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		<title>Vamos levar o vitupério com Cristo - História de revisão</title>
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		<title>Pcain: Protegeu &quot;Vamos levar o vitupério com Cristo&quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Protegeu &amp;quot;&lt;a href=&quot;/wiki/Vamos_levar_o_vitup%C3%A9rio_com_Cristo&quot; title=&quot;Vamos levar o vitupério com Cristo&quot;&gt;Vamos levar o vitupério com Cristo&lt;/a&gt;&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 20h56min de 6 de janeiro de 2017&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-04-10 06:45:53 --&gt;
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		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

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		<title>Pcain: Criou nova página com '{{info|Let Us Go With Jesus Bearing Reproach}}   &amp;gt; 12 Por isso, foi que, também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. 13 Saiamos...'</title>
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				<updated>2017-01-06T20:55:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Let Us Go With Jesus Bearing Reproach}}   &amp;gt; 12 Por isso, foi que, também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. 13 Saiamos...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Let Us Go With Jesus Bearing Reproach}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;gt; 12 Por isso, foi que, também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta. 13 Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando seu vitupério. 14 Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir. 15 Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam seu nome. 16 Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação; pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Caminhamos em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A verdade de Hebreus 13,12-16 é clara: cristãos caminham em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. Sofrimento, não conforto! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado fundamental para nós no versículo 13: “Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando seu vitupério”. Isto é, caminhar com Jesus na direção ao sofrimento, não ao conforto. Esse mandamento no versículo 13 é baseado na morte de Jesus, como ela aconteceu e o que ela realizou. O versículo 12: “Por isso, foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue [é isto que ela realizou], sofreu fora da porta [é desse modo que ela aconteceu]”. “Saiamos, pois, a ele, fora do arraial...”. Em outras palavras, o escritor de Hebreus afirma: “Cristãos, juntem-se a Jesus em seus sofrimentos!” Porque Jesus sofreu fora do arraial, saiam do arraial da segurança, familiaridade, comodidade e estejam dispostos a levar o vitupério com ele no caminho do Calvário. E porque ele morreu ali para santificá-lo, leve esse vitupério não com sua própria força ou virtude como um mero ato de imitação; faça-o na força e na santidade que Cristo comprou para você em sua morte. Do contrário, este levar não será um ato de fé, mas um ato de heroísmo e você receberá a glória, não Cristo, e Deus não ficará satisfeito. Porque, sem fé, é impossível agradar a Deus (11,6). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desse modo, o fato principal é: Cristão, com um Salvador como este, aqui está a fórmula para viver — caminhe em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, sei que essa exortação pode ser mal interpretada. Uma mulher solteira poderia dizer: “Tudo bem, eu deveria olhar para o homem mais frágil, mais pobre que encontrar e me casar com ele com a esperança de que eu possa fazer-lhe algum bem”. Ou um jovem profissional poderia dizer: “Muito bem, deveria procurar a companhia mais frágil e instável do negócio de computação e tentar ser contratado com a esperança de mudá-la para melhor”. Ou se seu carro precisa de reparo, você poderia dizer: “Certo, vou procurar pelo mecânico que está prestes a abandonar o emprego porque é muito incompetente e levar meu carro para oficina para ajudá-lo”. Sim, caminhe em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O chamado radical de Jesus ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema com essas interpretações equivocadas anteriormente mencionadas sobre o chamado de Jesus é que elas não são radicais o suficiente. Elas são apenas insensatas. Por que você supõe que deveria se casar? Talvez, o chamado de Jesus para caminhar em direção ao sofrimento não em direção ao conforto seja o chamado para a devoção pelo celibato integral em virtude de um ministério mais sublime. Ou é provável que seja um chamado para se casar com um tipo de pessoa que seja forte o bastante e radical o suficiente para sair do arraial com você e sofrer ao seu lado e maximizar suas vidas juntos para o bem de outros em vez de se afundar na pequena pocilga do conforto da preocupação pessoal que muitos casamentos são. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por que você deveria pensar em procurar por um emprego na América — em uma companhia que é fraca ou vigorosa —, quando empregos similares estão disponíveis em países onde dificilmente há cristãos e a necessidade de sua luz é absolutamente desesperadora? Ou, talvez, você deva trabalhar para uma sólida companhia aqui porque há pessoas perecendo ali ou porque haverá oportunidades para a influência extensiva quanto a disseminar os valores do reino e fazer planos que sirvam à supremacia de Deus em todas as coisas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que você deveria pensar em ter um carro? Talvez, o chamado de Jesus na sua vida é caminhar para um lugar e onde estejam pessoas que você não precisará de um carro — porque não haverá ruas, não haverá igrejas e não haverá cristãos. Ou, talvez, você deveria ter um carro que funcione para dirigir com perseverança em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O chamado radical de Jesus para se juntar a ele no caminho para o Calvário — sair do arraial e levar o vitupério com ele — pode ser sempre caricaturado, ridicularizado e parecer tolice. Essas abordagens do chamado radical podem ser os caminhos mais fáceis para escapar. Elas são tentadoras. Podem levá-lo a parecer inteligente. Podem fazer com que Jesus pareça ineficaz. E o liberta (para ter alguns anos de ilusão) para prosseguir na direção de uma rotina vazia, superficial, que busca conforto e que algumas pessoas chamam de vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando seu vitupério (v. 13)… por isso (v. 12), foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta”. A forma como ele morreu e por que ele morreu fazem toda a diferença para nós, a quem ele chama para caminhar consigo. A forma como ele morreu foi fora da porta — fora dos confortos aparentes, segurança e familiaridade com a cidade santa, Jerusalém — fora da porta, no Gólgota, voluntariamente, sacrificialmente e amavelmente. E porque ele morreu (v. 13) para santificar o povo, fazer-nos diferentes do restante do mundo, fazer-nos santos, amáveis, radicais, pioneiros e totalmente cativados por outro destino diferente daquilo que esse mundo pode oferecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O que a santificação significa realmente? ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere o próximo versículo (v. 14) para compreender a característica que esse povo tem. O que a santificação realmente significa? Cristo morreu para santificar o povo; ou seja, produzir o tipo de povo que esteja disposto a refletir sobre sua vida como saindo para o arraial com Cristo para levar seu vitupério. Como isso pode acontecer? O que acontece a esse povo? O versículo 14 demonstra. O povo está disposto a ir com Jesus para o caminho do Calvário em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. “Na verdade, não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual é a verdade desse fato? A verdade é que Cristo não morreu para tornar Minneápolis, nesta era, um paraíso. Ele morreu para que parássemos de tentar fazer de nossas vidas privadas um paraíso na terra — em Minneápolis ou qualquer outro lugar. Mas o que nos capacita a viver assim? Por que somos masoquistas? Por que amamos o sofrimento? Não. Porque “buscamos a cidade que há de vir”. Nossa motivação para sairmos ao arraial — em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto, levando o vitupério, cuidando das pessoas — é porque há uma cidade que virá, “a cidade do Deus vivo” (Hebreus 12,22). Ela é o melhor que esta era pode oferecer e ela permanecerá para sempre e, o melhor de tudo, Deus estará nela, com toda sua glória (12,23). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vemos esse padrão reiteradamente em Hebreus. Vimo-lo em 10,34 onde os cristãos caminharam em direção ao sofrimento e não em direção ao conforto por visitarem os prisioneiros. Quando custou a eles o espólio de seus bens, regozijaram-se, Hebreus declara, porque “tendo ciência de possuirdes vós mesmos patrimônio superior e durável” — eles buscavam uma cidade que viria, não o conforto e o paraíso na terra. Portanto, eles caminharam em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observamos esse padrão também em 11,25-26, onde Moisés caminhou em direção ao sofrimento e não em direção ao conforto, “preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que tesouros do Egito? Por quê? Por qual poder? O versículo 26 responde: “Porque contemplava o galardão” — isto é, ele buscava a cidade que viria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vimos esse padrão em 12,2, onde Jesus caminhou em direção ao sofrimento e não em direção ao conforto, quando “suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia”. Como? Por qual poder? O versículo 2 diz que foi pela alegria que lhe foi proposta. Isto é, ele buscava a cidade que viria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vimos esse padrão em 13,5-6, onde os cristãos caminharam em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto por se manterem livres do amor ao dinheiro e serem contentes com o que têm. Como? Por qual poder? Os versículos 5 e 6 respondem: “Por que ele [Deus] tem dito: ‘De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei’. Assim, afirmemos confiantemente: ‘O Senhor é o meu auxílio, não temerei; que me poderá fazer o homem?’”