<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=O_temor_perdido_pela_Majestade</id>
		<title>O temor perdido pela Majestade - História de revisão</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=O_temor_perdido_pela_Majestade"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=O_temor_perdido_pela_Majestade&amp;action=history"/>
		<updated>2026-10-15T01:36:12Z</updated>
		<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=O_temor_perdido_pela_Majestade&amp;diff=4980&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain: moveu Majestade para O temor perdido pela Majestade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=O_temor_perdido_pela_Majestade&amp;diff=4980&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2026-10-14T18:52:46Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;moveu &lt;a href=&quot;/wiki/Majestade&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Majestade&quot;&gt;Majestade&lt;/a&gt; para &lt;a href=&quot;/wiki/O_temor_perdido_pela_Majestade&quot; title=&quot;O temor perdido pela Majestade&quot;&gt;O temor perdido pela Majestade&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
			&lt;col class='diff-marker' /&gt;
			&lt;col class='diff-content' /&gt;
		&lt;tr valign='top'&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 18h52min de 14 de outubro de 2026&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-10-15 01:36:13 --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=O_temor_perdido_pela_Majestade&amp;diff=4979&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain: Criou nova página com '{{info|The Lost Awe of Majesty}}&lt;br&gt;  ====Por que eu adoro uma característica subestimada====  Em 1977, o pastor californiano Jack Hayford e sua esposa visitaram a Inglater...'</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=O_temor_perdido_pela_Majestade&amp;diff=4979&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2026-10-14T18:52:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|The Lost Awe of Majesty}}&amp;lt;br&amp;gt;  ====Por que eu adoro uma característica subestimada====  Em 1977, o pastor californiano Jack Hayford e sua esposa visitaram a Inglater...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|The Lost Awe of Majesty}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Por que eu adoro uma característica subestimada====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1977, o pastor californiano Jack Hayford e sua esposa visitaram a Inglaterra durante o Jubileu de Prata (25º aniversário) da ascensão da Rainha Elizabeth ao trono (1952). Eles ficaram impressionados com a grandiosidade da celebração e com a alegria manifesta do povo em relação à sua monarca. Enquanto estavam lá, visitaram o Palácio de Blenheim, local de nascimento de Winston Churchill e famoso pela magnitude e imponência que alguns americanos hoje conhecem apenas por assistir à série “Downton Abbey”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao se afastar de carro do palácio, tomado por um sentimento de admiração, Hayford percebeu que procurava palavras; uma linguagem que transpusesse o peso da experiência terrena para a dimensão celestial. Enquanto refletia, a palavra que parecia mais adequada, tanto para descrever a deslumbrante magnificência do palácio quanto para indicar a superioridade do Cristo reinante, era “majestade”. De acordo com o relato de um jornal da Califórnia sobre a história,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Enquanto os Hayfords se afastavam daquele palácio real e partiam de carro, o Dr. Hayford pediu à esposa que pegasse um caderno e anotasse alguns pensamentos que lhe vinham à mente. Ele então começou a ditar a letra, a tonalidade e o ritmo de uma canção que hoje é cantada por cristãos em todo o mundo. (“A história por trás da canção: ‘Majesty’”, St. Augustine Record, 13 de agosto de 2015)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O impulso de Hayford de recorrer à palavra “majestade”, por mais que ele a conhecesse naquele momento, foi profundamente bíblico. “Majestade” é, de fato, um atributo frequente e cuidadosamente escolhido nas Escrituras para designar o Deus vivo; uma característica frequentemente negligenciada nos estudos sobre os atributos divinos, mas um importante testemunho tanto dos profetas quanto dos apóstolos, que lança uma luz brilhante sobre outros atributos bem conhecidos e que é verdadeira, profunda e maravilhosamente adequada para a adoração, como Hayford intuiu:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Majestade! Adore Sua majestade!&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
