abunde&amp;quot; (Rm 6.1). É a pior forma de antinomianismo. Mas de maneira estrita o antinomianismo simplesmente significa &amp;quot;sem lei&amp;quot;, e alguns cristãos dão pouquíssimo lugar à lei na busca da santidade. Um mestre comenta sobre um pastor antinomiano do século XVII na Inglaterra: &amp;quot;Ele cria que a lei serviu para um propósito útil de convencer os homens da necessidade de um Salvador; não obstante, não lhe deu quase nenhum lugar na vida, uma vez que declarou que 'a graça livre é a mestra das boas obras'.&amp;quot; Enfatizar a graça pura não é o problema. O problema é presumir que as boas obras vão fluir invariavelmente do nada a não ser de uma ênfase diligente do evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ironia consiste em colocarmos cada imperativo em ordem para crer no evangelho mais fortemente, transformar o evangelho em outra coisa e a fé naquela coisa que precisamos para ser melhores. Se ''realmente'' cremos, a obediência vem junto. Não há necessidade de mandamentos ou esforço. Mas a Bíblia não raciocina deste modo. Não há problema com a palavra &amp;quot;portanto&amp;quot;. Graça, graça, graça, ''portanto'', pare com isto, comece a fazer aquilo, e obedeça aos mandamentos de Deus. As boas obras sempre estarão enraizadas nas boas novas da morte e ressurreição de Cristo, mas eu creio que estamos esperando demais do &amp;quot;fluxo&amp;quot; e não fazemos o suficiente ensinando que a obediência à lei — com um espírito disposto, possível quando operado pelo Espírito Santo — é a devida resposta à graça pura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que Lutero ridicularizasse o mau uso da Lei, ele não rejeitou o papel positivo da lei na vida do crente. A Fórmula Luterana da Concordância está absolutamente certa quando diz: &amp;quot;Cremos, ensinamos e confessamos que a pregação da Lei deve ser recomendada com diligência, não apenas ao incrédulo e impenitente, mas também aos verdadeiros crentes, que foram verdadeiramente convertidos, regenerados e justificados pela fé&amp;quot; (Epítome 6.2). Os pregadores devem pregar a lei sem acanhamento. Os pais devem insistir na obediência sem timidez. A lei pode e deve ser recomendada aos verdadeiros crentes — não para condenação, mas para correção e promoção do Cristianismo. As Escrituras indicam e Deus manda, para o nosso bem, e na graça.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 17:48:34 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Lei do Amor e o Amor à Lei</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</link>
			<description>&lt;p&gt;Mollymullery: Criou nova página com '{{info|The Law of Love and the Love of Law}}   Alguns cristãos cometem o erro de colocar o amor contra a lei, como se ambos fossem excludentes. Ou você tem uma religião d...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Law of Love and the Love of Law}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns cristãos cometem o erro de colocar o amor contra a lei, como se ambos fossem excludentes. Ou você tem uma religião de amor ou uma religião da lei. Mas essa equação é profundamente antibíblica. Para quem não sabe, o &amp;quot;amor&amp;quot; é um mandamento da lei (Dt 6.5; Lv 19.18; Mt 22.36-40). Se você prescreve o amor, está falando da lei. Ao contrário, se você está dizendo que a lei não vale mais, então está dizendo que o amor, o resumo da lei, também não vale. &lt;br /&gt;
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Além disso, considere a íntima relação que Jesus faz entre o amor e a lei. Para Jesus não existe amor sem obediência à lei (Jó 14.15). Mas ele diz mais do que isto. Jesus coloca a comunhão com Deus junto com a guarda dos mandamentos. Quando guardamos os mandamentos de Cristo, nós o amamos. E quando amamos Cristo, o Pai nos ama. E todo aquele que o Pai ama, Cristo ama e se lhe revela (Jó 14.21). Então, não se pode permanecer no amor de Cristo à parte dos mandamentos de Cristo (Jó 15.10). O que significa que não há plenitude de alegria à parte da busca