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		<title>Livros e SermÃµes BÃ­blicos - Contribuições do utilizador [pt]</title>
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		<updated>2026-05-15T12:59:08Z</updated>
		<subtitle>De Livros e SermÃµes BÃ­blicos</subtitle>
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	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Como_devemos_lutar_por_alegria%3F</id>
		<title>Como devemos lutar por alegria?</title>
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				<updated>2010-09-29T11:10:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|How Shall We Fight for Joy?}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.Perceba que a autêntica alegria em Deus é um dom.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Perceba que deve se lutar por alegria continuamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Resolva a atacar todos os pecados conhecidos em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Saiba o segredo da culpa corajosa - como lutar como um pecador justificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Perceba que a batalha é basicamente uma briga para ver Deus como ele é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. Medite sobre a Palavra de Deus dia e noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Ore sinceramente e continuamente para ter os olhos do coração abertos e uma inclinação para Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Aprenda a pregar a si mesmo em vez de ouvir a si mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9. Gaste tempo com pessoas que amam a Deus e que o ajudam a ver Deus e a lutar o combate.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10. Seja paciente na noite de aparente ausência de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11. Obtenha o repouso e faça a dieta adequada que seu corpo foi projetado por Deus para ter.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
12. Faça uma utilização correta da revelação de Deus na natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
13. Leia bons livros sobre Deus e biografias de grandes santos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
14. Faça a coisa dura e amorosa por causa dos outros (testemunhar e ter misericórdia).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
15. Obtenha uma visão global da causa de Cristo e doe-se para os não alcançados.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Catarina</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/O_Sangue_do_Cordeiro</id>
		<title>O Sangue do Cordeiro</title>
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				<updated>2010-07-15T22:53:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Blood of the Lamb}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Sem o derramamento de sangue não há perdão dos pecados”, diz a epístola aos Hebreus (9:22). A maior parte dessa epístola é utilizada para mostrar como Cristo cumpriu as esperanças e aspirações do Antigo Testamento, especialmente no que diz respeito ao sistema sacrificial do antigo Israel. Mas para os leitores modernos, que nunca viram um sacrifício e não pensam em categorias do Antigo Testamento, tudo isso é duplamente grego: O que a matança de animais tem haver com o perdão dos pecados? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é explicado detalhadamente no livro de Levítico, que começa com uma longa seção que demonstra como oferecer diferentes tipos de sacrifício e o que cada um atinge  (cap. 1-7). No entanto, temos de começar mais para trás  para entender Levítico e a noção básica de sacrifício. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gênesis 18 diz como Abraão foi visitado um dia por três homens. Ele não tinha idéia de quem eram, mas sendo um homem muito hospitaleiro, Abraão ofereceu-lhes uma festa esplêndida. Sua esposa Sara fez um monte de pão fresco, enquanto ele ofereceu um bezerro tenro, o qual os seus servos mataram e cozinharam para os visitantes. Nós não somos informados de que lhes deu vinho, mas, sem dúvida, sempre que estava disponível, ele também seria servido a convidados importantes. Logo após Abraão descobriu quem eram seus visitantes - o Senhor e dois anjos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora este episódio não seja visto como um sacrifício, ele nos dá uma visão sobre a dinâmica básica do sacrifício. Em um sacrifício, Deus é o convidado mais importante: Sua presença é homenageado oferecendo-lhe os elementos - carne, pão e vinho - que eram servidos apenas em ocasiões muito especiais. Comer carne era um luxo raro em tempos do Antigo Testamento, e sem dúvida o vinho era reservado para grandes ocasiões, também. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os antigos vizinhos de Israel viam os sacrifícios como refeições para os deuses, mas o Antigo Testamento, indignado rejeita essa idéia. É Deus quem fornece o alimento para o homem (Gn 1:29), e não o contrário. Salmo 50:10, 12 diz assim: &lt;br /&gt;
Pois são meus todos os animais do bosque&lt;br /&gt;
e as alimárias aos milhares sobre as montanhas. . . . &lt;br /&gt;
Se eu tivesse fome, não to diria, &lt;br /&gt;
pois o mundo é meu e quanto nele se contém. &lt;br /&gt;
