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		<title>Amando o Próximo Que Não Escolhemos - História de revisão</title>
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		<updated>2026-04-05T00:46:12Z</updated>
		<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<title>Pcain: moveu Amando para Amando o Próximo Que Não Escolhemos</title>
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				<updated>2025-12-11T18:40:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;moveu &lt;a href=&quot;/wiki/Amando&quot; class=&quot;mw-redirect&quot; title=&quot;Amando&quot;&gt;Amando&lt;/a&gt; para &lt;a href=&quot;/wiki/Amando_o_Pr%C3%B3ximo_Que_N%C3%A3o_Escolhemos&quot; title=&quot;Amando o Próximo Que Não Escolhemos&quot;&gt;Amando o Próximo Que Não Escolhemos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;
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		&lt;tr valign='top'&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;← Versão anterior&lt;/td&gt;
		&lt;td colspan='2' style=&quot;background-color: white; color:black;&quot;&gt;Edição tal como às 18h40min de 11 de dezembro de 2025&lt;/td&gt;
		&lt;/tr&gt;&lt;!-- diff generator: internal 2026-04-05 00:46:12 --&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

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		<id>http://pt.gospeltranslations.org/w/index.php?title=Amando_o_Pr%C3%B3ximo_Que_N%C3%A3o_Escolhemos&amp;diff=4618&amp;oldid=prev</id>
		<title>Pcain: Criou nova página com '{{info|Loving the Neighbor We Didn’t Choose}}&lt;br&gt;  &quot;E quem é o meu próximo?&quot; um perito na lei perguntou a Jesus (Lucas 10:29, NVI).  O perito na lei cometeu o erro de te...'</title>
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				<updated>2025-12-11T18:39:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#39;{{info|Loving the Neighbor We Didn’t Choose}}&amp;lt;br&amp;gt;  &amp;quot;E quem é o meu próximo?&amp;quot; um perito na lei perguntou a Jesus (Lucas 10:29, NVI).  O perito na lei cometeu o erro de te...&amp;#39;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Nova página&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{info|Loving the Neighbor We Didn’t Choose}}&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;E quem é o meu próximo?&amp;quot; um perito na lei perguntou a Jesus (Lucas 10:29, NVI).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O perito na lei cometeu o erro de tentar colocar à prova o autor da lei, procurando contradizê-lo ao perguntar como poderia herdar a vida eterna. O autor virou o jogo perguntando ao perito na lei o que ele achava que a lei dizia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O perito na lei então resumiu nestes dois mandamentos: devemos amar a Deus com tudo o que somos (Deuteronômio 6:5) e amar o próximo como a nós mesmos (Levítico 19:18). O autor concordou e disse: &amp;quot;Faça isso, e viverá&amp;quot; (Lucas 10:28).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a concordância do autor afligiu a consciência do perito na lei. Assim, ele procurou &amp;quot;justificar-se&amp;quot; perguntando: &amp;quot;E quem é o meu próximo?&amp;quot; (Lucas 10:29, NVI). O autor respondeu com a Parábola do Bom Samaritano (Lucas 10:30-37).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====O Próximo Que Não Escolheríamos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma observação que podemos tirar dessa parábola tão rica em aplicações é a seguinte: o próximo que somos chamados a amar muitas vezes não é alguém que escolhemos, mas alguém que Deus escolhe para nós. Na verdade, esse próximo muitas vezes não é aquele que teríamos escolhido se Deus não tivesse feito a escolha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Judeu e o Samaritano não teriam escolhido um ao outro como seu próximo. O que os tornou próximos foi a calamidade não escolhida de um homem e a compaixão escolhida de outro, despertada pela necessidade alheia — uma necessidade não escolhida, inconveniente, demorada, que atrasa o trabalho e gera gastos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O choque da parábola é que Deus espera que amemos estranhos necessitados — até mesmo estrangeiros — como próximos. Mas se isso é verdade, quanto mais ele deseja que amemos os nossos vizinhos reais e imediatos, aqueles com quem precisamos lidar regularmente? Às vezes são justamente esses próximos que achamos mais difíceis de amar. Como disse G.K. Chesterton:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Nós fazemos nossos amigos; nós fazemos nossos inimigos; mas é Deus quem faz o nosso vizinho da porta ao lado… A antiga linguagem bíblica revelou uma sabedoria tão aguda quando falou não do dever para com a humanidade, mas do dever para com o próximo. O dever para com a humanidade muitas vezes pode assumir a forma de alguma escolha pessoal ou até prazerosa… Mas precisamos amar o nosso próximo porque ele está ali — uma razão muito mais inquietante para uma operação muito mais séria. Ele é a amostra da humanidade que realmente nos foi dada. (''Hereges'', capítulo 14)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia de amar o próximo é bela de se pensar, desde que continue sendo um conceito idealizado e abstrato. Mas a realidade concreta de amar o nosso próximo — aquela pessoa muito real e exasperante, que não teríamos escolhido e de quem talvez preferíssemos escapar — arranca a beleza disso tudo… ou assim somos tentados a pensar. Na verdade, a beleza do amor idealizado é imaginária, e a beleza do amor real se revela quando morremos para nós mesmos — no chamado não escolhido de amar o pecador &amp;quot;que realmente nos foi dado.