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		<title>Apreciando a Verdade em Benefício do Amor - História de revisão</title>
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		<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<title>Kathyyee: Protegeu &quot;Apreciando a Verdade em Benefício do Amor&quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Protegeu &amp;quot;&lt;a href=&quot;/wiki/Apreciando_a_Verdade_em_Benef%C3%ADcio_do_Amor&quot; title=&quot;Apreciando a Verdade em Benefício do Amor&quot;&gt;Apreciando a Verdade em Benefício do Amor&lt;/a&gt;&amp;quot; ([edit=sysop] (infinito) [move=sysop] (infinito))&lt;/p&gt;
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		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 17h50min de 1 de novembro de 2012&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-04-17 07:58:33 --&gt;
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		<author><name>Kathyyee</name></author>	</entry>

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		<title>Kathyyee: Criou nova página com '{{info|Cherishing Truth for the Sake of Love}}Joel Belz, o principal executivo da revista ''World'', escreveu: “Existe em nossos dias uma suposição perversa... predomina...'</title>
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				<updated>2012-11-01T17:50:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Cherishing Truth for the Sake of Love}}Joel Belz, o principal executivo da revista &amp;#39;&amp;#39;World&amp;#39;&amp;#39;, escreveu: “Existe em nossos dias uma suposição perversa... predomina...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Cherishing Truth for the Sake of Love}}Joel Belz, o principal executivo da revista ''World'', escreveu: “Existe em nossos dias uma suposição perversa... predominante entre os evangélicos, de que os sentimentos, as atitudes e os relacionamentos são mais importantes do que a verdade. A unidade é uma prioridade mais elevada do que a ortodoxia. A divisão, ainda que por amor à verdade, é a mais ofensiva das heresias” (Semana de 12-19 de julho de 1997, p. 5). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez a palavra “perversa” necessite de qualificação. Não entendo as palavras de Belz no sentido de que todos os que valorizam a unidade têm motivos perversos. Também não o entendo como que dizendo que sempre é perverso ter falta de entendimento involuntário que nos impede de perceber que, por trás de um problema de relacionamento, há uma questão concernente à verdade. O que é perverso é obscurecer intencionalmente uma afirmação da verdade, por desviar a atenção a uma atitude, ou a um estilo, ou a um sentimento, ou a um motivo. Isto é o que parece comum hoje. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, talvez você diga: “A nudez, como uma forma de entretenimento, é contrária à vontade de Deus concernente à modéstia, porque deixa de tratar o corpo como um patrimônio sagrado que deve ser usado para a glória de Deus”. Esta é uma afirmação da verdade. Exorta as pessoas a levarem em conta uma realidade objetiva chamada “a vontade de Deus”. Pede às pessoas que considerem esta afirmação e formem um julgamento sobre a sua verdade. Além disso, ela traz consigo implicações a respeito do tipo de entretenimento que alguém aprovará ou a respeito da maneira como gastará o seu tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que concerne à verdade, alguém pode responder: “Concordo”. Ou: “Não concordo, porque não creio que Deus existe; por isso, não acho que você possa falar com legitimidade sobre a vontade dEle”. Ou: “Acho que Deus se deleita no corpo que Ele criou e não desaprova a nudez como forma de entretenimento”. Todas estas respostas se referem ao nível da afirmação da verdade. Razões podem ser apresentadas de ambos os lados, e o diálogo pode continuar. Talvez aconteça alguma persuasão ou mudança de pensamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso não é o que acontece sempre. O que ocorre com mais freqüência é uma estratégia verbal que desvia atenção da afirmação da verdade para uma atitude que anula astuciosamente a verdade para ouvintes não dados à reflexão. Por exemplo, uma resposta pode ser: “Lamento que você não possa lidar com sua própria sexualidade e tenha de lançar sobre os outros os seus sentimentos de vergonha”. Ou: “Vida longa para o pudor vitoriano!” Ou: “Considerando que existem oitenta mil refugiados no Zaire, seria imaturidade de nossa parte nos preocuparmos com questões morais relacionadas ao comprimento de saias”. Ou: “Moralistas conservadores, que citam reiteradamente a Bíblia e usam seus textos como prova, não entendem a natureza da arte e nunca farão qualquer contribuição significativa para a cultura”. Ou: “Por trás da escrupulosa inquietação acerca do corpo humano, podemos encontrar uma juventudereprimidaeumamãepuritana”. Ou:“Éocúmulodaarrogância alguém vestir a sua própria moralidade com os absolutos divinos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas estas respostas ignoram a verdade. São evasivas. Expressam o modo como as pessoas astutas “vencem”, por criticarem os outros, usando rótulos. Isto é o que Joel Belz chama de “perverso”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha súplica em favor da igreja é que ela coloque a verdade e o amor (a ortodoxia e a unidade, os fatos e os sentimentos, a realidade e os relacionamentos) na ordem bíblica. Por exemplo, Paulo disse em 1 Timóteo 1.5: “Ora, o intuito da presente ''admoestação'' visa ao ''amor'' que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia”. Observe a ordem: a instrução é o alicerce e leva ao amor, por meio da pureza e da fé. Ou considere, mais uma vez, a ordem em 1 Pedro 1.22: “Tendo purificado a vossa alma, pela vossa obediência à ''verdade'', tendo em vista o ''amor'' fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente”. Novamente, a verdade precede o amor e transforma a alma em benefício do amor. Até na revelação espetacular de 1 João 4.8 — “Deus é amor” —, “Deus ''é”'' provê o fundamento para “Deus é ''amor''”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não seja enganado por esta falsa dicotomia. A verdade e o amor não estão em desacordo. Pelo contrário, por causa do amor, aprecie a verdade. Permita que este amor pela verdade e a verdade pelo amor governem sua linguagem da maneira como governavam a linguagem de Paulo. “Não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2 Coríntios 2.17).“ Não andando com astúcia, nem adulterando apalavrade Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2 Coríntios 4.2). Tenha em mente a verdade sobre a qual você está falando, “na presença de Deus”, e sua linguagem será uma serva do amor.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Kathyyee</name></author>	</entry>

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