da santidade (Jó 15.11). A lei de Deus é uma expressão de sua graça. A lei é o plano de Deus para o seu povo santificado desfrutar da comunhão com ele. Por isso os Salmos estão cheios de declarações de deleite relacionadas com os mandamentos de Deus. Mesmo com o fim da aliança mosaica, certamente o Salmista nos estabelece um exemplo. O homem feliz se deleita na lei do Senhor e medita nela de dia e de noite (Sl 1.2). Os preceitos e as regras do Senhor são mais doces do que o mel e devem ser mais desejados que o ouro (Sl 19.10). Sim, a lei pode levar o homem natural a pecar (Gl 3.19,22). Mas o povo de Deus se regozija nos seus estatutos e percebe coisas maravilhosas na sua lei (Sl 119.18). Anseia estar constantemente guardando seus estatutos (v.5). Aos olhos do crente a lei ainda é boa e verdadeira; é a nossa esperança, nosso consolo e nosso cântico. &lt;br /&gt;
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Não precisamos ter medo de aterrissar na lei – nunca como meio de merecimento de justificação, mas como a expressão exata de tê-la recebido. Podemos concluir um sermão com alguma coisa que devemos fazer. Não está errado aconselhar os outros à obediência. O legalismo é um problema na igreja, como também o antinomianismo. É claro que não ouço ninguém dizer: &amp;quot;vamos continuar pecando para que a graça abunde&amp;quot; (Rm 6.1). É a pior forma de antinomianismo. Mas de maneira estrita o antinomianismo simplesmente significa &amp;quot;sem lei&amp;quot;, e alguns cristãos dão pouquíssimo lugar à lei na busca da santidade. Um mestre comenta sobre um pastor antinomiano do século XVII na Inglaterra: &amp;quot;Ele cria que a lei serviu para um propósito útil de convencer os homens da necessidade de um Salvador; não obstante, não lhe deu quase nenhum lugar na vida, uma vez que declarou que 'a graça livre é a mestra das boas obras'.&amp;quot; Enfatizar a graça pura não é o problema. O problema é presumir que as boas obras vão fluir invariavelmente do nada a não ser de uma ênfase diligente do evangelho. &lt;br /&gt;
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A ironia consiste em colocarmos cada imperativo em ordem para crer no evangelho mais fortemente, transformar o evangelho em outra coisa e a fé naquela coisa que precisamos para ser melhores. Se ''realmente'' cremos, a obediência vem junto. Não há necessidade de mandamentos ou esforço. Mas a Bíblia não raciocina deste modo. Não há problema com a palavra &amp;quot;portanto&amp;quot;. Graça, graça, graça, ''portanto'', pare com isto, comece a fazer aquilo, e obedeça aos mandamentos de Deus. As boas obras sempre estarão enraizadas nas boas novas da morte e ressurreição de Cristo, mas eu creio que estamos esperando demais do &amp;quot;fluxo&amp;quot; e não fazemos o suficiente ensinando que a obediência à lei — com um espírito disposto, possível quando operado pelo Espírito Santo — é a devida resposta à graça pura. &lt;br /&gt;
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Por mais que Lutero ridicularizasse o mau uso da Lei, ele não rejeitou o papel positivo da lei na vida do crente. A Fórmula Luterana da Concordância está absolutamente certa quando diz: &amp;quot;Cremos, ensinamos e confessamos que a pregação da Lei deve ser recomendada com diligência, não apenas ao incrédulo e impenitente, mas também aos verdadeiros crentes, que foram verdadeiramente convertidos, regenerados e justificados pela fé&amp;quot; (Epítome 6.2). Os pregadores devem pregar a lei sem acanhamento. Os pais devem insistir na obediência sem timidez. A lei pode e deve ser recomendada aos verdadeiros crentes — não para condenação, mas para correção e promoção do Cristianismo. As Escrituras indicam e Deus manda, para o nosso bem, e na graça.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 17:48:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>Mollymullery</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:A_Lei_do_Amor_e_o_Amor_%C3%A0_Lei</comments>		</item>
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