Então, qual foi o ponto destas festas enormes em frente do tabernáculo e mais tarde nos recintos do templo? Os primeiros sacrifícios na Bíblia são aqueles oferecidos por Caim e Abel. Estes são mencionados logo após a expulsão de Adão e Eva do jardim do Éden, onde tinham tido a alegria de passear com Deus na viração do dia. Excluídos do jardim, eles foram privados desse privilégio da intimidade com Deus. Então, um motivo para o sacrifício sugerido por esta história é que o sacrifício permite ao homem renovar a comunhão com Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas este deve ser oferecido no espírito certo. Caim ofereceu apenas alguns dos frutos da terra, enquanto Abel &amp;quot;trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste&amp;quot; (Gn 4:4), ou seja, as melhores partes de seus animais mais valorizados. Deus aceitou o último, mas não o primeiro. Aqui percebemos uma das características mais importantes do sacrifício: os animais devem ser jovens e saudáveis, não decrépitos e idosos. O cordeiro pascal tinha de ser sem defeito e de um ano de idade. Repetidamente, as leis sacrificiais em Levítico insistem em que os animais envolvidos têm de ser &amp;quot;sem mácula.&amp;quot; A história de Caim e Abel revela o que irá acontecer se isso for ignorado: &amp;quot;não será aceito&amp;quot; (Levítico 22:25, ver também 19 : 7; 22:20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a queda, o mundo foi tragado por uma avalanche de pecado, especialmente o assassinato e a violência. Deus se queixa de que o pecado faz parte do homem: &amp;quot;era continuamente mau todo desígnio do seu coração&amp;quot; (Gn 6:5). &amp;quot;A terra estava corrompida à vista de Deus, e cheia de violência&amp;quot; (6:11). Então, Deus enviou o dilúvio para destruir a humanidade pecadora e começar de novo com Noé, o único homem &amp;quot;que era justo e íntegro entre os seus contemporâneos&amp;quot; (6:9). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando Noé finalmente saiu da arca, seu primeiro ato foi construir um altar e oferecer sacrifício. Pode-se supor que este era apenas um ato de agradecimento por ser salvo da destruição ele mesmo, mas o texto indica que isto atingiu muito mais. &amp;quot;E o Senhor aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra por causa do homem, porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade” (8:21). Em outras palavras, apesar do mau caráter do homem não ter sido mudado (ver 6:9), a atitude de Deus diante do pecado humano mudou: Ele nunca mais vai punir o mundo com um dilúvio. Por quê? Devido ao aroma agradável do sacrifício oferecido por Noé (8:21). Sacrifício de acordo com Gênesis 8, portanto, esfria a ira de Deus diante do  pecado do homem. Que sacrifícios de animais produzem um aroma agradável a Deus é um refrão freqüente em Levítico 1-7. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas porque é que o sacrifício animal é tão eficaz em apaziguar a ira de Deus? O relato da oferta de Abraão de Isaque dá algumas dicas sobre isso. Gênesis 22 diz que Deus testou Abraão, pedindo-lhe para sacrificar o seu bem mais precioso, ou seja, seu único filho Isaque. Abraão não sabia que este era um teste - para ele isto era muito sério. Então, no último minuto, quando Abraão estava prestes a cortar a garganta de Isaque, o anjo do Senhor disse-lhe para parar: &amp;quot;Agora sei que temes a Deus&amp;quot; (22:12). Abraão olhou para cima, viu um carneiro, e o ofereceu em vez de Isaque. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta história mostra que, se alguém está disposto a obedecer a Deus totalmente, Deus vai aceitar um animal em vez do adorador. Isaque era o futuro de Abraão, e Abraão estava disposto a dar-lhe a Deus, porém Deus ficou satisfeito com um carneiro. Aqui a doutrina da expiação substitutiva é ilustrada para nós. É ainda mais clara nas leis em Levítico, onde uma característica essencial de todo o sacrifício é a colocação da mão do adorador na cabeça do animal. Esta ação declara que o animal está tomando o lugar do adorador. O adorador está se entregando  inteiramente a Deus, identificando-se com o animal; o animal está morrendo no lugar do adorador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Levítico 1-7, quatro diferentes tipos de sacrifício animal são discutidos. A ênfase nestes capítulos é sobre como realizar os diferentes tipos de sacrifício. Precisamos agora concentrar-nos nas características que distinguem um tipo de sacrifício do outro. O holocausto (Lv 1) era único por ser ele único sacrifício no qual todo o animal era queimada no altar. Nisto, a consagração total do adorador ao serviço de Deus era representada. Ao mesmo tempo, ele fazia a expiação (Lv 1:4), para o adorador. &amp;quot;Expiação&amp;quot; é mais exatamente &amp;quot;o pagamento de um resgate&amp;quot;, uma frase usada em outras partes da Lei, quando um agressor que poderia enfrentar a pena de morte era perdoado diante o pagamento dos danos (por exemplo, Ex. 21:30). