<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Rute%3A_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir</id>
		<title>Rute: O Melhor Está Para Vir - História de revisão</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Rute%3A_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;action=history"/>
		<updated>2026-04-20T16:33:47Z</updated>
		<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3237&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain em 20h00min de 18 de novembro de 2024</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3237&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2024-11-18T20:00:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
		&lt;tr valign='top'&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 20h00min de 18 de novembro de 2024&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 67:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 67:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nesta história Rute acabou numa pequena vila da Judeia com uma avó já de idade avançada que abraçou o seu novo neto, glória seria uma palavra demasiado exagerada. Mas o autor não acaba aqui. Ele levanta os olhos para as florestas e para as neves das montanhas da história redentora. No verso 17 ele diz, muito simplesmente que esta criança Obed foi o pai de Jessé e que Jessé foi o pai de David. De repente vemos que desde sempre algo muito maior do que seriamos capaz de imaginar estava a ser feito. Deus não estava apenas a planear a bênção temporal de alguns Judeus em Belém. Ele estava a planear a vinda do maior rei de Israel, David. E o nome de David carrega consigo a esperança do Messias, uma nova era, paz, retidão, liberdade da dor, do choro, da angústia e da culpa. Esta pequenina e simples história abre-se como uma corrente para um grande rio de esperança.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Nesta história Rute acabou numa pequena vila da Judeia com uma avó já de idade avançada que abraçou o seu novo neto, glória seria uma palavra demasiado exagerada. Mas o autor não acaba aqui. Ele levanta os olhos para as florestas e para as neves das montanhas da história redentora. No verso 17 ele diz, muito simplesmente que esta criança Obed foi o pai de Jessé e que Jessé foi o pai de David. De repente vemos que desde sempre algo muito maior do que seriamos capaz de imaginar estava a ser feito. Deus não estava apenas a planear a bênção temporal de alguns Judeus em Belém. Ele estava a planear a vinda do maior rei de Israel, David. E o nome de David carrega consigo a esperança do Messias, uma nova era, paz, retidão, liberdade da dor, do choro, da angústia e da culpa. Esta pequenina e simples história abre-se como uma corrente para um grande rio de esperança.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;====&lt;/del&gt;A Doença da Trivialidade&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;====&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;&lt;/ins&gt;A Doença da Trivialidade&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;Uma das grandes doenças dos nossos dias é a trivialidade. As coisas nas quais a maior parte das pessoas mais gastam o seu tempo são meramente banais. E o que faz disto uma doença é que fomos criados à imagem de Deus fomos feitos para viver para propósitos magníficos. Nenhum de nós se acontenta com as buscas triviais do mundo. As nossas almas não serão satisfeitas com banalidades. Porque é que existe uma secção inteira do jornal dedicada ao desporto, mas quase nada dedicado à maior história do universo — o crescimento e a propagação da Igreja de Jesus Cristo? É loucura, total loucura que desportos insignificantes ocupem um lugar tão central na nossa cultura. É simplesmente um dos muitos sinais de que estamos escravizados pela banalidade. Vivemos dentro de uma loja da aldeia Suiça contemplando bonequinhos de madeira e raramente levantamos os nossos olhos para ver as florestas e as neves eternas da montanha. Vivemos num conflito perpétuo e sem esperança de satisfazer os nossos desejos com banalidades. E daí resulta que as nossas almas murcham. As nossas vidas são banais. E a nossa capacidade de fazer adoração profunda morre.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Uma das grandes doenças dos nossos dias é a trivialidade. As coisas nas quais a maior parte das pessoas mais gastam o seu tempo são meramente banais. E o que faz disto uma doença é que fomos criados à imagem de Deus fomos feitos para viver para propósitos magníficos. Nenhum de nós se acontenta com as buscas triviais do mundo. As nossas almas não serão satisfeitas com banalidades. Porque é que existe uma secção inteira do jornal dedicada ao desporto, mas quase nada dedicado à maior história do universo — o crescimento e a propagação da Igreja de Jesus Cristo? É loucura, total loucura que desportos insignificantes ocupem um lugar tão central na nossa cultura. É simplesmente um dos muitos sinais de que estamos escravizados pela banalidade. Vivemos dentro de uma loja da aldeia Suiça contemplando bonequinhos de madeira e raramente levantamos os nossos olhos para ver as florestas e as neves eternas da montanha. Vivemos num conflito perpétuo e sem esperança de satisfazer os nossos desejos com banalidades. E daí resulta que as nossas almas murcham. As nossas vidas são banais. E a nossa capacidade de fazer adoração profunda morre.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;O Trabalho Glorioso de Deus na História&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;O Trabalho Glorioso de Deus na História&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;O livro de Rute quer ensinar-nos que o propósito de Deus para o seu povo é ligar-nos a algo muito maior do que nós mesmos. Deus quer que saibamos que quando o seguimos, as nossas vidas significam muito mais do que aquilo que pensamos. Para o cristão existe sempre uma conexão entre os eventos da vida quotidiana e o estupendo trabalho de Deus na história. Tudo o que fazemos em obediência a Deus, não importa quão pequeno seja, é significante. É parte de um mosaico cósmico no qual Deus está a pintar para demonstrar a grandeza do seu poder e sabedoria ao mundo e aos Principados e às Autoridades no alto dos Céus (Efésios 3:10). A satisfação profunda da vida Cristã é que esta não é dada a trivialidades. Servir uma nora viúva, ceifar num campo, enamorar-se, ter um filho — para um cristão tudo isto são coisas que estão interligadas à eternidade. Elas fazem parte de algo muito maior do que aquilo que parece. