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		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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		<updated>2026-05-15T13:10:38Z</updated>
		<subtitle>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</subtitle>
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	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_ordenan%C3%A7a_da_Cria%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>A ordenança da Criação</title>
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				<updated>2010-07-20T20:45:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|The Order of Creation}}  Na Criação do mundo, Deus criou o homem à Sua própria imagem. O termo “homem” é utilizado genericamente, pois podemos observar que f...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Order of Creation}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Criação do mundo, Deus criou o homem à Sua própria imagem. O termo “homem” é utilizado genericamente, pois podemos observar que foi criado masculino e feminino. Na ordem da Criação, foi dada a humanidade o domínio sobre a terra. Em relação a isso, Adão e Eva serviram como regentes substitutos em nome de Deus. Eva compartilhou essa dominação; se referirmos à dominação de Adão como um tipo de realeza sobre a criação, poderíamos considerar Eva como a rainha deste reino. No entanto, é claro pela ordem da Criação que Eva foi colocada na posição de subordinação em relação à Adão. A ela foi designada a função de “ajuda encontrada.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos problemas relacionados com essa ordem da Criação foram trazidos para o alívio corajoso, pelo movimento feminista. Por exemplo, as passagens do Novo Testamento que chamam as esposas para se sujeitarem aos seus maridos e homens apenas para liderarem na igreja foram recebidas com protestos estrondosos. Calúnias foram disseminadas contra o apóstolo Paulo por ser um machista do século 1, enquanto outros foram procurados para fazer de forma cronológica e relativa essas regras argumentando que elas eram apenas costumes meramente culturais que eram relevantes ao século 1, mas não ao mundo moderno. Também foi discutido que o princípio da submissão denigre as mulheres, roubando delas a sua dignidade e as removendo para um nível de humanidade inferior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao último ponto, a suposição errada feita é que subordinação significa inferioridade ou que subordinação destrói igualdade de dignidade, importância e valor. Tristemente, o machismo masculino tem sido conduzido por essa imensa idéia errada, com os homens assumindo que a razão pela qual Deus comanda suas esposas para serem submissas a eles é que elas devem ser inferiores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que essa suposição é claramente falsa é observada em nosso entendimento sobre as pessoas de Deus. Na economia da redenção, o Filho está subordinado ao Pai, e o Espírito Santo está subordinado ao pai e ao Filho. Isso não significa que o Filho é inferior ao Pai, e que o Espírito Santo seja inferior ao pai e ao Filho. Nosso entendimento sobre a Trindade é que as três pessoas de Deus são iguais sem ser, importância e glória. Eles são co-eternos e consubstanciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma maneira, na hierarquia organizacional, nós assumimos que devido ao fato do vice-presidente ser subordinado ao presidente, que o mesmo é inferior ao presidente como pessoas. É óbvio que subordinação não se traduz em inferioridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da subordinação das esposas aos maridos em matrimônio e das mulheres aos homens na igreja é meramente costume cultural do mundo antigo que está em decadência. Se esses assuntos realmente fossem articulados como costumes culturais e não princípios obrigatórios, seria um sério abuso de lei para aplicá-los transculturalmente às sociedades onde eles não pertencem. Por outro lado, se eles fossem dados como mandatos transculturais, para tratá-los como meras convenções culturais seriam para violentar o Espírito Santo e para se rebelar com o Próprio Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, se as passagens bíblicas simplesmente refletem o machismo do judeu rabínico do século 1, eles são indignos de nossa aceitação. Se, no entanto, Paulo escreveu sobre a inspiração do espírito Santo, e se o Novo Testamento é a Palavra de Deus, então a alegação de machismo deve ser nivelada não apenas em Paulo, mas no próprio Espírito Santo — uma alegação que não pode ser nivelada com impunidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se estivermos convictos que a Bíblia é a Palavra de Deus e seus mandamentos são os mandamentos de Deus, como podemos discernir entre costumes e princípios? Eu escrevi sobre o assunto de cultura e a Bíblia em meu livro ''Conhecendo a Escritura.'' Nele, mencionei que ao menos tiremos a conclusão que toda a escritura é princípio e assim liga todas as pessoas de todos os tempos e lugares, ou que toda a Escritura é simplesmente uma questão culturalmente condicionada ao costume local com nenhuma relevância ou aplicação necessária além de seu contexto histórico imediato, somos forçados a descobrir algum direcionamento para discernir as diferenças entre princípio e costume. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ilustrar o problema, vamos ver o que acontece quando nós consideramos que tudo que existe na Escritura é princípio. Se este fosse o caso, as mudanças radicais teriam que ser feitas no evangelismo. Jesus comandou aos seus discípulos para “Não carregar nem carteira, nem mochila nem sandálias...” (Lucas10:4a). Se transformarmos este texto em um princípio transcultural, teríamos que nos entregar ao evangelismo pé no chão. &lt;br /&gt;
Obviamente existem assuntos bíblicos que refletem o costume histórico. Não nos foi pedido para usarmos as mesmas roupas que as pessoas bíblicas usavam, ou pagar nossos dízimos com shekels ou denários. Coisas como vestuário e moeda corrente estão sujeitas às mudanças. &lt;br /&gt;
Uma as principais considerações na determinação da questão do princípio ou costume é se a questão envolve uma ordenança da Criação. Ordenança da Criação pode ser diferenciada das leis de governança antigas e dos comandos de governança novos. A primeira consideração diz respeito aos grupos de várias governanças. No Novo Testamento, a governança é formada de fieis Cristãos. Por exemplo, os fiéis Cristãos são chamados para celebrar a Ceia do Senhor. Mas a ordem não se estende aos que não crêem, os quais na realidade são alertados para não participarem deste sacramento. Da mesma maneira, existiam leis no Velho Testamento que se aplicavam apenas aos judeus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós perguntamos quem são esses grupos do pacto da Criação? Na Criação, Deus faz um pacto não simplesmente com os judeus ou com os cristãos, mas com a humanidade. Enquanto os humanos existirem em uma relação de pacto com o Criador, as leis da criação permanecem intactas. Elas são reafirmadas tanto no pacto antigo como no pacto novo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se qualquer coisa ultrapassa o costume cultural, isso é uma ordenança da criação. Assim, é realmente muito perigoso tratar desse assunto de subordinação no casamento e na igreja como um mero costume local quando está claro que o Novo Testamento refere-se a esses assuntos como um apelo apostólico que se baseia na Criação. Tais apelos tornam óbvio que todos esses mandatos tinham a intenção de ser relacionado com os costumes locais. Que a igreja hoje frequentemente trata as leis divinas como mera reflexões não tanto da condição cultural da Bíblia, mas da condição cultural da igreja moderna. Aqui está um caso onde a igreja capitula a cultura local ao invés de ser obediente à lei transcendente de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se alguém estudar um problema como esse com cuidado e não for capaz de discernir se o problema é de princípio ou de costume, que ele ou ela deve fazer? Aqui um princípio da humanidade vem à tona, um princípio apresentado na suposição básica do Novo Testamento que se não for fé é pecado. Lembre-se do antigo provérbio, “Quando estiver em dúvida, não faça”? Se formos excessivamente cautelosos e observarmos um costume como um princípio, então não seremos culpados de pecado — de dano, de delito. Por outro lado, se tratarmos um princípio como costume que pode ser colocado de lado, estaremos sendo culpados de desobedecer a Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As ordenanças podem ser modificadas, como a Lei de Moisés foi modificada em relação ao divórcio, mas o princípio aqui é que as ordenanças da criação são nominativas a menos ou até que elas sejam explicitamente modificadas pela revelação bíblica posterior.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sangue_do_Cordeiro</id>
		<title>O Sangue do Cordeiro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sangue_do_Cordeiro"/>
				<updated>2010-07-15T18:38:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|The Blood of the Lamb}}  Hi Priscilla,  Thank you so much for doing this translation!!   Here is your page.  Blessings,  Joya'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Blood of the Lamb}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hi Priscilla,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Thank you so much for doing this translation!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Here is your page.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blessings,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Joya&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho</id>
		<title>O Prazer De Deus Em Ferir Seu Filho</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho"/>
				<updated>2010-06-28T17:42:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Pleasure of God in Bruising the Son}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Isaías 53:10'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Todavia, ao SENHOR agradou o moê-lo,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
fazendo-o enfermar; quando sua alma se&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prolongará os dias, e o bom prazer do SENHOR&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prosperará na sua mão.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus disse que o primeiro e maior dos mandamentos, para observarmos universalmente, é que nós amemos ao Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, e com toda nossa alma, e com toda nossa mente e com toda nossa força (Marcos 12:30). Eu entendo que isto quer dizer, pelo menos, que todo aquele que se diz ser cristão, deveria ter grande zelo pela glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu amar a Deus com todo o meu coração, nada poderá fazer-me mais alegre do que ver a prosperidade da causa de Deus e ver quando o seu nome está sendo ostentado em mais corações, em um número crescente de pessoas. E nada me aborreceria mais do que ver quando a glória de Deus é aviltada e o seu nome desprezado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, quando Jesus nos manda que amemos a Deus com todo o nosso coração, alma, mente e força, Ele nos está mandando que tenhamos nossos corações radicalmente centrados em Deus, nossas almas radicalmente centradas em Deus, nossas mentes radicalmente centradas em Deus e nossas forças radicalmente centradas em Deus. E aqueles que estão centrados em Deus se entristecem em ver Sua glória eclipsada, e se alegram em vê-la brilhar com completa intensidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O prazer de Deus em Seu nome e Seu amor por Seu povo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se isso é verdade, então algo muito preocupante subitamente aparece nesta série de mensagens sobre os prazeres de Deus. Já temos visto que Deus tem prazer em Seu Filho: deleita-se na glória de Suas próprias perfeições refletidas na face de Seu Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos visto que Deus tem prazer em Seu próprio nome: é seu objetivo fazer um nome para Si mesmo em todo o mundo, e ganhar reputação para a glória de Sua graça entre todos os povos, e tribos, e línguas e nações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos, ademais, visto que, para este fim, Deus tem prazer na eleição que faz: deleita-se em revelar a glória de Seu Filho aos pequeninos e ocultá-la aos entendidos. Deleita-se em chamar para si mesmo um povo que irá gloriar-se somente no Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana anterior, vimos que Deus lança fora tudo o que possa impedir sua exuberante alegria sobre Seu povo e, aparentemente, toma grande prazer em fazer-lhe bem: “…Ele se deleitará em ti com alegria… regozijar-se-á em ti com júbilo.” (Sofonias 3:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Algo problemático surge nesta série'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, que parece ser problemático nisso para a pessoa que é centrada em Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema consiste em que todas essas pessoas, as quais Deus esta salvando e rejubilando-se sobre elas, são pecadoras. E o que é o pecado? Romanos 3: 23 nos diz que é estar destituído da glória de Deus. “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” Paulo quer dizer que os pecadores falharam em valorizar a glória de Deus. Temos trocado a glória de Deus por nossas afeições por outras coisas; por imagens de glória, como uma nova casa, ou um novo carro, ou um videocassete, ou computadores, ou férias, ou currículos impressionantes, ou qualquer outra coisa que nos possa trazer mais contentamento do que o maravilho Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso é o que é o pecado. E esse é o povo que Deus elegeu salvar: um povo que, mesmo depois de Ele o fazer Seu próprio povo, frequentemente é encontrado envergonhando Seu nome pela inconsistência e pela atitude morna com a qual responde ao mandamento de Jesus de amar a Deus de todo o coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, portanto, o problemático é ser Deus tão entusiasmado em ser bondoso para com um povo de tal maneira pecaminoso, que chega a ser uma desgraça para o Seu nome. Parece esquizofrenia. A Bíblia apresenta a Deus como quem ama o Seu nome e a Sua glória com tal onipotente energia e abundante gozo para, logo, apresentá-Lo regozijando-se e rejubilando-se sobre um povo que tem desprezado Sua glória e aviltado o Seu nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Solucionando a sinfonia da história redentora'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu realmente não creio que seja possível compreender cabalmente o drama central da Bíblia, até que comecemos a sentir essa tensão. Até a vinda do Senhor Jesus Cristo, a Bíblia é como uma peça musical cuja dissonância roga por uma resolução final de harmonia. A história da redenção é como uma sinfonia com dois temas maiores: o tema da paixão de Deus por preservar e por demonstrar Sua glória e o tema impenetrável do Seu amor por pecadores que desdenharam dessa glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repetidamente, através da Bíblia, esses dois grandes temas conduzem continuamente a sinfonia da história. Eles se entrelaçam e se interpenetram de tal maneira que nós temos que reconhecer que um fabuloso compositor está promovendo seu trabalho. Entretanto, por séculos seguidos, não vemos uma resolução. A harmonia, de alguma maneira, sempre se nos escapa e nós temos que esperar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A morte e a ressurreição de Jesus Cristo trazem a resolução final dessa sinfonia da história. Na morte de Jesus Cristo os dois temas do amor de Deus por Sua glória e do amor de Deus pelos pecadores, se resolvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acontece com todas as boas sinfonias, sempre encontramos algumas alusões e antecipações e sugestões da final resolução. E é isso que temos em Isaías 53. E é isso o que eu quero que vejamos brevemente nesta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Traduzindo Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazer de Deus em Seu nome e o seu prazer em fazer bem aos pecadores se encontram e se desposam em Seu prazer em ferir Seu Filho. Antes que eu lhes dirija a atenção ao verso 10, quero mostrar-lhes dois textos que afetam a maneira como eu traduzo este verso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 1: 11'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhem comigo, primeiramente, em Isaías 1: 11.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o SENHOR? Já estou farto dos holocaustos de carneiros e de gordura de animais nédios; e não folgo com o sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expressão “não folgo”  ( não me deleito, ou não tenho prazer) é a mesma, em hebraico, usada por Isaías em 53: 10, “Ao SENHOR agradou o moê-lo”, ou “o SENHOR teve prazer em moê-lo”, ou “o SENHOR se deleitou em moê-lo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 62: 4'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, olhe comigo e leia Isaías 62: 4. O Senhor diz ao Seu povo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Nunca mais te chamarão Desamparada, nem a tua terra se denominará Assolada; mas chamar-te-ão Hefzibá  (meu Deleite); e à tua terra, Beulá (Desposada), porque o SENHOR se agrada de ti; e com a tua terra o SENHOR se casará.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o Senhor diz “o Senhor se agrada de ti”, o nominativo usado para “agrada” é a mesma palavra hebraica usada na última linha de Isaías 53:10. “O prazer do SENHOR prosperará na sua mão.” É a mesma palavra hebraica usada na primeira e na última linha do verso; a única diferença é que, na primeira linha, é usada a forma verbal e, na última, a forma nominativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, aqui está minha tradução do verso 10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O Senhor se agradou em moê-lo, fazendo-o enfermar [ou causando-lhe dor]; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os dias, e o bom prazer [o prazer, o deleite – trazendo da primeira linha] do Senhor prosperará na sua mão.”&amp;lt;ref&amp;gt;Nota de tradução: em Inglês o verso (Isaías 53: 10) diz assim: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure of the Lord shall prosper in his hand.”  Na tradução do autor lemos: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief [or: caused his pain]; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure [picking up from the first line] of the Lord shall prosper in his hand.”&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma profecia e um quadro de Jesus Cristo crucificado e ressuscitado dentre os mortos, centenas de anos antes que acontecesse. O “moê-lo” é a crucificação e a morte de Jesus, fazendo-se a si mesmo oferta pelo pecado. O prolongar dos seus dias é uma referência a sua ressurreição, para uma vida eterna depois de sua morte. E, quando se diz que ele verá sua posteridade, significa que o fruto de seu sofrimento será o resultado de muitos salvos do pecado e da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Filho foi ferido pelo Pai'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que eu quero que foquemos é o fato de que, tudo isso, foi uma obra de Deus – até mesmo o prazer de Deus, o Pai. Jesus não foi carregado simplesmente pela ira incontrolável dos homens. Ele foi ferido pelo Pai. Por que? A fim de resolver a tensão entre o amor do Pai por Sua glória e Seu amor pelos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o pecado, que desonra a Deus, não poderia ser ignorado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe o versículo 6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note duas coisas aqui. Outra vez (assim como no verso 10) é o SENHOR quem está operando: “O SENHOR – Deus o Pai – fez cair sobre ele…” E, então, note que a questão aqui é “iniquidade”, o que é simplesmente outra palavra para “pecado”. “O SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.” O ferimento do Filho foi porque o pecado, que desonrava a Deus, não podia ser ignorado. E por que não podia? Porque Deus não deixou que o passado fosse simplesmente deixado para trás? Porque Deus ama a honra de Seu próprio nome e não poderia atuar como se o pecado – que degrada Sua glória – fosse de somenos importância.       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O sofrimento que nosso pecado merecia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, Deus o Pai entra num acordo com o Filho, em que Ele haveria de demonstrar a todo o mundo a glória do Pai. Como? Por tomar sobre Si o castigo e o sofrimento que nosso pecado merece. O verso 5 faz esta substituição parecer ainda mais explícita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“…ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso nove faz bastante claro que o ferimento do Filho não foi em razão do seu próprio pecado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte; porquanto nunca fez injustiça, nem houve engano em sua boca.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou, em outras palavras, não foi pelos pecados do Filho que o Pai O feriu. Foi porque Ele queria mostrar-nos misericórdia. Ele queria perdoar, e sarar, e salvar, e regozijar-se sobre nós com grande júbilo. Mas Ele mesmo era justo. Quer dizer, o seu coração estava cheio de infinito amor por sua própria glória. E nós éramos pecadores. O que quer dizer que nossos corações estavam repletos de menosprezo pelas afeições divinas. Assim, pois, a fim de salvar aos pecadores e, ao mesmo tempo, magnificar o valor de Sua glória, Deus coloca os nossos pecados sobre Jesus e o abandona à vergonha e à chacina da cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como poderia ser isso o deleite do Pai?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso 10 nos diz que foi o prazer do Pai fazê-lo. Agradou ao Senhor moê-lo. Como poderia o Pai encontrar deleite na morte de seu próprio Filho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que o Filho alcançou por Sua morte?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte da resposta deverá ser o que se enfatiza no final do verso 10, a saber, que o prazer de Deus está no resultado da morte do Filho. No final do verso 10 lemos que “o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão”.  E isto me leva a entender que o prazer do Pai não está tanto no sofrimento do Filho, quando considerado em si mesmo, mas no grande sucesso daquilo que o Filho alcançaria, ou realizaria, ao morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, no verso 10, se atesta que haveria muita posteridade espiritual e grande prolongação nos dias do Filho – o que claramente significa ressurreição dentre os mortos e vida após o túmulo. E, no verso 11, a satisfação que teria o Filho no resultado do seu sofrimento e na justificação de muitos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O trabalho de sua alma ele verá e ficará satisfeito; com o seu conhecimento, o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este é o prazer de Deus que prosperará na mão do Filho, e, certamente, parte da razão por que o Pai teve prazer em ferir ao Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A medida do amor de Deus por sua própria glória'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu creio que a outra parte da resposta é que a medida profunda do sofrimento do Filho foi a medida do amor de Deus por sua própria glória. Foi a justa lealdade ao seu próprio nome que tornou necessária a recompensa pelo pecado. Ademais, quando o Filho voluntariamente assumiu o sofrimento daquela recompensa sobre si mesmo, cada passo no caminho para o Calvário ecoou através do universo com a mensagem: a glória de Deus é de infinito valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o Pai desamparou o Filho e o entregou à maldição da cruz, e nem sequer levantou um só dedo para livrá-lo da dor, ele não cessou de amar ao Filho. Naquele mesmo momento em que o Filho tomava sobre Si tudo aquilo que o Pai odiava em nós, e o Pai o abandonava à morte, mesmo então o Pai sabia que a medida do sofrimento do Filho era a profundidade da medida do amor do Filho pela glória do Pai, e, neste amor, o Pai tomou profundo prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus nos diz em João 10: 15, 17, “…e dou a minha vida pelas ovelhas… por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.” E em João 17: 4 Jesus orou, “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus morreu, ele glorificou o nome do Pai e salvou o povo do Pai. E não tem o Pai prazer em Seu nome? E não se regozija Deus sobre o Seu povo com grande júbilo? Como, então, não se deleitaria no ferimento do Filho, na resolução final dessas duas alegrias?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Uma história para encerrar'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu quero fechar com uma história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve, uma vez, uma nação governada por um príncipe malvado. Havia vindo de um outro país e escravizado o povo daquela nação fazendo-os miseráveis com uma vida de trabalho forçado em suas minas de carvão em um desfiladeiro. Construiu uma linha massiva de trens que levavam os escravos todas as manhãs para as minas sob pesada guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois homens, porém, viviam ainda livres nessa nação – um já de idade avançada e o outro, jovem ainda, viviam ambos em um terreno inacessível, sobre uma alta colina de onde se avistava a linha de trens. Ambos odiavam aquela linha de trens e desejavam destruí-la. Planejaram, e oraram e se fizeram conscientes da realidade do céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A noite para operarem, finalmente chegou. Seus corações pulsavam com intensa alegria. Era um plano difícil. Mas era possível coordenar o tempo necessário, entre o movimento da guarda, para que se carregasse rapidamente explosivos para um ponto estratégico da linha férrea. Mas não se podia evitar que aquele que carregasse os explosivos fosse visto em seu regresso. Então, para estarem seguros de que a linha de trens explodisse, o homem mais jovem teria que fazer a detonação pessoalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles criam na vida celestial e, ademais, amavam o povo daquela nação. Assim, só pensar no sacrifício fazia com que seus corações saltassem de alegria. Chegou o momento esperado. Dobraram o mapa do percurso, levantaram-se da mesa onde se reuniam, abraçaram-se, e, quando o jovem chegou à porta, virou-se com os explosivos em suas costas, olhou ao ancião e disse, “Eu o amo, pai”. E o ancião replicou com imenso júbilo, “Eu também o amo, filho.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Por_Deus_o_Mundo_foi_amado</id>
		<title>Por Deus o Mundo foi amado</title>
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				<updated>2010-06-07T17:46:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|For God So Loved the World}}  Todo Cristão acredita na reparação limitada. Isso pode parecer ridículo para os meus amigos armenos, pois foi assumido há muito tem...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|For God So Loved the World}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo Cristão acredita na reparação limitada. Isso pode parecer ridículo para os meus amigos armenos, pois foi assumido há muito tempo que apenas os calvinistas se seguram ao “L” temeroso de TULIPA. Mas se a morte de Jesus Cristo for reconhecida como uma reparação real (e não apenas uma reparação em potencial), então a pergunta de limitação não pode ser deixada de lado, a menos que se acredite que tudo não passa de uma mentira do universalismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o reconhecimento que a morte de Cristo reparou os pegados que direciona nossa interpretação daqueles textos maravilhosos que falam do tamanho do Seu trabalho de salvação. Por exemplo, João escreve que Jesus é “o perdão para os nossos pecados, e não apenas dos nossos, mas também os pecados de todo o mundo” (1 João 2:2). A escolha aqui não é entre o calvismo e o armenismo. É entre o calvanismo e o universalismo. Se “mundo” significa “cada uma das pessoas que já viveu e que venha a viver” então todos serão salvos, devido à natureza objetiva do perdão. Nenhum pecado será deixado sem ser pago – incluindo o pecado da descrença. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele que leva a sério os ensinamentos da bíblia sobre o inferno e o julgamento, sempre afirmará o universalismo, o que significa que John usa a palavra “mundo” aqui para indicar algo mais além de cada pessoa que um dia viverá (como ele sempre faz; ver João 14:19; 16:8; 18:20; 1 João 2:15,). A preocupação de João é afirmar que Jesus é o único Salvador que o mundo tem. Sua morte salva as pessoas não apenas dentre os judeus e os americanos ou de qualquer outro grupo, mas de todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O alvismo protege da heresia do universalismo por um lado e o erro de reduzir a natureza do objetivo da reparação n o outro. O calvismo reconhece que a morte de Jesus salva a todos que foram designados. Em outras palavras, a reparação é vista como limite no seu escopo e na sua razão. Por todos que serão salvos pela morte de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, o arminianismo, não pode prevenir-se com sucesso contra tais erros. O arminiano declara que a morte de Jesus foi designada para salvar cada pessoa na história sem realmente o fazer. Como tal, a reparação não salvou todos que deveria realmente. Em outras palavras, no ponto de vista do arminio enquanto se declara que a reparação é ilimitada em sua extensão, é fortemente concluído que é limitada em sua eficácia. Ela falha em completar a sua razão universal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diferença entre esses dois pontos de vista é como a diferença entre uma ponte estreita que se estende por toda a extensão de um vale e uma mais larga que apenas atravessa metade do vale. Quem se importa com a largura da mesma se esta não o leva até o outro lado? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa diferença é que faz com que Charles Spurgeon afirme que o arminianismo, muito mais que o calvismo, limita a reparação de Cristo. O armênio diz: “Cristo morreu para que todo e qualquer homem seja salvo se’ — e depois se segue algumas condições de salvação. Agora quem é que limita a morte de Cristo? Porque, você. Você diz que Cristo não morreu para que com certeza a salvação fosse assegurada para todos. Nós pedimos o seu perdão, quando dizemos que limitamos a morte de Cristo; nós dizemos, ‘Não, meu querido senhor, é você que o faz. ’ Nós dizemos que Cristo então morreu para que com certeza a salvação fosse assegurada a uma massa que nenhum homem pode enumerar, que através da morte de Cristo não apenas pode ser salvo, mas é realmente salvo, deve ser salvo e não pode de maneira alguma correr o risco de ser algo diferente de salvo. Seja bem vindo à sua reparação; você pode mantê-la. Nós nunca renunciaremos a nossa pela segurança da mesma” (''Sermões'' de Spurgeon, vol. 4, p. 228). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem o que é a “nossa” visão da reparação pela qual Spurgeon defende tão apaixonadamente? Especificamente, é um entendimento que Jesus realmente salvou todo mundo, Ele tinha a intenção de realmente salvar todos, Ele tinha a intenção de salvar a todos quando Ele derramou o Seu sangue na cruz. Assim como o grande sacerdote no grande pacto escreveu os nomes das doze tribos de Israel no seu peito quando ele executou o seu sacrifício, então o Grande Sacerdote sobre o novo pacto escreveu os nomes de Todos os Seus no Seu coração enquanto Ele se ofereceu como sacrifico por todos os seus pecados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em João 10, Jesus anuncia claramente o foco específico que a morte Dele tem como reparação. Ele Se chama o “Bom Pastor” o qual “dá a vida para proteger os eu rebanho” (John 10:11). Logo depois disto, Ele descreveu Suas ovelhas como aquelas que Lhes foram dadas pelo Seu Pai. Além disso, Ele declarou diretamente a alguns israelitas incrédulos, “vocês não acreditam, pois vocês não fazem parte das minhas ovelhas” (João 10:26–29 NKJV). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa oração mais elevada de Nosso mais alto sacerdote, em João 17, mostra o mesmo tipo de escopo limitado. Enquanto Ele liga a sua morte de sacrifico ao Seu povo, Ele reza especificamente— realmente, exclusivamente — para eles. Eles são aqueles para quem o Pai O entregou para o mundo (v. 6). Consequentemente, a Sua intervenção de sacerdote foi limitada a eles: “Estou rezando para eles. Eu não estou rezando para o mundo, mas para aqueles para os quais você me deu, pois eles são seus” (v. 9). É inconcebível que Jesus falharia em rezar para aqueles os quais Ele estava morrendo em nome do seu sacrifício. Aqueles pelos quais Ele rezou são os mesmos pelos quais Ele morreu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doutrina de reparação limitada, ou redenção particular, não sugere nenhum tipo de inadequação na morte de Cristo. Devido ao fato da pessoa que sofreu, a morte de Jesus é de valor infinito. Os Cânones de Dort vão bem mais longe para estabelecer este ponto e para declarar claramente que “a morte do filho de Deus… é de importância e valor infinito, abundantemente suficiente para pagar os pecados de todo o mundo” (2.3). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A limitação na reparação é oriunda da intenção e razão de Deus em mandar Jesus para a cruz. O trabalho de redenção de Cristo foi designado para ser uma redenção particular para o Seu próprio povo— aqueles para os quais o Pai deu o Seu Filho. Sua morte tinha a intenção de salvar os eleitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus ensina que todo o Seu ministério redentor foi criado para o cumprimento do plano predeterminado divinamente. Isso é o que Ele quer dizer em João 6:38–39: “Vim dos Céus para senão para seguir os meus próprios desejos, mas para seguir os desejos daquele que me enviou. E esse é o desejo daquele que me enviou que eu não perca nada daquilo que ele me deu, mas glorifique no último dia.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Teólogos referem a esse acordo como uma declaração de redenção na qual, antes da história começar, o Pai, o Filho e o Espírito Santo juraram trazer a salvação para o povo em desgraça. Fora da misericórdia e graça simples, o Pai escolheu indivíduos para serem salvos (Romanos 9:11–13; Efésios 1:4; 2 Tessalonicenses 2:13). Esses escolhidos foram dados por Ele para Seu Filho (João 6:37, 39; 17:6, 9, 24), o que se comprometeu Ele mesmo para cumprir a salvação deles através de Sua encarnação, missão de redenção (Marcos 10:45; João 10:11). Ao manter tal agenda divina, o Espírito é enviado para o mundo pelo Pai e pelo Filho (João 15:26; 16:5–15) para aplicar o trabalho de Cristo para aqueles que o Pai deu o Seu Filho e por aqueles que Seu filho morreu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa visão da reparação garante o sucesso do evangelismo. Deus tem o povo que será salvo infalivelmente através da pregação do Novo Testamento. Ele os escolheu. Cristo morreu por eles. E o Espírito os regenerará através da mensagem da salvação. Essa verdade manteve a caminhada de Paulo perante o desencorajamento em Coríntios (Atos 18:9–10), e nos manterá na nossa caminhada de esforços evangelísticos hoje – não apenas localmente, mas globalmente (Revelação 5:9).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amor:_A_Obra_do_Hedonismo_Crist%C3%A3o</id>
		<title>Amor: A Obra do Hedonismo Cristão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amor:_A_Obra_do_Hedonismo_Crist%C3%A3o"/>
				<updated>2010-06-03T15:53:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Love: The Labor of Christian Hedonism}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''2 Coríntios 8:1, 2, 8'''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benevolência desinteressada para com Deus é blasfémia. Se você vem a Deus por obrigação, oferecendo-lhe a recompensa do seu companheirismo em vês de você mesmo estar sedento da recompensa do companheirismo de Deus, então você estará exaltando-se acima de Deus o benfeitor, e depreciando-o como se Ele fora o beneficiário, o necessitado – e isto também, é blasfémia. A única forma de honrar e glorificar a Deus em Sua suficiência total, é a de vir a Ele pelo prazer de conhece-lo e de ser amado por Ele. Este foi nosso ponto principal na mensagem da semana passada, e que poderíamos haver chamado de Hedonismo Cristão vertical. Entre o homem e Deus, no áxis vertical da vida, a busca do prazer não é somente tolerável, mas obrigatório: “Regozijai-vos no Senhor!” O fim principal do homem é glorificar e desfrutar a Deus para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, quê então, do Hedonismo Cristão ''horizontal?'' Quê do nosso relacionamento com outras pessoas? É ideal entre as pessoas, a benevolência feita com indiferencia? Ou a busca do prazer é igualmente obrigatória na direção horizontal – nos relacionamentos interpessoais? A resposta ao Hedonismo Cristão é ''que a busca do prazer é um motivo essencial para toda boa obra.'' Ou, colocando em outras palavras, ''se você abandona a busca do completo e duradouro prazer, você não poderá amar as pessoas nem agradar a Deus.'' Assim pois, eu gostaria de demonstrar-lhes, desde o ponto de vista da Escritura, porque eu creio dessa maneira, e, então, lidar com os problemas de algumas passagens para, depois, encerrar com um desafio a que vos junteis a uma longa história de Hedonistas Cristãos, na obra da caridade na igreja, tanto como na mesma obra no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O amor dos Macedónios'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhemos, primeiramente, em 2 Coríntios 8. Que tipo de ação interior e exterior Paulo chama de caridade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedónia; como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade. Não digo isso como quem manda, mas para provar, pela diligência dos outros, a sinceridade da vossa caridade;” (8:1, 2, 8).&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo apresenta aos Macedónios como um exemplo de amor sincero com o propósito de ver se os coríntios os imitariam. Agora, o que é o amor de acordo com os versos 1 e 2? ''Primeiramente,'' o amor é o resultado da obra da graça de Deus. ''“Vos fazemos saber a graça de Deus dada às igrejas da Macedónia.''” Em ''segundo'' lugar, essa experiência dos macedónios encheu os seus corações com abundância de gozo. Observem que não foi porque Deus os havia feito materialmente ricos. De fato, eles estavam em ''“profunda pobreza''” de acordo com o verso 2. Portanto, o gozo deles não era em “coisas” mas em Deus. ''Terceiro'', seu “''abundante gozo”, “superabundou em riquezas de sua generosidade''” quando Paulo tomou a coleta para os santos pobres em Jerusalém. Qual, então, foi o amor que Paulo pode ver aqui? Amor ''é a abundância do gozo em Deus que satisfaz as necessidades de outros''. Note o verso 4: “''pedindo-nos (a Paulo) com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para os santos.''” Não devemos imaginar que quando eles deram liberalmente, era porque o seu relacionamento com Deus os compelia a atuar contra seus próprios desejos. Veja, quando seus filhos lhes pedem por mais uma volta na montanha russa (“Podemos, paizinho? Podemos?”), não é por causa de terem sido motivados por algum ideal contrário aos seus desejos. Quando os macedónios – vitimados pela pobreza – rogaram a Paulo pelo privilégio de dar dinheiro para o fundo de benevolência, devemos assumir que isto foi o que eles desejavam fazer. Na verdade, estavam negando-se a si próprios qualquer comida ou roupa que aquele dinheiro poderia proporcionar-lhes. Mas o fato de se negarem, não foi por causa de um ato obrigatório, estéril e triste. Eles estavam negando-se o prazer da comida extra e das roupas que aquele dinheiro lhes podia comprar, pelo gozo de compartilhar a graça de Deus com outros. Este povo estava tão cheio de gozo em Deus que, dar – mesmo de sua profunda pobreza – não era uma carga, mas uma bênção. Os macedónios haviam descoberto a obra do Hedonismo Cristão: AMOR! ''Amor é o transbordar de tal gozo em Deus, que atua em satisfazer as necessidades de outros.''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é mais do que ação'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequentemente ouço (desde ''Éticas Situacionais'' de Joseph Fletcher até aqueles que pregam na capela do Bethel Bible College), que o amor não é aquilo que você sente, mas sim, o que você faz. Essa é uma afirmação demasiadamente simplória! (E que tem suas raízes em uma teologia que crê na possibilidade de ética sem novo nascimento). Porque disse Paulo, em 1 Coríntios 13:3, que “…ainda que distribuísse toda minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria”? Porque o amor genuíno é sempre mais que ação. Paulo não apresentou aos macedónios como exemplos de amor simplesmente porque deram generosamente. Os apresentou porque seu donativo foi o resultado do transbordar de um gozo abundante na graça de Deus. Uma ação benevolente que não flui de nosso gozo na graça de Deus, não é amor. A única coisa que o apóstolo chama de amor é o fruto do Hedonismo Cristão – a saber, a ação benevolente de um povo que encontrou satisfação em Deus e que agora busca expandir essa satisfação por compartilha-la com outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que você possa ver porque eu disse que a busca do prazer é um motivo essencial para toda boa obra e que se você abandona a busca de um completo e duradouro prazer, então já não poderá amar as pessoas nem agradar a Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus ama ao dador alegre'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ver se isso se confirma em outras passagens. Paulo continua seu pedido por fundos em 2 Coríntios 9 e faz sua super afirmação no verso 7:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu entendo isso como que significando que Deus não encontra prazer em que pessoas atuem benevolentemente, mas sem o fazerem com alegria. Quando as pessoas não encontram prazer em suas ações de serviço, Deus tampouco encontra prazer nessas pessoas. Ele se deleita naqueles que dão alegremente. Se somos indiferentes ao fazermos ou não fazermos uma boa obra alegremente, então somos indiferentes àquilo que agrada a Deus. E o que alegra a Deus é quando nos ''deleitamos'' em dar. Portanto, é muito importante que sejamos Cristãos Hedonistas horizontalmente, em nossos relacionamentos uns com os outros, e que nunca deixemos de buscar a alegria em dar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus ama Pastores alegres'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere 1 Pedro 5 onde Pedro diz aos presbíteros como devem de seguir seu ministério de pastorear o rebanho de Deus. O Apóstolo aplica ao ministério pastoral, o mesmo princípio que Paulo aplicou à mordomia das finanças em 2 Coríntios 8 e 9. Verso 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em resumo, podemos dizer: Deus ama ao Pastor alegre. O mandamento de Deus não é somente que façamos nosso trabalho, mas de que encontremos alegria em faze-lo. Se você não procura realizar o seu ministério esperando encontrar nele grande alegria, então você não está procurando obedecer o mandamento de Deus. Phillip Brooks, um pastor Episcopal de há 100 anos atrás em Boston, e o autor de “Ó Pequena Cidade de Belém” (''Ó Little Town of Bethelehem''), escreveu o seguinte a respeito do pastorado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Eu creio, digo outra vez, que é essencial ao sucesso do pregador, que ele se satisfaça totalmente em seu trabalho. E eu digo isto da sua atual execução do mesmo e não somente da ideia desse trabalho. Nenhum homem a quem são repulsivos os detalhes de sua tarefa, poderá realizar dita tarefa constantemente bem, não importa quão cheio esteja de seu espírito. Ele poderá lançar-se ao seu trabalho e mesmo aguentar todos os seus contratempos, mas não poderá continuar trabalhando ano após ano, dia após dia. Portanto, se você pode sentir o mais simples deleite naquilo que você tem que fazer como ministro, no fervor de escrever, no brilho de falar, de levantar-se perante os homens e movê-los, ou no contacto com os jovens, conte nisso não meramente um perfeito e legítimo prazer, mas conte-o como um elemento essencial do seu poder. Quanto mais você se deleita, melhor você pode executar seu ministério.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para poder-se ministrar na igreja ou mesmo no mundo de uma forma que agrade a Deus nós temos que crer, e buscar ouvir a palavra de Jesus que Paulo usou em Atos 20:35 com o propósito de inspirar outro grupo de pastores: “…e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.” Quando Paulo diz “Lembrem-se desta promessa!”, ele necessariamente quer dizer que isto é algo que tem grande valor como um incentivo consciente para o ministério. Quer, portanto, dizer que o valor moral de nossa generosidade não se arruína quando a buscamos hedonisticamente. Não é errado desejar, e procurar, a bênção que Jesus prometeu quando disse: “É mais bem-aventurado dar do que receber.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não se conforme com prazeres menores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O obstáculo para amar as outras pessoas é o mesmo obstáculo para a adoração de Deus. O obstáculo que nos impede de obedecer o primeiro mandamento (vertical) é o mesmo que nos impede de obedecer o segundo (horizontal). O obstáculo ''não é'' que todos nós estejamos procurando agradar-nos a nós mesmos, mas sim o fato de que nós nos satisfazemos com demasiada facilidade. Não cremos em Jesus quando nos diz que há mais bem-aventurança, mais alegria, mais completo e duradouro prazer em uma vida devotada ao serviço de outros, do que em uma vida devotada ao nosso próprio conforto material. Assim, nosso desejo por contentamento, o qual (de acordo com Jesus) nos deveria conduzir a uma vida de simplicidade e obras de amor, contenta-se com as cisternas rotas da prosperidade e do conforto. A mensagem que deve ser gritada desde o topo das torres das cidades àqueles que buscam os prazeres temporais é: “não sois, nem sequer, suficientemente hedonistas!” &amp;lt;ref&amp;gt;O texto em inglês diz: “…as cisternas rotas da prosperidade e dos confortos do povo americano” e, “…Povo americano, você não é, nem sequer suficientemente hedonista!” &amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mateus 6:19, 20)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desista em satisfazer-se com os juros de 5.25% dos prazeres que são devorados pelas traças da inflação e pela ferrugem da morte. Invista no maior rendimento dos dividendos pagos pelas apólices dos céus. A vida devotada aos confortos materiais e a suas emoções é como dinheiro lançado no esgoto. Porém, a vida simplificada pela causa do amor, paga dividendos de alegria incomparável e infindável. Ouça a Palavra do Senhor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Vendei o que tendes e dai esmolas, e fazei para vós bolsas que não se envelheçam, tesouros no céu que nunca acabe, aonde não chega ladrão, e a traça não rói.” (Lucas 12:33)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmãos e irmãs, esta, a mensagem que temos para o mundo: EVANGELHO! ''Boas'' novas! “Abandonem as cisternas dos prazeres temporais que não satisfazem. Venham a Cristo, em cuja presença há abundância de gozo e prazeres para sempre. Juntem-se conosco na obra do Hedonismo Cristão, pois o Senhor assim tem dito que mais bem-aventurada coisa é dar do que viver em luxúria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A mensagem hedonística de Hebreus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Busquem comigo em Hebreus 10:32-34. Quero que vejam como o transbordar da alegria dos tesouros do céu, produziu amor nos primeiros cristãos em meio à mais severa perseguição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições. Em parte, fostes feitos espetáculo com vitupério e tribulações e, em parte, fostes participantes com os que assim foram tratados. Porque também vos compadecestes dos que estavam nas prisões e com gozo permitistes a espoliação dos vossos bens, sabendo que, em vós mesmos, tendes no céu uma possessão melhor e permanente.