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oferta de paz (Lv 3), foi provavelmente o mais popular dos sacrifícios do Antigo Testamento, por ser o único em que o fiel que doou o animal recebia uma parte da carne (geralmente, apenas os sacerdotes comiam a carne do sacrifício). A oferta de paz poderia ser oferecida espontaneamente, como um ato de agradecimento a Deus, mas pode ser oferecido quando você fez um voto pedindo a Deus para fazer algo por você, ou quando esta oração era atendida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A oferta pelo pecado (Lv 4) era peculiar, em que um pouco do sangue do animal foi lambuzado no altar ou aspergido dentro do tabernáculo ou templo. Esse sangue limpava o tabernáculo da poluição do pecado. Pecado não nos faz  apenas culpados diante de Deus, ou deixa-o com raiva, mas também torna as pessoas e lugares imundos e, portanto, impróprias para Deus habitar nelas.  Cobrindo o altar com sangue ou aspergindo o interior do templo com o sangue, esses objetos eram limpos da poluição. Ao mesmo tempo, o pecador que tinha causado a poluição através de seus crimes era perdoado de seus pecados e purificado de sua poluição. Esta limpeza fazia com que Deus pudesse  re-entrar no templo e habitar no crente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, havia a oferta pela culpa (Lv 5:14 - 6:7), que expressa a idéia de que certos atos nos colocam em dívida com Deus. Esses pecados só podem ser expiado pelo sacrifício de um carneiro caro. Embora seja discutida relativamente breve em Levítico, o sacrifício é de grande importância em Isaías 53, onde o servo sofredor é chamado de oferta pela culpa (v. 10, veja a ESV, &amp;quot;oferta pelo pecado&amp;quot;), que sofre pelas nossas transgressões (vv. 5-6). Como este capítulo descreve mais plenamente o papel expiatório de Cristo, ele é central para a compreensão da morte de Cristo no Novo Testamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As imagens do sacrifício em geral permeia a interpretação da cruz no Novo Testamento. Quando João Batista disse: &amp;quot;Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo&amp;quot; (João 1:29), ele provavelmente estava vendo Cristo como o cordeiro pascal perfeito, uma imagem que Paulo também usa quando fala de &amp;quot;Cristo, nosso cordeiro pascal&amp;quot; (1 Cor. 5:7). Ele também é visto como a suprema oferta queimada, um sacrifício superior ao de Isaque, uma idéia, que tem sua alusão nessas passagens bem conhecidas como João 3:16 e Romanos 8:32: &amp;quot;Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou. &amp;quot; Marcos 10:45 descreve o Filho do Homem como o servo final, que deu &amp;quot;a sua vida em resgate de muitos. &amp;quot;1 João 1:7 retoma a imagem da oferta pelo pecado, quando diz que &amp;quot;o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.&amp;quot; Para a epístola aos Hebreus Jesus é o Sumo Sacerdote, que através da Sua morte atinge todos os objetivos para os quais o sistema sacrificial do Velho Testamento apontavam (ver Hb 9:1-14 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, devemos notar que a morte de Cristo não esgota o significado do sistema de sacrifício para os cristãos. Nós também devemos seguir os passos de Cristo e compartilhar seu sofrimento (1 Pedro 2:21-24). Então, nós também somos encorajados &amp;quot;a apresentar nossos corpos como sacrifício vivo&amp;quot; (Rm 12:1). Paulo, antecipando sua própria morte, comparou-a como sendo &amp;quot;derramada como libação&amp;quot;, isto é, como o vinho que foi derramado sobre o altar com todos os sacrifícios de animais (ver também Fp 2:17, 2 Tm 4.: 6 ). Desta forma, os velhos modos de adoração ainda deveriam inspirar nossa consagração hoje.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Catarina</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%B5es_de_homens</id>
		<title>Tradições de homens</title>
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				<updated>2010-05-20T23:09:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Traditions of Men}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda estrutura de sociedade tem regras que definem o comportamento aceitável ou inaceitável para seus membros. Uma empresa ou escola pode ter seu código de vestimenta. Competições atléticas são regidas por regras. Todas as entidades governamentais têm seus regulamentos. Famílias bem governadas têm suas regras em casa que são passadas verbalmente de pais para filhos. Acima de tudo, Deus tem regras para o Seu povo, que nos são dadas na Bíblia. No Salmo 119 estas regras são chamadas de vários nomes, como “leis” , “estatutos”, “preceitos” e “mandamentos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se regras são tão comum e abrangem todas as estruturas da sociedade, porque então a questão da lei é tão carregada de emoções e motivo de divisão entre os cristãos? Porque ficamos tão nervosos com regras domésticas para a família de Deus?Uma razão é que adicionamos nossas regras às de Deus. Como os fariseus no tempo de Jesus, tentamos ajudar a Deus acrescentando “podes” e “não podes”  humanos aos seus mandamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ainda, Jesus repreendeu severamente os fariseus por ensinar como doutrinas ( isto é, como uma lei autoritária de Deus ) os mandamentos dos homens ( Marcos 7:5-8 ). Sua reprovação continua válida para nós, porque nós, também, somos muitas vezes tentados a elevar nossas regras humanas ao nível das Escrituras. Quando fazemos isto, nos