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;O livro de Rute quer ensinar-nos que o propósito de Deus para o seu povo é ligar-nos a algo muito maior do que nós mesmos. Deus quer que saibamos que quando o seguimos, as nossas vidas significam muito mais do que aquilo que pensamos. Para o cristão existe sempre uma conexão entre os eventos da vida quotidiana e o estupendo trabalho de Deus na história. Tudo o que fazemos em obediência a Deus, não importa quão pequeno seja, é significante. É parte de um mosaico cósmico no qual Deus está a pintar para demonstrar a grandeza do seu poder e sabedoria ao mundo e aos Principados e às Autoridades no alto dos Céus (Efésios 3:10). A satisfação profunda da vida Cristã é que esta não é dada a trivialidades. Servir uma nora viúva, ceifar num campo, enamorar-se, ter um filho — para um cristão tudo isto são coisas que estão interligadas à eternidade. Elas fazem parte de algo muito maior do que aquilo que parece. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 84:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 83:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Notas do Tradutor&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Notas do Tradutor&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/del&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos&amp;lt;br&amp;gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale&amp;nbsp; (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale&amp;nbsp; (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale&amp;nbsp; (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale&amp;nbsp; (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;nbsp; Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;nbsp; Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 97:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 96:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del style=&quot;color: red; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;!-- diff generator: internal 2026-04-20 16:33:48 --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3236&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain em 19h59min de 18 de novembro de 2024</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3236&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2024-11-18T19:59:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
		&lt;tr valign='top'&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 19h59min de 18 de novembro de 2024&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 71:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 71:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Uma das grandes doenças dos nossos dias é a trivialidade. As coisas nas quais a maior parte das pessoas mais gastam o seu tempo são meramente banais. E o que faz disto uma doença é que fomos criados à imagem de Deus fomos feitos para viver para propósitos magníficos. Nenhum de nós se acontenta com as buscas triviais do mundo. As nossas almas não serão satisfeitas com banalidades. Porque é que existe uma secção inteira do jornal dedicada ao desporto, mas quase nada dedicado à maior história do universo — o crescimento e a propagação da Igreja de Jesus Cristo? É loucura, total loucura que desportos insignificantes ocupem um lugar tão central na nossa cultura. É simplesmente um dos muitos sinais de que estamos escravizados pela banalidade. Vivemos dentro de uma loja da aldeia Suiça contemplando bonequinhos de madeira e raramente levantamos os nossos olhos para ver as florestas e as neves eternas da montanha. Vivemos num conflito perpétuo e sem esperança de satisfazer os nossos desejos com banalidades. E daí resulta que as nossas almas murcham. As nossas vidas são banais. E a nossa capacidade de fazer adoração profunda morre.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Uma das grandes doenças dos nossos dias é a trivialidade. As coisas nas quais a maior parte das pessoas mais gastam o seu tempo são meramente banais. E o que faz disto uma doença é que fomos criados à imagem de Deus fomos feitos para viver para propósitos magníficos. Nenhum de nós se acontenta com as buscas triviais do mundo. As nossas almas não serão satisfeitas com banalidades. Porque é que existe uma secção inteira do jornal dedicada ao desporto, mas quase nada dedicado à maior história do universo — o crescimento e a propagação da Igreja de Jesus Cristo? É loucura, total loucura que desportos insignificantes ocupem um lugar tão central na nossa cultura. É simplesmente um dos muitos sinais de que estamos escravizados pela banalidade. Vivemos dentro de uma loja da aldeia Suiça contemplando bonequinhos de madeira e raramente levantamos os nossos olhos para ver as florestas e as neves eternas da montanha. Vivemos num conflito perpétuo e sem esperança de satisfazer os nossos desejos com banalidades. E daí resulta que as nossas almas murcham. As nossas vidas são banais. E a nossa capacidade de fazer adoração profunda morre.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;====&lt;/del&gt;O Trabalho Glorioso de Deus na História&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;====&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;&lt;/ins&gt;O Trabalho Glorioso de Deus na História&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;O livro de Rute quer ensinar-nos que o propósito de Deus para o seu povo é ligar-nos a algo muito maior do que nós mesmos. Deus quer que saibamos que quando o seguimos, as nossas vidas significam muito mais do que aquilo que pensamos. Para o cristão existe sempre uma conexão entre os eventos da vida quotidiana e o estupendo trabalho de Deus na história. Tudo o que fazemos em obediência a Deus, não importa quão pequeno seja, é significante. É parte de um mosaico cósmico no qual Deus está a pintar para demonstrar a grandeza do seu poder e sabedoria ao mundo e aos Principados e às Autoridades no alto dos Céus (Efésios 3:10). A satisfação profunda da vida Cristã é que esta não é dada a trivialidades. Servir uma nora viúva, ceifar num campo, enamorar-se, ter um filho — para um cristão tudo isto são coisas que estão interligadas à eternidade. Elas fazem parte de algo muito maior do que aquilo que parece. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O livro de Rute quer ensinar-nos que o propósito de Deus para o seu povo é ligar-nos a algo muito maior do que nós mesmos. Deus quer que saibamos que quando o seguimos, as nossas vidas significam muito mais do que aquilo que pensamos. Para o cristão existe sempre uma conexão entre os eventos da vida quotidiana e o estupendo trabalho de Deus na história. Tudo o que fazemos em obediência a Deus, não importa quão pequeno seja, é significante. É parte de um mosaico cósmico no qual Deus está a pintar para demonstrar a grandeza do seu poder e sabedoria ao mundo e aos Principados e às Autoridades no alto dos Céus (Efésios 3:10). A satisfação profunda da vida Cristã é que esta não é dada a trivialidades. Servir uma nora viúva, ceifar num campo, enamorar-se, ter um filho — para um cristão tudo isto são coisas que estão interligadas à eternidade. Elas fazem parte de algo muito maior do que aquilo que parece. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;Portanto a palavra glória não é muito forte. A vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção à glória mas eles lá chegarão — Deus provê a isto. Há esperança para nós para além da criança bonita e da avó feliz. Se não houvesse, seriamos todos os homens miseráveis. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;A história aponta para David. E de David aponta para Jesus. E Jesus aponta para a Ressureição dos nossos corpos mortais (Romanos 8:23) quando “ não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. (Apocalipse 21:4).&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Portanto a palavra glória não é muito forte. A vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção à glória mas eles lá chegarão — Deus provê a isto. Há esperança para nós para além da criança bonita e da avó feliz. Se não houvesse, seriamos todos os homens miseráveis. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;O melhor ainda está para vir. Esta é a verdade inabalável acerca da vida do homem e da mulher que seguem a Cristo em obediência à fé. Eu digo-o aos jovens que são fortes e cheios de esperança, e digo-o aos mais velhos, aos quais o aspeto exterior se está a degradar rapidamente. O melhor está para vir.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;A história aponta para David. E de David aponta para Jesus. E Jesus aponta para a Ressureição dos nossos corpos mortais (Romanos 8:23) quando “ não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. (Apocalipse 21:4).&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O melhor ainda está para vir. Esta é a verdade inabalável acerca da vida do homem e da mulher que seguem a Cristo em obediência à fé. Eu digo-o aos jovens que são fortes e cheios de esperança, e digo-o aos mais velhos, aos quais o aspeto exterior se está a degradar rapidamente. O melhor está para vir.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;Uma Parábola Da Aliança Do Amor de Deus&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;Uma Parábola Da Aliança Do Amor de Deus&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;Vi isto numa parábola numa Sexta-feira. Eu estava de visita a algumas pessoas idosas no Caroline Center&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt;, entrei no elevador com uma mulher que estava numa cadeira de rodas e que era já idosa, inábil e confusa. Ela abanava, sem sentido, a sua cabeça, fazia sons esquisitos e ficava com a boca aberta. Foi então que eu notei um homem bem vestido, que tinha à volta de 60 anos, que lhe estava a puxar a cadeira de rodas. E eu perguntei-me quem seria ele. Então enquanto saíamos do elevador, eu ouvi-o dizer, “Vê onde metes os pés, querida” &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;Vi isto numa parábola numa Sexta-feira. Eu estava de visita a algumas pessoas idosas no Caroline Center&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt;, entrei no elevador com uma mulher que estava numa cadeira de rodas e que era já idosa, inábil e confusa. Ela abanava, sem sentido, a sua cabeça, fazia sons esquisitos e ficava com a boca aberta. Foi então que eu notei um homem bem vestido, que tinha à volta de 60 anos, que lhe estava a puxar a cadeira de rodas. E eu perguntei-me quem seria ele. Então enquanto saíamos do elevador, eu ouvi-o dizer, “Vê onde metes os pés, querida” &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 88:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 84:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Notas do Tradutor&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;Notas do Tradutor&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale&amp;nbsp; (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale&amp;nbsp; (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale&amp;nbsp; (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale&amp;nbsp; (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;nbsp; Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo&amp;lt;br&amp;gt;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;nbsp; Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt; John Henry Newman (1801 -1890) foi um sacerdote Católico inglês que se converteu do anglicanismo para o catolicismo, foi nomeado cardeal pelo papa Leão XIII em 1879 e beatificado em 2010&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt; John Henry Newman (1801 -1890) foi um sacerdote Católico inglês que se converteu do anglicanismo para o catolicismo, foi nomeado cardeal pelo papa Leão XIII em 1879 e beatificado em 2010&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt; Charles Haddon Spurgeon&amp;nbsp; (1834-1892) foi um pregador Batista inglês&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt; Charles Haddon Spurgeon&amp;nbsp; (1834-1892) foi um pregador Batista inglês&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;10&amp;lt;/sup&amp;gt; Livro escrito pelo pastor John Henry Jowett referido neste mesmo parágrafo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;10&amp;lt;/sup&amp;gt; Livro escrito pelo pastor John Henry Jowett referido neste mesmo parágrafo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt; “Banalidade” outra possível expressão&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt; “Banalidade” outra possível expressão&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 101:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 97:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;color: red; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;!-- diff generator: internal 2026-04-20 16:33:48 --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3235&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain em 19h58min de 18 de novembro de 2024</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3235&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2024-11-18T19:58:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
