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		<title>O Mistério da Iniqüidade - História de revisão</title>
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		<title>Mollymullery: Protegeu &quot;O Mistério da Iniqüidade&quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Protegeu &amp;quot;&lt;a href=&quot;/wiki/O_Mist%C3%A9rio_da_Iniq%C3%BCidade&quot; title=&quot;O Mistério da Iniqüidade&quot;&gt;O Mistério da Iniqüidade&lt;/a&gt;&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 19h01min de 18 de janeiro de 2012&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-05-21 05:38:21 --&gt;
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		<author><name>Mollymullery</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|The Mystery of Iniquity}}   O problema clássico da existência do mal tem sido chamado o tendão de Aquiles da fé cristã. Filósofos como John Stuart Mill têm arg...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|The Mystery of Iniquity}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema clássico da existência do mal tem sido chamado o tendão de Aquiles da fé cristã. Filósofos como John Stuart Mill têm argumentado que a existência do mal demonstra que Deus não é onipotente, nem bom, nem amoroso. O raciocínio é que, se o mal existe à parte do soberano poder de Deus, então, por lógica irresistível, Deus não pode ser considerado onipotente. Por outro lado, se Deus tem realmente poder para impedir o mal, mas falha em fazê-lo, isso se reflete em seu caráter, indicando que ele não é bom nem amoroso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por causa da persistência desse problema, a igreja tem visto inúmeras tentativas no que tem sido chamado de teodicéia. O vocábulo teodicéia envolve a combinação de duas palavras gregas: a palavra que significa Deus, ''theos'', e a palavra que significa justificação, ''dikaios''. Portanto, uma teodicéia é uma tentativa de justificar a Deus pela existência do mal (como vemos, por exemplo, em ''Paraíso Perdido'', escrito por John Milton). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas teodicéias têm abrangido desde uma simples explicação de que o mal ocorre como resultado direto do livre-arbítrio do homem até às mais complexas tentativas filosóficas como a de Leibniz. Em sua teodicéia, que foi satirizada na obra ''Cândido'', escrita por Voltaire, Leibniz fez distinção entre três tipos de males: o mal natural, o mal metafísico e o mal moral. Nesse esquema tríplice, Leibniz argumentou que o mal moral é uma conseqüência inevitável e necessária da finitude, que é uma deficiência metafísica de completude do ser. Visto que toda criatura está aquém de ser infinita, isso produz necessariamente defeitos como os que vemos no mal moral. O problema dessa teodicéia é que ela não leva em conta a idéia bíblica do mal. Se o mal é uma necessidade metafísica para as criaturas, é óbvio que Adão e Eva tinham de ser maus antes da Queda e terão de continuar sendo maus mesmo depois da glorificação, no céu. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até hoje, ainda preciso achar uma explicação satisfatória para o que os teólogos chamam de mistério da iniqüidade. Receio que muitas pessoas não sentem quão graves são as explicações que levam em conta alguma dimensão do livre-arbítrio. A simples presença do livre-arbítrio não é suficiente para explicar a origem do mal, visto que ainda temos de perguntar como um ser bom se inclinaria livremente a escolher o mal. A inclinação para a vontade de agir de maneira imoral já é um sinal de pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das mais importantes abordagens do problema do mal foi apresentada inicialmente por Agostinho e, mais tarde, por Tomás de Aquino. Eles argumentaram que o mal não é um ser independente. O mal não pode ser definido como uma coisa, ou uma substância, ou algum tipo de ser. Pelo contrário, o mal é sempre definido como ação, uma ação que falha em satisfazer um padrão. Nesse sentido, o mal foi definido em termos de ser tanto uma negação (''negatio'') do bem como uma privação (''privatio'') do bem. Em ambos os casos, a própria definição do mal depende de um entendimento anterior do bem. Sendo assim, como argumentou Agostinho, o mal é parasitário, ou seja, depende do bem para sua própria definição. Pensamos no pecado como algo injusto, que envolve desobediência, imoralidade e coisas semelhantes. Para serem definidas, todas essas coisas dependem do conteúdo positivo do bem. Agostinho argumentou que, embora os cristãos enfrentem dificuldades para explicar a presença do mal no universo, o pagão tem um problema que é duas vezes mais difícil. Antes de alguém abordar o problema do mal, precisa primeiramente lidar com a existência antecedente do bem. Aqueles que reclamam do problema do mal enfrentam o problema de definir a existência do bem. Sem Deus não há um padrão absoluto para o bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos dias contemporâneos, esse problema tem sido resolvido por negar tanto o bem como o mal. Todavia, essa atitude encontra dificuldades enormes, especialmente quando alguém sofre às mãos de alguém que lhe inflige mal. É fácil negarmos a existência do mal, até que nós mesmos sejamos vítimas da ação perversa de outrem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora terminemos nossa buscar por esclarecer a origem do mal, uma coisa é certa: visto que Deus tanto é bom como onipotente, temos de concluir que, em sua onipotência e bondade, tem de haver lugar para a existência do mal. Sabemos que Deus mesmo nunca faz o que é mau. Contudo, ele também ordena o que deve acontecer. Ainda que Deus nunca faça nem crie o mal, ele ordena que o mal exista. Se o mal realmente existe, e se Deus é soberano, é óbvio que ele pode impedir o mal. Se Deus permitiu a entrada do mal neste universo, isso só pode ter ocorrido por sua soberana decisão. Visto que as soberanas decisões de Deus sempre acompanham seu caráter perfeito, temos de concluir que a sua decisão de permitir a existência do mal é uma boa decisão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos de ser cuidadosos neste ponto. Nunca devemos afirmar que o mal é bom ou que o bem é mal. Mas isso não é o mesmo que dizer: “É bom que haja o mal”. Repito, mais uma vez: é bom que haja o mal; do contrário, ele não poderia existir. Nem mesmo essa teodicéia explica o “como” da entrada do mal no mundo. Apensar considera o “porquê” da realidade do mal. Sabemos com certeza que o mal existe. Ele existe em nós e em nosso comportamento. Sabemos que a força do mal é extraordinária e traz grande tristeza e sofrimento ao mundo. Também sabemos que Deus é soberano sobre o mal e, em sua soberania, não permitirá que o mal tenha palavra final. O mal sempre serve e servirá aos melhores interesses de Deus, que, em sua bondade e soberania, ordenou a derrota completa do mal e sua erradicação deste universo. Nesta redenção, encontramos nosso gozo e descanso – e até àquele tempo, vivemos em um mundo caído.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Mollymullery</name></author>	</entry>

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