tornamos culpados de consciências comprometedoras onde Deus não tem falado. Podemos chamar isto de legalismo prático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De onde vêm estas regras humanas? Muitas começam com que alguém chamou de “cercas”. Uma cerca é uma restrição bem intencionada para nos ajudar a evitar o pecado verdadeiro. Numa noite, sozinho num quarto de hotel, eu passei pelos canais da televisão procurando um entretenimento inocente. Obviamente isto não era nenhum pecado. Porém, eu parei num filme que provou ser sexualmente estimulante. Este programa estimulou minha natureza pecaminosa. Como resultado deste incidente, eu construí uma “cerca” pessoal. Eu fiz um compromisso comigo mesmo de não ligar a TV quando estivesse só, a não ser que tinha um programa específico para assistir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu suspeito que a maioria dos cristãos tenha construído suas próprias cercas em várias áreas de sua vida. Cercas pessoais não são más em si mesmas. Elas podem nos ajudar a evitar o pecado genuíno. Mas elas podem nos levar para um legalismo quando as elevamos para o nível da Lei de Deus – isto é, quando tentamos aplicar nossas próprias restrições pessoais a todos os outros.&lt;br /&gt;
Eu creio, por exemplo, que a Bíblia ensina mais a temperança do que a abstinência em relação às bebidas alcoólicas. No entanto, por causa do abuso de álcool difundido em nossa sociedade, muitos de nós já decidiram praticar a abstinência. Esta é uma cerca que construímos, e ela é perfeitamente legítima, contanto a aplicarmos somente a nós mesmos. Mas quando julgamos outros cristãos que praticam a temperança em vez da abstinência, temos elevado nossa própria convicção ao nível da lei de Deus. Estamos então praticando legalismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O apóstolo Paulo teve que lidar com outra questão de prática de legalismo em seus dias, o que ele chamou de “discussões de opiniões” ( Rm  14:1 ). Havia aparentemente duas questões -  o consumo de carne e a observância de certos dias especiais ( Rm 14:2, 5 ). A resposta de Paulo foi dupla. Em primeiro lugar, devemos compreender que Deus nos deu liberdade para termos opiniões diferentes sobre questões não abordadas nas Escrituras. Em segundo lugar, não devemos julgar ou desprezar aqueles cujas opiniões divergem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evitar julgar outros cujas práticas são diferentes das nossas é a coisa mais difícil que temos que fazer. Achamos difícil acreditar que uma prática que consideramos como pecado para nós mesmos não é pecado para os demais. E Paulo ainda escreve: “Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente” ( Rm 14.5 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E comum hoje em dia as pessoas usarem roupas casuais para irem à igreja. Mas eu cresci num tempo em que as pessoas vestiam suas melhores “roupas dominicais” para irem adorar. Como resultado, por um longo tempo eu mantive uma atitude de julgamento para com aqueles que iam a igreja com roupas casuais. Eu considerava isto uma falta de reverencia para com Deus. Finalmente, porem, eu tive que concluir, que esta questão não e abordada nas Escrituras e devo permitir aos outros a liberdade que Deus lhes dá. Caso contrário, deslizo para o legalismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas diferenças de opiniões, como as sobre a roupa, tendem a ser geracional. Outras são geográficas. Fui criado em uma igreja na qual os garotos e garotas adolescentes não eram autorizados a nadarem juntos. Por outro lado, era perfeitamente aceitável as mulheres usarem maquiagem. Mais tarde, como jovem adulto, eu freqüentei uma igreja na costa oeste que era tão conservadora quanto aquele na qual cresci. Aqui, os jovens iam regularmente à praia juntos como parte das suas atividades. Mas mulheres que usavam maquiagem eram consideradas “mundanas”. Tenho certeza que, em algum lugar do passado, quando os lideres dessas duas igrejas impuseram estas restrições, eles achavam que tinham boas razões para fazê-lo. Mas, de fato, eles fizeram suas regras equivalerem os mandamentos de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suponho, que os líderes da igreja que decidiram que era pecado garotos e garotas adolescentes nadarem juntos, estavam preocupados com o perigo dos olhares lascivos. Este é realmente um pecado contra o qual Jesus especificamente advertiu em Mateus 5:27 – 28. No entanto, a regra sobre nadar juntos não abordou a prática bem mais perigosa de adolescentes sentarem sozinhos num carro estacionado, se beijando e acariciando um ao outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto aponta para outro problema de regras feitas por homens. Além de ligar nossas consciências em áreas das quais Deus não falou, elas muitas vezes não abordam a questão real. Regras simplesmente não podem abranger todas as situações. Jovens podem encontrar uma dúzia de outros lugares além da piscina para saciar seus olhares lascivos, para não mencionar o problema do carro estacionado. Então, em vez de criar uma regra sobre nadar com o sexo oposto, nós precisamos ajudar os jovens a desenvolver convicções bíblicas sobre a pureza sexual. Podemos mostrar-lhes passagem das Escrituras como 2 Timóteo 2:22 – “Foge, outrossim, das paixões da mocidade” e ajudá-los a identificar situações das quais eles devem fugir. Quando fazemos isto, estamos ajudando-os a identificar e a se abster de qualquer situação na qual seus desejos sexuais possam ser estimulados.&lt;br /&gt;
