<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?feed=atom&amp;target=Isaiaslobao&amp;title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es%2FIsaiaslobao</id>
		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?feed=atom&amp;target=Isaiaslobao&amp;title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es%2FIsaiaslobao"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Especial:Contribui%C3%A7%C3%B5es/Isaiaslobao"/>
		<updated>2026-05-11T20:29:49Z</updated>
		<subtitle>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/5_sinais_da_autoglorifica%C3%A7%C3%A3o</id>
		<title>5 sinais da autoglorificação</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/5_sinais_da_autoglorifica%C3%A7%C3%A3o"/>
				<updated>2013-02-12T00:37:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Isaiaslobao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|5 Signs You Glorify Self}}É importante reconhecer o resultado da sua autoglorificação e do seu ministério. Talvez Deus use esta lista para dar um diagnostico inteligente. Talvez ele use isto para expor seu coração para redirecionar seu ministério. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autoglorificação fará com que você: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1.&amp;amp;nbsp; Demonstre em público o que você deveria guardar em privado.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Fariseus representam para nós um exemplo primário. Porque eles viram suas vidas como gloriosas, eles eram rápidos em demonstrar esta glória para todos os olhos. Mais que você pense que você tenha chegado, e menos que você se veja como uma necessidade de uma graça salvadora diária, mais você tende a se autocitar e a se autoparabenizar. Porque você está atento a autoglorificação, você irá trabalhar para conseguir uma glória maior, mesmo quando você não está ciente de que você esteja fazendo isso. Você irá tender a falar sobre histórias pessoais que farão de você o herói. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um ambiente público você encontrará maneiras de falar sobre atos pessoais de fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque você acha que é merecedor de aplausos, você irá buscar os aplausos dos outros encontrando maneiras de apresentar a si mesmo como um divino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sei que muitos pastores lendo esta coluna irão pensar que nunca fariam isso. Mas estou convencido que há muito mais “desfile de integridade” em um ministério pastoral do que nós tendemos a achar. É uma das razões que eu acho conferências de pastores, reuniões presbiterianas, assembléias gerais, ministérios, e encontros de plantio da igreja, são desconfortáveis às vezes. Ao redor da mesa depois da sessão, estes encontros podem se degenerar em uma “competição de cuspe” do ministério pastoral, onde nós estamos tentados a ser menos do que honestos sobre o que realmente está acontecendo em nossos corações e ministérios. Depois de celebrar a glória da graça do Evangelho onde há uma forma muito gloriosa de autoconglaturação tomada por pessoas que parecem desejar mais serem aplaudidas do que merecem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2.&amp;amp;nbsp; Fique longe da autocitação.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós sabemos disso, todos nós já vimos isto, nós todos ficamos desconfortáveis com isso, e todos já fizemos isto. Pessoas orgulhosas tendem a falar muito sobre si mesmas. Pessoas orgulhosas tendem a gostar de suas opiniões mais do que a opinião dos outros. Pessoas orgulhosas acham que suas histórias são mais interessantes e envolventes que as dos outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoas orgulhosas acham que sabem e entendem mais do que os outros. Pessoas orgulhosas acham que merecem o direito de serem ouvidas. Pessoas orgulhosas, porque eles são basicamente orgulhosos do que eles sabem e do que eles fazem, falam muito sobre ambos. Pessoas orgulhosas, não mencionam fraqueza. Pessoas orgulhosas não falam sobre as falhas. Pessoas orgulhosas não confessam pecados. Então, pessoas orgulhosas são melhores e são colocadas sob os holofotes, então eles brilham a luz de suas histórias e opiniões, na gloriosa e totalmente imerecida glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3.&amp;amp;nbsp; Falar quando você deveria ficar calado.