		&lt;tr valign='top'&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 19h58min de 18 de novembro de 2024&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 81:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 81:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O melhor ainda está para vir. Esta é a verdade inabalável acerca da vida do homem e da mulher que seguem a Cristo em obediência à fé. Eu digo-o aos jovens que são fortes e cheios de esperança, e digo-o aos mais velhos, aos quais o aspeto exterior se está a degradar rapidamente. O melhor está para vir.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;O melhor ainda está para vir. Esta é a verdade inabalável acerca da vida do homem e da mulher que seguem a Cristo em obediência à fé. Eu digo-o aos jovens que são fortes e cheios de esperança, e digo-o aos mais velhos, aos quais o aspeto exterior se está a degradar rapidamente. O melhor está para vir.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;====&lt;/del&gt;Uma Parábola Da Aliança Do Amor de Deus&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;====&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;h4&amp;gt;&lt;/ins&gt;Uma Parábola Da Aliança Do Amor de Deus&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;Vi isto numa parábola numa Sexta-feira. Eu estava de visita a algumas pessoas idosas no Caroline Center&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt;, entrei no elevador com uma mulher que estava numa cadeira de rodas e que era já idosa, inábil e confusa. Ela abanava, sem sentido, a sua cabeça, fazia sons esquisitos e ficava com a boca aberta. Foi então que eu notei um homem bem vestido, que tinha à volta de 60 anos, que lhe estava a puxar a cadeira de rodas. E eu perguntei-me quem seria ele. Então enquanto saíamos do elevador, eu ouvi-o dizer, “Vê onde metes os pés, querida” &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Vi isto numa parábola numa Sexta-feira. Eu estava de visita a algumas pessoas idosas no Caroline Center&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt;, entrei no elevador com uma mulher que estava numa cadeira de rodas e que era já idosa, inábil e confusa. Ela abanava, sem sentido, a sua cabeça, fazia sons esquisitos e ficava com a boca aberta. Foi então que eu notei um homem bem vestido, que tinha à volta de 60 anos, que lhe estava a puxar a cadeira de rodas. E eu perguntei-me quem seria ele. Então enquanto saíamos do elevador, eu ouvi-o dizer, “Vê onde metes os pés, querida” &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;Querida. Enquanto caminhava até ao carro, eu pensei…. Se uma aliança matrimonial&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; entre um homem e uma mulher pode produzir aquele tipo de fidelidade e de zelo e de afeção sob aquelas circunstâncias, então de certeza que sob os grandes e Misericordiosos termos da nova aliança em Cristo, Deus não tem dificuldade em chamar a Odette McAviney, o Harold Holmgren, a Mary Agnes Danielson, e tu e eu (doentes como estamos!)&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt;,”Queridos”. E se ele o faz, então não existe verdade mais inabalável no mundo do que esta: Para eles e para nos o melhor ainda está para vir Amén. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;Querida. Enquanto caminhava até ao carro, eu pensei…. Se uma aliança matrimonial&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; entre um homem e uma mulher pode produzir aquele tipo de fidelidade e de zelo e de afeção sob aquelas circunstâncias, então de certeza que sob os grandes e Misericordiosos termos da nova aliança em Cristo, Deus não tem dificuldade em chamar a Odette McAviney, o Harold Holmgren, a Mary Agnes Danielson, e tu e eu (doentes como estamos!)&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt;,”Queridos”. E se ele o faz, então não existe verdade mais inabalável no mundo do que esta: Para eles e para nos o melhor ainda está para vir Amén. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;hr &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;p&amp;gt;&amp;lt;i&amp;gt;&lt;/ins&gt;Notas do Tradutor&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/i&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/del&gt;Notas do Tradutor&lt;del class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;''&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;#160;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale&amp;nbsp; (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale&amp;nbsp; (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale&amp;nbsp; (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale&amp;nbsp; (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;nbsp; Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;nbsp; Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;/ins&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt; John Henry Newman (1801 -1890) foi um sacerdote Católico inglês que se converteu do anglicanismo para o catolicismo, foi nomeado cardeal pelo papa Leão XIII em 1879 e beatificado em 2010&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt; John Henry Newman (1801 -1890) foi um sacerdote Católico inglês que se converteu do anglicanismo para o catolicismo, foi nomeado cardeal pelo papa Leão XIII em 1879 e beatificado em 2010&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt; Charles Haddon Spurgeon&amp;nbsp; (1834-1892) foi um pregador Batista inglês&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt; Charles Haddon Spurgeon&amp;nbsp; (1834-1892) foi um pregador Batista inglês&lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;10&amp;lt;/sup&amp;gt; Livro escrito pelo pastor John Henry Jowett referido neste mesmo parágrafo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;10&amp;lt;/sup&amp;gt; Livro escrito pelo pastor John Henry Jowett referido neste mesmo parágrafo&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt; “Banalidade” outra possível expressão&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt; “Banalidade” outra possível expressão&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt; Nome do lar de idosos na América&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt; Nome do lar de idosos na América&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;-&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #ffa; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br &lt;ins class=&quot;diffchange diffchange-inline&quot;&gt;/&lt;/ins&gt;&amp;gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt; &lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #eee; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class='diff-marker'&gt;+&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background: #cfc; color:black; font-size: smaller;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;color: red; font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;!