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		<title>Pensamentos sobre a suficiência das Escrituras - História de revisão</title>
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		<description>Histórico de edições para esta página nesta wiki</description>
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			<title>Pcain: Protegeu &quot;Pensamentos sobre a suficiência das Escrituras&quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))</title>
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			<description>&lt;p&gt;Protegeu &amp;quot;&lt;a href=&quot;/wiki/Pensamentos_sobre_a_sufici%C3%AAncia_das_Escrituras&quot; title=&quot;Pensamentos sobre a suficiência das Escrituras&quot;&gt;Pensamentos sobre a suficiência das Escrituras&lt;/a&gt;&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 19h12min de 24 de julho de 2017&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-05-03 20:19:45 --&gt;
&lt;/table&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 19:12:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Pensamentos_sobre_a_sufici%C3%AAncia_das_Escrituras</comments>		</item>
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			<title>Pcain: Criou nova página com '{{info|Thoughts on the Sufficiency of Scripture}}   ===== O que significa e o que não significa =====  A minha mensagem biographical message na conferência de pastores des...'</title>
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			<description>&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Thoughts on the Sufficiency of Scripture}}   ===== O que significa e o que não significa =====  A minha mensagem biographical message na conferência de pastores des...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Thoughts on the Sufficiency of Scripture}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== O que significa e o que não significa =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha mensagem biographical message na conferência de pastores deste ano foi sobre Atanásio, nascido no ano de 298. Assim, passei algum tempo a estudar as querelas doutrinárias do século IV. A principal era sobre a divindade de Cristo. Ário (e os Arianos) diziam que o Filho de Deus era uma criatura e que nem sempre teria existido. Atanásio defendeu a eterna divindade do Filho e ajudou a ganhar essa batalha com a redacção do Concílio de Nicéia: &amp;quot;Nós acreditamos... no Filho de Deus... da substância do Pai, Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial com o Pai &amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um facto surpreendente, que eu não esperava encontrar, era que os hereges protestavam muito mais em relação à linguagem não-bíblica do credo ortodoxo. Eles argumentavam que as frases &amp;quot;de uma essência com o Pai&amp;quot; e &amp;quot;uma substância com o Pai&amp;quot; não se encontravam na Bíblia. Os hereges exigiam &amp;quot;Credo não, Bíblia sim&amp;quot;, precisamente para que pudessem usar a linguagem bíblica a fim de fugir à verdade bíblica. Por exemplo, eles voluntariamente chamariam a Cristo &amp;quot;Filho de Deus&amp;quot; para então argumentar que, como todos os filhos, Ele deveria ter tido um começo. Então, para minha surpresa, uma forma da doutrina da &amp;quot;Suficiência das Escrituras&amp;quot; foi usada para minar a verdade da Escritura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta estratégia de ludibriar a verdade bíblica usando somente a linguagem bíblica tem sido usado por demais na história da Igreja. Por exemplo, em 1719 mais de uma centena de ministros Presbiterianos, Congregacionais e Baptistas reuniram-se em Londres para lidar com o problema de alguns ministros que, depois de lerem Samuel Clark, recusaram-se a assinar os credos trinitários das suas denominações. Eles tinham-se tornado essencialmente Arianos. Qual foi a questão-chave? &amp;quot;A questão técnica foi saber se era suficiente que os ministros prometessem apenas seguir as Escrituras&amp;quot; (Mark Noll, The Rise of Evangelicalism; [Downers Grove, Illinois: InterVarsity Press, 2003]., P 43 ). Os arianos insistiam no refrão &amp;quot;nenhum credo a não ser a Bíblia&amp;quot;, ou nenhuma linguagem sem ser a linguagem da Bíblia. A votação foi de 57-53 contra trinitários tradicionais. Mais uma vez uma forma de &amp;quot;suficiência das Escrituras&amp;quot; havia sido utilizada para enfraquecer a verdade das Escrituras.