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		<title>Arrisque-se por Jesus - História de revisão</title>
		<link>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Arrisque-se_por_Jesus&amp;action=history</link>
		<description>Histórico de edições para esta página nesta wiki</description>
		<language>pt</language>
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		<lastBuildDate>Wed, 02 Sep 2026 23:40:05 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>Pcain: moveu Arrisque para Arrisque-se por Jesus</title>
			<link>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Arrisque-se_por_Jesus&amp;diff=4914&amp;oldid=prev</link>
			<description>&lt;p&gt;moveu &lt;a href=&quot;/wiki/Arrisque&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Arrisque&quot;&gt;Arrisque&lt;/a&gt; para &lt;a href=&quot;/wiki/Arrisque-se_por_Jesus&quot; title=&quot;Arrisque-se por Jesus&quot;&gt;Arrisque-se por Jesus&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 17h40min de 2 de setembro de 2026&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-09-02 23:40:05 --&gt;
&lt;/table&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:40:07 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Arrisque-se_por_Jesus</comments>		</item>
		<item>
			<title>Pcain: Criou nova página com '{{info|Take That Risk for Jesus}}&lt;br&gt;  Quando foi a última vez que você sentiu o impulso de fazer algo novo e ousado por Jesus, mas então olhou ao redor, pensou em como p...'</title>
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			<description>&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Take That Risk for Jesus}}&amp;lt;br&amp;gt;  Quando foi a última vez que você sentiu o impulso de fazer algo novo e ousado por Jesus, mas então olhou ao redor, pensou em como p...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Take That Risk for Jesus}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando foi a última vez que você sentiu o impulso de fazer algo novo e ousado por Jesus, mas então olhou ao redor, pensou em como poderia parecer estranho e deixou esse desejo morrer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes, o impulso é relativamente pequeno: ajoelhar-se durante um culto coletivo. Fazer uma pergunta profunda em uma conversa superficial. Parar para conversar com um desconhecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras vezes, você pode se sentir motivado a algo mais ousado: iniciar um estudo bíblico no seu quarteirão. Acolher algumas crianças. Reunir alguns irmãos e tentar pregar nas ruas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se sente estimulado, movido. O impulso começa a parecer uma questão de obediência. Você chega bem à beira da ação. Mas então olha ao redor e não vê ninguém que conheça seguindo a Jesus dessa forma. E então você também não o faz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conheço essa sensação. E me pergunto se Jesus diria a você e a mim, nesses momentos, o que ele disse certa vez a Pedro: “Que te importa a ti? Segue-me!” (João 21:22). Segue-me: pegue os dons que Ele lhe deu, as oportunidades à sua frente, os fardos que lhe foram confiados, e não se preocupe tanto com o que os outros estão fazendo ou com o que possam pensar. Em vez disso, fixe os olhos em Jesus e siga-O da forma mais fiel que puder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====“Segue-me”====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas três palavras simples — “Segue-me” — nos lembram que os cristãos são, ao mesmo tempo, notavelmente semelhantes uns aos outros e também surpreendentemente diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Segue-me”, diz Jesus a todos nós. Fixamos nossos olhos no mesmo Jesus, o mesmo Senhor, que está nos transformando à sua imagem (Romanos 8:29). Sejamos quem formos, de onde quer que venhamos, todos queremos ser o mais parecido possível com ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas quando Jesus diz: “Segue-me”, ele realmente se refere a você;  você, com sua personalidade distinta, sua trajetória única, seus dons particulares, suas ambições específicas e suas circunstâncias concretas. O chamado se dirige a pais e mães, solteiros e casados, professores, engenheiros e artistas, aqueles criados na igreja e aqueles criados no mundo, com toda a fantástica variedade que a imagem de Deus pode abranger.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como Jesus nos chama para segui-lo, podemos aprender muito com aqueles que já estão mais adiante na jornada; devemos imitar aqueles que imitam a Cristo (1 Coríntios 11:1). Mas, como Jesus nos chama para segui-lo, nosso caminho às vezes se afastará do dos outros e pode até parecer estranho para alguns deles. Pedro não irá a todos os lugares a que João vai; João não fará tudo o que Pedro faz. Tanto o olho quanto o ouvido têm seu lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em igrejas saudáveis, os cristãos aprendem muito uns com os outros, mas mantêm seu foco principal e mais importante no próprio Jesus. Eles se lembram de que Jesus pode convidá-los a ir aonde outros não vão, dizer o que outros não dizem, tentar o que outros não tentam. Eles ainda contam com sua comunidade para discernir a sabedoria de seu caminho, mas mantêm os olhos fixos naquele que muitas vezes conduz seu povo em direções diferentes. Eles permanecem abertos a surpresas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando, como Pedro, seu foco muda sutilmente de Cristo para o seu povo, e eles perguntam: “Senhor, e deste que será?”, Jesus volta o olhar deles para si mesmo: “Que te importa a ti? Segue-me!” (João 21:21–22).