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles cristãos foram motivados para o ministério nas prisões da mesma maneira que os macedónios (de 2 Coríntios 8:1-8) foram motivados para aliviar os pobres de sua pobreza. Seu gozo em Deus transbordou em amor para com os outros. Eles olharam para suas próprias vidas e disseram “A benignidade de Deus é melhor do que a vida.” (Salmo 63:3). Olharam para todas as suas possessões e disseram, “Temos uma possessão no céu melhor e mais durável do que qualquer uma destas possessões.” E, então, olharam uns aos outros e disseram,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Se temos que deixar, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parentes, bens e lar, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Embora a vida vá, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por nós Jesus está &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E dar-nos-á seu Reino.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E alegremente renunciaram tudo o que tinham e seguiram a Cristo às prisões, para visitar seus irmãos e irmãs (Lucas 14:33). ''O amor é o transbordar do gozo em Deus, que se traduz em atender às necessidades de outros.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, pois, para trazer seu ponto de vista em relação às próprias vidas dos leitores, o autor de Hebreus cita a Moisés como um exemplo de Hedonismo Cristão em 11:24-26. Observem quão similar essa motivação era a mesma para os primeiros cristãos do capítulo 10, assim como era para os macedónios de 2 Coríntios 8.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Pela fé, Moisés, sendo já grande, foi escondido três meses por seus pais porque viram que era menino formoso; e não temeram o mandamento do rei. Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado; tendo, por maiores riquezas, o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O autor desse livro é notavelmente consistente com seu Hedonismo Cristão. Em 10:34 ele diz que o desejo dos cristãos para uma melhor e perdurável possessão, transbordou em tal alegria de amor que veio a custar até mesmo as suas propriedade. Em 11:6 ele diz que não podemos agradar a Deus a menos que venhamos à Ele pela recompensa da comunhão com Ele. Em 11:16, ele louva os patriarcas porque estes desejavam “uma pátria melhor. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.” E, em 11:24-26, Moisés é um herói porque seu amor pelo premio celestial transbordou com tal gozo, que ele considerou os prazeres do Egito como lixo e se identificou permanentemente com o povo de Deus em amor. Logo, em 12:2, o escritor nos dá o exemplo mais sublime de todos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior obra de amor jamais realizada, aconteceu porque Jesus buscou o maior gozo imaginável: o gozo de ser exaltado à mão direita de Deus na assembleia do povo redimido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''E, quê, sobre a auto-negação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como esse exemplo de Jesus nos dá uma boa oportunidade para tratar com os textos aparentemente contraditórios, e frequentemente apresentados, em resposta ao Hedonismo Cristão! Por exemplo, 1 Coríntios 13:5 diz que o amor “não busca os seus interesses”, e, 1 Coríntios 10:24 diz, “Ninguém busque o proveito próprio; antes, cada um, o que é de outrem”  e Romanos 15:1-3 diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas passagens contradizem o Hedonismo Cristão? Não creio que o faça. Quando Paulo diz que “O amor não busca o seu próprio,” certamente ele não quer dizer que o amor não toma deleite em atos de serviço. (Romanos 12:8) Tampouco diz que se eu sou motivado a compartilhar o Evangelho pela emoção da aventura de pregar as boas novas de Deus, que isso não possa ser um ato de amor. Ele prossegue em dizer que “o amor …tudo espera” (1 Coríntios 13:7). Mas o que é a esperança senão a expectação de que algo jubiloso irá acontecer? Se dermos a Paulo o benefício de dúvida, em vês de assumir que ele está se contradizendo, o simples significado desses textos “problemáticos”, é de que os cristãos não devem seguir seus próprios prazeres privados e limitados; de que não devemos agradar-nos a nós mesmos com os confortos materiais a custo do amor. Temos que juntar-nos a Jesus no caminho da ignomínia, do sofrimento e da simplicidade, em direção ao Calvário. Mas não com má vontade ou murmuração. Não! Devemos juntar-nos ao Senhor Jesus no caminho do amor, pela alegria que está adiante de nós; porque Deus ''ama ao dador alegre''; porque Deus ama aos pastores ''empolgados''; porque é mais ''bem-aventurado'' dar do que ''receber''; porque sofrer com Cristo é ''maior riqueza'' do que contemplar os prazeres do Egito; porque se perdemos nossas vidas por Sua causa, as ganharemos para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, existe uma vida de auto-negação vista na Bíblia. Temos que negar-nos a nós mesmos para podermos construir na rocha; temos que negar-nos a nós mesmos aos louvores dos homens para que possamos gozar a aprovação de Deus; temos que negar-nos os tesouros que são comidos pelas traças para que obtenhamos riquezas eternas; temos que negar-nos segurança entre os homens para que gozemos a segurança de Deus; temos que negar-nos bebedeiras e glutonarias a fim de participarmos no maior e mais longo banquete do universo; temos que negar-nos auto-dependência a fim de que possamos dizer, “O Senhor é nosso Pastor; nada nos faltará.” Nunca, NUNCA Deus nos pede que nos neguemos algo de grande valor para adquirirmos algo de valor menor. E isso é o que é o pecado. Ao contrário, sempre, SEMPRE Deus chama-nos para que lhe rendamos prazeres de importância secundária, fugazes, insatisfatórios, com o propósito de obtermos prazeres eternos, completamente satisfatórios e de valor supremo. Depois de Sua convocação vertical à festa do Hedonismo Cristão na adoração e culto, vem então a intimação horizontal à obra do Hedonismo Cristão em amor. E a ordem é crucial visto que o amor é o transbordar da alegria em Deus, que se lança ao encontro das necessidades de outrem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''“Se eu, simplesmente, puder amar outra pessoa, serei feliz”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Muitos dos santos'' através dos séculos chegaram a descobrir que a busca de prazer é um motivo essencial para toda a boa obra e que, se uma pessoa abandona a busca dos prazeres completos e duradouros, esta não poderá, necessariamente, amar o povo de Deus. George Müller escreveu: “Eu vi, mais claro que nunca, que o primeiro e o maior negócio ao qual devo atender diariamente, é o de ter minha alma feliz no Senhor.” (Autobiografia, página 52). E o seu gozo em Deus transbordou em amor pelos órfãos da Inglaterra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filho de Hudson Taylor registrou seu pai dizendo em seus últimos dias, “Eu nunca fiz um sacrifício.” E prosseguiu em comentar: “O que ele disse era verdade, porque as compensações eram tão reais e duradouras que ele veio a ver que, deixando tudo, era inevitavelmente receber - quando uma pessoa trata com Deus de coração a coração.”  (“Os Segredos Espirituais de Hudson Taylor”, página 30). E, daquele coração cheio de gozo em Deus, levanta-se nos dias de hoje uma igreja de milhões na China.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jonathan Edwards, cuja pregação deu início ao primeiro Grande Avivamento na América do Norte em 1740, decidiu, em seus dias universitários, “Dedicar-me em obter para mim a maior felicidade, no outro mundo, que eu possivelmente consiga obter com todo o poder, vigor e veemência, sim, e com a violência a qual eu seja capaz, ou possa exercer; de toda maneira imaginável.” (“Works”, volume 1, página XXI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1980 eu ouvi um jovem pastor da Igreja Batista de Sion, dando uma palestra na “Casa da Hospitalidade”, onde ele veio a conhecer o Senhor como um menino de zona urbana. Depois de graduar-se de um seminário na Califórnia, havia voltado para trabalhar em Mineápolis. E sua frase que bem me lembro foi: “Se eu, simplesmente, possa amar uma pessoa, serei feliz.” E essa é uma boa conclusão para um comentário sobre as palavras de Jesus, “Mais bem-aventurada coisa é dar, do que receber.” Busquemos isto em Bethlehem de todo nosso coração. &amp;lt;ref&amp;gt;Bethlehem é o nome da Igreja onde Dr. John Piper é o Pastor.  &amp;lt;/ref&amp;gt;   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas de tradução:'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amor:_A_Obra_do_Hedonismo_Crist%C3%A3o</id>
		<title>Amor: A Obra do Hedonismo Cristão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Amor:_A_Obra_do_Hedonismo_Crist%C3%A3o"/>
				<updated>2010-06-03T15:52:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|Love: The Labor of Christian Hedonism}}  &amp;lt;blockquote&amp;gt;'''2 Coríntios 8:1, 2, 8'''&amp;lt;blockquote&amp;gt;  Benevolência desinteressada para com Deus é blasfémia. Se você vem ...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Love: The Labor of Christian Hedonism}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''2 Coríntios 8:1, 2, 8'''&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Benevolência desinteressada para com Deus é blasfémia. Se você vem a Deus por obrigação, oferecendo-lhe a recompensa do seu companheirismo em vês de você mesmo estar sedento da recompensa do companheirismo de Deus, então você estará exaltando-se acima de Deus o benfeitor, e depreciando-o como se Ele fora o beneficiário, o necessitado – e isto também, é blasfémia. A única forma de honrar e glorificar a Deus em Sua suficiência total, é a de vir a Ele pelo prazer de conhece-lo e de ser amado por Ele. Este foi nosso ponto principal na mensagem da semana passada, e que poderíamos haver chamado de Hedonismo Cristão vertical. Entre o homem e Deus, no áxis vertical da vida, a busca do prazer não é somente tolerável, mas obrigatório: “Regozijai-vos no Senhor!” O fim principal do homem é glorificar e desfrutar a Deus para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, quê então, do Hedonismo Cristão ''horizontal?'' Quê do nosso relacionamento com outras pessoas? É ideal entre as pessoas, a benevolência feita com indiferencia? Ou a busca do prazer é igualmente obrigatória na direção horizontal – nos relacionamentos interpessoais? A resposta ao Hedonismo Cristão é ''que a busca do prazer é um motivo essencial para toda boa obra.'' Ou, colocando em outras palavras, ''se você abandona a busca do completo e duradouro prazer, você não poderá amar as pessoas nem agradar a Deus.'' Assim pois, eu gostaria de demonstrar-lhes, desde o ponto de vista da Escritura, porque eu creio dessa maneira, e, então, lidar com os problemas de algumas passagens para, depois, encerrar com um desafio a que vos junteis a uma longa história de Hedonistas Cristãos, na obra da caridade na igreja, tanto como na mesma obra no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O amor dos Macedónios'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhemos, primeiramente, em 2 Coríntios 8. Que tipo de ação interior e exterior Paulo chama de caridade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da Macedónia; como, em muita prova de tribulação, houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza superabundou em riquezas da sua generosidade. Não digo isso como quem manda, mas para provar, pela diligência dos outros, a sinceridade da vossa caridade;” (8:1, 2, 8).&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo apresenta aos Macedónios como um exemplo de amor sincero com o propósito de ver se os coríntios os imitariam. Agora, o que é o amor de acordo com os versos 1 e 2? ''Primeiramente,'' o amor é o resultado da obra da graça de Deus. ''“Vos fazemos saber a graça de Deus dada às igrejas da Macedónia.''” Em ''segundo'' lugar, essa experiência dos macedónios encheu os seus corações com abundância de gozo. Observem que não foi porque Deus os havia feito materialmente ricos. De fato, eles estavam em ''“profunda pobreza''” de acordo com o verso 2. Portanto, o gozo deles não era em “coisas” mas em Deus. ''Terceiro'', seu “''abundante gozo”, “superabundou em riquezas de sua generosidade''” quando Paulo tomou a coleta para os santos pobres em Jerusalém. Qual, então, foi o amor que Paulo pode ver aqui? Amor ''é a abundância do gozo em Deus que satisfaz as necessidades de outros''. Note o verso 4: “''pedindo-nos (a Paulo) com muitos rogos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para os santos.''” Não devemos imaginar que quando eles deram liberalmente, era porque o seu relacionamento com Deus os compelia a atuar contra seus próprios desejos. Veja, quando seus filhos lhes pedem por mais uma volta na montanha russa (“Podemos, paizinho? Podemos?”), não é por causa de terem sido motivados por algum ideal contrário aos seus desejos. Quando os macedónios – vitimados pela pobreza – rogaram a Paulo pelo privilégio de dar dinheiro para o fundo de benevolência, devemos assumir que isto foi o que eles desejavam fazer. Na verdade, estavam negando-se a si próprios qualquer comida ou roupa que aquele dinheiro poderia proporcionar-lhes. Mas o fato de se negarem, não foi por causa de um ato obrigatório, estéril e triste. Eles estavam negando-se o prazer da comida extra e das roupas que aquele dinheiro lhes podia comprar, pelo gozo de compartilhar a graça de Deus com outros. Este povo estava tão cheio de gozo em Deus que, dar – mesmo de sua profunda pobreza – não era uma carga, mas uma bênção. Os macedónios haviam descoberto a obra do Hedonismo Cristão: AMOR! ''Amor é o transbordar de tal gozo em Deus, que atua em satisfazer as necessidades de outros.''  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Amor é mais do que ação'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequentemente ouço (desde ''Éticas Situacionais'' de Joseph Fletcher até aqueles que pregam na capela do Bethel Bible College), que o amor não é aquilo que você sente, mas sim, o que você faz. Essa é uma afirmação demasiadamente simplória! (E que tem suas raízes em uma teologia que crê na possibilidade de ética sem novo nascimento). Porque disse Paulo, em 1 Coríntios 13:3, que “…ainda que distribuísse toda minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria”? Porque o amor genuíno é sempre mais que ação. Paulo não apresentou aos macedónios como exemplos de amor simplesmente porque deram generosamente. Os apresentou porque seu donativo foi o resultado do transbordar de um gozo abundante na graça de Deus. Uma ação benevolente que não flui de nosso gozo na graça de Deus, não é amor. A única coisa que o apóstolo chama de amor é o fruto do Hedonismo Cristão – a saber, a ação benevolente de um povo que encontrou satisfação em Deus e que agora busca expandir essa satisfação por compartilha-la com outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que você possa ver porque eu disse que a busca do prazer é um motivo essencial para toda boa obra e que se você abandona a busca de um completo e duradouro prazer, então já não poderá amar as pessoas nem agradar a Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus ama ao dador alegre'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ver se isso se confirma em outras passagens. Paulo continua seu pedido por fundos em 2 Coríntios 9 e faz sua super afirmação no verso 7:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu entendo isso como que significando que Deus não encontra prazer em que pessoas atuem benevolentemente, mas sem o fazerem com alegria. Quando as pessoas não encontram prazer em suas ações de serviço, Deus tampouco encontra prazer nessas pessoas. Ele se deleita naqueles que dão alegremente. Se somos indiferentes ao fazermos ou não fazermos uma boa obra alegremente, então somos indiferentes àquilo que agrada a Deus. E o que alegra a Deus é quando nos ''deleitamos'' em dar. Portanto, é muito importante que sejamos Cristãos Hedonistas horizontalmente, em nossos relacionamentos uns com os outros, e que nunca deixemos de buscar a alegria em dar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus ama Pastores alegres'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere 1 Pedro 5 onde Pedro diz aos presbíteros como devem de seguir seu ministério de pastorear o rebanho de Deus. O Apóstolo aplica ao ministério pastoral, o mesmo princípio que Paulo aplicou à mordomia das finanças em 2 Coríntios 8 e 9. Verso 2:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Apascentai o rebanho de Deus que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em resumo, podemos dizer: Deus ama ao Pastor alegre. O mandamento de Deus não é somente que façamos nosso trabalho, mas de que encontremos alegria em faze-lo. Se você não procura realizar o seu ministério esperando encontrar nele grande alegria, então você não está procurando obedecer o mandamento de Deus. Phillip Brooks, um pastor Episcopal de há 100 anos atrás em Boston, e o autor de “Ó Pequena Cidade de Belém” (''Ó Little Town of Bethelehem''), escreveu o seguinte a respeito do pastorado:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Eu creio, digo outra vez, que é essencial ao sucesso do pregador, que ele se satisfaça totalmente em seu trabalho. E eu digo isto da sua atual execução do mesmo e não somente da ideia desse trabalho. Nenhum homem a quem são repulsivos os detalhes de sua tarefa, poderá realizar dita tarefa constantemente bem, não importa quão cheio esteja de seu espírito. Ele poderá lançar-se ao seu trabalho e mesmo aguentar todos os seus contratempos, mas não poderá continuar trabalhando ano após ano, dia após dia. Portanto, se você pode sentir o mais simples deleite naquilo que você tem que fazer como ministro, no fervor de escrever, no brilho de falar, de levantar-se perante os homens e movê-los, ou no contacto com os jovens, conte nisso não meramente um perfeito e legítimo prazer, mas conte-o como um elemento essencial do seu poder. Quanto mais você se deleita, melhor você pode executar seu ministério.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para poder-se ministrar na igreja ou mesmo no mundo de uma forma que agrade a Deus nós temos que crer, e buscar ouvir a palavra de Jesus que Paulo usou em Atos 20:35 com o propósito de inspirar outro grupo de pastores: “…e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.” Quando Paulo diz “Lembrem-se desta promessa!”, ele necessariamente quer dizer que isto é algo que tem grande valor como um incentivo consciente para o ministério. Quer, portanto, dizer que o valor moral de nossa generosidade não se arruína quando a buscamos hedonisticamente. Não é errado desejar, e procurar, a bênção que Jesus prometeu quando disse: “É mais bem-aventurado dar do que receber.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não se conforme com prazeres menores''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O obstáculo para amar as outras pessoas é o mesmo obstáculo para a adoração de Deus. O obstáculo que nos impede de obedecer o primeiro mandamento (vertical) é o mesmo que nos impede de obedecer o segundo (horizontal). O obstáculo ''não é'' que todos nós estejamos procurando agradar-nos a nós mesmos, mas sim o fato de que nós nos satisfazemos com demasiada facilidade. Não cremos em Jesus quando nos diz que há mais bem-aventurança, mais alegria, mais completo e duradouro prazer em uma vida devotada ao serviço de outros, do que em uma vida devotada ao nosso próprio conforto material. Assim, nosso desejo por contentamento, o qual (de acordo com Jesus) nos deveria conduzir a uma vida de simplicidade e obras de amor, contenta-se com as cisternas rotas da prosperidade e do conforto. A mensagem que deve ser gritada desde o topo das torres das cidades àqueles que buscam os prazeres temporais é: “não sois, nem sequer, suficientemente hedonistas!” &amp;lt;ref&amp;gt;O texto em inglês diz: “…as cisternas rotas da prosperidade e dos confortos do povo americano” e, “…Povo americano, você não é, nem sequer suficientemente hedonista!” &amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam” (Mateus 6:19, 20)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desista em satisfazer-se com os juros de 5.25% dos prazeres que são devorados pelas traças da inflação e pela ferrugem da morte. Invista no maior rendimento dos dividendos pagos pelas apólices dos céus. A vida devotada aos confortos materiais e a suas emoções é como dinheiro lançado no esgoto. Porém, a vida simplificada pela causa do amor, paga dividendos de alegria incomparável e infindável. Ouça a Palavra do Senhor:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Vendei o que tendes e dai esmolas, e fazei para vós bolsas que não se envelheçam, tesouros no céu que nunca acabe, aonde não chega ladrão, e a traça não rói.” (Lucas 12:33)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Irmãos e irmãs, esta, a mensagem que temos para o mundo: EVANGELHO! ''Boas'' novas! “Abandonem as cisternas dos prazeres temporais que não satisfazem. Venham a Cristo, em cuja presença há abundância de gozo e prazeres para sempre. Juntem-se conosco na obra do Hedonismo Cristão, pois o Senhor assim tem dito que mais bem-aventurada coisa é dar do que viver em luxúria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A mensagem hedonística de Hebreus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Busquem comigo em Hebreus 10:32-34. Quero que vejam como o transbordar da alegria dos tesouros do céu, produziu amor nos primeiros cristãos em meio à mais severa perseguição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições. Em parte, fostes feitos espetáculo com vitupério e tribulações e, em parte, fostes participantes com os que assim foram tratados. Porque também vos compadecestes dos que estavam nas prisões e com gozo permitistes a espoliação dos vossos bens, sabendo que, em vós mesmos, tendes no céu uma possessão melhor e permanente.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles cristãos foram motivados para o ministério nas prisões da mesma maneira que os macedónios (de 2 Coríntios 8:1-8) foram motivados para aliviar os pobres de sua pobreza. Seu gozo em Deus transbordou em amor para com os outros. Eles olharam para suas próprias vidas e disseram “A benignidade de Deus é melhor do que a vida.” (Salmo 63:3). Olharam para todas as suas possessões e disseram, “Temos uma possessão no céu melhor e mais durável do que qualquer uma destas possessões.” E, então, olharam uns aos outros e disseram,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Se temos que deixar, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parentes, bens e lar, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Embora a vida vá, &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por nós Jesus está &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
E dar-nos-á seu Reino.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E alegremente renunciaram tudo o que tinham e seguiram a Cristo às prisões, para visitar seus irmãos e irmãs (Lucas 14:33). ''O amor é o transbordar do gozo em Deus, que se traduz em atender às necessidades de outros.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, pois, para trazer seu ponto de vista em relação às próprias vidas dos leitores, o autor de Hebreus cita a Moisés como um exemplo de Hedonismo Cristão em 11:24-26. Observem quão similar essa motivação era a mesma para os primeiros cristãos do capítulo 10, assim como era para os macedónios de 2 Coríntios 8.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Pela fé, Moisés, sendo já grande, foi escondido três meses por seus pais porque viram que era menino formoso; e não temeram o mandamento do rei. Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado; tendo, por maiores riquezas, o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito; porque tinha em vista a recompensa.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O autor desse livro é notavelmente consistente com seu Hedonismo Cristão. Em 10:34 ele diz que o desejo dos cristãos para uma melhor e perdurável possessão, transbordou em tal alegria de amor que veio a custar até mesmo as suas propriedade. Em 11:6 ele diz que não podemos agradar a Deus a menos que venhamos à Ele pela recompensa da comunhão com Ele. Em 11:16, ele louva os patriarcas porque estes desejavam “uma pátria melhor. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.” E, em 11:24-26, Moisés é um herói porque seu amor pelo premio celestial transbordou com tal gozo, que ele considerou os prazeres do Egito como lixo e se identificou permanentemente com o povo de Deus em amor. Logo, em 12:2, o escritor nos dá o exemplo mais sublime de todos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior obra de amor jamais realizada, aconteceu porque Jesus buscou o maior gozo imaginável: o gozo de ser exaltado à mão direita de Deus na assembleia do povo redimido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''E, quê, sobre a auto-negação?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como esse exemplo de Jesus nos dá uma boa oportunidade para tratar com os textos aparentemente contraditórios, e frequentemente apresentados, em resposta ao Hedonismo Cristão! Por exemplo, 1 Coríntios 13:5 diz que o amor “não busca os seus interesses”, e, 1 Coríntios 10:24 diz, “Ninguém busque o proveito próprio; antes, cada um, o que é de outrem”  e Romanos 15:1-3 diz:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Portanto, cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação. Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas passagens contradizem o Hedonismo Cristão? Não creio que o faça. Quando Paulo diz que “O amor não busca o seu próprio,” certamente ele não quer dizer que o amor não toma deleite em atos de serviço. (Romanos 12:8) Tampouco diz que se eu sou motivado a compartilhar o Evangelho pela emoção da aventura de pregar as boas novas de Deus, que isso não possa ser um ato de amor. Ele prossegue em dizer que “o amor …tudo espera” (1 Coríntios 13:7). Mas o que é a esperança senão a expectação de que algo jubiloso irá acontecer? Se dermos a Paulo o benefício de dúvida, em vês de assumir que ele está se contradizendo, o simples significado desses textos “problemáticos”, é de que os cristãos não devem seguir seus próprios prazeres privados e limitados; de que não devemos agradar-nos a nós mesmos com os confortos materiais a custo do amor. Temos que juntar-nos a Jesus no caminho da ignomínia, do sofrimento e da simplicidade, em direção ao Calvário. Mas não com má vontade ou murmuração. Não! Devemos juntar-nos ao Senhor Jesus no caminho do amor, pela alegria que está adiante de nós; porque Deus ''ama ao dador alegre''; porque Deus ama aos pastores ''empolgados''; porque é mais ''bem-aventurado'' dar do que ''receber''; porque sofrer com Cristo é ''maior riqueza'' do que contemplar os prazeres do Egito; porque se perdemos nossas vidas por Sua causa, as ganharemos para sempre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, existe uma vida de auto-negação vista na Bíblia. Temos que negar-nos a nós mesmos para podermos construir na rocha; temos que negar-nos a nós mesmos aos louvores dos homens para que possamos gozar a aprovação de Deus; temos que negar-nos os tesouros que são comidos pelas traças para que obtenhamos riquezas eternas; temos que negar-nos segurança entre os homens para que gozemos a segurança de Deus; temos que negar-nos bebedeiras e glutonarias a fim de participarmos no maior e mais longo banquete do universo; temos que negar-nos auto-dependência a fim de que possamos dizer, “O Senhor é nosso Pastor; nada nos faltará.” Nunca, NUNCA Deus nos pede que nos neguemos algo de grande valor para adquirirmos algo de valor menor. E isso é o que é o pecado. Ao contrário, sempre, SEMPRE Deus chama-nos para que lhe rendamos prazeres de importância secundária, fugazes, insatisfatórios, com o propósito de obtermos prazeres eternos, completamente satisfatórios e de valor supremo. Depois de Sua convocação vertical à festa do Hedonismo Cristão na adoração e culto, vem então a intimação horizontal à obra do Hedonismo Cristão em amor. E a ordem é crucial visto que o amor é o transbordar da alegria em Deus, que se lança ao encontro das necessidades de outrem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''“Se eu, simplesmente, puder amar outra pessoa, serei feliz”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Muitos dos santos'' através dos séculos chegaram a descobrir que a busca de prazer é um motivo essencial para toda a boa obra e que, se uma pessoa abandona a busca dos prazeres completos e duradouros, esta não poderá, necessariamente, amar o povo de Deus. George Müller escreveu: “Eu vi, mais claro que nunca, que o primeiro e o maior negócio ao qual devo atender diariamente, é o de ter minha alma feliz no Senhor.” (Autobiografia, página 52). E o seu gozo em Deus transbordou em amor pelos órfãos da Inglaterra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filho de Hudson Taylor registrou seu pai dizendo em seus últimos dias, “Eu nunca fiz um sacrifício.” E prosseguiu em comentar: “O que ele disse era verdade, porque as compensações eram tão reais e duradouras que ele veio a ver que, deixando tudo, era inevitavelmente receber - quando uma pessoa trata com Deus de coração a coração.”  (“Os Segredos Espirituais de Hudson Taylor”, página 30). E, daquele coração cheio de gozo em Deus, levanta-se nos dias de hoje uma igreja de milhões na China.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jonathan Edwards, cuja pregação deu início ao primeiro Grande Avivamento na América do Norte em 1740, decidiu, em seus dias universitários, “Dedicar-me em obter para mim a maior felicidade, no outro mundo, que eu possivelmente consiga obter com todo o poder, vigor e veemência, sim, e com a violência a qual eu seja capaz, ou possa exercer; de toda maneira imaginável.” (“Works”, volume 1, página XXI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1980 eu ouvi um jovem pastor da Igreja Batista de Sion, dando uma palestra na “Casa da Hospitalidade”, onde ele veio a conhecer o Senhor como um menino de zona urbana. Depois de graduar-se de um seminário na Califórnia, havia voltado para trabalhar em Mineápolis. E sua frase que bem me lembro foi: “Se eu, simplesmente, possa amar uma pessoa, serei feliz.” E essa é uma boa conclusão para um comentário sobre as palavras de Jesus, “Mais bem-aventurada coisa é dar, do que receber.” Busquemos isto em Bethlehem de todo nosso coração. &amp;lt;ref&amp;gt;Bethlehem é o nome da Igreja onde Dr. John Piper é o Pastor.  &amp;lt;/ref&amp;gt;   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Notas de tradução:'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho</id>
		<title>O Prazer De Deus Em Ferir Seu Filho</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho"/>
				<updated>2010-05-24T16:48:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Pleasure of God in Bruising the Son}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Isaías 53:10'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Todavia, ao SENHOR agradou o moê-lo,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
fazendo-o enfermar; quando sua alma se&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prolongará os dias, e o bom prazer do SENHOR&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prosperará na sua mão.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus disse que o primeiro e maior dos mandamentos para observarmos universalmente, é que nós amemos ao Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, e com toda nossa alma, e com toda nossa mente e com toda nossa força (Marcos 12:30). Eu entendo que isto quer dizer, pelo menos, que todo aquele que se diz ser Cristão, deveria ter grande zelo pela glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu amar a Deus com todo o meu coração, nada poderá fazer-me mais alegre do que ver a prosperidade da causa de Deus e ver quando o seu nome está sendo ostentado em mais corações, em um número crescente de pessoas. E nada me aborreceria mais do que ver quando a glória de Deus é aviltada e o seu nome desprezado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, quando Jesus nos manda que amemos a Deus com todo o nosso coração, alma, mente e força, Ele nos está mandando que tenhamos nossos corações radicalmente centrados em Deus, nossas almas radicalmente centradas em Deus, nossas mentes radicalmente centradas em Deus e nossas forças radicalmente centradas em Deus. E aqueles que estão centrados em Deus se entristecem em ver Sua glória eclipsada, e se alegram em vê-la brilhar com completa intensidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O prazer de Deus em Seu nome e Seu amor por Seu povo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se isso é verdade, então algo muito preocupante subitamente aparece nesta série de mensagens sobre os prazeres de Deus. Já temos visto que Deus tem prazer em Seu Filho: deleita-se na glória de Suas próprias perfeições refletidas na face de Seu Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos visto que Deus tem prazer em Seu próprio nome: é seu objetivo fazer um nome para Si mesmo em todo o mundo, e ganhar reputação para a glória de Sua graça de entre todos os povos, e tribos, e línguas e nações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos ademais visto que, para este fim, Deus tem prazer na eleição que faz: deleita-se em revelar a glória de Seu Filho aos pequeninos e oculta-la aos entendidos. Deleita-se em chamar para si mesmo um povo que irá gloriar-se somente no Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana anterior vimos que Deus lança fora tudo o que possa impedir sua exuberante alegria sobre Seu povo e, aparentemente, toma grande prazer em fazer-lhe bem: “…Ele se deleitará em ti com alegria… regozijar-se-á em ti com júbilo.” (Sofonias 3:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Algo problemático surge nesta série'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, que parece ser problemático nisso para a pessoa que é centrada em Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema consiste em que todas essas pessoas as quais Deus esta salvando e rejubilando-se sobre elas, são pecadoras. E o que é o pecado? Romanos 3: 23 nos diz que é estar destituído da glória de Deus. “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” Paulo quer dizer que os pecadores falharam em valorizar a glória de Deus. Temos trocado a glória de Deus por nossas afeições por outras coisas; por imagens de glória, como uma nova casa, ou um novo carro, ou VCR, ou computadores, ou férias, ou currículos impressionantes, ou qualquer outra coisa que nos possa trazer mais contentamento do que o maravilho Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso é o que é o pecado. E esse é o povo que Deus elegeu salvar que, mesmo depois de fazê-lo Seu próprio povo, Ele frequentemente encontra que esse povo ainda lhe traz vergonha ao Seu nome pela inconsistência e pela atitude morna com a qual responde ao mandamento de Jesus de amar a Deus de todo o coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, portanto, o problemático é ser Deus tão entusiasmado em ser bondoso para com um povo de tal maneira pecaminoso, que chega a ser uma desgraça para o Seu nome. Parece esquizofrenia. A Bíblia apresenta a Deus como quem ama o Seu nome e a Sua glória com tal onipotente energia e abundante gozo para, logo, apresenta-Lo regozijando-se e rejubilando-se sobre um povo que tem desprezado Sua glória e aviltado o Seu nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Solucionando a sinfonia da história redentora'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu realmente não creio que é possível compreender cabalmente o drama central da Bíblia, até que comecemos a sentir essa tensão. Até a vinda do Senhor Jesus Cristo, a Bíblia é como uma peça musical cuja dissonância roga por uma resolução final de harmonia. A história da redenção é como uma sinfonia com dois temas maiores: o tema da paixão de Deus por preservar e por demonstrar Sua glória, e o tema impenetrável do Seu amor por pecadores que desdenharam dessa glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repetidamente através da Bíblia, esses dois grandes temas conduzem continuamente a sinfonia da história. Eles se entrelaçam e se interpenetram de tal maneira que nós temos que reconhecer que um fabuloso Compositor está promovendo Seu trabalho. Entretanto, por séculos seguidos, não vemos uma resolução. A harmonia, de alguma maneira, sempre se nos escapa e nós temos que esperar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A morte e a ressurreição de Jesus Cristo trazem a resolução final dessa sinfonia da história. Na morte de Jesus Cristo os dois temas do amor de Deus por Sua glória e do amor de Deus pelos pecadores, se resolvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acontece com todas as boas sinfonias, sempre encontramos algumas alusões e antecipações e sugestões da final resolução. E isso é que temos em Isaías 53; e isso é o que eu quero que vejamos brevemente nesta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Traduzindo Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Prazer de Deus em Seu nome e o seu prazer em fazer bem aos pecadores, se encontram e se desposam em Seu prazer em ferir Seu Filho. Antes que eu lhes dirija a atenção ao verso 10, quero mostrar-lhes dois textos que afetam a maneira como eu traduzo este verso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 1: 11'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhem comigo, primeiramente, em Isaías 1: 11.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o SENHOR? Já estou farto dos holocaustos de carneiros e de gordura de animais nédios; e não folgo com o sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra de “não folgo”  ( não me deleito, ou não tenho prazer), é a mesma palavra em Hebreu usada por Isaías em 53: 10, “O SENHOR agradou moê-lo”, ou “o SENHOR teve prazer em moê-lo”, ou “o SENHOR se deleitou em moê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 62: 4'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora olhe comigo e leia Isaías 62: 4. O Senhor diz ao Seu povo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Nunca mais te chamarão Desamparada, nem a tua terra se denominará Assolada; mas chamar-te-ão Hefzibá  (Meu Deleite); e à tua terra, Beulá (Desposada), porque o SENHOR se agrada de ti; e com a tua terra o SENHOR se casará.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o Senhor diz “o Senhor se agrada de ti”, o nominativo usado para “agrada”, é a mesma palavra Hebraica usada na última linha e Isaías 53:10. “O prazer do SENHOR prosperará na sua mão.” É a mesma palavra Hebraica usada na primeira e na última linha do verso; a única diferença é que, na primeira linha, é usada a forma verbal, e a forma nominativa, usada na última linha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, aqui está minha tradução do verso 10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O Senhor se agradou em moê-lo, fazendo-o enfermar [ou causou-lhe dor]; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os dias, e o bom prazer [o prazer, o deleite – trazendo da primeira linha] do Senhor prosperará na sua mão.”  &amp;lt;ref&amp;gt;Nota de tradução: em Inglês o verso (Isaías 53: 10) diz assim: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure of the Lord shall prosper in his hand.”  Na tradução do autor lemos: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief [or: caused his pain]; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure [picking up from the first line] of the Lord shall prosper in his hand.”&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma profecia e um quadro de Jesus Cristo crucificado a ressuscitado dentre os mortos, centenas de anos antes que acontecesse. O “moê-lo” é a crucificação e a morte de Jesus, fazendo-se a si mesmo oferta pelo pecado. O prolongar dos seus dias é uma referência a sua ressurreição para uma vida eterna depois de sua morte. E quando se diz que ele verá sua posteridade, significa que o fruto de seu sofrimento será o resultado de muitos salvos do pecado e da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Filho foi ferido pelo Pai'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que eu quero que foquemos é no fato de que, tudo isso, foi uma obra de Deus – até mesmo o prazer de Deus o Pai. Jesus não foi carregado simplesmente pela ira incontrolável dos homens. Ele foi ferido pelo Pai. Porque? A fim de resolver a tensão entre o amor do Pai por Sua glória, e Seu amor pelos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o pecado que desonra a Deus, não poderia ser ignorado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe o versículo 6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note duas coisas aqui. Outra vez (assim como no verso 10) é o SENHOR quem está operando: “O SENHOR – Deus o Pai – fez cair sobre ele…” E, então, note que a questão aqui é “iniquidade”, o que é simplesmente outra palavra para “pecado”. “O SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.” O ferimento do Filho foi porque o pecado que desonrava a Deus, não podia ser ignorado. E porque não podia? Porque Deus não deixou que o passado fosse simplesmente deixado para trás? - Porque Deus ama a honra de Seu próprio nome e não poderia atuar como se o pecado – que degrada Sua glória – fosse de somenos importância.       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O sofrimento que nosso pecado merecia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, Deus o Pai entra num acordo com o Filho, em que Ele haveria de demonstrar a todo o mundo a glória do Pai. Como? Por tomar sobre Si o castigo e o sofrimento que nosso pecado merece. O verso 5 faz esta substituição parecer ainda mais explícita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“…ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso nove faz bastante claro que o ferimento do Filho não foi em razão do seu próprio pecado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte; porquanto nuca fez injustiça, nem houve engano na sua boca.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou, em outras palavras, não foi pelos pecados do Filho que o Pai O feriu. Foi porque Ele queria mostrar-nos misericórdia. Ele queria perdoar, e sarar, e salvar e regozijar-se sobre nós com grande júbilo. Mas Ele mesmo era justo. Quer dizer, o seu coração estava cheio de infinito amor por sua própria glória. E nós éramos pecadores. O que quer dizer que nossos corações estavam repletos de menosprezo pelas afeições Divinas. Assim, pois, a fim de salvar aos pecadores e, ao mesmo tempo, magnificar o valor de Sua glória, Deus coloca os nossos pecados sobre Jesus e o abandona à vergonha, e à chacina da cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como poderia ser isso, o deleite do Pai?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso 10 nos diz que foi o prazer do Pai fazê-lo. Agradou ao Senhor moê-lo. Como poderia o Pai encontrar deleite na morte de seu próprio Filho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que o Filho alcançou por Sua morte?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte da resposta deverá ser o que se enfatiza no final do verso 10, a saber, que o prazer de Deus está no resultado da morte do Filho. No final do verso 10 lemos que “o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão”.  E isto me leva a entender que o prazer do Pai não é tanto no sofrimento do Filho, quando considerado em si mesmo, mas no grande sucesso daquilo que o Filho alcançaria, ou realizaria, em morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, no verso 10 se atesta que haveria muita posteridade espiritual e grande prolongação nos dias do Filho – o que claramente significa ressurreição dentre os mortos e vida após o túmulo. E o verso 11, a satisfação que teria o Filho no resultado do seu sofrimento e na justificação de muitos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O trabalho de sua alma ele verá e ficará satisfeito; com o seu conhecimento, o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este, o prazer de Deus que prosperará na mão do Filho, e, certamente, parte da razão porque o Pai teve prazer em ferir ao Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A medida do amor de Deus por sua própria glória'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu creio que a outra parte da resposta é que a medida profunda do sofrimento do Filho, foi a medida do amor de Deus por sua própria glória. Foi a justa lealdade ao seu próprio nome que tornou necessária a recompensa pelo pecado. Ademais, quando o Filho voluntariamente assumiu o sofrimento daquela recompensa sobre si mesmo, cada passo no caminho para o Calvário ecoou através do universo com a mensagem: a glória de Deus é de infinito valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o Pai desamparou o Filho e o entregou à maldição da cruz, e nem sequer levantou um só dedo para livrá-lo da dor, ele não cessou de amar ao Filho. Naquele mesmo momento em que o Filho tomava sobre Si tudo aquilo que o Pai odiava em nós, e o Pai o abandonava à morte, mesmo então o Pai sabia que a medida do sofrimento do Filho era a profundidade da medida do amor do Filho pela glória do Pai, e, neste amor, o Pai tomou profundo prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus nos diz em João 10: 15, 17, “…e dou a minha vida pelas ovelhas… por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.” E em João 17: 4 Jesus orou, “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus morreu, ele glorificou o nome do Pai e salvou ao povo do Pai. E não tem o Pai prazer em Seu nome? E não se regozija Deus sobre o Seu povo com grande júbilo? Como então não se deleitaria no ferimento do Filho, na resolução final dessas duas alegrias?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Uma história para encerrar'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu quero fechar com uma história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve uma vez, uma nação governada por um príncipe malvado – Havia vindo de um outro país e escravizado o povo daquela nação fazendo-os miseráveis com uma vida de trabalho forçado em suas minas de carvão em um desfiladeiro. Construiu uma linha massiva de trens que levavam os escravos todas as manhãs para as minas sob pesada guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois homens, porém, viviam ainda livres nessa nação – um já de idade avançada e o outro, jovem ainda, viviam ambos em um terreno inacessível, sobre uma alta colina de onde se avistava a linha de trens. Ambos odiavam aquela linha de trens e desejavam destruí-la. Planejaram, e oraram e se fizeram conscientes da realidade do céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A noite para operarem, finalmente chegou. Seus corações pulsavam com intensa alegria. Era um plano difícil. Mas era possível coordenar o tempo necessário, entre o movimento da guarda, para que se carregasse rapidamente explosivos para um ponto estratégico da linha férrea. Mas não se podia evitar que aquele que carregasse os explosivos fosse visto em seu regresso. Então, para estarem seguros de que a linha de trens explodisse, o homem mais jovem teria que fazer a detonação pessoalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles criam na vida celestial e, ademais, amavam o povo daquela nação. Assim, só pensar no sacrifício fazia com que seus corações saltassem de alegria. Chegou o momento esperado. Dobraram o mapa do percurso, levantaram-se da mesa onde se reuniam, abraçaram-se, e, quando o jovem chegou à porta, virou-se com os explosivos em suas costas, olhou ao ancião e disse, “Eu lhe amo, pai”. E o ancião replicou com imenso júbilo, “Eu, também, lhe amo filho.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%B5es_de_homens</id>