A solução para toda prática de legalismo de regras feitas por homens é desenvolver e ensinar convicções baseadas na Bíblia. Se a Bíblia não proíbe uma prática, nós também não devemos fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ao mesmo tempo, devemos focar naquilo que a Bíblia ensina. Por exemplo, a Bíblia enfatiza a importância do domínio próprio. Ela nos ensina que comamos ou bebamos, devemos fazer tudo para a glória de Deus ( 1 Coríntios 10:31 ). A pessoa que bebe sua taça de vinho deve fazê-lo para a glória de Deus, e o homem que come seu bife deve fazê-lo para a glória de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, se estamos assistindo a um programa de televisão, nadando com o sexo oposto ou usando maquiagem, podemos sempre aplicar esta regra bíblica: posso fazer isto para a glória de Deus? E depois devemos aceitar o fato de que, de acordo com Paulo em Romanos 14, a resposta a esta pergunta talvez seja diferente para pessoas diferentes. Este é o caminho para evitarmos a prática do legalismo de regras feitas por homens.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Catarina</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Nosso_Pai</id>
		<title>Nosso Pai</title>
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				<updated>2010-03-31T15:17:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Our Father}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha primeira aula na Universidade Livre de Amsterdã quebrou minha complacência acadêmica. Foi um choque cultural, um exercício de contrastes. Tudo começou quando o professor, Dr. G.C. Berkouwer, entrou na sala. Com o seu comparecimento todos os alunos ficaram de pé em posição de sentido, até ele ter subido os degraus para o pódio, ter aberto o seu caderno de anotações, e silenciosamente ter acenado com a cabeça para os estudantes se assentarem. Ele, então, começou a dar sua aula, e os estudantes, em um silêncio sagrado, respeitosamente ouviram e escreveram suas anotações durante aquela hora. Ninguém nunca ousava a interromper ou distrair o mestre atrevendo-se a levantar a mão. A sessão era dominada por uma única voz – a voz pela qual todos nós estávamos pagando para ouvir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a preleção terminou, o professor fechou seu caderno, desceu do pódio, e apressadamente deixou a sala, mas não antes dos estudantes se levantarem mais uma vez em sua honra. Não houve nenhum diálogo, nenhum encontro marcado com os estudantes, nenhum gabfest. Nunca nenhum estudante falou com o professor – exceto durante os exames orais particularmente agendados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu primeiro exame destes foi um exercício de horror. Fui à casa do professor esperando uma provação. Mas mesmo sendo um exame rigoroso, não foi uma provação. Dr. Berkouwer foi cordial e bondoso. De maneira carinhosa ele me perguntou sobre minha família. Ele demonstrou grande interesse por meu bem-estar e me convidou a lhe fazer perguntas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em certo sentido esta experiência foi um gosto do céu. O professor Berkouwer era, naturalmente, mortal. Mas ele era um homem de intelecto titânico e conhecimento enciclopédico. Não estava na sua casa para instruí-lo ou debater com ele – eu era o estudante e ele era o mestre. Não havia quase nada no campo da teologia que ele pudesse aprender de mim. Porém, ele me escutava como se ele realmente pensava que poderia aprender algo de mim. Ele tomava minhas respostas às suas perguntas investigativas à sério. Era como se eu fosse um filho sendo questionado por um pai carinhoso.&lt;br /&gt;
Este evento é a melhor analogia humana que posso encontrar para responder a antiqüíssima pergunta: “Se Deus é soberano, por que orar?” Porém, tenho que  confessar que esta analogia é frágil. Apesar de Berkouwer estar muito acima de mim em conhecimento, seu conhecimento era finito e limitado. Ele não era de nenhuma maneira onisciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, quando converso com Deus, não estou falando simplesmente a um Grande Professor nos Céus. Estou falando com alguém que tem todo conhecimento, alguém que não pode aprender nada de mim que Ele ainda não saiba. Ele sabe tudo o que há para saber, inclusive o que está na minha mente. Ele sabe o que vou lhe dizer antes que eu diga. Ele sabe o que irá fazer antes de fazê-lo. Seu conhecimento é soberano, como Ele é soberano. Seu conhecimento é perfeito, imutável assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a Bíblia às vezes dificulte usando linguagem humana expressando a idéia de que Deus muda sua mente, cede ou se arrepende de seus planos, em outros lugares ela nos lembra que estas expressões de forma humana  são apenas isto, e que Deus não é homem que se arrepende. Nele não há sombra de mudança. Seu conselho é eterno. Ele não tem um plano B. Planos B são “planos de contingência”, mas Deus conhece todas as eventualidades, Ele mesmo não conhece nada casualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas perguntam: “As orações mudam a mente de Deus?”  