A Jesus, toda glória, poder e louvor.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Majestade! Autoridade do Reino,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Flui de seu trono, para os Seus;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Levante Seu hino!&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Majestade das Montanhas Roxas====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqueles que, como Hayford, recorrem à palavra “majestade”, frequentemente se veem diante de — ou relembrando — alguma maravilha natural ou criada pelo homem que é ao mesmo tempo imponente e atraente. Em nossa língua, assim como nos termos bíblicos, a palavra captura não apenas ''grandeza'', mas também ''bondade;'' tanto a grandiosidade quanto a beleza; poder impressionante aliado à admiração agradável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As montanhas talvez sejam a característica natural por excelência da majestade. O Salmo 76:4 declara em louvor a Deus: “Glorioso eres tu”, e em seguida acrescenta: “es mais majestoso do que os montes cheios de despojos”. Ao lado da ilustre planície de Sarom, que possuía sua própria glória peculiar, a profecia cheia de esperança de Isaías sobre o futuro florescimento do povo de Deus exalta “a majestade do [Monte] Carmelo” (Isaías 35:2). No entanto, além das montanhas, também podemos atribuir majestade ao ouro, ou a algum material precioso ou gema, digno de um rei, que deslumbra os olhos com sua beleza, assim como Jó 37:22 associa a “majestade imponente” de Deus ao “esplendor dourado”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas os fenômenos naturais, mas também a obra das mãos humanas, quando em grande escala, podem nos levar a buscar o que é majestoso. Lamentações 1:6 lamenta a perda dessa majestade cívica após a destruição de Jerusalém pela Babilônia e, pouco tempo depois, Nabucodonosor, rei da Babilônia, afirma ter construído sua cidade “pelo [seu] grande poder, como residência real e para a glória da [sua] majestade” (Daniel 4:30);  isso, pouco antes de sua grande humilhação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como, então, o uso comum do termo “majestade” para montanhas e mansões, ouro e cidades se relaciona com a atribuição de majestade a Deus?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O que é a majestade divina?====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao reunir grandeza e bondade, força e beleza (Salmo 96:6), “majestade” não é apenas um termo adequado para as grandiosidades das montanhas, mas uma descrição particularmente apropriada de Deus, que é, acima de tudo, “o Majestoso” (Isaías 10:34).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um momento crítico da história do povo da primeira aliança de Deus, enquanto se reuniam sob a liderança de Salomão para dedicar o templo, o rei orou, em sua grande sabedoria: “Tua é, ó Senhor, ''a grandeza, o poder, a glória'', a vitória e a majestade”. Considere esses três primeiros — grandeza, poder e glória —, frequentemente associados à majestade em outros contextos, como ângulos reveladores do atributo da majestade divina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A grandeza é Dele====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, está a ''grandeza.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo inicial do Salmo 104 declara: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor! Ó Senhor, meu Deus, tu és grandíssimo! Tu estás revestido de esplendor e majestade.” Da mesma forma, após seu dramático êxodo do Egito, operado por Deus, o povo de Deus canta: “Na grandeza da tua majestade, tu derrubas os teus adversários” (Êxodo 15:7). Mais tarde, na Babilônia, quando Nabucodonosor relata sua grande humilhação e restauração, ele fala de sua “majestade” retornando a ele “e ainda mais grandeza me foi acrescentada” (Daniel 4:36; veja também 5:18). A famosa profecia de Miquéias sobre Belém fala de uma ''majestade'' que é ''grandeza'' naquele que virá e que “pastoreará seu rebanho com a força do Senhor, na majestade do nome do Senhor, seu Deus. E habitarão em segurança, pois agora ele será grande até os confins da terra” (Miquéias 5:4).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ''majestade'' frequentemente conota alguma grandeza em tamanho, como no caso das montanhas e mansões: Ezequiel fala de “nações majestosas”, outrora numerosas e poderosas, mas agora humilhadas por Deus (Ezequiel 32:18). Mas essa grandeza também pode incluir o direito e a ''prerrogativa'' divinos de Deus, como Deus, de governar e fazer o que Lhe apraz. Como Salomão orou: “Tua é, ó Senhor, a grandeza, o poder, a glória, a vitória e a majestade, ''pois tudo o que há nos céus e na terra é teu''” (1 Crônicas 29:11). Deus não tem apenas o poder para governar, mas também o direito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O poder é dele A majestade também está ligada ao poder e à força de Deus. “Tua é, ó Senhor, [...] o poder.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não apenas Miquéias 5:4 conecta a majestade de Deus com a força divina ao pastorear seu povo, mas o Salmo 68:34 fortalece ainda mais esse vínculo:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Atribuam poder a Deus,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
cuja majestade está sobre Israel,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
e cujo poder está nos céus.&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Impressionante”, diz Davi, “é Deus em seu santuário”. Ele é majestoso não apenas no poder que possui, mas também no poder que generosamente concede: “É ele quem dá poder e força ao seu povo” (Salmo 68:35). Assim também no Salmo 29:4, ouvimos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;A voz do Senhor é poderosa;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