&amp;amp;lt;/em&amp;amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia existem muitos que exigiriam &amp;quot;nenhum credo a não ser a Bíblia&amp;quot; da mesma maneira que os Arianos exigiram. Mas a História ensina-nos que a linguagem bíblica não é suficiente quando se trata de defender o significado da linguagem bíblica. R. P. C. Hanson explicou assim o processo: &amp;quot;Os teólogos da Igreja Cristã foram lentamente levados para uma percepção de que as questões mais profundas que o Cristianismo enfrenta não podem ser respondidas numa linguagem puramente bíblica, porque as perguntas são sobre o significado da linguagem bíblica em si mesma; &amp;quot; (RPC Hanson, The Search for the Christian Doctrine of God; The Arian Controversy; [Edinburgh: T. e T. Clark, 1988]., p xxi ).&amp;amp;lt;p&amp;amp;gt;Quais são as implicações disto na doutrina da suficiência das Escrituras? Esta doutrina é principalmente baseada em 2 Timóteo 3:15-17 e Judas 1:3.&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
As sagradas Escrituras... podem fazer-te sábio para a salvação;, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura divinamente inspirada e proveitosa ara ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, equipado para toda boa obra ... Batalhar pela fé que foi uma vez por todas entregue aos santos &lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Por outras palavras, as Escrituras são suficientes no sentido em que elas são as únicas (&amp;quot;uma vez por todas&amp;quot;) divinamente inspiradas e (portanto) as palavras inerrantes de Deus de que precisamos a fim de conhecer o caminho da salvação (&amp;quot; tornar-te sábio para a salvação&amp;quot;) e o caminho da obediência (&amp;quot;equipado para toda boa obra&amp;quot;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A suficiência das Escrituras não significa que a Escritura é tudo que precisamos para viver em obediência. Para se ser obediente em ciências naturais precisamos ler ciência e estudar a Natureza. Para se ser obediente em economia precisamos ler economia e observar o mundo dos negócios. Para ser obediente no desporto, precisamos saber as regras do jogo. Para se ser obediente no casamento, precisamos conhecer a personalidade do nosso cônjuge. Para se ser obediente como piloto, precisamos saber como pilotar um avião. Por outras palavras, a Bíblia não nos diz tudo o que precisamos de saber para podermos ser mordomos obedientes deste mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A suficiência das Escrituras significa que não precisamos de mais nenhuma revelação especial. Não precisamos de mais palavras inspiradas, infalíveis. Deus no-las deu na Bíblia, temos o perfeito padrão para ajuizar sobre todos os outros tipos de conhecimento. Todos os outros conhecimentos estão sob o julgamento da Bíblia, mesmo quando eles lhe prestam serviço. Por exemplo, o idioma Inglês presta serviço à Bíblia, tornando-a acessível a leitores anglófonos. Mas, mesmo o inglês prestando este serviço, ele está sob a Bíblia e por ela é regido. Assim, a palavra Inglês &amp;quot;sim&amp;quot; não pode traduzir a palavra grega para &amp;quot;não.&amp;quot; A Bíblia é suficiente para impedir o mau uso do Inglês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, e de muitas maneiras, a Bíblia é servida pelo nosso conhecimento extra bíblico. Por exemplo, a palavra &amp;quot;formiga&amp;quot; aparece duas vezes na Bíblia (Provérbios 6:6 e 30:25). Ela nunca é definida. A Bíblia espera que saibamos pela nossa experiência o que é uma formiga. Mas se afirmarmos que a lição da formiga é que todos devemos ser preguiçosos, a Bíblia é suficiente para evitar esse erro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo se passa com a linguagem em disputas doutrinárias. A linguagem não-bíblica serve a Bíblia por exclusão de alguns significados e inclusão de outros. A palavra &amp;quot;Trindade&amp;quot; e a frase “uma substância com o Pai&amp;quot; são termos extra-bíblicos. Mas contêm verdades bíblicas essenciais. Afirmar com uma linguagem extra-bíblica que Deus é &amp;quot;uma essência em três pessoas&amp;quot; (=Trindade) e que o Filho é &amp;quot;uma substância com o Pai&amp;quot; é mais bíblico do que usar a linguagem bíblica para chamar a Cristo criatura de Deus. A suficiência das Escrituras não dita a linguagem que usamos para interpretar a Bíblia, mas administra o significado da linguagem que usamos. Para isso, é totalmente suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Completamente submetido às Escrituras contigo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 19:12:33 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Pensamentos_sobre_a_sufici%C3%AAncia_das_Escrituras</comments>		</item>
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