		<title>Tradições de homens</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%B5es_de_homens"/>
				<updated>2010-05-20T17:04:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Traditions of Men}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hi Priscilla,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Thank you so much for translating this text! Here is the page for you. If you see a code with the English title or little box with a {T} inside, please make sure not to erase it when you paste your text.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Blessings,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Joya&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%B5es_de_homens</id>
		<title>Tradições de homens</title>
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				<updated>2010-05-20T17:03:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|The Traditions of Men}}  Hi Priscilla,  Thank you so much for translating this text! Here is the page for you. If you see a code with the English title or little box ...'&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;{{info|The Traditions of Men}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hi Priscilla,&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
Joya&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho</id>
		<title>O Prazer De Deus Em Ferir Seu Filho</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho"/>
				<updated>2010-05-19T19:01:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Pleasure of God in His Son}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Isaías 53:10'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Todavia, ao SENHOR agradou o moê-lo,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
fazendo-o enfermar; quando sua alma se&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prolongará os dias, e o bom prazer do SENHOR&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prosperará na sua mão.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus disse que o primeiro e maior dos mandamentos para observarmos universalmente, é que nós amemos ao Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, e com toda nossa alma, e com toda nossa mente e com toda nossa força (Marcos 12:30). Eu entendo que isto quer dizer, pelo menos, que todo aquele que se diz ser Cristão, deveria ter grande zelo pela glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu amar a Deus com todo o meu coração, nada poderá fazer-me mais alegre do que ver a prosperidade da causa de Deus e ver quando o seu nome está sendo ostentado em mais corações, em um número crescente de pessoas. E nada me aborreceria mais do que ver quando a glória de Deus é aviltada e o seu nome desprezado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, quando Jesus nos manda que amemos a Deus com todo o nosso coração, alma, mente e força, Ele nos está mandando que tenhamos nossos corações radicalmente centrados em Deus, nossas almas radicalmente centradas em Deus, nossas mentes radicalmente centradas em Deus e nossas forças radicalmente centradas em Deus. E aqueles que estão centrados em Deus se entristecem em ver Sua glória eclipsada, e se alegram em vê-la brilhar com completa intensidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O prazer de Deus em Seu nome e Seu amor por Seu povo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se isso é verdade, então algo muito preocupante subitamente aparece nesta série de mensagens sobre os prazeres de Deus. Já temos visto que Deus tem prazer em Seu Filho: deleita-se na glória de Suas próprias perfeições refletidas na face de Seu Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos visto que Deus tem prazer em Seu próprio nome: é seu objetivo fazer um nome para Si mesmo em todo o mundo, e ganhar reputação para a glória de Sua graça de entre todos os povos, e tribos, e línguas e nações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos ademais visto que, para este fim, Deus tem prazer na eleição que faz: deleita-se em revelar a glória de Seu Filho aos pequeninos e oculta-la aos entendidos. Deleita-se em chamar para si mesmo um povo que irá gloriar-se somente no Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana anterior vimos que Deus lança fora tudo o que possa impedir sua exuberante alegria sobre Seu povo e, aparentemente, toma grande prazer em fazer-lhe bem: “…Ele se deleitará em ti com alegria… regozijar-se-á em ti com júbilo.” (Sofonias 3:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Algo problemático surge nesta série'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, que parece ser problemático nisso para a pessoa que é centrada em Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema consiste em que todas essas pessoas as quais Deus esta salvando e rejubilando-se sobre elas, são pecadoras. E o que é o pecado? Romanos 3: 23 nos diz que é estar destituído da glória de Deus. “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” Paulo quer dizer que os pecadores falharam em valorizar a glória de Deus. Temos trocado a glória de Deus por nossas afeições por outras coisas; por imagens de glória, como uma nova casa, ou um novo carro, ou VCR, ou computadores, ou férias, ou currículos impressionantes, ou qualquer outra coisa que nos possa trazer mais contentamento do que o maravilho Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso é o que é o pecado. E esse é o povo que Deus elegeu salvar que, mesmo depois de fazê-lo Seu próprio povo, Ele frequentemente encontra que esse povo ainda lhe traz vergonha ao Seu nome pela inconsistência e pela atitude morna com a qual responde ao mandamento de Jesus de amar a Deus de todo o coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, portanto, o problemático é ser Deus tão entusiasmado em ser bondoso para com um povo de tal maneira pecaminoso, que chega a ser uma desgraça para o Seu nome. Parece esquizofrenia. A Bíblia apresenta a Deus como quem ama o Seu nome e a Sua glória com tal onipotente energia e abundante gozo para, logo, apresenta-Lo regozijando-se e rejubilando-se sobre um povo que tem desprezado Sua glória e aviltado o Seu nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Solucionando a sinfonia da história redentora'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu realmente não creio que é possível compreender cabalmente o drama central da Bíblia, até que comecemos a sentir essa tensão. Até a vinda do Senhor Jesus Cristo, a Bíblia é como uma peça musical cuja dissonância roga por uma resolução final de harmonia. A história da redenção é como uma sinfonia com dois temas maiores: o tema da paixão de Deus por preservar e por demonstrar Sua glória, e o tema impenetrável do Seu amor por pecadores que desdenharam dessa glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repetidamente através da Bíblia, esses dois grandes temas conduzem continuamente a sinfonia da história. Eles se entrelaçam e se interpenetram de tal maneira que nós temos que reconhecer que um fabuloso Compositor está promovendo Seu trabalho. Entretanto, por séculos seguidos, não vemos uma resolução. A harmonia, de alguma maneira, sempre se nos escapa e nós temos que esperar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A morte e a ressurreição de Jesus Cristo trazem a resolução final dessa sinfonia da história. Na morte de Jesus Cristo os dois temas do amor de Deus por Sua glória e do amor de Deus pelos pecadores, se resolvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acontece com todas as boas sinfonias, sempre encontramos algumas alusões e antecipações e sugestões da final resolução. E isso é que temos em Isaías 53; e isso é o que eu quero que vejamos brevemente nesta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Traduzindo Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Prazer de Deus em Seu nome e o seu prazer em fazer bem aos pecadores, se encontram e se desposam em Seu prazer em ferir Seu Filho. Antes que eu lhes dirija a atenção ao verso 10, quero mostrar-lhes dois textos que afetam a maneira como eu traduzo este verso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 1: 11'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhem comigo, primeiramente, em Isaías 1: 11.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o SENHOR? Já estou farto dos holocaustos de carneiros e de gordura de animais nédios; e não folgo com o sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra de “não folgo”  ( não me deleito, ou não tenho prazer), é a mesma palavra em Hebreu usada por Isaías em 53: 10, “O SENHOR agradou moê-lo”, ou “o SENHOR teve prazer em moê-lo”, ou “o SENHOR se deleitou em moê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 62: 4'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora olhe comigo e leia Isaías 62: 4. O Senhor diz ao Seu povo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Nunca mais te chamarão Desamparada, nem a tua terra se denominará Assolada; mas chamar-te-ão Hefzibá  (Meu Deleite); e à tua terra, Beulá (Desposada), porque o SENHOR se agrada de ti; e com a tua terra o SENHOR se casará.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o Senhor diz “o Senhor se agrada de ti”, o nominativo usado para “agrada”, é a mesma palavra Hebraica usada na última linha e Isaías 53:10. “O prazer do SENHOR prosperará na sua mão.” É a mesma palavra Hebraica usada na primeira e na última linha do verso; a única diferença é que, na primeira linha, é usada a forma verbal, e a forma nominativa, usada na última linha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, aqui está minha tradução do verso 10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O Senhor se agradou em moê-lo, fazendo-o enfermar [ou causou-lhe dor]; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os dias, e o bom prazer [o prazer, o deleite – trazendo da primeira linha] do Senhor prosperará na sua mão.”  &amp;lt;ref&amp;gt;Nota de tradução: em Inglês o verso (Isaías 53: 10) diz assim: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure of the Lord shall prosper in his hand.”  Na tradução do autor lemos: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief [or: caused his pain]; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure [picking up from the first line] of the Lord shall prosper in his hand.”&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma profecia e um quadro de Jesus Cristo crucificado a ressuscitado dentre os mortos, centenas de anos antes que acontecesse. O “moê-lo” é a crucificação e a morte de Jesus, fazendo-se a si mesmo oferta pelo pecado. O prolongar dos seus dias é uma referência a sua ressurreição para uma vida eterna depois de sua morte. E quando se diz que ele verá sua posteridade, significa que o fruto de seu sofrimento será o resultado de muitos salvos do pecado e da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Filho foi ferido pelo Pai'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que eu quero que foquemos é no fato de que, tudo isso, foi uma obra de Deus – até mesmo o prazer de Deus o Pai. Jesus não foi carregado simplesmente pela ira incontrolável dos homens. Ele foi ferido pelo Pai. Porque? A fim de resolver a tensão entre o amor do Pai por Sua glória, e Seu amor pelos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o pecado que desonra a Deus, não poderia ser ignorado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe o versículo 6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note duas coisas aqui. Outra vez (assim como no verso 10) é o SENHOR quem está operando: “O SENHOR – Deus o Pai – fez cair sobre ele…” E, então, note que a questão aqui é “iniquidade”, o que é simplesmente outra palavra para “pecado”. “O SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.” O ferimento do Filho foi porque o pecado que desonrava a Deus, não podia ser ignorado. E porque não podia? Porque Deus não deixou que o passado fosse simplesmente deixado para trás? - Porque Deus ama a honra de Seu próprio nome e não poderia atuar como se o pecado – que degrada Sua glória – fosse de somenos importância.       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O sofrimento que nosso pecado merecia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, Deus o Pai entra num acordo com o Filho, em que Ele haveria de demonstrar a todo o mundo a glória do Pai. Como? Por tomar sobre Si o castigo e o sofrimento que nosso pecado merece. O verso 5 faz esta substituição parecer ainda mais explícita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“…ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso nove faz bastante claro que o ferimento do Filho não foi em razão do seu próprio pecado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte; porquanto nuca fez injustiça, nem houve engano na sua boca.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou, em outras palavras, não foi pelos pecados do Filho que o Pai O feriu. Foi porque Ele queria mostrar-nos misericórdia. Ele queria perdoar, e sarar, e salvar e regozijar-se sobre nós com grande júbilo. Mas Ele mesmo era justo. Quer dizer, o seu coração estava cheio de infinito amor por sua própria glória. E nós éramos pecadores. O que quer dizer que nossos corações estavam repletos de menosprezo pelas afeições Divinas. Assim, pois, a fim de salvar aos pecadores e, ao mesmo tempo, magnificar o valor de Sua glória, Deus coloca os nossos pecados sobre Jesus e o abandona à vergonha, e à chacina da cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como poderia ser isso, o deleite do Pai?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso 10 nos diz que foi o prazer do Pai fazê-lo. Agradou ao Senhor moê-lo. Como poderia o Pai encontrar deleite na morte de seu próprio Filho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que o Filho alcançou por Sua morte?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte da resposta deverá ser o que se enfatiza no final do verso 10, a saber, que o prazer de Deus está no resultado da morte do Filho. No final do verso 10 lemos que “o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão”.  E isto me leva a entender que o prazer do Pai não é tanto no sofrimento do Filho, quando considerado em si mesmo, mas no grande sucesso daquilo que o Filho alcançaria, ou realizaria, em morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, no verso 10 se atesta que haveria muita posteridade espiritual e grande prolongação nos dias do Filho – o que claramente significa ressurreição dentre os mortos e vida após o túmulo. E o verso 11, a satisfação que teria o Filho no resultado do seu sofrimento e na justificação de muitos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O trabalho de sua alma ele verá e ficará satisfeito; com o seu conhecimento, o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este, o prazer de Deus que prosperará na mão do Filho, e, certamente, parte da razão porque o Pai teve prazer em ferir ao Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A medida do amor de Deus por sua própria glória'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu creio que a outra parte da resposta é que a medida profunda do sofrimento do Filho, foi a medida do amor de Deus por sua própria glória. Foi a justa lealdade ao seu próprio nome que tornou necessária a recompensa pelo pecado. Ademais, quando o Filho voluntariamente assumiu o sofrimento daquela recompensa sobre si mesmo, cada passo no caminho para o Calvário ecoou através do universo com a mensagem: a glória de Deus é de infinito valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o Pai desamparou o Filho e o entregou à maldição da cruz, e nem sequer levantou um só dedo para livrá-lo da dor, ele não cessou de amar ao Filho. Naquele mesmo momento em que o Filho tomava sobre Si tudo aquilo que o Pai odiava em nós, e o Pai o abandonava à morte, mesmo então o Pai sabia que a medida do sofrimento do Filho era a profundidade da medida do amor do Filho pela glória do Pai, e, neste amor, o Pai tomou profundo prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus nos diz em João 10: 15, 17, “…e dou a minha vida pelas ovelhas… por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.” E em João 17: 4 Jesus orou, “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus morreu, ele glorificou o nome do Pai e salvou ao povo do Pai. E não tem o Pai prazer em Seu nome? E não se regozija Deus sobre o Seu povo com grande júbilo? Como então não se deleitaria no ferimento do Filho, na resolução final dessas duas alegrias?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Uma história para encerrar'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu quero fechar com uma história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve uma vez, uma nação governada por um príncipe malvado – Havia vindo de um outro país e escravizado o povo daquela nação fazendo-os miseráveis com uma vida de trabalho forçado em suas minas de carvão em um desfiladeiro. Construiu uma linha massiva de trens que levavam os escravos todas as manhãs para as minas sob pesada guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois homens, porém, viviam ainda livres nessa nação – um já de idade avançada e o outro, jovem ainda, viviam ambos em um terreno inacessível, sobre uma alta colina de onde se avistava a linha de trens. Ambos odiavam aquela linha de trens e desejavam destruí-la. Planejaram, e oraram e se fizeram conscientes da realidade do céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A noite para operarem, finalmente chegou. Seus corações pulsavam com intensa alegria. Era um plano difícil. Mas era possível coordenar o tempo necessário, entre o movimento da guarda, para que se carregasse rapidamente explosivos para um ponto estratégico da linha férrea. Mas não se podia evitar que aquele que carregasse os explosivos fosse visto em seu regresso. Então, para estarem seguros de que a linha de trens explodisse, o homem mais jovem teria que fazer a detonação pessoalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles criam na vida celestial e, ademais, amavam o povo daquela nação. Assim, só pensar no sacrifício fazia com que seus corações saltassem de alegria. Chegou o momento esperado. Dobraram o mapa do percurso, levantaram-se da mesa onde se reuniam, abraçaram-se, e, quando o jovem chegou à porta, virou-se com os explosivos em suas costas, olhou ao ancião e disse, “Eu lhe amo, pai”. E o ancião replicou com imenso júbilo, “Eu, também, lhe amo filho.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho</id>
		<title>O Prazer De Deus Em Ferir Seu Filho</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Prazer_De_Deus_Em_Ferir_Seu_Filho"/>
				<updated>2010-05-19T18:51:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|The Pleasure of God in His Son}}  &amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Isaías 53:10''' &amp;lt;br&amp;gt; “Todavia, ao SENHOR agradou o moê-lo,&amp;lt;br&amp;gt; fazendo-o enfermar; quando sua alma se&amp;lt;br&amp;gt; puser p...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Pleasure of God in His Son}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;'''Isaías 53:10'''&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
“Todavia, ao SENHOR agradou o moê-lo,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
fazendo-o enfermar; quando sua alma se&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prolongará os dias, e o bom prazer do SENHOR&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
prosperará na sua mão.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus disse que o primeiro e maior dos mandamentos para observarmos universalmente, é que nós amemos ao Senhor nosso Deus com todo o nosso coração, e com toda nossa alma, e com toda nossa mente e com toda nossa força (Marcos 12:30). Eu entendo que isto quer dizer, pelo menos, que todo aquele que se diz ser Cristão, deveria ter grande zelo pela glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu amar a Deus com todo o meu coração, nada poderá fazer-me mais alegre do que ver a prosperidade da causa de Deus e ver quando o seu nome está sendo ostentado em mais corações, em um número crescente de pessoas. E nada me aborreceria mais do que ver quando a glória de Deus é aviltada e o seu nome desprezado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, quando Jesus nos manda que amemos a Deus com todo o nosso coração, alma, mente e força, Ele nos está mandando que tenhamos nossos corações radicalmente centrados em Deus, nossas almas radicalmente centradas em Deus, nossas mentes radicalmente centradas em Deus e nossas forças radicalmente centradas em Deus. E aqueles que estão centrados em Deus se entristecem em ver Sua glória eclipsada, e se alegram em vê-la brilhar com completa intensidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O prazer de Deus em Seu nome e Seu amor por Seu povo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se isso é verdade, então algo muito preocupante subitamente aparece nesta série de mensagens sobre os prazeres de Deus. Já temos visto que Deus tem prazer em Seu Filho: deleita-se na glória de Suas próprias perfeições refletidas na face de Seu Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos visto que Deus tem prazer em Seu próprio nome: é seu objetivo fazer um nome para Si mesmo em todo o mundo, e ganhar reputação para a glória de Sua graça de entre todos os povos, e tribos, e línguas e nações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E temos ademais visto que, para este fim, Deus tem prazer na eleição que faz: deleita-se em revelar a glória de Seu Filho aos pequeninos e oculta-la aos entendidos. Deleita-se em chamar para si mesmo um povo que irá gloriar-se somente no Senhor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na semana anterior vimos que Deus lança fora tudo o que possa impedir sua exuberante alegria sobre Seu povo e, aparentemente, toma grande prazer em fazer-lhe bem: “…Ele se deleitará em ti com alegria… regozijar-se-á em ti com júbilo.” (Sofonias 3:17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Algo problemático surge nesta série'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, que parece ser problemático nisso para a pessoa que é centrada em Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema consiste em que todas essas pessoas as quais Deus esta salvando e rejubilando-se sobre elas, são pecadoras. E o que é o pecado? Romanos 3: 23 nos diz que é estar destituído da glória de Deus. “Porque todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus.” Paulo quer dizer que os pecadores falharam em valorizar a glória de Deus. Temos trocado a glória de Deus por nossas afeições por outras coisas; por imagens de glória, como uma nova casa, ou um novo carro, ou VCR, ou computadores, ou férias, ou currículos impressionantes, ou qualquer outra coisa que nos possa trazer mais contentamento do que o maravilho Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso é o que é o pecado. E esse é o povo que Deus elegeu salvar que, mesmo depois de fazê-lo Seu próprio povo, Ele frequentemente encontra que esse povo ainda lhe traz vergonha ao Seu nome pela inconsistência e pela atitude morna com a qual responde ao mandamento de Jesus de amar a Deus de todo o coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, portanto, o problemático é ser Deus tão entusiasmado em ser bondoso para com um povo de tal maneira pecaminoso, que chega a ser uma desgraça para o Seu nome. Parece esquizofrenia. A Bíblia apresenta a Deus como quem ama o Seu nome e a Sua glória com tal onipotente energia e abundante gozo para, logo, apresenta-Lo regozijando-se e rejubilando-se sobre um povo que tem desprezado Sua glória e aviltado o Seu nome.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Solucionando a sinfonia da história redentora'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu realmente não creio que é possível compreender cabalmente o drama central da Bíblia, até que comecemos a sentir essa tensão. Até a vinda do Senhor Jesus Cristo, a Bíblia é como uma peça musical cuja dissonância roga por uma resolução final de harmonia. A história da redenção é como uma sinfonia com dois temas maiores: o tema da paixão de Deus por preservar e por demonstrar Sua glória, e o tema impenetrável do Seu amor por pecadores que desdenharam dessa glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Repetidamente através da Bíblia, esses dois grandes temas conduzem continuamente a sinfonia da história. Eles se entrelaçam e se interpenetram de tal maneira que nós temos que reconhecer que um fabuloso Compositor está promovendo Seu trabalho. Entretanto, por séculos seguidos, não vemos uma resolução. A harmonia, de alguma maneira, sempre se nos escapa e nós temos que esperar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A morte e a ressurreição de Jesus Cristo trazem a resolução final dessa sinfonia da história. Na morte de Jesus Cristo os dois temas do amor de Deus por Sua glória e do amor de Deus pelos pecadores, se resolvem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acontece com todas as boas sinfonias, sempre encontramos algumas alusões e antecipações e sugestões da final resolução. E isso é que temos em Isaías 53; e isso é o que eu quero que vejamos brevemente nesta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Traduzindo Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Prazer de Deus em Seu nome e o seu prazer em fazer bem aos pecadores, se encontram e se desposam em Seu prazer em ferir Seu Filho. Antes que eu lhes dirija a atenção ao verso 10, quero mostrar-lhes dois textos que afetam a maneira como eu traduzo este verso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 1: 11'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olhem comigo, primeiramente, em Isaías 1: 11.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o SENHOR? Já estou farto dos holocaustos de carneiros e de gordura de animais nédios; e não folgo com o sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra de “não folgo”  ( não me deleito, ou não tenho prazer), é a mesma palavra em Hebreu usada por Isaías em 53: 10, “O SENHOR agradou moê-lo”, ou “o SENHOR teve prazer em moê-lo”, ou “o SENHOR se deleitou em moê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 62: 4'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora olhe comigo e leia Isaías 62: 4. O Senhor diz ao Seu povo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Nunca mais te chamarão Desamparada, nem a tua terra se denominará Assolada; mas chamar-te-ão Hefzibá  (Meu Deleite); e à tua terra, Beulá (Desposada), porque o SENHOR se agrada de ti; e com a tua terra o SENHOR se casará.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o Senhor diz “o Senhor se agrada de ti”, o nominativo usado para “agrada”, é a mesma palavra Hebraica usada na última linha e Isaías 53:10. “O prazer do SENHOR prosperará na sua mão.” É a mesma palavra Hebraica usada na primeira e na última linha do verso; a única diferença é que, na primeira linha, é usada a forma verbal, e a forma nominativa, usada na última linha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Isaías 53: 10'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, aqui está minha tradução do verso 10:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O Senhor se agradou em moê-lo, fazendo-o enfermar [ou causou-lhe dor]; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os dias, e o bom prazer [o prazer, o deleite – trazendo da primeira linha] do Senhor prosperará na sua mão.”  &amp;lt;ref&amp;gt;Nota de tradução: em Inglês o verso (Isaías 53: 10) diz assim: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure of the Lord shall prosper in his hand.”  Na tradução do autor lemos: “The Lord was pleased to bruise him; he has put him to grief [or: caused his pain]; when he makes himself an offering for sin, he shall see his offspring, he shall prolong his days; the pleasure [picking up from the first line] of the Lord shall prosper in his hand.”&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é uma profecia e um quadro de Jesus Cristo crucificado a ressuscitado dentre os mortos, centenas de anos antes que acontecesse. O “moê-lo” é a crucificação e a morte de Jesus, fazendo-se a si mesmo oferta pelo pecado. O prolongar dos seus dias é uma referência a sua ressurreição para uma vida eterna depois de sua morte. E quando se diz que ele verá sua posteridade, significa que o fruto de seu sofrimento será o resultado de muitos salvos do pecado e da morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Filho foi ferido pelo Pai'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que eu quero que foquemos é no fato de que, tudo isso, foi uma obra de Deus – até mesmo o prazer de Deus o Pai. Jesus não foi carregado simplesmente pela ira incontrolável dos homens. Ele foi ferido pelo Pai. Porque? A fim de resolver a tensão entre o amor do Pai por Sua glória, e Seu amor pelos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Porque o pecado que desonra a Deus, não poderia ser ignorado'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe o versículo 6:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Note duas coisas aqui. Outra vez (assim como no verso 10) é o SENHOR quem está operando: “O SENHOR – Deus o Pai – fez cair sobre ele…” E, então, note que a questão aqui é “iniquidade”, o que é simplesmente outra palavra para “pecado”. “O SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos.” O ferimento do Filho foi porque o pecado que desonrava a Deus, não podia ser ignorado. E porque não podia? Porque Deus não deixou que o passado fosse simplesmente deixado para trás? - Porque Deus ama a honra de Seu próprio nome e não poderia atuar como se o pecado – que degrada Sua glória – fosse de somenos importância.       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O sofrimento que nosso pecado merecia'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, Deus o Pai entra num acordo com o Filho, em que Ele haveria de demonstrar a todo o mundo a glória do Pai. Como? Por tomar sobre Si o castigo e o sofrimento que nosso pecado merece. O verso 5 faz esta substituição parecer ainda mais explícita:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“…ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso nove faz bastante claro que o ferimento do Filho não foi em razão do seu próprio pecado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“E puseram a sua sepultura com os ímpios e com o rico, na sua morte; porquanto nuca fez injustiça, nem houve engano na sua boca.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou, em outras palavras, não foi pelos pecados do Filho que o Pai O feriu. Foi porque Ele queria mostrar-nos misericórdia. Ele queria perdoar, e sarar, e salvar e regozijar-se sobre nós com grande júbilo. Mas Ele mesmo era justo. Quer dizer, o seu coração estava cheio de infinito amor por sua própria glória. E nós éramos pecadores. O que quer dizer que nossos corações estavam repletos de menosprezo pelas afeições Divinas. Assim, pois, a fim de salvar aos pecadores e, ao mesmo tempo, magnificar o valor de Sua glória, Deus coloca os nossos pecados sobre Jesus e o abandona à vergonha, e à chacina da cruz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como poderia ser isso, o deleite do Pai?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso 10 nos diz que foi o prazer do Pai fazê-lo. Agradou ao Senhor moê-lo. Como poderia o Pai encontrar deleite na morte de seu próprio Filho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que o Filho alcançou por Sua morte?'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parte da resposta deverá ser o que se enfatiza no final do verso 10, a saber, que o prazer de Deus está no resultado da morte do Filho. No final do verso 10 lemos que “o bom prazer do SENHOR prosperará na sua mão”.  E isto me leva a entender que o prazer do Pai não é tanto no sofrimento do Filho, quando considerado em si mesmo, mas no grande sucesso daquilo que o Filho alcançaria, ou realizaria, em morrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, no verso 10 se atesta que haveria muita posteridade espiritual e grande prolongação nos dias do Filho – o que claramente significa ressurreição dentre os mortos e vida após o túmulo. E o verso 11, a satisfação que teria o Filho no resultado do seu sofrimento e na justificação de muitos pecadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;“O trabalho de sua alma ele verá e ficará satisfeito; com o seu conhecimento, o meu servo, o justo, justificará a muitos, porque as iniquidades deles levará sobre si.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este, o prazer de Deus que prosperará na mão do Filho, e, certamente, parte da razão porque o Pai teve prazer em ferir ao Filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A medida do amor de Deus por sua própria glória'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eu creio que a outra parte da resposta é que a medida profunda do sofrimento do Filho, foi a medida do amor de Deus por sua própria glória. Foi a justa lealdade ao seu próprio nome que tornou necessária a recompensa pelo pecado. Ademais, quando o Filho voluntariamente assumiu o sofrimento daquela recompensa sobre si mesmo, cada passo no caminho para o Calvário ecoou através do universo com a mensagem: a glória de Deus é de infinito valor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando o Pai desamparou o Filho e o entregou à maldição da cruz, e nem sequer levantou um só dedo para livrá-lo da dor, ele não cessou de amar ao Filho. Naquele mesmo momento em que o Filho tomava sobre Si tudo aquilo que o Pai odiava em nós, e o Pai o abandonava à morte, mesmo então o Pai sabia que a medida do sofrimento do Filho era a profundidade da medida do amor do Filho pela glória do Pai, e, neste amor, o Pai tomou profundo prazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus nos diz em João 10: 15, 17, “…e dou a minha vida pelas ovelhas… por isso, o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la.” E em João 17: 4 Jesus orou, “Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus morreu, ele glorificou o nome do Pai e salvou ao povo do Pai. E não tem o Pai prazer em Seu nome? E não se regozija Deus sobre o Seu povo com grande júbilo? Como então não se deleitaria no ferimento do Filho, na resolução final dessas duas alegrias?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Uma história para encerrar'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu quero fechar com uma história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Houve uma vez, uma nação governada por um príncipe malvado – Havia vindo de um outro país e escravizado o povo daquela nação fazendo-os miseráveis com uma vida de trabalho forçado em suas minas de carvão em um desfiladeiro. Construiu uma linha massiva de trens que levavam os escravos todas as manhãs para as minas sob pesada guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois homens, porém, viviam ainda livres nessa nação – um já de idade avançada e o outro, jovem ainda, viviam ambos em um terreno inacessível, sobre uma alta colina de onde se avistava a linha de trens. Ambos odiavam aquela linha de trens e desejavam destruí-la. Planejaram, e oraram e se fizeram conscientes da realidade do céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A noite para operarem, finalmente chegou. Seus corações pulsavam com intensa alegria. Era um plano difícil. Mas era possível coordenar o tempo necessário, entre o movimento da guarda, para que se carregasse rapidamente explosivos para um ponto estratégico da linha férrea. Mas não se podia evitar que aquele que carregasse os explosivos fosse visto em seu regresso. Então, para estarem seguros de que a linha de trens explodisse, o homem mais jovem teria que fazer a detonação pessoalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas eles criam na vida celestial e, ademais, amavam o povo daquela nação. Assim, só pensar no sacrifício fazia com que seus corações saltassem de alegria. Chegou o momento esperado. Dobraram o mapa do percurso, levantaram-se da mesa onde se reuniam, abraçaram-se, e, quando o jovem chegou à porta, virou-se com os explosivos em suas costas, olhou ao ancião e disse, “Eu lhe amo, pai”. E o ancião replicou com imenso júbilo, “Eu, também, lhe amo filho.”&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Felicidade_de_Deus:_Fundamento_Para_o_Hedonismo_Crist%C3%A3o</id>
		<title>A Felicidade de Deus: Fundamento Para o Hedonismo Cristão</title>
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				<updated>2010-05-03T16:03:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{ info |The Happiness of God: Foundation for Christian Hedonism}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Jeremias 32:36-41'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, pois, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis: Já está entregue nas mãos do rei da Babilônia, pela espada, pela fome e pela peste. 37 Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os lancei na minha ira, no meu furor e na minha grande indignação; tornarei a trazê-los a este lugar e farei que nele habitem seguramente. 38 Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. 39 Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. 40 Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. 41 Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez, eu me referi à idéia do hedonismo cristão em um culto de domingo, e um parente depois veio para mim e disse, “Você sabia que nossa menina pequena pensou que você estava dizendo paganismo cristão?” Eu sei que mesmo quando eu pronuncio claramente ( hedonismo cristão ), alguns de vocês provavelmente ainda pensarão “paganismo” porque você crê que hedonismo é uma filosofia de vida pagã. E provavelmente você estará certo porque o significado popular de hedonismo é a busca por prazer e indiferença moral. Em 2 Timóteo 3:4 Paulo avisa que nos últimos dias os homens seriam “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. E certamente estamos nestes dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Paganismo cristão?  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois anos atrás Daniel Yankelovitch publicou um livro com título ''Novas regras: a busca pela auto-satisfação em um mundo virado de cabeça para baixo''. Ele argumenta baseado em extensas entrevistas e pesquisas nacionais, que têm ocorrido mudanças enormes na nossa cultura e que a busca difundida por auto-satisfação tem criado um novo jogo de regras que governam a maneira que pensamos e sentimos como americanos. Ele diz, “em sua forma extrema as novas regras simplesmente viram as velhas de ponta cabeça e no lugar da velha ética da auto-negação nós encontramos pessoas que se recusam a negar qualquer coisa a si mesmas – não por um apetite desenfreado, mas pelo estranho princípio moral que “eu tenho esta obrigação comigo mesmo” (p. xviii).&amp;lt;br&amp;gt;Ele conta de uma jovem mulher com seus trinta e cinco anos que estava reclamando ao seu psiquiatra que ela estava ficando nervosa e ansiosa porque a vida tinha se tornada tão agitada – demais fins-de-semana prolongados, demais discotecas, demais noitadas, demais conversas, demais vinho, demais drogas, demais sexo. “Por que você não pára?” perguntou o terapeuta suavemente. A paciente o fitou inexpressivamente por um momento, e depois seu rosto iluminou-se, como que deslumbrada pela descoberta: “Você quer dizer que eu não preciso realmente fazer o que eu quero?” ela estourou maravilhada. A marca dos que procuram esta nova auto-satisfação é que “eles operam na premissa que desejos emocionais são objetos sagrados e que é um crime contra a natureza nutrir uma necessidade emocional não satisfeita” (p. 59). “Nossa era é a primeira em que dezenas de milhões de pessoas oferecem como justificação moral para seus atos a idéia de que um eu interior e presumidamente mais ‘real’ não se enquadra bem com seu papel social designado.”&amp;lt;br&amp;gt;Provavelmente o relacionamento em que os procuradores da auto-satisfação e suas novas regras têm causado a maior agitação é o casamento. Yankelovitch tem uma boa percepção quando diz, “Casamentos bem-sucedidos são tecidos com muitos fios de desejos inibidos – adesão aos desejos do outro; aceitação da violação dos seus próprios desejos; desapontamentos engolidos; confrontações evitadas; oportunidades para a raiva contornadas; chances para auto-expressão abafadas. Para introduzir a urgência da forte forma de auto-satisfação neste processo é levar uma vassoura para uma delicada teia. Muitas vezes o que sobra é aquela coisa pegajosa que cola na vassoura; a estrutura da teia é destruída” (p. 76). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, eu tenho uma grande empatia com aqueles de vocês que estão livres o suficiente da nossa cultura para reagir a palavra hedonismo dizendo, “Basta! Nossos lares, nossas escolas, nossos empreendimentos, nossa sociedade estão sendo destruídos pelos que procuram uma auto-satisfação hedonista e que não têm nenhuma coragem moral, nem auto-negação, nem compromisso marcante e nem lealdade sacrificial que segura as preciosas estruturas da vida e traz nobreza a nossa cultura. Nós não precisamos de hedonismo; precisamos de um retorno a retidão, integridade, prudência, justiça, temperança, firmeza, auto-controle!” Acredite, estamos provavelmente mais de acordo do que você imagina. Tudo o que lhe peço é que você me dê um ouvido aberto e discernente por nove semanas antes que você faça seu julgamento final concernente ao hedonismo cristão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;span id=&amp;quot;1226057595608S&amp;quot; style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;Exemplos bíblicos de hedonismo cristão&amp;lt;span id=&amp;quot;fck_dom_range_temp_1226057594718_219&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes uma ilustração vale mais que mil palavras de uma definição abstrata. Então, em vez de lhe dar uma definição precisa do hedonismo cristão, deixe-me começar dando alguns exemplos bíblicos dele. Davi aconselha o hedonismo cristão quando ele recomenda, “Agrada-te do Senhor; e ele satisfará os desejos do teu coração” ( Salmo 37:4 ). E ele demonstra a essência do hedonismo cristão quando ele exclama, “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” ( Salmo 42: 1-2 ). Moisés foi um hedonista cristão ( de acordo com Hebreus 11: 24-27 ) porque ele recusou os “prazeres transitórios” do pecado, mas “considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão.” Os santos em Hebreus 10:34 eram hedonistas cristãos porque eles escolheram ariscar suas vidas para visitar prisioneiros cristãos e aceitaram com alegria o espólio de seus bens sabendo que eles mesmos tinham um patrimônio melhor e durável. O apóstolo Paulo recomendou o hedonismo cristão quando ele disse em Romanos 12:8: “Quem exerce misericórdia, que faça com alegria.” E Jesus Cristo, o autor e consumador da nossa fé, estabeleceu o maior padrão para o hedonismo cristão porque “se deleitou no temor do Senhor” (Isaías 11:3), e em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus ( Hebreus 12:2 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O hedonismo cristão ensina que o desejo de ser feliz é dado por Deus e não deve ser negado ou resistido, mas direcionado a Deus para satisfação. O hedonismo cristão não diz que qualquer coisa que lhe dá prazer é boa. Diz que Deus lhe mostrou o que é bom e faze-lo há de lhe trazer alegria ( Miquéias 6:8 ). E desde que fazer a vontade de Deus há de lhe trazer alegria, a busca pela alegria é uma parte essencial de todo esforço moral. Se você abandonar a busca pela alegria ( e assim recusar ser um hedonista, como eu uso o termo ), você não poderá cumprir a vontade de Deus. O hedonismo cristão afirma que os santos mais piedosos de todas as eras não encontraram nenhuma contradição em dizer, por um lado “Somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro” ( Romanos 8:36 ), e por outro lado, “Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo: alegrai-vos” ( Filipenses 4:4 ). O hedonismo cristão não se junta a cultura da auto-gratificação que lhe faz escravo de seus impulsos pecaminosos. O hedonismo cristão manda que não sejamos conformados com este século, mas que sejamos transformados pela renovação das nossas mentes ( Romanos 12:2 ) para que possamos sentir prazer em fazer a vontade de nosso Pai no céu. De acordo com o hedonismo cristão alegria em Deus não é a cobertura opcional no bolo do cristianismo. Pensando bem, alegria em Deus é parte essencial da fé salvadora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje quero desvendar para você a base do hedonismo cristão: a felicidade de Deus. Eu espero sustentar três observações das Escrituras: 1) Deus é feliz porque tem prazer nEle mesmo. 2) Deus é feliz porque é soberano. 3) A felicidade de Deus é a base do hedonismo cristão porque transborda em misericórdia para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus tem prazer nEle mesmo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, Deus é feliz porque ele tem prazer nEle mesmo. Deus seria injusto se Ele valorizasse algo mais do que o que é mais valoroso. E Ele é supremamente valioso. Se Ele não tivesse prazer infinito em sua própria glória, Ele seria injusto, porque é certo ter prazer em uma pessoa na proporção da excelência da sua glória. As Escrituras estão saturadas com textos mostrando como Deus age determinadamente por amor a sua própria glória. “Por amor de mim, por amor de mim, é que eu faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a ninguém” ( Isaías 48:11 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesma coisa aparece quando refletimos sobre o relacionamento de Deus o Pai e Deus o Filho. Existe um mistério aqui que vai além de toda compreensão humana. E eu admito que o nosso esforço teológico para descrever a auto-consciência de Deus e seu relacionamento com a Trindade são como o gaguejar da criancinha sobre seu pai. Mas mesmo da boca dos pequeninos pode sair sabedoria, se seguimos as Escrituras. As Escrituras ensinam, que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus ( João 1:1 ). E em Hebreus 1:3 fala que “ele é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser”. 2 Coríntios 4:4 fala da glória de Cristo que é a imagem de Deus. Destas passagens aprendemos que desde toda a eternidade Deus o Pai assegurou a imagem de sua glória perfeitamente representada na pessoa do seu Filho. Por isso, a melhor maneira de pensar sobre a imensa alegria de Deus em sua própria glória é pensar em como Ele tem prazer no seu Filho que é a imagem desta glória. Quando Jesus entrou no mundo, Deus o Pai disse: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo.” ( Mateus 3:17 ) Quando Deus o Pai assegura a glória de sua própria essência na pessoa do seu Filho, Ele é infinitamente feliz. “Eis aqui meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz” ( Isaías 42:1 ). Então, a primeira observação é que Deus é feliz, porque Ele tem prazer nEle mesmo, especialmente em sua natureza refletida no Seu Filho amado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é soberano  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Deus é feliz, porque Ele é soberano. O Salmo 115:3 diz: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.” A implicação deste versículo é que a soberania de Deus é seu direito e poder para fazer qualquer coisa que lhe deixe feliz. Nosso Deus está no céu – ele está sobre todas as coisas e sujeito a nada. Por isso, Ele faz qualquer coisa que lhe agrada – ele sempre age para preservar a sua felicidade máxima. Deus é feliz porque seus atos justos, que sempre são feitos por amor da sua própria glória, nunca podem ser frustrados além da vontade de Deus. Isaías 43:13: “Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Isaías 46: 10: “O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade.” Daniel 4:35: “Segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” Podemos estar certos, então, que Deus está infinitamente feliz porque ele tem o direito e o poder absoluto como Criador de ultrapassar todos os obstáculos para sua alegria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale a pena perguntar aqui, fazendo um parêntesis, como um Deus bom pode ser feliz quando o mundo está cheio de sofrimento e maldade. É uma grande e difícil pergunta. Duas coisas me ajudam. Uma é que não ajuda muito salvar a reputação de Deus dizendo que ele não é realmente responsável. Se alguém tivesse tentado me confortar em dezembro de 1974 quando minha mãe foi morta em um acidente de ônibus, dizendo: “Deus não queria que isto acontecesse; você ainda pode confiar nele, ele é bom.” Eu teria respondido, dizendo: “Meu conforto não vem de pensar que Deus é tão fraco que ele não pode evitar que as madeiras caiam em cima de uma van da Volkswagen.” Meu Deus é soberano. Ele a tomou no seu tempo determinado; e eu creio agora e um dia verei que foi bom. Porque tenho aprendido em Jesus Cristo que Deus é bom. A solução bíblica para o problema do mal não é roubar a soberania de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra observação que me ajuda nesta questão é que a atitude de Deus diante de eventos trágicos depende do foco das lentes. Deus não tem prazer na dor e no sofrimento considerados simplesmente neles mesmos. Quando sua lente está perto e focada somente nisto, ele pode estar cheio de aborrecimento e pesar. Mas quando ele abre as lentes para ver todas as conexões e efeitos de um evento, mesmo até a eternidade, o evento forma uma parte de uma estampa ou mosaico em que ele se compraz e que ele quer. Por exemplo, a morte de Cristo foi obra de Deus o Pai. “Nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido... ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar” ( Isaías 53:4,10 ).Porém, certamente , quando Deus o Pai viu a agonia do seu filho amado e a maldade que o levou a cruz, ele não teve prazer nestas coisas por elas mesmas. O pecado em si e o sofrimento do inocente em si são repugnantes para Deus. Mas de acordo com Hebreus 2:10 Deus o Pai pensou que fosse conveniente aperfeiçoar o Autor da nossa salvação por meio do sofrimento. Deus quis o que ele abomina na visão mais estreita porque na visão mais ampla da eternidade era a maneira conveniente de demonstrar sua justiça ( Romanos 3:25s) e trazer seu povo para a glória (Hebreus 2:10). Quando Deus, em sua onisciência, observa o alcance da história redentora do começo ao fim, ele se regozija no que vê. Portanto, eu concluo que nada no mundo pode frustrar a suprema felicidade de Deus. Ele tem prazer infinito na sua própria glória; e em sua soberania ele faz o que lhe agrada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A felicidade de Deus transborda em misericórdia sobre nós  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto nos leva a observação final: A felicidade de Deus é a base para o hedonismo cristão porque sua felicidade transborda em misericórdia sobre nós. Você pode imaginar como seria se Deus que reina sobre o mundo não fosse feliz? O que seria se Deus fosse dado a murmurar e fazer beicinho e depressivo como alguns Joões no pé-de-feijão gigantes lá no céu? Que seria se Deus fosse desanimado e melancólico e triste e descontente e pessimista e frustrado? Poderíamos nos juntar a Davi e dizer: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” ( Salmo 63:1 )&amp;amp;nbsp;? De maneira alguma! Nós todos nos relacionaríamos com Deus como crianças pequenas se relacionam com um pai melancólico, desanimado, descontente e frustrado. Elas não podem desfrutá-lo. Elas podem apenas tentar evitá-lo e talvez tentar trabalhar por ele para que ele se sinta melhor. Por isso, a base do hedonismo cristão é que Deus é infinitamente feliz, porque o alvo do hedonismo cristão é ser feliz em Deus, é ter prazer em Deus, é valorizar e desfrutar da comunhão com Deus. Mas as crianças não podem desfrutar da companhia do pai se ele está desanimado e deprimido e frustrado. E assim a base e o fundamento do hedonismo cristão é que Deus é o mais feliz de todos os seres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está uma outra maneira de dizê-lo. Para que um pecador possa buscar a alegria em Deus, ele precisa estar confiante de que Deus não o expulsará quando ele chegar procurando perdão e comunhão. Como podemos ser encorajados de que Deus nos tratará com misericórdia quando nos arrependermos dos nossos pecados e chegarmos buscando alegria nEle? Considere este encorajamento de Jeremias 9:24: “Eu sou o Senhor e faço misericórdia , juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” Deus mostra misericórdia porque ele tem prazer nisto. Deus não está restrito a salvar por algum princípio ou regra formal. Ele está tão cheio de vida e alegria na sua própria glória que o clímax do seu prazer é transbordar em misericórdia para nós. O motivo da nossa confiança na misericórdia de Deus é que ele é um hedonista cristão perfeito. Ele se compraz acima de todas as coisas na sua excelência divina e a sua felicidade é tão completa que se expressa no prazer que ele tem de compartilhá-la com outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escute os batimentos cardíacos do perfeito hedonista celestial em Jeremias 32: 40-41. Porque Deus faz o bem? Como ele te ama?&amp;lt;br&amp;gt;“Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. ''Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma.”&amp;lt;br&amp;gt;''Deus lhe faz o bem porque ele gosta muito de fazê-lo. Ele exerce esta atividade de amá-lo de todo o seu coração e de toda a sua alma. A felicidade de Deus transbordando em alegre amor é a base e o exemplo do hedonismo cristão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu termino com um convite. Essas promessas preciosas e incríveis do favor de Deus não pertencem a todos. Há uma condição. Não é uma condição de trabalho ou pagamento. Um Deus soberano e infinitamente feliz não precisa do seu trabalho e já possui todos os seus recursos. A condição é que você se torne um hedonista cristão – que você pare de tentar pagar ou trabalhar para ele ou correr dele, e em vez disto comece a buscar com todo o seu coração a alegria incomparável da comunhão com o Deus vivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não faz caso da força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nos músculos do guerreiro.&amp;lt;br&amp;gt;Agrada-se o Senhor dos que o temem&amp;lt;br&amp;gt;E dos que esperam na sua misericórdia.” ( Salmo 147:10 – 11 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A condição para herdar todas as promessas de Deus é que toda a esperança de felicidade que você tenha colocado em você mesmo e na sua família e no seu emprego e lazer você transfira para ele. “Agrada-te do Senhor, e ele satisfará os desejos do teu coração.” ( Salmo 37:4 )&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Se_Deus_Deseja_Enfermidade,_Pra_Que_Tentar_Erradicar%3F</id>