. Sou e sempre estarei seguro com a proteção de Deus. Sou um cidadão da cidade que virá e nada pode separar-me dela. Assim, caminharei na direção do sofrimento, não em direção ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, a verdade de Hebreus 13,14 é confirmada frequentemente: Cristo não morreu para fazer das cidades desta era — ou os subúrbios — um paraíso. Ele morreu para que estivéssemos dispostos a tentar impedir fazer de nossas vidas um paraíso na terra — em ambos, nas cidades e nos subúrbios, em vez de caminhar com Jesus para fora do conforto, intimidade, e segurança para o arraial dos sofrimentos onde ele também diz que hoje (o dia que você morrer) você estará comigo no paraíso (Lucas 23,43). Caminhamos em direção ao sofrimento, porque buscamos a cidade que virá. Confiança radical em um futuro glorioso com Deus é o motivo pelo qual Cristo morreu para realizar. E quando esse motivo se apropria de você, você será santificado (v. 12) e caminhará com Jesus em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Uma vida de louvor a Deus e amor às pessoas ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos ser mais específicos. O que faz parte desta vida que leva em direção ao sofrimento, não ao conforto — a vida fora do arraial no caminho rumo ao Calvário, andando com Jesus em direção ao sofrimento pela alegria que nos foi proposta na cidade que virá? O versículo 15 fornece uma resposta e o versículo 16 fornece outra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo 15 diz que é uma vida de louvor a Deus — real, sincero, e verbal — o tipo que procede de sua boca como o fruto transbordante de seu coração. O versículo 15: “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo 16 afirma que é uma vida de amor às pessoas — real, prático, compartilhando sua vida para o bem dos outros: “Não negligencieis, igualmente, a prática do bem e a mútua cooperação; pois, com tais sacrifícios, Deus se compraz”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, quando vamos com Jesus para o lugar de seu sacrifício fora do arraial, compreendemos mais claramente do que nunca que seu sacrifício por nós — o sacrifício de si mesmo, uma vez por todas, pelos pecadores (Hebreus 9,26-28) — coloca um fim em todos os sacrifícios, exceto dois tipos: o sacrifício de louvor a Deus (v. 15) e o sacrifício de amor às pessoas (v. 16). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, aqui estamos fora do arraial no caminho para o Calvário com Jesus, carregando o vitupério e caminhando em direção ao sofrimento, não para o conforto. E que caminho é este? Para qual direção vai nos levar? Na prática, nesta tarde? Para você? Esta semana? Este ano? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Talvez para o caminho que nos leva ao jejum e à oração pelos povos não alcançados da janela 10/40, &lt;br /&gt;
*Ou se engajar no Ministério com órfãos ucranianos, &lt;br /&gt;
*Ou para o novo local de nossa vizinhança onde existe uma clínica de aborto, a Midwest Health Center for Women (Centro de Saúde para Mulheres), no sul da Quinta Rua, para ajudar a Sara e Naomi e a outros a defenderem a vida, &lt;br /&gt;
*Ou para a casa de Glen e Patti Larson e outros que estão prestes a partir para a eternidade, &lt;br /&gt;
*Ou para a página18 do ''Livro de Oração pela Igreja Perseguida'' para encontrar agências que darão sugestões práticas para se preocupar com os cristãos sofredores no mundo,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Ou para o telefone, a fim de fazer uma difícil chamada e suplicar com um amigo que se desviou do Evangelho para retornar a Jesus, &lt;br /&gt;