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você acha que chegou, você está bastante orgulhoso e confiante das suas opiniões. Você confia nas suas opiniões, então você não está tão interessado na opinião dos outros como deveria. Você tenderá a querer seus pensamos, perspectivas, e pontos de vista para ganhar o dia em qualquer reunião ou conversação dada. Isto significa que você está bem mais confortável do que você deveria, dominando um encontro com seu discurso. Você irá falhar em perceber que há sabedoria em que um conselho de uma multidão. Você irá falhar em perceber o ministério essencial do corpo de Cristo em sua vida. Você irá falhar em reconhecer seu preconceito e cegueira espiritual. Então, você não irá a reuniões formais e informais com um senso pessoal de necessidade pelo o que os outros têm a oferecer, e você irá controlar a conversa mais do que deveria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4.&amp;amp;nbsp; Ficar quieto quando deveria falar.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Autoglorificação também pode ir para outro caminho. Líderes que são muito autoconfiantes, os quais inconscientemente atribuem a si mesmos o que só poderia ser conquistado pela graça, geralmente veem reuniões como uma perda de tempo. Porque eles são orgulhos, eles são muito independentes, então reuniões tendem a ser vistas como irritantes e inúteis interrupções de uma já cheia e sobrecarregada agenda do ministério. Por causa disso eles irão dispensar reuniões ou tolerar o encontro, tentando dar um fim a isto mais rápido possível. Então, eles não irão falar sobre suas ideias para consideração ou avaliação porque, francamente, eles nem acham que precisam disso. E quando suas ideias estão sobre a mesa e sendo debatidas, eles não participam do debate, porque eles acham que o que eles opinaram ou propuseram, simplesmente não precisam ser defendidas. A autoglorificação ia causar a você falar muito quando deveria ouvir e a não sentir a necessidade de falar quando certamente deveria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5.&amp;amp;nbsp; Importar-se muito com o que as pessoas pensam sobre você.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando você cai no pensamento que você é algo, você quer que as pessoas reconheçam este algo. Novamente, você vê isto em Fariseus: tarefas pessoais de glorificar-se sempre levam a um comportamento de procura pela glória. Porque você é hiper vigilante, assistindo a maneira como as pessoas em seu ministério respondem, você provavelmente nem percebe como faz coisas para a autoaclamação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tristemente, nós muitas vezes ministramos o Evangelho de Jesus Cristo pelo bem da nossa própria glória, não pela glória de Cristo ou pela redenção das pessoas sob nossos cuidados. Eu tenho feito isto. Tenho pensado durante a preparação para um sermão em que certo ponto, colocar em certa maneira, ganharia um caluniador, e eu tenho visto a reação de certas pessoas enquanto eu tenho discursado. Nestes momentos, no discurso e na preparação para o sermão, eu tinha abandonado meu chamado como embaixador da glória eterna de outro com o objetivo de adquirir o louvor temporário dos homens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Próxima semana, nós iremos ver mais cinco sinais de como a procura pela autoglória dar forma ao seu ministério.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Isaiaslobao</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Homem_por_detr%C3%A1s_do_Minist%C3%A9rio</id>
		<title>O Homem por detrás do Ministério</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Homem_por_detr%C3%A1s_do_Minist%C3%A9rio"/>
				<updated>2013-02-12T00:28:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Isaiaslobao: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Man Behind the Ministry}}Gostaria de iniciar este artigo a partir de onde o último terminou. Devemos ser cuidadosos ao definir prontidão ministerial e maturidade espiritual. É perigoso pensar que o graduado muito bem treinado no seminário está pronto para o ministério ou mesmo confundir conhecimento, ocupação e habilidade com maturidade espiritual pessoal. A maturidade é um fator vertical que será acompanhado por uma ampla variedade de manifestações horizontais - diz respeito ao relacionamento com Deus, resultando num viver sábio e humilde. O amor por Cristo se manifesta no amor ao próximo, a apreciação pela Sua graça se manisfesta em graça para com o próximo, a gratidão pela paciência e pelo perdão de Jesus o capacita a ser paciente e perdoador e sua experiência diária com o poder resgatador do evangelho produz amor por outros que estão experimentando o mesmo resgate. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes fatores precisam ser colocados em primeiro plano diante do pedido e análise de todos os candidatos ao pastorado. Não estamos selecionando habilidades, conhecimento nem experiência ministerial. Estamos selecionando pessoas consagradas de todo coração e cujos ministérios serão sempre moldados e dirigidos por alguma forma de adoração, em meio ao próprio processo de santificação, ainda lutando contra o poder tentador e enganoso do pecado e que enfrentam os engodos diários de um mundo que simplesmente não está funcionando da maneira planejada por Deus. Estamos selecionando pessoas que Deus irá chamar à tribulação para a redenção delas mesmas e para a Sua glória, pessoas que possuam, no dia-a-dia, relacionamentos íntimos com outros pecadores, pessoas capazes de se desviar, de se enganar e que são tentadas a ser auto-suficientes e hipócritas, que trazem suas lutas e entendimentos das experiências ministeriais para este novo lugar, que precisam tão desesperadamente do perdão, da transformação, do fortalecimento e da graça libertadora quanto quaisquer outras às quais venham algum dia pregar e que ainda estão aprendendo sobre a graça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então devemos conhecer – realmente conhecer – quem colocamos na posição de cuidado e liderança espiritual do povo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alguns Exemplos Bíblicos'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao examinarmos as Escrituras, fica claro que a liderança frutífera ou fracassada raramente se deve somente ao conhecimento, estratégia, habilidade e experiência. Vejamos o que Romanos 4 afirma de Abraão. Ele foi escolhido por Deus para receber as promessas da Sua aliança. Recebeu a promessa de que sua descendência seria como a areia do mar. Todavia, sua esposa já era idosa, muito além da idade de dar a luz, e ele ainda não tinha o filho que daria continuidade a sua linhagem. Romanos 4 nos diz algo importante sobre o coração de Abraão. Quando você e eu somos chamados por Deus para esperar por um longo período, como foi o caso de Abraão, nossa história é, não raro, uma narrativa de fé constantemente enfraquecida. Quanto mais pensamos sobre o que esperamos, mais enxergamos nossa falta de habilidade para atingir nosso objetivo. Quanto mais nos permitimos refletir porque fomos escolhidos para esperar, mais nossa fé se enfraquece. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é o caso de Abraão. Esta passagem nos ensina que durante este tempo de espera prolongada, sua fé, na realidade, aumentou. Ao invés de meditar na impossibilidade de sua situação, Abraão meditou no poder e no caráter Daquele que fez a promessa. Quanto mais Abraão permitia que seu coração se deleitasse na glória de Deus, mais se convencia de estar em boas mãos. Ao invés de um ciclo de falta de coragem e esperança, a história de Abraão foi um de estímulo e incentivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que dizer de José, instrumento escolhido por Deus para preservar os filhos de Israel da fome e consequente extinção? Quando seduzido pela esposa de Potifar, capitão da guarda de Faraó, não cedeu. Por quê? Não foi por medo das consequências, por sua experiência de vida ou por suas habilidades de negociar as relações complicadas do palácio. Gênesis 39 nos diz claramente o que motivou José a tomar esta decisão crucial em sua vida. Ele resistiu devido à profunda devoção do seu coração ao seu Senhor. Seu coração não era movido por prazeres horizontais, mas por adoração vertical. Não podia conceber a prática uma ação tão iníqua contra Deus. Uma glória maior do que as glórias temporárias do mundo criado o cativou, e então disse um “não” sincero, enfático e sem delongas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pronto para Ir''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou pense sobre Moisés diante da sarça ardente. Deus o havia escolhido para ser Seu instrumento de redenção, para livrar Israel da escravidão e levá-los à terra prometida. Mas o profeta não estava nem disposto nem otimista. Êxodo 3 e 4 registra sua argumentação com Deus. Moisés acreditava que era totalmente incapaz, despreparado e inadequado para realizar o que o Criador havia preparado para ele. A resposta do Todo-Poderoso foi simples: &amp;quot;Eu irei com você.&amp;quot; A declaração final de Moisés também foi simples&amp;amp;nbsp;: &amp;quot;Ah! Senhor! Envia aquele que hás de enviar, menos a mim.&amp;quot; Deus demonstrou a Moisés, em primeira mão, o poder que estava a sua disposição como o instrumento escolhido por Ele - mesmo assim, Moisés implorou-Lhe que não o enviasse. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que está acontecendo aqui? Moisés não estava protegido por toda sua educação egípcia, não estava motivado pela abundância do seu conhecimento sobre a cultura dos egípcios e nem estava motivado pelo seu entendimento da política do palácio. Nenhum destes fatores ajudou Moisés neste ponto, pois ele foi traído pelo medo do seu próprio coração. Só em face da ira de Deus ele finalmente partiu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou imagine o exército de Israel no vale de Elá, armado para a batalha, porém muito assustado para lutar. Ali permaneceu de pé como o exército escolhido do Deus Todo-Poderoso, o Senhor dos Exércitos, com medo de enfrentar o campeão filisteu, acometido por um caso lastimável de amnésia dissociativa. Esqueceram-se de quem eram e das promessas que receberam. Então formularam uma equação espiritual incorreta na medida em que levaram em conta o momento. A batalha não era aqueles soldadinhos insignificantes contra o enorme gigante, mas o gigante insignificante contra o Deus onipotente. 1 Samuel 17 narra a chegada de Davi. Este pastor de ovelhas, que ali estava para entregar mantimentos aos seus irmãos, era um homem de fé e já havia experimentado o poder resgatador de Deus. Davi não conseguia entender porque o exército não queria lutar. Num ato de coragem só possível a alguém que se reconhece como filho de Deus, Davi avançou até o vale para enfrentar Golias com nada além de uma funda. Sabia que o Senhor iria entregar em suas mãos o campeão filisteu e seu exército. Entendeu que sua luta não era na sombra da glória de Golias, mas no esplendor da glória de Deus. A coragem que vem da fé o impeliu até aquele vale. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou lembre-se de Elias, que após uma grande vitória contra os profetas de Baal no monte Carmelo, se sentiu tão sozinho, sem coragem e sem esperança que quis morrer. 1 Reis 19 nos mostra este patético profeta que se desviou totalmente do seu objetivo. Não conseguia ver uma saída. Convencido de que era o único homem justo que restara, estava certo que o mal triumfaria. Somente Deus poderia trazê-lo de volta ao juízo. Elias não estava sozinho, a obra de Deus não estava pronta e o mal não venceria no final. Havia ainda 7.000 homens fiéis para levar adiante o trabalho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense no que disse Paulo em face da oposição de Pedro, que estava para comprometer um princípio central do evangelho por medo do que um certo grupo de pessoas pensaria a seu respeito e de como reagiriam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele estava a ponto de agir de maneira a contradizer a mensagem a qual foi chamado a pregar, não por falta de conhecimento, experiência ou habilidade, mas porque, no momento, seu coração estava sendo governado mais por medo horizontal do que por fé vertical &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Fator Determinante'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cada exemplo, a condição do coração do líder fez a diferença. O coração é, inevitavelmente, o fator determinante no ministério. Coloque duas pessoas lado a lado com exatamente o mesmo treinamento, experiência e habilidade, e seria fácil concluir que reagiriam de maneiras similares às exigências do ministério da igreja local. Sim, seria fácil, mas perigoso. O potencial para uma diferenciação significativa no sentido de como estes homens atuam como pastores é tão vasto quanto a lista de fatores que podem governar o coração de uma pessoa no ministério. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É ingenuidade pensar que o ministério pastoral é sempre estimulado pelo amor por Cristo e por Seu Evangelho, simplista concluir que as pessoas no ministério possuem um amor natural e permanente por outras e que todos estão trabalhando para difundir o reino de Deus. É importante reconhecer que muitos na obra foram seduzidos pela glória pessoal e perderam de vista a glória de Deus. Nem todos trabalham como resultado da humilde percepção de sua própria necessidade. Ministérios fracassam porque líderes começam a pensar que já chegaram lá e não se protegem da maneira como orientam todo o resto do rebanho. É ingenuidade pensar que pastores estão isentos de tentações sexuais, medo do homem, inveja, ganância, orgulho, incredulidade, amargura e idolatria. Cada um está sendo restaurado pela graça de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, é essencial compreender o coração do homem por detrás do conhecimento, habilidade, experiência e estratégia ministerial antes de convidá-lo a pastorear o rebanho de Deus. Pode estar certo de que como os líderes de Deus do Antigo Testamento, os atuais irão enfrentar momentos cruciais de escolha no ministério e na vida pessoal. Nestes momentos importantes, o coração consagrado vencerá e determinará as escolhas certas. Porque, como todas as pessoas, o que governa o seu coração direcionará sua vida e seu ministério. É imprescindível ir além, muito além do perfil que surge dos dados do seu curriculo. Aquele chamado para ensinar a Palavra de Deus deve ter um coração governado pela graça.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Isaiaslobao</name></author>	</entry>

	</feed>