		<title>Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar?</title>
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				<updated>2010-04-28T14:24:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|If God Wills Disease Why Should We Try to Eradicate It?}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa pergunta se levanta de um ensino bíblico que tudo esta sobre o controle de Deus. “Meu plano realizar-se a, executarei todas as minhas vontades” Isaias 46:10. “Tudo o que o Senhor deseja ele o faz, no céu e na terra, nos mares e em todos os abismos” Salmo 135:6. [Ele] age como quer, tanto em se tratando do exercito celestial quanto em relação aos habitantes terrenos. Ninguém pode bater-lhe na mão e perguntar-lhe: Que fazeis ai?. “[ Ele] tudo realiza por um ato deliberado de sua vontade”  Efesios 1:11. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que Deus governa toda calamidade e enfermidade. Satanas e real e tem uma mao nisso, mas ele nao supremo e pode fazer somente o que Deus permitir. E Deus nao permite coisas qualquer. Ele permite coisas por uma razao. Ha uma sabedoria infinita em tudo que ele faz e permite. Entao o que ele permite e parte de seu plano do mesmo tanto do que as coisas que ele faz diretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao isso levanta a questao: Se Deus deseja enfermidade poque tentar erradicar? Isso e uma questao crucial para mim porque Eu tenho ouvido Cristaos dizerem recentemente que crer na soberanía de Deus  inibe Cristaos de trabalharem duro para erradicar doencas como a malaria e tuberculosis e cáncer e AIDS. Eles pensam que a lógica funciona assim: Se Deus soberanamente deseja todas as coisas, incluindo malaria, entao nos estaríamos lutando contra Deus a investir milhoes de dólares para achar uma maneira para curar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa nao e a lógica que a biblia ensina. E nao e o que Calvinists (amantes da omnipotencia de Deus) tem acreditado históricamente. Na verdade, amantes da soberanía de Deus tem estado entre os cientistas mais agressivos que tem ajudado  a render a criacao e a trazer debaixo do dominio do homem para seu bem_ como  Salmo 8:6 diz, “Voce tem dado ele [homem] dominio sobre os trabalhos de suas maos; voce tem colocado todas as coisas debaixo dos pes dele [homem].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lógica da Biblia diz: Agir de acordo com a “ comando,” nao de acordo com o decreto. O decreto de Deus e tudo que passa. Se Deus quizer, no vamos viver e fazer isso e aquilo” Tiago4:15. O decreto de Deus ordenou que o filho dele fosse traido Lucas22:22, ridicularizado Isaias53:3, zombado Lucas18:32, acoitado Mateus 20:19, desamparado Mateus 26:31, perfurado Joao19:37, e morto Marcos 9:31. Mas a biblia nos ensina plenamente que nos nao devemos trair, ridicularizar, zombar, acoitar, desamparar ou matar pessoas inocentes. Isso e o “comando de Deus”  Nos nao podemos olhar para a morte de Jesus, claramente da vontade de Deus, e concluir que matar Jesus e bom e que nos devemos nos juntar ao zombadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma maneira, nao podemos olhar a devastacao da malaria ou AIDS e concluir que nos devemos se ajuntar ao ranque dos indiferentes. Nao. “Ame seu próximo” e um comando de Deus Mateus22:39. “Fazei ao próximo do modo que gostaria que fizesse com voce. Mateus 7:12. “Se seu inimigo tem fome, alimente-o” e um comando de Deus Romanos 12:20. Os desastres que Deus ordena nao estao direcionados a paralizar suas pessoas com indiferenca, mas mobilizar eles com compaixao.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo ensinou que a criacao esta sujeita a futilidade Romanos 8:20, ele tambem ensinou que essa sujeicao era “na esperanca que a propia criacao seria liberta da conexao com a deterioracao  e obter a liberdade da gloria dos filhos de Deus” Nao ha razao para  Cristaos nao abrangerem esse chamado de retirada de futilidade agora. Deus ira consumar nos días que virao. Mas uma coisa boa e que derrotemos o máximo de enfermidade e sofrimento  que pudermos em nome de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na verdade, eu balancaria um cartaz agora chamando alguns de voces para entrar em vocacoes de pesquisa que podem dar os recursos para desfazer alguns das maiores doencas do mundo. Isso nao seria uma luta contra Deus. Deus esta em maior controle de pesquisas como das doencas. Voce pode ser um instrumento na mao dele. Isso pode ser o tempo marcado para o triunfo que ele deseja trazer sobre a doenca que ele ordenou. Nao tente ler a mente de Deus com seus decretos misteriosos de pragas. Faca o que ele diz. E o que ele diz e: “Faca o bem para todos” Galatas 6:10.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No desejo de aliviar sofrimentos com voce,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Se_Deus_Deseja_Enfermidade,_Pra_Que_Tentar_Erradicar</id>
		<title>Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar</title>
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				<updated>2010-04-28T14:23:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar para Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar?]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Se_Deus_Deseja_Enfermidade,_Pra_Que_Tentar_Erradicar%3F</id>
		<title>Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar?</title>
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				<updated>2010-04-28T14:23:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar para Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar?&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|If God Wills Disease Why Should We Try to Eradicate It?}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa pergunta se levanta de um ensino bíblico que tudo esta sobre o controle de Deus. “Meu plano realizar-se a, executarei todas as minhas vontades” Isaias 46:10. “Tudo o que o Senhor deseja ele o faz, no céu e na terra, nos mares e em todos os abismos” Salmo 135:6. [Ele] age como quer, tanto em se tratando do exercito celestial quanto em relação aos habitantes terrenos. Ninguém pode bater-lhe na mão e perguntar-lhe: Que fazeis ai?. “[ Ele] tudo realiza por um ato deliberado de sua vontade”  Efesios 1:11. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que Deus governa toda calamidade e enfermidade. Satanas e real e tem uma mao nisso, mas ele nao supremo e pode fazer somente o que Deus permitir. E Deus nao permite coisas qualquer. Ele permite coisas por uma razao. Ha uma sabedoria infinita em tudo que ele faz e permite. Entao o que ele permite e parte de seu plano do mesmo tanto do que as coisas que ele faz diretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao isso levanta a questao: Se Deus deseja enfermidade poque tentar erradicar? Isso e uma questao crucial para mim porque Eu tenho ouvido Cristaos dizerem recentemente que crer na soberanía de Deus  inibe Cristaos de trabalharem duro para erradicar doencas como a malaria e tuberculosis e cáncer e AIDS. Eles pensam que a lógica funciona assim: Se Deus soberanamente deseja todas as coisas, incluindo malaria, entao nos estaríamos lutando contra Deus a investir milhoes de dólares para achar uma maneira para curar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa nao e a lógica que a biblia ensina. E nao e o que Calvinists (amantes da omnipotencia de Deus) tem acreditado históricamente. Na verdade, amantes da soberanía de Deus tem estado entre os cientistas mais agressivos que tem ajudado  a render a criacao e a trazer debaixo do dominio do homem para seu bem_ como  Salmo 8:6 diz, “Voce tem dado ele [homem] dominio sobre os trabalhos de suas maos; voce tem colocado todas as coisas debaixo dos pes dele [homem].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lógica da Biblia diz: Agir de acordo com a “ comando,” nao de acordo com o decreto. O decreto de Deus e tudo que passa. Se Deus quizer, no vamos viver e fazer isso e aquilo” Tiago4:15. O decreto de Deus ordenou que o filho dele fosse traido Lucas22:22, ridicularizado Isaias53:3, zombado Lucas18:32, acoitado Mateus 20:19, desamparado Mateus 26:31, perfurado Joao19:37, e morto Marcos 9:31. Mas a biblia nos ensina plenamente que nos nao devemos trair, ridicularizar, zombar, acoitar, desamparar ou matar pessoas inocentes. Isso e o “comando de Deus”  Nos nao podemos olhar para a morte de Jesus, claramente da vontade de Deus, e concluir que matar Jesus e bom e que nos devemos nos juntar ao zombadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma maneira, nao podemos olhar a devastacao da malaria ou AIDS e concluir que nos devemos se ajuntar ao ranque dos indiferentes. Nao. “Ame seu próximo” e um comando de Deus Mateus22:39. “Fazei ao próximo do modo que gostaria que fizesse com voce. Mateus 7:12. “Se seu inimigo tem fome, alimente-o” e um comando de Deus Romanos 12:20. Os desastres que Deus ordena nao estao direcionados a paralizar suas pessoas com indiferenca, mas mobilizar eles com compaixao.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo ensinou que a criacao esta sujeita a futilidade Romanos 8:20, ele tambem ensinou que essa sujeicao era “na esperanca que a propia criacao seria liberta da conexao com a deterioracao  e obter a liberdade da gloria dos filhos de Deus” Nao ha razao para  Cristaos nao abrangerem esse chamado de retirada de futilidade agora. Deus ira consumar nos días que virao. Mas uma coisa boa e que derrotemos o máximo de enfermidade e sofrimento  que pudermos em nome de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na verdade, eu balancaria um cartaz agora chamando alguns de voces para entrar em vocacoes de pesquisa que podem dar os recursos para desfazer alguns das maiores doencas do mundo. Isso nao seria uma luta contra Deus. Deus esta em maior controle de pesquisas como das doencas. Voce pode ser um instrumento na mao dele. Isso pode ser o tempo marcado para o triunfo que ele deseja trazer sobre a doenca que ele ordenou. Nao tente ler a mente de Deus com seus decretos misteriosos de pragas. Faca o que ele diz. E o que ele diz e: “Faca o bem para todos” Galatas 6:10.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No desejo de aliviar sofrimentos com voce,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
________________________________________&lt;br /&gt;
The New Busy is not the too busy. Combine all your e-mail accounts with Hotmail. Get busy.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Se_Deus_Deseja_Enfermidade,_Pra_Que_Tentar_Erradicar%3F</id>
		<title>Se Deus Deseja Enfermidade, Pra Que Tentar Erradicar?</title>
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				<updated>2010-04-28T14:22:36Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|If God Wills Disease Why Should We Try to Eradicate It?}}  Essa pergunta se levanta de um ensino bíblico que tudo esta sobre o controle de Deus. “Meu plano realiza...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|If God Wills Disease Why Should We Try to Eradicate It?}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa pergunta se levanta de um ensino bíblico que tudo esta sobre o controle de Deus. “Meu plano realizar-se a, executarei todas as minhas vontades” Isaias 46:10. “Tudo o que o Senhor deseja ele o faz, no céu e na terra, nos mares e em todos os abismos” Salmo 135:6. [Ele] age como quer, tanto em se tratando do exercito celestial quanto em relação aos habitantes terrenos. Ninguém pode bater-lhe na mão e perguntar-lhe: Que fazeis ai?. “[ Ele] tudo realiza por um ato deliberado de sua vontade”  Efesios 1:11. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso significa que Deus governa toda calamidade e enfermidade. Satanas e real e tem uma mao nisso, mas ele nao supremo e pode fazer somente o que Deus permitir. E Deus nao permite coisas qualquer. Ele permite coisas por uma razao. Ha uma sabedoria infinita em tudo que ele faz e permite. Entao o que ele permite e parte de seu plano do mesmo tanto do que as coisas que ele faz diretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entao isso levanta a questao: Se Deus deseja enfermidade poque tentar erradicar? Isso e uma questao crucial para mim porque Eu tenho ouvido Cristaos dizerem recentemente que crer na soberanía de Deus  inibe Cristaos de trabalharem duro para erradicar doencas como a malaria e tuberculosis e cáncer e AIDS. Eles pensam que a lógica funciona assim: Se Deus soberanamente deseja todas as coisas, incluindo malaria, entao nos estaríamos lutando contra Deus a investir milhoes de dólares para achar uma maneira para curar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa nao e a lógica que a biblia ensina. E nao e o que Calvinists (amantes da omnipotencia de Deus) tem acreditado históricamente. Na verdade, amantes da soberanía de Deus tem estado entre os cientistas mais agressivos que tem ajudado  a render a criacao e a trazer debaixo do dominio do homem para seu bem_ como  Salmo 8:6 diz, “Voce tem dado ele [homem] dominio sobre os trabalhos de suas maos; voce tem colocado todas as coisas debaixo dos pes dele [homem].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lógica da Biblia diz: Agir de acordo com a “ comando,” nao de acordo com o decreto. O decreto de Deus e tudo que passa. Se Deus quizer, no vamos viver e fazer isso e aquilo” Tiago4:15. O decreto de Deus ordenou que o filho dele fosse traido Lucas22:22, ridicularizado Isaias53:3, zombado Lucas18:32, acoitado Mateus 20:19, desamparado Mateus 26:31, perfurado Joao19:37, e morto Marcos 9:31. Mas a biblia nos ensina plenamente que nos nao devemos trair, ridicularizar, zombar, acoitar, desamparar ou matar pessoas inocentes. Isso e o “comando de Deus”  Nos nao podemos olhar para a morte de Jesus, claramente da vontade de Deus, e concluir que matar Jesus e bom e que nos devemos nos juntar ao zombadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma maneira, nao podemos olhar a devastacao da malaria ou AIDS e concluir que nos devemos se ajuntar ao ranque dos indiferentes. Nao. “Ame seu próximo” e um comando de Deus Mateus22:39. “Fazei ao próximo do modo que gostaria que fizesse com voce. Mateus 7:12. “Se seu inimigo tem fome, alimente-o” e um comando de Deus Romanos 12:20. Os desastres que Deus ordena nao estao direcionados a paralizar suas pessoas com indiferenca, mas mobilizar eles com compaixao.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Paulo ensinou que a criacao esta sujeita a futilidade Romanos 8:20, ele tambem ensinou que essa sujeicao era “na esperanca que a propia criacao seria liberta da conexao com a deterioracao  e obter a liberdade da gloria dos filhos de Deus” Nao ha razao para  Cristaos nao abrangerem esse chamado de retirada de futilidade agora. Deus ira consumar nos días que virao. Mas uma coisa boa e que derrotemos o máximo de enfermidade e sofrimento  que pudermos em nome de Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na verdade, eu balancaria um cartaz agora chamando alguns de voces para entrar em vocacoes de pesquisa que podem dar os recursos para desfazer alguns das maiores doencas do mundo. Isso nao seria uma luta contra Deus. Deus esta em maior controle de pesquisas como das doencas. Voce pode ser um instrumento na mao dele. Isso pode ser o tempo marcado para o triunfo que ele deseja trazer sobre a doenca que ele ordenou. Nao tente ler a mente de Deus com seus decretos misteriosos de pragas. Faca o que ele diz. E o que ele diz e: “Faca o bem para todos” Galatas 6:10.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No desejo de aliviar sofrimentos com voce,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
________________________________________&lt;br /&gt;
The New Busy is not the too busy. Combine all your e-mail accounts with Hotmail. Get busy.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima</id>
		<title>Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima"/>
				<updated>2010-04-28T11:43:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Desfeita a edição 1305 de JoyaTeemer (Discussão)&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Pornography, Masturbation, and Other Private Misuses: A Perversion of Intimacy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa ocasião, um advogado referiu-me um cliente que havia estado envolvido em crimes sexuais. Quando o conheci, ele já havia sido encontrado, preso e indiciado. Um crente, no final de seus 50 anos de idade, viúvo, com diversos filhos que viviam fora de seu Estado. Ao tempo em que havia cometido seus crimes sexuais, sua esposa já estava morta por cerca de dez anos.&lt;br /&gt;
O casamento havia sido bastante problemático; haviam tido brigas e ele já havia sido mandado embora de sua casa. Sua esposa havia sido hospitalizada diversas vezes. Ela havia sido diagnosticada como sendo clinicamente deprimida. Durante esse tempo, o casal não havia tido relações sexuais e o homem revelou haver tido relações extra-maritais durante o tempo da hospitalização de sua esposa e isto lhe parecia fazer o caso menos questionável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse homem também disse-me haver tido diversas relações homossexuais exploratórias antes de seu casamento, durante seus últimos anos de adolescência e nos princípios de seus vinte anos de idade. Durante o tempo em que esteve casado e depois da morte de sua esposa, ele havia tido um relacionamento tão próximo e tão intenso com sua filha que cheguei a pensar ter havido algum relacionamento incestuoso, mas ele o negou. Estava claro entretanto, que sua filha lhe havia, em outras maneiras, servido como uma esposa substituta. Quando ele estava cerca de seus trinta anos de idade, sua filha decidiu mudar-se para longe. Aproximadamente um ano mais tarde, ele começou a envolver-se sexualmente com dois meninos adolescentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este caso ilustra dois aspectos do pecado sexual, os quais os conselheiros devem lembrar-se: A imoralidade é uma forma de “traição” e expressa um esquema de “deixar-se levar à deriva”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade sexual como “traição”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que queremos dizer quando descrevemos imoralidade sexual como sendo “traição”? Tipicamente pensamos em traição em termos de alguém haver tido um caso com outra pessoa além de seu conjugue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu intento aqui, é um pouco diferente. Em Efésios 5:31-32 lemos: ''“Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a uma mulher; e serão dois numa carne. Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.''”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura é bastante clara em afirmar que o casamento “tipifica” o relacionamento do crente com Cristo. Pelo fato de que Deus é o criador do relacionamento conjugal, e é o revelador das verdades concernentes à redenção e nosso relacionamento com Cristo, o significado da metáfora é autoritária. Deus mesmo cria a similaridade em vez de articular uma similaridade já existente. Os principais sujeitos da metáfora – a natureza do vínculo matrimonial e a união do crente com Cristo – interagem em maneiras que mudam ou enriquecem nosso entendimento de ambos. Minha experiência de Cristo em mim, ajuda-me a entender que tipo de esposo deva ser. Conversamente, minha experiência da união conjugal ajuda-me a compreender algo do mistério da minha união espiritual (Gálatas 2:20). Como resultado da minha experiência de união com Cristo (Efésios 4:1,20-21; 5:1), sou compelido a falar a verdade (Efésios 4:25), a edificar (Efésios 4:29), a mortificar-me (Colossenses 3:5), e a não ser controlado por meu próprio “ego”, paixões ou ira (Efésios 4:31) em meus relacionamentos, e, especialmente, em meu matrimónio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E onde o assunto do sexo cabe neste quadro? Eu acredito que tenciona estar no final da corrente das intimidades. Paulo indica que o sexo é o produto, ou a expressão (1 Coríntios 7:3-4) da união. O sexo, em si, nunca cria a união. Não é de surpreender que o mundo nos diz justamente o contrário. A sexualidade, conforme é retratada na mídia, conduz à, ou produz a intimidade, ou se divorcia inteiramente do “problema” da intimidade. De fato, como frequentemente se subentende, o melhor sexo é o sexo no anonimato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o casamento tem o propósito de retratar o relacionamento sexual como uma expressão de intenso companheirismo e intimidade, então qualquer expressão sexual, mesmo no contexto do casamento que não expresse tal união, falha em expressar a intenção Divina. A Escritura nos diz que dois se tornam um, e Deus diz que a sexualidade no casamento está suposta a ser uma expressão deste companheirismo, uma expressão e consequência dessa intimidade. Se este é o caso, então existem centenas de maridos e esposas dentro da igreja, que são funcionalmente ateístas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que caracteriza um casamento no qual existam problemas sexuais? A esposa reclama, “Meu marido chega em casa e eu não tive nenhuma classe de envolvimento com ele, nenhuma comunicação. E ele me chama, ‘Amor…’ Eu olho para ele e pergunto, ‘Quem é você? Deixe-me em paz!’ Mas ele quer fazer as coisas melhorarem por levar-me para a cama; pensa que, em assim fazendo, eu me sentirei mais perto dele.” Ainda que aqui não haja nenhuma imoralidade flagrante, existe, porém, “traição” – sexo sem intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu chamei de “traição” ao comportamento do meu cliente sexualmente criminoso, porque toda sua vida sexual – seu matrimónio, seus casos fora de seu matrimónio, mesmo o comportamento sexual pervertido que ele exibiu – foram expressões de seu desejo de experimentar sexo sem intimidade. Era preguiçoso. Não quis esforçar-se por intimidade em seus relacionamentos. Não quis esforçar-se por um relacionamento íntimo com sua esposa; portanto, o adultério. Em seguida, encontrou este relacionamento íntimo em um relacionamento conveniente com sua filha, relacionamento este do qual Deus disse não haver nenhum lugar para que ele tivesse. Eu acredito que esta foi uma das razões porquê sua filha foi-se embora. Este homem era um traidor – um enganador. Deus delineou um plano mas ele transgrediu esse plano para fazer as coisas à sua própria maneira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o aconselhava, perguntei-lhe sobre a possibilidade de casar-se de novo. Respondeu-me, “Bem… eu não quero outro casamento que venha a terminar da mesma forma que o primeiro.” Pode-se entender… mas, o que estava realmente dizendo? Na verdade, o que dizia era “Eu não quero preocupar-me com intimidade. Apenas quero os resultados da sexualidade, mas não os quero da maneira com a qual Deus deliberou que devera ser.” Depois que sua filha o deixou, este homem se apegou a dois meninos que viviam por perto e eles passaram a servir seus propósitos enganadores em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que você trate com uma pessoa engajada em um comportamento sexual ilícito, pode estar seguro que aquela pessoa é enganadora, fraudulenta. O que deseja é a gratificação sexual sem intimidade. Isto significa que, toda vez que você aconselha alguém com problemas de pornografia, um problema sexual em seu matrimónio, ou mesmo um envolvimento com alguma forma bizarra e pervertida de sexualidade, em sua raiz, esta pessoa não quer a experiência da sexualidade dentro do contexto para o qual Deus a desenhou. Tal pessoa precisa ser confrontada com o programa Divino, e este programa é a intimidade matrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Engano e egocentrismo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você aconselha pessoas que têm problemas com pornografia, uma coisa que deve ser entendida á que, pornografia, tem um alvo bastante simples: masturbação. Quando alguém produz um filme ou uma revista pornográfica (em uma indústria obviamente dirigida aos homens), o objetivo é a masturbação. Além disso, o objetivo da pornografia e da masturbação é o de criar um substituto para a responsabilidade da intimidade. Masturbação é sexo consigo mesmo. Se eu tenho sexo comigo mesmo, então já não tenho que investir em outra pessoa. Pessoas “viciadas” em pornografia não são tão viciadas em material sensacionalista, como o são, realmente, em seu próprio egocentrismo. Estão empenhadas a servirem-se e farão tudo o que podem a fim de encontrarem uma forma conveniente para não terem que morrer para si próprias, o que é, finalmente, a natureza do companheirismo em um relacionamento matrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo demonstra-se em muitas maneiras diferentes. Quando você lida com pedófilos, pessoas que são molestadores de crianças, uma das coisas interessantes que você irá notar é a tendência dessas pessoas em verem essas crianças como companheiros sexuais adultos. Elas não pensam “Estou tendo sexo com uma criança”; tendem a ver a criança como seu igual, sexualmente, fisicamente e emocionalmente. De outra maneira seria por demais indecente ver as coisas através de outra lente que não seja os seus próprios desejos e experiências. Isto seria mortificar-se, seria responsabilidade íntima, companheirismo, ou amar outra pessoa – precisamente o que não desejam fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura nos oferece o melhor modelo para entendermos essa classe de pecado sexual. A literatura psicológica oferece inumeráveis explicações para este comportamento, forjadas para deixar-lhe preocupado com a sua história, sua experiência própria ou com sua mãe. Mas, então, você não terá que encarar-se consigo mesmo e com suas próprias escolhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura, em contraste, sempre põe em foco o coração. Visto que Deus planejou a sexualidade como uma expressão de unidade, qualquer forma de perversão sexual é uma perversão do plano Divino para a intimidade. Quando você aconselha uma pessoa cujo comportamento sexual o faz sentir-se fisicamente doente, ou, alguém com uma variedade enorme de pecados sexuais no casamento, o problema sempre se volta à questão da intimidade e à raiz da intenção Divina para a sexualidade. Gênesis 2:18 (“Não é bom que o homem esteja só”) quer dizer que a sua intervenção mais básica de aconselhamento, é ensinar essa pessoa a morrer para si e a amar outros mais do que a amar a si própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interessante tangente nesse caso de estudo em particular, revela a divergência entre a explicação teologicamente bíblica e as noções seculares comuns com respeito à perversão sexual. Enquanto eu aconselhava aquele homem, recebi uma chamada telefónica de seu advogado. Ele queria que seu cliente passasse algum tempo em um centro de reabilitação para viciados sexuais, crendo que isto poderia ser favoravelmente visto pelo Juiz quando o sentenciasse. Com relutância concordei, visto não crer que essa pessoa continuasse a constituir ainda uma ameaça. Parecia que, a este ponto, este homem já estava bastante restabelecido e eu não queria vê-lo encarcerado. Eu cria que ele havia se arrependido e que estava partindo para um bom resultado de aconselhamento. Assim, concordei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que engano! Meu aconselhado não está preso; mas, para receber uma sentença favorável, teve que rotular-se como um viciado sexual e concordar em abster-se de qualquer relacionamento até que ficasse curado. O irónico, claro, é que ele estava sendo desafiado por mim, a encontrar uma intimidade legítima no contexto de um relacionamento matrimonial pela primeira vez em sua vida. Porém, por causa do rótulo de viciado sexual, o objetivo da corte foi o de mantê-lo ''fora'' de qualquer relacionamento significativo – o que era a própria raiz do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade sexual como um “deixar-se levar à deriva, ou vaguear”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da imoralidade sexual é “deixar-se vaguear”, o que eu chamo de história do coração. Permita-me dar-lhe uma ilustração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu tinha dezessete anos de idade, decidi comprar minha primeira revista pornográfica. Foi uma façanha terrível para mim. Lembro-me de haver ido a uma drogaria que tinha uma pequena seção de revistas. Esperei e verifiquei, para estar seguro, de que ninguém me espreitava. Apanhei uma revista, dobrei-a para que ninguém pudesse ver que classe de revista era. Então, caminhei de um lado para outro até que pude arrumar suficiente coragem para ir pagá-la. Justamente no momento em que eu me dirigia ao caixa no balcão, o homem que estava atendendo saiu e foi substituído por uma mulher. Imediatamente voltei-me. Devo ter gasto pelo menos uns quarenta e cinco minutos naquela drogaria tentando comprar aquela revista – mas consegui compra-la. Com o passar do tempo, pude comprar outras mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi quando então notei algo. Eu já não estava enrolando a revista. Simplesmente a tomava, caminhava em direção ao caixa e comprava! De fato, eu já estava comprando duas por vez. Até então eu as estava comprando só quando o homem estava no balcão. Mas, depois de algum tempo, já não mais me importava com quem estivesse ali. Eventualmente eu já era até mesmo capaz até de conversar com a mulher quando pagava o custo da revista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 As pessoas começam com o que eu chamo de “linha básica de uma zona de conforto” na maneira em que elas lidam com seus próprios pecados. Deus nos diz que a natureza do pecado é tal que, a medida em que nós continuamos em nossos pecados e extinguimos o Espírito, e continuamos a cauterizar nossas consciências, aquilo que originalmente era tão inconfortável para fazermos, torna-se confortável. Começamos a desviar-nos à medida que nos comprometemos. O pecado sexual normalmente começa como uma terrível experiência, com uma provocante ansiedade. Mas, por causa de nossa lascívia, nosso coração se firma contra Deus, e depois de algum tempo, essa reação desvanece. Nos sentimos em uma zona de conforto. E, se não nos arrependemos, nos deixaremos levar ainda para mais longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que eu aconselho alguém que tenha problemas sexuais, particularmente aqueles que podem ser vistos como pervertidos e bizarros, eu espero encontrar uma predisposição característica, ou uma história, que precede o problema atual. Ninguém se levanta pela manhã e diz, “Hoje, não tenho nada para fazer. Acho que vou desnudar-me!” As pessoas nunca saltam a formas extrema de pecado; as pessoas se “afastam” em direção a elas. Quando você aconselha pessoas com constantes formas de perversões sexuais, você pode assumir que ela, ou ele, tem uma longa história de imoralidades que dificilmente serão expostas a menos que, persistentemente, você inquira. Tipicamente, quando você pergunta a tais pessoas o que elas fizeram, elas lhe dirão. Mas quando você pergunta, “O que mais que você fez? Que lhe trouxe a esta situação?”. Elas responderão, “Isto é tudo. Eu não fiz nada mais.” Persista em inquirir. Invariavelmente, quando você dedica suficiente tempo com tais pessoas, você começará a perceber uma história de concessões que fizeram com que o último acontecimento não tenha sido simplesmente um salto repentino, mas apenas um pequeno passo. Em termos de pecados sexuais, a pessoa já se havia desviado muito longe dos valores morais de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Deixar-se levar à deriva” pelo pecado, é como ir à praia e cair no sono em uma jangada no mar. Repentinamente, o seu sono será perturbado pelo apito estridente do salva-vidas. Enquanto você se desperta com o apitar persistente e aborrecedor, você se pergunta, “A quem este idiota está apitando?” E você olha ao redor e descobre ser a você mesmo! Você não planejou esta situação, mas ao olhar em direção à praia, descobre que as pessoas parecem-se como pequenos pontos na areia porque você deixou-se levar pelo mar. Esta é a maneira de como o pecado funciona. O pecado sempre tem uma história. Mas lembre-se que Deus também tem sempre uma história com nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A solução Divina para o caso de “deixar-se levar à deriva”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta história chama-se santificação. Santificação é, ao mesmo tempo, completamente posicional e dinamicamente progressiva. Salmo 119:9-11, lemos: ''“Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. De todo o coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.''” Em João 17:14-19, Jesus ora ao Pai, “''Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal. Não são do mundo como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa que se deixa levar à deriva, vive em um mundo de concessões morais. Está continuamente concentrada em seus próprios pensamentos, elaborando seus próprios esquemas. Mas o crente é chamado para santificar-se por meditar na Palavra de Deus. Essa é a solução Divina para os pecados sexuais que perturbam e atormentam a tantas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia não diz nada concernente à masturbação porque não necessita. O problema com a masturbação não é a masturbação em si mas a condição do coração do indivíduo. A Escritura não é inadequada como alguns dizem ser, por não articular com respeito ao mecanismo comportamental e como lidar com o assunto. Deus diz que, se o meu coração pode manter-se puro por meditar continuamente em Sua Palavra, no contexto de Sua obra santificadora, eu então terei o poder de vencer as tentações que me levam à indulgência, à pornografia, ou à masturbação.   &lt;br /&gt;
          &lt;br /&gt;
Muitos buscam aconselhamento por que estão centralizados em seus problemas. Procuram meios técnicos que os mantenham fora do envolvimento com certos comportamentos. Esperam um curso intensivo que os façam capazes de utilizarem-se de Deus para poderem vencer um pecado em particular. Podemos entender este desejo para uma solução rápida, mas não existe forma técnica, mecanismo – psicológico, espiritual ou de outra forma – que lhes possam impedir de que se envolvam com pornografia ou com masturbação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Palavra santificadora de Deus ainda não está operando estavelmente em tais pessoas aconselhadas, assim que, em uma crise, descobrem que não estão preparadas para lidar com o pecado. Esperam encontrar uma solução rápida que passe por cima da contínua operação da Palavra através da obra do Espírito. Em essência, o que estão a dizer é, “Depressa! Eu necessito um pouquinho de Deus nesta situação. Estou realmente atribulado neste momento.”   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conselheiro, você não poderá dar a ninguém algo que Deus lentamente aperfeiçoa dia a dia. Tudo o que você poderá compartilhar é informação bíblica. O que as pessoas realmente necessitam é sabedoria. Sabedoria, porém, é aquilo que Deus aplica a suas vidas através de Sua Palavra. Em meio a uma crise, tudo o que o conselheiro pode fazer é encorajar a pessoa ao princípio de um processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''“Separado” para Deus ou para o mundo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que lidamos com o pecado sexual torna-se deveras importante, que saibamos reconhecer outro fator em operação. O que a Bíblia chama de “o mundo”, é um sistema de valores e de crenças que buscam, agressivamente, controlar nossos corações. O mundo também tem (se é que posso usar esta expressão) uma influência “santificadora” pois que busca separar-nos para si mesmo em contraste com o desejo de Deus de separar-nos para Si. Uma pessoa que venha buscando aconselhamento por causa de seus pecados sexuais, é alguém que tem sido “separada” pelo mundo e que tem-se permitido satisfazer-se continuamente naquelas coisas que lhe são oferecidas pelo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos voltar-nos ao fato bíblico de que o pecado sexual é um ato espiritual e não, primariamente, físico. Sempre envolve o espírito do homem em concerto com a vontade de Deus, comunhão com o Espírito Santo, ou, em rebelião contra a vontade de Deus e empurrando o Espírito Santo para longe do caminho. O mundo quer ignorar esta dimensão espiritual e apresentar a sexualidade como um ato biológico caracterizado pelo acúmulo da tensão sexual, e sua necessária emissão, ou escape. Quando a pressão se acumula, o mundo nos diz que somos impotentes para resistir. Mesmo homens crentes chegam a pensar dessa maneira e erroneamente citam I Coríntios 7:1-8, sustentando o argumento de que o casamento é a solução para essa paixão sexual: “Paulo diz que é melhor casar-se do que abrasar-se.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, como muitos homens casados têm descoberto, a carne é insaciável. Ela não opera sob o princípio de reduzir a tensão. O coração do homem procura o mal insaciavelmente. Como Jeremias 17:9 resume, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” Esse é o problema que o pecado sexual revela e que a Palavra de Deus trata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesse sentido que quando eu olho nas Escrituras, encontro por toda parte referências a essa questão de porneia; o assunto da pornografia, perversão sexual, molestadores sexuais de crianças, pedofilia, e um sem número de outras coisas nas quais as pessoas caem. A Bíblia tem muito a dizer concernente a essas coisas, mas não de um ponto de vista técnico; a questão não é uma de técnicas psicológicas. A questão é que Deus deseja que a sexualidade seja uma expressão de comunhão e intimidade. É uma metáfora da nossa relação com Cristo. Parece que encontramos todas as maneiras de burlar essa realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sexualidade é um ato espiritual, não um fato biológico. Não é uma questão de lidarmos com nossos impulsos mas, sim, de santificar nossos corações. Quando você aconselha as pessoas, tenha isso diante de sua mente. Frequentemente, quando as pessoas buscam aconselhamento, elas estão terrivelmente desapontadas porque querem uma solução que não lhes obrigue a submeter suas vontades ao Espírito Santo. Simplesmente falando, a maneira que abordam seu problema, é, em si, o próprio problema. Quando você trabalha com elas, você se verá bem sucedido quando consiga ajuda-las a reconhecer que a única solução é o que diz o salmista – que se eu guardar a Palavra de Deus em meu coração, eu não pecarei contra Ele.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima</id>
		<title>Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima"/>
				<updated>2010-04-28T11:40:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Pornography, Masturbation, and Other Private Misuses: A Perversion of Intimacy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa ocasião, um advogado referiu-me um cliente que havia estado envolvido em crimes sexuais. Quando o conheci, ele já havia sido encontrado, preso e indiciado. Um crente, no final de seus 50 anos de idade, viúvo, com diversos filhos que viviam fora de seu Estado. Ao tempo em que havia cometido seus crimes sexuais, sua esposa já estava morta por cerca de dez anos.&lt;br /&gt;