a voz do Senhor é cheia de majestade.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora sua voz poderosa e majestosa se refira ao audível, o apóstolo Pedro testifica que ela se tornou visível no Filho encarnado de Deus: “Não seguimos mitos inventados com astúcia quando lhes anunciamos o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, mas fomos testemunhas oculares de sua majestade” (2 Pedro 1:16).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Ele pertence a glória====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em terceiro lugar, como orou Salomão: “Tua é, ó Senhor, [...] a glória”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre grandeza, poder e glória, os laços mais profundos estão com a terceira. O Salmo 8, a celebração por excelência das Escrituras da majestade de Deus, canta manifestamente a glória — a glória de Deus, elevada acima dos céus (versículo 1), e a glória do homem, proveniente de Deus, como alguém a quem Ele “coroou... com glória e honra” (versículo 5). E assim, aquela memorável frase inicial, repetida como nota final, exalta ''a majestade do nome de Deus'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ó Senhor, nosso Senhor,&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
quão majestoso é o teu nome em toda a terra! (Salmo 8:1, 9)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como vimos no Salmo 76:4 (“Glorioso és tu, mais majestoso...”), a majestade divina está tão intimamente ligada à glória divina que podemos até considerar a palavra ''majestade'' como uma forma adicional de o povo de Deus expressar, louvar e se maravilhar com a glória e a beleza de Deus. Juntamente com esplendor (frequentemente associado à majestade), o termo amplia nosso vocabulário para a glória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso Deus é tão grande, tão admirável, tão maravilhoso, tão impressionante aos olhos de seu povo e tão temível para seus inimigos, que o hebraico ''kavod'', o grego ''doxa'' e a palavra inglesa “''glory''” não são suficientes. Ou seja, não para seus adoradores. Precisamos de mais termos. Colocamos mais palavras em uso. À medida que buscamos continuar falando dele em sua beleza, seu poder, sua grandeza, sua glória, procuramos a linguagem certa: ''domínio, autoridade, esplendor, majestade''. Às vezes, chegamos até a acumular palavras sobre palavras, como faz o Salmo 145:5 com “o esplendor glorioso da tua majestade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Majestade”, em particular, é emotiva, ou afetiva. Ela indica ''grandeza'' na visão ou no som que também é ''maravilhosa''. Grandeza que é bela. Tamanho imponente que é contemplado com deleite, poder imponente recebido como atraente. Embora tenha uma sobreposição significativa com o domínio ou a soberania divinos, a majestade vai além. ''Domínio'' e ''soberania'' são termos mais técnicos e prosaicos; majestade soa mais poética, com o temor reverente da adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====Medite sobre Sua Majestade====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim das contas, talvez seja o tom poético da majestade que a torna uma palavra tão preciosa e adequada para a adoração. Enquanto Jack Hayford buscava palavras para expressar a maravilha que brotava em sua alma, muito além do legado da tradição inglesa e da grandiosidade de seus palácios — ou seja, a reverência pelo Deus vivo —, a majestade não surgiu como um termo técnico, funcional ou denotativo. Ela tinha uma essência. Ela comunicava um temor reverente que expandia a alma. Era uma expressão de adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha da palavra “majestade”, então, diz algo sobre quem a pronuncia. “Majestade” não apenas atribui grandeza, poder e glória a algum objeto, mas sinaliza temor reverente e admiração naquele que escolhe a palavra. Os amigos de Deus, e não seus inimigos, proclamam sua majestade. Aos olhos dos egípcios, Deus não era majestoso no Mar Vermelho, mas aterrorizante. Seu tamanho e força impressionantes não eram a favor deles, mas contra eles. Mas aos olhos de Israel, na visão de seu povo, seu Deus era de fato majestoso em sua grandeza e poder, e digno de louvor por aterrorizar e aniquilar seus inimigos (Êxodo 15:7, 11).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez você sinta necessidade de uma linguagem renovada para atribuir grandeza, poder e glória ao Deus a quem você adora em Cristo. Ele não é apenas grande, mas bom — bom em sua grandeza e grande em sua bondade. Ele não é apenas grande, forte, imponente, indomável, onipotente; ele é belo, atraente, deslumbrante, cativante, glorioso. Ele é o Majestoso, que libertou Israel no mar e sua igreja na cruz. E assim, dizemos com o salmista: “Meditarei no esplendor glorioso da tua majestade e nas tuas obras maravilhosas” (Salmo 145:5).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E adoramos a sua majestade.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

	</feed>