-- diff generator: internal 2026-04-20 16:33:48 --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3234&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain: Criou nova página com '{{info|Ruth: The Best Is Yet to Come}}&lt;br&gt;  &lt;blockquote&gt;&lt;b&gt;Rute 4&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;  Enquanto chegamos ao fim da nossa &lt;u&gt;série acerca do livro de Rute&lt;/u&gt;, a pergunta princ...'</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Rute:_O_Melhor_Est%C3%A1_Para_Vir&amp;diff=3234&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2024-11-18T19:57:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Ruth: The Best Is Yet to Come}}&amp;lt;br&amp;gt;  &amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Rute 4&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;  Enquanto chegamos ao fim da nossa &amp;lt;u&amp;gt;série acerca do livro de Rute&amp;lt;/u&amp;gt;, a pergunta princ...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Ruth: The Best Is Yet to Come}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;b&amp;gt;Rute 4&amp;lt;/b&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto chegamos ao fim da nossa &amp;lt;u&amp;gt;série acerca do livro de Rute&amp;lt;/u&amp;gt;, a pergunta principal que nos deveríamos fazer é: “Qual é a lição deste livro?” Qual é a lição com que o autor quer que fiquemos depois de ter lido esta história?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A lição do Livro de Rute====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis aqui aquilo que eu sugiro, que seja a lição principal: ''A vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção a glória, mas eles lá chegarão.'' A vida dos piedosos não é uma estrada Interestatal&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt; mas sim uma estrada estatal&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; através das Montanhas de Blue Ridge do Tenessee. Existem deslizamentos de terra e precipícios e nevoeiros escuros e ursos e curvas escorregadias e inversões de marcha que nos fazem voltar atrás para poder conseguir avançar. Mas ao longo de toda esta perigosa e tortuosa estrada que não nos deixa antever a longas distâncias existem sinais frequentes que dizem:” O melhor ainda está para vir”. E no canto inferior direito escritas com uma mão inconfundível estão as palavras, “Enquanto Eu viver diz o Senhor!”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Rute é um desses sinais para ser lido. Foi escrito e tem sido pregado para nos dar algum encorajamento e esperança radiantes de que todas as voltas inesperadas que a nossa vida dá ultimamente não são becos sem saída. Em todos os contratempos da nossa vida, enquanto crentes Deus está a planear a nossa alegria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Contrariedades, Esperança, e Estratégias de Retidão====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história de Rute é uma série de contrariedades. No &amp;lt;u&amp;gt;capítulo 1&amp;lt;/u&amp;gt; Noemi e o seu marido e os seus dois filhos foram obrigados a partir da sua terra natal em Judá por causa da fome. De seguida o marido de Noemi morre. Os seus filhos casam-se com mulheres moabitas e durante 10 anos, estas mulheres são estéreis. Depois os seus dois filhos morrem deixando duas viúvas na casa de Noemi. Apesar de Rute se manter fiel a Noemi, o capítulo 1 acaba com uma queixa amarga da parte de Noemi:” Parti com as mãos cheias….e o Senhor fez-me voltar de mãos vazias.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No &amp;lt;u&amp;gt;capítulo 2&amp;lt;/u&amp;gt; Noemi é preenchida de uma esperança renovada porque Booz aparece em cena como um possível marido para Rute. Mas ele não se propõe a Rute. Ele não faz nenhum movimento. Pelo menos é o que parece à primeira vista. E então o capítulo fecha transbordando de uma esperança radiante, mas também com grande suspense e incerteza de como tudo vai acabar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No &amp;lt;u&amp;gt;capítulo 3&amp;lt;/u&amp;gt; Noemi e Rute fazem uma jogada arriscada a meio da noite. Rute vai ao pé de Booz na eira e diz efetivamente, “ Estende o teu manto sobre a tua serva, porque tens o direito de resgate.” Mas mesmo quando a tragédia da viuvez de Rute parece estar prestes a ser transformada numa história de amor bonita, um grande pedregulho da cordilheira rola para o meio da auto-estrada da vida de Rute. Existe outro homem que de acordo com o costume Hebraico tem prioridade em casar com Rute. O impecavelmente honesto  Booz não avançará sem dar a este homem a sua legítima oportunidade. Então assim o capítulo 3 acaba outra vez em suspense com mais uma contrariedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Capítulo 4)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;4 Então, Booz subiu à porta da cidade e sentou-se ali. Vendo passar o parente de resgate ele chamou-o e disse: “Vem um momento e senta-te aqui”. Ele foi e sentou-se.2 Booz chamou dez líderes da cidade e disse: “Sentem-se aqui”. E eles sentaram-se.  3 Depois disse ao parente de resgate: “Noemi, que voltou de Moab, está a vender o pedaço de terra que pertencia ao nosso irmão Elimélec. 4 Quis informar-te disto,e propor-te que adquiras o terreno. Se quiseres resgatar esta propriedade, resgata-a. Se não queres, diz-mo para que eu o saiba. Pois ninguém tem esse direito, a não ser tu; e depois eu”.“Eu farei o resgaei”, respondeu ele.5 Booz, porém, disse-lhe: “No dia em que adquirires as terras de Noemi, estarás adquirindo também Rute a viúva do falecido, para manter o nome dele sobre a sua herança”.6 Diante disso, o parente de resgate respondeu: “Nesse caso não poderei resgatá-la, pois poria em risco a minha propriedade. Usa tu do teu direito de resgate. Eu não poderei fazê-lo!” 7 Antigamente, em Israel, para que o resgate e a transferência de propriedade fossem válidos, a pessoa tirava a sandália e a dava ao outro. Assim oficializavam os negócios em Israel. 