O casamento havia sido bastante problemático; haviam tido brigas e ele já havia sido mandado embora de sua casa. Sua esposa havia sido hospitalizada diversas vezes. Ela havia sido diagnosticada como sendo clinicamente deprimida. Durante esse tempo, o casal não havia tido relações sexuais e o homem revelou haver tido relações extra-maritais durante o tempo da hospitalização de sua esposa e isto lhe parecia fazer o caso menos questionável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse homem também disse-me haver tido diversas relações homossexuais exploratórias antes de seu casamento, durante seus últimos anos de adolescência e nos princípios de seus vinte anos de idade. Durante o tempo em que esteve casado e depois da morte de sua esposa, ele havia tido um relacionamento tão próximo e tão intenso com sua filha que cheguei a pensar ter havido algum relacionamento incestuoso, mas ele o negou. Estava claro entretanto, que sua filha lhe havia, em outras maneiras, servido como uma esposa substituta. Quando ele estava cerca de seus trinta anos de idade, sua filha decidiu mudar-se para longe. Aproximadamente um ano mais tarde, ele começou a envolver-se sexualmente com dois meninos adolescentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este caso ilustra dois aspectos do pecado sexual, os quais os conselheiros devem lembrar-se: A imoralidade é uma forma de “traição” e expressa um esquema de “deixar-se levar à deriva”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade sexual como “traição”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que queremos dizer quando descrevemos imoralidade sexual como sendo “traição”? Tipicamente pensamos em traição em termos de alguém haver tido um caso com outra pessoa além de seu conjugue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu intento aqui, é um pouco diferente. Em Efésios 5:31-32 lemos: ''“Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a uma mulher; e serão dois numa carne. Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.''”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura é bastante clara em afirmar que o casamento “tipifica” o relacionamento do crente com Cristo. Pelo fato de que Deus é o criador do relacionamento conjugal, e é o revelador das verdades concernentes à redenção e nosso relacionamento com Cristo, o significado da metáfora é autoritária. Deus mesmo cria a similaridade em vez de articular uma similaridade já existente. Os principais sujeitos da metáfora – a natureza do vínculo matrimonial e a união do crente com Cristo – interagem em maneiras que mudam ou enriquecem nosso entendimento de ambos. Minha experiência de Cristo em mim, ajuda-me a entender que tipo de esposo deva ser. Conversamente, minha experiência da união conjugal ajuda-me a compreender algo do mistério da minha união espiritual (Gálatas 2:20). Como resultado da minha experiência de união com Cristo (Efésios 4:1,20-21; 5:1), sou compelido a falar a verdade (Efésios 4:25), a edificar (Efésios 4:29), a mortificar-me (Efésios 5:2), e a não ser controlado por meu próprio “ego”, paixões ou ira (Efésios 4:31) em meus relacionamentos, e, especialmente, em meu matrimónio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E onde o assunto do sexo cabe neste quadro? Eu acredito que tenciona estar no final da corrente das intimidades. Paulo indica que o sexo é o produto, ou a expressão (1 Coríntios 7:3-4) da união. O sexo, em si, nunca cria a união. Não é de surpreender que o mundo nos diz justamente o contrário. A sexualidade, conforme é retratada na mídia, conduz à, ou produz a intimidade, ou se divorcia inteiramente do “problema” da intimidade. De fato, como frequentemente se subentende, o melhor sexo é o sexo no anonimato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o casamento tem o propósito de retratar o relacionamento sexual como uma expressão de intenso companheirismo e intimidade, então qualquer expressão sexual, mesmo no contexto do casamento que não expresse tal união, falha em expressar a intenção Divina. A Escritura nos diz que dois se tornam um, e Deus diz que a sexualidade no casamento está suposta a ser uma expressão deste companheirismo, uma expressão e consequência dessa intimidade. Se este é o caso, então existem centenas de maridos e esposas dentro da igreja, que são funcionalmente ateístas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que caracteriza um casamento no qual existam problemas sexuais? A esposa reclama, “Meu marido chega em casa e eu não tive nenhuma classe de envolvimento com ele, nenhuma comunicação. E ele me chama, ‘Amor…’ Eu olho para ele e pergunto, ‘Quem é você? Deixe-me em paz!’ Mas ele quer fazer as coisas melhorarem por levar-me para a cama; pensa que, em assim fazendo, eu me sentirei mais perto dele.” Ainda que aqui não haja nenhuma imoralidade flagrante, existe, porém, “traição” – sexo sem intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu chamei de “traição” ao comportamento do meu cliente sexualmente criminoso, porque toda sua vida sexual – seu matrimónio, seus casos fora de seu matrimónio, mesmo o comportamento sexual pervertido que ele exibiu – foram expressões de seu desejo de experimentar sexo sem intimidade. Era preguiçoso. Não quis esforçar-se por intimidade em seus relacionamentos. Não quis esforçar-se por um relacionamento íntimo com sua esposa; portanto, o adultério. Em seguida, encontrou este relacionamento íntimo em um relacionamento conveniente com sua filha, relacionamento este do qual Deus disse não haver nenhum lugar para que ele tivesse. Eu acredito que esta foi uma das razões porquê sua filha foi-se embora. Este homem era um traidor – um enganador. Deus delineou um plano mas ele transgrediu esse plano para fazer as coisas à sua própria maneira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o aconselhava, perguntei-lhe sobre a possibilidade de casar-se de novo. Respondeu-me, “Bem… eu não quero outro casamento que venha a terminar da mesma forma que o primeiro.” Pode-se entender… mas, o que estava realmente dizendo? Na verdade, o que dizia era “Eu não quero preocupar-me com intimidade. Apenas quero os resultados da sexualidade, mas não os quero da maneira com a qual Deus deliberou que devera ser.” Depois que sua filha o deixou, este homem se apegou a dois meninos que viviam por perto e eles passaram a servir seus propósitos enganadores em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que você trate com uma pessoa engajada em um comportamento sexual ilícito, pode estar seguro que aquela pessoa é enganadora, fraudulenta. O que deseja é a gratificação sexual sem intimidade. Isto significa que, toda vez que você aconselha alguém com problemas de pornografia, um problema sexual em seu matrimónio, ou mesmo um envolvimento com alguma forma bizarra e pervertida de sexualidade, em sua raiz, esta pessoa não quer a experiência da sexualidade dentro do contexto para o qual Deus a desenhou. Tal pessoa precisa ser confrontada com o programa Divino, e este programa é a intimidade matrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Engano e egocentrismo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você aconselha pessoas que têm problemas com pornografia, uma coisa que deve ser entendida á que, pornografia, tem um alvo bastante simples: masturbação. Quando alguém produz um filme ou uma revista pornográfica (em uma indústria obviamente dirigida aos homens), o objetivo é a masturbação. Além disso, o objetivo da pornografia e da masturbação é o de criar um substituto para a responsabilidade da intimidade. Masturbação é sexo consigo mesmo. Se eu tenho sexo comigo mesmo, então já não tenho que investir em outra pessoa. Pessoas “viciadas” em pornografia não são tão viciadas em material sensacionalista, como o são, realmente, em seu próprio egocentrismo. Estão empenhadas a servirem-se e farão tudo o que podem a fim de encontrarem uma forma conveniente para não terem que morrer para si próprias, o que é, finalmente, a natureza do companheirismo em um relacionamento matrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo demonstra-se em muitas maneiras diferentes. Quando você lida com pedófilos, pessoas que são molestadores de crianças, uma das coisas interessantes que você irá notar é a tendência dessas pessoas em verem essas crianças como companheiros sexuais adultos. Elas não pensam “Estou tendo sexo com uma criança”; tendem a ver a criança como seu igual, sexualmente, fisicamente e emocionalmente. De outra maneira seria por demais indecente ver as coisas através de outra lente que não seja os seus próprios desejos e experiências. Isto seria mortificar-se, seria responsabilidade íntima, companheirismo, ou amar outra pessoa – precisamente o que não desejam fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura nos oferece o melhor modelo para entendermos essa classe de pecado sexual. A literatura psicológica oferece inumeráveis explicações para este comportamento, forjadas para deixar-lhe preocupado com a sua história, sua experiência própria ou com sua mãe. Mas, então, você não terá que encarar-se consigo mesmo e com suas próprias escolhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura, em contraste, sempre põe em foco o coração. Visto que Deus planejou a sexualidade como uma expressão de unidade, qualquer forma de perversão sexual é uma perversão do plano Divino para a intimidade. Quando você aconselha uma pessoa cujo comportamento sexual o faz sentir-se fisicamente doente, ou, alguém com uma variedade enorme de pecados sexuais no casamento, o problema sempre se volta à questão da intimidade e à raiz da intenção Divina para a sexualidade. Gênesis 2:18 (“Não é bom que o homem esteja só”) quer dizer que a sua intervenção mais básica de aconselhamento, é ensinar essa pessoa a morrer para si e a amar outros mais do que a amar a si própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interessante tangente nesse caso de estudo em particular, revela a divergência entre a explicação teologicamente bíblica e as noções seculares comuns com respeito à perversão sexual. Enquanto eu aconselhava aquele homem, recebi uma chamada telefónica de seu advogado. Ele queria que seu cliente passasse algum tempo em um centro de reabilitação para viciados sexuais, crendo que isto poderia ser favoravelmente visto pelo Juiz quando o sentenciasse. Com relutância concordei, visto não crer que essa pessoa continuasse a constituir ainda uma ameaça. Parecia que, a este ponto, este homem já estava bastante restabelecido e eu não queria vê-lo encarcerado. Eu cria que ele havia se arrependido e que estava partindo para um bom resultado de aconselhamento. Assim, concordei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que engano! Meu aconselhado não está preso; mas, para receber uma sentença favorável, teve que rotular-se como um viciado sexual e concordar em abster-se de qualquer relacionamento até que ficasse curado. O irónico, claro, é que ele estava sendo desafiado por mim, a encontrar uma intimidade legítima no contexto de um relacionamento matrimonial pela primeira vez em sua vida. Porém, por causa do rótulo de viciado sexual, o objetivo da corte foi o de mantê-lo ''fora'' de qualquer relacionamento significativo – o que era a própria raiz do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade sexual como um “deixar-se levar à deriva, ou vaguear”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da imoralidade sexual é “deixar-se vaguear”, o que eu chamo de história do coração. Permita-me dar-lhe uma ilustração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu tinha dezessete anos de idade, decidi comprar minha primeira revista pornográfica. Foi uma façanha terrível para mim. Lembro-me de haver ido a uma drogaria que tinha uma pequena seção de revistas. Esperei e verifiquei, para estar seguro, de que ninguém me espreitava. Apanhei uma revista, dobrei-a para que ninguém pudesse ver que classe de revista era. Então, caminhei de um lado para outro até que pude arrumar suficiente coragem para ir pagá-la. Justamente no momento em que eu me dirigia ao caixa no balcão, o homem que estava atendendo saiu e foi substituído por uma mulher. Imediatamente voltei-me. Devo ter gasto pelo menos uns quarenta e cinco minutos naquela drogaria tentando comprar aquela revista – mas consegui compra-la. Com o passar do tempo, pude comprar outras mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi quando então notei algo. Eu já não estava enrolando a revista. Simplesmente a tomava, caminhava em direção ao caixa e comprava! De fato, eu já estava comprando duas por vez. Até então eu as estava comprando só quando o homem estava no balcão. Mas, depois de algum tempo, já não mais me importava com quem estivesse ali. Eventualmente eu já era até mesmo capaz até de conversar com a mulher quando pagava o custo da revista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 As pessoas começam com o que eu chamo de “linha básica de uma zona de conforto” na maneira em que elas lidam com seus próprios pecados. Deus nos diz que a natureza do pecado é tal que, a medida em que nós continuamos em nossos pecados e extinguimos o Espírito, e continuamos a cauterizar nossas consciências, aquilo que originalmente era tão inconfortável para fazermos, torna-se confortável. Começamos a desviar-nos à medida que nos comprometemos. O pecado sexual normalmente começa como uma terrível experiência, com uma provocante ansiedade. Mas, por causa de nossa lascívia, nosso coração se firma contra Deus, e depois de algum tempo, essa reação desvanece. Nos sentimos em uma zona de conforto. E, se não nos arrependemos, nos deixaremos levar ainda para mais longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que eu aconselho alguém que tenha problemas sexuais, particularmente aqueles que podem ser vistos como pervertidos e bizarros, eu espero encontrar uma predisposição característica, ou uma história, que precede o problema atual. Ninguém se levanta pela manhã e diz, “Hoje, não tenho nada para fazer. Acho que vou desnudar-me!” As pessoas nunca saltam a formas extrema de pecado; as pessoas se “afastam” em direção a elas. Quando você aconselha pessoas com constantes formas de perversões sexuais, você pode assumir que ela, ou ele, tem uma longa história de imoralidades que dificilmente serão expostas a menos que, persistentemente, você inquira. Tipicamente, quando você pergunta a tais pessoas o que elas fizeram, elas lhe dirão. Mas quando você pergunta, “O que mais que você fez? Que lhe trouxe a esta situação?”. Elas responderão, “Isto é tudo. Eu não fiz nada mais.” Persista em inquirir. Invariavelmente, quando você dedica suficiente tempo com tais pessoas, você começará a perceber uma história de concessões que fizeram com que o último acontecimento não tenha sido simplesmente um salto repentino, mas apenas um pequeno passo. Em termos de pecados sexuais, a pessoa já se havia desviado muito longe dos valores morais de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Deixar-se levar à deriva” pelo pecado, é como ir à praia e cair no sono em uma jangada no mar. Repentinamente, o seu sono será perturbado pelo apito estridente do salva-vidas. Enquanto você se desperta com o apitar persistente e aborrecedor, você se pergunta, “A quem este idiota está apitando?” E você olha ao redor e descobre ser a você mesmo! Você não planejou esta situação, mas ao olhar em direção à praia, descobre que as pessoas parecem-se como pequenos pontos na areia porque você deixou-se levar pelo mar. Esta é a maneira de como o pecado funciona. O pecado sempre tem uma história. Mas lembre-se que Deus também tem sempre uma história com nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A solução Divina para o caso de “deixar-se levar à deriva”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta história chama-se santificação. Santificação é, ao mesmo tempo, completamente posicional e dinamicamente progressiva. Salmo 119:9-11, lemos: ''“Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. De todo o coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.''” Em João 17:14-19, Jesus ora ao Pai, “''Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal. Não são do mundo como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa que se deixa levar à deriva, vive em um mundo de concessões morais. Está continuamente concentrada em seus próprios pensamentos, elaborando seus próprios esquemas. Mas o crente é chamado para santificar-se por meditar na Palavra de Deus. Essa é a solução Divina para os pecados sexuais que perturbam e atormentam a tantas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia não diz nada concernente à masturbação porque não necessita. O problema com a masturbação não é a masturbação em si mas a condição do coração do indivíduo. A Escritura não é inadequada como alguns dizem ser, por não articular com respeito ao mecanismo comportamental e como lidar com o assunto. Deus diz que, se o meu coração pode manter-se puro por meditar continuamente em Sua Palavra, no contexto de Sua obra santificadora, eu então terei o poder de vencer as tentações que me levam à indulgência, à pornografia, ou à masturbação.   &lt;br /&gt;
          &lt;br /&gt;
Muitos buscam aconselhamento por que estão centralizados em seus problemas. Procuram meios técnicos que os mantenham fora do envolvimento com certos comportamentos. Esperam um curso intensivo que os façam capazes de utilizarem-se de Deus para poderem vencer um pecado em particular. Podemos entender este desejo para uma solução rápida, mas não existe forma técnica, mecanismo – psicológico, espiritual ou de outra forma – que lhes possam impedir de que se envolvam com pornografia ou com masturbação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Palavra santificadora de Deus ainda não está operando estavelmente em tais pessoas aconselhadas, assim que, em uma crise, descobrem que não estão preparadas para lidar com o pecado. Esperam encontrar uma solução rápida que passe por cima da contínua operação da Palavra através da obra do Espírito. Em essência, o que estão a dizer é, “Depressa! Eu necessito um pouquinho de Deus nesta situação. Estou realmente atribulado neste momento.”   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conselheiro, você não poderá dar a ninguém algo que Deus lentamente aperfeiçoa dia a dia. Tudo o que você poderá compartilhar é informação bíblica. O que as pessoas realmente necessitam é sabedoria. Sabedoria, porém, é aquilo que Deus aplica a suas vidas através de Sua Palavra. Em meio a uma crise, tudo o que o conselheiro pode fazer é encorajar a pessoa ao princípio de um processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''“Separado” para Deus ou para o mundo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que lidamos com o pecado sexual torna-se deveras importante, que saibamos reconhecer outro fator em operação. O que a Bíblia chama de “o mundo”, é um sistema de valores e de crenças que buscam, agressivamente, controlar nossos corações. O mundo também tem (se é que posso usar esta expressão) uma influência “santificadora” pois que busca separar-nos para si mesmo em contraste com o desejo de Deus de separar-nos para Si. Uma pessoa que venha buscando aconselhamento por causa de seus pecados sexuais, é alguém que tem sido “separada” pelo mundo e que tem-se permitido satisfazer-se continuamente naquelas coisas que lhe são oferecidas pelo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos voltar-nos ao fato bíblico de que o pecado sexual é um ato espiritual e não, primariamente, físico. Sempre envolve o espírito do homem em concerto com a vontade de Deus, comunhão com o Espírito Santo, ou, em rebelião contra a vontade de Deus e empurrando o Espírito Santo para longe do caminho. O mundo quer ignorar esta dimensão espiritual e apresentar a sexualidade como um ato biológico caracterizado pelo acúmulo da tensão sexual, e sua necessária emissão, ou escape. Quando a pressão se acumula, o mundo nos diz que somos impotentes para resistir. Mesmo homens crentes chegam a pensar dessa maneira e erroneamente citam I Coríntios 7:1-8, sustentando o argumento de que o casamento é a solução para essa paixão sexual: “Paulo diz que é melhor casar-se do que abrasar-se.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, como muitos homens casados têm descoberto, a carne é insaciável. Ela não opera sob o princípio de reduzir a tensão. O coração do homem procura o mal insaciavelmente. Como Jeremias 17:9 resume, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” Esse é o problema que o pecado sexual revela e que a Palavra de Deus trata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesse sentido que quando eu olho nas Escrituras, encontro por toda parte referências a essa questão de porneia; o assunto da pornografia, perversão sexual, molestadores sexuais de crianças, pedofilia, e um sem número de outras coisas nas quais as pessoas caem. A Bíblia tem muito a dizer concernente a essas coisas, mas não de um ponto de vista técnico; a questão não é uma de técnicas psicológicas. A questão é que Deus deseja que a sexualidade seja uma expressão de comunhão e intimidade. É uma metáfora da nossa relação com Cristo. Parece que encontramos todas as maneiras de burlar essa realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sexualidade é um ato espiritual, não um fato biológico. Não é uma questão de lidarmos com nossos impulsos mas, sim, de santificar nossos corações. Quando você aconselha as pessoas, tenha isso diante de sua mente. Frequentemente, quando as pessoas buscam aconselhamento, elas estão terrivelmente desapontadas porque querem uma solução que não lhes obrigue a submeter suas vontades ao Espírito Santo. Simplesmente falando, a maneira que abordam seu problema, é, em si, o próprio problema. Quando você trabalha com elas, você se verá bem sucedido quando consiga ajuda-las a reconhecer que a única solução é o que diz o salmista – que se eu guardar a Palavra de Deus em meu coração, eu não pecarei contra Ele.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Nove Marcas de uma Igreja Saudável/ Pregação Expositiva</title>
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				<updated>2010-04-22T18:27:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Nove Marcas de uma Igreja Saudável/ Pregação Expositiva para Nove Marcas de uma Igreja Saudável/Pregação Expositiva&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Nove Marcas de uma Igreja Saudável/Pregação Expositiva]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Nove Marcas de uma Igreja Saudável/Pregação Expositiva</title>
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				<updated>2010-04-22T18:27:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Nove Marcas de uma Igreja Saudável/ Pregação Expositiva para Nove Marcas de uma Igreja Saudável/Pregação Expositiva&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Nine Marks of a Healthy Church/Expositional Preaching}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Definição de pregação expositiva====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos começar por onde Deus começou – Ele falou conosco.  É assim que adquirimos nossa saúde espiritual, e é assim também que a saúde de nossas igrejas será adquirida.  Algo especialmente importante para qualquer líder na igreja, mas particularmente para o pastor da igreja é um compromisso com a pregação expositiva, um dos mais antigos métodos de pregação. Isto é uma pregação que tem como objetivo expor o que uma passagem das escrituras diz, explicar o seu significado cuidadosamente e aplicá-lo à congregação (veja Neemias 8.8). &lt;br /&gt;
Existem, logicamente, outros tipos de pregações. Sermões tópicos, por exemplo, aglomeram todos os ensinamentos das Escrituras sobre um assunto, como oração ou finanças. A pregação biográfica pega a vida de um personagem bíblico e a expõe como um retrato da graça de Deus e um exemplo de esperança e fidelidade. Contudo, a pregação expositiva é algo diferente – é uma explicação e aplicação de uma porção específica da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
Pregação expositiva não é fundamentalmente uma questão de estilo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pregação expositiva pressupõe a crença na autoridade das Escrituras, mas vai um pouco além disso. Um compromisso com a pregação expositiva é um compromisso com a Palavra de Deus. Assim como os profetas do Antigo Testamento e apóstolos do Novo Testamento não só foram comissionados a irem e pregarem, mas irem e pregarem uma mensagem específica, pregadores de hoje tem autoridade para falar da parte de Deus contanto que eles falem as palavras dEle. Portanto, a autoridade de um pregador expositivo começa e termina nas Escrituras. Às vezes as pessoas podem confundir pregação expositiva com o estilo de um pregador expositivo de sua preferência. Contudo, a pregação expositiva não é fundamentalmente uma questão de estilo. Como outros têm observado, a pregação expositiva, em última análise, não é tanto a maneira como dizemos aquilo que dizemos, mas sim, como decidimos o que dizer. Não é marcada por uma forma específica, mas sim por um conteúdo bíblico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Submissão à Palavra de Deus ao invés da sabedoria do pregador====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pregador pode aceitar com alegria a autoridade da Palavra de Deus e professar a crença na inerrância da Bíblia. Contudo, se este pregador, na prática, mesmo sem intenção, não prega expositivamente, ele nunca pregará além do que ele já sabe. Um pregador pode pegar uma porção das Escrituras e exortar a congregação em um tópico importante sem realmente pregar o ponto principal da passagem. Quando isto ocorre, tanto o pregador quanto a congregação ouvem nas Escrituras apenas aquilo que já sabiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, quando pregamos uma passagem das Escrituras no contexto de forma expositiva, tomando o foco da passagem como o foco da mensagem, ouvimos de Deus coisas que não tínhamos a intenção de ouvir quando começamos. Desde o apelo inicial ao arrependimento até a área de nossas vidas cujo Espírito Santo tem recentemente nos confrontado, toda a nossa salvação consiste em ouvir a Deus de maneiras que antes de ouvi-lo nunca iríamos adivinhar. Esta submissão muito prática à Palavra de Deus precisa ser evidente no ministério de um pregador. Não se equivoquem nisso: em última análise, a responsabilidade de assegurar isto é da congregação (veja a responsabilidade que Jesus dá a congregação em Mateus 18, ou que Paulo dá em II Tm 4). Uma igreja jamais deveria dar a autoridade espiritual de supervisionar o rebanho a uma pessoa que não demonstra compromisso em ouvir e pregar a Palavra de Deus. Isto irá barrar o crescimento da igreja, praticamente encorajando seu crescimento apenas até o nível do pastor. Neste caso, a igreja irá gradualmente se conformar com a mente dele, ao invés de conformar-se com a mente de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus sempre criou Seu povo através da Sua Palavra====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O povo de Deus sempre foi criado pela Palavra de Deus, desde a criação em Gênesis 1 até o chamado de Abraão em Gênesis 12. Da visão do vale dos ossos secos em Ezequiel 37 até a vinda da Palavra viva, Deus sempre criou Seu povo através da Sua Palavra. Como Paulo escreveu aos Romanos: “a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a Palavra de Cristo” (10.17). Ou como Paulo escreveu aos Coríntios: “Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem pela loucura da pregação” (1 Co 1.21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pregação expositiva sadia muitas vezes é a fonte de crescimento da igreja. Na experiência de Martinho Lutero, esta atenção cautelosa à Palavra de Deus deu início à reforma. Nós também devemos nos comprometer a sermos igrejas que estão continuamente se reformando com a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, quando dei um workshop de um dia sobre puritanismo em uma igreja em Londres, mencionei que os sermões dos puritanos às vezes duravam cerca de duas horas. Ouvindo isso, alguém se assustou e perguntou: “Quanto tempo restou para o louvor?” A idéia era que ouvir a palavra de Deus pregada não constituía em louvor. Respondi que muitos cristãos ingleses protestantes teriam considerado ouvir a palavra de Deus em sua própria língua e aplicá-la em suas vidas como parte essencial do louvor. Estavam pouco preocupados se teriam tempo para cantarem juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A centralidade da Palavra de Deus pregada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas igrejas precisam restaurar a centralidade da Palavra de Deus em nossa adoração. Ouvir a Palavra de Deus e aplicá-la pode incluir louvor, gratidão, confissão e proclamação que podem fazer parte de uma música, mas não necessariamente. Uma igreja construída em música, seja de qualquer tipo, é uma igreja construída na areia. A pregação é o componente fundamental do pastoreio. Ore por seu pastor para que ele se comprometa em estudar as Escrituras diligentemente, cautelosamente e fervorosamente. Ore também para que Deus o direcione no entendimento da Palavra, em aplicá-la em sua própria vida, e em aplicá-la para a igreja (veja Lucas 24.27; Atos 6.4; Efésios 6.19-20). Se você é um pastor, inclua estas coisas em suas orações.  Ore também por outros que pregam e ensinam a Palavra de Deus. Finalmente, ore para que nossas igrejas tenham um compromisso em ouvir a Palavra de Deus pregada de forma expositiva para que as prioridades da igreja estejam cada vez mais alinhadas com as prioridades de Deus nas Escrituras. O compromisso com a pregação expositiva é uma marca de uma igreja saudável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Perguntas para refletir:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Leia Neemias 8.7-8. O que a Bíblia diz que os Levitas faziam para o povo enquanto liam o Livro da Lei? No versículo 12, está escrito que depois da assembléia, as pessoas celebraram com grande alegria. De acordo com a passagem, por que estavam celebrando?&lt;br /&gt;
#O autor define pregação expositiva como uma explicação e aplicação de uma porção específica da Palavra de Deus. Reescreva esta definição com suas próprias palavras. O que diferencia a pregação expositiva dos outros tipos de pregação como a pregação tópica ou biográfica?&lt;br /&gt;
#Em Atos 20.27, Paulo fala aos Efésios que ele trabalhou para proclamar-lhes “toda a verdade de Deus.” Reconhecendo que o nosso trabalho como líderes das igrejas é de fazer o mesmo para o nosso povo, de que forma a pregação expositiva pode nos beneficiar em nosso esforço de apresentar toda a verdade de Deus para as pessoas. Que perigo há se nós não tomarmos o foco da passagem como o foco da nossa mensagem?&lt;br /&gt;
#Desde Genesis 1 até o novo testamento, Deus sempre criou o Seu povo pela Sua Palavra. Leia Romanos 10.17 e I Coríntios 1.21. O que Deus usa para levar Seu povo à fé salvadora em Cristo? O que isso nos diz sobre o zelo que devemos ter com a Palavra de Deus em nossas igrejas? Como este zelo deve ser apresentado em nossas pregações?&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima</id>
		<title>Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima</title>
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				<updated>2010-04-21T18:21:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Pornography, Masturbation, and Other Private Misuses: A Perversion of Intimacy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa ocasião, um advogado referiu-me um cliente que havia estado envolvido em crimes sexuais. Quando o conheci, ele já havia sido encontrado, preso e indiciado. Um crente, no final de seus 50 anos de idade, viúvo, com diversos filhos que viviam fora de seu Estado. Ao tempo em que havia cometido seus crimes sexuais, sua esposa já estava morta por cerca de dez anos.&lt;br /&gt;
O casamento havia sido bastante problemático; haviam tido brigas e ele já havia sido mandado embora de sua casa. Sua esposa havia sido hospitalizada diversas vezes. Ela havia sido diagnosticada como sendo clinicamente deprimida. Durante esse tempo, o casal não havia tido relações sexuais e o homem revelou haver tido relações extra-maritais durante o tempo da hospitalização de sua esposa e isto lhe parecia fazer o caso menos questionável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse homem também disse-me haver tido diversas relações homossexuais exploratórias antes de seu casamento, durante seus últimos anos de adolescência e nos princípios de seus vinte anos de idade. Durante o tempo em que esteve casado e depois da morte de sua esposa, ele havia tido um relacionamento tão próximo e tão intenso com sua filha que cheguei a pensar ter havido algum relacionamento incestuoso, mas ele o negou. Estava claro entretanto, que sua filha lhe havia, em outras maneiras, servido como uma esposa substituta. Quando ele estava cerca de seus trinta anos de idade, sua filha decidiu mudar-se para longe. Aproximadamente um ano mais tarde, ele começou a envolver-se sexualmente com dois meninos adolescentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este caso ilustra dois aspectos do pecado sexual, os quais os conselheiros devem lembrar-se: A imoralidade é uma forma de “traição” e expressa um esquema de “deixar-se levar à deriva”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade sexual como “traição”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que queremos dizer quando descrevemos imoralidade sexual como sendo “traição”? Tipicamente pensamos em traição em termos de alguém haver tido um caso com outra pessoa além de seu conjugue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu intento aqui, é um pouco diferente. Em Efésios 5:31-32 lemos: ''“Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a uma mulher; e serão dois numa carne. Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.''”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura é bastante clara em afirmar que o casamento “tipifica” o relacionamento do crente com Cristo. Pelo fato de que Deus é o criador do relacionamento conjugal, e é o revelador das verdades concernentes à redenção e nosso relacionamento com Cristo, o significado da metáfora é autoritária. Deus mesmo cria a similaridade em vez de articular uma similaridade já existente. Os principais sujeitos da metáfora – a natureza do vínculo matrimonial e a união do crente com Cristo – interagem em maneiras que mudam ou enriquecem nosso entendimento de ambos. Minha experiência de Cristo em mim, ajuda-me a entender que tipo de esposo deva ser. Conversamente, minha experiência da união conjugal ajuda-me a compreender algo do mistério da minha união espiritual (Gálatas 2:20). Como resultado da minha experiência de união com Cristo (Efésios 4:1,20-21; 5:1), sou compelido a falar a verdade (Efésios 4:25), a edificar (Efésios 4:29), a mortificar-me (Colossenses 3:5), e a não ser controlado por meu próprio “ego”, paixões ou ira (Efésios 4:31) em meus relacionamentos, e, especialmente, em meu matrimónio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E onde o assunto do sexo cabe neste quadro? Eu acredito que tenciona estar no final da corrente das intimidades. Paulo indica que o sexo é o produto, ou a expressão (1 Coríntios 7:3-4) da união. O sexo, em si, nunca cria a união. Não é de surpreender que o mundo nos diz justamente o contrário. A sexualidade, conforme é retratada na mídia, conduz à, ou produz a intimidade, ou se divorcia inteiramente do “problema” da intimidade. De fato, como frequentemente se subentende, o melhor sexo é o sexo no anonimato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o casamento tem o propósito de retratar o relacionamento sexual como uma expressão de intenso companheirismo e intimidade, então qualquer expressão sexual, mesmo no contexto do casamento que não expresse tal união, falha em expressar a intenção Divina. A Escritura nos diz que dois se tornam um, e Deus diz que a sexualidade no casamento está suposta a ser uma expressão deste companheirismo, uma expressão e consequência dessa intimidade. Se este é o caso, então existem centenas de maridos e esposas dentro da igreja, que são funcionalmente ateístas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que caracteriza um casamento no qual existam problemas sexuais? A esposa reclama, “Meu marido chega em casa e eu não tive nenhuma classe de envolvimento com ele, nenhuma comunicação. E ele me chama, ‘Amor…’ Eu olho para ele e pergunto, ‘Quem é você? Deixe-me em paz!’ Mas ele quer fazer as coisas melhorarem por levar-me para a cama; pensa que, em assim fazendo, eu me sentirei mais perto dele.” Ainda que aqui não haja nenhuma imoralidade flagrante, existe, porém, “traição” – sexo sem intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu chamei de “traição” ao comportamento do meu cliente sexualmente criminoso, porque toda sua vida sexual – seu matrimónio, seus casos fora de seu matrimónio, mesmo o comportamento sexual pervertido que ele exibiu – foram expressões de seu desejo de experimentar sexo sem intimidade. Era preguiçoso. Não quis esforçar-se por intimidade em seus relacionamentos. Não quis esforçar-se por um relacionamento íntimo com sua esposa; portanto, o adultério. Em seguida, encontrou este relacionamento íntimo em um relacionamento conveniente com sua filha, relacionamento este do qual Deus disse não haver nenhum lugar para que ele tivesse. Eu acredito que esta foi uma das razões porquê sua filha foi-se embora. Este homem era um traidor – um enganador. Deus delineou um plano mas ele transgrediu esse plano para fazer as coisas à sua própria maneira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o aconselhava, perguntei-lhe sobre a possibilidade de casar-se de novo. Respondeu-me, “Bem… eu não quero outro casamento que venha a terminar da mesma forma que o primeiro.” Pode-se entender… mas, o que estava realmente dizendo? Na verdade, o que dizia era “Eu não quero preocupar-me com intimidade. Apenas quero os resultados da sexualidade, mas não os quero da maneira com a qual Deus deliberou que devera ser.” Depois que sua filha o deixou, este homem se apegou a dois meninos que viviam por perto e eles passaram a servir seus propósitos enganadores em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que você trate com uma pessoa engajada em um comportamento sexual ilícito, pode estar seguro que aquela pessoa é enganadora, fraudulenta. O que deseja é a gratificação sexual sem intimidade. Isto significa que, toda vez que você aconselha alguém com problemas de pornografia, um problema sexual em seu matrimónio, ou mesmo um envolvimento com alguma forma bizarra e pervertida de sexualidade, em sua raiz, esta pessoa não quer a experiência da sexualidade dentro do contexto para o qual Deus a desenhou. Tal pessoa precisa ser confrontada com o programa Divino, e este programa é a intimidade matrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Engano e egocentrismo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você aconselha pessoas que têm problemas com pornografia, uma coisa que deve ser entendida á que, pornografia, tem um alvo bastante simples: masturbação. Quando alguém produz um filme ou uma revista pornográfica (em uma indústria obviamente dirigida aos homens), o objetivo é a masturbação. Além disso, o objetivo da pornografia e da masturbação é o de criar um substituto para a responsabilidade da intimidade. Masturbação é sexo consigo mesmo. Se eu tenho sexo comigo mesmo, então já não tenho que investir em outra pessoa. Pessoas “viciadas” em pornografia não são tão viciadas em material sensacionalista, como o são, realmente, em seu próprio egocentrismo. Estão empenhadas a servirem-se e farão tudo o que podem a fim de encontrarem uma forma conveniente para não terem que morrer para si próprias, o que é, finalmente, a natureza do companheirismo em um relacionamento matrimonial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo demonstra-se em muitas maneiras diferentes. Quando você lida com pedófilos, pessoas que são molestadores de crianças, uma das coisas interessantes que você irá notar é a tendência dessas pessoas em verem essas crianças como companheiros sexuais adultos. Elas não pensam “Estou tendo sexo com uma criança”; tendem a ver a criança como seu igual, sexualmente, fisicamente e emocionalmente. De outra maneira seria por demais indecente ver as coisas através de outra lente que não seja os seus próprios desejos e experiências. Isto seria mortificar-se, seria responsabilidade íntima, companheirismo, ou amar outra pessoa – precisamente o que não desejam fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura nos oferece o melhor modelo para entendermos essa classe de pecado sexual. A literatura psicológica oferece inumeráveis explicações para este comportamento, forjadas para deixar-lhe preocupado com a sua história, sua experiência própria ou com sua mãe. Mas, então, você não terá que encarar-se consigo mesmo e com suas próprias escolhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Escritura, em contraste, sempre põe em foco o coração. Visto que Deus planejou a sexualidade como uma expressão de unidade, qualquer forma de perversão sexual é uma perversão do plano Divino para a intimidade. Quando você aconselha uma pessoa cujo comportamento sexual o faz sentir-se fisicamente doente, ou, alguém com uma variedade enorme de pecados sexuais no casamento, o problema sempre se volta à questão da intimidade e à raiz da intenção Divina para a sexualidade. Gênesis 2:18 (“Não é bom que o homem esteja só”) quer dizer que a sua intervenção mais básica de aconselhamento, é ensinar essa pessoa a morrer para si e a amar outros mais do que a amar a si própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma interessante tangente nesse caso de estudo em particular, revela a divergência entre a explicação teologicamente bíblica e as noções seculares comuns com respeito à perversão sexual. Enquanto eu aconselhava aquele homem, recebi uma chamada telefónica de seu advogado. Ele queria que seu cliente passasse algum tempo em um centro de reabilitação para viciados sexuais, crendo que isto poderia ser favoravelmente visto pelo Juiz quando o sentenciasse. Com relutância concordei, visto não crer que essa pessoa continuasse a constituir ainda uma ameaça. Parecia que, a este ponto, este homem já estava bastante restabelecido e eu não queria vê-lo encarcerado. Eu cria que ele havia se arrependido e que estava partindo para um bom resultado de aconselhamento. Assim, concordei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que engano! Meu aconselhado não está preso; mas, para receber uma sentença favorável, teve que rotular-se como um viciado sexual e concordar em abster-se de qualquer relacionamento até que ficasse curado. O irónico, claro, é que ele estava sendo desafiado por mim, a encontrar uma intimidade legítima no contexto de um relacionamento matrimonial pela primeira vez em sua vida. Porém, por causa do rótulo de viciado sexual, o objetivo da corte foi o de mantê-lo ''fora'' de qualquer relacionamento significativo – o que era a própria raiz do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade sexual como um “deixar-se levar à deriva, ou vaguear”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da imoralidade sexual é “deixar-se vaguear”, o que eu chamo de história do coração. Permita-me dar-lhe uma ilustração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu tinha dezessete anos de idade, decidi comprar minha primeira revista pornográfica. Foi uma façanha terrível para mim. Lembro-me de haver ido a uma drogaria que tinha uma pequena seção de revistas. Esperei e verifiquei, para estar seguro, de que ninguém me espreitava. Apanhei uma revista, dobrei-a para que ninguém pudesse ver que classe de revista era. Então, caminhei de um lado para outro até que pude arrumar suficiente coragem para ir pagá-la. Justamente no momento em que eu me dirigia ao caixa no balcão, o homem que estava atendendo saiu e foi substituído por uma mulher. Imediatamente voltei-me. Devo ter gasto pelo menos uns quarenta e cinco minutos naquela drogaria tentando comprar aquela revista – mas consegui compra-la. Com o passar do tempo, pude comprar outras mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi quando então notei algo. Eu já não estava enrolando a revista. Simplesmente a tomava, caminhava em direção ao caixa e comprava! De fato, eu já estava comprando duas por vez. Até então eu as estava comprando só quando o homem estava no balcão. Mas, depois de algum tempo, já não mais me importava com quem estivesse ali. Eventualmente eu já era até mesmo capaz até de conversar com a mulher quando pagava o custo da revista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 As pessoas começam com o que eu chamo de “linha básica de uma zona de conforto” na maneira em que elas lidam com seus próprios pecados. Deus nos diz que a natureza do pecado é tal que, a medida em que nós continuamos em nossos pecados e extinguimos o Espírito, e continuamos a cauterizar nossas consciências, aquilo que originalmente era tão inconfortável para fazermos, torna-se confortável. Começamos a desviar-nos à medida que nos comprometemos. O pecado sexual normalmente começa como uma terrível experiência, com uma provocante ansiedade. Mas, por causa de nossa lascívia, nosso coração se firma contra Deus, e depois de algum tempo, essa reação desvanece. Nos sentimos em uma zona de conforto. E, se não nos arrependemos, nos deixaremos levar ainda para mais longe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que eu aconselho alguém que tenha problemas sexuais, particularmente aqueles que podem ser vistos como pervertidos e bizarros, eu espero encontrar uma predisposição característica, ou uma história, que precede o problema atual. Ninguém se levanta pela manhã e diz, “Hoje, não tenho nada para fazer. Acho que vou desnudar-me!” As pessoas nunca saltam a formas extrema de pecado; as pessoas se “afastam” em direção a elas. Quando você aconselha pessoas com constantes formas de perversões sexuais, você pode assumir que ela, ou ele, tem uma longa história de imoralidades que dificilmente serão expostas a menos que, persistentemente, você inquira. Tipicamente, quando você pergunta a tais pessoas o que elas fizeram, elas lhe dirão. Mas quando você pergunta, “O que mais que você fez? Que lhe trouxe a esta situação?”. Elas responderão, “Isto é tudo. Eu não fiz nada mais.” Persista em inquirir. Invariavelmente, quando você dedica suficiente tempo com tais pessoas, você começará a perceber uma história de concessões que fizeram com que o último acontecimento não tenha sido simplesmente um salto repentino, mas apenas um pequeno passo. Em termos de pecados sexuais, a pessoa já se havia desviado muito longe dos valores morais de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Deixar-se levar à deriva” pelo pecado, é como ir à praia e cair no sono em uma jangada no mar. Repentinamente, o seu sono será perturbado pelo apito estridente do salva-vidas. Enquanto você se desperta com o apitar persistente e aborrecedor, você se pergunta, “A quem este idiota está apitando?” E você olha ao redor e descobre ser a você mesmo! Você não planejou esta situação, mas ao olhar em direção à praia, descobre que as pessoas parecem-se como pequenos pontos na areia porque você deixou-se levar pelo mar. Esta é a maneira de como o pecado funciona. O pecado sempre tem uma história. Mas lembre-se que Deus também tem sempre uma história com nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A solução Divina para o caso de “deixar-se levar à deriva”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta história chama-se santificação. Santificação é, ao mesmo tempo, completamente posicional e dinamicamente progressiva. Salmo 119:9-11, lemos: ''“Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. De todo o coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.''” Em João 17:14-19, Jesus ora ao Pai, “''Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo. Não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal. Não são do mundo como eu do mundo não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E por eles me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade.”''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa que se deixa levar à deriva, vive em um mundo de concessões morais. Está continuamente concentrada em seus próprios pensamentos, elaborando seus próprios esquemas. Mas o crente é chamado para santificar-se por meditar na Palavra de Deus. Essa é a solução Divina para os pecados sexuais que perturbam e atormentam a tantas pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia não diz nada concernente à masturbação porque não necessita. O problema com a masturbação não é a masturbação em si mas a condição do coração do indivíduo. A Escritura não é inadequada como alguns dizem ser, por não articular com respeito ao mecanismo comportamental e como lidar com o assunto. Deus diz que, se o meu coração pode manter-se puro por meditar continuamente em Sua Palavra, no contexto de Sua obra santificadora, eu então terei o poder de vencer as tentações que me levam à indulgência, à pornografia, ou à masturbação.   &lt;br /&gt;
          &lt;br /&gt;