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Família Que Não Escolhemos====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros próximos de nossa vida são nossa própria família. Nós não os escolhemos; eles nos são dados. Somos lançados junto deles, com todos os seus defeitos, e chamados a amá-los — muitas vezes com o tipo de amor ao próximo que Jesus tinha em mente. Chesterton novamente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;É exatamente porque nosso irmão George não se interessa por nossas dificuldades religiosas, mas se interessa pelo Restaurante Trocadero… [e] precisamente porque nosso tio Henry não aprova as ambições teatrais de nossa irmã Sarah que a família é como a humanidade... A tia Elizabeth é irracional, como a humanidade. Papai é exaltado, como a humanidade. Nosso irmão mais novo é arteiro, como a humanidade. O vovô é tolo, como o mundo. (Ibid.)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos não teriam escolhido suas famílias se a escolha tivesse sido deles. Por isso as famílias são laboratórios do amor ao próximo, porque as famílias são um microcosmo do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====A Comunidade Que Preferiríamos Não Escolher====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se já somos adultos e vivemos em uma região onde há opções, então escolhemos nossa comunidade eclesiástica. Mas não podemos escolher quem mais se junta a essa comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Inevitavelmente, depois de algum tempo, nossa comunidade eclesiástica começa a se parecer com nossa família. Precisamos conviver com líderes que nos decepcionam e membros que veem o mundo de maneira diferente. Além de suas irritantes idiossincrasias temperamentais, eles têm interesses, prioridades ministeriais, filosofias educacionais e preferências musicais diferentes das nossas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conviver com eles não resulta na comunidade dos nossos sonhos — nosso conceito abstrato idealizado. Talvez precisemos de uma mudança, encontrar outra igreja onde realmente possamos florescer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez. Se os defeitos da comunidade eclesiástica incluírem coisas como infidelidade ética ou doutrinária, então uma mudança pode ser exatamente o que precisamos para prosperar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se nossa inquietação se deve ao desânimo de ter de lidar com pessoas difíceis, diferentes, e com ministérios e atividades da igreja que não funcionam bem, então talvez a mudança de que precisamos não seja de comunidade eclesiástica, mas da nossa disposição de amar os nossos próximos — aqueles que Deus nos deu para amar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse sempre foi o chamado de Deus aos cristãos. A igreja primitiva não era apenas Atos 2:42–47. Era também Atos 6:1 e 1 Coríntios 11:17–22. As igrejas da primeira geração eram formadas por judeus e gentios, senhores e escravos, ricos e pobres, pessoas que preferiam líderes diferentes, pessoas que discordavam fortemente sobre assuntos não essenciais — pessoas muito parecidas com as da nossa igreja. Era difícil viver em comunhão naquela época, assim como é agora (e, muito provavelmente, era ainda mais difícil naquela época). É por isso que temos 1 Coríntios 13 e Romanos 12.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A marca distintiva da igreja nunca foi uma sociedade utópica, mas o amor de seus membros uns pelos outros (João 13:35). E, segundo a Parábola do Bom Samaritano, a glória desse amor brilha quando ele é custoso e inconveniente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====&amp;quot;Vá e faça o mesmo&amp;quot;====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se perguntarmos assim como fez o perito na lei: &amp;quot;Quem é o meu próximo?&amp;quot;, talvez não gostemos da resposta de Jesus. Ela pode explodir nossos sonhos de amor e comunidade. Porque, em vez de amar o próximo que queríamos — a alma gêmea que teríamos escolhido — Jesus pode apontar para a pessoa necessitada, diferente e complicada bem diante de nós — aquela que temos vontade de ignorar — e dizer: &amp;quot;Aí está o seu próximo.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez essa pessoa seja um estranho. Mas, muito provavelmente, ele ou ela mora na nossa casa, ou na nossa rua, ou é membro da nossa igreja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O samaritano da parábola amou o judeu ferido como a si mesmo. E Jesus nos diz o mesmo que disse ao perito na lei: &amp;quot;Vá e faça o mesmo&amp;quot; (Lucas 10:37, NVI).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Pcain</name></author>	</entry>

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