Uma pergunta destas precisa ser respondida. Que tipo de deus poderia ser influenciado por minhas orações? O que minhas orações poderiam fazer para induzi-lo a mudar seus planos? Poderia eu dar a Deus qualquer informação sobre algo que Ele ainda não saiba? Ou poderia eu persuadi-Lo para um caminho mais excelente pela minha sabedoria superior? Claro que não. Sou completamente desqualificado para ser o mentor de Deus ou seu conselheiro guia. Assim a resposta simples é que a oração não muda a mente de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas consideremos fazer a pergunta sobre a relação entre a soberania de Deus e nossas orações de uma maneira um pouco diferente: “Nossas orações mudam as coisas?” Agora a resposta é um enfático “Sim!” As Escrituras nos dizem que “muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16 ). Este texto declara que a oração é eficaz. Não é um exercício piedoso fútil. Aquilo que é fútil não tem nenhum benefício. A oração, porém, tem muitos benefícios. Aquilo que tem muito proveito nunca é fútil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas qual o benefício da oração? O que ela muda? Em primeiro lugar, minhas orações me mudam. O propósito da oração não é mudar a Deus. Ele não muda porque ele não precisa de mudança. Mas eu preciso. Assim como as perguntas do Dr. Berkouwer não eram para o beneficio dele, mas para o meu, assim o tempo com Deus é para a minha edificação, não a dele. A oração é um dos grandes privilégios dado a nós junto com a justificação. Uma das conseqüências da nossa justificação é que temos acesso a Deus. Fomos adotados em Sua família e foi nos dado o direito de chamá-Lo de pai. Somos encorajados a entrarmos audiciosamente em sua presença. ( É claro que existe uma diferença entre audácia e arrogância.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a oração também muda as coisas. Em termos práticos, dizemos que a oração funciona. Aquilo que é eficaz é aquilo que causa ou produz resultado. Na teologia distinguimos entre a causalidade primária e a secundária. Causalidade primária é a fonte de poder de todas as causas. Quando a Bíblia diz: “nele vivemos, e nos movemos, e existimos” ( At 17:28 ), ela mostra que à parte da providência sustentadora de Deus nós seriamos incapazes de viver, nos mover, ou existir. Todo poder que temos é secundário. Ele sempre depende de Deus para sua eficácia final. Porém, ele é real. A oração é um dos meios que Deus usa para levar à cabo aquilo que Ele determinou. Isso é, Deus não só ordena o final, Ele também determina os meios que Ele usa para chegar a estes fins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus não precisa da nossa pregação para salvar seu povo. Entretanto, Ele escolheu agir através da nossa pregação. Ele fortalece a pregação humana com seu próprio poder. Da mesma maneira, Ele escolheu agir através das nossas orações. Ele dá poder às nossas orações para que depois de termos orado possamos dar um passo para trás e vê-lo desencadear seu poder nas nossas orações e através delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Oramos com esperança e confiança, não apesar da soberania de Deus, mas por causa dela. Qual não seria o desperdício de tempo e de fôlego se estivéssemos orando a um deus que não é soberano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Catarina</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Nosso_Pai</id>
		<title>Nosso Pai</title>
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				<updated>2010-03-31T15:08:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Our Father}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha primeira aula na Universidade Livre de Amsterdã quebrou minha complacência acadêmica. Foi um choque cultural, um exercício de contrastes. Tudo começou quando o professor, Dr. G.C. Berkouwer, entrou na sala. Com o seu comparecimento todos os alunos ficaram de pé em posição de sentido, até ele ter subido os degraus para o pódio, ter aberto o seu caderno de anotações, e silenciosamente ter acenado com a cabeça para os estudantes se assentarem. Ele, então, começou a dar sua aula, e os estudantes, em um silêncio sagrado, respeitosamente ouviram e escreveram suas anotações durante aquela hora. Ninguém nunca ousava a interromper ou distrair o mestre atrevendo-se a levantar a mão. A sessão era dominada por uma única voz – a voz pela qual todos nós estávamos pagando para ouvir.&lt;br /&gt;
Quando a preleção terminou, o professor fechou seu caderno, desceu do pódio, e apressadamente deixou a sala, mas não antes dos estudantes se levantarem mais uma vez em sua honra. Não houve nenhum diálogo, nenhum encontro marcado com os estudantes, nenhum gabfest. Nunca nenhum estudante falou com o professor – exceto durante os exames orais particularmente agendados.&lt;br /&gt;
Meu primeiro exame destes foi um exercício de horror. Fui à casa do professor esperando uma provação. Mas mesmo sendo um exame rigoroso, não foi uma provação. Dr. Berkouwer foi cordial e bondoso. De maneira carinhosa ele me perguntou sobre minha família. Ele demonstrou grande interesse por meu bem-estar e me convidou a lhe fazer perguntas.&lt;br /&gt;