Muitos buscam aconselhamento por que estão centralizados em seus problemas. Procuram meios técnicos que os mantenham fora do envolvimento com certos comportamentos. Esperam um curso intensivo que os façam capazes de utilizarem-se de Deus para poderem vencer um pecado em particular. Podemos entender este desejo para uma solução rápida, mas não existe forma técnica, mecanismo – psicológico, espiritual ou de outra forma – que lhes possam impedir de que se envolvam com pornografia ou com masturbação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Palavra santificadora de Deus ainda não está operando estavelmente em tais pessoas aconselhadas, assim que, em uma crise, descobrem que não estão preparadas para lidar com o pecado. Esperam encontrar uma solução rápida que passe por cima da contínua operação da Palavra através da obra do Espírito. Em essência, o que estão a dizer é, “Depressa! Eu necessito um pouquinho de Deus nesta situação. Estou realmente atribulado neste momento.”   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conselheiro, você não poderá dar a ninguém algo que Deus lentamente aperfeiçoa dia a dia. Tudo o que você poderá compartilhar é informação bíblica. O que as pessoas realmente necessitam é sabedoria. Sabedoria, porém, é aquilo que Deus aplica a suas vidas através de Sua Palavra. Em meio a uma crise, tudo o que o conselheiro pode fazer é encorajar a pessoa ao princípio de um processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''“Separado” para Deus ou para o mundo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À medida que lidamos com o pecado sexual torna-se deveras importante, que saibamos reconhecer outro fator em operação. O que a Bíblia chama de “o mundo”, é um sistema de valores e de crenças que buscam, agressivamente, controlar nossos corações. O mundo também tem (se é que posso usar esta expressão) uma influência “santificadora” pois que busca separar-nos para si mesmo em contraste com o desejo de Deus de separar-nos para Si. Uma pessoa que venha buscando aconselhamento por causa de seus pecados sexuais, é alguém que tem sido “separada” pelo mundo e que tem-se permitido satisfazer-se continuamente naquelas coisas que lhe são oferecidas pelo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos voltar-nos ao fato bíblico de que o pecado sexual é um ato espiritual e não, primariamente, físico. Sempre envolve o espírito do homem em concerto com a vontade de Deus, comunhão com o Espírito Santo, ou, em rebelião contra a vontade de Deus e empurrando o Espírito Santo para longe do caminho. O mundo quer ignorar esta dimensão espiritual e apresentar a sexualidade como um ato biológico caracterizado pelo acúmulo da tensão sexual, e sua necessária emissão, ou escape. Quando a pressão se acumula, o mundo nos diz que somos impotentes para resistir. Mesmo homens crentes chegam a pensar dessa maneira e erroneamente citam I Coríntios 7:1-8, sustentando o argumento de que o casamento é a solução para essa paixão sexual: “Paulo diz que é melhor casar-se do que abrasar-se.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, como muitos homens casados têm descoberto, a carne é insaciável. Ela não opera sob o princípio de reduzir a tensão. O coração do homem procura o mal insaciavelmente. Como Jeremias 17:9 resume, “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” Esse é o problema que o pecado sexual revela e que a Palavra de Deus trata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É nesse sentido que quando eu olho nas Escrituras, encontro por toda parte referências a essa questão de porneia; o assunto da pornografia, perversão sexual, molestadores sexuais de crianças, pedofilia, e um sem número de outras coisas nas quais as pessoas caem. A Bíblia tem muito a dizer concernente a essas coisas, mas não de um ponto de vista técnico; a questão não é uma de técnicas psicológicas. A questão é que Deus deseja que a sexualidade seja uma expressão de comunhão e intimidade. É uma metáfora da nossa relação com Cristo. Parece que encontramos todas as maneiras de burlar essa realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sexualidade é um ato espiritual, não um fato biológico. Não é uma questão de lidarmos com nossos impulsos mas, sim, de santificar nossos corações. Quando você aconselha as pessoas, tenha isso diante de sua mente. Frequentemente, quando as pessoas buscam aconselhamento, elas estão terrivelmente desapontadas porque querem uma solução que não lhes obrigue a submeter suas vontades ao Espírito Santo. Simplesmente falando, a maneira que abordam seu problema, é, em si, o próprio problema. Quando você trabalha com elas, você se verá bem sucedido quando consiga ajuda-las a reconhecer que a única solução é o que diz o salmista – que se eu guardar a Palavra de Deus em meu coração, eu não pecarei contra Ele.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_e_Outros_Abusos:_Uma_Pervers%C3%A3o_de_Intimidade</id>
		<title>Pornografia, Masturbação e Outros Abusos: Uma Perversão de Intimidade</title>
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				<updated>2010-04-21T17:20:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Pornografia, Masturbação e Outros Abusos: Uma Perversão de Intimidade para Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima</id>
		<title>Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Pornografia,_Masturba%C3%A7%C3%A3o_E_Outros_Abusos_Privados:_Pervers%C3%A3o_%C3%8Dntima"/>
				<updated>2010-04-21T17:20:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Pornografia, Masturbação e Outros Abusos: Uma Perversão de Intimidade para Pornografia, Masturbação E Outros Abusos Privados: Perversão Íntima&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Pornography, Masturbation, and Other Private Misuses: A Perversion of Intimacy}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez, um advogado enviou-me para aconselhamento um homem que se tinha envolvido num série de crimes sexuais. Ele tinha sido encontrado,  preso e acusado na época em que me encontrei com ele. Um crente com mais de cinquenta anos, era um viúvo com vários filhos que viviam fora do estado. Na época em que foram cometidos os crimes sexuais,  a sua esposa tinha morrido há perto de dez anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casamento tinha sido muito perturbado, havia discussões e ele fora expulso de casa. A sua esposa tinha sido hospitalizada em algumas ocasiões. Ela era diagnosticada clinicamente como sofrendo de depressão. Durante esses tempos, o casal não tinha envolvimento sexual e o homem revelou-me que se tinha engajado em vários casos extra-matrimoniais enquanto a sua esposa estava hospitalizada e não disponível sexualmente. Parecia que ele pensava que isso o tornava menos condenável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este homem contou-me que tinha tido várias relações homossexuais exploratórias, antes do seu casamento, na fase da adolescência e com pouco mais de vinte anos. Durante o seu casamento e depois da morte da sua esposa, ele tinha tido um relacionamento muito íntimo com a sua filha, tão intenso que eu pensei que deviam ter ocorrido certos actos incestuosos entre eles, mas ele negou. Estava claro, no entanto, que a sua filha tinha funcionado, de outras formas, como uma esposa substituta para ele. Quando ela chegou perto dos trinta anos, decidiu sair. Aproximadamente um ano depois, ele iniciou envolvimentos sexuais com dois rapazes adolescentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este caso ilustra dois aspectos de pecado sexual que os aconselhadores precisam de ter em mente: A imoralidade é uma forma de “fraude” e exprime um padrão de “desorientação”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade Sexual como “Fraude”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que queremos dizer quando descrevemos a imoralidade sexual como “fraude”? Tipicamente pensamos que fraude consiste em se manter uma relação com alguém que não é a sua esposa.&lt;br /&gt;
O meu significado aqui é um pouco diferente. Efésios 5: 31-32 afirma: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Por esta razão um homem deixará o seu pai e mãe e se unirá à sua esposa. Os dois tornar-se-ão uma só carne. Este é um mistério profundo, mas eu estou a falar sobre Cristo e a Igreja. No entanto, cada um de vós deve também amar a sua esposa como se ama a si próprio e a esposa deve respeitar o seu marido.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Escrituras são muito claras afirmando que o casamento se destina a “tipificar” o relacionamento do crente com Cristo. Porque Deus é o criador da relação do casamento e o revelador das verdades respeitantes à redenção e ao nosso relacionamento com Cristo, o significado da metáfora é obrigatório. O Próprio Deus ''cria'' a semelhança em vez de articular uma semelhança que já existe. Os principais assuntos da metáfora – a natureza do vínculo do casamento e da união do crente com Cristo – interagem de formas que mudam ou enriquecem a nossa compreensão de ambos. As minhas experiências de Cristo em mim ajudam-me a entender que tipo de cônjuge pretendo ser. Conversamente, a minha experiência de unicidade marital ajuda-me a compreender algo do mistério de união espiritual (Galacianos 2:20). Como resultado da minha experiência de união com Cristo (Efésios 4:1, 20-21;5:1), sou compelido a falar a verdade (Efésios 4:25), a construir (Efésios 4:29), a morrer (Efésios 5:1) e a não ser dominado pelo ego, paixão ou cólera (Efésios 4:31) em relacionamentos, especialmente no casamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Onde é que o sexo se ajusta neste quadro? Eu creio que se pretende que esteja no final da cadeia de intimidade. Paulo indica que o sexo é o produto ou expressão (1 Corintianos 7:3-4) da união. O sexo nunca cria união. E não é para admirar que a palavra nos diga exactamente o oposto. A sexualidade, tal como é retratada nos meios de comunicação, leva ou produz intimidade ou está divorciada do “problema” da intimidade. Na verdade, muitas vezes é sugerido que o melhor sexo é o sexo anónimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o casamento se destina a retratar o relacionamento sexual como uma expressão de companheirismo intenso e intimidade, então qualquer expressão sexual, mesmo no contexto do casamento, que não expresse esse tipo de união, não atinge os desígnios de Deus. As Escrituras afirmam que dois se tornam um e Deus afirma que a sexualidade no casamento deve ser uma expressão desse companheirismo, uma expressão e consequência dessa intimidade. Se for este o caso, então existem muitos maridos e esposas dentro da igreja que são ateus funcionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é que usualmente caracteriza um casamento em que existem problemas sexuais? A esposa queixa-se, “O meu marido chega a casa, eu não tenho nenhum tipo de envolvimento com ele, nem comunicação. Ele diz, ‘Querida..’ Eu olho para ele e digo, ‘Quem és tu? Deixa-me em paz!’ Mas ele quer que vamos para a cama. Ele pensa que isso me aproxima dele.” Embora não exista aqui imoralidade flagrante, existe “fraude” – sexo sem intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu designei o comportamento do ofensor sexual a quem eu estava a aconselhar de “fraude” porque toda a sua vida sexual – o seu casamento, os seus casos extra-conjugais e mesmo o comportamento sexual pervertido que ele exibia – eram uma expressão do seu desejo por experimentar sexo sem intimidade. Ele era preguiçoso. Ele não queria esforçar-se para ter intimidade nas suas relações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele não queria esforçar-se no seu relacionamento com a sua esposa; daí, sobreveio o adultério. A seguir ele encontrou a sua intimidade num relacionamento conveniente com a sua filha, o que Deus considera que ele não devia ter feito. Creio que esta foi uma das razões da saída da sua filha. Este homem é um batoteiro. Deus organizou um plano e ele iludiu esse plano para fazer as coisas ao seu próprio modo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o aconselhei, perguntei-lhe se havia possibilidade de tornar a casar-se. Ele disse, “Bem, eu apenas não quero que outro casamento se pareça com o primeiro.” Isto é compreensível, mas o que é que ele na verdade estava a afirmar? Ele estava a dizer, “Eu não quero trabalhar pela intimidade. Eu quero a consequência da sexualidade, mas não quero atingi-la da forma como Deus a determina.” Depois da sua filha partir, este homem ligou-se a duas crianças que viviam perto. Estas crianças começaram a ficar ao serviço deste propósito de fraude na sua vida. Sempre que você vê uma pessoa engajar-se em comportamento sexual ilícito, você pode ter a certeza de que essa pessoa é batoteira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele quer gratificação sexual sem intimidade. Isso significa que quando você aconselha alguém que tem um problema com pornografia, um problema sexual no relacionamento conjugal ou mesmo um envolvimento em alguma forma de sexualidade bizarra e pervertida, no fundo ele não quer vivenciar  a sexualidade no contexto para o qual Deus a designou. Esta pessoa deve ser confrontada com o programa de Deus e esse programa é intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fraude e Egocentrismo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você aconselha pessoas que têm problemas com pornografia, uma coisa que se deve compreender é que a pornografia tem um objectivo muito simples: a masturbação. Quando alguém produz um filme pornográfico ou revista (numa indústria obviamente destinada a homens), o objectivo dessa pornografia é a masturbação. Além disso, o objectivo da pornografia e da masturbação consiste em criar um substituto para a intimidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A masturbação é sexo consigo mesmo. Se eu estou a praticar sexo comigo mesmo, não tenho que investir noutra pessoa. As pessoas que são “viciadas” em pornografia não são tão dedicadas ao material sensacionalista porque elas são viciadas em egocentrismo. Elas estão empenhadas em se servir a si próprias, em fazer seja o que for para encontrarem uma forma conveniente de não matarem o ego, que é a natureza do companheirismo num relacionamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O egocentrismo mostra-se de muitas formas diferentes. Quando você fala com pedófilos (molestadores de crianças), uma das coisas mais interessantes que você vai notar é a sua tendência para olharem para as crianças como se fossem parceiros sexuais adultos. Os pedófilos pensam, “Estou a praticar sexo com uma criança”; elas tendem a considerar a criança como seu igual do ponto de vista sexual, físico e emocional. Proceder de outro modo seria descentralizar-se, ver as coisas através de uma lente diferente dos seus próprios desejos e experiência. Isto equivale a matar o ego, que é a intimidade, que é o companheirismo, que é amar alguém – o que é precisamente aquilo que eles não querem fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Escrituras oferecem o melhor modelo para entender este tipo de pecado sexual. A literatura psicológica oferece explicações infinitas para estes comportamentos que se destinam todos a deixar a pessoa preocupada com a sua história, a sua experiência e a sua mãe. Mas você não terá que se enfrentar a si mesmo e às suas escolhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário, as Escrituras concentram-se sempre no coração. Como Deus planifica a sexualidade como uma expressão de unicidade, qualquer forma de perversão sexual é também uma perversão do plano de intimidade de Deus. Quer você aconselhe uma pessoa cujo comportamento sexual o faz sentir-se fisicamente doente, quer seja alguém com problemas sexuais “variados” no casamento, os problemas retornam sempre à intimidade e à raiz da intenção de Deus para a sexualidade. Genesis 2:18 (“Não é bom para o homem que ele esteja só”) significa que a sua intervenção mais básica de aconselhamento consiste em ensinar esta pessoa a abafar o ego e a amar outros mais do que a ele (ela) próprio(a).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um aspecto interessante neste estudo de caso particular revela a divergência entre explicações teológicas bíblicas e as noções seculares comuns sobre perversão sexual. Quando aconselhei este homem, recebi um telefonema do seu advogado. Ele queria que o seu cliente passasse um tempo num centro de reabilitação para viciados sexuais, acreditando que isto seria considerado favoravelmente na sentença do juiz. Concordei com relutância, pois eu não acreditava que esta pessoa continuasse a constituir uma ameaça. Ele parecia bem fortalecido nesse ponto e eu não queria que ele fosse preso. Eu acreditava que ele se tinha arrependido e que estava no caminho de ter bons resultados no aconselhamento. Por isso, concordei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas que erro! O meu paciente não está preso; mas a fim de conseguir uma sentença favorável, ele teve que se classificar a ele próprio como viciado sexual e teve que concordar em se afastar dos relacionamentos até se curar. A ironia, naturalmente, é que ele estava a ser desafiado por mim para buscar a intimidade legitimada no contexto de um relacionamento conjugal pela primeira vez na sua vida. Mas com o rótulo de viciado sexual, a meta do tribunal consistia em o manter ''fora'' de qualquer relacionamento significativo – que era a verdadeira raiz do problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Imoralidade Sexual como “Falta de Rumo”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto de imoralidade sexual consiste na “falta de rumo” que eu designo como uma história do coração. Vou dar um exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu tinha dezassete anos, decidi comprar a minha primeira revista de pornografia. Isto era para mim uma façanha assustadora. Lembro-me de ir à farmácia local que tinha uma pequena secção de revistas. Esperei e assegurei-me de que ninguém estava a observar. Escolhi a revista e enrolei-a para ninguém pudesse ver o que era.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois andei para trás e para a frente até conseguir coragem para pagar a revista. No momento em que me encaminhava para o balcão, o homem que estava por trás do balcão deixou que uma mulher ocupasse o seu lugar. Rapidamente, voltei para trás. Devo ter passado quarenta e cinco minutes nessa loja tentando comprar aquela revista – mas consegui comprá-la. À medida que o tempo passava, comprei mais algumas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois notei uma coisa. Eu já não estava a enrolar a revista. Simplesmente pegava na revista, caminhava até ao balcão e pagava-a! Na verdade, comprei duas. Comprei-as apenas quando o homem estava ali. Mas depois de ter passado algum tempo  já não me importava com a pessoa que estava por trás do balcão. Eventualmente fui até capaz de conversar com a mulher quando paguei as revistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas pretendem começar naquilo que eu chamo de “zona de conforto de linha de base” na forma como elas lidam com o seu próprio pecado. Deus afirma que a natureza do pecado é de tal forma que nós continuamos a pecar e a apagar o Espírito, enquanto continuamos a apagar as nossas consciências, o que foi originalmente uma forma muito desconfortável de nos sentirmos confortáveis. Começamos a andar à deriva quando nos comprometemos. O pecado sexual começa muitas vezes com uma experiência terrível que provoca ansiedade. Mas devido à nossa luxúria, ao nosso desejo, ao nosso coração virado contra Deus, depois de um tempo esta reacção extingue-se. Nós estamos numa nova zona de conforto. E, passado um tempo, se não nos arrependemos, ficamos ainda mais à deriva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que aconselho alguém com um problema sexual, particularmente alguém considerado como pervertido ou bizarro, espero encontrar um padrão predisponente ou história que precede o problema apresentado. Ninguém se levanta um dia e diz, “Eu não tenho nada para fazer hoje. Penso que me vou expor!” As pessoas nunca saltam para formas extremas de pecado; elas “derivam” para dentro delas. Quando você aconselha alguém com um padrão sexual pervertido, assuma que ele ou ela tem uma história longa de imoralidade que não será facilmente revelada sem uma investigação persistente feita por você. Normalmente,quando você pergunta a essas pessoas o que elas fizeram, elas dirão. Mas quando você pergunta, “O que mais você fez? O que é que o levou a isso?”, elas irão responder “Eu não fiz nada mais.” Persista na sua investigação. Invariavelmente, à medida que você gasta tempo com essas pessoas, você começa a ver uma história de compromisso que faz da última coisa não um salto mas um passo de bebé. Em termos de pecado sexual, a pessoa já se desviou muito dos padrões de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pecador “à deriva” vai em direcção à praia e adormece sobre um objecto que flutua no oceano. De repente o seu sono é perturbado pelo apito do nadador salvador.  Quando você acorda com o som estridente, você pergunta a si mesmo, “Para quem é que esse idiota está a apitar?” Você observa e percebe que o apito é para si. Você não tinha planeado isso, mas de repente as pessoas na praia pareciam pequenos pontos porque você tinha andado à deriva no mar. É assim que o pecado funciona. O pecado tem sempre uma história. Mas lembre-se que Deus também tem sempre uma história com os nossos corações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Solução de Deus para a “Falta de Rumo”'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa história chama-se santificação. A santificação é  completa no que se refere à posição e é dinamicamente progressiva. O Salmo 1 19:9-11 afirma, “Como pode um jovem rapaz manter a sua pureza? Vivendo de acordo com a sua Palavra. Eu procuro-a com todo o meu coração. Não me deixeis desviar dos seus comandos. Tenho escondido a sua palavra no meu coração de forma que não possa pecar de novo contra vós.” Em João 17:	14-19, Jesus reza ao Pai, “Eu dei-lhes a vossa palavra e o mundo odiou-a, porque eles não estão no mundo mais do que eu estou no mundo. A minha prece não pede que vós os tireis do mundo mas que vós os protegeis do mal. Eles não estão no mundo mesmo que eu não esteja nele. Santificai-os pela verdade; a vossa palavra é verdade. Quando vós me enviastes ao mundo, em enviei-os ao mundo. Por eles eu santifiquei-me, para que eles também possam ser verdadeiramente santificados.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pessoa que está à deriva vive num mundo de compromisso e imoralidade. Ela está continuamente a pensar nos seus próprios pensamentos, elaborando os seus esquemas. Mas o crente é chamado a santificar-se pela meditação da Palavra Deus. Esta é a solução de Deus para os pecados sexuais que perturbam e atormentam muitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bíblia não tem nada de específico a dizer sobre masturbação porque não é preciso. O problema com a masturbação não é a masturbação mas a condição do coração de uma pessoa. A masturbação é apenas uma expressão dessa condição. As escrituras não são inadequadas, como alguns podem afirmar, porque elas falham em articular um mecanismo comportamental para tratar deste problema. Deus afirma que, se o meu coração for mantido puro pela meditação contínua sobre a Palavra no contexto do trabalho santificador de Deus, eu terei poder para vencer as tentações que conduzem à indulgência, pornografia e masturbação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior parte das pessoas vem para o aconselhamento porque elas estão centradas no problema. Elas pedem uma técnica para as impedir de cometerem um certo comportamento. Elas esperam um curso intensivo que as capacite de forma a utilizarem Deus para vencerem um pecado particular. O seu desejo por uma solução rápida pode ser compreensível, mas não existe técnica nem mecanismo psicológico, espiritual ou qualquer outro – que as impeça de se entregarem à pornografia ou masturbação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Palavra santificadora de Deus não tem estado constantemente a funcionar nestas pessoas aconselhadas, por isso numa crise, elas descobrem que não estão preparadas para lidar com o pecado. Elas esperam encontrar rapidamente uma solução que contorne esse trabalho em curso da Palavra através do Espírito. Essencialmente, elas dizem, “Depressa! Preciso de um pedacinho de Deus! Estou com problemas aqui.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como um aconselhador, você não pode dar às pessoas algo que Deus aperfeiçoa lentamente dia após dia. Tudo o que você será capaz de lhes oferecer é informação bíblica. Aquilo que elas realmente precisam é de sabedoria, mas sabedoria que surge quando Deus aplica a Sua Palavra às suas vidas. No meio de uma crise, tudo o que o aconselhador pode fazer consiste em encorajar o princípio desse processo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''“Diferenciar” entre Deus ou o Mundo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando lidamos com o problema de pecado sexual, é importante reconhecer outro factor interveniente. Aquilo que a Bíblia chama “o mundo” é um sistema de valores e crenças que buscam agressivamente o controlo dos nossos corações. O mundo também tem (se é que posso usar esta expressão) uma influência “santificadora” em que o mundo procura diferenciar-nos dele próprio em contraste com a vontade de Deus de nos diferenciar para Ele Próprio. Uma pessoa que procura aconselhamento sobre pecados sexuais é uma pessoa que tem sido “diferenciada” pelo mundo, que se permitiu a ela mesma satisfazer-se com as coisas que lhe são apresentadas pelo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos regressar ao facto bíblico de que a sexualidade é um acto espiritual; não é primariamente físico. Ela envolve sempre o espírito do homem, quer em comunhão com a vontade de Deus, comungando com o Espírito Santo, quer em rebelião contra essa vontade, tentando expulsar o Espírito Santo do caminho. O mundo pretende ignorar a dimensão e a sexualidade presente como um acto biológico caracterizado pela construção e libertação necessária de tensão sexual. Quando a pressão se forma, o mundo insinua que nós não temos poder para resistir. Mesmo homens Cristãos pensam desse modo, citando incorrectamente 1 Corintianos 7:1-8 para incentivarem o seu argumento de que o casamento é uma provisão para a paixão: “Paulo afirma que é melhor casar do que arder.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, conforme muitos homens casados descobriram, a carne é insaciável. Ela não opera no princípio da redução de tensões. O coração do homem procura insaciavelmente o mal. Conforme Jeremias 18:9 resume, “O coração traiçoeiramente malévolo não tem cura.” É esse problema que o pecado sexual revela e que é referido na Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse sentido, em qualquer parte das Escrituras posso verificar a citação de ''porneia'', as questões de masturbação, pornografia, perversão sexual, abuso sexual de crianças, pedofilia e todos os outros males que as pessoas cometem. A Bíblia não tem muito a dizer sobre isso, mas não de um ponto de partida técnico; a questão não consiste em técnicas psicológicas. A questão é que Deus pretende que a sexualidade seja uma expressão de comunhão e intimidade. É uma metáfora para o nosso relacionamento com Cristo. Parece que encontramos todas as formas de contornarmos essa realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sexualidade é um acto espiritual e não um acto biológico. Não é um problema de tratar com os nossos impulsos mas de santificar os nossos corações. Quando você aconselha pessoas, mantenha isto perante as suas mentes. Muitas vezes, quando as pessoas procuram aconselhamento, elas estão terrivelmente desapontadas porque elas querem uma solução que não lhes exija que submetam as suas vontades ao Espírito Santo. Simplificando, a sua abordagem ao problema ''consiste'' no problema. Quando você trabalha com as pessoas, você tem sucesso quando você for capaz de as ajudar a reconhecerem que a única solução é aquilo que afirma o Salmista – que, se eu escondo a Palavra de Deus no meu coração, não pecarei contra Ele.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Fechar</id>
		<title>Toda a Graça/Fechar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Fechar"/>
				<updated>2010-04-20T19:19:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Close}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não tenham seguido'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o meu leitor não me seguiu, passo a passo como ele tem lido as minhas páginas, estou realmente decepcionado. Livro de leitura é de pequeno valor a menos que as verdades que passam diante da mente são apreendidos, apropriados e transportados para aos seus aspectos práticos. É como se viu a abundância do alimento em uma loja e ainda ficou com fome, por falta de pessoalmente ter comido alguma coisa. É tudo em vão, caro leitor, que você e eu temos nos encontrado, a menos que você tem realmente se apossado de Jesus Cristo, meu Senhor. De minha parte, houve um desejo distinto para beneficiá-lo, e tenho feito o meu melhor para esse fim. Dói-me que eu não tenho sido capaz de fazer bem a voce, porque eu quis ganhar esse privilégio. Eu estava pensando em você quando eu escrevi esta página, e eu larquei a minha caneta e curvou-se solenemente o meu joelho em oração por todos aqueles que deveriam ler. É minha firme convicção de que um grande número de leitores receberão uma bênção, apesar de você se recusar a ser parte desse número. Mas por que você deve recusar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você não desejo a benção escolhida que eu teria trazido a você, pelo menos me faz a justiça de reconhecer que a culpa do seu destino final não se encontra na minha porta. Quando nós dois se encontrem antes do grande trono branco, você não será capaz de me cobrar por ter usado passivamente a atenção que você me deu, enquanto você estava lendo o meu livrinho. Deus sabe que eu escrevi cada linha para o seu bem eterno. Agora em espírito, levá-lo pela mão. Dou-lhe um aperto firme. Você sente meu aperto fraterno? As lágrimas estão em meus olhos quando eu olhar para você e dizer: ''Por que você vai morrer''? Você não vai dar sua alma um pensamento? Você vai morrer por descuido puro? Ó, não assim, mas dá estas questões um peso solene, e fazer o trabalho certo para a eternidade! Não recuse Jesus, Seu amor, Sua sangue, Sua salvação. Por que você deve faze-lo? Pode você fazê-lo?'' Rogo-vos, não se afaste do vosso Redentor!''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ter sido levado a confiar no Senhor'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se, por outro lado, minhas orações são ouvidas, e você, meu leitor, tenha sido levado a confiar no Senhor Jesus e receber dEle a salvação pela graça, mantê-lo sempre com esta doutrina, e esta maneira de viver. Deixe Jesus ser o seu tudo em todos, e deixar livre graça de ser a única linha em que vivemos e nos movemos. Não há vida como a de alguém que vive na graça de Deus. Para receber tudo como um dom gratuito preserva do espírito de orgulho farisaico e do desespero auto-acusando. Ele faz o coração crescer mais quente, com amor agradecido e, portanto, cria um sentimento na alma, que é infinitamente mais agradável a Deus do que qualquer coisa que pode vir do medo servil. Aqueles que esperam ser salvos, tentando fazer o melhor, não sabem nada desse fervor incandescente, o consagrado calor, a alegria devota em Deus, que veio com a salvação dada livremente de acordo com a graça de Deus. O espírito servil de auto-salvação não é páreo para o espírito alegre da adopção. Há mais força real em menos emoção da fé do que em todas as tentativas dos escravos legalistas, ou todas as tentativas dos devotos que iriam subir ao céu por causa das cerimônias. A fé é espiritual, e Deus é um espírito que se delicia com ela por esse motivo. Anos de oração, visitas freqüentas a igreja o capela, e cerimônias, podem ser uma abominação aos olhos do Senhor; mas um olhar a partir do olho da verdadeira fé é espiritual e é, portanto, de muito carinho a Ele. &amp;quot;''O Pai procura a tais que assim o adorem.&amp;quot;'' Olhe você primeiro para o homem interior, e para o espiritual, e o restante seguirá então em momento oportuno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''São salvos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você é salvo mesmo, começa olhando para as almas dos outros. Seu coração não vai prosperar se não for preenchido com intensa preocupação para abençoar seus companheiros. A vida da alma está na fé; a saúde dela está no amor. Quem não deseja levar outros a Jesus nunca esteve sob o feitiço deste amor. Começa o trabalho do Senhor - o trabalho de amor. Começa em casa. Visite seus vizinhos próximos. Iluminai a aldeia ou a rua em que você vive. Espargir a palavra do Senhor por onde sua mão pode alcançar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se aqueles que são convertidos se tornam ganhadores dos outros, quem sabe o que pode saltar fora do meu livrinho? Eu já começei a louvar a Deus para as conversões que ele irá trabalhar pelo este livrinho e por aqueles a quem conduz a Jesus.  Provavelmente, a maior parte dos resultados acontecerão quando minha mão direita, que agora está deixando sua marca na página, ficará paralisado pela morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Não vá ao inferno!'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEITOR, ME ENCONTRE NO CÉU! Não vá para o inferno. Não há como voltar dessa morada da miséria. Por que você deseja entrar no caminho da morte, quando o portão do céu está aberto ante de você? Não recusa o perdão gratuito, a salvação completa que Jesus concede a todos os que confiam nEle. Não hesite e demora. Você teve o tempo suficiente para resolver, agora vamos à ação! Creia em Jesus, agora, como decisão total e imediata. Tomai convosco palavras e vinde a seu Senhor, neste dia, mesmo até este dia. Lembre-se, ó alma, pode ser agora ou nunca com você. Deixe que seja agora; seria horrível que seja nunca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente eu lhe digo, ''VAMOS NOS ENCONTRAR NO CÉU!''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Close</id>
		<title>Toda a Graça/Close</title>
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				<updated>2010-04-20T19:17:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/Close para Toda a Graça/Fechar&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Toda a Graça/Fechar]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Fechar</id>
		<title>Toda a Graça/Fechar</title>
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				<updated>2010-04-20T19:17:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/Close para Toda a Graça/Fechar&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Close}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Por_Que_Os_Crentes_Perseveram</id>
		<title>Toda a Graça/Por Que Os Crentes Perseveram</title>
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				<updated>2010-04-20T19:17:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Why Saints Persevere}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A esperança que encheu o coração de Paulo sobre os irmãos de Corinto já vimos o tipo de conforto para aqueles que tremiam como para o seu futuro. Mas por que foi que ele acreditava que os irmãos seriam confirmadas até o fim? Eu quero que você perceber que ele dá as suas razões. Aqui estão elas: &amp;quot;''Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.''&amp;quot; (1 Coríntios 1.9). O apóstolo não diz: &amp;quot;''Você é fiel''.&amp;quot; Ai de mim! a fidelidade do homem é um caso muito inconfiável; é mera vaidade. Ele não diz, &amp;quot;''Você tem ministros fiéis ao conduzir-lo e orientá-lo e, portanto, eu confio em você estará seguro.&amp;quot;'' Ó, não! se somos mantidas por homens, sermos mal conservados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Deus é fiel'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele diz, &amp;quot;''Fiel é Deus.&amp;quot;'' Se fomos encontrados fiéis, será porque Deus é fiel. Sobre a fidelidade de Deus pesa toda nossa salvação e isso deve causar o nosso descanso. Este atributo de Deus, é o glorioso ponto vital do assunto. Estamos variável como o vento, frágil como uma teia de aranha, fraco como água. Nenhuma dependência pode ser colocado em cima das nossas qualidades naturais, ou realizações espirituais; mas Deus permanece fiel. Ele é fiel no seu amor; Ele não conhece nenhuma mudança nem sombra de variação. Ele é fiel ao seu propósito: Ele não começa um trabalho e depois deixá-la desfeita. Ele é fiel às suas relações: como um Pai que não vai renunciar a seus filhos, como um amigo que Ele não vai negar o seu povo, como um criador que não vai abandonar o trabalho de Suas próprias mãos. Ele é fiel às suas promessas, e jamais permitirá que uma delas falhe a um crente individual. Ele é fiel à seu pacto, que Ele fez conosco em Jesus Cristo, e ratificou com o sangue de Seu sacrifício. Ele é fiel ao Seu Filho, e não permitirá que o seu precioso sangue a seja derramado em vão. Ele é fiel ao Seu povo a quem Ele prometeu a vida eterna, e de quem Ele não vai virar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta fidelidade de Deus é o fundamento e a pedra angular de nossa esperança da perseverança final. Os santos devem persever na santidade, porque Deus persevera na graça. Ele persevera para abençoar e, portanto, os crentes perseveram em serem abençoados. Ele continua a manter o seu povo e, portanto, eles continuam a manter os Seus mandamentos. Esta é a base sólida e bom para descansar, e é deliciosamente coerente com o lema deste pequeno livro, ''&amp;quot;Todo a Graça''.&amp;quot; Assim, é favor livre e misericórdia infinita, que toca na aurora da salvação, e os sinos doce sondam melodiosamente através de todo o dia de graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você vê que as únicas razões para esperar que deverá ser confirmada até o fim, e ser irrepreensível no passado, são encontrados em nosso Deus; mas nEle estas razões são extremamente abundantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O que Deus fez'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encontram-se em primeiro lugar, no que Deus fez. Ele tem ido tão longe a nos abençoar que não é possível para Ele correr para trás. Paulo nos lembra que Ele &amp;quot;''nos chamou para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.&amp;quot;'' Será que Ele nos chamou? Então, a chamada não pode ser revertida, pois, ''&amp;quot;os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento''.&amp;quot; Da chamada eficaz de Sua graça, o Senhor nunca vira. &amp;quot;''aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou”'' : esta é a regra invariável do processo divino. Existe um apelo comum, do qual é dito: ''&amp;quot;Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos'',&amp;quot; mas esta de que estamos pensando agora é outro tipo de chamada, o que prenuncia o amor especial, e exige a posse do que somos chamados. Nesse caso, é com o um chamado, mesmo com a descendência de Abraão, de quem o Senhor disse: ''&amp;quot;te chamei desde os seus cantos, e te disse: Tu és o meu servo, a ti te escolhi e não te rejeitei.''”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que o Senhor tem feito, vemos fortes razões para a nossa preservação e a glória futura, porque o Senhor nos chamou para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo. Isso significa em parceria com Jesus Cristo, e eu queria que você deve analisar cuidadosamente o que isso significa. Se você é realmente chamado pela graça divina, você tem entrado em comunhão com o Senhor Jesus Cristo, de modo a ser co-proprietário com Ele em todas as coisas. A partir de agora você é um com Ele na mira do Altíssimo. O Senhor Jesus tomou seus pecados em Seu próprio corpo na árvore, fazendo-se maldição para você, e ao mesmo tempo, Ele tornou-se a vossa justiça, para que você é justificado em Si. Tu és do Cristo, e Cristo é seu. Como Adão ficou para seus descendentes, assim Jesus representa todos os que estão nEle. Como marido e mulher são um, Jesus é então um com todos aqueles que estão unidos a Ele pela fé; um, por uma união conjugal, que nunca podem ser quebrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Um com Ele'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais do que isso, os crentes são membros do corpo de Cristo, e assim é um com Ele por uma união, de vida duradoura e de amor. Deus nos chamou para esta união, esta comunhão, esta parceria, e por isso mesmo Ele nos deu o sinal e penhor de nos sermos confirmados até o fim. Se formos considerados aparte de Cristo, devemos ser pobre unidades perecíveis, logo dissolvidos e levados à destruição; mas como somos um com Jesus, somos feitos participantes de Sua natureza, e somos dotados de Sua vida imortal. Nosso destino está vinculado com o de nosso Senhor, e até que Ele pode ser destruído, não é possível que nos pereceremos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensar-se muito sobre esta parceria com o Filho de Deus, ao qual foi chamado: por toda sua esperança está lá. Você nunca pode ser pobre enquanto Jesus é rico, pois você está em uma empresa com Ele. A falta nunca pode atacar você, já que você está em conjunto com aquele que é possuidor do céu e da terra. Você nunca pode falhar, pois apesar de um dos sócios da empresa é tão pobre como um rato de igreja, e em si mesmo uma falência total, que não podiam pagar, mesmo uma pequena quantidade de suas dívidas pesadas, mas o outro parceiro é inconcebivelmente, inesgotavelmente rico. Em tal parceria você é levantado acima da depressão dos tempos, as mudanças do futuro, e o choque do fim de todas as coisas. O Senhor te chamou para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo, e por esse ato e ação, Ele o colocou no lugar de segurança infalível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você é realmente um crente, você é um com Jesus e, portanto, você está seguro. Você não vê que tem que ser assim? Você deve ser confirmada até o fim, até o dia da Sua vinda, se você realmente tiver sido feito em união com Jesus por um ato irrevogável de Deus. Cristo e o pecador crente estão no mesmo barco: a menos que afunda Jesus, o crente nunca vai se afogar. Jesus tomou o seu resgatado em tal conexão com Ele, que Ele teria que primeiro ser derrotado, vencido, e desonrado, antes de seus entes adquiridos podem ser feridos. Seu nome está na cabeça da empresa, e até que pode ser desonrado, estamos seguros contra todos os pavores do fracasso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, então, com a máxima confiança vamos avançar para o futuro desconhecido, conectado eternamente com Jesus. Se os homens do mundo devem gritar: &amp;quot;''Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada ao seu amado?&amp;quot;'' Vamos alegremente confessar que inclinamos em Jesus, e que vamos apoiar-lhe mais e mais. Nosso Deus é um poço de alegria fiel e sempre fluindo, e nossa comunhão com o Filho de Deus é um rio cheio de alegria. Sabendo destas coisas gloriosas não podemos desanimar: Não! nós choramos com o apóstolo: quem ''“nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor?&amp;quot;''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Fechar</id>
		<title>Toda a Graça/Fechar</title>
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				<updated>2010-04-20T19:17:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|All of Grace/Close}}'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Close}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Confirma%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>Toda a Graça/Confirmação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Confirma%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2010-04-20T19:14:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Confirmation}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu quero que você observe a garantia que Paulo confiantemente esperava por todos os santos. Ele diz - “''o qual também vos confirmará até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo.''&amp;quot; Este é o tipo de confirmação que é acima de tudo a que desejarmos. Você vê que o texto supõe que as pessoas são corretos, e se propõe a confirmá-los no caminho direito. Seria uma coisa horrível para confirmar um homem no meio de pecado e erro. Pense em um bêbado confirmado, ou um ladrão confirmado, ou um mentiroso confirmado. Seria uma coisa deplorável para um homem a ser confirmado na incredulidade e impiedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Já manifestada'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confirmação divina só pode ser apreciado por aqueles a quem a graça de Deus já foi manifestado. É a obra do Espírito Santo. Aquele que dá a fé fortalece e estabelece-lo: Aquele que acende o amor em nós preserva e aumenta a sua chama. O que Ele faz-nos saber por seu primeiro ensinamento, o Bom Espírito nos faz bem saber com maior clareza e certeza ainda por maiores instruções. Atos santo são confirmados até que se tornem hábitos e sentimentos sagrados são confirmados até que se tornem condições permanente. Experiência e prática confirmam nossas crenças e nossas resoluções. Tanto as nossas alegrias e nossas tristezas, nossos sucessos e nossas falhas, são santificados para o mesmo fim: mesmo quando a árvore está ajudada a enraizar-se tanto pelos chuveiros macios e os ventos ásperos. A mente é instruído, e no seu conhecimento crescente reúne motivos para perseverar-se no bom caminho: o coração é consolado, e assim que é feita para aderir mais estreitamente com a verdade consoladora. A aderência cresce mais apertado, e o passo mais firme, e o próprio homem torna-se mais sólido e substancial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A obra do Espírito'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é um crescimento meramente natural, mas é como um trabalho distinto do Espírito como a conversão. O Senhor o dará certamente para aqueles que estão contando com Ele para a vida eterna. Com o seu aperfeiçoamento de trabalho no nosso interior, Ele nos livrará de ser &amp;quot;''instável como a água'',&amp;quot; e nos levaremos a sermos enraizados e aterrados. É uma parte do método pelo qual Ele salva-nos - até vossa edificação  em Jesus Cristo e fazendo com que nós permanecemos nEle. Caro leitor, você pode olhar para isso diáriamente, e você não será decepcionado. Aquele a quem você confia vai fazer você ser como a árvore plantada junto aos ribeiros de águas, assim preservada, mesmo que sua folha não murchar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto é uma força para uma igreja, ter um cristão confirmado! Ele é um conforto para os tristes, e uma ajuda para os fracos. Será que você não gostaria de ser assim? Crentes confirmados são uns pilares na casa do nosso Deus. Estes não são levados por qualquer vento de doutrina, nem derrubados pela tentação súbita. Eles são uma excelente pousada para os outros, e atuam como âncoras em tempos de angústia na igreja. Você que está mal começando a vida santa se atrevem a esperança de que você vai se tornar como eles. Mas você não precisa ter medo; o bom Senhor irá trabalhar em você, assim como neles mesmos. Um destes dias, vocês que estão agora como um bebê em Cristo, deve ser um pai na igreja. Espera para esta grande coisa; mas espero por Ele como um dom da graça, e não como o salário do trabalho, ou como o produto de sua própria energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Até o fim'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O inspirado apóstolo Paulo fala dessas pessoas como a serem confirmados até o fim. Ele esperava que a graça de Deus iria preservá-los pessoalmente até o fim de suas vidas, ou até que o Senhor Jesus voltasse. Na verdade, ele esperava que toda a Igreja de Deus em todos os lugares e em todos os tempos seria mantida até o fim da dispensação, ou até que o Senhor Jesus como o noivo deveria vir para celebrar a festa de casamento com sua noiva perfeita. Todos os que estão em Cristo serão confirmadas até aquele dia ilustres. Será que Ele não disse, ''&amp;quot;Porque eu vivo, vós também vivereis&amp;quot;?'' Ele também disse:'' &amp;quot;eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão.&amp;quot;'' E,'' aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus.”'' O trabalho da graça na alma não é uma reforma superficial; a vida implantado como o novo nascimento vem de uma vida e de semente incorruptível, que vive e permanece para sempre; e as promessas de Deus feitas para os crentes não são de caráter transitório, mas implicam para seu cumprimento, que o crente permanece em seu caminho até que ele chega a glória infinita. Somos guardados pelo poder de Deus, através da fé para a salvação. &amp;quot;''O justo prossegue no seu caminho''.&amp;quot; Não como resultado de nossos próprios méritos ou força, mas como um dom da graça livre e imerecida aqueles que acreditam que sejam ''&amp;quot;preservados em Cristo Jesus''.&amp;quot; Das ovelhas do seu rebanho, Jesus vai perder nenhuma; nenhum membro de seu corpo morrerá; nenhuma pedra preciosa do seu tesouro deve estar em falta no dia em que Ele compõe suas jóias. Caro leitor, a salvação que é recebido pela fé não é uma coisa de meses e anos; porque o nosso Senhor Jesus tem &amp;quot;''obtido eterna salvação para nós'',&amp;quot; e o que é eterno, não pode chegar ao termino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Irrepreensível'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo também declara sua expectativa de que os santos de Corinto seriam &amp;quot;''confirmada para o final irrepreensíveis.&amp;quot;'' Este estado ''impecável'' é uma parte preciosa da nossa conservação. Para ser santificado é melhor do que simplesmente ser mantido seguro. É uma coisa terrível, quando você vê as pessoas religiosas tropeçando para fora de uma desonra para o outro; eles não acreditavam no poder de nosso Senhor para torná-las irrepreensíveis. As vidas de alguns cristãos professores são uma série de tropeços, pois eles nunca são muito baixo, e ainda raramente estão de pé. Esta não é uma coisa própria para um crente; ele é convidado a caminhar com Deus, e pela fé que ele pode atingir a perseverança constante na santidade; e ele deveria fazer-lo. O Senhor é capaz, não só para nos salvar do inferno, mas para nos impedir de cair. Nós não precisamos ceder à tentação. Não está escrito: &amp;quot;''Pois o pecado não terá domínio sobre vós&amp;quot;''? O Senhor é capaz de manter os pés dos seus santos; e Ele vai fazer isso se confiarmos nEle para fazer isso. Nós não precisamos sujar nossas vestes, podemos mantê-los da corrupção do mundo pela Sua graça; somos obrigados a fazer isso, “''a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O apóstolo profetizou para esses crentes aquilo que ele queria nos buscarmos - para que possamos ser preservados, ''&amp;quot;para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo''.&amp;quot; Nossa Versão Revista tem &amp;quot;irrepreensíveis&amp;quot;, em vez de &amp;quot;perfeitos.&amp;quot; Possivelmente um melhor renderização seria &amp;quot;inatacáveis.&amp;quot; Queira Deus que, nesse último grande dia, podemos ficar livres de quaisquer encargos, que ninguém em todo o universo pode se atrevem a desafiar a nossa pretensão de ser redimidos do Senhor. Nós temos pecados e enfermidades para lamentar, mas estes não são o tipo de faltas que iria revelar-nos a estar fora de Cristo; devemos ser livres de hipocrisia, falsidade, ódio e prazer no pecado; encargos para essas coisas seriam fatais. Apesar de nossas falhas, o Espírito Santo pode operar em nós um caráter impecável diante dos homens; de modo que, como Daniel, devemos fornecer nenhuma ocasião para línguas acusar-nos, exceto em matéria de nossa religião. Multidões de homens e mulheres piedosos exibiram vidas tão transparente, de modo consistente ao longo, que ninguém podia negar-lhes. O Senhor será capaz de dizer de muitos crentes, como Ele fez de Jó, quando Satanás estava diante dEle, ''&amp;quot;Notaste porventura o meu servo Jó, que ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, que teme a Deus e se desvia do mal?&amp;quot;'' Isto é o que meu leitor deve olhar para as mãos do Senhor. Este é o triunfo dos santos - de continuar a seguir o Cordeiro onde quer que vá, mantendo nossa integridade como perante o Deus vivo. Que nunca desviamos para caminhos tortuosos, e darmos causa ao adversário de blasfemar. Ao verdadeiro crente está escrito: &amp;quot;''Ele guarda a si mesmo, e o maligno não lhe toca.''&amp;quot; Que assim seja escrito sobre nós!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amigo apenas começando na vida divina, o Senhor pode dar-lhe um caráter irrepreensível. Mesmo que em sua vida passada pode ter ido longe no pecado, o Senhor pode te livrar completamente do poder do antigo hábito, e torná-lo um exemplo de virtude. Ele não pode fazê-lo apenas moral, mas Ele pode fazer você detestar todo falso caminho e seguir apos de tudo que é santo. Não duvida. O chefe dos pecadores não precisa ser nem um pouco para trás do mais puros dos santos. Acredite para isso, e de acordo com a sua fé se deve deixar-vos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ó, que alegria será para ser encontrados irrepreensíveis no dia do juízo! Nós não cantam mal, quando nos unimos naquele hino encantador:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;quot;Corajoso devo ficar nesse grande dia,&amp;lt;br&amp;gt; Para que alguma coisa ao meu cargo deve acusar;&amp;lt;br&amp;gt; Embora absolvido pelo teu sangue sou,&amp;lt;br&amp;gt; De tremenda maldição do pecado e da vergonha?&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que felicidade será para desfrutar de intrépida coragem, quando o céu e a terra fugirão da face do juiz de todos! Esta felicidade será a porção de todos que olham só a graça de Deus em Cristo Jesus, e naquela força contínua lutando contra todo o pecado.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Why_Saints_Persevere</id>
