<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt">
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Norma_Normata%3A_a_norma_que_%C3%A9_regida</id>
		<title>Norma Normata: a norma que é regida - História de revisão</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?action=history&amp;feed=atom&amp;title=Norma_Normata%3A_a_norma_que_%C3%A9_regida"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Norma_Normata:_a_norma_que_%C3%A9_regida&amp;action=history"/>
		<updated>2026-05-15T09:51:32Z</updated>
		<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>

	<entry>
		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Norma_Normata:_a_norma_que_%C3%A9_regida&amp;diff=1274&amp;oldid=prev</id>
		<title>JoyaTeemer: Criou nova página com '{{info|Norma Normata: A Rule That Is Ruled}}   A palavra latina Credo significa simplesmente “creio”, e corresponde à primeira palavra do Credo Apostólico. Através da...'</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Norma_Normata:_a_norma_que_%C3%A9_regida&amp;diff=1274&amp;oldid=prev"/>
				<updated>2010-04-19T20:12:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Norma Normata: A Rule That Is Ruled}}   A palavra latina Credo significa simplesmente “creio”, e corresponde à primeira palavra do Credo Apostólico. Através da...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Norma Normata: A Rule That Is Ruled}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra latina Credo significa simplesmente “creio”, e corresponde à primeira palavra do Credo Apostólico. Através da sua História a Igreja fez frente à necessidade de adotar e abraçar posições confessionais para expressar claramente a Fé Cristã e para distinguir a verdade do erro e das declarações falsas da fé. Tais credos distinguem-se das Escrituras pela compreensão destas serem a ''norma normans'' (“a norma que rege”), enquanto os credos são ''norma normata'' (“a norma que é regida”). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Historicamente os credos cristãos têm abrangido desde breves até extensas afirmações confessionais. O mais antigo credo cristão encontra-se na declaração do Novo Testamento “Jesus é Senhor”. O Novo Testamento faz desta declaração algo críptico pois indica que ninguém pode fazer esta afirmação a não ser pelo Espírito Santo. O que se entende por isso? Por um lado o Novo Testamento nos diz que as pessoas podem honrar a Deus com a boca mas seus corações estão longe d’Ele. Isto é, as pessoas podem recitar um credo e fazer declarações categóricas de fé sem, todavia, acreditar realmente no que dizem. Assim, por que o Novo Testamento estabelece que ninguém pode fazer esta afirmação a não ser pelo Espírito Santo? Talvez seja pelo que custava fazer tal declaração no contexto da Antiga Roma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O juramento de lealdade exigido aos cidadãos romanos para demonstrarem sua ligação ao império em geral e ao imperador em particular consistia em dizer publicamente, “''Kaisar Kurios'',” que significa, “César é senhor”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Igreja do século primeiro, os cristãos sujeitavam-se à obediência aos magistrados civis, inclusive às medidas opressoras do César, e mesmo assim, na hora de afirmar publicamente que César era o senhor, os cristãos não podiam fazê-lo com a consciência tranqüila. Como substituto dessa frase, os primeiros cristãos faziam a afirmação “Jesus é Senhor”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas dizer isso provocava a ira do governo romano, e em muitos casos, custava-lhe ao cristão a sua própria vida. Portanto, as pessoas tendiam a não manifestar aberta e publicamente esta declaração a no ser que fossem movidos a isso pelo Espírito Santo. O simples credo “Jesus é Senhor”, ou afirmações mais extensas, tais como o Credo dos Apóstolos, dão uma idéia geral dos ensinamentos básicos essenciais. Os credos resumem o conteúdo do Novo Testamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os credos também utilizaram esse resumo de conteúdo para excluir as heresias do século quarto. Na aconfissão do Credo Niceno, a Igreja afirmou categoricamente sua crença na divindade de Cristo e na doutrina da Trindade. Essas afirmações foram consideradas verdades essenciais da fé Cristã. Eram essenciais porque sem a inclusão dessas verdades, qualquer afirmação cristã seria considerada falsa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na época da Reforma, houve uma proliferação de credos, à medida que as comunidades protestantes achavam necessário, face às controvérsias reinantes na época, de fazerem afirmações definitivas sobre suas crenças e de como sua fé diferia da teologia da Igreja Católica Romana. O próprio Vaticano acrescentou suas próprias afirmações de fé no Concilio de Trento a meados do século dezesseis em resposta ao movimento protestante. Mas cada grupo Protestante, tais como os Luteranos, a Igreja Suíça Reformada e a Igreja Escocesa Reformada sentiram que era necessário esclarecer as verdades que eles estavam afirmando.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso se fez necessário, não somente pelos desacordos dentro dos diferentes grupos Reformados, mas também para esclarecer a posição protestante frente às freqüentes interpretações errôneas apresentadas pelos católico-romanos. A declaração confessional do século dezessete, conhecida como a Confissão de Fé de Westminster, é uma das afirmações de credo mais precisas e abrangentes que se produziram durante a Reforma. Constitui um modelo de precisão e ortodoxia bíblica. Todavia, devido à sua extensão e abrangência resulta difícil encontrar a dois defensores da Confissão de Fé de Westminster que estejam de acordo em todos e cada um dos seus pontos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por essa razão, as igrejas que utilizam esta ou outras confissões similares, geralmente limitam os seus requisitos de adesão a um reconhecimento do “sistema de doutrina nela contido”. Esses credos protestantes posteriores, não só pretendiam afirmar o que eles consideravam como questões essenciais do Cristianismo, mas esclarecer os detalhes de cada comunhão religiosa que utilizaria tais abrangentes confissões de fé. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossos dias tem surgido uma forte aversão contra as confissões de fé de qualquer tipo ou em qualquer nível. Por outro lado, o relativismo tão dominante na cultura moderna é um empecilho para qualquer confissão de verdades absolutas. E não só isto, mas também temos observado uma reação negativa muito forte contra a natureza racional e proposicional da verdade. Afirmações confessionais são uma tentativa de mostrar um entendimento coerente e unificado do amplo alcance das Escrituras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse sentido, são breves declarações do que historicamente temos conhecido como “teologia sistemática”. A idéia da teologia sistemática pressupõe que todo o que Deus diz é coerente e sem contradição. Assim, embora estes credos não sejam estabelecidos por mera especulação racional, todavia, estão escritos de maneira a serem inteligíveis e compreendidos pela razão. Sem tais confissões, a anarquia teológica reinaria na Igreja e no mundo.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>JoyaTeemer</name></author>	</entry>

	</feed>