Em certo sentido esta experiência foi um gosto do céu. O professor Berkouwer era, naturalmente, mortal. Mas ele era um homem de intelecto titânico e conhecimento enciclopédico. Não estava na sua casa para instruí-lo ou debater com ele – eu era o estudante e ele era o mestre. Não havia quase nada no campo da teologia que ele pudesse aprender de mim. Porém, ele me escutava como se ele realmente pensava que poderia aprender algo de mim. Ele tomava minhas respostas às suas perguntas investigativas à sério. Era como se eu fosse um filho sendo questionado por um pai carinhoso.&lt;br /&gt;
Este evento é a melhor analogia humana que posso encontrar para responder a antiqüíssima pergunta: “Se Deus é soberano, por que orar?” Porém, tenho que  confessar que esta analogia é frágil. Apesar de Berkouwer estar muito acima de mim em conhecimento, seu conhecimento era finito e limitado. Ele não era de nenhuma maneira onisciente.&lt;br /&gt;
Por outro lado, quando converso com Deus, não estou falando simplesmente a um Grande Professor nos Céus. Estou falando com alguém que tem todo conhecimento, alguém que não pode aprender nada de mim que Ele ainda não saiba. Ele sabe tudo o que há para saber, inclusive o que está na minha mente. Ele sabe o que vou lhe dizer antes que eu diga. Ele sabe o que irá fazer antes de fazê-lo. Seu conhecimento é soberano, como Ele é soberano. Seu conhecimento é perfeito, imutável assim.&lt;br /&gt;
Embora a Bíblia às vezes dificulte usando linguagem humana expressando a idéia de que Deus muda sua mente, cede ou se arrepende de seus planos, em outros lugares ela nos lembra que estas expressões de forma humana  são apenas isto, e que Deus não é homem que se arrepende. Nele não há sombra de mudança. Seu conselho é eterno. Ele não tem um plano B. Planos B são “planos de contingência”, mas Deus conhece todas as eventualidades, Ele mesmo não conhece nada casualmente.&lt;br /&gt;
As pessoas perguntam: “As orações mudam a mente de Deus?”  Uma pergunta destas precisa ser respondida. Que tipo de deus poderia ser influenciado por minhas orações? O que minhas orações poderiam fazer para induzi-lo a mudar seus planos? Poderia eu dar a Deus qualquer informação sobre algo que Ele ainda não saiba? Ou poderia eu persuadi-Lo para um caminho mais excelente pela minha sabedoria superior? Claro que não. Sou completamente desqualificado para ser o mentor de Deus ou seu conselheiro guia. Assim a resposta simples é que a oração não muda a mente de Deus.&lt;br /&gt;
Mas consideremos fazer a pergunta sobre a relação entre a soberania de Deus e nossas orações de uma maneira um pouco diferente: “Nossas orações mudam as coisas?” Agora a resposta é um enfático “Sim!” As Escrituras nos dizem que “muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5:16 ). Este texto declara que a oração é eficaz. Não é um exercício piedoso fútil. Aquilo que é fútil não tem nenhum benefício. A oração, porém, tem muitos benefícios. Aquilo que tem muito proveito nunca é fútil.&lt;br /&gt;
Mas qual o benefício da oração? O que ela muda? Em primeiro lugar, minhas orações me mudam. O propósito da oração não é mudar a Deus. Ele não muda porque ele não precisa de mudança. Mas eu preciso. Assim como as perguntas do Dr. Berkouwer não eram para o beneficio dele, mas para o meu, assim o tempo com Deus é para a minha edificação, não a dele. A oração é um dos grandes privilégios dado a nós junto com a justificação. Uma das conseqüências da nossa justificação é que temos acesso a Deus. Fomos adotados em Sua família e foi nos dado o direito de chamá-Lo de pai. Somos encorajados a entrarmos audiciosamente em sua presença. ( É claro que existe uma diferença entre audácia e arrogância.)&lt;br /&gt;
Mas a oração também muda as coisas. Em termos práticos, dizemos que a oração funciona. Aquilo que é eficaz é aquilo que causa ou produz resultado. Na teologia distinguimos entre a causalidade primária e a secundária. Causalidade primária é a fonte de poder de todas as causas. Quando a Bíblia diz: “nele vivemos, e nos movemos, e existimos” ( At 17:28 ), ela mostra que à parte da providência sustentadora de Deus nós seriamos incapazes de viver, nos mover, ou existir. Todo poder que temos é secundário. Ele sempre depende de Deus para sua eficácia final. Porém, ele é real. A oração é um dos meios que Deus usa para levar à cabo aquilo que Ele determinou. Isso é, Deus não só ordena o final, Ele também determina os meios que Ele usa para chegar a estes fins.&lt;br /&gt;
Deus não precisa da nossa pregação para salvar seu povo. Entretanto, Ele escolheu agir através da nossa pregação. Ele fortalece a pregação humana com seu próprio poder. Da mesma maneira, Ele escolheu agir através das nossas orações. Ele dá poder às nossas orações para que depois de termos orado possamos dar um passo para trás e vê-lo desencadear seu poder nas nossas orações e através delas.&lt;br /&gt;
Oramos com esperança e confiança, não apesar da soberania de Deus, mas por causa dela. Qual não seria o desperdício de tempo e de fôlego se estivéssemos orando a um deus que não é soberano.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Catarina</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/A_Noite_Escura_da_Alma</id>