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Previsível e sem graça====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ora, a situação de Pedro não era exatamente como a nossa. Ele não hesitou em obedecer por temer a opinião dos outros (pelo que podemos perceber). Mas ele olhou para o caminho que Jesus traçou para ele — o ministério pastoral seguido pelo martírio (João 21:15–19) — e imediatamente desviou o olhar de Jesus para João. E quanto a ele? Ele esperou para seguir em frente até saber como seu chamado se comparava ao de seu irmão. A resposta de Jesus nos dá um princípio duradouro: deixe que sua obediência seja definida pelo Senhor à sua frente, não pelos discípulos ao seu lado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns cristãos, é claro, precisam de pouco incentivo para se afastar da multidão. Eles já gritam “Amém!” quando ninguém mais o faz e prontamente seguem seu próprio caminho. São os filhos espirituais de João Batista, tão evidentes quanto um manto de pelo de camelo. Na verdade, seria bom que eles buscassem mais orientação antes de agir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos mais de nós, provavelmente, estamos do outro lado do rio. Nós nos misturamos bem demais. Vestimos vários tons de bege dia após dia. Seguimos Jesus apenas como vemos os outros fazendo, apenas de maneiras que não chamem a atenção. Tornamo-nos insossos e previsíveis de uma forma nada cristã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que ouvem e atendem ao “Segue-me” acabarão, com o tempo, por assumir novos riscos e lançar-se em novos empreendimentos, seja qual for sua personalidade. Paulo e Barnabé zarparão para novas terras. Marcos escreverá o primeiro Evangelho. Pastores plantarão igrejas em lugares difíceis. Os naturalmente tímidos proferirão palavras corajosas. Os naturalmente ousados ministrarão aos deficientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas essa obediência aventureira só acontecerá se “Segue-me” tiver mais peso do que o que os outros estão fazendo ou o que os outros possam pensar. Quantas ideias lindas descartamos cedo demais porque parecem ousadas demais? Quantas vezes uma boa obra morre porque olhamos demais para as pessoas ao nosso redor e muito pouco para o Senhor à nossa frente? Quantas vezes deixamos que as opiniões dos incrédulos, ou mesmo de outros cristãos, roubem o sal de nossas vidas?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estou sugerindo que você comece a julgar seus irmãos e irmãs como desobedientes enquanto embarca na verdadeira vida cristã. Só porque você adota uma criança ou faz evangelismo de porta em porta não significa que eles devam fazer o mesmo. Eles podem estar seguindo Jesus exatamente como Ele quer que sigam. Estou apenas sugerindo que você não deixe que as boas obras deles definam os limites para as suas próprias. E se Ele quiser que você faça algo novo em sua comunidade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Acompanhe as histórias====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que triste história da igreja contaria se o povo de Deus sempre tivesse limitado sua obediência ao que podia ver. Paulo teria ficado em silêncio diante da hipocrisia de Pedro. O evangelho teria ficado restrito aos judeus. Agostinho nunca teria escrito suas Confissões. Lutero teria continuado sendo um monge. Wilberforce teria ignorado a questão da escravidão. Whitefield e os Wesleys teriam falado apenas em voz baixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E que triste história nossas próprias vidas contariam. E se a pessoa que compartilhou Jesus com você não tivesse dado ouvidos quando Ele lhe disse: “Segue-me”? E se aqueles que mais te estimulam tivessem ficado calados, em vez de repreender, corrigir e insistir? Os irmãos e irmãs que tanto admiramos, aqueles que falam, evangelizam, cantam e oram de maneiras que nos sacodem, nos comovem e nos fazem ansiar por ser semelhantes a Cristo — não são eles os que ouvem “Segue-me” e obedecem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo vale para nossa própria história de obediência. Muitos dos melhores momentos da nossa alma não vieram depois de termos assumido riscos? Tínhamos pavor da ideia de ter uma conversa difícil — mas então falamos, e veja o bem que isso trouxe! Calculamos o custo e, mesmo assim, nos juntamos a uma igreja em implantação — e como estamos felizes por termos feito isso! Mesmo quando nossas tentativas de segui-lo com ousadia nos fazem cair de cara no chão, não ficamos, muitas vezes, gratos pela maneira como Deus nos molda nessa queda? É melhor afundar caminhando sobre as ondas do que ficar sentado no barco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Seguindo o Primeiro Passo====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se seguir a Jesus tão livremente, tão corajosamente, parece antinatural para você ―como é para mim― lembre-se de que você já o seguiu dessa maneira. Todo o nosso seguir diário é, em certo sentido, uma continuação do primeiro passo que demos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você se lembra do que aconteceu quando Jesus o chamou pela primeira vez? Lá estava você, talvez no ensino médio ou na faculdade, talvez um pai ou mãe jovem ou com os filhos já fora de casa. Você vivia no meio da multidão. Mas então ouviu a voz de Jesus em sua palavra dizendo: “Segue-me”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao olhar para cima, você provavelmente viu algumas pessoas que conhecia seguindo-o, mas viu muitas outras — familiares, amigos, colegas de classe, vizinhos, colegas de trabalho — que não o seguiam. Você era um Nicodemos entre os fariseus, um buscador cercado pela descrença. Mas não conseguia ignorar a voz que ouviu. Seu chamado era sedutor demais, sua glória irresistível demais. Então, você olhou para a multidão novamente e disse: “O que isso tem a ver comigo? Eu vou segui-lo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, muitas vezes você se vê na companhia daqueles que também o seguem. Mas, mesmo agora, o Senhor que te chamou pelo nome ainda é o seu primeiro compromisso. Às vezes, ele te levará a dizer coisas, fazer coisas, arriscar coisas que surpreendem até mesmo os cristãos ao seu redor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas mesmo que você se veja fora de sintonia por um momento com seus irmãos e irmãs, você não estará fora de sintonia com o seu Senhor. Pois onde quer que ele te chame para segui-lo, lá ele está.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 17:39:36 GMT</pubDate>			<dc:creator>Pcain</dc:creator>			<comments>http://pt.gospeltranslations.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Arrisque-se_por_Jesus</comments>		</item>
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