8 Quando, pois, o parente de resgate disse a Booz: “Adquire-a tu mesmo!”, tirou a sandália. 9 Então Booz anunciou aos líderes e a todo o povo ali presentes: “Vocês hoje são testemunhas de que estou adquirindo de Noemi toda a propriedade de Elimélec, de Quiliom e de Maalon. 10 Também estou adquirindo o direito de ter como mulher a moabita Rute, viúva de Maalon, para manter o nome do falecido sobre a sua herança e para que o seu nome não desapareça do meio da sua família ou dos registos da cidade. Vocês hoje são testemunhas disto!” 11 Os líderes e todos os que estavam junto à porta confirmaram: “Somos testemunhas! Faça o Senhor com essa mulher que entra na tua família como fez com Raquel e Lia, que, juntas, formaram a casa de Israel. Seja poderoso em Efrata e ganhe fama em Belém!  12 E com os filhos que o Senhor lhe conceder dessa jovem, seja a sua família como a de Peres, que Tamar deu a Judá!”&amp;lt;br&amp;gt;13 Booz juntou-se com Rute, e ela se tornou sua mulher. Juntou-se a ela e o Senhor concedeu que ela engravidasse dele e desse à luz um filho. 14 As mulheres disseram a Noemi: “Louvado seja o Senhor, que hoje não a deixou sem um parente de resgate! Que o seu nome seja celebrado em Israel!  15 O menino dará nova vida e a sustentará na velhice, pois é filho da sua nora, que a ama e que lhe é melhor do que sete filhos!” 16 Noemi pôs o menino no colo, e passou a cuidar dele.  17 As mulheres da vizinhança celebraram o seu nome e disseram: “Noemi tem um filho!”, e deram-lhe o nome de Obed. Este foi o pai de Jessé, avô de David. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;18&amp;lt;/sup&amp;gt;Peres gerou Hesron;19 Hesron gerou Rame;Rame gerou Aminadab;20 Aminadab gerou Nachon;Nachon gerou Salmon;&amp;lt;br&amp;gt;21 Salmon gerou Booz; Booz gerou Obed; 22 Obed gerou Jessé; e Jessé gerou Davi.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Mais Contrariedades no Caminho em Direção à Glória====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após os encontros a meio da noite do capítulo 3, Booz vai para a porta da cidade onde os negócios oficiais da cidade eram feitos. O parente mais próximo aproxima-se, e Booz explica-lhe a situação. Noemi está a vender a pouca propriedade que lhe restava, e o dever do parente mais próximo é comprá-la a fim de que a herança fique na família. Para nossa tristeza o parente no final do verso 4 “irá resgatá-la”. Mas nós não queremos que ele a resgate. Queremos que seja Booz a fazê-lo. Portanto mais uma vez parece que há aqui outra contrariedade. E a ironia desta contrariedade é que esta a ser causada pela retidão. O homem está só a cumprir o seu dever. Às vezes a estrada está bloqueada não com pedregulhos nem com ursos mas com trabalhadores honestos que cumprem o seu dever. As nossas frustrações não são só causadas pelo pecado mas também (aparentemente) por retidão fora do seu tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estamos prestes a dizer “Não! Parem a história! Não deixem que este outro homem fique com Rute!” Booz diz ao parente de resgate, “ Tu sabes que Noemi tem uma nora. Portanto quando fizeres o resgate tens também de tê-la como mulher e criar filhos em nome do seu marido Maalon?” Então para nosso grande alívio o parente diz no verso 6 que não pode fazê-lo. Talvez ele já seja casado. Seja qual for a razão, estamos a torcer por Booz nos bastidores enquanto ele passa pela passagem estreita nas Blue Ridge&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; vai até à festa de casamento com a linda Rute nos seus braços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas existe mais uma nuvem negra que paira sobre nós. Rute é estéril. Ou ao menos é o que parece. Em 1:4 foi-nos dada a informação que ela foi casada durante 10 anos com Maalon e que eles não tiveram filhos. Mesmo agora o suspense ainda não acabou. Conseguem entender porque é que disse que a lição do livro de Rute é que a vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção à glória. A vida é feita de uma curva após outra. E nós nunca sabemos o que vem a seguir. Mas a moral da história é que o melhor ainda está para vir. Não importa em que ponto estejamos, se amamos a Deus, o melhor está para vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Porquê Focar-se Na Personagem De Noemi?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nuvem que paira sobre a cabeça de Rute e de Booz é cheia de Misericórdia, ela é dissipada em bênção derramada no verso 13. “Booz tomou pois Rute, que se tornou sua mulher. Juntou-se a ela e o Senhor concedeu-lhe a graça de dar à luz e de conceber um filho.” Mas reparemos bem como nos versos 14-17 o foco não é de todo na personagem de Rute nem de Booz. O foco está em Noemi e na criança. E porquê? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos há pouco tempo uma pessoa com aspeto sujo que veio ao cartório da Igreja há alguns anos atrás à procura de ajuda. Eu perguntei-lhe como é que ele se chamava e ele respondeu-me:” Tempos difíceis, é o meu nome, Tempos difíceis”. Neste caso também o nome de Noemi no início deste livro seria “Tempos difíceis”… Noemi Tempos Difíceis. É assim que o autor deste livro quis introduzi-la. Porque a moral deste livro é que a vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção à glória, mas que eles lá chegarão. A história começou com a perda de Noemi. E acabou com o seu ganho. Começou com a morte e acabou com um nascimento. Um filho — para quem? O verso 17 é o grande destino da estrada longa e tortuosa de Noemi. “ As vizinhas congratulando-se com ela diziam:” Nasceu um filho a Noemi.” Não a Rute! Mas a Noemi! Mas porquê? Para mostrar que não era verdade o que Noemi disse em 1:21 de que o Senhor não a tinha trazido de Moab de mãos vazias. Se ao menos fossemos capazes de aprender a esperar e a confiar em Deus, todas as nossas queixas contra Deus seriam tidas como falsas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Sinais do Trabalho Gracioso de Deus Em Contrariedades Amargas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Rute foi escrito para nos ajudar a ver os sinais da Graça de Deus nas nossas vidas, e para nos ajudar a confiar na sua Graça mesmo quando as nuvens são tão espessas que não nos deixam ver a estrada bem como os sinais que estão ao longo dela. Voltemos atrás e lembremo-nos de que foi Deus que agiu para transformar cada contrariedade num passo em direção à alegria, e de que é Deus que em todas as providências amargas da nossa vida planeia tudo para o nosso bem. Isto é o dom de Rute.