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		<title>O Maior Acontecimento da História - História de revisão</title>
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				<updated>2009-08-21T19:03:01Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Automated: copied from main site&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{ info | The Greatest Event in History}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Dois Paradoxos na Morte de Cristo''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é de surpreender que o maior acontecimento da história mundial seja complexo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Por exemplo, sendo que Jesus Cristo é homem e Deus em uma única pessoa, sua morte foi a morte de Deus? Para responder a essa questão, precisamos falar das duas naturezas de Cristo, uma divina e uma humana. Desde 451 AD, a definição calcedônica das duas naturezas de Cristo em uma pessoa tem sido aceita como o ensino ortodoxo das Escrituras. O Concílio de Calcedônia afirmou,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Nós (...) ensinamos que se deve confessar (...) um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, a ser reconhecido em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis, sendo que a distinção das naturezas não é de modo algum anulada pela união, antes a propriedade de cada uma é preservada, concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Deus, o Verbo, o Senhor Jesus Cristo.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A natureza divina é imortal (Romanos 1.23; 1 Timóteo 1.17). Ela não pode morrer. Isso é parte do que significa ser Deus. Portanto, quando Cristo morreu, foi sua natureza humana que sofreu a morte. O mistério da união entre a natureza humana e a divina na experiência da morte não nos é revelado. O que sabemos é que Cristo morreu, e que no mesmo dia ele foi ao paraíso (&amp;quot;''Hoje'' estarás comigo no paraíso,&amp;quot; Lucas 23.43). Sendo assim, parece ter havido consciência na morte, de modo que a união contínua entre a natureza humana e a divina não precisasse ser interrompida, ainda que Cristo tenha morrido somente em sua natureza humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Outro exemplo da complexidade do evento da morte de Cristo é a forma como o Pai a experimentou. O ensino evangélico mais comum é que a morte de Cristo foi que ele experimentou a maldição do Pai. &amp;quot;Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)&amp;quot; (Gálatas 3.13). A maldição de quem? Poder-se-ia suavizar a questão, dizendo, &amp;quot;a maldição da lei.&amp;quot; Mas a lei não é uma pessoa para que possa amaldiçoar. Uma maldição só é uma maldição de fato se houver alguém que amaldiçoe. A pessoa que amaldiçoa por meio da lei é Deus, que escreveu a lei. Portanto, a morte de Cristo pelo nosso pecado e por nossa transgressão da lei foi a experiência da maldição do Pai.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É por essa razão que Jesus disse, &amp;quot;Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?&amp;quot; (Mateus 27.46). Na morte de Cristo, Deus lançou sobre ele os pecados do seu povo (Isaías 53.6), os quais odiava. E em ódio por esse pecado, Deus deu as costas a seu Filho carregado de pecados, e o entregou para sofrer todo o poder da morte e da maldição. A ira do Pai foi derramada sobre Cristo em nosso lugar, de forma que sua ira para conosco foi &amp;quot;propiciada&amp;quot; (Romanos 3.25) e removida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas aqui está o paradoxo. Deus aprovou profunda e alegremente o que o Filho estava fazendo naquela hora de sacrifício. De fato, ele havia planejado tudo aquilo, junto ao Filho. E seu amor pelo Deus-Homem, Jesus Cristo, sobre a terra se deve à mesma obediência que levou Cristo à cruz. A cruz foi o ato de coroação de Jesus, por sua obediência e amor. E o Pai aprovou e se alegrou profundamente nessa obediência. Por isso, Paulo faz esta maravilhosa declaração: &amp;quot;Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como ''oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave''&amp;quot; (Efésios 5.2). A morte de Jesus foi um perfume para Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, temos aqui mais uma gloriosa complexidade. A morte de Cristo foi a maldição de Deus e a ira de Deus; contudo, e ao mesmo tempo, foi agradável a Deus e um doce perfume. Embora tenha dado as costas ao Filho e o tenha entregado para morrer carregado com o nosso pecado, ele se deleitou na obediência, no amor e na perfeição do Filho.&lt;br /&gt;
Portanto, temamos maravilhados, e olhemos com uma trêmula alegria para a morte de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Não há acontecimento maior na história. Não há nada maior para as nossas mentes considerarem, ou para nossos corações admirarem. Mantenha-se próximo à morte de Cristo. Tudo o que há de importante e de bom está reunido nela. Ela é um lugar sábio, importante e feliz para se estar.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>PagePush</name></author>	</entry>

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