		<title>Toda a Graça/Why Saints Persevere</title>
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				<updated>2010-04-20T19:10:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/Why Saints Persevere para Toda a Graça/Por Que Os Crentes Perseveram&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Toda a Graça/Por Que Os Crentes Perseveram]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Por_Que_Os_Crentes_Perseveram</id>
		<title>Toda a Graça/Por Que Os Crentes Perseveram</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Por_Que_Os_Crentes_Perseveram"/>
				<updated>2010-04-20T19:10:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/Why Saints Persevere para Toda a Graça/Por Que Os Crentes Perseveram&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Why Saints Persevere}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Por_Que_Os_Crentes_Perseveram</id>
		<title>Toda a Graça/Por Que Os Crentes Perseveram</title>
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				<updated>2010-04-20T19:10:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|All of Grace/Why Saints Persevere}}'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Why Saints Persevere}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Confirmation</id>
		<title>Toda a Graça/Confirmation</title>
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				<updated>2010-04-20T19:00:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/Confirmation para Toda a Graça/Confirmação&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Toda a Graça/Confirmação]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Confirma%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>Toda a Graça/Confirmação</title>
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&lt;hr /&gt;
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		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Confirma%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>Toda a Graça/Confirmação</title>
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&lt;hr /&gt;
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		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/O_medo_de_cair_no_final</id>
		<title>Toda a Graça/O medo de cair no final</title>
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				<updated>2010-04-20T18:53:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/The Fear Of Final Falling}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escuridão assombra o medo nas mentes de muitos que estão vindo a Cristo; pois eles estão com medo de que eles não vão perseverar até o fim. Eu ouvi um candidato a dizer: &amp;quot;''Se eu fosse para lançar a minha alma para Jesus, ainda, porventura eu posso voltar, depois de tudo, para a perdição. Eu ja tive bons sentimentos até agora, e eles logo morreram. Meu virtude tem sido como a nuvem da manhã, e como o orvalho da madrugada. Chegou de repente, durou uma temporada, prometeu muito e, em seguida desapareceu.''&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fé temporária'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu leitor, creio que esse medo é muitas vezes o pai do fato; e que alguns que tiveram medo de confiar em Cristo para todos os tempos, e por toda a eternidade, falharam porque eles tinham uma fé temporária, que nunca foi longe o suficiente para salvá-los. Eles partiram confiantes em Jesus por parte, mas olhando para si próprios para a continuidade e perseverança no caminho para o céu e assim eles partiram incompletos e, como conseqüência natural, voltaram antes do tempo. Se nós confiamos a nós mesmos para a nossa perseverança não vamos segurar. Apesar de confiar em Jesus para uma parte da nossa salvação, iremos falhar se nós confiamos à se para qualquer parte. Nenhuma corrente é mais forte que seu elo mais fraco: se Jesus é a nossa esperança para tudo, exceto uma coisinha, seremos extremamente falhas, porque naquele ponto é que vamos chegar a nada. Eu não tenho nenhuma dúvida de que um erro sobre a perseverança dos santos, tem impedido a perseverança de muitos que correram bem. O que impediu que eles não deviam continuar a correr? Eles confiavam em si mesmos para que a execução, e assim não chegaram. Cuidado com a mistura de até mesmo um pouquinho de si com a argamassa com que você construir, ou você vai fazer argamassa fraca, e as pedras não se manterão unidas. Se você olhar para Cristo para o seu início, tem cuidado de olhar para si mesmo para o seu términos. Ele é Alpha. Ver a Ele que você faça o Omega também. Se você começar no Espírito você não deve esperar ser aperfeiçoados pela carne. Comece como você pretende continuar, e continuar como você começou, e deixe que o Senhor seja tudo em todos para você. Ó, que Deus, o Espírito Santo, pode nos dar uma idéia muito clara de onde a força deve vir pela qual devemos ser preservados até o dia do Senhor aparecer! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o que Paulo disse uma vez sobre o assunto quando estava a escrever aos coríntios:&lt;br /&gt;
&amp;quot;''o qual também vos confirmará até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.''” (1 Coríntios 1.8, 9).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa linguagem silenciosa admite uma grande necessidade, dizendo-nos como é previsto. Onde quer que o Senhor faz uma oferta, estamos certos de que havia uma necessidade, uma vez que nenhum supérfluo onera o pacto de graça. Escudos de ouro pendurados nos tribunais de Salomão, e nunca foram utilizados, mas não há nenhum exemplo assim no arsenal de Deus. O que Deus providenciou vamos certamente precisar. Entre esta hora e a consumação de todas as coisas cada promessa de Deus e todas as disposições do pacto de graça serão necessárias. As necessidades urgentes da alma do crente são a confirmação, persistência, a perseverança final, e preservação até o fim. Esta é a grande necessidade dos crentes mais avançados, pois Paulo estava escrevendo para os santos em Corinto, que eram homens de uma ordem superior, de quem ele poderia dizer: &amp;quot;''Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus.''&amp;quot; Esses homens são seguramente as pessoas que sentem que precisam diariamente da graça de novo se forem segurar e manter-se, e sairem vencedores ao final. Se você não era um santo você não teria graça, e você não sentiria necessidade de mais graça; mas porque vocês são homens de Deus, vocêz sentem as demandas diárias da vida espiritual. A estátua de mármore não requer alimentos; mas a vida do homem tem fome e sede, e ele se alegra de que o seu pão e sua água são seguros para ele, por que ele certamente desmaiaria pelo caminho. Os desejos pessoal do crente se tornam inevitáveis que ele deveria diáriamente extrair da grande fonte de todas as necessidades; pois o que ele poderia fazer se ele não poderia recorrer a seu Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é verdade do mais talentoso dos santos - daqueles homens que estavam em Corinto eram enriquecidos em toda palavra e com todo o conhecimento. Eles precisavam de ser confirmados até o fim, ou então os seus dons e talentos provariram a sua ruína. Se tivéssemos as línguas dos homens e dos anjos, se não receber a graça fresca, onde devemos ser? Se nós tivéssemos toda a experiência até que fomos pais na igreja - se tivéssemos sido ensinados por Deus a fim de compreender todos os mistérios, ainda que não poderiamos viver um único dia sem a vida divina que flui em nós do nosso Deus. Como poderíamos esperar segurar por uma hora, para não dizer nada de uma vida para sempre, a menos que o Senhor deve prender-nos? Ele, que começou a boa obra em nós deve realizá-lo até o dia de Cristo, ou vai ser um fracasso doloroso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''De nós mesmos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta necessidade surge muito grande do nosso próprio ser. Em alguns há um medo doloroso que eles não vão perseverar na graça, porque eles conhecem as suas próprias inconstâncias. Certas pessoas são constitucionalmente instável. Alguns homens são, por natureza, conservadores, para não dizer obstinados; mas outros são tão naturalmente variável e volátil. Como as borboletas que voam de flor em flor, até que visitar todas as belezas do jardim, e resolver sobre nenhuma delas. Eles nunca estão muito tempo em um lugar para fazer algum bem; nem mesmo em seus negócios, nem em suas atividades intelectuais. Essas pessoas podem muito bem ter medo de que dez, vinte, trinta, quarenta, talvez cinqüenta anos de contínua vigilância religiosa será grande demais para eles. Vemos homens se juntar primeiro uma igreja e depois outro, até que voltem a primeira novamente. Eles são sempre girando e nada dura por muito tempo. Esses tem  grande necessidade de orar para que eles possam ser divinamente confirmados, e pode ser não só invariáveis, mas firmes e constantes, ou caso contrário, não serão encontrados &amp;quot;''sempre abundantes na obra do Senhor.&amp;quot;''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sinta-se a nossa própria fraqueza'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós, mesmo se nós não temos nenhuma tentação constitucional de inconstância, deve sentir a nossa própria fraqueza se estamos realmente convertidos pelo Deus. Caro leitor, você não encontra bastante em um único dia para fazer você tropeçar? Você que o deseja caminhar na santidade perfeita, pois confio em você; você que tem definido antes de você um elevado padrão de que um cristão deve ser - vocês não acham que antes que as coisas estão tirados longe da mesa do café da manhã, você tem encontrado tolice suficiente para que se envergonhar de si mesmos? Se estivéssemos a fechar-nos na cela solitária de um eremita, a tentação nos segue; por enquanto não podemos fugir de nós mesmos, e não podemos escapar de incitamento ao pecado. Há que, dentro de nossos corações, o que deve tornar-nos vigilantes e humildes diante de Deus. Se Ele não confirmar, nós soms tão fracos que vamos tropeçar e cair, não derrubados por um inimigo, mas pela nossa própria negligência. ''Senhor, sê nossa força.'' Somos a própria fraqueza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Cansaço'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, existe o cansaço que vem de uma longa vida. Quando começamos nossa profissão cristã, subirão com asas como águias, mais adiante, corremos sem cansaço, mas no nosso melhor e mais verdadeiro dias andamos sem desmaio. Nosso ritmo parece lento, mas é mais útil e mais sustentado. Peço a Deus que a energia da nossa juventude pode continuar com a gente na medida em que é a energia do Espírito, e não a mera fermentação da carne orgulhosa. Ele que foi durante muito tempo na estrada para o céu pode verificar que havia uma boa razão por que foi prometido que os seus sapatos devem ser de ferro e bronze, porque a estrada é difícil. Ele descobriu que há montes de dificuldade e vales de humilhação; que existe um vale da sombra de morte, e, pior ainda, a feira de vaidade, e todas estas estão a serem percorridas. Se houver montanhas deliciosas (e, graças a Deus, há,) há também castelos de desespero, no interior dos quais os peregrinos foram demasiadas vezes visto. Considerando todas as coisas, os que têm até o fim do caminho da santidade serão &amp;quot;''homens admirados.&amp;quot;'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;''Ó mundo de maravilhas, nem posso dizer menos.&amp;quot;'' Os dias de uma vida cristã são como tantas pérolas de misericórdia enfiada na corda de ouro da fidelidade divina. No céu vamos dizer aos anjos e principados e potestades, os insondáveis riquezas de Cristo, que foram gastos em cima de nós, e apreciados por nós enquanto estávamos aqui na terra. Temos sido mantidos vivos à beira da morte. A nossa vida espiritual tem sido uma chama acesa no meio do mar, uma pedra que ficou suspensa no ar. Ela vai surpreender o universo para nos ver entrar no portão de pérolas, irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Devemos estar cheios de admiração agradecida se for mantida por uma hora, e eu confio que nós somos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Que lugar em que vivemos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso fosse tudo, seria motivo suficiente para a ansiedade; mas há muito mais. Temos que pensar do que no lugar em que vivemos. O mundo é um deserto desolado para muitos do povo de Deus. Alguns de nós são muito abençoados pela providência de Deus, mas outros têm uma luta popa dela. Nós começamos nosso dia com a oração, e nós ouvimos a voz da música sagrada completa em nossas casas; mas muitas pessoas boas dificilmente sobem de seus joelhos na parte da manhã, antes de serem saudados com blasfêmia. Eles saem para trabalhar, e durante todo o dia eles são atormentados com conversa suja como justo Ló em Sodoma. Você nem pode até mesmo andar pelas ruas sem abrir seus ouvidos e serem atingidas com linguagem chula? O mundo não é amigo de graça. O melhor que podemos fazer com este mundo é passar por ele o mais rápido possível, pois vivemos em um país inimigo. Um ladrão se esconde em cada arbusto. Em toda parte nós precisamos de viajar com uma &amp;quot;espada desembainhada&amp;quot; na nossa mão, ou pelo menos com essa arma que é chamada toda-oração sempre ao nosso lado; porque temos que lutar por cada centímetro do nosso caminho. Não se engane sobre isso, ou você será rudemente abalada fora de seu delírio afetuoso. Ó Deus, ajuda-nos e confirme-nos até ao fim, ou aonde seremos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira religião é sobrenatural em seu início, sobrenatural na sua continuidade, e sobrenatural em seu fim. É a obra de Deus, do primeiro ao fim. Existe uma grande necessidade de que a mão do Senhor deve ser estendido ainda; o meu leitor está sentindo isso agora, e estou contente que ele deveria sentir isso; porque agora ele vai olhar para sua própria preservação ao Senhor, que por Si só é capaz para nos impedir de cair, e glorificar-nos com o seu Filho.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/O_medo_de_cair_no_final</id>
		<title>Toda a Graça/O medo de cair no final</title>
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				<updated>2010-04-19T20:28:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/The Fear Of Final Falling}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escuridão assombra o medo nas mentes de muitos que estão vindo a Cristo; pois eles estão com medo de que eles não vão perseverar até o fim. Eu ouvi um candidato a dizer: &amp;quot;Se eu fosse para lançar a minha alma para Jesus, ainda, porventura eu posso voltar, depois de tudo, para a perdição. Eu ja tive bons sentimentos até agora, e eles logo morreram. Meu virtude tem sido como a nuvem da manhã, e como o orvalho da madrugada. Chegou de repente, durou uma temporada, prometeu muito e, em seguida desapareceu.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fé temporária'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu leitor, creio que esse medo é muitas vezes o pai do fato; e que alguns que tiveram medo de confiar em Cristo para todos os tempos, e por toda a eternidade, falharam porque eles tinham uma fé temporária, que nunca foi longe o suficiente para salvá-los. Eles partiram confiantes em Jesus por parte, mas olhando para si próprios para a continuidade e perseverança no caminho para o céu e assim eles partiram incompletos e, como conseqüência natural, voltaram antes do tempo. Se nós confiamos a nós mesmos para a nossa perseverança não vamos segurar. Apesar de confiar em Jesus para uma parte da nossa salvação, iremos falhar se nós confiamos à se para qualquer parte. Nenhuma corrente é mais forte que seu elo mais fraco: se Jesus é a nossa esperança para tudo, exceto uma coisinha, seremos extremamente falhas, porque naquele ponto é que vamos chegar a nada. Eu não tenho nenhuma dúvida de que um erro sobre a perseverança dos santos, tem impedido a perseverança de muitos que correram bem. O que impediu que eles não deviam continuar a correr? Eles confiavam em si mesmos para que a execução, e assim não chegaram. Cuidado com a mistura de até mesmo um pouquinho de si com a argamassa com que você construir, ou você vai fazer argamassa fraca, e as pedras não se manterão unidas. Se você olhar para Cristo para o seu início, tem cuidado de olhar para si mesmo para o seu términos. Ele é Alpha. Ver a Ele que você faça o Omega também. Se você começar no Espírito você não deve esperar ser aperfeiçoados pela carne. Comece como você pretende continuar, e continuar como você começou, e deixe que o Senhor seja tudo em todos para você. Ó, que Deus, o Espírito Santo, pode nos dar uma idéia muito clara de onde a força deve vir pela qual devemos ser preservados até o dia do Senhor aparecer! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o que Paulo disse uma vez sobre o assunto quando estava a escrever aos coríntios:&lt;br /&gt;
&amp;quot;o qual também vos confirmará até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.” (1 Coríntios 1.8, 9).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa linguagem silenciosa admite uma grande necessidade, dizendo-nos como é previsto. Onde quer que o Senhor faz uma oferta, estamos certos de que havia uma necessidade, uma vez que nenhum supérfluo onera o pacto de graça. Escudos de ouro pendurados nos tribunais de Salomão, e nunca foram utilizados, mas não há nenhum exemplo assim no arsenal de Deus. O que Deus providenciou vamos certamente precisar. Entre esta hora e a consumação de todas as coisas cada promessa de Deus e todas as disposições do pacto de graça serão necessárias. As necessidades urgentes da alma do crente são a confirmação, persistência, a perseverança final, e preservação até o fim. Esta é a grande necessidade dos crentes mais avançados, pois Paulo estava escrevendo para os santos em Corinto, que eram homens de uma ordem superior, de quem ele poderia dizer: &amp;quot;Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi dada em Cristo Jesus.&amp;quot; Esses homens são seguramente as pessoas que sentem que precisam diariamente da graça de novo se forem segurar e manter-se, e sairem vencedores ao final. Se você não era um santo você não teria graça, e você não sentiria necessidade de mais graça; mas porque vocês são homens de Deus, vocêz sentem as demandas diárias da vida espiritual. A estátua de mármore não requer alimentos; mas a vida do homem tem fome e sede, e ele se alegra de que o seu pão e sua água são seguros para ele, por que ele certamente desmaiaria pelo caminho. Os desejos pessoal do crente se tornam inevitáveis que ele deveria diáriamente extrair da grande fonte de todas as necessidades; pois o que ele poderia fazer se ele não poderia recorrer a seu Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é verdade do mais talentoso dos santos - daqueles homens que estavam em Corinto eram enriquecidos em toda palavra e com todo o conhecimento. Eles precisavam de ser confirmados até o fim, ou então os seus dons e talentos provariram a sua ruína. Se tivéssemos as línguas dos homens e dos anjos, se não receber a graça fresca, onde devemos ser? Se nós tivéssemos toda a experiência até que fomos pais na igreja - se tivéssemos sido ensinados por Deus a fim de compreender todos os mistérios, ainda que não poderiamos viver um único dia sem a vida divina que flui em nós do nosso Deus. Como poderíamos esperar segurar por uma hora, para não dizer nada de uma vida para sempre, a menos que o Senhor deve prender-nos? Ele, que começou a boa obra em nós deve realizá-lo até o dia de Cristo, ou vai ser um fracasso doloroso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''De nós mesmos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta necessidade surge muito grande do nosso próprio ser. Em alguns há um medo doloroso que eles não vão perseverar na graça, porque eles conhecem as suas próprias inconstâncias. Certas pessoas são constitucionalmente instável. Alguns homens são, por natureza, conservadores, para não dizer obstinados; mas outros são tão naturalmente variável e volátil. Como as borboletas que voam de flor em flor, até que visitar todas as belezas do jardim, e resolver sobre nenhuma delas. Eles nunca estão muito tempo em um lugar para fazer algum bem; nem mesmo em seus negócios, nem em suas atividades intelectuais. Essas pessoas podem muito bem ter medo de que dez, vinte, trinta, quarenta, talvez cinqüenta anos de contínua vigilância religiosa será grande demais para eles. Vemos homens se juntar primeiro uma igreja e depois outro, até que voltem a primeira novamente. Eles são sempre girando e nada dura por muito tempo. Esses tem  grande necessidade de orar para que eles possam ser divinamente confirmados, e pode ser não só invariáveis, mas firmes e constantes, ou caso contrário, não serão encontrados &amp;quot;sempre abundantes na obra do Senhor.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sinta-se a nossa própria fraqueza'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós, mesmo se nós não temos nenhuma tentação constitucional de inconstância, deve sentir a nossa própria fraqueza se estamos realmente convertidos pelo Deus. Caro leitor, você não encontra bastante em um único dia para fazer você tropeçar? Você que o deseja caminhar na santidade perfeita, pois confio em você; você que tem definido antes de você um elevado padrão de que um cristão deve ser - vocês não acham que antes que as coisas estão tirados longe da mesa do café da manhã, você tem encontrado tolice suficiente para que se envergonhar de si mesmos? Se estivéssemos a fechar-nos na cela solitária de um eremita, a tentação nos segue; por enquanto não podemos fugir de nós mesmos, e não podemos escapar de incitamento ao pecado. Há que, dentro de nossos corações, o que deve tornar-nos vigilantes e humildes diante de Deus. Se Ele não confirmar, nós soms tão fracos que vamos tropeçar e cair, não derrubados por um inimigo, mas pela nossa própria negligência. Senhor, sê nossa força. Somos a própria fraqueza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Cansaço'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, existe o cansaço que vem de uma longa vida. Quando começamos nossa profissão cristã, subirão com asas como águias, mais adiante, corremos sem cansaço, mas no nosso melhor e mais verdadeiro dias andamos sem desmaio. Nosso ritmo parece lento, mas é mais útil e mais sustentado. Peço a Deus que a energia da nossa juventude pode continuar com a gente na medida em que é a energia do Espírito, e não a mera fermentação da carne orgulhosa. Ele que foi durante muito tempo na estrada para o céu pode verificar que havia uma boa razão por que foi prometido que os seus sapatos devem ser de ferro e bronze, porque a estrada é difícil. Ele descobriu que há montes de dificuldade e vales de humilhação; que existe um vale da sombra de morte, e, pior ainda, a feira de vaidade, e todas estas estão a serem percorridas. Se houver montanhas deliciosas (e, graças a Deus, há,) há também castelos de desespero, no interior dos quais os peregrinos foram demasiadas vezes visto. Considerando todas as coisas, os que têm até o fim do caminho da santidade serão &amp;quot;homens admirados.&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Ó mundo de maravilhas, nem posso dizer menos.&amp;quot; Os dias de uma vida cristã são como tantas pérolas de misericórdia enfiada na corda de ouro da fidelidade divina. No céu vamos dizer aos anjos e principados e potestades, os insondáveis riquezas de Cristo, que foram gastos em cima de nós, e apreciados por nós enquanto estávamos aqui na terra. Temos sido mantidos vivos à beira da morte. A nossa vida espiritual tem sido uma chama acesa no meio do mar, uma pedra que ficou suspensa no ar. Ela vai surpreender o universo para nos ver entrar no portão de pérolas, irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Devemos estar cheios de admiração agradecida se for mantida por uma hora, e eu confio que nós somos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Que lugar em que vivemos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isso fosse tudo, seria motivo suficiente para a ansiedade; mas há muito mais. Temos que pensar do que no lugar em que vivemos. O mundo é um deserto desolado para muitos do povo de Deus. Alguns de nós são muito abençoados pela providência de Deus, mas outros têm uma luta popa dela. Nós começamos nosso dia com a oração, e nós ouvimos a voz da música sagrada completa em nossas casas; mas muitas pessoas boas dificilmente sobem de seus joelhos na parte da manhã, antes de serem saudados com blasfêmia. Eles saem para trabalhar, e durante todo o dia eles são atormentados com conversa suja como justo Ló em Sodoma. Você nem pode até mesmo andar pelas ruas sem abrir seus ouvidos e serem atingidas com linguagem chula? O mundo não é amigo de graça. O melhor que podemos fazer com este mundo é passar por ele o mais rápido possível, pois vivemos em um país inimigo. Um ladrão se esconde em cada arbusto. Em toda parte nós precisamos de viajar com uma &amp;quot;espada desembainhada&amp;quot; na nossa mão, ou pelo menos com essa arma que é chamada toda-oração sempre ao nosso lado; porque temos que lutar por cada centímetro do nosso caminho. Não se engane sobre isso, ou você será rudemente abalada fora de seu delírio afetuoso. Ó Deus, ajuda-nos e confirme-nos até ao fim, ou aonde seremos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdadeira religião é sobrenatural em seu início, sobrenatural na sua continuidade, e sobrenatural em seu fim. É a obra de Deus, do primeiro ao fim. Existe uma grande necessidade de que a mão do Senhor deve ser estendido ainda; o meu leitor está sentindo isso agora, e estou contente que ele deveria sentir isso; porque agora ele vai olhar para sua própria preservação ao Senhor, que por Si só é capaz para nos impedir de cair, e glorificar-nos com o seu Filho.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/The_Fear_Of_Final_Falling</id>
		<title>Toda a Graça/The Fear Of Final Falling</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/The_Fear_Of_Final_Falling"/>
				<updated>2010-04-19T20:27:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/The Fear Of Final Falling para Toda a Graça/O medo de cair no final&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Toda a Graça/O medo de cair no final]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Toda a Graça/O medo de cair no final</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/The Fear Of Final Falling}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/O_medo_de_cair_no_final</id>
		<title>Toda a Graça/O medo de cair no final</title>
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				<updated>2010-04-19T20:27:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|All of Grace/The Fear Of Final Falling}}'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/The Fear Of Final Falling}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Como_o_arrependimento_%C3%A9_dado</id>
		<title>Toda a Graça/Como o arrependimento é dado</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Como_o_arrependimento_%C3%A9_dado"/>
				<updated>2010-04-19T20:26:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/How Repentance Is Given}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para retornar ao texto magnífico: ''&amp;quot;Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados .&amp;quot;'' Nosso Senhor Jesus Cristo subiu para que a graça pode vir para baixo. Sua glória é empregada para dar maior aceitação de Sua graça. O Senhor não deu um passo para cima, exceto com o design de levar os pecadores transformados para cima com Ele. Ele é exaltado para dar arrependimento; e isso vamos ver se nos lembramos de algumas importante verdades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Possível, disponível e aceitável'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho feito pelo nosso Senhor Jesus, fez arrependimento possível, disponível e aceitável. A lei não faz nenhuma menção de arrependimento, mas diz claramente: &amp;quot;A ''alma que pecar, essa morrerá.''&amp;quot; Se o Senhor Jesus não tivesse morrido e ressuscitado e ido para o Pai, o que seria do seu arrependimento ou do meu? Podemos sentir remorso com seus horrores, mas nunca sentiriamos arrependimento com suas esperanças. O arrependimento, como um sentimento natural, é um dever comum que não merece grandes elogios: na verdade, é tão geralmente misturada com um medo egoísta de castigo, que a sua avaliação mais amável, faz pouco. Se Jesus não tivesse interposto fora e forjado uma riqueza de mérito, as nossas lágrimas de arrependimento teriam sidos derramados tanta quanto a água no chão. Jesus é exaltado no alto, que através da força do seu arrependimento intercessão pode ter um lugar diante de Deus. Nesse sentido, Ele nos dá o arrependimento, porque Ele coloca o arrependimento em uma posição de aceitação, que de outra forma nunca poderia ter ocupado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Espírito de Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus foi exaltado no alto, o Espírito de Deus foi derramado para trabalhar em nós todas as graças necessárias. O Espírito Santo cria em nós o arrependimento, renova a nossa natureza de forma supernatural, e tira o coração de pedra fora da nossa carne. Ó, não tenta forçar lágrimas impossível! O arrependimento não vem da natureza indisposto, mas da graça livre e soberana. Não precisa bater o seu peito a fim de buscar dum coração de pedra, os sentimentos que não estão lá. Mas vai para o Calvário e ver como Jesus morreu. Olhe para cima, para os montes de onde vem o seu socorro . O Espírito Santo veio de propósito para que Ele possa ofuscar os espíritos dos homens e criar arrependimento dentro deles, mesmo que uma vez Ele pairava sobre o caos e trouxe a ordem. Respire sua oração a Ele: &amp;quot;''Bendito Espírito, habite comigo. Faça-me terna e humilde de coração, para que eu possa odiar o pecado e sinceramente me arrepender.''” Ele vai ouvir o seu clamor e lhe responder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Consagrar todas as obras da natureza e da providência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se, também, que quando nosso Senhor Jesus foi exaltado, Ele não só nos deu o arrependimento, enviando o Espírito Santo, mas, consagrando todas as obras da natureza e da providência para os grande fins da nossa salvação, de modo que qualquer um deles pode nos chamar ao arrependimento; ora se cantará como o galo de Pedro, ou abalar a prisão como o terremoto do carcereiro. Da mão direita de Deus, nosso Senhor Jesus governa todas as coisas aqui em baixo, e fá-las trabalhar em conjunto para a salvação de seus redimidos. Ele usa tanto amargos e doces, os ensaios e as alegrias que Ele pode produzir nos pecadores uma mente melhor para o seu Deus. Seja grata para a providência que lhe fez pobre ou doente, ou triste; por tudo isso Jesus trabalha a vida de seu espírito e transforma-lo para si. A misericórdia do Senhor muitas vezes passeia à porta dos nossos corações no cavalo negro da aflição. Jesus usa o conjunto das nossas experiências para afastar-nos das coisas da terra e atriar-nos para o céu. Cristo é exaltado ao trono do céu e da terra, a fim de que, por todos os processos de Sua providência, Ele pode subjugar corações duros até o amolecimento de graça do arrependimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''No trabalho, a esta hora'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, Ele está trabalhando a essa hora por todos os seus sussurros na consciência, pelo Seu livro inspirado, por aqueles de nós que fale desse livro, e os amigos orando e corações sérias. Ele pode enviar uma palavra para você que deve atingir seu coração rochoso como com a vara de Moisés, e fazer com que os fluxos de arrependimento podem fluir. Ele pode trazer à mente um texto a partir da Sagrada Escritura, que deve conquistar o coração de você rapidamente. Ele pode misteriosamente amolecer você, e causar um estado de espírito quando você menos espere por Ele. Esteja certo disto, Ele que se entrou na sua glória, criado em todo o esplendor e majestade de Deus, tem formas abundantes de trabalhar o arrependimento naqueles a quem Ele concede o perdão. Ele é mesmo agora esperando para dar-lhe o arrependimento. Peça-lhe para Ele de uma vez!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P'''ara as pessoas mais improváveis'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe com muito conforto que o Senhor Jesus Cristo dá o arrependimento para as pessoas mais improváveis do mundo. Ele é exaltado para dar a Israel o arrependimento. Para Israel! Nos dias em que os apóstolos falavam assim, Israel foi o país que tinha mais gravemente pecado contra a luz e o amor, e que coroou a sua culpa pela crucificação do Senhor, e por se atrever a dizer: &amp;quot;''Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos.&amp;quot;'' Ora, estes foram os assassinos de Jesus, e ainda assim Ele é exaltado para ''lhes'' dar arrependimento! Que maravilha de graça! Ouça, então. Se tiver sido criada no brilho da luz cristã, e ainda tenha o rejeitado, ainda há esperança por você. Se você pecou contra a consciência e contra o Espírito Santo, e contra o amor de Jesus, há ainda espaço para arrependimento. Embora você pode ser tão duro como o antigo Israel descrente, amaciamento ainda pode vir para você, pois Jesus é exaltado, e vestido com um poder ilimitado. Para aqueles que foram mais longe na iniqüidade, e pecaram com agravação especial, o Senhor Jesus é exaltado para dar-lhes o arrependimento e o perdão dos pecados. Feliz sou eu para ter um evangelho tão cheio para anunciar! Feliz é você para poder ouvi-lo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os corações dos filhos de Israel tinham crescidos duros como umas pedras inflexíveis. Lutero achava impossível converter um judeu. Estamos longe de concordar com ele, e ainda temos de admitir que a semente de Israel têm sido extremamente obstinado em sua rejeição do Salvador durante esses muitos séculos. Em verdade, o Senhor diz: ''&amp;quot;Israel não me quis.&amp;quot; “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.&amp;quot;'' No entanto, a favor de Israel, nosso Senhor Jesus é exaltado para a concessão do arrependimento e remissão. Provavelmente o meu leitor é um gentio, mas ainda assim ele pode ter um coração muito teimoso, que se ficou contra o Senhor Jesus por muitos anos; e ainda assim Ele, o nosso Senhor, pode trabalhar arrependimento. Pode ser que você ainda se sentir compelido a escrever como William Hone fez quando ele se rendeu ao amor divino. Ele foi o autor dos volumes mais maravilhosos chamados o &amp;quot;Livro Diário,&amp;quot; mas ele era uma vez um infiel decidido. Quando subjugada pela graça soberana, ele escreveu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''&amp;quot;O coração mais orgulhoso que ja bateu, &amp;lt;br&amp;gt;tem sido rendido em mim;&amp;lt;br&amp;gt;A mais selvagem força de vontade que, &amp;lt;br&amp;gt;a tua causa desprezou e deu ajuda dos teus dversários&amp;lt;br&amp;gt; esta calmo meu Senhor, por ti.&amp;lt;br&amp;gt; Tua vontade, e não o meu vai ser feito, &amp;lt;br&amp;gt;meu coração será sempre teu;&amp;lt;br&amp;gt; Confessando-te a palavra poderosa, &amp;lt;br&amp;gt;meu Salvador Cristo, meu Deus, meu Senhor,&amp;lt;br&amp;gt;Tua Cruz será o meu sinal.&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor pode dar o arrependimento para a mais improvável, transformando os leões para cordeiros, e os corvos em pombas. Olhemos para Ele que esta grande mudança pode ser forjado em nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A contemplação da morte de Cristo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente a contemplação da morte de Cristo é um dos métodos mais seguro e rápido de adquirir o arrependimento. Não se senta e tente bombear o arrependimento do poço seco da sua natureza corrupta. É contrário às leis da mente supor que você pode forçar a sua alma para aquele estado agradável. Leve o seu coração em oração a Ele que o compreende, e dizer: ''&amp;quot;Senhor, purificá-lo. Senhor, renová-lo. Senhor, trabalha o arrependimento nele''.&amp;quot; Quanto mais você tenta produzir emoções penitente em si mesmo, mais você vai ficar desapontado; mas se você pensar e crer de Jesus morrer por você, estourará arrependimento. Medite sobre o Senhor derramando sangue de seu coração com amor a você. Defina antes dos olhos da mente a agonia e suor de sangue, a cruz e a paixão; e quando fazê-lo, Ele, que foi o portador de toda essa dor, vai olhar para você, e com aquele olhar Ele vai fazer por você o que Ele fez para Peter, de modo que você também vai sair e chorar amargamente. Aquele que morreu para você possa, pelo seu gracioso Espírito, fazer você morrer para o pecado; e Ele que subiu para a glória em seu nome, pode chamar a sua alma a sequir Ele, longe do mal, e para a santidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou ficar contente se eu deixar este unico pensamento com você; não olhe debaixo do gelo para encontrar o fogo, nem espere em seu próprio coração natural para encontrar o arrependimento. Um olhar para a Vida para a sua vida. Olhe para Jesus por tudo que você precisa entre as portões do inferno e as portões do céu. Nunca procurar noutro lugar para qualquer parte do que Jesus ama a conceder; mas lembre-se, CRISTO É TUDO.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Como_o_arrependimento_%C3%A9_dado</id>
		<title>Toda a Graça/Como o arrependimento é dado</title>
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				<updated>2010-04-19T20:22:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/How Repentance Is Given}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para retornar ao texto magnífico: ''&amp;quot;Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão de pecados .&amp;quot;'' Nosso Senhor Jesus Cristo subiu para que a graça pode vir para baixo. Sua glória é empregada para dar maior aceitação de Sua graça. O Senhor não deu um passo para cima, exceto com o design de levar os pecadores transformados para cima com Ele. Ele é exaltado para dar arrependimento; e isso vamos ver se nos lembramos de algumas importante verdades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Possível, disponível e aceitável'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho feito pelo nosso Senhor Jesus, fez arrependimento possível, disponível e aceitável. A lei não faz nenhuma menção de arrependimento, mas diz claramente: &amp;quot;A ''alma que pecar, essa morrerá.''&amp;quot; Se o Senhor Jesus não tivesse morrido e ressuscitado e ido para o Pai, o que seria do seu arrependimento ou do meu? Podemos sentir remorso com seus horrores, mas nunca sentiriamos arrependimento com suas esperanças. O arrependimento, como um sentimento natural, é um dever comum que não merece grandes elogios: na verdade, é tão geralmente misturada com um medo egoísta de castigo, que a sua avaliação mais amável, faz pouco. Se Jesus não tivesse interposto fora e forjado uma riqueza de mérito, as nossas lágrimas de arrependimento teriam sidos derramados tanta quanto a água no chão. Jesus é exaltado no alto, que através da força do seu arrependimento intercessão pode ter um lugar diante de Deus. Nesse sentido, Ele nos dá o arrependimento, porque Ele coloca o arrependimento em uma posição de aceitação, que de outra forma nunca poderia ter ocupado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Espírito de Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Jesus foi exaltado no alto, o Espírito de Deus foi derramado para trabalhar em nós todas as graças necessárias. O Espírito Santo cria em nós o arrependimento, renova a nossa natureza de forma supernatural, e tira o coração de pedra fora da nossa carne. Ó, não tenta forçar lágrimas impossível! O arrependimento não vem da natureza indisposto, mas da graça livre e soberana. Não precisa bater o seu peito a fim de buscar dum coração de pedra, os sentimentos que não estão lá. Mas vai para o Calvário e ver como Jesus morreu. Olhe para cima, para os montes de onde vem o seu socorro . O Espírito Santo veio de propósito para que Ele possa ofuscar os espíritos dos homens e criar arrependimento dentro deles, mesmo que uma vez Ele pairava sobre o caos e trouxe a ordem. Respire sua oração a Ele: &amp;quot;''Bendito Espírito, habite comigo. Faça-me terna e humilde de coração, para que eu possa odiar o pecado e sinceramente me arrepender.''” Ele vai ouvir o seu clamor e lhe responder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Consagrar todas as obras da natureza e da providência'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se, também, que quando nosso Senhor Jesus foi exaltado, Ele não só nos deu o arrependimento, enviando o Espírito Santo, mas, consagrando todas as obras da natureza e da providência para os grande fins da nossa salvação, de modo que qualquer um deles pode nos chamar ao arrependimento; ora se cantará como o galo de Pedro, ou abalar a prisão como o terremoto do carcereiro. Da mão direita de Deus, nosso Senhor Jesus governa todas as coisas aqui em baixo, e fá-las trabalhar em conjunto para a salvação de seus redimidos. Ele usa tanto amargos e doces, os ensaios e as alegrias que Ele pode produzir nos pecadores uma mente melhor para o seu Deus. Seja grata para a providência que lhe fez pobre ou doente, ou triste; por tudo isso Jesus trabalha a vida de seu espírito e transforma-lo para si. A misericórdia do Senhor muitas vezes passeia à porta dos nossos corações no cavalo negro da aflição. Jesus usa o conjunto das nossas experiências para afastar-nos das coisas da terra e atriar-nos para o céu. Cristo é exaltado ao trono do céu e da terra, a fim de que, por todos os processos de Sua providência, Ele pode subjugar corações duros até o amolecimento de graça do arrependimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''No trabalho, a esta hora'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, Ele está trabalhando a essa hora por todos os seus sussurros na consciência, pelo Seu livro inspirado, por aqueles de nós que fale desse livro, e os amigos orando e corações sérias. Ele pode enviar uma palavra para você que deve atingir seu coração rochoso como com a vara de Moisés, e fazer com que os fluxos de arrependimento podem fluir. Ele pode trazer à mente um texto a partir da Sagrada Escritura, que deve conquistar o coração de você rapidamente. Ele pode misteriosamente amolecer você, e causar um estado de espírito quando você menos espere por Ele. Esteja certo disto, Ele que se entrou na sua glória, criado em todo o esplendor e majestade de Deus, tem formas abundantes de trabalhar o arrependimento naqueles a quem Ele concede o perdão. Ele é mesmo agora esperando para dar-lhe o arrependimento. Peça-lhe para Ele de uma vez!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P'''ara as pessoas mais improváveis'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observe com muito conforto que o Senhor Jesus Cristo dá o arrependimento para as pessoas mais improváveis do mundo. Ele é exaltado para dar a Israel o arrependimento. Para Israel! Nos dias em que os apóstolos falavam assim, Israel foi o país que tinha mais gravemente pecado contra a luz e o amor, e que coroou a sua culpa pela crucificação do Senhor, e por se atrever a dizer: &amp;quot;''Seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos.&amp;quot;'' Ora, estes foram os assassinos de Jesus, e ainda assim Ele é exaltado para ''lhes'' dar arrependimento! Que maravilha de graça! Ouça, então. Se tiver sido criada no brilho da luz cristã, e ainda tenha o rejeitado, ainda há esperança por você. Se você pecou contra a consciência e contra o Espírito Santo, e contra o amor de Jesus, há ainda espaço para arrependimento. Embora você pode ser tão duro como o antigo Israel descrente, amaciamento ainda pode vir para você, pois Jesus é exaltado, e vestido com um poder ilimitado. Para aqueles que foram mais longe na iniqüidade, e pecaram com agravação especial, o Senhor Jesus é exaltado para dar-lhes o arrependimento e o perdão dos pecados. Feliz sou eu para ter um evangelho tão cheio para anunciar! Feliz é você para poder ouvi-lo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os corações dos filhos de Israel tinham crescidos duros como umas pedras inflexíveis. Lutero achava impossível converter um judeu. Estamos longe de concordar com ele, e ainda temos de admitir que a semente de Israel têm sido extremamente obstinado em sua rejeição do Salvador durante esses muitos séculos. Em verdade, o Senhor diz: ''&amp;quot;Israel não me quis.&amp;quot; “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.&amp;quot;'' No entanto, a favor de Israel, nosso Senhor Jesus é exaltado para a concessão do arrependimento e remissão. Provavelmente o meu leitor é um gentio, mas ainda assim ele pode ter um coração muito teimoso, que se ficou contra o Senhor Jesus por muitos anos; e ainda assim Ele, o nosso Senhor, pode trabalhar arrependimento. Pode ser que você ainda se sentir compelido a escrever como William Hone fez quando ele se rendeu ao amor divino. Ele foi o autor dos volumes mais maravilhosos chamados o &amp;quot;Livro Diário,&amp;quot; mas ele era uma vez um infiel decidido. Quando subjugada pela graça soberana, ele escreveu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''&amp;quot;O coração mais orgulhoso que ja bateu, &amp;lt;br&amp;gt;tem sido rendido em mim;&amp;lt;br&amp;gt;A mais selvagem força de vontade que, &amp;lt;br&amp;gt;a tua causa desprezou e deu ajuda dos teus dversários&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