*Ou para um vizinho que você sabe que está perecendo na incredulidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caminho do Calvário em direção ao sofrimento, não ao conforto, leva a milhares de situações possíveis de amor e louvor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Que Deus possa usar Hebreus 13,13 para abalar sua vida ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha oração esta manhã é que entre vocês jovens, cujo curso da vida não está ainda determinado, e que vocês, idosos e aposentados que têm reserva de energia e muita liberdade, e a vocês que estão em um meio termo entre os jovens e os idosos, que talvez desejem crescer e fazer algo radicalmente diferente com suas vidas do modo como algumas pessoas solteiras e casadas fazem nesta igreja por anos — minha oração é que, dentre vocês todos, Deus possa usar esta palavra de Hebreus 13,13 para abalar em vocês os fundamentos e libertá-los de seus lugares e enviá-los para os povos não alcançados do mundo com o Evangelho da glória da graça de Deus em Jesus Cristo. Sei que esta semana não é a semana missionária, mas é o que ouço neste texto para alguns de vocês nesta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Centenas de milhares de cristãos no mundo estão arriscando suas vidas somente por serem cristãos nesta manhã. Sabemos de Apocalipse 5,11 que a razão de Cristo sair do arraial e sofrer foi para redimir as pessoas de toda tribo, língua, povos e nação. E se foi por isso que ele saiu, então o que significa quando Hebreus 13,13 declara: “Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando seu vitupério?” O sair não significa para muitos de nós: saia do arraial! Saia do arraial! Saia do conforto do arraial de Bethlehem. Saia do conforto do arraial de Minneápolis. Saia do conforto e segurança do emprego? E se junte a Jesus no caminho para o Calvário andando em direção ao sofrimento, não ao conforto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não, você não tem que transcender culturas para obedecer a esse texto. Já lhe narrei sete ilustrações a esse respeito. Mas atente: Cristo sofreu fora do arraial pelas nações, centenas das quais não têm igreja, não têm livros e não têm missões que podem até mesmo expô-las às novas que Cristo veio ao mundo para salvar pecadores. Assim, insisto com este texto: Hebreus 13,13 é um chamado para caminhar em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto. E o sofrimento que grita aos meus ouvidos neste domingo é a necessidade de cristãos que estão perecendo devido à perseguição e onde os pecadores estão perecendo porque não há cristãos dispostos a serem perseguidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu lhe peço quando sonhar sobre o seu futuro, se você tem 8 ou 18 ou 38 ou 80 anos, sonhe com Hebreus 13,13: “Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando seu vitupério”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Não podemos sair do arraial sozinhos ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos nos consagrar a isso por cantar o hino final impresso em nosso livro de adoração: ''We rest on thee'' (Descansamos em ti). Muitos de vocês sabem que há uma história por trás desse hino que confere uma ênfase especial a este momento. Jim Elliot, Pete Fleming, Ed McCully, Nate Saint e Roger Youderian foram mortos em janeiro de 1956, no Equador, caminhando em direção ao sofrimento pelos índios Auca e não em direção ao conforto. O título do capítulo 16 da narrativa de Elisabeth Elliot do martírio é uma linha deste hino: “Não podemos sair sozinhos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não podemos sair sozinhos”. Pouco tempo antes de suas mortes em Palm Beach, eles cantaram este hino. Elliot escreve: &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;No encerramento de suas orações, os cinco homens cantaram um de seus hinos favoritos: ''Descansamos em ti'', a melodia comovente de ''Finlândia'' &amp;lt;ref&amp;gt;''Finlandia, Op. 26'' é um poema sinfônico escrito pelo compositor finlandês Jean Sibelius.&amp;lt;/ref&amp;gt;. Jim e Ed haviam cantado esse hino desde os dias da universidade e sabiam as estrofes de cor. Na última estrofe, suas vozes se elevaram com profunda convicção.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &amp;lt;blockquote&amp;gt;Descansamos em ti, nosso escudo e nosso Defensor, &amp;lt;br&amp;gt; Tua é a batalha; Teu será o louvor, &amp;lt;br&amp;gt; Quando atravessarmos os portais dos vencedores gloriosos,&amp;lt;br&amp;gt; Descansaremos contigo por toda a eternidade.&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com essa segurança, eles foram até Jesus fora do arraial. Eles caminharam em direção ao sofrimento, não em direção ao conforto, e morreram. E o credo de Jim Elliot demonstrou ser verdadeiro: “Ele não é tolo de modo a prometer o que não pode cumprir e conquistar lo que não pode perder”. “Na verdade, não temos cidade permanente, mas buscamos a que há de vir” (v. 14). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu lhes convido a cantar esse hino. E quando você expressar as palavras: “E em teu nome iremos”, sejam sinceros e estejam preparados para ir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
______ &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

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