		<title>A Noite Escura da Alma</title>
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				<updated>2010-03-25T18:07:48Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|The Dark Night of the Soul}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A noite escura da alma. Este fenômeno descreve um mal que os grandes cristãos têm sofrido de tempos em tempos. Foi este mal que levou Davi a encharcar seu travesseiro com lágrimas. Foi este mal que rendeu a Jeremias o apelido de “O profeta chorão”. Foi este mal que afligia tanto Martin Luther que sua melancolia ameaçava destruí-lo. Esta não é uma forma usual de depressão, mas é uma depressão ligada a uma crise de fé, uma crise que vem quando a gente sente a ausência de Deus ou deixa surgir um sentimento de abandono por parte de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depressão espiritual é real pode ser aguda. Perguntamos como uma pessoa de fé pode ter uma experiência de tais baixos espirituais, mas qualquer que seja a coisa que os provoca não retira sua realidade. Nossa fé não é uma ação constante. Ela é volúvel. Ela vacila. Movemo-nos de fé em fé, e nos entre tantos podemos ter momentos de dúvidas, nos quais clamamos: “Senhor, eu creio, me ajude na minha incredulidade.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos também pensar que a noite escura da alma é algo totalmente incompatível com o fruto do Espírito, não só com o da fé, mas também com a alegria. Uma vez que o Espírito Santo inundou nossos corações com uma alegria indizível, como poderia ter lugar para tanta escuridão neste quarto? É importante distinguirmos entre o fruto espiritual da alegria e o conceito cultural de felicidade. Um cristão pode ter alegria no seu coração mesmo que na sua cabeça ainda haja depressão espiritual. A alegria que temos nos sustenta durante estas noites escuras e não é extinta pela depressão espiritual. A alegria do cristão é algo que sobrevive todos os reveses da vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escrevendo para os coríntios na sua segunda carta, Paulo recomenda aos seus leitores a importância de pregar e de comunicar o Evangelho às pessoas. Mas no meio daquilo, ele lembra a igreja de que o tesouro que recebemos de Deus é o tesouro que está, não em vasos de ouro e prata, mas no que o apóstolo chama de “vasos de barro”. Por esta razão ele diz, “para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós”. Imediatamente após esta lembrança, o apóstolo acrescenta, “Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.” ( 2 Co 4:7-10 )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta passagem indica os limites da depressão que experimentamos. A depressão pode ser profunda, mas não é nem permanente, nem fatal. Perceba que o apóstolo Paulo descreve nossa condição de várias maneiras. Ele diz que somos “afligidos, perplexos, perseguidos, e abatidos”. Estas são imagens fortes que descrevem o conflito que os cristãos têm que suportar, mas em cada lugar que ele descreve este fenômeno, ele ao mesmo tempo descreve seu limite. Atribulado, mas não angustiado. Perplexo, mas não desanimado. Perseguido, mas não desamparado. Abatido, mas não destruído. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, temos esta pressão para suportar, mas a pressão, mesmo que seja severa, não nos destrói. Podemos estar confusos e perplexos, mas este ponto baixo ao qual a perplexidade nos leva, não resulta num desespero completo e total. Mesmo a perseguição, quão séria ela possa ser, ainda não estamos desamparados, e podemos estar oprimidos e abatidos como Jeremias falou, mas ainda temos lugar para a alegria. Pensemos no profeta Habacuque que em sua miséria permaneceu confiante de que, apesar dos reveses que sofrera, Deus lhe daria pés como de corças, que lhe permitiriam a andar em lugares altos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outra parte, escrevendo para os filipenses o apóstolo Paulo os admoesta a “não serem ansiosos por nada”, falando-lhes de que a cura para a ansiedade se encontra nos nossos joelhos, esta é a paz de Deus que acalma nosso espírito e dissipa a ansiedade. De novo, podemos ficar ansiosos e nervosos e preocupados sem, por último, sucumbirmos ao desespero completo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta coexistência de fé e depressão espiritual tem seus paralelos em outras afirmações bíblicas com condições emotivas. Somos ensinados que é totalmente legítimo que cristãos passem por aflições. Nosso Senhor mesmo foi um homem de dores e estava familiarizado com aflições. Apesar de que a aflição possa atingir as raízes das nossas almas, não precisa resultar em amargura. Sofrer é uma emoção legítima, às vezes até uma virtude, mas não pode haver lugar em nossas almas para a amargura. Da mesma maneira podemos ver que é algo bom ir a casa onde há luto, mas mesmo no luto, este sentimento profundo não pode dar lugar ao ódio. A presença de fé não dá a garantia de ausência de depressão espiritual; porém, a noite escura da alma sempre abre o caminho para o brilho da luz do meio dia da presença de Deus.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Catarina</name></author>	</entry>

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