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, quando a vida de Noemi parecia estar cada vez mais negra enquanto estava em Moab, foi Deus que deu Rute a Noemi. Sabemos isto por causa de dois versos. Em 1:16 vemos que na origem do compromisso de Rute para com Noemi está o compromisso de Rute para com o Deus de Noemi: “ O teu Deus será o meu Deus.” Deus tinha ganho a lealdade de Rute em Moab e é por isto que Noemi deve a Deus o incrível amor da sua nora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também em 2:12 diz que quando Rute veio para Judá com Noemi, que ela vinha refugiar-se  nas asas de Deus. Daí é devido a Deus que Rute tenha deixado a sua casa e família para a seguir e servir Noemi. Foi sempre Deus que transformou as contrariedades de Noemi em alegria mesmo quando ela ignorava essa Graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Preservação De Booz====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo, Noemi dá a impressão no capítulo 1 de que não há esperança e de que Rute poderia ter-se casado e criado filhos para continuar a sua genealogia (1:12). E no entanto Deus está a preservar um rico e piedoso homem chamado Booz para fazer exatamente isto. A razão porque sabemos que isto foi obra de Deus é porque a própria Noemi o admite em 2:20. Ela reconhece que o encontro “acidental” entre Rute e Booz foi a “bondade de Deus que não abandonou nem os vivos nem os mortos”. Em cada perda que os piedosos sofrem Deus já está a planear o seu ganho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Abertura Do Seio de Rute====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terceiro, quem é que deu ao seio estéril de Rute o filho, para que as vizinhas pudessem dizer,” Um filho nasceu a Noemi?”, foi Deus que deu o filho. Olhemos para o verso 4:11. Os cidadãos rezam por Booz e por Rute. Eles sabem que Rute foi casada durante 10 anos sem ter filhos. E por isto eles lembram-se de Raquel cujo ventre o Senhor já tinha aberto muito antes. E eles rezam para que Deus faça Rute semelhante a Raquel e a Lia. E o autor expressa claramente no verso 13 quem é que fez com que esta criança fosse concebida. “ Booz juntou-se a ela, e o Senhor concedeu-lhe a graça de conceber e dar à luz um filho”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto mais uma vez e outra vez neste livro foi Deus que trabalhou nas contrariedades de Noemi. Quando ela perdeu o seu marido e filhos, Deus deu-lhe Rute. Quando ela não pensou em nenhum concidadão para lhe dar filhos para conservar o nome da família, Deus deu-lhe Booz. Quando estéril Rute casou-se com Booz e Deus deu-lhes o filho. A moral da história é feita através da vida de Noemi. A vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção à glória mas Deus provê para que eles lá cheguem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====“Glória” é Uma Palavra Demasiado Forte?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos pensar talvez que Glória é uma palavra demasiado exagerada. Afinal de contas é só uma criança. Uma avó que segura uma criancinha após uma longa e dura vida e após muitas dores de cabeça. Ah! Mas a história não acaba aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Levantar os Nossos Olhos Para a Floresta e Para as Neves Eternas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1912 John Henry Jowett, pastor da Quinta Igreja Prisbeteriana na cidade de Nova Iorque, fez as palestras de Yale sobre o tema da pregação. Existe uma passagem numa das suas palestras que descreve uma grande pregação e dá-nos uma visão do que o autor do livro de Rute estava a fazer quando ele acabou a sua história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jowett descreveu um grande pregador como alguém que parece que olha para o horizonte de um campo fechado ou de uma paisagem local. Ele tem uma maneira maravilhosa de interligar cada tópico com a eternidade que já passou e aquela que está para vir…È como se estivéssemos a olhar para um bocado de madeira esculpida numa janela de uma casa de uma aldeia suíça, e de repente levantássemos os olhos e víssemos a floresta onde a própria madeira tinha crescido, e ainda mais as próprias neves das montanhas que caíram na floresta. Sim era assim que era a maneira de Binney&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; de Dale&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt;, de Bushnell&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;,de Newman&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt; de Spurgeon&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt;- eles estavam sempre dispostos a parar à janela da aldeia, mas eles sempre interligavam as ruas com as alturas e elevavam as nossas almas às colinas eternas de Deus (The Preacher: His Life and Work, p. 95)&amp;lt;sup&amp;gt;10&amp;lt;/sup&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta história Rute acabou numa pequena vila da Judeia com uma avó já de idade avançada que abraçou o seu novo neto, glória seria uma palavra demasiado exagerada. Mas o autor não acaba aqui. Ele levanta os olhos para as florestas e para as neves das montanhas da história redentora. No verso 17 ele diz, muito simplesmente que esta criança Obed foi o pai de Jessé e que Jessé foi o pai de David. De repente vemos que desde sempre algo muito maior do que seriamos capaz de imaginar estava a ser feito. Deus não estava apenas a planear a bênção temporal de alguns Judeus em Belém. Ele estava a planear a vinda do maior rei de Israel, David. E o nome de David carrega consigo a esperança do Messias, uma nova era, paz, retidão, liberdade da dor, do choro, da angústia e da culpa. Esta pequenina e simples história abre-se como uma corrente para um grande rio de esperança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Doença da Trivialidade&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt;====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das grandes doenças dos nossos dias é a trivialidade. As coisas nas quais a maior parte das pessoas mais gastam o seu tempo são meramente banais. E o que faz disto uma doença é que fomos criados à imagem de Deus fomos feitos para viver para propósitos magníficos. Nenhum de nós se acontenta com as buscas triviais do mundo. As nossas almas não serão satisfeitas com banalidades. Porque é que existe uma secção inteira do jornal dedicada ao desporto, mas quase nada dedicado à maior história do universo — o crescimento e a propagação da Igreja de Jesus Cristo? É loucura, total loucura que desportos insignificantes ocupem