esta calmo meu Senhor, por ti.&amp;lt;br&amp;gt;Tua vontade, e não o meu vai ser feito, &amp;lt;br&amp;gt;meu coração será sempre teu;&amp;lt;br&amp;gt;Confessando-te a palavra poderosa, &amp;lt;br&amp;gt;meu Salvador Cristo, meu Deus, meu Senhor,&amp;lt;br&amp;gt;Tua Cruz será o meu sinal.&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Senhor pode dar o arrependimento para a mais improvável, transformando os leões para cordeiros, e os corvos em pombas. Olhemos para Ele que esta grande mudança pode ser forjado em nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A contemplação da morte de Cristo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente a contemplação da morte de Cristo é um dos métodos mais seguro e rápido de adquirir o arrependimento. Não se senta e tente bombear o arrependimento do poço seco da sua natureza corrupta. É contrário às leis da mente supor que você pode forçar a sua alma para aquele estado agradável. Leve o seu coração em oração a Ele que o compreende, e dizer: ''&amp;quot;Senhor, purificá-lo. Senhor, renová-lo. Senhor, trabalha o arrependimento nele''.&amp;quot; Quanto mais você tenta produzir emoções penitente em si mesmo, mais você vai ficar desapontado; mas se você pensar e crer de Jesus morrer por você, estourará arrependimento. Medite sobre o Senhor derramando sangue de seu coração com amor a você. Defina antes dos olhos da mente a agonia e suor de sangue, a cruz e a paixão; e quando fazê-lo, Ele, que foi o portador de toda essa dor, vai olhar para você, e com aquele olhar Ele vai fazer por você o que Ele fez para Peter, de modo que você também vai sair e chorar amargamente. Aquele que morreu para você possa, pelo seu gracioso Espírito, fazer você morrer para o pecado; e Ele que subiu para a glória em seu nome, pode chamar a sua alma a sequir Ele, longe do mal, e para a santidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou ficar contente se eu deixar este unico pensamento com você; não olhe debaixo do gelo para encontrar o fogo, nem espere em seu próprio coração natural para encontrar o arrependimento. Um olhar para a Vida para a sua vida. Olhe para Jesus por tudo que você precisa entre as portões do inferno e as portões do céu. Nunca procurar noutro lugar para qualquer parte do que Jesus ama a conceder; mas lembre-se, CRISTO É TUDO.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/How_Repentance_Is_Given</id>
		<title>Toda a Graça/How Repentance Is Given</title>
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				<updated>2010-04-19T20:19:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/How Repentance Is Given para Toda a Graça/Como o arrependimento é dado&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;#REDIRECT [[Toda a Graça/Como o arrependimento é dado]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Como_o_arrependimento_%C3%A9_dado</id>
		<title>Toda a Graça/Como o arrependimento é dado</title>
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				<updated>2010-04-19T20:18:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Toda a Graça/How Repentance Is Given para Toda a Graça/Como o arrependimento é dado&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/How Repentance Is Given}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Toda a Graça/Como o arrependimento é dado</title>
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				<updated>2010-04-19T20:18:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|All of Grace/How Repentance Is Given}}'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/How Repentance Is Given}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Arrependimento_deve_acompanhar_o_perd%C3%A3o</id>
		<title>Toda a Graça/Arrependimento deve acompanhar o perdão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Arrependimento_deve_acompanhar_o_perd%C3%A3o"/>
				<updated>2010-04-19T20:18:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Repentance Must Go With Forgiveness}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Arrependimento deve ir com remissão'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro no texto que temos recentemente citado que o arrependimento está ligado com o perdão dos pecados. Em Atos 5.31, lemos que Jesus é &amp;quot;''exaltado para dar o arrependimento e remissão de pecados.&amp;quot;'' Estas duas bênçãos vêm de mão sagrada, que uma vez foi pregado na árvore, mas agora é elevado à glória. Arrependimento e perdão são rebitadas juntos pelo propósito eterno de Deus. O que Deus uniu o homem não deve separar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arrependimento deve ir com remissão, e você vai ver que é assim se você pensar um pouco sobre o assunto. Não pode ser que o perdão do pecado deve ser dada a um pecador impenitente, o que iria confirmá-lo em seus maus caminhos, e ensiná-lo a pensar pouco do mal. Se o Senhor dizer: &amp;quot;''Você ama o pecado, e vive nela, e você está indo de mal a pior, mas, mesmo assim, eu te perdôo,''&amp;quot; ésta proclamaria uma licença horrível para a iniqüidade. Os fundamentos da ordem social seriam removidas, e anarquia moral viria a seguir. Eu não posso dizer que inúmeras perversidades certamente ocorreriam se você poderia dividir o arrependimento e o perdão, e passar pelo pecado, enquanto o pecador se mantem o gosto do pecado como sempre. Na natureza das coisas, se acreditamos na santidade de Deus, deve ser assim, que, se continuarmos no nosso pecado, e não vai arrepender-se, não vamos ser perdoados, mas devemos colher a conseqüência de nossa obstinação. De acordo com a bondade infinita de Deus, temos a promessa de que, se abandonamos os nossos pecados, confessando-los, e, pela fé, aceitar a graça que é fornecida em Cristo Jesus, Deus ''é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.'' Mas, contanto que Deus vive, não pode haver uma promessa de misericórdia para com aqueles que continuam em seus maus caminhos, e se recusam a reconhecer os seus erros. Certamente o rebelede não pode esperar que o rei vai perdoar sua traição, enquanto ele permanece em franca revolta. Ninguém pode ser tão tolo para imaginar que o juiz de toda a terra vai absolver os nossos pecados, se recusamos a colocá-las longe de nós mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Integralidade da misericórdia divina'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, deve ser assim para a plenitude da misericórdia divina. Aquela misericórdia que pode perdoar os pecados e ainda deixar o pecador viver nela seria uma misericórdia escasso e superficial. Seria uma misericórdia desigual e deformada, coxo sobre um de seus pés e encolhido em uma de suas mãos. O que é você acha é o maior privilégio, a limpeza da culpa do pecado, ou libertação do poder do pecado? Eu não vou tentar pesar na balança duas misericórdias extraordinárias assim. Nenhuma delas poderiam ter vindas até nós além do precioso sangue de Jesus. Mas parece-me que, para ser libertado do domínio do pecado, para ser santificado, para ser feito semelhante a Deus, deve ser contado a maior das duas, se a comparação tem de ser feito. Para ser perdoado é um favor imensurável. Fazemos esta uma das primeiras notas do nosso Salmo de louvor: &amp;quot;''É Ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades.&amp;quot;'' Mas se nós poderíamos ser perdoados, e então poderemos ser autorizados a amar o pecado, entregar irrestritamente, e de chafurdar na luxúria, o que seria a utilização de tal um perdão? Não poderia vir a ser um doce envenenado, o que seria mais eficaz de destruir-nos? Para ser lavada, e ainda a deitar na lama; para ser pronunciado limpa, e ainda ter o branco da hanseníase na sobrancelha, seria a mais zombaria de misericórdia. O que é para trazer o homem para fora de seu túmulo se você deixá-lo morto? Por que o levou para a luz, se ele ainda está cego? Agradecemos a Deus, que Ele que perdoa as nossas iniqüidades também cura as nossas doenças. Ele, que nos lava das manchas do passado também eleva-nos das sujeiras do presente, e nos impede de cair no futuro. Temos de aceitar alegremente o arrependimento e a remissão; não podem ser separados. A herança da aliança é uma e indivisível, e não deve ser parcelada. Para dividir o trabalho de graça seria cortar a criança viva em metades, e aqueles que admitem isso não tem nenhuma parte nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou pedir-lhe que estão buscando o Senhor, se você estaria satisfeito com uma destas misericórdias sozinho? Será que o satisfaz você, meu leitor, se Deus perdoe seus pecados e permitir que você seja tão mundana e mau como antes? Ó, não! O espírito vivificado tem mais medo do pecado em si do que dos resultados penal dele. O grito de seu coração não é, ''&amp;quot;Quem me livrará da punição?&amp;quot; ''Mas'', &amp;quot;Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Quem deve permitir-me a viver acima da tentação e tornar-se santo, como Deus é santo?''&amp;quot; Desde que a unidade de arrependimento com remissão concorda com o desejo piedoso, e uma vez que é necessário para a plenitude da salvação, e por causa da santidade,&amp;quot; descanse e tem certeza de que a unidade permanece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A experiência de todos os crentes'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arrependimento e perdão estão unidas na experiência de todos os crentes. Nunca houve uma pessoa que ainda não se arrependeu sinceramente do pecado com arrependimento verdadeira que não foi perdoada; e, por outro lado, nunca houve uma pessoa que não tinha sido perdoado que se arrependeu de seu pecado. Eu não hesito em dizer que, debaixo do céu, nunca houve, não há e nunca haverá, qualquer forma de pecado a ser lavados, a não ser ao mesmo tempo que o coração foi levado ao arrependimento e à fé em Cristo. Ódio ao pecado e um senso de perdão se reúnem na alma, e permanecem juntos enquanto vivemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agir e reagir'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas duas coisas agem e reagem uns sobre os outros: o homem que está perdoado, portanto, se arrepende, e o homem que se arrepende, também é verdadeiramente perdoado. Lembre-se primeiro, que o perdão leva ao arrependimento. Como nós cantamos na letra do hino de Joseph Hart:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''&amp;quot;A Lei e os terrores, apenas endurecem,&amp;lt;br&amp;gt;O tempo todo eles trabalham sozinhos;&amp;lt;br&amp;gt;Mas um senso de perdão de sangue comprado&amp;lt;br&amp;gt;Logo se dissolve um coração de pedra.&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando temos a certeza de que somos perdoados, então, abominamos a iniqüidade; e eu suponho que quando a fé cresce ate plena certeza, de modo que estamos certos além de uma dúvida que o sangue de Jesus nos lavou mais branco do que neve, é então que o arrependimento alcança a sua maior altura. Arrependimento cresce à medida que cresce a fé. Não faça nenhum erro sobre ele; o arrependimento não é uma coisa de dias e semanas, uma penitência temporário para ser mais rápido possível! Não; é a graça de uma vida inteira, como a própria fé. Os meninos de Deus arrependem-se, como tambem os jovens e os pais. Arrependimento é o companheiro inseparável da fé. O tempo todo que ''andamos por fé e não por vista,'' a lágrima de arrependimento brilha nos olhos de fé. Não é arrependimento verdadeiro que não vem da fé em Jesus; e que não é verdadeira fé em Jesus que não é tingido com arrependimento. Fé e arrependimento, como gêmeos siameses, são fundamentalmente unidas. Na proporção em que acreditamos no amor e perdão de Cristo, é exatamente na proporção em que nos arrependemos; e na proporção em que nos arrependemos do pecado e odeia o mal, nos alegramos na plenitude da absolvição que Jesus é exaltado para conferir a nós. Você nunca dará valor a perdão a menos que você sinta arrependimento; e você nunca terá o gosto de arrependimento em dose profundo até que você saiba que você está perdoado. Pode parecer uma coisa estranha, mas isso é - o amargor do arrependimento e da doçura de perdão misturam no sabor de cada vida gracioso, e formam uma alegria incomparável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Garantia mútua'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes dois dons do pacto são a garantia mútua de uns aos outros. Se eu sei que me arrependo, eu sei que estou perdoado. Como vou saber que estou perdoado exceto eu sei também que eu virei da minha andada como pecador? Para ser um crente tem que ser um penitente. Fé e arrependimento são apenas dois raios na mesma roda, duas alças do mesmo arado. O arrependimento tem sido bem descrito como um coração quebrado pelo pecado e do pecado; e pode muito bem ser falado de como virando e voltando. É uma mudança de mentalidade do tipo mais profundo e radical, e é atendido com a tristeza do passado, e resolver de uma alteração no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''&amp;quot;Arrependimento é deixar&amp;lt;br&amp;gt;Os pecados que nós amamos antes;&amp;lt;br&amp;gt;E mostrar que nosso sofrimento é sério,&amp;lt;br&amp;gt;Ao fazê-lo nunca mais.&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Agora, quando esse for o caso, podemos estar certos de que somos perdoados, porque o Senhor nunca fez um coração para ser quebrado pelo pecado e quebrados do pecado, sem perdoar ele. Se, por outro lado, estamos a desfrutar do perdão, através do sangue de Jesus, e somos justificados pela fé, temos paz com Deus, através do Jesus Cristo nosso Senhor, sabemos que nosso arrependimento e fé são do tipo certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não conta o seu arrependimento como a causa de sua dispensa ou remissão mas como o companheiro dela. Não esperamos ser capazes de arrepender-se até que você veja a graça de nosso Senhor Jesus, e Sua prontidão para apagar o seu pecado. Mantenha estas coisas abençoados em seus devidos lugares, e visualizá-los em sua relação com o outro. Eles são o Jaquim e Boaz de uma experiência de salvação; quero dizer que eles são comparáveis aos dois grandes pilares de Salomão, que estava no pelotão da frente da casa do Senhor, e formaram uma entrada majestosa ao lugar santo. Ninguém vem a Deus corretamente, exceto ele passa entre os pilares de arrependimento e remissão. Em cima do seu coração o arco-íris da graça do pacto foi exibido em toda a sua beleza quando as gotas de lágrimas de arrependimento que brilharam foram com a luz do perdão completo. Arrependimento dos pecados e fé no perdão divino são a urdidura e a trama do tecido da conversão real. Com estas você conhecerá um verdadeiro israelita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fluxo da mesma fonte&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para voltar para a Bíblia sobre a qual estamos reflectindo: tanto o perdão e arrependimento fluiem da mesma fonte, e são dadas pelo mesmo Salvador. O Senhor Jesus na sua glória dá ambos para as mesmas pessoas. Você não vai encontrar a remissão nem o arrependimento em outro lugar. Jesus tem ambos já prontos, e Ele está disposto a conceder-lhes agora, e para conceder-lhes mais livremente em todos os que quiserem aceitá-los das Suas mãos. Vamos nunca esquecer que Jesus dá tudo o que é necessário para nossa salvação. É muito importante que todos os candidatos buscando a misericórdia devem se lembrar disso. A fé é tanto o dom de Deus, como é o Salvador em quem a fé confia. O arrependimento do pecado é tanto verdadeiramente um trabalho de graça, como a realização de uma restituição pelo qual o pecado é apagado. Salvação, do começo ao fim, é de graça. Você não vai me entenda mal. Não é o Espírito Santo que se arrepende. Ele nunca fez nada para que se arrepender. Se Ele pudesse se arrepender, Ele não iria atender o caso; nós devemos nos arrepender do nosso próprio pecado, ou não estamos salvos do seu poder. Não é o Senhor Jesus Cristo que se arrepende. Do que Ele deve arrepender-se? Nós mesmos arrependemos com o pleno consentimento de todas as faculdades da nossa mente. A vontade, os afetos, as emoções, todos trabalham em conjunto no ato abençoado de arrependimento do pecado; e ainda por parte de trás de tudo que é nosso ato pessoal, há uma influência secreta santa, que derrete o coração, dá contrição, e produz uma mudança completa. O Espírito de Deus nos ilumine para ver o que é pecado e, portanto, torna repugnante aos nossos olhos. O Espírito de Deus também transforma-nos para a santidade, torna-nos vivamente a apreciar, amar e desejar, e assim nos dá o impulso pelo qual somos levados diante de estágio para estágio de santificação. O Espírito de Deus trabalha em nós ''tanto o querer como o efetuar, segundo a boa vontade ''de Deus. Para aquele Bom Espírito vamos nos submeter de uma vez, para que Ele pode nos levar a Jesus, que dará a nos a bênção dupla de arrependimento e remissão, segundo as riquezas da Sua graça. &amp;quot;''Pela graça sois salvos.&amp;quot;''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Arrependimento_deve_acompanhar_o_perd%C3%A3o</id>
		<title>Toda a Graça/Arrependimento deve acompanhar o perdão</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Toda_a_Gra%C3%A7a/Arrependimento_deve_acompanhar_o_perd%C3%A3o"/>
				<updated>2010-04-19T20:17:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|All of Grace/Repentance Must Go With Forgiveness}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Arrependimento deve ir com remissão'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro no texto que temos recentemente citado que o arrependimento está ligado com o perdão dos pecados. Em Atos 5.31, lemos que Jesus é &amp;quot;''exaltado para dar o arrependimento e remissão de pecados.&amp;quot;'' Estas duas bênçãos vêm de mão sagrada, que uma vez foi pregado na árvore, mas agora é elevado à glória. Arrependimento e perdão são rebitadas juntos pelo propósito eterno de Deus. O que Deus uniu o homem não deve separar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arrependimento deve ir com remissão, e você vai ver que é assim se você pensar um pouco sobre o assunto. Não pode ser que o perdão do pecado deve ser dada a um pecador impenitente, o que iria confirmá-lo em seus maus caminhos, e ensiná-lo a pensar pouco do mal. Se o Senhor dizer: &amp;quot;''Você ama o pecado, e vive nela, e você está indo de mal a pior, mas, mesmo assim, eu te perdôo,''&amp;quot; ésta proclamaria uma licença horrível para a iniqüidade. Os fundamentos da ordem social seriam removidas, e anarquia moral viria a seguir. Eu não posso dizer que inúmeras perversidades certamente ocorreriam se você poderia dividir o arrependimento e o perdão, e passar pelo pecado, enquanto o pecador se mantem o gosto do pecado como sempre. Na natureza das coisas, se acreditamos na santidade de Deus, deve ser assim, que, se continuarmos no nosso pecado, e não vai arrepender-se, não vamos ser perdoados, mas devemos colher a conseqüência de nossa obstinação. De acordo com a bondade infinita de Deus, temos a promessa de que, se abandonamos os nossos pecados, confessando-los, e, pela fé, aceitar a graça que é fornecida em Cristo Jesus, Deus ''é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.'' Mas, contanto que Deus vive, não pode haver uma promessa de misericórdia para com aqueles que continuam em seus maus caminhos, e se recusam a reconhecer os seus erros. Certamente o rebelede não pode esperar que o rei vai perdoar sua traição, enquanto ele permanece em franca revolta. Ninguém pode ser tão tolo para imaginar que o juiz de toda a terra vai absolver os nossos pecados, se recusamos a colocá-las longe de nós mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Integralidade da misericórdia divina'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, deve ser assim para a plenitude da misericórdia divina. Aquela misericórdia que pode perdoar os pecados e ainda deixar o pecador viver nela seria uma misericórdia escasso e superficial. Seria uma misericórdia desigual e deformada, coxo sobre um de seus pés e encolhido em uma de suas mãos. O que é você acha é o maior privilégio, a limpeza da culpa do pecado, ou libertação do poder do pecado? Eu não vou tentar pesar na balança duas misericórdias extraordinárias assim. Nenhuma delas poderiam ter vindas até nós além do precioso sangue de Jesus. Mas parece-me que, para ser libertado do domínio do pecado, para ser santificado, para ser feito semelhante a Deus, deve ser contado a maior das duas, se a comparação tem de ser feito. Para ser perdoado é um favor imensurável. Fazemos esta uma das primeiras notas do nosso Salmo de louvor: &amp;quot;''É Ele quem perdoa todas as tuas iniqüidades.&amp;quot;'' Mas se nós poderíamos ser perdoados, e então poderemos ser autorizados a amar o pecado, entregar irrestritamente, e de chafurdar na luxúria, o que seria a utilização de tal um perdão? Não poderia vir a ser um doce envenenado, o que seria mais eficaz de destruir-nos? Para ser lavada, e ainda a deitar na lama; para ser pronunciado limpa, e ainda ter o branco da hanseníase na sobrancelha, seria a mais zombaria de misericórdia. O que é para trazer o homem para fora de seu túmulo se você deixá-lo morto? Por que o levou para a luz, se ele ainda está cego? Agradecemos a Deus, que Ele que perdoa as nossas iniqüidades também cura as nossas doenças. Ele, que nos lava das manchas do passado também eleva-nos das sujeiras do presente, e nos impede de cair no futuro. Temos de aceitar alegremente o arrependimento e a remissão; não podem ser separados. A herança da aliança é uma e indivisível, e não deve ser parcelada. Para dividir o trabalho de graça seria cortar a criança viva em metades, e aqueles que admitem isso não tem nenhuma parte nela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou pedir-lhe que estão buscando o Senhor, se você estaria satisfeito com uma destas misericórdias sozinho? Será que o satisfaz você, meu leitor, se Deus perdoe seus pecados e permitir que você seja tão mundana e mau como antes? Ó, não! O espírito vivificado tem mais medo do pecado em si do que dos resultados penal dele. O grito de seu coração não é, '''&amp;quot;Quem me livrará da punição?&amp;quot; ''Mas'', &amp;quot;Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Quem deve permitir-me a viver acima da tentação e tornar-se santo, como Deus é santo?'''&amp;quot; Desde que a unidade de arrependimento com remissão concorda com o desejo piedoso, e uma vez que é necessário para a plenitude da salvação, e por causa da santidade,&amp;quot; descanse e tem certeza de que a unidade permanece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A experiência de todos os crentes'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arrependimento e perdão estão unidas na experiência de todos os crentes. Nunca houve uma pessoa que ainda não se arrependeu sinceramente do pecado com arrependimento verdadeira que não foi perdoada; e, por outro lado, nunca houve uma pessoa que não tinha sido perdoado que se arrependeu de seu pecado. Eu não hesito em dizer que, debaixo do céu, nunca houve, não há e nunca haverá, qualquer forma de pecado a ser lavados, a não ser ao mesmo tempo que o coração foi levado ao arrependimento e à fé em Cristo. Ódio ao pecado e um senso de perdão se reúnem na alma, e permanecem juntos enquanto vivemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Agir e reagir'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas duas coisas agem e reagem uns sobre os outros: o homem que está perdoado, portanto, se arrepende, e o homem que se arrepende, também é verdadeiramente perdoado. Lembre-se primeiro, que o perdão leva ao arrependimento. Como nós cantamos na letra do hino de Joseph Hart:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''&amp;quot;A Lei e os terrores, apenas endurecem,&amp;lt;br&amp;gt;O tempo todo eles trabalham sozinhos;&amp;lt;br&amp;gt;Mas um senso de perdão de sangue comprado&amp;lt;br&amp;gt;Logo se dissolve um coração de pedra.&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando temos a certeza de que somos perdoados, então, abominamos a iniqüidade; e eu suponho que quando a fé cresce ate plena certeza, de modo que estamos certos além de uma dúvida que o sangue de Jesus nos lavou mais branco do que neve, é então que o arrependimento alcança a sua maior altura. Arrependimento cresce à medida que cresce a fé. Não faça nenhum erro sobre ele; o arrependimento não é uma coisa de dias e semanas, uma penitência temporário para ser mais rápido possível! Não; é a graça de uma vida inteira, como a própria fé. Os meninos de Deus arrependem-se, como tambem os jovens e os pais. Arrependimento é o companheiro inseparável da fé. O tempo todo que ''andamos por fé e não por vista,'' a lágrima de arrependimento brilha nos olhos de fé. Não é arrependimento verdadeiro que não vem da fé em Jesus; e que não é verdadeira fé em Jesus que não é tingido com arrependimento. Fé e arrependimento, como gêmeos siameses, são fundamentalmente unidas. Na proporção em que acreditamos no amor e perdão de Cristo, é exatamente na proporção em que nos arrependemos; e na proporção em que nos arrependemos do pecado e odeia o mal, nos alegramos na plenitude da absolvição que Jesus é exaltado para conferir a nós. Você nunca dará valor a perdão a menos que você sinta arrependimento; e você nunca terá o gosto de arrependimento em dose profundo até que você saiba que você está perdoado. Pode parecer uma coisa estranha, mas isso é - o amargor do arrependimento e da doçura de perdão misturam no sabor de cada vida gracioso, e formam uma alegria incomparável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Garantia mútua'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes dois dons do pacto são a garantia mútua de uns aos outros. Se eu sei que me arrependo, eu sei que estou perdoado. Como vou saber que estou perdoado exceto eu sei também que eu virei da minha andada como pecador? Para ser um crente tem que ser um penitente. Fé e arrependimento são apenas dois raios na mesma roda, duas alças do mesmo arado. O arrependimento tem sido bem descrito como um coração quebrado pelo pecado e do pecado; e pode muito bem ser falado de como virando e voltando. É uma mudança de mentalidade do tipo mais profundo e radical, e é atendido com a tristeza do passado, e resolver de uma alteração no futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''&amp;quot;Arrependimento é deixar&amp;lt;br&amp;gt;Os pecados que nós amamos antes;&amp;lt;br&amp;gt;E mostrar que nosso sofrimento é sério,&amp;lt;br&amp;gt;Ao fazê-lo nunca mais.&amp;quot;''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
Agora, quando esse for o caso, podemos estar certos de que somos perdoados, porque o Senhor nunca fez um coração para ser quebrado pelo pecado e quebrados do pecado, sem perdoar ele. Se, por outro lado, estamos a desfrutar do perdão, através do sangue de Jesus, e somos justificados pela fé, temos paz com Deus, através do Jesus Cristo nosso Senhor, sabemos que nosso arrependimento e fé são do tipo certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não conta o seu arrependimento como a causa de sua dispensa ou remissão mas como o companheiro dela. Não esperamos ser capazes de arrepender-se até que você veja a graça de nosso Senhor Jesus, e Sua prontidão para apagar o seu pecado. Mantenha estas coisas abençoados em seus devidos lugares, e visualizá-los em sua relação com o outro. Eles são o Jaquim e Boaz de uma experiência de salvação; quero dizer que eles são comparáveis aos dois grandes pilares de Salomão, que estava no pelotão da frente da casa do Senhor, e formaram uma entrada majestosa ao lugar santo. Ninguém vem a Deus corretamente, exceto ele passa entre os pilares de arrependimento e remissão. Em cima do seu coração o arco-íris da graça do pacto foi exibido em toda a sua beleza quando as gotas de lágrimas de arrependimento que brilharam foram com a luz do perdão completo. Arrependimento dos pecados e fé no perdão divino são a urdidura e a trama do tecido da conversão real. Com estas você conhecerá um verdadeiro israelita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fluxo da mesma fonte&lt;br /&gt;
'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para voltar para a Bíblia sobre a qual estamos reflectindo: tanto o perdão e arrependimento fluiem da mesma fonte, e são dadas pelo mesmo Salvador. O Senhor Jesus na sua glória dá ambos para as mesmas pessoas. Você não vai encontrar a remissão nem o arrependimento em outro lugar. Jesus tem ambos já prontos, e Ele está disposto a conceder-lhes agora, e para conceder-lhes mais livremente em todos os que quiserem aceitá-los das Suas mãos. Vamos nunca esquecer que Jesus dá tudo o que é necessário para nossa salvação. É muito importante que todos os candidatos buscando a misericórdia devem se lembrar disso. A fé é tanto o dom de Deus, como é o Salvador em quem a fé confia. O arrependimento do pecado é tanto verdadeiramente um trabalho de graça, como a realização de uma restituição pelo qual o pecado é apagado. Salvação, do começo ao fim, é de graça. Você não vai me entenda mal. Não é o Espírito Santo que se arrepende. Ele nunca fez nada para que se arrepender. Se Ele pudesse se arrepender, Ele não iria atender o caso; nós devemos nos arrepender do nosso próprio pecado, ou não estamos salvos do seu poder. Não é o Senhor Jesus Cristo que se arrepende. Do que Ele deve arrepender-se? Nós mesmos arrependemos com o pleno consentimento de todas as faculdades da nossa mente. A vontade, os afetos, as emoções, todos trabalham em conjunto no ato abençoado de arrependimento do pecado; e ainda por parte de trás de tudo que é nosso ato pessoal, há uma influência secreta santa, que derrete o coração, dá contrição, e produz uma mudança completa. O Espírito de Deus nos ilumine para ver o que é pecado e, portanto, torna repugnante aos nossos olhos. O Espírito de Deus também transforma-nos para a santidade, torna-nos vivamente a apreciar, amar e desejar, e assim nos dá o impulso pelo qual somos levados diante de estágio para estágio de santificação. O Espírito de Deus trabalha em nós ''tanto o querer como o efetuar, segundo a boa vontade ''de Deus. Para aquele Bom Espírito vamos nos submeter de uma vez, para que Ele pode nos levar a Jesus, que dará a nos a bênção dupla de arrependimento e remissão, segundo as riquezas da Sua graça. &amp;quot;''Pela graça sois salvos.&amp;quot;''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Norma_Normata:_a_norma_que_%C3%A9_regida</id>
		<title>Norma Normata: a norma que é regida</title>
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				<updated>2010-04-19T20:12:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|Norma Normata: A Rule That Is Ruled}}   A palavra latina Credo significa simplesmente “creio”, e corresponde à primeira palavra do Credo Apostólico. Através da...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Norma Normata: A Rule That Is Ruled}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra latina Credo significa simplesmente “creio”, e corresponde à primeira palavra do Credo Apostólico. Através da sua História a Igreja fez frente à necessidade de adotar e abraçar posições confessionais para expressar claramente a Fé Cristã e para distinguir a verdade do erro e das declarações falsas da fé. Tais credos distinguem-se das Escrituras pela compreensão destas serem a ''norma normans'' (“a norma que rege”), enquanto os credos são ''norma normata'' (“a norma que é regida”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente os credos cristãos têm abrangido desde breves até extensas afirmações confessionais. O mais antigo credo cristão encontra-se na declaração do Novo Testamento “Jesus é Senhor”. O Novo Testamento faz desta declaração algo críptico pois indica que ninguém pode fazer esta afirmação a não ser pelo Espírito Santo. O que se entende por isso? Por um lado o Novo Testamento nos diz que as pessoas podem honrar a Deus com a boca mas seus corações estão longe d’Ele. Isto é, as pessoas podem recitar um credo e fazer declarações categóricas de fé sem, todavia, acreditar realmente no que dizem. Assim, por que o Novo Testamento estabelece que ninguém pode fazer esta afirmação a não ser pelo Espírito Santo? Talvez seja pelo que custava fazer tal declaração no contexto da Antiga Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O juramento de lealdade exigido aos cidadãos romanos para demonstrarem sua ligação ao império em geral e ao imperador em particular consistia em dizer publicamente, “''Kaisar Kurios'',” que significa, “César é senhor”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Igreja do século primeiro, os cristãos sujeitavam-se à obediência aos magistrados civis, inclusive às medidas opressoras do César, e mesmo assim, na hora de afirmar publicamente que César era o senhor, os cristãos não podiam fazê-lo com a consciência tranqüila. Como substituto dessa frase, os primeiros cristãos faziam a afirmação “Jesus é Senhor”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas dizer isso provocava a ira do governo romano, e em muitos casos, custava-lhe ao cristão a sua própria vida. Portanto, as pessoas tendiam a não manifestar aberta e publicamente esta declaração a no ser que fossem movidos a isso pelo Espírito Santo. O simples credo “Jesus é Senhor”, ou afirmações mais extensas, tais como o Credo dos Apóstolos, dão uma idéia geral dos ensinamentos básicos essenciais. Os credos resumem o conteúdo do Novo Testamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os credos também utilizaram esse resumo de conteúdo para excluir as heresias do século quarto. Na aconfissão do Credo Niceno, a Igreja afirmou categoricamente sua crença na divindade de Cristo e na doutrina da Trindade. Essas afirmações foram consideradas verdades essenciais da fé Cristã. Eram essenciais porque sem a inclusão dessas verdades, qualquer afirmação cristã seria considerada falsa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na época da Reforma, houve uma proliferação de credos, à medida que as comunidades protestantes achavam necessário, face às controvérsias reinantes na época, de fazerem afirmações definitivas sobre suas crenças e de como sua fé diferia da teologia da Igreja Católica Romana. O próprio Vaticano acrescentou suas próprias afirmações de fé no Concilio de Trento a meados do século dezesseis em resposta ao movimento protestante. Mas cada grupo Protestante, tais como os Luteranos, a Igreja Suíça Reformada e a Igreja Escocesa Reformada sentiram que era necessário esclarecer as verdades que eles estavam afirmando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se fez necessário, não somente pelos desacordos dentro dos diferentes grupos Reformados, mas também para esclarecer a posição protestante frente às freqüentes interpretações errôneas apresentadas pelos católico-romanos. A declaração confessional do século dezessete, conhecida como a Confissão de Fé de Westminster, é uma das afirmações de credo mais precisas e abrangentes que se produziram durante a Reforma. Constitui um modelo de precisão e ortodoxia bíblica. Todavia, devido à sua extensão e abrangência resulta difícil encontrar a dois defensores da Confissão de Fé de Westminster que estejam de acordo em todos e cada um dos seus pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por essa razão, as igrejas que utilizam esta ou outras confissões similares, geralmente limitam os seus requisitos de adesão a um reconhecimento do “sistema de doutrina nela contido”. Esses credos protestantes posteriores, não só pretendiam afirmar o que eles consideravam como questões essenciais do Cristianismo, mas esclarecer os detalhes de cada comunhão religiosa que utilizaria tais abrangentes confissões de fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossos dias tem surgido uma forte aversão contra as confissões de fé de qualquer tipo ou em qualquer nível. Por outro lado, o relativismo tão dominante na cultura moderna é um empecilho para qualquer confissão de verdades absolutas. E não só isto, mas também temos observado uma reação negativa muito forte contra a natureza racional e proposicional da verdade. Afirmações confessionais são uma tentativa de mostrar um entendimento coerente e unificado do amplo alcance das Escrituras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse sentido, são breves declarações do que historicamente temos conhecido como “teologia sistemática”. A idéia da teologia sistemática pressupõe que todo o que Deus diz é coerente e sem contradição. Assim, embora estes credos não sejam estabelecidos por mera especulação racional, todavia, estão escritos de maneira a serem inteligíveis e compreendidos pela razão. Sem tais confissões, a anarquia teológica reinaria na Igreja e no mundo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Nove Marcas de uma Igreja Saudável/Pregação Expositiva</title>
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				<updated>2010-04-19T15:56:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Nine Marks of a Healthy Church/Expositional Preaching}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Definição de pregação expositiva====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos começar por onde Deus começou – Ele falou conosco.  É assim que adquirimos nossa saúde espiritual, e é assim também que a saúde de nossas igrejas será adquirida.  Algo especialmente importante para qualquer líder na igreja, mas particularmente para o pastor da igreja é um compromisso com a pregação expositiva, um dos mais antigos métodos de pregação. Isto é uma pregação que tem como objetivo expor o que uma passagem das escrituras diz, explicar o seu significado cuidadosamente e aplicá-lo à congregação (veja Neemias 8.8). &lt;br /&gt;
Existem, logicamente, outros tipos de pregações. Sermões tópicos, por exemplo, aglomeram todos os ensinamentos das Escrituras sobre um assunto, como oração ou finanças. A pregação biográfica pega a vida de um personagem bíblico e a expõe como um retrato da graça de Deus e um exemplo de esperança e fidelidade. Contudo, a pregação expositiva é algo diferente – é uma explicação e aplicação de uma porção específica da Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
Pregação expositiva não é fundamentalmente uma questão de estilo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pregação expositiva pressupõe a crença na autoridade das Escrituras, mas vai um pouco além disso. Um compromisso com a pregação expositiva é um compromisso com a Palavra de Deus. Assim como os profetas do Antigo Testamento e apóstolos do Novo Testamento não só foram comissionados a irem e pregarem, mas irem e pregarem uma mensagem específica, pregadores de hoje tem autoridade para falar da parte de Deus contanto que eles falem as palavras dEle. Portanto, a autoridade de um pregador expositivo começa e termina nas Escrituras. Às vezes as pessoas podem confundir pregação expositiva com o estilo de um pregador expositivo de sua preferência. Contudo, a pregação expositiva não é fundamentalmente uma questão de estilo. Como outros têm observado, a pregação expositiva, em última análise, não é tanto a maneira como dizemos aquilo que dizemos, mas sim, como decidimos o que dizer. Não é marcada por uma forma específica, mas sim por um conteúdo bíblico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Submissão à Palavra de Deus ao invés da sabedoria do pregador====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pregador pode aceitar com alegria a autoridade da Palavra de Deus e professar a crença na inerrância da Bíblia. Contudo, se este pregador, na prática, mesmo sem intenção, não prega expositivamente, ele nunca pregará além do que ele já sabe. Um pregador pode pegar uma porção das Escrituras e exortar a congregação em um tópico importante sem realmente pregar o ponto principal da passagem. Quando isto ocorre, tanto o pregador quanto a congregação ouvem nas Escrituras apenas aquilo que já sabiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, quando pregamos uma passagem das Escrituras no contexto de forma expositiva, tomando o foco da passagem como o foco da mensagem, ouvimos de Deus coisas que não tínhamos a intenção de ouvir quando começamos. Desde o apelo inicial ao arrependimento até a área de nossas vidas cujo Espírito Santo tem recentemente nos confrontado, toda a nossa salvação consiste em ouvir a Deus de maneiras que antes de ouvi-lo nunca iríamos adivinhar. Esta submissão muito prática à Palavra de Deus precisa ser evidente no ministério de um pregador. Não se equivoquem nisso: em última análise, a responsabilidade de assegurar isto é da congregação (veja a responsabilidade que Jesus dá a congregação em Mateus 18, ou que Paulo dá em II Tm 4). Uma igreja jamais deveria dar a autoridade espiritual de supervisionar o rebanho a uma pessoa que não demonstra compromisso em ouvir e pregar a Palavra de Deus. Isto irá barrar o crescimento da igreja, praticamente encorajando seu crescimento apenas até o nível do pastor. Neste caso, a igreja irá gradualmente se conformar com a mente dele, ao invés de conformar-se com a mente de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Deus sempre criou Seu povo através da Sua Palavra====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O povo de Deus sempre foi criado pela Palavra de Deus, desde a criação em Gênesis 1 até o chamado de Abraão em Gênesis 12. Da visão do vale dos ossos secos em Ezequiel 37 até a vinda da Palavra viva, Deus sempre criou Seu povo através da Sua Palavra. Como Paulo escreveu aos Romanos: “a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a Palavra de Cristo” (10.17). Ou como Paulo escreveu aos Coríntios: “Visto que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, agradou a Deus salvar aqueles que crêem pela loucura da pregação” (1 Co 1.21).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pregação expositiva sadia muitas vezes é a fonte de crescimento da igreja. Na experiência de Martinho Lutero, esta atenção cautelosa à Palavra de Deus deu início à reforma. Nós também devemos nos comprometer a sermos igrejas que estão continuamente se reformando com a Palavra de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, quando dei um workshop de um dia sobre puritanismo em uma igreja em Londres, mencionei que os sermões dos puritanos às vezes duravam cerca de duas horas. Ouvindo isso, alguém se assustou e perguntou: “Quanto tempo restou para o louvor?” A idéia era que ouvir a palavra de Deus pregada não constituía em louvor. Respondi que muitos cristãos ingleses protestantes teriam considerado ouvir a palavra de Deus em sua própria língua e aplicá-la em suas vidas como parte essencial do louvor. Estavam pouco preocupados se teriam tempo para cantarem juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A centralidade da Palavra de Deus pregada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossas igrejas precisam restaurar a centralidade da Palavra de Deus em nossa adoração. Ouvir a Palavra de Deus e aplicá-la pode incluir louvor, gratidão, confissão e proclamação que podem fazer parte de uma música, mas não necessariamente. Uma igreja construída em música, seja de qualquer tipo, é uma igreja construída na areia. A pregação é o componente fundamental do pastoreio. Ore por seu pastor para que ele se comprometa em estudar as Escrituras diligentemente, cautelosamente e fervorosamente. Ore também para que Deus o direcione no entendimento da Palavra, em aplicá-la em sua própria vida, e em aplicá-la para a igreja (veja Lucas 24.27; Atos 6.4; Efésios 6.19-20). Se você é um pastor, inclua estas coisas em suas orações.  Ore também por outros que pregam e ensinam a Palavra de Deus. Finalmente, ore para que nossas igrejas tenham um compromisso em ouvir a Palavra de Deus pregada de forma expositiva para que as prioridades da igreja estejam cada vez mais alinhadas com as prioridades de Deus nas Escrituras. O compromisso com a pregação expositiva é uma marca de uma igreja saudável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Perguntas para refletir:====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#Leia Neemias 8.7-8. O que a Bíblia diz que os Levitas faziam para o povo enquanto liam o Livro da Lei? No versículo 12, está escrito que depois da assembléia, as pessoas celebraram com grande alegria. De acordo com a passagem, por que estavam celebrando?&lt;br /&gt;
#O autor define pregação expositiva como uma explicação e aplicação de uma porção específica da Palavra de Deus. Reescreva esta definição com suas próprias palavras. O que diferencia a pregação expositiva dos outros tipos de pregação como a pregação tópica ou biográfica?&lt;br /&gt;
#Em Atos 20.27, Paulo fala aos Efésios que ele trabalhou para proclamar-lhes “toda a verdade de Deus.” Reconhecendo que o nosso trabalho como líderes das igrejas é de fazer o mesmo para o nosso povo, de que forma a pregação expositiva pode nos beneficiar em nosso esforço de apresentar toda a verdade de Deus para as pessoas. Que perigo há se nós não tomarmos o foco da passagem como o foco da nossa mensagem?&lt;br /&gt;
#Desde Genesis 1 até o novo testamento, Deus sempre criou o Seu povo pela Sua Palavra. Leia Romanos 10.17 e I Coríntios 1.21. O que Deus usa para levar Seu povo à fé salvadora em Cristo? O que isso nos diz sobre o zelo que devemos ter com a Palavra de Deus em nossas igrejas? Como este zelo deve ser apresentado em nossas pregações?&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Nine Marks of a Healthy Church</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;JoyaTeemer: moveu Nine Marks of a Healthy Church para Nove Marcas de uma Igreja Saudável&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;#REDIRECT [[Nove Marcas de uma Igreja Saudável]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

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		<title>Nove Marcas de uma Igreja Saudável</title>
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