um lugar tão central na nossa cultura. É simplesmente um dos muitos sinais de que estamos escravizados pela banalidade. Vivemos dentro de uma loja da aldeia Suiça contemplando bonequinhos de madeira e raramente levantamos os nossos olhos para ver as florestas e as neves eternas da montanha. Vivemos num conflito perpétuo e sem esperança de satisfazer os nossos desejos com banalidades. E daí resulta que as nossas almas murcham. As nossas vidas são banais. E a nossa capacidade de fazer adoração profunda morre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Trabalho Glorioso de Deus na História====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O livro de Rute quer ensinar-nos que o propósito de Deus para o seu povo é ligar-nos a algo muito maior do que nós mesmos. Deus quer que saibamos que quando o seguimos, as nossas vidas significam muito mais do que aquilo que pensamos. Para o cristão existe sempre uma conexão entre os eventos da vida quotidiana e o estupendo trabalho de Deus na história. Tudo o que fazemos em obediência a Deus, não importa quão pequeno seja, é significante. É parte de um mosaico cósmico no qual Deus está a pintar para demonstrar a grandeza do seu poder e sabedoria ao mundo e aos Principados e às Autoridades no alto dos Céus (Efésios 3:10). A satisfação profunda da vida Cristã é que esta não é dada a trivialidades. Servir uma nora viúva, ceifar num campo, enamorar-se, ter um filho — para um cristão tudo isto são coisas que estão interligadas à eternidade. Elas fazem parte de algo muito maior do que aquilo que parece. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto a palavra glória não é muito forte. A vida dos piedosos não é um caminho em linha reta em direção à glória mas eles lá chegarão — Deus provê a isto. Há esperança para nós para além da criança bonita e da avó feliz. Se não houvesse, seriamos todos os homens miseráveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A história aponta para David. E de David aponta para Jesus. E Jesus aponta para a Ressureição dos nossos corpos mortais (Romanos 8:23) quando “ não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”. (Apocalipse 21:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor ainda está para vir. Esta é a verdade inabalável acerca da vida do homem e da mulher que seguem a Cristo em obediência à fé. Eu digo-o aos jovens que são fortes e cheios de esperança, e digo-o aos mais velhos, aos quais o aspeto exterior se está a degradar rapidamente. O melhor está para vir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Uma Parábola Da Aliança Do Amor de Deus====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi isto numa parábola numa Sexta-feira. Eu estava de visita a algumas pessoas idosas no Caroline Center&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt;, entrei no elevador com uma mulher que estava numa cadeira de rodas e que era já idosa, inábil e confusa. Ela abanava, sem sentido, a sua cabeça, fazia sons esquisitos e ficava com a boca aberta. Foi então que eu notei um homem bem vestido, que tinha à volta de 60 anos, que lhe estava a puxar a cadeira de rodas. E eu perguntei-me quem seria ele. Então enquanto saíamos do elevador, eu ouvi-o dizer, “Vê onde metes os pés, querida” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Querida. Enquanto caminhava até ao carro, eu pensei…. Se uma aliança matrimonial&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; entre um homem e uma mulher pode produzir aquele tipo de fidelidade e de zelo e de afeção sob aquelas circunstâncias, então de certeza que sob os grandes e Misericordiosos termos da nova aliança em Cristo, Deus não tem dificuldade em chamar a Odette McAviney, o Harold Holmgren, a Mary Agnes Danielson, e tu e eu (doentes como estamos!)&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt;,”Queridos”. E se ele o faz, então não existe verdade mais inabalável no mundo do que esta: Para eles e para nos o melhor ainda está para vir Amén. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;hr&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Notas do Tradutor''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;1&amp;lt;/sup&amp;gt;Estradas nos Estados Unidos que ligam os vários estados entre si, O autor usa esta expressão para exprimir que o caminho não é uma estrada fácil e plana como uma autoestrada (PT) / Rodovia( BR)&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; Equivalente às Estradas Nacionais (Portugal) / Estradas Regionais (Brasil)&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt; Referência às Montanhas de Blue Ridge no Tenessee que aparecem no 1º parágrafo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt; Outras versões da Bíblia dizem: “Acolher-se” &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;5&amp;lt;/sup&amp;gt; Thomas Binney (1798 – 1874): Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) inglês também conhecido por escrever sermões e escritos &lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;6&amp;lt;/sup&amp;gt; Pode referir-se a: Robert William Dale  (1829 – 1895) Congregacionalista e líder de uma igreja de Birmingham ou a: Marcus Dale  (1832-1892) pregador americano da Igreja Metodista Africana&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;7&amp;lt;/sup&amp;gt;  Horace Bushnell (1802-1876) Congregacionalista (tradição Calvinista do Protestantismo) Americano, ministro e teólogo   &lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;8&amp;lt;/sup&amp;gt; John Henry Newman (1801 -1890) foi um sacerdote Católico inglês que se converteu do anglicanismo para o catolicismo, foi nomeado cardeal pelo papa Leão XIII em 1879 e beatificado em 2010&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;9&amp;lt;/sup&amp;gt; Charles Haddon Spurgeon  (1834-1892) foi um pregador Batista inglês&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;10&amp;lt;/sup&amp;gt; Livro escrito pelo pastor John Henry Jowett referido neste mesmo parágrafo&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;11&amp;lt;/sup&amp;gt; “Banalidade” outra possível expressão&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;12&amp;lt;/sup&amp;gt; Nome do lar de idosos na América&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;13&amp;lt;/sup&amp;gt; Maneira como o autor diz:” Casamento”&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;sup&amp;gt;14&amp;lt;/sup&amp;gt; “Doentes como estamos” refere-se ao facto de sermos pecadores&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

	</feed>